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Loja

Casa térrea.
Pavimento térreo de, uma casa.
Casa para venda de mercadorias.
Oficina.
Habitação assobradada, ao rés do chão.
Casa de associação maçónica.


Loja

Designação do ânus da cavalgadura.


Virtual

Que existe como faculdade, mas sem exercício ou efeito actual.
Possível; susceptível de se realizar.
Potencial.
Diz-se do foco de um espelho, determinado pelo encontro dos prolongamentos geométricos dos raios luminosos.


Veríssimo


Érico Veríssimo
Érico Veríssimo em 1940.
Nome completoErico Lopes Veríssimo Nascimento17 de dezembro de 1905Cruz Alta, RS Morte28 de novembro de 1975 (69 anos)Porto Alegre, RS
Nacionalidadebrasileiro

ParentescoPai de Luis Fernando Verissimo CônjugeMafalda Veríssimo OcupaçãoEscritortradutor
Principais trabalhosOlhai os Lírios do Campo, O Tempo e o Vento e Incidente em Antares PrémiosPrêmio Machado de Assis (1953), Prêmio Jabuti 1965, Prêmio Juca Pato (1967)

















Érico Lopes Veríssimo[nota 1] (Cruz Alta, 17 de dezembro de 1905 ? Porto Alegre, 28 de novembro de 1975) foi um dos escritores brasileiros mais populares do século XX.[1]Índice1 Biografia1.1 Família e juventude
1.2 Década de 1930
1.3 Década de 1940
1.4 Década de 1950
1.5 Décadas de 1960 e 1970
2 Obra2.1 Contos
2.2 Romances
2.3 Novela
2.4 Literatura infantojuvenil
2.5 Narrativas de viagens
2.6 Autobiografias
2.7 Ensaios
2.8 Biografia
2.9 Compilações
3 Traduções
4 Documentário sobre o autor
5 Adaptações de obras5.1 Para o cinema
5.2 Para a televisão
6 Prêmios e títulos
7 Ver também
8 Notas
9 Referências
10 Ligações externasBiografia[editar | editar código-fonte]
Família e juventude[editar | editar código-fonte]
A casa da família de Érico em Cruz Alta (Rio Grande do Sul), hoje um museu da Fundação Érico Veríssimo.
De família abastada que se arruinou, Érico Veríssimo era filho do farmacêutico Sebastião Veríssimo da Fonseca (1880-1935) e da dona de casa Abegahy Lopes (dita "dona Bega"). Tinha um irmão mais novo, Ênio (1907), e uma irmã adotiva, Maria.[1] Quando tinha quatro anos de idade, Érico ficou gravemente doente e, após ser levado a vários médicos, foi finalmente diagnosticado com meningite complicada com broncopneumonia pelo médico Olinto de Oliveira, cujo tratamento salvou sua vida. Durante sua infância, estudou no Colégio Venâncio Aires, em Cruz Alta, onde foi um aluno comportado e quieto, frequentava o cinema e observava o pai trabalhando. Por volta de 1914, com quase dez anos, Érico criou uma "revista", Caricatura, na qual fazia desenhos e escrevia pequenas notas.[2]
Aos treze anos, Érico já lia autores nacionais, como Aluísio Azevedo e Joaquim Manuel de Macedo, e estrangeiros, como Walter Scott, Émile Zola e Fiódor Dostoiévski. Em 1920, foi matriculado no extinto Colégio Cruzeiro do Sul (hoje Colégio IPA), um internato de orientação protestante de Porto Alegre, deixando sua namorada Vânia em Cruz Alta. No novo colégio, Veríssimo foi por muito tempo o primeiro aluno de sua turma, embora tivesse aversão à matemática.[1] Em seu último ano letivo, o jovem Érico chegou a sofrer de claustrofobia e de pesadelos. Em dezembro de 1922, terminados os estudos do filho, seus pais se separaram; as diferenças do casal eram notáveis: Sebastião era um homem gastador e mulherengo e dona Bega, uma mulher econômica e reclusa. Érico, sua mãe e seus irmãos passaram então a morar na casa dos avós maternos. Endividado, o pai perdeu a propriedade da farmácia. No ano seguinte, Érico empregou-se como balconista no armazém do tio Américo Lopes e, depois, no Banco Nacional do Comércio. Durante esse tempo, transcrevia obras de Euclides da Cunha e de Machado de Assis, dentre outros escritores, e tomou gosto pela música lírica. Também aprofundou mais ainda a leitura de escritores nacionais e estrangeiros. Em 1924, para que o irmão Ênio pudesse frequentar o ginásio, a família mudou-se para a capital gaúcha, mas, após um ano de extremas dificuldades financeiras,[2] retornou a Cruz Alta. Em 1926, Érico se tornou sócio da Farmácia Central, junto com um amigo de seu pai, mas o novo empreendimento faliu em 1930, deixando uma dívida que só conseguiria liquidar dezessete anos depois. Além de farmacêutico, Érico também trabalhou como professor de literatura e língua inglesa à época.
Em 1927, Veríssimo conheceu sua futura esposa, Mafalda Halfen Volpe, então com quinze anos, e os dois ficaram noivos em 1929. Nesse mesmo ano, Érico publicou seu primeiro texto: Chico: um Conto de Natal, na revista mensal "Cruz Alta em Revista". Em seguida, seu amigo Manuelito de Ornelas enviou os contos Ladrão de Gado e A Tragédia dum Homem Gordo à Revista do Globo. E o jornal Correio do Povo publicou o conto A Lâmpada Mágica.[3]Década de 1930[editar | editar código-fonte]
Livraria e Editora Globo em Porto Alegre, onde Érico trabalhou e publicou suas obras.
Em uma manhã de outubro de 1930, Érico despediu-se de seu pai Sebastião, que engajado na Revolução de 1930, resolveu mudar-se para Santa Catarina. Foi a última vez que se viram.
Desempregado após a falência de sua farmácia, em dezembro de 1930, Érico mudou-se novamente para Porto Alegre, disposto a viver de seus escritos. Mafalda, sua noiva, permaneceu em Cruz Alta. Veríssimo então foi contratado como secretário de redação da Revista do Globo e, em seu tempo livre, encontrava-se com intelectuais da época, como Mário Quintana e Augusto Meyer, no bar Antonello, no centro da capital.[1]
Em 1931, Érico regressa a Cruz Alta para se casar com Mafalda, e os dois passam a morar em Porto Alegre, onde Érico havia obtido certa estabilidade financeira. Eles tiveram dois filhos: Clarissa Verissimo (1935) e o também escritor Luis Fernando Verissimo (1936). O casamento deles foi duradouro, e Érico escreveu mais tarde que, sem a paciência e o bom-senso da esposa, sua carreira de escritor teria sido impossível.
Para complementar o orçamento da Revista do Globo, Veríssimo começou a traduzir livros do inglês para o português. A primeira tradução foi da obra O Sineiro (The Ringer), de Edgar Wallace. Além de traduzir, passou a colaborar para as edições dominicais dos jornais Diário de Notícias e Correio do Povo. Promovido a diretor da Revista do Globo em 1932, Érico começou a indicar mais livros estrangeiros para tradução e publicação. No mesmo ano, ele publica sua obra de estreia, Fantoches, uma coletânea de contos, em sua maioria na forma de pequenas peças de teatro. Contudo, as vendas do livro não foram boas, e um incêndio destruiu o local onde estavam armazenados os exemplares restantes.
Em 1933, Érico Veríssimo traduziu o célebre livro Contraponto (Point Counter Point), de Aldous Huxley, e publicou seu primeiro romance: Clarissa, cujos sete mil exemplares foram vendidos em cinco anos. Seu segundo romance, Caminhos Cruzados, publicado em 1935, chegou a ser considerado subversivo pela Igreja Católica e pelo Departamento de Ordem Pública e Social, levando seu autor a ser interrogado pela polícia a respeito de sua orientação política.
Em 1936, Érico publicou dois romances que eram continuações de Clarissa: Música ao Longe, pelo qual ganhou o Prêmio Machado de Assis, e Um Lugar ao Sol.[1] Além disso, criou, na Rádio Farroupilha, um programa infantil, O Clube dos Três Porquinhos, que saiu do ar quando o Estado Novo estava prestes a submetê-lo ao departamento de censura.
Em 1938, Érico Veríssimo publicou sua primeira obra de repercussão nacional e internacional, Olhai os Lírios do Campo, que foi traduzido do inglês ao indonésio.?Posso afirmar que só depois do aparecimento de Olhai os Lírios do Campo é que pude fazer profissão da literatura.?Érico então assumiu a função de conselheiro literário da Editora Globo, selecionando, ao lado de Henrique Bertaso, mais escritores estrangeiros, como Thomas Mann, Virginia Woolf, Balzac, entre outros, para serem traduzidos e participando da criação das coleções Nobel e Biblioteca dos Séculos, que tiveram grande sucesso.Década de 1940[editar | editar código-fonte]
Em 1940, depois do sucesso de Olhai os Lírios do Campo, Érico Veríssimo publicou Saga, considerado pelo próprio autor como seu pior romance.
Em 1941, Érico Veríssimo morou por três meses nos Estados Unidos para proferir conferências, em uma estada financiada pelo Departamento de Estado como parte da Política da Boa Vizinhança, do governo de Franklin Roosevelt. De volta ao Brasil, ele presenciou um incidente real que o inspirou a escrever seu livro seguinte: em um passeio pela Rua da Praia com seu irmão, Érico testemunhou a queda de uma mulher do alto de um prédio. Dois anos depois, publicou o romance O Resto É Silêncio,[2] cujo ponto de partida é o suicídio de uma mulher que se atira de um edifício. O livro recebeu fortes críticas do clero.
Em 1943, ele se mudou com a família para os Estados Unidos novamente, a convite do Departamento de Estado, desta vez para uma estada de dois anos, durante os quais ministrou aulas de Literatura Brasileira na Universidade da Califórnia em Berkeley. Sobre essas viagens ao exterior, Érico escreveu dois livros: Gato preto em campo de neve (1941) e A volta do gato preto (1947). Érico também aceitara o convite para trabalhar nos Estados Unidos porque discordava da política da ditadura de Getúlio Vargas.
Foi a partir 1947 que Érico Veríssimo começou a escrever sua obra-prima, a trilogia O Tempo e o Vento. A ideia inicial do escritor era reunir duzentos anos da história do Rio Grande do Sul (1745 a 1945) em um único volume; todavia, no final, ele escreveu três volumes, totalizando 2,2 mil páginas. O primeiro volume, O Continente, foi publicado em 1949 e marca o momento mais importante da carreira de Veríssimo. De O Continente saíram alguns personagens primordiais e bastante populares entre seus leitores, como Ana Terra e o Capitão Rodrigo Cambará.Década de 1950[editar | editar código-fonte]
Em 1950, na praia de Torres, Érico Veríssimo começou a escrever o segundo volume de O Tempo e o Vento, intitulado O Retrato, publicado no ano seguinte. Foi descrito por Érico como literariamente inferior a O Continente. Em 1952, novamente em Torres, Érico tentou escrever o terceiro e último volume da trilogia, mas acabou publicando Noite em 1954, o qual fez mais sucesso no exterior. No mesmo ano, foi agraciado com o prêmio Machado de Assis, pela Academia Brasileira de Letras.[2]
Entre 1953 e 1956, Érico voltou a residir nos Estados Unidos, para assumir a direção do Departamento de Assuntos Culturais da Organização dos Estados Americanos, em Washington. Neste cargo, sucedeu a Alceu Amoroso Lima. Nessa época, tentou de novo escrever a última parte de O Tempo e o Vento, sem sucesso. Antes de embarcar de volta ao Brasil, Érico recebeu a notícia de que sua filha estava noiva de um americano, David Jaffe. Clarissa e David deram três netos a Veríssimo.
Em 1957, em Porto Alegre, Érico tentou mais uma vez escrever o último volume de O Tempo e o Vento, chamado O Arquipélago, mas acabou dando início a México, narrando sua viagem àquele país. Outra tentativa de finalizar O Arquipélago ocorreu em janeiro de 1958, infrutífera. Em abril do mesmo ano, relatou ter sentido algum problema no coração. Érico Veríssimo, sem data. Arquivo Nacional.
Décadas de 1960 e 1970[editar | editar código-fonte]
Pôster de Érico Veríssimo em seus últimos anos.
Em 1961, Érico sofreu seu primeiro infarto do miocárdio. Após um repouso absoluto, volta a trabalhar na obra O Arquipélago. Quando decide viajar à Grécia com a esposa em 1962, Érico entrega O Arquipélago pronto para ser publicado. No dia 12 de outubro de 1963, vítima de câncer de pulmão, faleceu a mãe de Érico, aos setenta e oito anos. No ano seguinte, Luis Fernando Verissimo, inesperadamente, casa-se com Lúcia Helena Massa, e eles também deram três netos a Veríssimo.
Em 1965, Érico publicou o romance O Senhor Embaixador, no qual refletia sobre os descaminhos da América Latina. Ganhou então o Prêmio Jabuti, na categoria romance, da Câmara Brasileira de Livros. Publica sua autobiografia em 1966, O Escritor diante do Espelho, que é ampliada mais tarde.
No romance Incidente em Antares, de 1971, Érico traçou um apanhado da história do Brasil desde os primeiros tempos e enveredou pelo fantástico, com uma rebelião de cadáveres durante uma greve de coveiros na fictícia cidade de Antares. Em 1972, na comemoração dos quarenta anos de lançamento de seu primeiro livro, Érico relançou Fantoches, com desenhos e notas de sua autoria.
Em 1973, publica o primeiro volume de Solo de Clarineta, sua segunda e ampliada autobiografia. Em 28 de novembro de 1975, morre vítima de um infarto. A morte impediu-o de completar o segundo volume de sua autobiografia, programada para ser uma trilogia, além de um romance que se chamaria A Hora do Sétimo Anjo.[2] No ano seguinte, foi publicado postumamente o segundo volume de Solo de Clarineta, organizado por Flávio Loureiro Chaves.
Por ocasião do falecimento de Érico, Carlos Drummond de Andrade publicou o poema A falta de Érico Veríssimo. Está sepultado no Cemitério São Miguel e Almas.Obra[editar | editar código-fonte]
Os principais livros de Érico Veríssimo foram traduzidos para o alemão, espanhol, finlandês, francês, holandês, húngaro, indonésio, inglês, italiano, japonês, norueguês, polonês, romeno, russo, sueco e tcheco.Contos[editar | editar código-fonte]
Fantoches
As mãos de meu filho
O ataque
Os devaneios do general
O Navio das Sombras
Chico
Romances[editar | editar código-fonte]
Clarissa ? 1933
Caminhos cruzados ? 1935
Música ao longe ? 1936
Um lugar ao sol ? 1936
Olhai os lírios do campo ? 1938
Saga ? 1940
O resto é silêncio ? 1943
O tempo e o vento (1ª parte) ? O continente ? 1949
O tempo e o vento (2ª parte) ? O retrato ? 1951
O tempo e o vento (3ª parte) ? O arquipélago ? 1962
O senhor embaixador ? 1965
O prisioneiro ? 1967
Incidente em Antares ? 1971
Novela[editar | editar código-fonte]
Noite (a publicação em Portugal contém ainda "A Sonata", uma pequena história sobre um solitário professor de música que se vê transportado ao passado, ao ano de seu nascimento, onde se apaixona por uma bela mulher) ? 1954
Literatura infantojuvenil[editar | editar código-fonte]
A vida de Joana d'Arc ? 1935
As aventuras do avião vermelho ? 1936
Os três porquinhos pobres ? 1936
Rosa Maria no castelo encantado ? 1936
Meu ABC ? 1936
As aventuras de Tibicuera ? 1937
O urso com música na barriga ? 1938
A vida do elefante Basílio ? 1939
Outra vez os três porquinhos ? 1939
Viagem à aurora do mundo ? 1939
Aventuras no mundo da higiene ? 1939
Gente e bichos ? 1956
Narrativas de viagens[editar | editar código-fonte]
Gato preto em campo de neve ? 1941
A volta do gato preto ? 1946
México ? 1957
Israel em abril ? 1969
Autobiografias[editar | editar código-fonte]
O escritor diante do espelho ? 1966 (em "Ficção Completa")
Solo de clarineta ? Memórias (1º volume) ? 1973
Solo de clarineta ? Memórias 2 ? 1976 (ed. póstuma, organizada por Flávio L. Chaves)
Ensaios[editar | editar código-fonte]
Brazilian Literature ? an Outline ? 1945
Mundo velho sem porteira ? 1973
Breve história da literatura brasileira ? 1995 (tradução de Maria da Glória Bordini)
Biografia[editar | editar código-fonte]
Um certo Henrique Bertaso ? 1972
Compilações[editar | editar código-fonte]
Suas obras foram compiladas em três ocasiões:Obras de Erico Verissimo ? 1956 (17 volumes)
Obras completas ? 1961 (10 volumes)
Ficção completa ? 1966 (5 volumes)
Traduções[editar | editar código-fonte]
Romances
O sineiro (The Ringer), de Edgar Wallace ? 1931
O círculo vermelho (The Crimson Circle), de Edgar Wallace ? 1931
A porta das sete chaves (The Door with Seven Locks), de Edgar Wallace ? 1931
Classe 1902 (Jahrgang 1902), de Ernst Glaeser ? 1933
Contraponto (Point Counter Point), de Aldous Huxley ? 1934
E agora, seu moço? (Kleiner Mann - was nun?), de Hans Fallada ? 1937
Não estamos sós (We Are Not Alone), de James Hilton ? 1940
Adeus Mr. Chips (Goodbye Mr. Chips), de James Hilton ? 1940
Ratos e homens (Of Mice and Men), de John Steinbeck ? 1940
O retrato de Jennie (Portrait of Jennie), de Robert Nathan ? 1942
Mas não se mata cavalo? (They Shoot Horses, Don't They?), de Horace McCoy ? 1947
Maquiavel e a dama (Then and Now), de Somerset Maugham ? 1948
A pista do alfinete novo (The Clue of the New Pin), de Edgar Wallace ? 1956
Contos
Psicologia (Psychology), de Katherine Mansfield ? 1939 (Revista do Globo)
Felicidade (Bliss), de Katherine Mansfield ? 1940
O meu primeiro baile (Her First Ball), de Katherine Mansfield ? 1940 (Revista do Globo)
Documentário sobre o autor[editar | editar código-fonte]
Um contador de histórias - 1974Curta-metragem com direção de David Neves e Fernando SabinoNarração: Hugo Carvana
Adaptações de obras[editar | editar código-fonte]
Para o cinema[editar | editar código-fonte]
Mirad los lirios del campo, Argentina ? 1947Baseado em Olhai os lírios do campoDireção de Ernesto ArancibiaRoteiro: Túlio Demicheli.Atores: Jose Olara e Mauricio Jouvert
O sobrado, Brasil ? 1956Baseado em O tempo e o ventoDireção: Cassiano Gabus Mendes e Walter George DurstAtores: Rosalina Granja Lima e Lima Duarte
Um certo capitão Rodrigo, Brasil ? 1970Baseado em O tempo e o ventoDireção: Anselmo DuarteAtores: Francisco di Franco e Newton Prado
Ana Terra, Brasil ? 1971Baseado em O tempo e o ventoDireção: Durval Gomes GarciaAtores: Rossana Ghessa e Geraldo Del Rey
Noite, Brasil ? 1985Baseado em NoiteDireção: Gilberto LoureiroAtores: Paulo César Pereio, Cristina Aché e Eduardo Tornaghi
O Tempo e o Vento, Brasil - 2013Baseado em O tempo e o ventoDireção: Jayme Monjardim Atores: Thiago Lacerda, Cléo Pires, Marjorie Estiano, Fernanda Montenegro
Para a televisão[editar | editar código-fonte]
O tempo e o vento, Brasil ? 1967Telenovela baseada no romance homônimoAdaptação de Teixeira FilhoDireção: Dionísio AzevedoAtores: Carlos Zara, Geórgia Gomide e outrosTV Excelsior
Olhai os lírios do campo, Brasil ? 1980Telenovela baseada no romance homônimoAdaptação de Geraldo Vietri e Wilson Aguiar FilhoDireção: Herval RossanoAtores: Cláudio Marzo, Nívea Maria, João Paulo Adour e outrosTV Globo
O resto é silêncio, Brasil ? 1982Minissérie baseada no romance homônimoAdaptação de Mário PrataDireção: Arlindo PereiraAtores: Carmem Monegal, Fernando Peixoto e outrosMúsica ao longe, Brasil ? 1982Minissérie baseada no romance homônimoAdaptação de Mário PrataDireção: Edson BragaAtores: Djenane Machado, Fausto Rocha e outrosTV Cultura
O tempo e o vento, Brasil ? 1985Minissérie baseada no romance homônimoAdaptação de Doc ComparatoDireção: Paulo JoséAtores: Tarcísio Meira, Glória Pires e outrosTV Globo
Incidente em Antares, Brasil ? 1994Minissérie baseada no romance homônimoAdaptação de Charles Peixoto e Nelson NadottiDireção: Paulo JoséAtores: Fernanda Montenegro, Paulo Betti e outrosTV Globo
O resto é silêncio, Brasil - 2005Em teledramaturgia especial da RBS TV Cinco vezes Érico.Direção: Marcio Schoenardie Atores: Jairo de Andrade (Antônio Santiago), Cristina Kessler (Nora), Leonardo Barison (Roberto), Ida Celina (Lívia), Luciana Rossi (Joana Karewska), Nadya Mendes (Regina), Rodrigo Pessin (noivo), Marcelo Herrera (policial)RBS TV
Prêmios e títulos[editar | editar código-fonte]
Prêmio Machado de Assis, da Cia. Editora Nacional, em 1934, por Música ao longe
Prêmio Fundação Graça Aranha por Caminhos cruzados
Título Doutor Honoris Causa, em 1944, pelo Mills College, de Oakland, Califórnia, onde dava aulas de Literatura e História do Brasil
Prêmio Machado de Assis, em 1954, concedido pela Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra
Título de Cidadão de Porto Alegre, em 1964, conferido pela Câmara de Vereadores daquela cidade
Prêmio Jabuti ? Categoria Romance, da Câmara Brasileira de Livros, em 1965, pelo livro O senhor embaixador
Prêmio Intelectual do Ano (Troféu Juca Pato), em 1968, concedido pela Folha de S.Paulo e pela União Brasileira de Escritores [1]
Ver também[editar | editar código-fonte]
Literatura do Rio Grande do Sul
Luis Fernando Veríssimo
Notas? Seu nome de registro foi grafado Erico Lopes Verissimo, sem os acentos nas proparoxítonas, em desacordo com as normas ortográficas. Pelo Formulário Ortográfico de 1943, em vigor no Brasil, a grafia dos nomes de pessoas já falecidas deve obedecer aos preceitos aplicados aos nomes comuns.
Referências? a b c d e «Érico Veríssimo». R7. Brasil Escola. Consultado em 17 de dezembro de 2012 ? a b c d e «Érico Veríssimo». UOL - Educação. Consultado em 17 de dezembro de 2012 ? «Clic RBS - {{subst:Número2palavra2|100}} anos de Erico Verissimo»
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Érico Veríssimo
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Érico VeríssimoBiografia
Sobre o autor
Sítio do centenário de Erico Verissimo Precedido por?
Prêmio Jabuti - Personalidade Literária do Ano1965
Sucedido porAntonio Candido Precedido porJosé Candido de Carvalho
Prêmio Jabuti - Romance1966
Sucedido porJosé Mauro de Vasconcelos Precedido porCaio Prado Júnior
Intelectual do Ano (UBE)1967
Sucedido porMenotti Del PicchiavdePrêmio Jabuti - Romance (1959 - 2018)1959 ? 1969
1959: Jorge Amado ?
1960: Marques Rebelo ?
1961: Maria de Lourdes Teixeira ?
1962: Osório Alves de Castro ?
1963: Marques Rebelo ?
1964: Francisco Marins ?
1965: José Cândido de Carvalho ?
1966: Érico Veríssimo ?
1967: José Mauro de Vasconcelos ?
1968: Bernardo Élis ?
1969: Ibiapaba Martins1970 ? 1979
1970: Maria de Lourdes Teixeira ?
1971: Lenita Miranda de Figueiredo ?
1972: Luis Martins ?
1973: Rubens Teixeira Scavone ?
1974: Lygia Fagundes Telles ?
1975: Adonias Filho ?
1976: Ivan Ângelo ?
1977: Herberto Sales ?
1978: Clarice Lispector ?
1979: Mário Donato1980 ? 1989
1980: Fernando Sabino ?
1981: Dyonélio Machado ?
1982: Sylviano Santiago ?
1983: José J. Veiga ?
1984: Rubem Fonseca ?
1985: João Ubaldo Ribeiro ?
1986: Rubem Mauro Machado ?
1987: Maria Adelaide Amaral ?
1988: Emil Farhat ?
1989: Maria Alice Barroso ? Renato Modernell1990 ? 1999
1990: Milton Hatoum ?
1991: Zulmira Ribeiro Tavares ?
1992: Chico Buarque de Hollanda ?
1993: Rachel de Queiroz ? João Silvério Trevisan ? José J. Veiga ? Moacyr Scliar ? Silviano Santiago ?
1994: Isaías Pessotti ? João Gilberto Noll ? Otto Lara Resende ?
1995: Jorge Amado ? João Silvério Trevisan ? José Roberto Torero ?
1996: Ivan Ângelo ? Rodrigo Lacerda ? Carlos Heitor Cony ?
1997: João Gilberto Noll ? Fausto Wolff ? Flávio Moreira da Costa ? Luiz Alfredo Garcia-Roza ?
1998: Luiz Alfredo Garcia-Roza ? Márcio Souza ? Sérgio Sant'Anna ?
1999: Carlos Nascimento Silva ? Sônia Coutinho ? Modesto Carone2000 ? 2009
2000: Moacyr Scliar ? Flávio Aguiar ? Carlos Heitor Cony ?
2001: Milton Hatoum ? Patrícia Melo ? Domingos Pellegrini ?
2002: Rubens Figueiredo ? Dionisio Jacob ? Luís Giffoni ?
2003: Ana Miranda ? Domingos Pellegrini ? Bernardo Carvalho ?
2004: Bernardo Carvalho ? Luiz Antonio de Assis Brasil ? Chico Buarque de Hollanda ?
2005: Nélida Piñon ? João Gilberto Noll ? Cristóvão Tezza ?
2006: Milton Hatoum ? Godofredo de Oliveira Neto ? Domingos Pellegrini ? Edgard Telles Ribeiro ?
2007: Carlos Nascimento Silva ? Luiz Ruffato ? Antônio Torres ?
2008: Cristóvão Tezza ? Bernardo Carvalho ? Beatriz Bracher ?
2009: Moacyr Scliar ? Milton Hatoum ? Daniel Galera2010 ? presente
2010: Edney Silvestre ? Chico Buarque de Hollanda ? Luis Fernando Verissimo ?
2011: José Castello ? Rubens Figueiredo ? José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta ?
2012: Oscar Nakasato ? Edival Lourenço ? Chico Lopes ?
2013: Evandro Affonso Ferreira ? Victor Heringer ? Daniel Galera ?
2014: Bernardo Carvalho ? Michel Laub ? Veronica Stigger ?
2015: Maria Valéria Rezende ? João Anzanello Carrascoza ? Evandro Affonso Ferreira ?
2016: Julián Fuks ? Luis S. Krausz ? Sheyla Smanioto ?
2017: Silviano Santiago ? Cristóvão Tezza ? Maria Valéria Rezende ?
2018: Carol Bensimon
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Itaú Cultural: erico-verissimo
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