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Sistema

Conjunto de partes, coordenadas entre si.
Conjunto de partes similares.
Forma de governo ou constituição política ou social de um Estado: _sistema republicano_.
Combinação de partes, por forma que concorram para certo resultado.
Plano.
Modo de coordenar as noções particulares de uma arte, ciência, etc.
Modo, hábito, uso: _o meu sistema de vida_.
Método.
Conjunto de leis ou de princípios, que regulam certa ordem de fenómenos: _o nosso sistema planetário_.
Conjunto de intervalos musicais elementares, compreendidos entre os dois limites sonoros extremos, apreciáveis ao ouvido.


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Comando de Libertação Nacional (COLINA) foi uma organização de origem guerrilheira brasileira de extrema-esquerda, composta basicamente por estudantes universitários mineiros, que lutou contra o regime militar brasileiro instalado em 1964, e que por meio da luta armada e de focos de guerrilha urbana e rural tinha a pretensão de reestabelecer as ordens democráticas ao país. Teve origem em 1967 no estado de Minas Gerais a partir da fusão com outra organização de esquerda, POLOP, abraçando as ideias defendidas pela OLAS, executando, desde 1968, ações armadas urbanas para levantamento de recursos para guerrilha no campo.[1] No COLINA havia a participação da ex-presidenta brasileira Dilma Rousseff, [2] além de cinco sargentos do exército: João Lucas Alves, Severino Viana Colon, Valdivo de Almeida, José Alves da Silva e Roil de Noronha Soares.[3] A partir de 1969, quando teve vários de seus militantes presos, ela deu origem à VAR-Palmares, com o apoio de ex-membros da VPR.
O COLINA ficou conhecido por se envolver em uma tentativa de assassinato do boliviano Gary Prado, divulgado como o oficial que teria capturado e executado o líder da revolução cubana Che Guevara na Bolívia a mando do então Presidente da Bolivía rené Barrientos. Em 1 de julho de 1968, três integrantes da organização, João Lucas Alves, Severino Viana Colon e José Roberto Monteiro assassinaram a tiros um oficial no bairro da Gávea, acreditando ser o oficial boliviano, quando na verdade se tratava de um major do exército alemão e ex-combatente do exército nazista na 2ª Guerra Mundial, Edward Ernest Tito Otto Maximilian von Westernhagen.[4] Amílcar Baiardi era o responsável por redigir o documento onde o COLINA assumiria o atentado caso os guerrilheiros não retornassem da missão com vida. Diante do equívoco, a organização não assumiu a autoria do atentado. Já em novembro daquele ano, João Lucas foi preso e torturado até a morte. Três meses mais tarde, foi a vez de Severino, que foi encontrado morto em sua cela sob alegação de suicídio. Valdivo de Almeida foi preso em 1970 e solto anos mais tarde.
Em caso de tortura, o grupo seguia seu manual, chamado "Comportamento do companheiro em caso de cair preso", que dizia, entre outras coisas:"[...] Dar abundantes dados falsos, porém coerentes, que permitam ganhar tempo, para que os companheiros fujam [...] Em caso de tortura - deve-se analisar rapidamente a situação para decidir as atitudes a tomar. Continua válido falar bastante em torno de dados falsos. Se a tortura insuportável, deve-se buscar uma maneira de ser ferido ou desfalecido, pois o tempo é fundamental. [...] Toda declaração obtida em tortura pode ser negada em juízo, o que deve ser feito em interrogatório prestado ao juiz."[3]
Em janeiro de 1969, a polícia civil de Minas Gerais, ao empreender uma busca em uma "aparelho" da organização, travou um forte tiroteio com os militantes que ocasionou a morte de dois policiais civis, desbaratando o grupo e prendendo suas lideranças. Um dos seus dirigentes, Murilo Pezzuti, foi preso-cobaia em aulas de tortura na Vila Militar do Rio de Janeiro no mesmo ano.[5]Ver também[editar | editar código-fonte]
Socialismo
Regime militar do Brasil
Organização Latino-Americana de Solidariedade
Organização Revolucionária Marxista Política Operária
Vanguarda Armada Revolucionária Palmares
Referências? Isabel Cristina Leite. «Comandos de libertação nacional: oposição armada à ditadura em Minas Gerais (1967-1969) - Tese de Mestrado defendida em 2009 - Programas de Pós-graduação da UFMG» (PDF). Consultado em 30 de maio de 2015 ? Rayder Bragon (31 de março de 2014). «Como era a Dilma que lutou durante a ditadura? Companheiros da época respondem.». UOL ? a b «Militares contra ditadura militar». issuu.com. Consultado em 16 de outubro de 2018 ? «Brasileiro lamenta não ter sido o 'vingador de Che'». O Estado de S. Paulo. 9 de outubro de 2007. Consultado em 16 de outubro de 2018 ? Aranha, Patrícia. "Comissão da Anistia revê processos em BH"[ligação inativa]. Estado de Minas. August 13, 2009.
vdeAtividade paramilitar durante a ditadura militar no Brasil (1964 – 1985)Conflitos armados
Guerrilha de Três Passos (1965)
Guerrilha do Caparaó (1966 – 1967)
Guerrilha do Araguaia (1967 – 1974)
Revolta dos Perdidos (1976)
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Atentado do Aeroporto dos Guararapes (1966)
Caso Para-Sar (1968)
Caso Mário Kozel Filho (1968)
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Atentado à OAB (1980)
Atentado do Riocentro (1981)
Grupos paramilitares
CCC (1963)
MR-26 (1965)
MRMN e RAN (1966)
MNR (1966 – 1967)
MR-21 (1966 – 1967)
VPR (1966 – 1971)
COLINA (1967 – 1969)
MR-8 (1967 – )
ALN (1967 – 1973)
PRT (1968 – 1971)
M3G (1969 – 1970)
VAR-Palmares (1969 – 1972)
Molipo (1970 – 1972)
Principais guerrilheiros
Carlos Marighella
Carlos Lamarca
Joaquim Câmara Ferreira
Maurício Grabois
Eduardo Collen Leite
Osvaldão
Dinalva Oliveira Teixeira
Inês Etienne Romeu
Juarez Guimarães de Brito
Maria do Carmo Brito
Os crimes políticos e eleitorais cometidos entre 1961 e 1979 foram anistiados pela Lei 6.683/79