software loja virtual em Valença

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Loja

Casa térrea.
Pavimento térreo de, uma casa.
Casa para venda de mercadorias.
Oficina.
Habitação assobradada, ao rés do chão.
Casa de associação maçónica.


Loja

Designação do ânus da cavalgadura.


Virtual

Que existe como faculdade, mas sem exercício ou efeito actual.
Possível; susceptível de se realizar.
Potencial.
Diz-se do foco de um espelho, determinado pelo encontro dos prolongamentos geométricos dos raios luminosos.


Valença

Nota: Para outras cidades com este nome, veja Valença.Município de Valença
"Princesa da Serra""Cidade da Seresta""Cidade dos Marqueses""Cidade da Leitura"BandeiraBrasãoHino
Aniversário29 de setembro
Fundação1823 (195–196 anos)
Gentílicovalenciano
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Glória[1]
Prefeito(a)Fernandinho Graça (PP)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Valença no Rio de JaneiroValença Localização de Valença no Brasil
22° 14' 45" S 43° 42' 00" O22° 14' 45" S 43° 42' 00" O
Unidade federativaRio de Janeiro
Região intermediária
Volta Redonda?Barra Mansa IBGE/2017[2]Região imediata
Valença IBGE/2017[2]Municípios limítrofesBarra do Piraí, Barra Mansa, Passa-Vinte (MG), Quatis, Rio das Flores, Rio Preto (MG), Santa Bárbara do Monte Verde (MG), Santa Rita de Jacutinga (MG) e Vassouras
Distância até a capital148 km
Características geográficas
Área1 304,813 km² [3]
DistritosBarão de JuparanãConservatóriaDistrito-SedeParapeúnaPentagnaSanta Isabel do Rio Preto[4]
População76 163 hab. Censo IBGE/2018[5]
Densidade55 06 hab,/km²
Altitude560 m
ClimaTropical de altitude Cwa
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,738 (15º) ? alto PNUD/2010 [6]
PIBR$ 637 693,813 mil IBGE/2008[7]
PIB per capitaR$ 8 503,38 IBGE/2008[7]
Página oficial
Prefeiturahttp://www.valenca.rj.gov.br/
Câmarahttp://www.cmvalenca.rj.gov.br/Valença é um município brasileiro localizado no sul do estado do Rio de Janeiro. Está a uma altitude de 560 metros. Foi fundado em 29 de setembro de 1823.Índice1 História
2 Geografia
3 Bairros3.1 Sede
3.2 Barão de Juparanã
3.3 Santa Isabel
3.4 Pentagna
3.5 Parapeúna
3.6 Conservatória
4 Turismo
5 Cultura5.1 O Quilombo e as origens do samba
5.2 A Folia de Reis: um forte elemento da cultura local
5.3 Seresta: música e tradição
5.4 Cultura jovem
5.5 Gravações
6 Educação6.1 CEFET RJ
6.2 Fundação Dom André Arcoverde (FAA): Centro de Ensino Superior de Valença (CESVA)
6.3 Colégio Valenciano São José de Aplicação
6.4 Instituto de Educação Deputado Luiz Pinto
6.5 Colégio Sagrado Coração de Jesus
6.6 Artesanato Nossa Senhora Aparecida
6.7 Associação Balbina Fonseca / Escola Municipal Balbina Fonseca
6.8 Colégio Estadual Teodorico Fonseca
6.9 Colégio Estadual Benjamim Guimarães
6.10 Colégio Estadual Almirante Rodrigues Silva
6.11 Outras Instituições
7 Valencianos ilustres
8 Referências
9 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
A região do vale do Paraíba do Sul no Rio de Janeiro era totalmente coberta por florestas virgens no final do século XVIII.
O território da atual sede do município de Valença era habitado na época pelos índios Coroados que dominavam toda a zona compreendida entre os rios Paraíba do Sul e Preto.[8] O nome Coroados é uma denominação geral dos portugueses para todas tribos que usavam cocares em forma de coroa. Rugendas escreveu que os Coroados da região eram resultantes do cruzamento dos Coropós com os temíveis Goitacás de Campos, fato discutível, embora, segundo Debret, Coroados e Coropós fossem muitas vezes confundidos pela semelhança. Os Coroados eram divididos em Araris e Puris (ou Paris ou Purus), sendo estes últimos em menor número. Ainda havia na região outras tribos como os
Tampruns e Sazaricons, igualmente chamados Coroados.[9]
O esgotamento do ouro nas Minas Gerais causou um forte fluxo migratório de mineiros para ocupação das terras virgens existentes no vale do rio Paraíba do Sul. Entretanto, as tribos de índios viviam nômades na região geravam insegurança entre os proprietários das sesmarias que eram doadas em suas terras. Os índios Coroados eram especialmente temidos pela ferocidade que exibiam em batalhas entre si e contra os portugueses.
O vice-rei do Brasil D. Luís de Vasconcelos e Sousa ordenou em 1789 que fosse iniciada a catequese dos índios da região. Em 1800, o vice-rei incumbiu o fazendeiro José Rodrigues da Cruz, proprietário da fazenda Pau Grande (atualmente no município de Paty do Alferes), de "proceder à civilização" dos índios Coroados. O então capitão de ordenanças Inácio de Sousa Werneck foi incumbido de "domesticar e aldear", isto é, de reunir os índios Coroados nas matas e conduzi-los para as aldeias onde deveriam se fixar. Assim foram liberadas terras que foram divididas em sesmarias e doadas ao primeiros colonizadores da região.
O vice-rei Dom Fernando José de Portugal nomeou em 1803 o padre Manuel Gomes Leal para o cargo de capelão, tendo-lhe o bispo Dom José Joaquim Justiniano conferido a jurisdição necessária para construir e benzer uma capela e cemitério. Uma modesta capela dedicada a Nossa Senhora da Glória foi construída no principal aldeamento de índios Coroados, o qual deu origem à atual cidade de Valença.[9] A aldeia de Valença foi habitada pelos Puris; a aldeia de Santo Antônio do Rio Bonito, que originou o atual distrito de Conservatória dos Índios, foi habitada pelos Araris.[9]
O aldeamento dos índios da região continuou procurando-se concentrar os aglomerados indígenas com outros índios que também perambulavam pela região.[8]
A aldeia de índios foi elevada a freguesia de Nossa Senhora da Glória de Valença por Carta Régia de 19 de agosto de 1807. O nome foi dado em homenagem ao vice-rei Dom Fernando José de Portugal (* Lisboa, 04/12/1752 - ? Rio de Janeiro 24/01/1817). Ele era filho de D. José Miguel João de Portugal e Castro, o 3º Marquês de Valença e 9º Conde de Vimioso; esta familia descende to 1º Marquês de Valença, Dom Afonso de Portugal, filho primogênito de Dom Afonso, 1º Duque de Bragança[10].
Todos historiadores elogiam a atuação de pessoas como José Rodrigues da Cruz, Inácio de Sousa Werneck, padre Manuel Gomes Leal, Miguel Rodrigues da Silva, entre outros, no aldeamento e na proteção dos indígenas.[9][11][12] Entretanto, apesar de ter ocorrido de forma quase que pacífica, o aldeamento dizimou os indígenas da região. O contato com os colonizadores favoreceu a propagação de doenças contra as quais os índios não tinham imunidade. Foi especialmente danosa uma epidemia de varíola que se propagou nesta época por várias aldeias. Além disto, os colonizadores que chegavam entravam em confrontos constantes com os índios sem respeitar qualquer direito que estes tinham às suas terras. As sesmarias que foram pedidas ao vice-rei para estabelecimento dos índios sedentários nunca foram concedidas, exceto uma localizada na parte do sertão conhecida como Santo Antonio do Rio Bonito e depois como Conservatória dos Índios.[12] Assim como ocorreu com todas aldeias da província do Rio de Janeiro, no final houve miscigenação e diluição dos povoados indígenas no restante da população. A população branca viria logo a aumentar, atraída pela fertilidade do solo. Os poucos índios que sobraram mudaram-se para outras localidades como Pomba, São Vicente Ferrer e Carangola na província de Minas Gerais.[9]Índios cruzando o rio rio Paraíba do Sul(Debret, c. 1835)Índios em uma fazenda (Rugendas, c. 1835)Índios Puris em cerimônia de dança(Lalaisse, c. 1835)Aldeia de índios no Rio de Janeiro(Debret, c. 1835)O capitão de ordenanças Inácio de Sousa Vernek construiu várias estradas na região de Valença durante esta fase de colonização. A estrada Werneck, então chamada de Caminho da Aldeia, que foi a primeira estrada para o sertão de Valença, ia desde a cidade de Iguaçu até o norte da capitania do Rio de Janeiro, na liha divisória como Minas Gerais marcada pelo rio Preto.[11] As estradas construídas por Inácio de Sousa Vernek ligavam a aldeia de Nossa Senhora da Glória de Valença e a aldeia de Santo Antônio do Rio Bonito (atual distrito de Conservatória) com a Estrada Real para Minas Gerais e os caminhos auxiliares para as freguesias de Sacra Família do Tinguá (atual distrito do município de Engenheiro Paulo de Frontin), Azevedo e Pilar do Iguaçu, de onde seguiam para a vila de Iguaçu. Um atalho permitia seguir rumo a Itaguaí. A estrada de Polícia permitiu aos viajantes que vinham de Minas Gerais cruzar o rio Paraíba do Sul nas proximidades de Desengano (atual distrito de Juparanã, em Valença) pela então povoação de Vassouras até Sacra Família do Tinguá.[9]
Na Quaresma de 1814, a freguesia de Nossa Senhora da Glória de Valença contava com 119 fogos (casas), com 688 indivíduos adultos, sendo o total das pessoas superior a 700, sem contar os índios aldeados.[8] Em 1820, havia em Valença mais de 1.000 luso-brasileiros e cerca de 1.400 indígenas espalhados nas diversas aldeias da região.[9] Mapa autógrafo de Inácio de Sousa Verneck mostrando os caminhos e rios do sertão de Valença em 1808
A freguesia foi elevada a vila de Nossa Senhora da Glória de Valença a 17 de outubro de 1823 abrangendo território desmembrado dos termos da cidade do Rio de Janeiro e das antigas vilas de São João Marcos do Príncipe e Resende ocorrendo a sua instalação a 12 de novembro de 1826. A cultura do café espalha-se rapidamente pela região. A produção cafeeira da província do Rio de Janeiro atingiu 5.122 contos em 1828 e superou a produção de açúcar que foi de 3.446 contos. Como comparação, a província de São Paulo, que incluía então o Paraná, produziu apenas 250 contos de café em 1825 e somente em 1886 é que irá produzir mais café do que açúcar.
Entre 1856 e 1859, a província do Rio de Janeiro produziu 63.804.764 arrobas de café, enquanto as províncias de São Paulo e Minas Gerais juntas produziram apenas um quarto deste total. Com o grande crescimento econômico devido à cafeicultura, a vila foi elevada a cidade em 29 de setembro de 1857.[8] Por volta de 1859, a cidade tinha cerca de 5.000 habitantes na sua sede e o todo o município tinha 40.000 habitantes entre homens livres e escravos.[8] A necessidade de mão-de-obra para as plantações de café fez com o município tivesse uma das maiores populações negras da então província do Rio de Janeiro, senão do Brasil. Em 1888 ainda trabalhavam na lavoura de café cerca de 25.000 escravos.[8]
A ferrovia "União Valenciana" chegou á cidade em 1871. O comércio atacadista prosperou na cidade incentivado pela facilidade de transporte e pelo desenvolvimento econômico devido à lavoura cafeeira.[8]
A super-exploração e mau uso causaram o empobrecimento do solo e a produção de café caiu em toda região. Entre 1879 a 1884, a província do Rio de Janeiro ainda produziu 55,91% do total de café exportado pelo Brasil; porém, em 1894 a produção despencou para apenas 20% do total. O município, assim como todo o vale do Paraíba do Sul, entrou então em decadência econômica. Catedral de Nossa Senhora da Glória, década de 1970. Arquivo Nacional.
Entretanto, Valença foi menos afetada do que as outras cidades da região devido à ferrovia que passava pela cidade, o que propiciou a criação de indústrias por alguns empresários locais. As indústrias têxteis começaram a surgir por volta de 1909 fundadas pelos empresários José Siqueira Silva da Fonseca, Benjamin Ferreira Guimarães e Vito Pentagna.[8]
A economia local também foi estimulada em 1910 quando a Estrada de Ferro Central do Brasil encampou as operações da antiga estrada de ferro "União Valenciana". A Estrada de Ferro Central do Brasil instalou oficinas e um Depósito na cidade. Houve investimentos locais com a construção da variante de Esteves, do trecho ferroviário entre Marquês de Valença e Taboas e de Rio Preto a Santa Rita de Jacutinga. Com isto, a população aumentou e o comércio local prosperou.[8]
Ao mesmo tempo, as fazendas locais erradicaram os cafezais envelhecidos e passaram a dedicar-se á agro-pecuária. A produção leiteira prosperou na região.
Em 31 de dezembro de 1943, o topônimo Valença foi modificado para Marquês de Valença conforme Decreto-lei Estadual n.º 1056.[8] Dezesseis anos depois, pela lei estadual 3972, de 22 de julho de 1959, o nome da cidade volta a ser simplesmente Valença.Geografia[editar | editar código-fonte]
Possui uma área de 1.304,813km² (a segunda maior do estado do Rio de Janeiro), estando situada no Vale do Paraíba Fluminense. Valença possui seis distritos: a sede, Barão de Juparanã, a "Cidade dos Barões" (2º distrito)[13], Santa Isabel do Rio Preto (3º distrito)[14], Pentagna (4º distrito)[15] , Parapeúna (5º distrito)[16] e Conservatória, a "Cidade das Serestas" (6º distrito)[17]. Atualmente a sua economia está voltada especialmente para a agropecuária e para o polo universitário existente na sede municipal.
Os valencianos pertencem linguística e culturalmente à família dos cariocas, grupo ao qual pertence mais de 70% da população do moderno Estado do Rio de Janeiro[18], entretanto existe uma certa influência da cultura mineira no distrito de Parapeúna, na divisa com o estado de Minas Gerais[19].
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), coletados na Fazenda Santa Mônica nos períodos de 1982 a 1983, 1986 a 1987 e 1989 a 2007, a menor temperatura registrada em Valença foi de 2,5 °C em 26 de junho de 1994,[20] e a maior atingiu 40,1 °C em 27 de dezembro de 1997.[21] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 161,6 milímetros (mm) em 20 de maio de 2002. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 125,1 mm em 29 de janeiro de 2003, 116,8 mm em 13 de janeiro de 1983, 113,5 mm em 17 de março de 2003, 111,1 mm em 19 de janeiro de 2005, 109,4 mm em 27 de março de 1994 e 100 mm em 15 de janeiro de 1999.[22] Janeiro de 2003, com 419 mm, foi o mês de maior precipitação.[23]
Dados climatológicos para Valença (Santa Mônica)
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)38,237,136,934,933,432,933,136,338,138,138,740,1 40,1
Temperatura máxima média (°C)30,531,330,228,92625,825,426,626,428,329,129,8 28,2
Temperatura média compensada (°C)24,424,623,722,419,918,618,219,120,222,122,823,5 21,6
Temperatura mínima média (°C)18,518,417,916,614,512,311,912,614,51616,917,5 15,6
Temperatura mínima recorde (°C)8,210,211,36,45,72,53,73,24,77,37,57,6 2,5
Precipitação (mm)247,9154,2138,159,249,120,921,717,161,297,9156,3207,8 1 231,4
Dias com precipitação (? 1 mm)15111165332691114 96
Umidade relativa compensada (%)76,975,678,978,278,377,475,871,372,572,675,477,4 75,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[24] recordes de temperatura: 01/07/1982 a 31/12/1983, 01/01/1986 a 31/12/1987 e 01/08/1989 a 30/11/2007)[20][21] Bairros[editar | editar código-fonte]
Essa é uma lista dos bairros [25] do município brasileiro de Valença, estado do Rio de Janeiro.Sede[editar | editar código-fonte]Água Fria
Alicácio
Aparecida
Barroso
Bairro de Fátima
Belo Horizonte
Benfica
Biquinha
Brasil Novo
Cambota
Canteiro
Carambita
Centro
Chacrinha
Chica Cobra
Esplanada do Cruzeiro
Esteves
Hildebrando Lopes
Jardim Dona Angelina
Jardim Nossa Senhora de Lourdes
Jardim Valença
João Bonito
João Dias
Laranjeiras
Monte Belo
Monte D'Ouro
Nossa Senhora da Conceição
Novo Horizonte
Osório
Paraíso
Parque Pentagna
Passagem
Ponte Funda
Santa Cruz
Santa Terezinha
São Bento
São Cristóvão
São Francisco
São José das Palmeiras
Serra da Glória
Spalla I
Spalla II
Terceira Turma
Torres Homem
Vale Verde I
Vale Verde II
Varginha
Vila ProgressoBarão de Juparanã[editar | editar código-fonte]
Centro
Distrito Industrial Zijup
Duque De Caxias
Santa Isabel[editar | editar código-fonte]
Centro
Cruzeiro
Leca
São Bento
São Jorge
São Sebastião
Vila Ivete
Pentagna[editar | editar código-fonte]
Centro
Da Vila
Santa Inácia
Parapeúna[editar | editar código-fonte]
Antônio Lopes
Bastos
Centro
Chácara
Pontilhão Do Retiro
Ribeirão Do Ubá
São Miguel
Conservatória[editar | editar código-fonte]
Benfica
Centro
Jardim Seresta
Raia
Sabão
Saudade
Turismo[editar | editar código-fonte]
É uma cidade com um grande potencial voltado para a área de ecoturismo, tendo como principal ponto deste a Serra da Concórdia, que encontra-se a sudoeste da cidade e está situada entre os vales dos rios Preto e Rio Paraíba do Sul. É a única região que possui duas Unidades de Conservação públicas acrescendo de uma privada, sendo estes: Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia e Estadual da Serra da Concórdia, o Santuário de Vida Silvestre da Serra da Concórdia e a Serra dos Mascates. Há também o Ronco D'Água, um balneário com cachoeira natural. Possui uma festa tradicional nomeada de Festa da Nossa Senhora da Glória, no mês de agosto, para homenagear a padroeira da cidade.
Além do contato com a natureza, é também uma cidade histórica cheia de cultura com várias das Fazendas do Ciclo do Café, podendo serem visitadas aproveitando assim o dia; podemos observar isso como uma de suas atrações turísticas, tais como: Casa Léa Pentagna, Catedral de Nossa Senhora da Glória, Praça Visconde do Rio Preto (apelidada de Jardim de Cima), Praça XV de Novembro (Jardim de Baixo), Museu da Arte Sacra da Catedral, Museu Capitão Pitaluga (militar), Museu da Antiga Santa Casa de Misericórdia, Prédio da Câmara Municipal de Valença, Teatro Rosinha de Valença, Igreja Nossa Senhora do Rosário, Memorial Afro, Mirante do Cruzeiro, Museu Ferroviário, Feira de Artesanato (Jardim de Cima, nos finais de semana). Estes sendo no Centro de Valença, ainda possui diversas atrações e atrativos turísticos nos arredores e no conhecido distrito de Conservatória.Cultura[editar | editar código-fonte]
O Quilombo e as origens do samba[editar | editar código-fonte]
Quilombo São José da Serra
O Quilombo São José é uma comunidade centenária onde moram cerca de 200 afro-descendentes de uma mesma família ancestral, que, durante a escravidão, trouxe de Angola para as fazendas de café da região Sudeste do Brasil-Colônia para o Brasil a dança do Jongo.
O jongo é uma dança de roda considerada uma das origens do samba e é reconhecida pelo Governo Federal como Patrimônio Histórico Nacional.
O Quilombo São José é o berço do jongo,e terra-natal da lendária jongueira e sambista Clementina de Jesus.
Essa família pertence unida há 150 anos na mesma terra e mantêm ricas tradições como o jongo, a umbanda, o calango e o terço de São Gonçalo, a medicina natural, rezas e benzeduras, a agricultura familiar entre outras.
A comunidade até hoje é composta inclusive por diversos idosos com mais de 90 anos e até alguns anos atrás não possuía luz elétrica. A floresta, as casas de barro com telhados de palha, o candeeiro, o ferro à brasa e o fogão de lenha ainda fazem parte do cotidiano.
No dia 2 de fevereiro de 2009, o presidente do INCRA ( Ministério de Desenvolvimento Agrário - MDA) assinou a portaria de titulação das terras Quilombo São José e encaminhou o processo para a assinatura final do Presidente Lula, última etapa para a desapropriação dessas terras, e do dia 30 de janeiro 2013, a Associação Comunidade Negra Remanescente do Quilombo da Fazenda São José da Serra, recebeu a imissão da posse de parte de seu território. A ação ? baseada no Decreto Presidencial nº 4887, de 20 de novembro de 2003 ?, foi ajuizada pela Procuradoria Federal Especializada/Incra em novembro de 2011. O juiz da Vara Federal de Barra do Piraí deu, finalmente, parecer favorável ao processo encaminhado pelo Incra.
A justiça reconheceu como território do Quilombo São José da Serra as seguintes áreas, que totalizam 476 hectares: Agropastoril São José da Serra, Neusa Ferraz Pinto Viana, e Mário Carvalho Pecego.Na presença do oficial de justiça, o Superintendente do Incra, Gustavo Souto de Noronha, deu à Associação Comunidade Negra Remanescente do Quilombo da Fazenda São José da Serra a imissão da posse de 155 dos 476 hectares, referentes à Neusa Ferraz Pinto Viana e Mário Carvalho Pecego, que não se opuseram à decisão da Justiça Federal.
Após o ato de imissão da posse, a equipe do Incra seguiu com o oficial de justiça para a área da Agropastoril São José da Serra, porém seu representante não foi encontrado no local. O Incra tomará as devidas providências para notificar a Agropastoril São José da Serra sobre a etapa final do processo, a fim de que deixe a Fazenda São José da Serra em curto espaço de tempo e a comunidade ocupe toda a área que lhe é de direito.[26]A Folia de Reis: um forte elemento da cultura local[editar | editar código-fonte]
Uma outra manifestação cultural muito comum em Valença é a Folia de Reis. Realizada anualmente comemora-se o nascimento de Cristo Jesus.
A Folia de Reis foi introduzida no Brasil-Colônia pelos portugueses no século XIX. É um espetáculo popular das festas de Natal e Reis, cuja ribalta é a praça pública, a rua, podendo também ser apresentado em residências.
A Folia de Reis constitui um dos mais originais folguedos folclóricos. É uma folia conhecida também em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo. No interior, é uma dança do período natalino em comemoração aos nascimento do Menino Jesus e em homenagem aos Reis Magos: Gaspar, Melchior e Baltasar, que levaram ouro, incenso e mirra, que representam as três dimensões de Cristo (realeza, divindade e humanidade).
Existem em Valença inúmeros grupos de Folia de Reis que se apresentam todos os anos, no dia de Reis, (6 de janeiro) e se reúnem na Catedral de N.S. da Glória no Encontro de Foliões.
A Folia de Reis é composta por quatro a seis mascarados, que brincam e entretêm a festa. Eles também devem proteger o Menino Jesus e confundir os soldados de Herodes. Uma orquestra de violas, banjos, violões, zabumba, Triangulos, pandeiros, maracás e sanfonas pulsam na regularidade de um organismo. Seus acordes servem de orientação as vozes e ordenam a evolução do espetáculo. O tempo da toada é circular, um convite ao desprendimento mundano e a busca de uma aliança com o divino. A paleta acorda o cavaquinho para ressoar um som que deve agradar o ouvido dos santos. A história narrada por intermédio de cantos são contadas por um solista e um coro responde a ele em uníssono por repetidas vezes.[27]Seresta: música e tradição[editar | editar código-fonte]
A seresta é muito comum em Conservatória, distrito do município e até mesmo na sede municipal.
A história conta que, no período de 1860 a 1880, com o desenvolvimento de Conservatória, devido às grandes lavouras de café e ao escoamento das produções de Minas Gerais, a influência da côrte trouxe para a Vila alguns professores de música, principalmente de piano e violino, instrumentos que a alta sociedade desfrutava àquela época. Daí, sabe-se que professores de música: Venâncio da Rocha Lima Soares, Carlos Janin, Geth Jansen e Andréas Schmidt ficaram famosos, principalmente este último, que era virtuoso no violino. Os artistas da côrte vinham periodicamente a Conservatória fazer saraus, quando alegravam as famílias dos nobres que habitavam estas paragens. Esses artistas, em noites enluaradas se reuniam na Praça da Matriz, ao lado do chafariz, do poste de luz a querosene e dos bancos da praça e faziam uma verdadeira serenata aos fazendeiros, barões e suas famílias e o povo se postava à distância assistindo e aplaudindo.
Foi na década de 50, com a partida do notável seresteiro Emérito Silva ("Merito"), que Joubert e José Borges assumiram, gradualmente, a liderança da serenata. José Borges formou-se advogado e Joubert em professor de matemática. Trabalharam nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Nessa época as serenatas aconteciam apenas no período das férias escolares e nos feriados prolongados, porém, diariamente.
Foi por volta da década de 60, na residência de José Borges, na rua Oswaldo Fonseca, que os amantes da boa música começaram a se reunir antes das serenatas e isso formou um hábito e as lembranças e fotos antigas começaram a ser colocadas em suas paredes, tornando-se o ponto de encontro dos seresteiros. O povo começou a chamar esse local de "Museu da Seresta" que surgiu por acaso, não foi planejado, aconteceu. Nessa velha casa de apenas uma porta e duas janelas, bem altas, construção antiga com seus beirais enormes, telhas coloniais, é que se encontra todo um mundo de saudades e de recordações com um completo documentário sobre as serenatas de Conservatória. Velhos discos, fotografias, recortes de jornais, livros, pinturas de vários artistas sobre Conservatória, troféus, mensagens de carinho, formando um acervo riquíssimo sobre músicas de serenatas. E a serenata foi se tornando cada vez mais conhecida. As notícias nos jornais sobre o romantismo existente em Conservatória aumentava sem parar. Novos seresteiros continuaram a despontar.
Na década de 70 surgiu o projeto das plaquinhas de metal colocadas nas esquinas, constando além do nome da música, o nome do compositor. O intuito era imortalizá-lo. Era o início do projeto "em cada esquina uma canção", (frase esta criada para sentir a opinião da população local com relação às plaquinhas), idealizado pelos irmãos Freitas. Os moradores se interessaram e quiseram uma plaquinha com o nome de sua música preferida fixada em suas residências. E cada vez mais, num crescente constante, Conservatória passou a respirar música, amor e poesia, tornando-se a "Vila das ruas Sonoras" e, o projeto inicial "em cada esquina uma canção", transformou-se para "em toda casa uma canção".
O substancial número de turistas todos os finais de semana provocou modificações na serenata, que evoluiu do canto à janela da amada, no silêncio da madrugada, até a emocionante confraternização musical que acontece atualmente, pelas ruas do centro urbano, nas noites de sextas e sábados e, mais recentemente, nas manhãs de domingo.
Fiéis a tradição, os "cantadores" e "violeiros" apresentam-se sem qualquer ajuda de equipamento eletrônico, contando exclusivamente com a participação dos visitantes, seja para acompanhar na cantoria, ou para fazer silêncio, de forma que todos possam ouvir. Ao visitar Conservatória, descobre-se a diferença entre seresta e serenata: a primeira refere-se ao canto em ambiente fechado, a segunda, ao canto sob o sereno, à luz das estrelas e do luar. É a serenata que diferencia Conservatória de qualquer outro lugar do país. No entanto, divulgações equivocadas, referem-se a Conservatória como "Cidade das Serestas" quando o mais correto seria "Cidade das Serestas e Serenatas", ou simplesmente "Capital da Serenata", no dizer do jornalista Gianni Carta, em publicação na Inglaterra.Cultura jovem[editar | editar código-fonte]
Como já foi mostrado, Valença tem uma evidente cultura musical devido às muitas heranças por ela recebida. A seresta, o jongo, o choro, o samba fazem parte da cultura da cidade por parte de sua história como uma grande cidade cafeeira. Entretanto, o rock alternativo, o heavy metal, o funk, o pagode e outros estilos tem feito parte do cotidiano da cidade. Existem vários grupos musicais em crescimento nos mais diversos estilos, dando destaque ao funk e ao pagode.
D&L
Existe também em Valença, algumas casas noturnas e bares onde os jovens se reúnem para aproveitar o fim de semana . Devemos dar destaque aos eventos que acontecem e/ou aconteceram como por exemplo a "Underfest" e o "Metalfest", que reúnem várias bandas de heavy-metal e hard-rock da cidade, passando pelo punk e grunge; o "Festival de Inverno de Valença", que, promovido pela Rede Jovem Valenciana, visava reunir arte como artesanatos, dança e etc com música, em especial, serestas, bossa nova, MPB e samba[28] e o projeto "Café, Cachaça e Chorinho", que também era realizado em outras cidades do Vale do Café.[29]Gravações[editar | editar código-fonte]
Valença atrai emissoras (principalmente a Rede Globo) para gravações de novelas, como Além do Tempo, Orgulho e Paixão, etc.Educação[editar | editar código-fonte]
CEFET RJ[editar | editar código-fonte]
O Centro Federal de Educação Tecnológica ? Cefet/RJ é referência no desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão no estado do Rio de Janeiro através de seus 8 campi instalados. Com foco na formação humanística, científica, tecnológica, ética, política e social, a instituição oferece cursos de nível técnico, graduação e pós graduação (especialização, mestrados e doutorados) gratuitos e de excelente qualidade ministrados por professores qualificados com nível de mestrado e doutorado. Presente na cidade de Valença desde 2010, atualmente oferta nesse município os cursos Técnico Integrados em Química ou em Alimentos, bacharelados em Engenharia de Alimentos e Administração, além de pós graduação na área de educação e ciência e tecnologia cervejaria (em breve). As formas de ingresso na instituição são por meio de prova de seleção para os técnicos integrados e ENEM/SISU para os cursos superiores.Fundação Dom André Arcoverde (FAA): Centro de Ensino Superior de Valença (CESVA)[editar | editar código-fonte]
A Fundação Educacional Dom André Arcoverde foi iniciada a partir do projeto do vereador Prof. Miguel Augusto Pellegrini no dia 29 de março de 1965. Seu nome presta uma homenagem ao bispo da diocese de Valença, nos anos de 1925 à 1936, Dom André Arcoverde, que foi um dos primeiros educadores da cidade. A Fundação Educacional Dom André Arcoverde, cuja sigla é FAA, foi criada em Assembleia Geral no dia 3 de julho de 1966, como pessoa jurídica de direito privado sendo uma entidade educativa de natureza filantrópica, com sede e foro na cidade de Valença. A FAA é a mantenedora do Centro de Ensino Superior de Valença (CESVA) que reúne várias faculdades e um colégio.
Dentre os cursos superiores por ela mantido, os que se destacam são os cursos de direito, medicina, medicina veterinária, pedagogia, odontologia, enfermagem e outros mais.Colégio Valenciano São José de Aplicação[editar | editar código-fonte]
O Colégio São José, assim como o CESVA, é mantido pela FAA sendo autorizado a funcionar no dia 6 de junho de 1968. No colégio funcionam o Ensino Fundamental II, o Ensino Médio, nos horários da manhã e da tarde e Curso Técnico de Enfermagem durante a noite.Instituto de Educação Deputado Luiz Pinto[editar | editar código-fonte]
É uma tradicional instituição de ensino da cidade, funciona desde o ano de 1964. Desde sua fundação é oferecido o Curso Normal, hoje denominado Magistério ou Curso de Formação de Professores. Até o ano de 2007 a escola mantinha as séries iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil em seu prédio anexo, entretanto essas foram municipalizadas deixando apenas as séries do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Magistério e o prédio anexo conhecido Prédio Rosa, por ser da cor rosa, foi ameaçado de passar para prefeitura.
A municipalização das séries iniciais causou muita polêmica e geral diversas manifestações por parte de professores e alunos.[30]Colégio Sagrado Coração de Jesus[editar | editar código-fonte]
É um dos mais antigos e tradicionais colégios de Valença. É uma instituição religiosa administrada pela Congregação das Pequenas Irmãs da Divina Providência fundada pela Beata Madre Teresa Grilo Michel, na Itália. É também, uma instituição muito antiga, pois tem 80 anos de idade e na atualidade o colégio oferece as modalidade do Maternal até o Ensino Médio.Artesanato Nossa Senhora Aparecida[editar | editar código-fonte]
É mais um tradicional colégio da cidade, iniciando os seus trabalhos com aulas de artes tendo logo depois o Ensino Fundamental. Foi, assim como o Colégio Sagrado Coração de Jesus, fundado por Irmãs, que construíram um amplo prédio em um terreno doado pela Família Jannuzzi.
No início da década de 1980, o colégio deixou de ser Noviciado, mas continuou sendo Casa de Formação, acolhendo Aspirantes e Postulantes. Nesse período entrou em atividade a Educação Infantil e a Classe de Alfabetização. No ano de 1984, iniciou-se uma obra de atendimento à crianças e adolescentes carentes da cidade e arredores.
Desde 1993, o colégio recebeu a autorização de ministrar o Ensino Fundamental do 2º ao 5º ano (1ª a 4ª série) , sendo que a partir de 1999 encaminhou-se a implantação do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série), que hoje se torna disponível.Associação Balbina Fonseca / Escola Municipal Balbina Fonseca[editar | editar código-fonte]
A Associação Balbina Fonseca mantém, em conjunto com a Prefeitura Municipal, a Escola Municipal Balbina Fonseca. Foi fundada no dia 1º de março de 1939 pelo Comendador José Siqueira Silva da Fonseca, em homenagem a sua esposa Balbina Fonseca. Atualmente funciona apenas o Ensino Fundamental no colégio. Possui um grande ginásio poliesportivo que leva o nome do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio, José Gomes Graciosa; e agora possui também um teatro super equipado que leva o nome de Paulo Demarchi Gomes; e junto a todo o projeto educacional, a Banda de Tambores da ABF veio com o intuito de trazer lazer e diversão, a quem deseja participar, e muito mais.Colégio Estadual Teodorico Fonseca[editar | editar código-fonte]
O Colégio Teodorico Fonseca é uma das obras arquitetônicas históricas mais antigas da cidade. A princípio não era uma escola, mas sim, a casa de um rico francês chamado Seule que vendeu o imóvel ao seu vizinho Manuel Jacinto Soares Vivas. Vivas vendeu o imóvel para o Visconde do Rio Preto, que era um dos maiores cafeicutores da região de Valença. O colégio em si só foi tomar forma quando a Viscondessa do Rio Preto vendeu o palacete para quitar algumas dívidas. Após isso, o palacete se tornou Clube Recrativo de Valença, no ano de 1893 sendo vendido e alugado por algumas pessoas.
Em 1902, o Sr. José Facieira compra o palacete e funda o Colégio Cruzeiro do Sul. No ano de 1905, o patrimônio foi transferido a D. Maria Rita de Melo Faceira por falecimento de seu marido.
Em 1908, a viúva vende ao Comendador Antonio Jannuzzi, que posteriormente foi doado à Igreja Presbiteriana de Valença. Jannuzzi, que era presbiteriano, transformou o palacete em Atheneu Valenciano Presbiteriano.
No ano de 1925 a Igreja Presbiteriana vende o imóvel para o Coronel Manuel Joaquim Cardoso, que o incorporou à sua firma transformando o então Ateneu Presbiteriano na Pensão de Dona Carola.
Em 1938, o imóvel é adquirido pela Associação Protetora da Criança (Associação Balbina Fonseca) de José Fonseca que realiza grandes reformas internas no casarão. Ele o transforma mais uma vez em colégio, popularmente chamado de abrigo ou Lar José Fonseca.
Com o fechamento do abrigo, o casarão passa a ser ocupado pelo Colégio Estadual Theodorico Fonseca, situação que se encontra atualmente. Em 2000, o Governo do Estado do Rio de Janeiro desapropria o imóvel, permanecendo assim com a mesma função. Hoje o Theodorico Fonseca oferece apenas as séries secundárias do Ensino Fundamental (5ª a 8ª séries), no horário da manhã, Ensino Médio no horário da tarde e Ensino Médio e Técnico à noite.[31]Colégio Estadual Benjamim Guimarães[editar | editar código-fonte]
O Colégio Benjamim Guimarães teve início no ano de 1921 com este nome. Entretanto, assim como o Theodorico Fonseca, o colégio passou por várias fases. O Benjamim Guimarães foi fundado em 1900, quando o Governo criou o Grupo Escolar Alonso Adjunto, porém um lamentável incêndio destruiu por completo o colégio na noite de 29 de junho de 1901. Em 1919, por iniciativa do Presidente do Estado Raul de Moraes Veiga, é reconstruído no mesmo local o Grupo Escolar Casimiro de Abreu. Pelo decreto de nº 208 de 30/08, o Grupo Escolar passa a se chamar Cel. Benjamim Guimarães.
Atualmente o colégio dispõe Ensino Médio e Ensino Médio Integrado.[32]Colégio Estadual Almirante Rodrigues Silva[editar | editar código-fonte]
O Colégio Almirante Rodrigues Silva, e passou a funcionar o Grupo Escolar Almirante Rodrigues Silva, criado com o Decreto nº 11.807 de 07 de junho de 1965, depois de ter sido chamado de Escola ?Lar José Fonseca? e ter funcionado no Prédio do Antigo Abrigo de Meninos, do mesmo nome do Lar, situado ao lado da praça Visconde do Rio Preto. De 1965 até 2012 foi Escola Estadual, sendo assim apenas com ensino fundamental, em 2013 Foi criada a primeira turma de Ensino Médio, passando assim a Colégio Estadual. No seus 50 anos, no ano 2015, foi elevado a Colégio de Referência do Estado do Rio de Janeiro, tendo em 2016 sua 1º turma de ensino médio de referência.Outras Instituições[editar | editar código-fonte]
Existem outros cursinhos, supletivos, colégios importantes como o Colégio Estadual Padre Sebastião da Silva Pereira , o Colégio Estadual José Fonseca, o Colégio Estadual Dr. Oswaldo Terra , o Colégio Estadual Coronel Benjamin Guimarães, o Centro de Ensino Supletivo, o Centro Interescolar de Agropecuária Monsenhor Tomás Tejerina de Prado mais conhecido com Pólo Agrícola, o Colégio LAF, o Centro Educacional Passo a Passo, o Colégio Líder e tantos outros.Valencianos ilustres[editar | editar código-fonte]
Alguns valencianos famosos:Dulcina de Moraes, uma das maiores atrizes do teatro brasileiro e fundadora da Fundação Brasileira de Teatro.
Clementina de Jesus, cantora e um dos grandes nomes do samba.
Sérgio Chapelin, um dos mais importantes jornalistas da Rede Globo.
Edney Silvestre, jornalista e escritor brasileiro conhecido por ser correspondente internacional da Rede Globo de Televisão.
Dóris Giesse, jornalista, atriz e modelo conhecida por ter sido âncora do Fantástico e de programas da Rede Globo.
Rosinha de Valença, uma importante violonista e compositora da MPB.
Alair Gomes, conceituado fotógrafo, crítico de arte e cultura, professor e engenheiro (civil e eletrônico).
Solange Paiva Vieira, economista brasileira e diretora-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Mariléia dos Santos (apelidada de Michael Jackson), ex-jogadora da Seleção Brasileira de Futebol Feminino.
Agnelo França, compositor, pianista, regente e professor de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e outros dos mais importantes músicos brasileiros de todos os tempos.
Manuel Quintão, jornalista, escritor e médium espírita brasileiro, presidente por alguns anos da Federação Espírita Brasileira.
Zair Cançado, radialista brasileiro que ajudou na fundação da Rádio Nacional de Brasília e da TV Nacional e membro do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa
Benevenuto dos Santos Neto, prefeito do município de Volta Redonda nos anos de 1982 e 1986.
Elmano Cardim, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras(ABL).
Álvaro Rocha, interventor do Rio de Janeiro no ano de 1947.
Azevedo Pimentel, importante jornalista e higienista brasileiro.
Raul Fernandes, governador do Rio de Janeiro nos anos de 1922 e 1923 e Ministro das Relações Exteriores dos governos Dutra e Café Filho.
Leoni Iório, historiador, poeta, jornalista, farmacêutico e professor. Autor do livro Valença de Ontem e de Hoje'1 - 1ª edição: 1953, 2ª edição:2013
Arnaldo Nunes, poeta fundador da Academia de Letras de Valença; autor da letra do hino da cidade.
Referências? «180ª Festa da Padroeira é realizada em Valença, RJ». G1. 4 de agosto de 2016. Consultado em 30 de agosto de 2016 ? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 ? Distritos - Prefeitura de Valença? «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 29 de Julho de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 ? a b c d e f g h i j História de Valença. Visitado em 1 de outubro de 2008.? a b c d e f g IORIO, Leoni. "Valença de Ontem e Hoje - 1789-1952 ? Subsídios para a História do Município de Marquês de Valença" ? 1ª. edição. Juiz de Fora/MG:Companhia Dias Cardoso, 1953.? SOUSA, D. Antonio Caetano de. (M.DCC.XLI). Provas da Historia Genealogica da Casa Real Portuguesa; Lisboa, M.DCC.XLI. Lisboa: Regia Officina Sylviana e da Academia Real. ? a b CASTRO, Maria Werneck de. "No Tempo dos Barões". Rio de Janeiro: Bem-te-vi Produções Literárias, 2006. pp.78-80? a b BRAGANÇA Júnior, Álvaro Alfredo. "O Topônimo Conservatória à Luz da Corrente 'Wörter und Sachen'" (Visitada em 2 de outubro de 2008)? «Barão de Juparanã». Prefeitura Municipal de Valença. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Santa Isabel». Prefeitura Municipal de Valença. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Pentagna». Prefeitura Municipal de Valença. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Parapeúna». Prefeitura Municipal de Valença. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Conservatória». Prefeitura Municipal de Valença. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? LUCAS, Jorge Alexandre (1º de janeiro de 2014). «Somos todos cariocas: identidade e pertencimentos no mundo globalizado». Revista Científica Ciência em Curso. 3. ISSN 2317-0077 ? «Distrito de Parapeúna». Portal Turístico de Valença, RJ. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Valença (Santa Mônica)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 10 de julho de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Valença (Santa Mônica)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 10 de julho de 2018 ? «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Valença (Santa Mônica)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 10 de julho de 2018 ? «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Valença (Santa Mônica)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 10 de julho de 2018 ? «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 10 de julho de 2018 ? «Comissão Especial de Revisão dos Códigos Municipais». Prefeitura Municipal de Valença-RJ. Consultado em 4 de maio de 2019 ? [1]? [2]? [3]? [4]? [5]? [6]? [7]
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da prefeitura
Valença no Explorevale
Conservatória distrito de Valença
Centro de Estudos de Preservação e Desenvolvimento de Valença
Eventos de Valença
Um pouco mais da história de Valença
Especial sobre a folia de reis de Valença
vde Cidades históricas do Brasil segundo o IPHANRegião Centro-Oeste
Acorizal
Barão de Melgaço
Brasília
Cáceres
Cavalcante
Corumbá de Goiás
Corumbá
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Cuiabá
Diamantino
Goiás
Jaraguá
Luziânia
Miranda
Niquelândia (Tupiraçaba)
Pilar de Goiás
Pirenópolis
Poconé
Santa Cruz de Goiás
Vila Bela da Santíssima Trindade
Região Nordeste
Acaraú
Alcântara
Andaraí
Aquiraz
Aracati
Aratuípe
Areia
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Cabo de Santo Agostinho
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São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
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São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
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Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
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Timbó
Tocantinópolis
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Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
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Uruaçu
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Xique-Xique
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Abaeté
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Abre Campo
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Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
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Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
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Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
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Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [8] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
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