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Loja

Casa térrea.
Pavimento térreo de, uma casa.
Casa para venda de mercadorias.
Oficina.
Habitação assobradada, ao rés do chão.
Casa de associação maçónica.


Loja

Designação do ânus da cavalgadura.


Virtual

Que existe como faculdade, mas sem exercício ou efeito actual.
Possível; susceptível de se realizar.
Potencial.
Diz-se do foco de um espelho, determinado pelo encontro dos prolongamentos geométricos dos raios luminosos.

Nota: Para o município espanhol, veja Vilhena (Espanha).
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Município de Vilhena
"Portal da Amazônia""Cidade Clima da Amazônia""Eldorado Amazônico"
Vista aérea do centro de VilhenaBandeiraBrasãoAniversário23 de novembro
Fundação23 de novembro de 1977 (41 anos)
Emancipação11 de outubro de 1977
Gentílicovilhenense
CEP76980-000
Prefeito(a)Eduardo Toshiya Tsuru (Eduardo Japonês) (PV)
Localização
Localização de Vilhena em RondôniaVilhena Localização de Vilhena no Brasil
12° 44' 26" S 60° 08' 45" O12° 44' 26" S 60° 08' 45" O
Unidade federativaRondônia
MesorregiãoLeste Rondoniense IBGE/2008[1]
MicrorregiãoVilhena IBGE/2008[1]
Municípios limítrofesChupinguaia, Pimenta Bueno, Espigão d'Oeste (O), Colorado do Oeste (S) e Comodoro (L)
Distância até a capital
Federal: 1,733 km
Estadual: 699 km
Características geográficas
Área11,699 146 km² (BR: 115º)[2]
Área urbana11 km² (BR: 287º RO: 8º) ? est. Embrapa[3]
DistritosNova Conquista; São Lourenço; Perobal; Cascalheira; Vista Alegre; e Santa Mônica
População97,448 hab. IBGE/2018[4]
Densidade6 62 hab,/km²
Altitude615 m
ClimaTropical com estação seca Aw
Fuso horárioUTC?4
Indicadores
IDH-M0,731 (2º Rondônia; 1189º Brasil) ? alto PNUD/2010[5]
Gini0,509 est. IBGE 2010[6]
PIBR$ 1 824 367,69 mil (BR: 350º RO: 3º) ? IBGE/2015[7]
PIB per capitaR$ 23,055 20 IBGE/2018[7]
Página oficial
Prefeiturahttp://www.vilhena.ro.gov.br
Câmarahttp://vilhena.ro.leg.br/Vilhena é um município brasileiro do estado de Rondônia. Sua população está estimada em 97.448 pessoas, segundo dados de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo o quarto município mais populoso de Rondônia.
Com o segundo melhor IDH de Rondônia, a cidade encontra-se em constante expansão nos setores da indústria, comércio e serviços, além de constituir um forte pólo agrícola na região. Além disso, a cidade vem se tornando um grande pólo educacional, atraindo diversos estudantes de uma macrorregião que abrange a região sul de Rondônia e norte do Mato Grosso.
O município é conhecido como Portal da Amazônia por estar situado na entrada da região Amazônica Ocidental. Além disso, é conhecida também como Cidade Clima da Amazônia por ter uma temperatura média menor que outras cidades da Região Norte. Nos tempos de sua colonização também recebeu a alcunha de Eldorado Amazônico. O termo fazia referência à cidade de Eldorado que, segundo a lenda de índios, seria feita de ouro maciço.
O nome "Vilhena" foi denominado por Cândido Rondon em homenagem ao engenheiro maranhense chefe da Organização Telegráfica Pública Álvaro Coutinho de Melo Vilhena. Este, em 1908, foi nomeado pelo Presidente da República Diretor Geral dos Telégrafos.Índice1 História
2 Geografia2.1 Solo e vegetação
2.2 Hidrografia
3 Política
4 Subdivisões
5 Economia5.1 Setor primário5.1.1 Agricultura
5.1.2 Pecuária
5.2 Setor secundário
5.3 Setor terciário
6 Infraestrutura6.1 Saúde
6.2 Educação
6.3 Transporte
6.4 Comunicação6.4.1 Televisão
6.5 Rádio
7 Cultura
8 Esportes
9 Referências
10 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
A história da colonização de Vilhena tem algo em comum com muitos outros municípios de Rondônia. Começa no século XX, por volta de 1910, quando o tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon construiu nos campos do Planalto dos Parecis um posto telegráfico, ligando várias cidades entre Cuiabá e Porto Velho, e fazendo com que surgissem vilas ao redor. Tal região, porém, já havia sido desbravada cerca de 200 anos antes, quando bandeirantes como Antonio Pires e Paz de Barro denominaram a área como Chapadão dos Parecis.
A Comissão Rondon realizou a obra de ligação telegráfica entre Cuiabá e Santo Antônio do Rio Madeira, promovendo a ruptura do isolamento do oeste amazônico. Os trabalhos iniciaram no ano de 1907, no governo Afonso Pena, e foram concluídas em 1912 no governo Hermes da Fonseca. As picadas abertas na mata serviriam anos depois para a trilha da BR-029 (atual 364) e proporcionaram o surgimento de povoados que se transformaram em municípios do estado (Vilhena, Pimenta Bueno e Jaru). O ponto Final da linha telegráfica ultrapassou Santo Antônio do Rio Madeira e chegou a Porto Velho, em Rondônia.
Em 1909, o tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, que atuava como chefe da comissão e construção da linha telegráfica de Mato Grosso-Amazonas, liderou uma expedição de 42 homens por regiões amazônicas. Em determinado ponto, ergueu um acampamento, visando a realizar estudos sobre o ecossistema e o comportamento dos povos indígenas. Era ser desenhado o esboço do que viria a ser a cidade de Vilhena, no estado de Rondônia.
O trabalho de Rondon seria completado alguns meses mais tarde com o estabelecimento de uma estação telegráfica, nas margens do Rio Piracolino. A região da atual cidade de Vilhena distancia-se cerca de cinco quilômetros desse rio.
Concluída a obra da estação telegráfica, Rondon homenageou o antigo engenheiro chefe da Organização da Carta Telegráfica da República, Álvaro Coutinho de Melo Vilhena, falecido havia pouco tempo, batizando-a de Vilhena. Em 1910 a estação começou efetivamente a funcionar, atraindo moradores para a região.
Em 1938, o posto telegráfico de Vilhena tinha como habitantes apenas duas famílias. Abandonadas pela administração de linha telegráfica havia 8 anos, viviam da criação de bodes e cabras. Esse é o testemunho de Claude Lévi-Strauss, que relatou sua passagem pela região em seu livro Tristes Trópicos.
Durante quase 50 anos, foi o Posto Telegráfico da passagem do homem civilizado por esta região e, somente ao final da década de 1950, a sua presença tornou-se mais efetiva. No ano de 1959, o presidente Juscelino Kubitschek iniciou a BR-29 (Brasília/Acre), atual BR-364, que integrava a região Norte com as demais regiões do País. Vilhena é a entrada da Amazônia Ocidental, o que permite receber a denominação "Portal da Amazônia Ocidental", e teve seu povoamento caracterizado por vários fatores:Fluxo migratório das regiões mais populosas do País (sudeste/sul) á procura de novas áreas para melhoria do desenvolvimento econômico.
A existência de um clima saudável, próprio da região do Planalto;
A riquezas das matas locais (muita madeira, hoje quase esgotada); e
A construção da verdadeira rodovia de interligação (Brasília/Acre): BR-364.
Em 1964, por meio do Ibra (Instituto Brasileiro de Reforma Agrária), e depois do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), ocorreu distribuição de terras da União a colonos dispostos a se fixarem na região. Este fator atraiu migrantes de todos os quadrantes do País. Nesta ocasião chegavam as primeiras cabeças de gado (80 reses) e instalavam-se o primeiro posto de gasolina, o primeiro hotel e restaurante, tudo propriedade do pioneiro Ferreira Queiroz.
Após o golpe militar de 1964, chega o 5º BEC (Quinto Batalhão de Engenharia e Construção), para a conservação da estrada, tendo à sua frente o comandante Todeschini, que residia em Vilhena. Construiu-se a primeira igreja católica. Vilhena começa a se consolidar com a construção da atual rodovia BR-364. No início de 1960, o presidente Juscelino Kubitschek visitou a região para inaugurar a rodovia Brasília-Acre e vistoriar as obras da BR-364.
Para tanto, uma pista de pouso teve de ser construída de forma urgente para receber o comitiva presidencial, atraindo número significativo de trabalhadores para a região. A pista passou a ser uma referência para as operações do Correio Aéreo Nacional e para empresas como a Vasp e a Cruzeiro do Sul, que tinham dificuldades de implementar suas rotas amazônicas. Outro impulso vindo na esteira da construção da pista foi a instalação de um destacamento da Força Aérea Brasileira na região e um pequeno hospital militar.
A produção cafeeira na região começa a tomar impulso antes mesmo da criação do município. Em 1964, o governo federal incentiva um programa de colonização da região Amazônica. Assim, o Instituto Brasileiro de Reforma Agrária e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária iniciam a distribuição de terras federais a colonos, sendo que a extração e o beneficiamento de madeira rapidamente ganham impulso. Em menor grau, atividades agrícolas, como café e cacau, além da pecuária, também passam a ser desenvolvidas.
Muitos trabalhadores que vieram construir a pista de pouso e a rodovia fixaram-se na região e grande número de pessoas foi estimulado a buscar melhor sorte na nova cidade que se formava.
A energia elétrica era fornecida por geradores próprios e o fornecimento de água era feito por caminhões, com tambores abastecidos nas águas dos Igarapés. Próximo ao local, instalou-se, em 1966, a primeira serraria (Berneck), e iniciaram-se as obras da Embratel. Em 1968 instalaram-se a Delegacia de Polícia, a Caerd (Companhia de Águas e Esgoto de Rondônia) e a Ceron (Centrais Elétricas de Rondônia), atual Eletrobrás.
Em abril de 1969, Vilhena passou a Distrito de Porto Velho pelo Decreto nº 565, sendo criados o Cartório de Registro Civil e o Juizado de Paz, ocasião em que Vilhena possuía 160 casas. Novas indústrias passaram a ver a localidade com potencial de crescimento e a região começou a figurar como um polo de desenvolvimento industrial e comercial do estado.
Em 4 de outubro de 1973, o Incra criou o Projeto Integrado de Colonização Paulo de Assis Ribeiro em áreas da Gleba Guaporé, a 100 quilômetros da vila de Vilhena, na mesma distância da rodovia BR-364, com sede na localidade de Colorado d'Oeste. Em 1973, o distrito de Vilhena teve seu primeiro administrador, Gilberto Barros Lima (20 de março de 1973 a 21 de junho de 1977), na época, fiscal do IBDF, ficou à disposição do Distrito. Na ocasião, esta localidade já contava com algumas avenidas: Marechal Rondon, Major Amarante e Capitão Castro, e também instalaram-se várias serrarias. Sua população era de aproximadamente 600 habitantes.
Devido ao clima ameno, presença de matéria vegetal na região e à localização estratégica, em Vilhena instalaram-se várias serrarias. O apogeu da madeira deu-se no ano de 1974.
Na época a produção agrícola em Vilhena se resume a café conilon. Na região existem pesquisas sobre o desenvolvimento da cultura sendo realizadas pela Emater e pela Embrapa, sendo que esta última possui na cidade um campo experimental. Com a instalação do PIC Paulo de Assis Ribeiro (1974), com núcleo de apoio em Colorado do Oeste, ocorre um impulso populacional em Vilhena. Neste mesmo ano, instalou-se a pioneira seção eleitoral (104) no Distrito de Vilhena.Geografia[editar | editar código-fonte]
Vilhena está localizada na porção sul-leste do estado, na microrregião de Vilhena e na mesorregião do Leste Rondoniense, numa área de baixo planalto, com uma pequena inclinação em direção aos cursos d'água.
Localiza-se a uma latitude 12º44'26" sul e a uma longitude 60º08'45" oeste, estando a uma altitude de 612 metros. Possui uma área de 11.519 km² representando 4,8% do estado, seu território tem como limite territorial as cidades de: Espigão d'Oeste-RO, ao noroeste, Chupinguaia-RO e Pimenta Bueno-RO, ao oeste, Colorado do Oeste-RO, ao sul e Comodoro-MT, ao sudeste.
O tipo de clima é o tropical com estação seca, quente e úmido, considerado ameno para os padrões climáticos da região amazônica, com friagens no meio do ano (meados de abril a meados de setembro) que frequentemente abaixam a temperatura para a faixa de 12 °C a 15 °C, sendo que, em situações mais esporádicas, massas polares mais fortes podem fazer a temperatura cair para 7 °C. Em 1975, durante uma friagem, foi registrada a menor temperatura da história do estado de Rondônia, tendo os termômetros marcado -0,5 °C, com ocorrência de geada. O período chuvoso vai de setembro a maio. A temperatura média anual é de aproximadamente 25,8 °C. O índice pluviométrico é de aproximadamente 2.043 milímetros por ano.
Dados climatológicos para Vilhena
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)31,130,330,332,331,630,431,432,832,532,932,931,9 31,7
Temperatura mínima média (°C)21,321,721,021,019,217,016,417,619,321,721,621,4 19,9
Precipitação (mm)334,3303,9312,5199,467,426,911,616,692,7178,8216283,5 2 043,6
Fonte: Jornal do Tempo[8] Solo e vegetação[editar | editar código-fonte]
O solo é classificado como latossolo vermelho/amarelo (LVA), com areia distrófica.
Grande parte é coberta por densa floresta equatorial, caracterizada pela mata de terra firme com árvores enormes sendo abundantes as madeiras aproveitadas, como: mogno, cerejeiras, itaúba, ipê, cedro e outros.
Além das florestas, cerrados e os campos limpos também fazem parte da vegetação, com tipos de vegetais característicos: a lixeira, a mangabeira, o pequizeiro, o pau-serra, o barbatimão, o cajueiro, dentre outros, para os cerrados; e plantas ásperas e duras, gramíneas e outras espécies, para os campos limpos.Hidrografia[editar | editar código-fonte]
A Chapada dos Parecis, em Vilhena, constitui-se em um dos mais importantes centros dispersores de água do estado, nascendo os rios Iquê, Roosevelt (afluente do rio Aripuanã), Barão do Melgaço, Pimenta Bueno - Apediá, Vermelho, Ávila, Cabixi, Piracolino e Pires de Sá.Cachoeiras
Salto Paraíso - Rio Iquê
Cachoeira Noite de Abril - Rio Tenente Marques
Cachoeira Uapuru - Rio Tenente Marques
Cachoeira Aprigio - Rio Tenente Marques
Cachoeira Quebra Cabo - Rio Roosevelt
Cachoeira Simplício - Rio Roosevelt
Cachoeira Centelhos - Rio Roosevelt
Cachoeira Pedro Cai - Rio Roosevelt
Cachoeira Quinze de Novembro - Rio Pimenta Bueno
Cachoeira do Rio Ávila - Rio Ávila (Balneário Vale do Ávila)
Política[editar | editar código-fonte]
Em 11 de outubro de 1977, o presidente da República Ernesto Geisel sancionou a Lei nº 6.448, que criou o Município de Vilhena. O governador de Rondônia, Humberto da Silva Guedes, nomeou e empossou o primeiro prefeito, Renato Coutinho dos Santos, que teve o final de sua gestão no dia 3 de março de 1980.
A Câmara Municipal de Vereadores de Vilhena foi criada em 1979 e pelo Decreto-Lei nº 7 de 1982 foi restabelecida.
Entre 1980 e 1983 Vilhena teve mais três gestões de prefeitos nomeados e, a partir de 1 de fevereiro de 1983, foram empossados o primeiro prefeito ? Vitório Abrão ? e os primeiros vereadores (tendo como presidente Luiz Flávio Zamuner) eleitos pelo voto popular.
Em 10 de novembro de 2016, numa operação da Polícia Federal, foi preso o prefeito José Luiz Rover (PP), acusado de ser chefe de uma organização criminosa que atuava no poder executivo praticando diversos crimes, como a cobrança de propina.[9] Mais de 5 milhões de reais teriam sido desviados da prefeitura em seis anos.[9] O vice, Jacier Rosa Dias (PSC), foi preso alguns dias antes, em 2 de novembro.[9] Teriam participado do esquema ex-secretários municipais, servidores e empresários e entre 2010 a 2016 teriam cometido crimes de falsidade ideológica, fraude à licitação, lavagem de capitais, corrupção passiva e crime de responsabilidade.[9] As investigações começaram em 2015, durante desdobramentos da "Operação Stigma" e deram sequência em setembro de 2016, após a "Operação Ficus".[9] O dinheiro era desviado, principalmente, da Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) e da Secretaria Municipal de Obras (SEMOSP), mediante processos administrativos de reconhecimento de dívidas, nos quais empresas eram contratadas sem licitação, segundo o delegado encarregado do processo a prefeitura de Vilhena não contratava e nem pagava ninguém sem propina.[10] No mesmo mês o ministério público recomendou a suspensão imediata do salário do prefeito e do vice; o prefeito em exercício, Célio Batista, acatou.[10]
Nas eleições de 2016, Rosani Donadon venceu o pleito que não poderia ter disputado. No dia 8 de setembro de 2016, o magistrado Andresson Cavalvante Fecury juiz eleitoral de Vilhena indeferiu o registro de candidatura da prefeita Rosani Donadon. Na época o juiz eleitoral fundamentou o impedimento da candidata pela ?ausência de capacidade eleitoral?, baseando-se na Lei da Ficha Limpa. Condenada em uma ação por crime de abuso de poder econômico em 2008, a pena de Rosani venceria três dias após as eleições, o que no entendimento de Fecury a tornava inelegível. Rosani recorreu ao TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral) que manteve o indeferimento em julgamento realizado um dia antes das eleições. Rosani Donadon concorreu assim mesmo e foi a mais votada para o cargo e recebeu 21.356 votos, o que representou 54% do total de votos válidos. Quinze dias após o pleito, o mesmo TRE reviu sua decisão o que permitiu a diplomação e posse da candidata. [11]
No entanto, o Ministério Público Eleitoral e a coligação adversária questionaram a sua candidatura perante a Justiça Eleitoral sob o argumento de que ela estaria inelegível por oito anos, com base na alínea ?d? do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/1990 (Lei de Inelegibilidades). E o caso foi parar então no STE. No dia 12/4/2018, há 581 dias do primeiro indeferimento da candidatura de Rosani Donadon, os ministros do (TSE) decidiram que a prefeita de Vilhena não poderia ter concorrido nas eleições de 2016. Por essa razão, cassaram seu registro de candidatura levando por consequência à perda do mandato da então prefeita. Ela ficou no cargo pouco mais de 1 ano e três meses, deixando a prefeitura no dia 27/04/2018. Em seu lugar, assumiu o presidente da Câmara, Adilson de Oliveira, do PSDB. O prefeito interino ficará no cargo até a posse do novo prefeito, realizada através de eleição suplementar, em junho deste ano.[12]
Esta é uma lista de prefeitos e vice-prefeitos de Vilhena.NºNomeNome políticoPartidoInício do mandatoFim do mandatoObservações
1Renato Coutinho dos SantosRenato Coutinho?23 de novembro de 19773 de março de 1980Prefeito nomeado
2Bonifácio AlmodóvarBonifácio Almodóvar?4 de abril de 198015 de maio de 1980Prefeito nomeado
3Arnaldo Lopes MartinsArnaldo Lopes Martins?16 de maio de 198023 de março de 1982Prefeito nomeado
4Albino Afonso WobetoAlbino Wobeto?24 de março de 198231 de março de 1983Prefeito nomeado
5Vitório Alexandre AbrãoVitório AbrãoPDS1 de fevereiro de 19831987Prefeito eleito
6Élcio Carlos RossiDr. Élcio Carlos RossiPDS198831 de dezembro de 1988Prefeito eleito
7Lourivaldo Renato RuttmannLourival RuttmannPTB1 de janeiro de 198931 de dezembro de 1992Prefeito eleito
8Ademar Marcol Alfredo SuckelAdemar MarcolPFL1 de janeiro de 199331 de dezembro de 1996Prefeito eleito
9Melkisedek DonadonMelki DonadonPSC1 de janeiro de 19973 de abril de 1998Prefeito eleito
10Heitor Tinti BatistaHeitor BatistaPMDB4 de abril de 199831 de dezembro de 2000Prefeito substituto
11Melkisedek DonadonMelki DonadonPTB1 de janeiro de 200131 de dezembro de 2004Prefeito reeleito
12Marlon DonadonMarlon DonadonPTB1 de janeiro de 200531 de dezembro de 2008Prefeito eleito
13José Luiz RoverZé RoverPP1 de janeiro de 200931 de dezembro de 2012Prefeito eleito
14José Luiz RoverZé RoverPP1 de janeiro de 201310 de novembro de 2016 (preso)Prefeito reeleito
15Célio BatistaCélio BatistaPR10 de novembro de 201631 de dezembro de 2016Prefeito interino
16Rosani Terezinha Pires da Costa DonadonRosani DonadonPMDB1 de Janeiro de 201727 de abril de 2018Prefeita eleita
17Adilson José Wiebbeling de OliveiraAdilson de OliveiraPSDB28 de abril de 201830 de junho de 2018Prefeito interino
18Eduardo Toshyia TsuruEduardo JaponêsPV01 de julho de 2018AtualPrefeito eleito
Subdivisões[editar | editar código-fonte]
Distritos
Nova Conquista
São Lourenço
Perobal
Cascalheira
Vista Alegre
Santa Mônica
Reservas indígenas
Parque Aripuanã
Parque Tubarões
Posto Roosevelt
Economia[editar | editar código-fonte]
As principais atividades econômicas são a agricultura, pecuária, comércio e prestação de serviços. O município conta com 12 (doze) agências bancárias, distribuídas entre 5 (cinco) instituições bancárias e 2 (duas) cooperativas.
O PIB do município é de R$ 1.824.367,69 e o PIB Per capita R$ 23.055,20.[13]Composição econômica do PIBAgropecuária
5,16 %
Indústria
19,87 %
Serviços
48,75 %
Serviços Públicos26,22 %Fonte: IBGESetor primário[editar | editar código-fonte]
Agricultura[editar | editar código-fonte]Produção Agrícola[14]
ProdutoQuantidade (t)
Arroz708
Mandioca4.680
Milho230.066
Soja169.280
Tomate400 As plantações de soja invadiram o cerrado vilhenense.
Possui vastos campos de produção, principalmente na área agrícola, e também grandes canteiros de horticultura e produtos de viveiro, cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas.
Embora muitas famílias e pessoas tenham deixado a zona rural, a agricultura ainda é um ponto fundamental no município.
A produção agrícola é bem diversificada, com plantações de milho, feijão, soja, arroz, tomate, dentre outros. Dentre estes produtos, destacam-se o arroz, o milho e a soja, que são comercializados pelos grandes e médios produtores locais, diretamente com as empresas do Centro-Sul do país. O município, atualmente é o maior produtor de milho, soja e tomate de Rondônia, com uma produção de 230.066 e 169.280 e 400 toneladas, respectivamente.[14]
A central de armazenamento da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), conta com dois depósitos, sendo um com capacidade de 4 mil toneladas e outro com 10 mil toneladas.
Os órgãos ligados à agricultura na cidade são a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agrícolas) e a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) que dão auxílio aos agricultores.
Dentre os órgãos financiadores da produção agropecuária, o principal é o Banco da Amazônia, administrador do FNO - Fundo Constitucional do Norte - com juros subsidiado pelo Governo Federal. O Banco da Amazônia é responsável por mais de 90% dos financiamentos realizados no setor Agropecuário Vilhenense.Pecuária[editar | editar código-fonte]
Predominam no setor primário grandes e médios proprietários, que priorizam a criação de gado bovino de corte. Em 2016, o rebanho bovino teve uma contagem de 125.403 cabeças.[15] No entanto, esse rebanho já chegou a ser de aproximadamente 900 mil em 1991, porém, as pastagens aos poucos foram substituídas por plantações, principalmente para o cultivo da soja, fazendo com que a criação bovina deixe de ser a principal fonte de economia agropecuária. Na última vacinação contra aftosa no rebanho bovino da cidade, foram registrados mais de 119 mil cabeças de gado pela Agência de Defesa Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), sendo que mais de 108 mil eram de corte.
Não é só de bovinos que vive pecuária vilhenense, há uma boa diversificação com a criação de bubalino, caprino, ovino, suíno, equino e a produção de mel de abelha, com destaque ao crescimento vertiginoso da aquicultura. A criação de jatuarana, pirarucu e tambaqui está entre as 50 (cinquenta) maiores do país. [16] Outro destaque está na avicultura, tendo a maior criação de galináceos de Rondônia, além disso mais de um terço da produção de ovos do estado são oriundos de Vilhena.Setor secundário[editar | editar código-fonte]
Pinheiros nas margens da BR-364 em Vilhena
Devido a escassez da madeira, o município procurou outras alternativas para conter o desemprego e uma delas foram as hidrelétricas, porém, mesmo com a baixa quantidade de madeira no mercado, a atividade ainda é significativa no setor industrial.
As indústrias de madeira se desenvolveram tanto no setor de exploração como no de construção, e acabaram atraindo indústrias de móveis, que tem interesse pela madeira extraída, como o mogno e cerejeira.
Recentemente, indústrias e fábricas, como o frigorífico Friboi e a fábrica de colchões Portal também foram responsáveis pela absorção da mão de obra excedente.Incentivos tributários
Há incentivos para empresas que estão interessadas na implantação, ampliação, modernização ou então relocalização de suas unidades produtivas, como algumas vantagens nos seguintes tributos:ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza;
Taxas de Alvará de Localização e Funcionamento;
IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano;
Taxa de Contribuição de Melhorias;
Outros impostos ou taxas que eventualmente venham a ser criados.
Vigência
O prazo de vigência dos referidos incentivos será de 10 anos, podendo ser renovados por mais 10 anos, desde que seja requerido pelo beneficiário e aprovado pelo conselho.Apoio técnico
Prestação de apoio técnico na elaboração de estudos e projetos de caráter geral bem como a participação preferencial nas linhas de financiamento e na execução de obras e serviços e demais benefícios priorizáveis pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento, através do Fundo Municipal de Desenvolvimento.Concessão de áreas
Concessão de áreas com infraestrutura que inclui a disponibilidade de energia elétrica, água, rede telefônica, abertura de ruas, serviços de topografia, demarcação e obras e serviços complementares, à indústrias interessadas em se instalarem na cidade.Setor terciário[editar | editar código-fonte]
A cidade foi contemplada pela Embratur, por quatro anos consecutivos com o Selo de Potencialidade Turística. Suas belezas naturais e pelo fato de possuir uma infraestrutura para recepção de turistas (hotéis, restaurantes, aeroporto, rodoviária e comércio) a cidade recebe muitos turistas do Brasil e de outras partes do mundo. Contudo, tal potencialidade não é aproveitada ao máximo. Diversos locais da cidade que poderiam atrair turistas estão abandonados ou nas mãos de particulares.Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Saúde[editar | editar código-fonte]
Hospital Regional
As condições físicas e sanitárias da rede de saúde são ruins, sendo comum o atendimento de doentes vindos de outros locais do cone sul do estado e cidades próximas do estado do Mato Grosso.
A situação da saúde do município é caótica, devido ao grande número de atendimentos realizados pela rede física, mantida exclusivamente pela prefeitura de Vilhena.
A rede de saúde pública é formada pelo Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira (Serviço U.T.I.) (fundação Sesp), Centro de Atendimento Emergencial Neonatal, vários postos e centros de saúde, dentre outros.
No entanto, a modernização do atendimento e a ampliação da rede física na área de saúde, têm sido o principal motivo para a procura da população de outros municípios, causando grandes problemas devido ao excesso de pacientes, pois o sistema de saúde público não consegue dar conta da demanda.Educação[editar | editar código-fonte]
Escola Estadual Zilda Da Frota Uchoa
A rede pública teve investimentos na educação, como a criação de escolas, reformas, ampliações, contratações e investimentos na capacitação dos profissionais de educação para melhorar a qualidade de ensino. Vilhena possui o centro de reabilitação "Ensina-me a Viver", para crianças de jovens com dificuldades especiais. Escola Municipal Marcos DonadonEnsino infantil, fundamental e médio
Dentre as escolas públicas, destacam-se:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO (ensino médio e técnico);
Escola Municipal Ângelo Mariano (fundamental I);
Escola Municipal Ivete Brustolin (fundamental II);
Escola Municipal Marcos Donadon (fundamental II)
Escola Municipal Marizeti Mendes de Oliveira (fundamental I);
Escola Estadual Álvares de Azevedo (fundamental II e médio);
Escola Estadual Machado de Assis (fundamental II e médio);
Escola Estadual Marechal Rondon (médio integral) (prêmios nacionais: "Professor Nota 10" e "Ciências no Ensino Médio");
Escola Estadual Maria Arlete Toledo (fundamental II e médio);
Instituto Estadual de Educação Wilson Camargo (fundamental II e médio).
Colégio Tiradentes da Polícia Militar - CTPM V (fundamental II e médio)
Dentre as escolas particulares, destacam-se:Escola Adventista (infantil e fundamental I);
Escola Professor Vanks (9º ano e médio);
Colégio Santa Lúcia Filippini (infantil, fundamental e médio);
Cooperativa Educacional de Vilhena (Coopevi - Coc) (infantil, fundamental e médio);
Escola Evangélica Bom Pastor - POSITIVO (infantil);
Insolina Ruttmann / Sesi (infantil, fundamental e médio).
Escola Senai Bonifácio Almodóvar( Ensino Técnico)Ensino superior
Vilhena se tornou um importante pólo educacional de Rondônia possuindo atualmente oito instituições de ensino superior presenciais.
Ensino presencial:Universidade Federal de Rondônia (UNIR) ? [pública]. Cursos: Administração; Ciências Contábeis; Letras/Português; e Pedagogia;
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - (IFRO) ? [pública]. Cursos: Matemática; Análise e Desenvolvimento de Sistemas; e Arquitetura e Urbanismo;
Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena (UNESC) ? [particular]; Cursos: Arquitetura e Urbanismo; Biomedicina; Ciências Contábeis; Direito; Educação Física; Enfermagem; Engenharia Agrícola; Engenharia Ambiental; Engenharia da Computação; Farmácia; Fisioterapia; Medicina; e Radiologia;
Associação Vilhenense de Educação e Cultura (AVEC) ? [particular]. Cursos: Administração, Ciências Contábeis; Direito; e Pedagogia;
Faculdade da Amazônia (FAMA/IESA) ? [particular]. Cursos: Agronomia; Psicologia; Serviço Social; e Zootecnia.
Faculdade Cândido Rondon (FARON) ? [particular]. Cursos: Agronomia; Engenharia Civil; Engenharia Florestal; e Medicina Veterinária;
Faculdades Integradas Aparício Carvalho (FIMCA) ? [particular]. Cursos: Direito; Educação física; Enfermagem; Engenharia Civil; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Fisioterapia e Odontologia.
Faculdade Santo André (FASA) ? [particular]. Curso: Pedagogia.
Ensino a distância:Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) ? particular;
Universidade do Norte do Paraná (UNOPAR) ? particular;
Centro Universitário Claretiano (CLARETIANO) ? particular;
Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) ? particular;
Universidade Paulista (UNIP) ? particular;
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - (IFRO) ? pública;Ensino Técnico
IFRO - Instituto Federal de Rondônia;
Senai - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial;
Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial;
Transporte[editar | editar código-fonte]
Aeroporto
Vasp em Vilhena em 1989.
O Aeroporto Brigadeiro Camarão (BVH/SBVH) é administrado pelo Departamento de Estradas e Rodagens - DER/RO. Os serviços de navegação aérea são prestados pelo Comando da Aeronáutica, com cerca de doze profissionais que atuam como Operadores de Estação Aeronáutica, Técnicos em Informações Aeronáuticas e Técnicos em Meteorologia. Possui uma pista de dimensões internacionais com 2.600 metros de comprimento por 30 metros de largura sendo a segunda maior pista do estado (cabeceiras 03 e 21), possui equipamentos eletrônicos e luminosos de auxílio à navegação em pleno funcionamento tais como: VOR, DME, NDB, balizamento de pista, estação de comunicação VHF Frq. 125,90 MHz, Estação Meteorológica de Superfície Automática, Estação Meteorológica de Altitude. Pela sua localização geográfica, Vilhena é considerada um ponto estratégico para a aviação.
Atendida por voos diários civis e militares, a cidade possui um dos poucos aeroportos do Estado, com capacidade para receber aeronaves de grande porte. Vilhena já foi servida pela VASP, TAM e diversas outras companhias de menor porte. Hoje o transporte comercial aéreo do município é realizado pela empresa Azul. O aeroporto também possui um DTCEA-VH (Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Vilhena) do Comando da Aeronáutica, Cindacta IV, subordinado ao Ministério da Defesa.Rodovia
Três rodovias federais interligam o município ao resto do estado e do país, sendo que a BR-174, pavimentada apenas no perímetro urbano, e a BR-364, que liga Mato Grosso à capital Porto Velho, cortam o meio da cidade e BR-435 liga aos demais municípios do Cone Sul chegando a Bolívia.
A malha viária urbana a cada dia está se tornando um problema, ainda falta mais de 150km de ruas a serem asfaltadas. O município conta com aproximadamente 54 mil veículos[17]. Ruas estreitas e com poucos locais próprios para estacionar deixam o trânsito, em alguns locais e horários, caótico. Outro fato incômodo aos munícipes é a pequena rede de galerias pluviais que não suportam o "verão amazônico" e provoca alagamentos em diversas avenidas importantes, como por exemplo nas avenidas Paraná, Melvin Jones e Celso Mazutti, além dos bairros periféricos.
Para quem precisa se deslocar por ônibus para chegar ou sair há ainda o Terminal Rodoviário de Vilhena.Ferrovia
Em 2008, o governo federal alterou o Plano Nacional de Viação incluindo a Ferrovia Transoceânica, ligando o Porto do Açu, no Rio de Janeiro, a malha ferroviária do Peru. O custo estimado da obra é de 50 bilhões de reais, sendo financiado pelos governos brasileiro, peruano e chinês. O trecho entre Campinorte e Vilhena foi denominado de Ferrovia de Integração do Centro Oeste - FICO[18]. Os estudos desse trecho estão prontos, faltando apenas o início das obras que serão realizadas pela VALEC.Comunicação[editar | editar código-fonte]
ImpressosRevista Imagem;
Jornal Folha do Sul;
Jornal OnlineCone Sul Notícias; [1]
Extra de Rondônia; [2]
Folha de Vilhena; [3]
Folha do Sul; [4]
Noticiando RO; [5]
Rondônia em Pauta; [6]
Rota Policial News; [7]
Vilhena Alerta; [8]
Vilhena Notícias; [9]
Bastidores de Rondônia [10]
Televisão[editar | editar código-fonte]
TV Vilhena - Rede Globo (canal 5 analógico, 15 digital);
Rede TV! Rondônia (canal 9 analógico, 17 digital);
TV Allamanda - SBT (canal 11 analógico, 45 digital);
TV Meridional - Band (canal 13 analógico, 47 digital);
Amazon Sat (canal 14 analógico);
SIC TV - RecordTV (canal 23 analógico).
Rádio[editar | editar código-fonte]
Rádio Massa FM - 91,3 FM [11]
Rádio Onda Sul FM - 94,9 FM [12]
Rádio Vilhena AM - 1450 AM [13]
Rádio Planalto FM - 90,1 FM [14]
Positiva FM - 87,9 FM [15]
Cultura[editar | editar código-fonte]
Nos últimos anos a Cultura em Vilhena está se desenvolvendo com mais rapidez, surpreendendo pela quantidade de interessados em diversas manifestações culturais como teatro, música e escrita. O 1º Festival de Música do Cone Sul realizado nas sete cidades do Sul de Rondônia e organizado por Vilhena foi considerado o maior evento musical do Norte do País, reunindo mais de 500 cantores, músicos e bandas com prêmios significativos para cada etapa local, bem como na final geral. Também o 1º Festival de Calouros do Cone Sul, também comandado por Vilhena, movimentou a população do Cone Sul que desejava mostrar seus talentos e receber por isso.
A Cidade possui também uma Orquestra Sinfônica criada em 2001, que executa diversos concertos clássicos e populares.
Além disso, a criação do Espaço JK, único espaço exclusivamente cultural e particular da cidade, representou significativo avanço para a obtenção de um local adequado e centralizado que se possam realizar discussões, debates, apresentações teatrais, exposições artísticas, shows de bandas locais, divulgação da literatura dos escritores da cidade e etc. Com intuito parecido, a livraria Café & Letras passou a desenvolver diversas ações culturais como o conto de histórias para crianças, promoções em livros e o Som das Sete, evento que reúne o melhor da Música Popular Brasileira em uma noite de descontração ao ar livre.
Há ainda certa movimentação na Prefeitura que prevê a criação de uma fundação de cultura no município, o que ajudaria o município a conseguir recursos a serem investidos, por exemplo, nos oito grupos de teatro que se mostram ativos na cidade. Destes, o Wankabuki, o Canaã e o Tempus são os mais expressivos, todos com projetos de peso em andamento, embora não disponham de espaço adequado para se apresentarem.
No que diz respeito aos locais reservados para apresentações teatrais, a Prefeitura Municipal de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento elaborou um projeto de um centro de convenções que abrigaria um teatro, galerias de arte, oficinas de arte, biblioteca e sala de cinema. O início das obras estão previstas para 2011. Enquanto isso, o Ponto de Cultura Cone Sul Plural desenvolve, em parceria com acadêmicos do curso de Jornalismo da Unir (Universidade Federal de Rondônia), o projeto Hatisu - Ação Griô. A iniciativa pretende recuperar as origens históricas dos colonizadores do Cone Sul, que se estabeleceram em quilombos, vilas de pescadores, aldeias indígenas e acampamentos no Vale do Guaporé. Contudo, essa é apenas uma das muitas ações culturais criadas pelo Ponto de Cultura de Vilhena.
Recentemente também foi criada, no jornal impresso de maior circulação e expressividade do Cone Sul, o Folha do Sul, de Vilhena, a editoria de Cultura, que semanalmente destaca os agentes culturais do município e suas atividades.
A prefeitura promove a Cultura por órgãos culturais como a Academia Vilhenense de Letras (AVL), Centro de Tradições Gaúchas (CTG), Fundação Cultura de Vilhena, Associação de Músicos de Vilhena, Centro de Treinamento (futura Casa da Cultura) e o Museu Marechal Rondon (atualmente abandonado).
A Academia Vilhenense de Letras (AVL), fundada em dezembro de 2002, é fruto da vontade e perseverança dos poetas Átila Ibáñez (01), Castro Lima (10), Dilma Lessa (04), Antônio Mantelli (13). As tentativas de implantar uma academia de letras na cidade de Vilhena, ao Sul de Rondônia, ocorreram desde a última década do século XX. O poeta Ibáñez via seu projeto diluir-se nas dificuldades e, principalmente no desinteresse da comunidade literária. E tentava outra vez. E mais outra. Finalmente, com a participação decisiva de Mário Mileo (03), Newton Pandolpho (02), Julio Olivar (11), José Leocádio (08), Débora Lessa (09), Jacyr Rosa (07), Nilson Ferreira (06), Ivanir Aguiar (12) e Scalercio Pires (05), surgiu, então, a Academia Vilhenense de Letras. Os patronos são Vinicius de Moraes (Cadeira 01), Ruben Braga (Cadeira 02), Carlos Gomes (Cadeira 03), Orígenes Lessa (Cadeira 04), Lauro Sodré (Cadeira 05), José de Alencar (Cadeira 06), Euzebio de Queiros (Cadeira 07), Manuel de Almeida (Cadeira 08), Pedro Lessa (Cadeira 09), Castro Alves (Cadeira 10), Drummond de Andrade (Cadeira 11), Manuel Bandeira (Cadeira 12) e Cecilia Meireles (Cadeira 13). Em 20 de março de 2004 foi eleita a poeta Núbia Rodrigues (07), em decorrência da renúncia do Acadêmico Jacyr Rosa. Em 8 de julho de 2006 a AVL teve seu Estatuto alterado para a criação de mais oito Cadeiras, sendo Patronos Vicente de Carvalho (Cadeira 14), Gonçalves Dias (Cadeira 15), Machado de Assis (Cadeira 16), Rachel de Queiroz (Cadeira 17), Álvares de Azevedo (Cadeira 18), Olavo Bilac (Cadeira 19), Guimarães Rosa (Cadeira 20), Fagundes Varela (Cadeira 21). Foram eleitos para as respectivas novas Cadeiras: Ana Claudia Vinter, Clóvis Brasil, Irondina Zoche, Genoli Kopp, Braz Divino, Gerino Alves, Edmar Ferreira e Valmir Flor. Por ocasião da renúncia de Nilson Ferreira foi eleito José Closs.Visitas urbanas
Museu Marechal Rondon (onde se encontra o primeiro posto telegráfico da região. Encontra-se abandonado);
Zoológico Municipal (desativado);
Expovil - festa voltada à exposição pecuária;
Festas Gauchescas no Centro de Tradições Gaúchas (CTG);
Park Shopping Vilhena;
Park ecologico.Religião
A cidade tem praticantes de diversas religiões, sendo a fé Cristã a que tem mais seguidores (83,5%)[19].
Cristãos
Entre os cristãos os católicos são os mais numerosos, com 47,5% da população, seguidos pelos evangélicos (36%), que crescem em número e área de abrangência nos últimos anos, construindo os maiores templos da cidade.
Há inúmeros templos cristãos das mais variadas igrejas. Os maiores são:
Templos das Igrejas Católicas: BR 364
1- Nossa Senhora Aparecida;
2- Nossa Senhora Auxiliadora;
Principais templos das Igrejas evangélicas:
1- Assembleia De Deus;
2- Primeira Batista Nacional;
3- Igreja Shekinah;
4- Igreja Congregação Cristã do Brasil;
5- Igreja Batista Nacional Manancial;
6- Metodista Wesleyana;
7- Adventista do 7º Dia.
Dentre os evangélicos se destacam Assembleia de Deus, Cristã do Brasil, Batista Nacional, Adventista, Presbiteriana, Shekinah, Metodista, entre outras. Eventos para jovens, projetos sociais, ecumenismo e flexibilização das normas bíblicas conforme as mudanças culturais têm atraído novos membros para cada uma dessas denominações.
Igrejas de missão
Ao todo 10,5% da população faz parte de igrejas evangélicas de missão. Os fieis estão divididos em: batistas (4,79%), adventistas (2,17%), metodistas (1,5%), presbiterianos (1,16%) e luteranos (0,79%).
Igrejas pentecostais
19,9% da população faz parte de igrejas evangélicas pentecostais, com fieis divididos entre as igrejas: assembleia de deus (11,5%), congregação cristã (2,39%), universal (0,65%), Deus é amor (0,60%), O Brasil para Cristo (0,33%), maranata (0,23%), comunidade evangélica (0,22%), quadrangular (0,09%), renovada (0,03%) e outras (3,8%).
Evangélicos sem denominação
Muitos se consideram evangélicos, porém, não fazem parte de nenhuma denominação. Ao todo 6,71% dos vilhenenses se encaixam nesta categoria.
Islâmicos
Há cerca de 10 famílias muçulmanas que se reúnem em local de adoração próprio, todas as sextas-feiras. A maioria é dona de negócios e empresas na cidade, boa parte tendo vindo do oriente médio em busca de oportunidades financeiras, pares românticos ou fugindo de guerras da região. Há planos para a construção de uma mesquita na cidade.
Religiões africanas
Representantes de religiões de origem na cultura africana também estão na cidade difundindo as crenças da Umbanda, Candomblé, Omoloko e Macumba, que juntas representam 0,23% da população da cidade. Ações de grupos culturais procuram valorizar e fortalecer a prática das crenças, que são desconhecidas da maior parte da população e sofrem discriminação sendo consideradas religiões ligadas a demônios.
Espiritismo
Através de ações sociais e eventos comunitários os espíritas da cidade difundem suas crenças em lugares de reunião discretos. São 0,96% dos vilhenenses, destacando-se as vertentes Allan Kardec e União do Vegetal.
Religiões orientais
Um templo e vários pontos de encontro agrupam cerca de 30 famílias praticantes do budismo de Nitiren Daishonin. São 0,11% da população. Outras famílias são adeptas da Igreja Messiânica Mundial (0,05%) e outros 0,05% da população participam de outras crenças orientais.
Outras crenças
Tradições esotéricas aglutinam 0,13% da população, religiões indígenas 0,17%, enquanto 0,13% dos vilhenenses não sabe a qual religião pertence. Além disso, 0,54% afirma fazer parte de mais de uma religião.
Mórmons são 0,06% e Testemunhas de Jeová 0,62%. Ambas são cristãs, mas não se consideram ramo de nenhuma outra religião e são conhecidas por suas atividades de divulgação bíblica de porta-em-porta.
Sem religião
Aqueles que se declararam sem religião somam 12,33% da população da cidade. Há mais homens sem religião do que mulheres: eles somam 7,3% e elas 4,9%.Comidas Típicas
Vilhena é uma mistura de migrantes de todas as partes do país e até de outros lugares do mundo, não há uma identidade típica do local. Destaca-se as comidas gaúchas, nordestinas e árabes.
As manifestações culturais dos migrantes vieram de todas as partes do mapa, apesar da expressiva presença de gaúchos, catarinenses e paranaenses, mas ainda não se hegemonizaram para formar uma idiossincrasia vilhenense.
Esportes[editar | editar código-fonte]
Vilhena possui o clube de futebol profissional Vilhena Esporte Clube, fundado no dia 3 de junho de 1991. Este disputa o Campeonato Rondoniense de Futebol desde 1992, sendo penta campeão estadual, nos anos de 2005, 2009, 2010, 2013 e 2014, sendo ainda vice-campeão nos anos de 2006 e 2008. O Vilhena Esporte Clube, mais conhecido como VEC, já jogou 6 edições da Copa do Brasil, enfrentando grandes times como Palmeiras, Fortaleza, Ponte Preta, Atlético Paranaense e Avaí, em todas as edições que o VEC jogou, foi eliminado na primeira fase.
O Estádio Portal da Amazônia é o estádio onde o Vilhena Esporte Clube, Barcelona Futebol Clube e o Vilhenense Esporte Clube realizam suas partidas de competição.
Uma escolinha de Futebol do Avaí, se instalou na cidade, onde irá treinar crianças entre 5 e 16 anos que ainda poderão ter a oportunidade de jogar no time de Florianópolis.[20]
Existem também a Associação Vilhenense de Voleibol - AVV e a Associação Vilhenense de Basquetebol - AVB, as duas têm grande representação no esporte amador estadual.
Possui ainda a AVFA - Associação Vilhenense de Futebol Americano, que administra o Vilhena Hunters, o primeiro time de Futebol Americano do estado de Rondônia.
A cidade conta com um time de airsoft, o G.O.E.T.A. O esporte vem crescendo muito no estado e teve seu primeiro jogo em Vilhena no dia 06 de fevereiro de 2015
Em 2015 foi criada a Associação Vilhenense de Ciclismo - Vilhena Bike Club com o intuito de promover o esporte na cidade e região. No mesmo ano o Vilhena Bike Club organizou um evento de ciclismo para crianças e adultos, o qual foi considerado um dos maiores já organizados no estado, contando com atletas de Rondônia, Acre e Mato Grosso.
As artes marciais também têm um forte peso no esporte local. São diversas academias onde se praticam o Karatê-dô, Taekwondo, Jiu-jitso, Muay thai, Box Chinês, Judô, Capoeira, dentre outros.Sociedade Esportiva Comercial
Sociedade Esportiva Industrial
Clube da Associação Atlética Banco do Brasil
Clube da Associação Atlética do Banco HSBC
Clube da Associação da Polícia Civil de Vilhena - Aspocivi
Clube da Associação dos Servidores da Ceron
Clube da Associação dos Servidores Municipais - Asmuv
Clube Associação dos Policiais e Bombeiros Militares
Clube dos Estados
Clube dos Funcionários da Embratel
Estádio Municipal com Ginásio Poliesportivo
...
Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008 ? «IBGE CIDADES». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 11 de setembro de 2018. Consultado em 11 de setembro de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 2 de agosto de 2013 ? «Indice GINI». Cidade Sat. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 28 de dezembro de 2017 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 29 de dezembro de 2017 ? «CLIMATOLOGIA PARA Vilhena-RO». Jornal do Tempo. Consultado em 17 de abril de 2017 ? a b c d e «Prefeito preso chefiava grupo que desviou R$ 5 mi em Vilhena, diz PF». Vilhena e Cone Sul - Rede Amazônica. g1.com. 10 de novembro de 2016. Consultado em 28 de novembro de 2016 ? a b «MP recomenda suspender salários de prefeito e vice presos em Vilhena, RO». Vilhena e Cone Sul - Rede Amazônica. g1.com. 24 de novembro de 2016. Consultado em 28 de novembro de 2016 ? Revista Imagem, edição 145, de março de 2018.? Revista Imagem, edição 145, de março de 2018. ? «IBGE». Consultado em 28 de dezembro de 2017 ? a b IBGE, Produção Agrícola Municipal em 2016.? Ibge, Pesquisa Pecuária Municipal em 2016.? IBGE, Pesquisa Pecuária Municipal em 2016.? «54 MIL: frota de veículos cresce e prefeitura vai implantar faixas elevadas para melhorar trânsito de Vilhena | Rondônia em pauta». rondoniaempauta.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2018 ? «VALEC - A Ferrovia Transcontinental». www.valec.gov.br. Consultado em 23 de janeiro de 2018 ? «IBGE». Consultado em 20 de março de 2010 ? http://www.extraderondonia.com.br/modules/variedades/item.php?itemid=581
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da Associação Vilhenense de Voleibol
Página da prefeitura
Vilhena no WikiMapia
Edição digital do Jornal Folha do Sul
vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
vdeMetrópolesMetrópoles globais
São Paulo
Metrópoles nacionais
Brasília
Rio de Janeiro
Metrópoles regionais
Belém
Belo Horizonte
Curitiba
Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
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Catanduva
Caxias
Colatina
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Franca
Francisco Beltrão
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Guarapuava
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Irecê
Itajaí
Itaperuna
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Ji-Paraná
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Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
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Paranavaí
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Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
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Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
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Viçosa
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Araçuaí
Arapongas
Araxá
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Barra do Corda
Barreiros
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Bom Jesus
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Carpina
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Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
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Ibirubá
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Iporá
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Itabira
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Itapetinga
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Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
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Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
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Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [16] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
vde Rondônia Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalPorto VelhoDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões Metropolitanas e RIDEsPorto VelhoMais de 100.000 habitantesPorto Velho ? Ji-Paraná ? AriquemesMais de 50.000 habitantesCacoal ? Vilhena ? Jaru ? Rolim de MouraMais de 25.000 habitantesGuajará-Mirim ? Ouro Preto do Oeste ? Pimenta Bueno ? Buritis ? Machadinho d'Oeste ? Espigão d'OesteNorte, Brasil
vdeMunicípios de Rondônia com as melhores notas no IDEB de 20095 MelhoresEspigão d'Oeste ? Colorado do Oeste ? Presidente Médici ? Pimenta Bueno ? Chupinguaia6ª a 10ªCerejeiras ? Santa Luzia d'Oeste ? Primavera de Rondônia ? Corumbiara ? Nova Brasilândia d'Oeste11ª a 15ªMinistro Andreazza ? São Felipe d'Oeste ? Urupá ? Vilhena ? Jaru16ª a 20ªCacaulândia ? Theobroma ? Cacoal ? Seringueiras ? Ariquemes
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