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 Nota: Se procura o número áureo nos calendários litúrgicos, veja Número áureo nos calendários.
Alusão à secção áurea na estação Saldanha do Metropolitano de Lisboa.
Proporção áurea, número de ouro, número áureo, secção áurea, proporção de ouro é uma constante real algébrica irracional denotada pela letra grega



Ï•


{\displaystyle \phi }

(PHI), em homenagem ao escultor Phideas (Fídias), que a teria utilizado para conceber o Parthenon, e com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. Também é chamada de se(c)ção áurea (do latim sectio aurea),[1] razão áurea,[2] razão de ouro, média e extrema razão (Euclides), divina proporção, divina seção (do latim sectio divina), proporção em extrema razão,[3] divisão de extrema razão ou áurea excelência.[4][5] O número de ouro é ainda frequentemente chamado razão de Phidias.[6][7][8]
Desde a Antiguidade, a proporção áurea é usada na arte.[9] É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas, como as do mestre Giotto. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi



Ï€


{\displaystyle \pi }

), como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado de forma aproximada no homem (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo), nas colmeias, entre inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem de crescimento na natureza.
Justamente por ser encontrado em estudos de crescimento, o número de ouro ganhou um status de "ideal", sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. O fato de ser apoiado pela matemática é que o torna fascinante. Divisão em média e extrema razão. A partir de um segmento de 10 unidades, determina-se a sua seção áurea multiplicando-o por 0,618 (média). Para encontrar-se um segmento maior, em extrema razão, deve-se multiplicar as dez unidades iniciais por 1,618.
Índice1 Propriedades matemáticas1.1 Definição algébrica
1.2 Sequência de Fibonacci
1.3 Série de frações
1.4 Série de raízes
2 Proporção áurea na natureza2.1 Figuras geométricas
2.2 Vegetais
2.3 Animais
2.4 Corpo humano
3 Aplicações3.1 Arte
3.2 Retângulo dourado
3.3 Música
3.4 Literatura
3.5 Cinema
4 Nos dias atuais4.1 Proporção Áurea e Regra dos Terços
5 Linha do tempo
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ver também
9 Ligações externasPropriedades matemáticas[editar | editar código-fonte]
Definição algébrica[editar | editar código-fonte]
Dois valores positivos estão em razão áurea se sua razão é igual à razão da sua soma pela maior das quantidades. Algebricamente, dados



a


{\displaystyle a}

e



b


{\displaystyle b}

,



a
>
b
>
0


{\displaystyle a>b>0}

, então:





a
+
b

a


=


a
b


=
Ï•
.


{\displaystyle {\frac {a+b}{a}}={\frac {a}{b}}=\phi .}
Onde



Ï•


{\displaystyle \phi }

representa a razão áurea. O seu valor é constante e pode ser encontrado a partir da definição anterior.
Usando a parte direita da equação, vemos que



a
=
b
Ï•
,


{\displaystyle a=b\phi ,}

o que pode ser substituído na parte esquerda, resultando em:






b
Ï•
+
b


b
Ï•



=



b
Ï•

b



.


{\displaystyle {\frac {b\phi +b}{b\phi }}={\frac {b\phi }{b}}\,.}
Cancelando b em ambos os lados, temos:






Ï•
+
1

Ï•


=
Ï•
.


{\displaystyle {\frac {\phi +1}{\phi }}=\phi .}
Multiplicando ambos os lados por



Ï•
,


{\displaystyle \phi ,}

resulta:



Ï•
+
1
=

Ï•

2


.


{\displaystyle \phi +1=\phi ^{2}.}
Finalmente, subtraindo




Ï•

2




{\displaystyle \phi ^{2}}

de ambos os membros da equação e multiplicando todas as parcelas por



−
1
,


{\displaystyle -1,}

encontramos:




Ï•

2


−
Ï•
−
1
=
0
,


{\displaystyle \phi ^{2}-\phi -1=0,}

que é uma equação quadrática da forma



a

x

2


+
b
x
+
c
=
0
,


{\displaystyle ax^{2}+bx+c=0,}

em que



a
=
1
,
Â
b
=
−
1
Â

e

Â
c
=
−
1.


{\displaystyle a=1,\ b=-1\ \mathrm {e} \ c=-1.}
Agora, basta resolver essa equação quadrática. Pela fórmula resolutiva de uma equação quadrática:


Ï•
=



−
b
±



b

2


−
4
a
c




2
a





{\displaystyle \phi ={\frac {-b\pm {\sqrt {b^{2}-4ac}}}{2a}}}




Ï•
=



−
(
−
1
)
±


(
−
1

)

2


−
4
â‹…

1

â‹…

(
−
1
)





2
â‹…

1






{\displaystyle \phi ={\frac {-(-1)\pm {\sqrt {(-1)^{2}-4\cdot {1}\cdot {(-1)}}}}{2\cdot {1}}}}




Ï•
=



1
±


1
+
4



2




{\displaystyle \phi ={\frac {1\pm {\sqrt {1+4}}}{2}}}




Ï•
=



1
±


5



2




{\displaystyle \phi ={\frac {1\pm {\sqrt {5}}}{2}}}
A única solução positiva dessa equação quadrática é a seguinte:



Ï•
=



1
+


5



2


≈
1.61803398875
,


{\displaystyle \phi ={\frac {1+{\sqrt {5}}}{2}}\approx 1.61803398875,}

que é o número



Ï•
.


{\displaystyle \phi .}
Sequência de Fibonacci[editar | editar código-fonte]
Representação da sequência de Fibonacci na Mole Antonelliana em Turim, Itália.
O número áureo está presente na fórmula do termo geral da Série de Fibonacci:



F
(
n
)
=




Ï•

+


n


−

Ï•

−


n





Ï•

+


−

Ï•

−





=


1

5




[



(



1
+


5



2


)


n


−


(



1
−


5



2


)


n



]



{\displaystyle F(n)={\frac {\phi _{+}^{n}-\phi _{-}^{n}}{\phi _{+}-\phi _{-}}}={\frac {1}{\sqrt {5}}}\left[\left({\frac {1+{\sqrt {5}}}{2}}\right)^{n}-\left({\frac {1-{\sqrt {5}}}{2}}\right)^{n}\right]}

O número áureo pode ser aproximado pela divisão do n-ésimo termo da Série de Fibonacci pelo termo anterior, sendo a aproximação tanto melhor quanto maior for n. Por exemplo:





2
1


=
2
;


{\displaystyle {\frac {2}{1}}=2;}







3
2


=
1
,
5
;


{\displaystyle {\frac {3}{2}}=1,5;}







8
5


=
1
,
6
;


{\displaystyle {\frac {8}{5}}=1,6;}







13
8


=
1
,
625
;


{\displaystyle {\frac {13}{8}}=1,625;}







89
55


=
1
,
61818...
Â
;


{\displaystyle {\frac {89}{55}}=1,61818...\ ;}







6765
4181


=
1
,
6180339...


{\displaystyle {\frac {6765}{4181}}=1,6180339...}

Série de frações[editar | editar código-fonte]
O número áureo também pode ser encontrado através de frações contínuas, normalmente representadas como [a,b,c,d,e,...], o que resulta em:[10]



a
+


1

b
+


1

c
+


1

d
+


1
e













{\displaystyle a+{\frac {1}{b+{\frac {1}{c+{\frac {1}{d+{\frac {1}{e}}}}}}}}}
A aproximação do número áureo vem com a quantidade de números 1 em uma representação de Série de Frações. O valor varia em torno do número áureo, sendo maior ou menor alternadamente, mas sempre se aproximando deste.



[
1
;
1
]
=
1
+


1
1


=
1
+
1
=
2.


{\displaystyle [1;1]=1+{\frac {1}{1}}=1+1=2.}




[
1
;
1
,
1
]
=
1
+


1

1
+


1
1





=
1
+


1
2


=


3
2


=
1
,
5.


{\displaystyle [1;1,1]=1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1}}}}=1+{\frac {1}{2}}={\frac {3}{2}}=1,5.}




[
1
;
1
,
1
,
1
]
=
1
+


1

1
+


1

1
+


1
1








=
1
+


1

3
2



=
1
+


2
3


=


5
3


=
1
,
666.


{\displaystyle [1;1,1,1]=1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1}}}}}}=1+{\frac {1}{\frac {3}{2}}}=1+{\frac {2}{3}}={\frac {5}{3}}=1,666.}




[
1
;
1
,
1
,
1
,
1
]
=
1
+


1

1
+


1

1
+


1

1
+


1
1











=
1
+


1

5
3



=
1
+


3
5


=


8
5


=
1
,
6.


{\displaystyle [1;1,1,1,1]=1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1+{\frac {1}{1}}}}}}}}=1+{\frac {1}{\frac {5}{3}}}=1+{\frac {3}{5}}={\frac {8}{5}}=1,6.}
Um número irracional sempre pode ser aproximado por números racionais, e os convergentes da representação em fração contínua são as melhores aproximações. A aproximação é tão melhor quando se corta a expansão em um coeficiente grande; por exemplo, uma boa aproximação de Ï€ = [3; 7, 15, 1, 292, 1, 1, 1, ...] é obtida ao se tomar Ï€ ~= [3; 7, 15, 1] = 3.141592654... Como todos os coeficientes da fração contínua de φ são um, todas suas aproximações por racionais são ruins - de fato, φ é o pior número para ser aproximado por racionais.[10]Série de raízes[editar | editar código-fonte]




1
+


1
+


1
+


1
+
.
.
.










{\displaystyle {\sqrt {1+{\sqrt {1+{\sqrt {1+{\sqrt {1+...}}}}}}}}}
Proporção áurea na natureza[editar | editar código-fonte]
Figuras geométricas[editar | editar código-fonte]
Um decágono regular, inscrito numa circunferência, tem os lados em proporção áurea com o raio da circunferência. Segmentos do pentagrama estão na proporção áurea, como mostra a figura. O pentagrama é obtido traçando-se as diagonais de um pentágono regular. O pentágono menor, formado pelas interseções das diagonais, está em proporção com o pentágono maior, de onde se originou o pentagrama. A razão entre as medidas dos lados dos dois pentágonos é igual ao quadrado da razão áurea.
Um pentagrama regular é obtido traçando-se as diagonais de um pentágono regular. O pentágono menor, formado pelas interseções das diagonais, também está em proporção com o pentágono maior, de onde se originou o pentagrama. A razão entre as medidas dos lados dos dois pentágonos é igual ao quadrado da razão áurea. A razão entre as medidas das áreas dos dois pentágonos é igual a quarta potência da razão áurea.
Chamando os vértices de um pentagrama de A,B,C,D e E, o triângulo isósceles formado por A, C e D tem seus lados em relação dourada com a base, e o triângulo isósceles A, B e C tem sua base em relação dourada com os lados.
Quando Pitágoras descobriu que as proporções no pentagrama eram a proporção áurea, tornou esse símbolo estrelado como a representação da Irmandade Pitagórica. Esse era um dos motivos que levava Pitágoras a dizer que "tudo é número", ou seja, que a natureza segue padrões matemáticos.Vegetais[editar | editar código-fonte]
Como os vegetais não têm formas exatas, a ponto de serem construídos com régua e compasso, a divina proporção, bem como a série Fibonacci, só podem ser encontradas por aproximação. Portanto, seria inexato atribuir correlações perfeitas entre a natureza e uma formulação idealizada pelo homem.[11][12]Animais[editar | editar código-fonte]
Nos animais, as medidas também são aproximadas e os desenhos e as modelagens, produzidos dentro desse cânone ideal, são criações exclusivas de artistas, "designers", ilustradores, escultores, entre outros.[11][12]Corpo humano[editar | editar código-fonte]
O Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci. As ideias de proporção e simetria aplicadas à concepção da beleza humana.
Proporções áureas em uma mão.
A altura do corpo humano e a medida do umbigo até o chão.
A altura do crânio e a medida da mandíbula até o alto da cabeça.
A medida da cintura até a cabeça e o tamanho do tórax.
A medida do ombro à ponta do dedo e a medida do cotovelo à ponta do dedo.
O tamanho dos dedos e a medida da dobra central até a ponta.
A medida da dobra central até a ponta dividido e da segunda dobra até a ponta.
A medida do seu quadril ao chão e a medida do seu joelho até o chão.
Essas proporções anatómicas ideais foram representadas pelo "Homem Vitruviano", obra de Leonardo Da Vinci.Dimensão do útero em mulheres jovens (16 e 20 anos), segundo o pesquisador Jasper Vergtus, da Universidade de Leuven.[13]
Aplicações[editar | editar código-fonte]
O homem, em muitas ocasiões, tem buscado o ideal da perfeição nas linguagens artísticas.Arte[editar | editar código-fonte]
As linhas vermelhas representam os eixos vertical e horizontal. As linhas brancas são divisões áureas. Os olhos e a boca estão posicionados nessa estrutura geométrica.[14] A proporção áurea foi muito usada na arte, em obras como O Nascimento de Vênus, quadro de Botticelli, em que Afrodite está na proporção áurea. Essa proporção estaria ali aplicada pelo motivo de o autor representar a perfeição da beleza.
Em O Sacramento da Última Ceia, de Salvador Dalí, as dimensões do quadro (aproximadamente 270Â cm × 167Â cm) estão numa Razão Áurea entre si. Na história da arte renascentista, a perfeição da beleza em quadros foi bastante explorada com base nessa constante. Vários pintores e escultores lançaram mão das possibilidades que a proporção lhes dava para retratar a realidade com mais perfeição.Ver artigo principal: Mona Lisa
A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, tem a proporção áurea nas relações entre o tronco e a cabeça, bem como nos elementos da face, mas isso é uma característica inerente ao ser humano e tais proporções podem ser encontradas na maioria das pinturas em que a anatomia tenha sido respeitada.[15] Medições feitas por computador mostraram que os olhos de Mona Lisa estão situados em subdivisões áureas da tela.[14]Retângulo dourado[editar | editar código-fonte]
Proporção áurea em retângulos.
Ver artigo principal: Rectângulo de ouro
Em geometria, o retângulo de ouro surge do processo de divisão em média e extrema razão, de Euclides. Ele é assim chamado porque ao dividir-se a base desse retângulo pela sua altura, obtêm-se o número de ouro 1,618.[16]Música[editar | editar código-fonte]
O número de ouro está presente em diversas obras de compositores clássicos, sendo o exemplo mais notável a famosa Sinfonia n.º 5, de Ludwig van Beethoven.[17] O compositor húngaro Béla Bartók também utilizou esta relação de proporcionalidade constantemente em sua obra,[18] assim como o fez o francês Claude Debussy em diversas composições.[19]
No jazz, há músicos que usam os números da série Fibonacci na divisão rítmica e dos compassos.[20]Literatura[editar | editar código-fonte]
No livro "O Número de Ouro", Matila Ghyka demonstrou a existência da proporção áurea em textos escritos por Victor Hugo, Shakespeare, Paul Valéry, Pierre Louys, entre outros. Na pesquisa, Ghyka relacionou as estrofes de acordo com o ritmo da leitura, o que ele chamou de ritmo prosódico.[21]Cinema[editar | editar código-fonte]
O diretor russo Sergei Eisenstein utilizou o número



Ï•


{\displaystyle \phi }

no filme O Encouraçado Potemkin para marcar os inícios de cenas importantes da trama, medindo a razão pelo tamanho das fitas de película.Nos dias atuais[editar | editar código-fonte]
A proporção áurea é utilizada como referência para o desenvolvimento de logótipos, materiais gráficos e obras audiovisuais[22], por muitos "designers" e diretores de arte.Proporção Áurea e Regra dos Terços[editar | editar código-fonte]
É muito comum, dentro da área audiovisual e fotografia, utilizar-se a regra dos terços, porém muito se defende a substituição dessa técnica pela Proporção Áurea[23], já que por sua vez a regra do ponto de ouro é intrínseca à natureza e superior à regra dos terços primária, como descrito pelo fotógrafo britânico Jon Sparkman[24]Linha do tempo[editar | editar código-fonte]
Linha do tempo baseada nos estudos de Priya Hemenway:[25]Phidias (490?430 a.C.) projetou o Partenon que contém proporções áureas.
Platão (427?347 a.C.), no seu Timeu, descreveu os sólidos platônicos: tetraedro, hexaedro (cubo), octaedro, dodecaedro e icosaedro. Podem ser encontradas proporções áureas em partes dos sólidos.[26]
Euclides (325?265 a.C.), em sua obra Os Elementos, registrou a construção geométrica divisão em média e extrema razão (em grego: ????? ??? ????? ?????).[27]
Fibonacci (1170?1250) mencionou a sequência numêrica conhecida como Sequência de Fibonacci; que são aproximações do número de ouro.
Luca Pacioli (1445?1517) estudou a "divina proporção" em sua obra de mesmo nome. O termo foi sugerido por Leonardo Da Vinci.
Michael Maestlin (1550?1631) publicou a fração decimal do número de ouro.
Johannes Kepler (1571?1630) provou que a proporção áurea é o limite da relação entre os números consecutivos da série Fibonacci[28] e descreveu a proporção áurea como uma "joia preciosa": "A geometria tem dois grandes tesouros: um é o Teorema de Pitágoras, e o outro é a divisão áurea".
Charles Bonnet (1720?1793) apontou a presença da série Fibonacci nas espirais logarítmicas presentes nas plantas, tanto no sentido horário, como no anti-horário.
Martin Ohm (1792?1872) acredita-se ter sido o primeiro a usar o termo "segmento áureo" para descrever essa relação, em 1835.[29]
Édouard Lucas (1842?1891) deu à sequência numérica o nome de Série de Fibonacci.
Mark Barr (século XX) sugeriu a letra grega phi ( '?' ), que era a letra inicial do nome do escultor grego Fídias, para simbolizar a proporção áurea.[30]
Referências? Summerson John, Heavenly Mansions: And Other Essays on Architecture (New York: W.W. Norton, 1963) p. 37. "E o mesmo se aplica em arquitetura, aos retângulos que representam estas e outras proporções (e.g. a 'seção áurea')."? Livio, Mario (2002). The Golden Ratio: The Story of Phi, The World's Most Astonishing Number. New York: Broadway Books. ISBN 0-7679-0815-5 ? Euclid, Elements, Book 6, Definition 3.? Piotr Sadowski, The Knight on His Quest: Symbolic Patterns of Transition in Sir Gawain and the Green Knight, Cranbury NJ: Associated University Presses, 1996? Richard A Dunlap, The Golden Ratio and Fibonacci Numbers, World Scientific Publishing, 1997? Jay Hambidge, Dynamic Symmetry: The Greek Vase, New Haven CT: Yale University Press, 1920? William Lidwell, Kritina Holden, Jill Butler, Universal Principles of Design: A Cross-Disciplinary Reference, Gloucester MA: Rockport Publishers, 2003? Pacioli, Luca. De divina proportione, Luca Paganinem de Paganinus de Brescia (Antonio Capella) 1509, Venice.? György Dóczi (1981). O Poder dos limites: harmonias e proporções na natureza, arte & arquitetura. [S.l.]: Shambhala. Capítulo IV ? a b Kiritchenko, Valentina, Continued Fractions, p.12 [https://web.archive.org/web/20141016161025/http://www.math.jacobs-university.de/timorin/PM/continued_fractions.pdf Arquivado em 16 de outubro de 2014, no Wayback Machine. [em linha]]? a b György Dóczi (1981). «O Poder dos limites». Amazon.com. Consultado em 7 de julho de 2014 ? a b Robert Lamb. «How are Fibonacci numbers expressed in nature?». Howstuffworks.com. Consultado em 7 de julho de 2014 ? ABC.es. Él número áureo, descubierto en el útero. Acesso 16 de agosto de 2012.? a b Denis Mandarino (27 de agosto de 2011). «A divisão áurea por detrás do olhar de Mona Lisa». Portal Alô Artista. Consultado em 30 de junho de 2012. Arquivado do original em 24 de julho de 2015 |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)? Ostrower, Fayga (1983). Universos da Arte. [S.l.]: Campus ? Putnoki, José Carlos - Elementos de Geometria e desenho geométrico. Vol. 1. Ed. Scipione, São Paulo, 1989. p. 140.? Haylock, Derek. Mathematics Teaching, Volume 84, p. 56-57. 1978? Ernö Lendvai - Béla Bartók: An Analysis of his Music? Roy Howat - Debussy in Proportion? Steve Coleman. «The Dozens». Jazz.com. Consultado em 14 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 9 de fevereiro de 2014 ? Matila Ghyka (1984). El número de oro. [S.l.]: Poseidon ? Nerival Ferraz (3 de novembro de 2016). «Finalmente! Aprenda a aplicar Proporção Áurea». http://designculture.com.br. Consultado em 3 de novembro de 2016 ? Ruca Souza (25 de janeiro de 2017). «Por que a Proporção Áurea é a melhor do que a Regra dos Terços». http://iphotochannel.com.br. Consultado em 25 de janeiro de 2017 ? Jon Sparkman (3 de outubro de 2016). «Por que a relação de ouro é melhor do que a regra de terceiros». http://sparkman.co.uk. Consultado em 3 de outubro de 2016 ? Hemenway, Priya (2005). Divine Proportion: Phi In Art, Nature, and Science. Nova Iorque: Sterling. pp. 20?21. ISBN 1-4027-3522-7 ? Platão (360 AC). «Timaeus» (em inglês). Traduzido por Benjamin Jowett. The Internet Classics Archive. Consultado em 30 de maio de 2006 ? «O número de ouro». Universidade Federal Fluminense. Consultado em 23 de junho de 2016. Arquivado do original em 4 de agosto de 2016 ?
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Cole, K. C.. O Universo e a Xícara de Chá. São Paulo: Record, 2006. 294p.
Doczi, György. O Poder dos limites. São Paulo: Mercuryo, 1990.
Livio, Mario. Razão áurea: a história do phi. São Paulo: Record, 2006. 336p.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Divisão em média e extrema razão
Número de Fibonacci
Phi
Regra dos terços
Retângulo de ouro
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Goldennumber.net - The "phinest" information on the Golden Section (em inglês)
Fibonacci Numbers and The Golden Section in Art, Architecture and Music (em inglês)
Constantes PHI, PI e E
O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Proporção áurea Portal da matemática
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Criptografia
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Progressão aritmética
Progressão geométrica
Teoremas abeliano e tauberianoFerramentasAritmética modular
Congruência
Fatoração de inteiros
Método do círculo
Número l-ádico
Número p-ádico
Somas gaussianas

Números notáveisAbundante
Carmichael
Deficiente
Fermat
Número de Mersenne
Perfeito
Primo
Quasi-primo
Semiprimo
Sequência de Fibonacci
Sequência de Lucas
Sierpi?ski
Sophie Germain
Superabundante
Ternos pitagóricos
Triangular
Wall?Sun?Sun
Algoritmos
AKS
Canguru de Pollard
Crivo sobre corpo numérico
Euclides
Euclides estendido
Fórmula BBP
Karatsuba
Miller-Rabin
Multiplicação de Booth
p ? 1 de Pollard
rho-Pollard
rho-Pollard para logaritmos
Teste de primalidade
Constantes
Apéry
Brun
Catalan
Euler-Mascheroni
Liouville
Número de Euler
Número de Ouro
Pi
Primos gêmeos
Unidade imaginária
Funções aritméticas
Contagem de primos
Divisor
Função-peso
Jacobi
Kronecker
Legendre
Möbius
Partição
Soma de divisores
Total de fatores incluso repetidos
Total de fatores não repetidos
Totiente de Euler
von Mangoldt
História
História da Teoria dos Números
Teoria aditiva dos números
Teoria algébrica dos números
Teoria analítica dos números
Teoria elementar dos números
Teoria probabilística dos números
Número de Erd?sigual a 0Erd?sigual a 1Vaughan
Wintner

igual a 2Bombieri
Selberg
Tao
TeoremasDemonstradosBarban?Davenport?Halberstam
Bombieri-Vinogradov
Brun?Titchmarsh
Chen
Dirichlet
Erd?s?Kac
Erd?s?Wintner
Equidistribuição de Weyl
Euclides
Green-Tao
Hadamard-Poussin
Linnik
Mordell-Weil
Número poligonal de Fermat
Pequeno teorema de Fermat
Pitágoras
Postulado de Bertrand
Reciprocidade quadrática
Teorema chinês do resto
Último teorema de Fermat
WilsonEm abertoHipótese da densidade
Hipótese de Riemann
Goldbach
Legendre
Teoria dos crivos
Atkin
Brun
Crivo geral de corpo numérico
Crivo quadrático
Eratóstenes
Grande Crivo
Legendre
Lema fundamental
Selberg
Sundaram
Teoria dos crivos
Teoristas
Barban
Bombieri
Brun
Chen
Dirichlet
Eisenstein
Erd?s
Euclides
Euler
Fermat
Gauss
Germain
Gouvêa
Green
Hadamard
Hardy
Hua
Jutila
Kac
Karatsuba
Kummer
Lagrange
Lamé
Legendre
Linnik
Littlewood
Lucas
Peano
Pollard
Poussin
Ramanujan
Ribenboim
Ribet
Riemann
Shimura
Sierpi?ski
Taniyama
Tao
Tchebychev
Ulam
Vaughan
Vinogradov, A.
Vinogradov, I.
Weil
Weyl
Wiles
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