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Ruy Barbosa
Ruy Barbosa, o Águia de Haia, c. 1923
Nome completoRuy Barbosa de Oliveira Nascimento5 de novembro de 1849Salvador, Bahia, Â Império do Brasil Morte1º de março de 1923Â (73Â anos)Petrópolis, Rio de Janeiro, Â Brasil
Nacionalidadebrasileiro

Ocupação
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juristapolíticodiplomata, escritorfilólogotradutororador



Magnum opusConferências e discursos (1939)
Movimento estéticoparnasianismo



Assinatura












Constituição brasileira de 1891, página da assinatura de Ruy Barbosa (décima segunda assinatura). Acervo Arquivo Nacional
Ruy Barbosa de Oliveira(nota)[1][2][3] GCSE (Salvador, 5 de novembro de 1849 ? Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um polímata brasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi designado por Deodoro da Fonseca como representante do nascente governo republicano, tornando-se um de seus principais organizadores, além de coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Moraes. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais.[4]
Primeiro ministro da Fazenda do regime instaurado em novembro de 1889, teve sua breve e discutida gestão marcada pelo encilhamento, grave crise econômica provocada pelo aumento indiscriminado da emissão de papel-moeda. Ainda como ministro de Deodoro, envolveu-se em grande polêmica ao mandar destruir parte importante da documentação histórica relacionada ao tráfico de escravos. Ruy Barbosa foi também deputado e senador.[5][6]
Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras (1897), ocupando a cadeira n.º 10, e seu presidente entre 1908 e 1919.[2] Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (Holanda, 1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos estados. Sua atuação nessa conferência lhe rendeu o epíteto "O Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz do Tribunal Mundial, um cargo de enorme prestígio, que recusou.
Foi candidato à Presidência da República, na chamada "campanha civilista", contra o militar Hermes da Fonseca. Apesar de ser considerado um ícone do republicanismo brasileiro, Ruy Barbosa se desencantou com o sistema político que ajudou a implementar, realizando vários comentários antirrepublicanos em seus últimos anos de vida. Pouco famosas, suas críticas foram novamente trazidas à tona por movimentos monarquistas brasileiros no início do século XXI (embora Ruy Barbosa não tenha se tornado monarquista em vida).[7]?A liberdade não é um luxo dos tempos de bonança; é o maior elemento da estabilidade.[8]?Índice1 Biografia1.1 Família e primeiros anos
1.2 Formação acadêmica e a causa abolicionista
1.3 Carreira profissional e política1.3.1 O "Águia de Haia"
1.4 Campanha civilista
1.5 Últimos anos
2 Descendência
3 Academia Brasileira de Letras
4 Vida política
5 Principais obras
6 Homenagens6.1 Cem anos de nascimento
6.2 O maior brasileiro da história
6.3 O maior baiano de todos os tempos
7 Representações na cultura
8 Ortografia do prenome
9 Referências
10 Bibliografia
11 Ver também
12 Ligações externasBiografia[editar | editar código-fonte]"Libertador de cativos, defensor de oprimidos, educador do povo, reformador da pátria, apóstolo de todas as causas liberais. O maior entre os seus, no seu tempo."Afrânio Peixoto[9]
Ruy Barbosa.
Família e primeiros anos[editar | editar código-fonte]
Ruy Barbosa de Oliveira, filho de João José Barbosa de Oliveira e de Maria Adélia Barbosa de Oliveira,[10] nasceu em 1849, na Rua dos Capitães, hoje Rua Ruy Barbosa, Freguesia da Sé, na cidade do Salvador, na então província da Bahia.[11][12] Barbosa era irmão de Maria Adélia e sobrinho, por parte de mãe, do barão de Mucuri e de Luís Antônio Barbosa de Almeida, que foi presidente da província da Bahia de 3 de novembro de 1864 a 2 de maio de 1865, atuando durante a Sabinada.
O pai de Barbosa, João José Barbosa de Oliveira (1818-1874), era filho de Rodrigo António Barbosa de Oliveira, nascido em Salvador em 1768, e de Maria Soares Simas. Era neto paterno do sargento-mor de ordenanças António Barbosa de Oliveira, natural do Porto, e de Ana Maria de Sousa e Castro. Barbosa de Oliveira formou-se em medicina, exercendo por pouco tempo a profissão. Pelas mãos do primo Luís Antônio, ingressou na política em 1846, como deputado provincial, tendo sido também deputado-geral entre 1863 e 1868. João José tinha outro importante aliado político, Manuel de Sousa Dantas, de quem se tornou grande amigo. Apesar do prestígio político, o pai de Barbosa não vivia uma situação financeira confortável, tendo a família sido sustentada em determinada época pela venda de doces caseiros produzidos pela esposa, Maria Adélia. Dantas seria o padrinho político de Ruy Barbosa, levando-o, pela amizade com o pai, à câmara provincial e depois à imperial, no início de sua carreira política. Ruy também iniciaria sua carreira como advogado em 1872 no escritório de Dantas, em Salvador.[13]
A mãe de Barbosa, Maria Adélia Barbosa de Almeida, era filha do major Caetano Vicente de Almeida (falecido em 1857)[14] e de Luísa Clara Joaquina Barbosa de Oliveira (falecida em 1867). Luísa era filha do capitão Antônio Barbosa de Oliveira e de Inácia Feliciana Joaquina Soares Serpa e era neta paterna do sargento-mor de ordenanças Antônio Barbosa de Oliveira, natural do Porto, e de Ana Maria de Sousa e Castro.
Aos cinco anos, Ruy Barbosa fez seu professor Antônio Gentil Ibirapitanga exclamar: "Este menino de cinco anos de idade é o maior talento que eu já vi. [?] Em quinze dias aprendeu análise gramatical, a distinguir orações e a conjugar todos os verbos regulares."[15]
Em 1861, aos onze anos, quando estudava no Ginásio Baiano de Abílio César Borges, futuro Barão de Macaúbas, Barbosa fez o mestre declarar a seu pai: "Seu filho nada mais tem a aprender comigo. Ali, como ele mesmo diz mais tarde, viveu a maior emoção de toda a sua vida, quando recebeu uma medalha de ouro do Arcebispo da Bahia. Em 1864, concluído o curso ginasial, mas sem idade para entrar em uma universidade, passou o ano estudando alemão.[carece de fontes?]Formação acadêmica e a causa abolicionista[editar | editar código-fonte]
Ruy Barbosa em sua biblioteca, sem data.
Ingressou na Faculdade de Direito do Recife em 1866, então uma das duas únicas faculdades de Direito do Brasil, juntamente com a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Dois anos depois de iniciado o curso, transferiu-se para São Paulo, com seu colega de faculdade Castro Alves. Uma das teorias sobre a causa da transferência é que era comum na época, os estudantes iniciarem o curso no Recife e depois transferirem-se para São Paulo para concluí-lo.[2]
Em 1868 abrigou em sua casa, por alguns dias, Castro Alves, seu antigo colega no Ginásio Baiano, em razão do rompimento dele com Eugênia Câmara.[carece de fontes?]
Em 1868, com a queda do gabinete do primeiro ministro Zacarias de Góis, Ruy Barbosa homenageou, em um banquete, o abolicionista liberal e então deputado José Bonifácio, o Moço, seu professor de Direito em São Paulo. Em 1869, proferiu um discurso em praça pública, homenageando os soldados que haviam retornado da Guerra do Paraguai. Em seu discurso, conclamou o Exército para que também se engajasse na causa abolicionista. No mesmo ano, realizaria uma conferência chamada "O Elemento Servil", onde defendeu a ilegalidade da escravatura, com embasamento jurídico na Lei Feijó, de 1831, que extinguiu o tráfico de escravos. Ruy anteriormente já havia publicado no Radical Paulistano, periódico que fundou juntamente com Luís Gama, o seu primeiro manifesto abolicionista. Em 1870, graduou-se como bacharel em Direito em São Paulo, retornando à Bahia.[2][16][17]?A abolição da escravidão, quer o governo queira, quer não queira, há de ser efetuada num futuro próximo.?
?Ruy Barbosa em manifesto no jornal Radical Paulistano,[2]Ainda estudante em São Paulo, estreou na tribuna popular defendendo um escravo contra seu senhor, em 1869, dois anos antes da Lei Rio Branco. Voltando à Bahia, depois de formado, começou a advogar e estreou no júri, como registrado em palestra proferida em 1897, no Theatro Polytheama Bahiano, durante a 1.ª Conferência do Partido Republicano Conservador: "Minha estreia na tribuna forense foi, aqui, na Bahia, a desafronta na honra de uma inocente filha do povo contra a lascívia opulenta de um mandão."[18]Carreira profissional e política[editar | editar código-fonte]
Pouco antes de se formar em São Paulo, passou a ser acometido de distúrbios nervosos, que o obrigaram, depois de seu retorno à Bahia, a permanecer em repouso durante um ano no bairro de Plataforma, na região suburbana de Salvador. Depois deste recolhimento, Ruy começou a trabalhar no escritório de advocacia de Souza Dantas, em 1872. Nesse mesmo ano, iniciou-se no jornalismo, colaborando regularmente no Diário da Bahia, que era também de propriedade de Souza Dantas.[19]
Em 1873, assumiu a direção do Diário da Bahia e fez conferência no Teatro São João sobre "eleição direta". O pai confessa, em uma carta, que "poucos o igualam", que ele "foi aplaudido de um modo que me comoveu", e ainda "dizem-me que é superior a José Bonifácio e sustentam que certamente hoje não se fala melhor do que ele."[carece de fontes?]
Em 1877, foi eleito deputado à Assembleia da Bahia, um ano depois do seu casamento com a também baiana Maria Augusta Viana Bandeira. Em 1878, foi eleito deputado à Assembleia da Corte. Em 1881, promoveu a Reforma Geral do Ensino.
Em 1885, no auge da campanha abolicionista, José do Patrocínio escreveu: "Deus acendeu um vulcão na cabeça de Ruy Barbosa". Duas semanas antes da abolição, em 30 de abril de 1888, Barbosa vaticinou: "A grande transformação aproxima-se de seu termo". A 7 de março de 1889, Joaquim Nabuco afirma: "Evaristo, na imprensa, fez a Regência e Ruy fará a República".[20][21] O novo ministério: Aristides Lobo, Ministro do Interior; Eduardo Wandenkolk, Ministro da Marinha; Tenente Coronel Benjamin Constant, Ministro da Guerra; Marechal Deodoro da Fonseca, Presidente da República; Quintino Bocaiúva, Ministro dos Negócios Estrangeiros; Demétrio Ribeiro, Ministro da Agricultura; e Ruy Barbosa, Ministro da Fazenda.
Em 9 de junho de 1889, recusou o convite para integrar o Gabinete Ouro Preto. "Não posso ser membro de um ministério que não tome por primeira reforma a Federação".[22] Em novembro daquele mesmo ano, Benjamin Constant escreveu a Ruy o seguinte: "Seu artigo de hoje, Plano contra a Pátria, fez a República e me convenceu da necessidade imediata da revolução".[23] Dias depois, em 15 de novembro de 1889, Barbosa redigiu o primeiro decreto do governo provisório e foi nomeado ministro da Fazenda, no governo de Deodoro da Fonseca.
Em 1890, D. Pedro II diz: "Nas trevas que caíram sobre o Brasil, a única luz que alumia, no fundo da nave, é o talento de Ruy Barbosa".[carece de fontes?] Ainda nesse ano, lança os decretos de reforma bancária, no qual foi criticado por Ramiro Barcelos, que, anos depois, se penitenciou: "A desgraça da República foi nós, os históricos, não termos compreendido logo a grandeza de Ruy". Elabora-se o projeto de constituição na casa de Barbosa.[carece de fontes?] Primeira Bandeira Republicana, criada por Ruy Barbosa, usada entre 15 e 19 de novembro de 1889.[24]
Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar "a mancha" da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas 11 dias depois da Abolição da Escravatura, um projeto de lei (PL) foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir os senhores dos prejuízos gerados com essa medida.[25] Charge retratando Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda, tentando equilibrar as finanças do país.
Como Ministro da Fazenda, entre 1889 e 1891, foi o principal responsável pela crise do encilhamento, estopim para uma grave crise econômica na Primeira República. O principal motivo desta foi a emissão descontrolada de moeda pelo governo e ações sem lastro pelas empresas criadas nesse período, que provocou alta inflação e especulação financeira.
Ele é nomeado primeiro vice-chefe do Governo Provisório. Em uma viagem a Paris, ele se encontra com D. Pedro II e fala: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso";[26] tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892, abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde, lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: "Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República".[27]
Em 23 de abril do mesmo ano, sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal (STF), sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos chamados "desterrados de Cucuí".[28][29][30]
Em 7 de fevereiro de 1893, volta à Bahia para um encontro consagrador com Manuel Vitorino, ocasião em que fala de sua terra: "Ninho onde cantou Castro Alves, verde ninho murmuroso de eterna poesia".[31] Em setembro do mesmo ano, eclode a Revolta. Refugia-se na Legação do Chile. Sob ameaça de morte, exila-se em Buenos Aires.
Em 1º de março de 1894, é candidato a presidente, obtendo o quarto lugar.[32] Folheto da campanha de 1919:Ruy é o salvador da pátria.
Ainda em exílio, no ano seguinte, Ruy viaja a Londres, de onde escreve as Cartas da Inglaterra para o Jornal do Commercio, a partir de 7 de janeiro de 1895. No ano seguinte, produz textos a serviço dos insurrectos de 1893. Escreve na imprensa: "E jornalista é que nasci, jornalista é que eu sou, de jornalista não me hão de demitir enquanto houver imprensa, a imprensa for livre?".[33]
Em 1897, recusa convite para ser ministro plenipotenciário do Brasil na Questão da Guiana, feito por Manuel Vitorino, então vice-presidente do governo de Prudente de Morais. Critica a intervenção militar em Canudos. Torna-se membro fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL) e recebe de Joaquim Nabuco a seguinte citação, no livro Minha Formação: "Ruy Barbosa, hoje a mais poderosa máquina cerebral do nosso país".[34]
Em 3 de abril de 1902, publica parecer crítico ao projeto do Código Civil. No último dia daquele ano, lança réplica às observações feitas pelo filólogo Ernesto Carneiro Ribeiro, seu antigo mestre na Bahia. A tréplica de Carneiro só veio a público em 1923. Foi a maior polêmica filológica da Língua Portuguesa.[carece de fontes?] Busto de Ruy Barbosa no Palácio da Paz, em Haia.
Três anos depois, em 1905, chegou a se candidatar a presidente, porém retirou sua candidatura para apoiar a de Afonso Pena.[35] Plenário do Senado durante sessão em 1915. O senador Ruy Barbosa, de pé, discursa de frente para a mesa diretora. (Fotografia publicada pelo Correio da Manhã em 1915)
O "Águia de Haia"[editar | editar código-fonte]
Em junho de 1907, Ruy vai à Conferência da Haia atendendo ao convite do então ministro das Relações Exteriores, Barão do Rio Branco, sendo esta a sua consagração mundial. Sobre isso escreveu o jornalista William Thomas Stead: "As duas maiores forças pessoais da Conferência foram o Barão Marschall da Alemanha, e o Dr. Barbosa, do Brasil? Todavia ao acabar da conferência, Dr. Barbosa pesava mais do que o Barão de Marschall".[36] Na Conferência, foi discutida a criação de uma corte de justiça internacional permanente, da qual participariam apenas as grandes potências - Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos, com a proposta de criar um Tribunal de Arbitramento. Ruy Barbosa não se intimidou, enfrentando os defensores daquela proposta e argumentou em seu discurso, que selecionar para aquele Tribunal, países com maior poderio militar, iria estimular uma corrida armamentista, e o curso político mundial seria direcionado para a guerra, o que contrariaria os objetivos daquela Conferência de Paz. Além disso, Ruy defendeu a tese de que, ante a ordem jurídica internacional, todas as nações são iguais e soberanas. A imprensa internacional destacou a brilhante atuação do jurista, "homem franzino, de pouco mais de um metro e meio de altura", cuja brilhante participação na Conferência "fomentou a imaginação popular no Brasil, onde foi transformado em uma espécie de herói imbatível". Para esta missão diplomática, o Barão do Rio Branco queria levar Joaquim Nabuco, na época embaixador em Washington, no entanto a imprensa se manifestava pela escolha de Ruy Barbosa. Rio Branco sugeriu que os dois formassem a delegação, que chamou de "delegação das águias". Nabuco não aceitou o convite e Ruy, depois de sua atuação, passou à história como o "Águia de Haia".[2]
Ainda relativamente ao ano de 1907, encontra-se texto da sua autoria na revista ilustrada Argus.[37]Campanha civilista[editar | editar código-fonte]
Em 21 de outubro de 1908, discursa, em francês, na Academia Brasileira de Letras, em recepção a Anatole France. A partir do ano seguinte, e até 1910, inicia a campanha civilista. Já em 1911, retorna ao Diário de Notícias. Nesse período, ao responder à carta de um correligionário civilista, em outubro de 1911, escreve uma das mais importantes obras sobre deontologia jurídica: O Dever do Advogado.
Para a eleição de 1 de março de 1910, integra com o presidente de São Paulo, dr. Albuquerque Lins, a chapa dos candidatos da soberania popular, na Campanha Civilista, sendo Ruy candidato a presidente da república e Albuquerque Lins a vice-presidente. O país se dividiu: Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais apoiaram o candidato Ruy Barbosa; os demais estados, a candidatura de Hermes da Fonseca, que tinha Venceslau Brás como seu vice. Fonseca e Brás venceram. Hermes teve 403.867 votos contra 222.822, dados a Ruy Barbosa.[32]
Durante a Guerra do Contestado (1912-1916), Ruy Barbosa defendeu os interesses do Paraná.[38][39] Nesta época, também era advogado e possivelmente lobista da Southern Brazil Lumber & Colonization Co. Inc., grande empresa madeireira e colonizadora de terras no sul do País que integrava o grupo empresarial de Percival Farquhar.
Em 1913, inicia sua terceira candidatura à Presidência pela Convenção Nacional do Partido Republicano Liberal. Na iminência de perder para Venceslau Brás, lança em dezembro o "Manifesto à Nação", renunciando à candidatura. Ruy obteve, em 1 de março de 1914, 47Â 000 votos, tendo sido derrotado por Venceslau Brás.[32] Em novembro daquele mesmo ano, o Instituto dos Advogados Brasileiros o elegeria presidente daquela entidade, da qual era membro desde 1911. Seu mandato foi renovado também para o ano de 1915. Em 1917 foi agraciado com o título de presidente honorário daquela instituição.[2]
Três anos depois, em 9 de julho de 1917, participa do Centenário de Tucuman. Ao receber o título de professor honoris causa da Faculdade de Direito e Ciências Sociais de Buenos Aires, em 14 de julho, protesta ? a propósito da Primeira Guerra Mundial, em curso na Europa ? contra a postura dos países neutros diante das atrocidades do conflito. Em seu discurso intitulado O Dever dos Neutros, Ruy defende o princípio de que neutralidade não pode ser confundida com indiferença e impassibilidade, apoiando firmemente a causa dos aliados. Segundo ele, a invasão da Bélgica pelos alemães, em agosta de 1914, representava o revés das conquistas alcançadas na Conferência da Paz em Haia, em 1907. O discurso teve repercussão internacional, e suas teses provocariam mudanças drásticas na política externa do Brasil ? até então neutro na Grande Guerra. Durante todo o ano de 1917, Ruy participa de comícios e manifestações contra a agressão aos navios da marinha mercante brasileira. Finalmente, convocado pelo presidente da República Venceslau Brás, participar da reunião em que foi revogado o decreto de neutralidade do Brasil no conflito, em 10 de junho de 1917.[40] Victorino de la Plaza, presidente da Argentina, após o banquete que lhe ofereceu Ruy, falou: "Já disse aos meus ministros que, aqui, o Sr. Ruy Barbosa, com credenciais ou sem elas, será considerado sempre o mais legítimo representante do Brasil".[carece de fontes?]
Em 1917, colabora no projeto da Tradução Brasileira.[carece de fontes?]
Ocorre em 1918 o Jubileu Cívico. Paul Claudel, ministro da França, entrega-lhe as insígnias de Grande-Oficial da Ordem Nacional da Legião de Honra. Ruy Barbosa, em 1919.
Em 13 de abril de 1919, concorre pela quarta e última vez à Presidência da República, e, como anteriormente, contra a sua vontade. Perde as eleições para o paraibano Epitácio Pessoa.[32] Promove conferências pelo sertão da Bahia. Ainda em 1919, dada a intervenção de Epitácio na Bahia, reitera a recusa, feita um ano antes, de representar o Brasil na Liga das Nações, durante a Conferência de Versalhes ? que estipulou os termos da paz entre vitoriosos e derrotados na Primeira Guerra.[41][42]Últimos anos[editar | editar código-fonte]
Contrariado por ver que os princípios pelos quais lutara e que consagraram a sua vida, estavam sendo relegados pela situação política na época, com a intervenção militar de Epitácio,[43] Ruy Barbosa considerava-se um "corpo estranho" na política e, em 10 de março de 1921, renuncia ao cargo de senador. Já com problemas de saúde, não comparece à solenidade de colação de grau dos formandos de 1920 da Faculdade de Direito de São Paulo, onde havia se formado cinquenta anos antes, solenidade em que seria paraninfo da turma. Para a cerimônia, que aconteceu no dia 29 de março de 1921, havia preparado um discurso chamado Oração aos Moços, que foi lido pelo professor Reinaldo Porchat. O afastamento de Ruy Barbosa do senado não durou muito tempo. Aceitando a indicação de José Joaquim Seabra, então governador da Bahia, apresenta-se como candidato único ao senado por seu estado, sendo reeleito em junho de 1921. Reassumiu a cadeira em 29 de julho, reiniciando sua luta pela revisão constitucional.[2]
Em julho de 1922, sofre um grave edema pulmonar, com iminência de morte. Meses depois, em fevereiro de 1923, sofre uma paralisia bulbar. Ruy diz a seu médico: "Doutor, não há mais nada a fazer". A 1º de março de 1923, falece em Petrópolis, à tarde, aos 73 anos de idade e tendo como últimas palavras as seguintes: "Deus, tende compaixão de meus padecimentos".[carece de fontes?]
Seu corpo foi sepultado em um grande mausoléu familiar, no Cemitério de São João Batista, onde repousou até 1949. Nas comemorações de seu centenário de nascimento, seus restos mortais foram exumados e trasladados para a cidade de Salvador, onde se encontram até hoje.
A 7 de junho de 1923, foi agraciado a título póstumo com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal.[44]Descendência[editar | editar código-fonte]
Ruy Barbosa de Oliveira casou-se com Maria Augusta Viana Bandeira em 23 de novembro de 1876, em Salvador. Tiveram dois filhos:Alfredo Ruy Barbosa (1879-1939): oficial da Marinha, bacharel em Direito e deputado federal pela Bahia.
Maria Adélia Ruy Barbosa (1878-1953)
Os descendentes de Ruy Barbosa levam o sobrenome "Ruy Barbosa". Em suas primeiras gerações, essa foi uma família de diplomatas, o que ajudou a fortalecer o mito de que a carreira diplomática é transmitida de pai para filho.[14]
Entre os descendentes de Ruy Barbosa está a atriz Marina Ruy Barbosa, sua tetraneta.[14] Marina nasceu no Rio de Janeiro em 1995 e é filha do fotógrafo Paulo Ruy Barbosa e da artista plástica Gioconda de Sousa. É neta paterna de Paulo Marcos Saraiva e de Marina Ruy Barbosa, que, por sua vez, é filha do diplomata Armando Braga Ruy Barbosa e de Yolette Miranda. Armando era filho de Alfredo Ruy Barbosa, segundo filho de Ruy Barbosa, e de Marina Braga.Academia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]
Ruy Barbosa foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, e escolheu Evaristo da Veiga como patrono da cadeira 10. Foi presidente da ABL de 1908 a 1919.Vida política[editar | editar código-fonte]Deputado Provincial - 1878
Deputado Geral - 1878 a 1881
Deputado Geral - 1882 a 1884
Ministro da Fazenda - 1889 a 1891
Senador - 1890 a 1892
Senador - 1892 a 1897
Senador - 1897 a 1906
Senador - 1906 a 1915
Senador - 1915 a 1921Principais obras[editar | editar código-fonte]Visita à Terra Natal
'Figuras Brasileiras
Contra o Militarismo
Correspondência de Ruy
Mocidade e Exílio
Castro Alves: Elogio do Poeta pelos Escravos, 1881
O Papa e o Concílio, 1877
O Anno Político de 1887
Relatório do Ministro da Fazenda, 1891
Finanças e Políticas da República: Discursos e Escritos,1893
Os Atos Inconstitucionais do Congresso e do Executivo ante a Justiça Federal, 1893
Cartas de Inglaterra, 1896
Anistia Inversa: Caso de Teratologia Jurídica, 1896
Posse dos Direitos Pessoais, 1900
O Código Civil Brasileiro, 1904
Discurso, 1904
O Acre Septentrional, 1906
Actes et discours. La Haye: W.P. van Stockum et Fils, 1907
O Brasil e as Nações Latino Americanas na Haia, 1908
O Direito do Amazonas ao Acre Septentrional, 1910
Excursão Eleitoral aos Estados da Bahia e Minas Gerais: Manifestos à Nação, 1910
Plataforma, 1910
Ruy Barbosa na Bahia, 1910
O Dever do Advogado, 1911[45]
O Sr. Ruy Barbosa, no Senado, responde às insinuações do Sr. Pinheiro Machado, 1915
Problemas de Direito Internacional. Londres: Jas.Trucott&Son, 1916
Conferência. Londres: Eyre and Spottiswoode Ltda, 1917
Oswaldo Cruz, 1917
Oração aos Moços, 1920[46]Homenagens[editar | editar código-fonte]
Ruy Barbosa em moeda de 20 centavos de cruzeiro de 1953.
Homenagem filatélica pelo correio em 1964
Em estatueta com Santos Dummont em um Serre-livre.
Logo após sua morte, o jurista baiano João Mangabeira, seu discípulo, fez o discurso em sua homenagem e memória. Em 5 de novembro de 1924, Otávio Mangabeira, lembrando a data de seu nascimento, fez o seguinte discurso:?Na data de hoje, sr. Presidente, na capital da Bahia,(?) nasceu Ruy Barbosa. (?)Recordando a figura do grande evangelista que com a pena e com a tribuna, irradiando e bramindo, nas vanguardas, a peito aberto, no alto jornalismo de combate, nos comícios populares, nas casas do Parlamento, nos pretórios; nas assembleias internacionais, em toda a parte primus inter pares a eloquência, de mãos dadas com a bravura, robustecida pela abnegação e animada pela fé, não precisou de outras armas, para servir, por mais de meio século construindo, deslumbrando, (?) dominando as opiniões que dirigia, às Letras, ao Direito, à Liberdade.
Enriqueceu a língua portuguesa, pela palavra falada e pela escrita, com as mais belas obras de arte. Em Haia e em Buenos Aires, para um auditório que era a humanidade, falou, por idiomas estrangeiros, em alocuções imortais que comoveram o Universo, a linguagem das mais lídimas aspirações humanas. Nunca fraqueou ante a injustiça, ante a ingratidão, ante os revezes. Nunca se acobardou ante o perigo. (aplausos)
(?) Construtor, por excelência, da República, foi principalmente na República, franzino e débil no corpo, quão rijo, e forte, e valoroso no espírito, a ponta de platina, impávido a receber e a desviar(?) a eletricidade das tormentas.
(?) Feliz do povo que estremecer a justiça! Feliz do povo que viver no trabalho! Sobretudo, sr. Presidente, feliz do povo que não perder o ideal.
(?) Volvamos o nosso espírito para a tranquilidade onde repousa o magno sacerdote da nossa democracia, o grande semeador a quem devemos os frutos mais excelentes do nosso liberalismo constitucional. Para que seu fulgor nos ilumine! Para que o seu exemplo nos ampare! (?) Para que desçam, portanto, sobre o coração e a consciência dos que se digladiam no Brasil, ao sol das lutas políticas, a misericórdia, a clemência, as inspirações do Senhor!
Para que estremeçamos a Justiça, para que vivamos no Trabalho, para que não percamos o Ideal!
?Última frase
Ruy fez seu testamento político na fórmula de um epitáfio, que ele mesmo escreveu para sua pedra funerária:?Estremeceu a Justiça; viveu no Trabalho; e não perdeu o Ideal.?No bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro um logradouro tem seu nome, a Avenida Ruy Barbosa,[47] que liga a Praça Nicarágua à Praça Cuauhtémoque.
No bairro de Heliópolis, em Garanhuns, um logradouro também tem seu nome, a Avenida Ruy Barbosa, que é o segundo maior polo de comércio e serviços da cidade. Há muitas ruas, avenidas, praças e instituições culturais em seu nome espalhadas pelo Brasil.[48]Cem anos de nascimento[editar | editar código-fonte]
Em comemoração ao primeiro centenário de seu nascimento, Ruy Barbosa foi homenageado com a inauguração do Fórum Ruy Barbosa. A partir de então, o prédio passou a abrigar os seus restos mortais que foram transferidos do Rio de Janeiro para a Bahia e onde permanecem até hoje, como desejou o Desembargador Pedro Ribeiro. Na época, o escultor Mário Cravo Junior foi convidado a criar uma escultura, nomeada pelo artista como Cabeça de Ruy Barbosa. Na Sessão Conjunta solene do Congresso Nacional foram oradores deputado João Mangabeira e o Senador Clodomir Cardoso. Em 1999 o Banco do Brasil relembrou os 150 anos do nascimento de Ruy Barbosa, e em homenagem a ele, a empresa confeccionou camisetas, marca páginas e calendários. Com esses objetos, os gerentes das agências do BB presentearam alguns correntistas e funcionários das mesmas.O maior brasileiro da história[editar | editar código-fonte]
Um juri convidado pela revista Época elegeu Ruy Barbosa "O Maior Brasileiro da História".[49]O maior baiano de todos os tempos[editar | editar código-fonte]
Em 2013, o jornal baiano A Tarde realizou uma votação com um júri de 214 personalidades de diversas áreas para escolher "O Maior Baiano de Todos os Tempos". No total, indicaram como potenciais concorrentes ao título 122 personalidades, e Ruy Barbosa foi o eleito.[50]Representações na cultura[editar | editar código-fonte]
Efígie de Ruy Barbosa em nota de Cr$ 10.000,00 (dez mil cruzeiros).
Ruy Barbosa já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Edmundo Lopes no filme Vendaval Maravilhoso (1949), Renato Borghi na minissérie Mad Maria (2005) e Camilo Beviláqua no filme Brasília 18% (2006). Foi também homenageado no carnaval carioca em 1999, pela escola de samba São Clemente.[51]
Imprimiu-se também sua efígie nas notas de Cr$ 10.000,00 (dez mil cruzeiros) emitidas entre 1984 e 1986, bem como nas cédulas de Cz$ 10,00 (dez cruzados) emitidas em 1986.Ortografia do prenome[editar | editar código-fonte]
Entre 1943 e 2015, vigeu no Brasil o Formulário Ortográfico de 1943, que recomendava que todos os nomes de personalidades brasileiras já mortas fossem reescritos de modo a adequar-se às regras ortográficas da língua portuguesa - assim, o prenome do biografado podia, até 2015,[3] ser grafado Rui.[52][53] A Fundação Casa de Rui Barbosa, instituição pública federal vinculada ao Ministério da Cultura do Brasil, foi criada com a grafia Rui.[54]
A confusão na ortografia de nomes de personalidades históricas não ocorria apenas no caso de Ruy/Rui Barbosa, mas também afeta figuras como Euclides da Cunha (que, durante a vigência do Formulário Ortográfico de 1943, se grafava Euclydes) ou Eça de Queiroz (que se grafava Queirós).[55][56] No caso de Ruy/Rui Barbosa, mesmo órgãos estatais divergem sobre a grafia que deve ser adotada. Enquanto a Fundação Casa de Rui Barbosa usa o nome com a forma ortográfica prescrita no hoje revogado Formulário Ortográfico de 1943, na Bahia o município batizado em homenagem ao grande nome da história brasileira é "Ruy Barbosa".[57] Existem logradouros, como praças e ruas, bem como instituições, que usam "Rui", e outras tantas que usam "Ruy".[58][59]Referências? «Ruy Barbosa». Senado Federal do Brasil. Consultado em 2 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2017 ? a b c d e f g h «Catálogo das Obras de Ruy Barbosa» (PDF). Coleção de Macedo Soares. 2003. Consultado em 1 de outubro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 1 de outubro de 2017 ? a b «Ruy Barbosa ou Rui Barbosa? Euclides ou Euclydes? Queiroz ou Queirós?». DicionarioeGramatica.com. Consultado em 4 de fevereiro de 2016 ? Luiz Antonio Giraldi. «Semeadores da Palavra: Personagens que tiveram participação decisiva na divulgação da Bíblia no Brasil». Sociedade Bíblica do Brasil. Consultado em 19 de fevereiro de 2019 ? «Encilhamento». Alunos Online. Consultado em 22 de fevereiro de 2019 ? «A destruição dos documentos sobre a escravidão». Estadão. Consultado em 22 de fevereiro de 2019 ? «"De tanto ver triunfar as nulidades...", texto de Ruy Barbosa que merece ser lido na íntegra». 2011. Consultado em 3 de outubro de 2015 ? «Ruy Barbosa». 2009. Consultado em 20 de maio de 2010 ? A Vida de Ruy Barbosa (Para as Crianças do Brasil) - Pereira Reis Junior - 1949? Alzira A. de Abreu e Sérgio Lamarão (2007). «Personalidades da Política Externa Brasileira» (PDF). Fundação Alexandre de Gusmão. 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José Joaquim Seabra, 1° tenente Domingos Jesuíno de Albuquerque Júnior; e cidadãos marechal José Clarindo de Queiroz, marechal Antonio Maria Coelho, coronel Antônio Carlos da Silva Piragibe, tenente-coronel Gregorio Thaumaturgo de Azevedo, capitão-tenente Duarte Huet Bacelar Pinto Guedes, major Sebastião Bandeira, capitão Antonio Raymundo Miranda de Carvalho, capitão Felisberto Piá de Andrade, 1° tenente Bento José Manso Sayão, alferes Carlos Jansen Junior, dr. Clímaco Barbosa, dr. Egas Muniz Barreto de Aragão e Menezes, Antônio Joaquim Bandeira Junior, José Elísio dos Reis, José Joaquim Ferreira Júnior, Ignacio Alves Corrêa Carneiro, José Carlos do Patrocínio, Plácido de Abreu, José Carlos Pardal de Medeiros Mallet, Olavo dos Guimarães Bilac, dr. Dermeval da Fonseca, dr. Arthur Fernandes Campos da Paz, Manoel Lavrador, José Carlos de Carvalho, Sabino Ignacio Nogueira da Gama, Francisco Gomes Machado, dr. Francisco Antonio de Almeida, dr. Francisco Portela, capitão-tenente João Nepomuceno Baptista, 1° tenente Libânio Lins e capitão José Gonçalves Leite ? uns detidos e outros desterrados para Tabatinga e Cucuí, por ordem do vice-presidente da República, marechal Floriano Peixoto, em razão dos acontecimentos que se deram na Capital e determinaram, pelo Decreto n. 791, do dia 10, a declaração do estado de sítio e a suspensão das garantias constitucionais".? Barbosa, Ruy. Pensamento e ação de Rui Barbosa Organização e seleção de textos pela Fundação Casa de Rui Barbosa. Brasília : Senado Federal, Conselho Editorial, 1999.? Acontecimentos no Rio. A Cidade do Turvo, 24 de abril de 1892, pp 2-3.? Américo, Jacobina Lacombe. «Brasiliana | sombra de Rui Barbosa - Página: 133». www.brasiliana.com.br. Consultado em 30 de setembro de 2017 ? a b c d PORTO, Walter Costa, O voto no Brasil, Editora Topbooks, 2002.? «Rui e o jornalismo». Projeto Memória ? NABUCO, Joaquim (1998). Minha Formação. Brasília: Senado Federal ? Barbosa, Ruy, Excursão eleitoral ao Estado de São Paulo, Casa Garraux, São Paulo, 1909? Citado por Freitas Nobre no prefácio de A imprensa e o dever da verdade, de Ruy Barbosa. 3ª edição, atualizada e revista. São Paulo: Com-Arte; Editora da Universidade de São Paulo, 1990. Clássicos do Jornalismo Brasileiro.? Helena Roldão (17 de junho de 2014). «Ficha histórica: Argus: revista mensal ilustrada (1907).» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 17 de Setembro de 2014 ? Mudanças e permanências na rede viária do Contestado: Uma abordagem acerca da formação territorial do sul do Brasil, por Nilson Cesar Fraga.? Ruy Barbosa - curiosidades e fatos Interessantes? «1911-1916 - Rui Barbosa». www.projetomemoria.art.br. Consultado em 1 de outubro de 2017 ? Ruy Barbosa - estadista e escritor brasileiro? «Rui Barbosa». Educacao.uol.com ? João Felipe Gonçalves (2000). Rui Barbosa: pondo as 'ideias' no lugar. [S.l.]: FGV Editora. 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Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Cardim, Carlos Henrique. "A raiz das coisas. Rui Barbosa: o Brasil no Mundo" Civilização Brasileira, 2007 ISBN 9788520008355Ver também[editar | editar código-fonte]
República da Espada
Encilhamento
Brasil na Primeira Guerra Mundial
Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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WikiquoteCasa de Ruy Barbosa (Museu) - Salvador
Ruy Barbosa - Biografia no sítio do Ministério da Fazenda do Brasil
Fundação Casa de Rui Barbosa - Rio de Janeiro
Obras Completas de Ruy Barbosa
Academia Brasileira de Letras. Acadêmicos. Rui Barbosa
Ruy Barbosa com Y
Escravos: povo marcado
Governo Provisório dos Estados Unidos do Brasil. Relatório do Ministro da Fazenda Rui Barbosa. Em janeiro de 1891
A escultura Cabeça de Rui Barbosa e seu criador Mário Cravo Junior. Foto: Arquivo MCJ
Alessandro Hirata, O brilhantismo e a mítica de Rui Barbosa, in Carta Forense, 3.11.2011
Vídeo: Grandes Personagens - Ruy Barbosa (1849-1923). Portal de Notícias do Senado Federal. Precedido porAfonso Celso de Assis Figueiredo
Ministro da Fazenda do Brasil1889 ? 1891
Sucedido porTristão de Alencar Araripe Precedido porCândido Luís Maria de Oliveira
Ministro da Justiça do Brasil1889
Sucedido porCampos Sales Precedido porEvaristo da Veiga(patrono)
ABL - fundador da cadeira 101897 ? 1919
Sucedido porLaudelino Freire Precedido porMachado de Assis
Presidente da Academia Brasileira de Letras1908 ? 1919
Sucedido porDomício da GamavdeMinistros da Fazenda do Brasil Colônia e Reino Unido
Fernando José de Portugal e Castro ?
António de Araújo e Azevedo ?
João Paulo Bezerra de Seixas ?
Tomás António de Vila Nova Portugal ?
Diogo de MenesesRegência do PríncipeD. Pedro
Diogo de Meneses ?
Caetano Pinto de Miranda Montenegro ?
Martim Francisco Ribeiro de Andrada Primeiro reinado(D. Pedro I)
Martim Francisco Ribeiro de Andrada ?
Manuel Jacinto Nogueira da Gama ?
Sebastião Luís Tinoco da Silva ?
Mariano José Pereira da Fonseca ?
Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira Horta ?
Antônio Luís Pereira da Cunha ?
Manuel Jacinto Nogueira da Gama ?
João Severiano Maciel da Costa ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida ?
José Clemente Pereira ?
José Bernardino Batista Pereira de Almeida ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida ?
Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira Horta ?
José Antônio Lisboa ?
Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque ?
Manuel Jacinto Nogueira da GamaPeríodo regencial
José Inácio Borges ?
Bernardo Pereira de Vasconcelos ?
Joaquim José Rodrigues Torres ?
Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque ?
Nicolau Pereira de Campos Vergueiro ?
Cândido José de Araújo Viana ?
Antônio Pinto Chichorro da Gama ?
Manuel do Nascimento Castro e Silva ?
Manuel Alves Branco ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida ?
Cândido Batista de Oliveira ?
Manuel Alves Branco ?
José Antônio da Silva Maia Segundo reinado(D. Pedro II)
Martim Francisco Ribeiro de Andrada ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida ?
Joaquim Francisco Viana ?
Manuel Alves Branco ?
Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque ?
José Joaquim Fernandes Torres ?
Manuel Alves Branco ?
Saturnino de Sousa e Oliveira Coutinho ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
José Pedro Dias de Carvalho ?
Francisco de Paula Sousa e Melo ?
Bernardo de Sousa Franco ?
Pedro de Araújo Lima ?
Joaquim José Rodrigues Torres ?
Paulino José Soares de Sousa ?
Manuel Felizardo de Sousa e Melo ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
João Maurício Wanderley ?
Bernardo de Sousa Franco ?
Francisco de Sales Torres Homem ?
Ângelo Moniz da Silva Ferraz ?
José Maria da Silva Paranhos ?
José Pedro Dias de Carvalho ?
Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque ?
José Pedro Dias de Carvalho ?
Carlos Carneiro de Campos ?
José Pedro Dias de Carvalho ?
Francisco de Paula da Silveira Lobo ?
João da Silva Carrão ?
Zacarias de Góis ?
Joaquim José Rodrigues Torres ?
Francisco de Sales Torres Homem ?
José Maria da Silva Paranhos ?
João Maurício Wanderley ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
Gaspar da Silveira Martins ?
Afonso Celso de Assis Figueiredo ?
José Antônio Saraiva ?
Martinho Álvares da Silva Campos ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Lafayette Rodrigues Pereira ?
Sousa Dantas ?
José Antônio Saraiva ?
Francisco Belisário Soares de Sousa ?
João Alfredo Correia de Oliveira ?
Afonso Celso de Assis Figueiredo ?
Cândido Luís Maria de Oliveira ?
Afonso Celso de Assis Figueiredo República Velha(1.ª República)
Ruy Barbosa ?
Tristão de Alencar Araripe ?
Henrique Pereira de Lucena ?
Antão Gonçalves de Faria ?
Rodrigues Alves ?
Antão Gonçalves de Faria ?
Serzedelo Correia ?
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire ?
Alexandre Cassiano do Nascimento ?
Rodrigues Alves ?
Bernardino José de Campos Júnior ?
Joaquim Murtinho ?
Sabino Barroso ?
José Leopoldo de Bulhões Jardim ?
David Morethson Campista ?
José Leopoldo de Bulhões Jardim ?
Francisco Antônio de Sales ?
Rivadávia da Cunha Correia ?
Rivadávia da Cunha Correia ?
Sabino Barroso ?
Pandiá Calógeras ?
Pandiá Calógeras ?
Augusto Tavares de Lira ?
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada ?
Augusto Tavares de Lira ?
Amaro Cavalcanti ?
João Ribeiro de Oliveira e Sousa ?
Homero Batista ?
Sampaio Vidal ?
Aníbal Freire da Fonseca ?
Getúlio Vargas ?
Francisco Chaves de Oliveira Botelho 2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Agenor Lafayette de Roure ?
José Maria Whitaker ?
Osvaldo Aranha ?
Artur de Sousa Costa ?
Orlando Bandeira Vilela ?
Artur de Sousa Costa ?
Romero Estelita Cavalcanti Pessoa ?
Artur de Sousa Costa ?
Paulo de Lira Tavares ?
Artur de Sousa Costa ?
José Pires do Rio ?
Gastão Vidigal ?
Onaldo Brancante Machado ?
Pedro Luís Correia e Castro ?
Oscar Santa Maria Pereira ?
Pedro Luís Correia e Castro ?
José Vieira Machado ?
Pedro Luís Correia e Castro ?
Ovídio de Abreu ?
Pedro Luís Correia e Castro ?
Manuel Guilherme da Silveira Filho ?
Horácio Lafer ?
Alberto Andrade de Queirós ?
Horácio Lafer ?
Osvaldo Aranha ?
Eugênio Gudin ?
Otávio Gouveia de Bulhões ?
Eugênio Gudin ?
José Maria Whitaker ?
Mário Leopoldo Pereira da Câmara ?
José Maria Alkmin ?
Sebastião Paes de Almeida ?
José Maria Alkmin ?
João de Oliveira Castro Viana Júnior ?
José Maria Alkmin ?
Lucas Lopes ?
Sebastião Paes de Almeida ?
Sebastião Paes de Almeida ?
Maurício Chagas Bicalho ?
Sebastião Paes de Almeida ?
Antônio Carlos Barcellos ?
Sebastião Paes de Almeida ?
Clemente Mariani ?
Hamilton Prisco Paraíso ?
Clemente Mariani ?
Clemente Mariani ?
Walther Moreira Salles ?
Tancredo Neves ?
Walther Moreira Salles ?
Walther Moreira Salles ?
Francisco de Paula Brochado da Rocha ?
Walther Moreira Salles ?
Henrique Domingos Ribeiro Barbosa ?
Walther Moreira Salles ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida Sobrinho ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida Sobrinho ?
San Tiago Dantas ?
Antônio Balbino ?
Carlos Alberto Alves de Carvalho Pinto ?
Hélio Bicudo ?
Carlos Alberto Alves de Carvalho Pinto ?
Ney Neves Galvão ?
Waldyr Ramos Borges ?
Ney Neves Galvão Regime Militar(5.ª República)
Otávio Gouveia de Bulhões ?
Otávio Gouveia de Bulhões ?
Roberto Campos ?
Otávio Gouveia de Bulhões ?
Eduardo Lopes Rodrigues ?
Otávio Gouveia de Bulhões ?
Antônio Delfim Netto ?
Fernando Ribeiro do Val ?
José Flávio Pécora ?
Mário Henrique Simonsen ?
Karlos Heinz Rischbieter ?
Márcio Fortes ?
Ernane Galvêas ?
Eduardo Pereira de Carvalho ?
Carlos Viacava ?
Ernane Galvêas Nova República(6.ª República)
Francisco Dornelles ?
Dilson Funaro ?
Bresser Pereira ?
Maílson da Nóbrega ?
Zélia Cardoso de Mello ?
Marcílio Marques Moreira ?
Gustavo Krause ?
Paulo Roberto Haddad ?
Eliseu Resende ?
Fernando Henrique Cardoso ?
Rubens Ricupero ?
Ciro Gomes ?
Pedro Malan ?
Antonio Palocci ?
Guido Mantega ?
Joaquim Levy ?
Nelson Barbosa ?
Henrique Meirelles ?
Eduardo Guardia ?
Paulo Guedes
vdeMinistros da Justiça do Brasil Primeiro reinado(D. Pedro I)
Caetano Pinto de Miranda Montenegro ?
Sebastião Luís Tinoco da Silva ?
Caetano Pinto de Miranda Montenegro ?
Clemente Ferreira França ?
Sebastião Luís Tinoco da Silva ?
José Joaquim Carneiro de Campos ?
Clemente Ferreira França ?
José Feliciano Fernandes Pinheiro ?
Estêvão Ribeiro de Resende ?
Lúcio Soares Teixeira de Gouveia ?
José Clemente Pereira ?
José Bernardino Batista Pereira de Almeida ?
Lúcio Soares Teixeira de Gouveia ?
João Inácio da Cunha ?
Manuel José de Sousa França ?
João Inácio da CunhaPeríodo regencial
Manuel José de Sousa França ?
Diogo Antônio Feijó ?
Pedro de Araújo Lima ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
Cândido José de Araújo Viana ?
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho ?
Manuel Alves Branco ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja ?
Francisco Jê Acaiaba de Montezuma ?
Bernardo Pereira de Vasconcelos ?
Francisco de Paula Almeida e Albuquerque ?
Francisco Ramiro de Assis Coelho ?
José Antônio da Silva Maia ?
Paulino José Soares de Sousa Segundo reinado(D. Pedro II)
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Paulino José Soares de Sousa ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
Manuel Alves Branco ?
Manuel Antônio Galvão ?
José Carlos Pereira de Almeida Torres ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Joaquim Marcelino de Brito ?
José Joaquim Fernandes Torres ?
Caetano Maria Lopes Gama ?
Senador Vergueiro ?
Saturnino de Sousa e Oliveira Coutinho ?
José Antônio Pimenta Bueno ?
José Antônio Pimenta Bueno ?
Antônio Manuel de Campos Melo ?
Eusébio de Queirós ?
José Ildefonso de Sousa Ramos ?
Luís Antônio Barbosa ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
Manuel Vieira Tosta ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato ?
Francisco José Furtado ?
Caetano Maria Lopes Gama ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
Zacarias de Góis ?
Francisco José Furtado ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Martim Francisco Ribeiro de Andrada ?
José de Alencar ?
Joaquim Otávio Nébias ?
Manuel Vieira Tosta ?
José Ildefonso de Sousa Ramos ?
Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato ?
Manuel Antônio Duarte de Azevedo ?
João José de Oliveira Junqueira ?
Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque ?
Francisco Januário da Gama Cerqueira ?
Lafayette Rodrigues Pereira ?
Sousa Dantas ?
Rodolfo Epifânio de Sousa Dantas ?
Manuel da Silva Mafra ?
João Ferreira de Moura ?
Francisco Prisco de Sousa Paraíso ?
Francisco Maria Sodré Pereira ?
Afonso Pena ?
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz ?
João Maurício Wanderley ?
Samuel Wallace MacDowell ?
Antônio Ferreira Viana ?
Francisco de Assis Rosa e Silva ?
Cândido Luís Maria de Oliveira República Velha(1.ª República)
Ruy Barbosa ?
Campos Sales ?
Henrique Pereira de Lucena ?
Antônio Luís Afonso de Carvalho ?
Antão Gonçalves de Faria ?
Rodrigues Alves ?
Serzedelo Correia ?
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire ?
Alexandre Cassiano do Nascimento ?
Antônio Gonçalves Ferreira ?
Alberto Torres ?
Bernardino José de Campos Júnior ?
Amaro Cavalcanti ?
Epitácio Pessoa ?
Sabino Barroso ?
José Joaquim Seabra ?
Félix Gaspar de Barros e Almeida ?
Augusto Tavares de Lira ?
Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira ?
Rivadávia da Cunha Correia ?
Herculano de Freitas ?
Carlos Maximiliano Pereira dos Santos ?
Amaro Cavalcanti ?
Urbano Santos da Costa Araújo ?
Alfredo Pinto Vieira de Melo ?
Joaquim Ferreira Chaves ?
João Luís Alves ?
Aníbal Freire da Fonseca ?
Afonso Pena Júnior ?
Augusto Viana do Castelo 2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Gabriel Loureiro Bernardes ?
Afrânio de Melo Franco ?
Osvaldo Aranha ?
Maurício Cardoso ?
Francisco Campos ?
Afrânio de Melo Franco ?
Francisco Antunes Maciel Júnior ?
Vicente Rao ?
Agamenon Magalhães ?
José Carlos de Macedo Soares ?
Francisco Campos ?
Marcondes Filho ?
Fernando Antunes ?
Marcondes Filho ?
Agamenon Magalhães ?
Antônio de Sampaio Dória ?
Carlos Luz ?
Benedito Costa Neto ?
Adroaldo Costa ?
Honório Fernandes Monteiro ?
Adroaldo Tourinho Junqueira Aires ?
José Francisco Bias Fortes ?
Negrão de Lima ?
Tancredo Neves ?
Miguel Seabra Fagundes ?
Marcondes Filho ?
Prado Kelly ?
Francisco de Meneses Pimentel ?
Nereu Ramos ?
Eurico Sales ?
Carlos Cirilo Júnior ?
Armando Falcão ?
Oscar Pedroso Horta ?
José Martins Rodrigues ?
Tancredo Neves ?
Alfredo Nasser ?
João Mangabeira ?
Carlos Molinari Cairoli ?
Abelardo de Araújo Jurema Ditadura militar(5.ª República)
Luís Antônio da Gama e Silva ?
Milton Campos ?
Luís Viana Filho ?
Juracy Magalhães ?
Mem de Azambuja Sá ?
Luís Viana Filho ?
Carlos Medeiros Silva ?
Luís Antônio da Gama e Silva ?
Alfredo Buzaid ?
Armando Falcão ?
Petrônio Portella ?
Golbery do Couto e Silva ?
Ibrahim Abi-Ackel Nova República(6.ª República)
Fernando Lyra ?
Paulo Brossard ?
Oscar Dias Correia ?
Saulo Ramos ?
Bernardo Cabral ?
Jarbas Passarinho ?
Célio Borja ?
Maurício José Corrêa ?
Alexandre de Paula Dupeyrat Martins ?
Nelson Jobim ?
Milton Seligman ?
Iris Rezende ?
José de Jesus Filho ?
Renan Calheiros ?
José Carlos Dias ?
José Gregori ?
Aloysio Nunes ?
Miguel Reale Júnior ?
Paulo de Tarso Ramos Ribeiro ?
Márcio Thomaz Bastos ?
Tarso Genro ?
Luiz Paulo Barreto ?
José Eduardo Cardozo ?
Wellington César Lima e Silva ?
Eugênio Aragão ?
Alexandre de Moraes ?
José Levi Mello do Amaral Júnior (interino)?
Osmar Serraglio ?
Torquato Jardim ?
Sérgio Moro
vde Academia Brasileira de Letras
História
Presidentes
Sócios
Patronos e membros da Academia Brasileira de LetrasCadeiras 1 a 101 (Adelino Fontoura)Luís Murat
Afonso d'Escragnolle Taunay
Ivan Monteiro de Barros Lins
Bernardo Élis
Evandro Lins e Silva
Ana Maria Machado2 (Álvares de Azevedo)Coelho Neto
João Neves da Fontoura
Guimarães Rosa
Mário Palmério
Tarcísio Padilha

3 (Artur de Oliveira)Filinto de Almeida
Roberto Simonsen
Aníbal Freire da Fonseca
Herberto Sales
Carlos Heitor Cony
Joaquim Falcão

4 (Basílio da Gama)Aluísio Azevedo
Alcides Maia
Viana Moog
Carlos Nejar

5 (Bernardo Guimarães)Raimundo Correia
Osvaldo Cruz
Aloísio de Castro
Cândido Mota Filho
Rachel de Queiroz
José Murilo de Carvalho

6 (Casimiro de Abreu)Teixeira de Melo
Artur Jaceguai
Goulart de Andrade
Barbosa Lima Sobrinho
Raimundo Faoro
Cícero Sandroni

7 (Castro Alves)Valentim Magalhães
Euclides da Cunha
Afrânio Peixoto
Afonso Pena Júnior
Hermes Lima
Pontes de Miranda
Dinah Silveira de Queiroz
Sérgio Correia da Costa
Nelson Pereira dos Santos
Cacá Diegues

8 (Cláudio Manuel da Costa)Alberto de Oliveira
Oliveira Viana
Austregésilo de Ataíde
Antônio Calado
Antônio Olinto
Cleonice Berardinelli

9 (Gonçalves de Magalhães)Carlos Magalhães de Azeredo
Marques Rebelo
Carlos Chagas Filho
Alberto da Costa e Silva10 (Evaristo da Veiga)Ruy Barbosa
Laudelino Freire
Osvaldo Orico
Orígenes Lessa
Lêdo Ivo
Rosiska Darcy de Oliveira
Cadeiras 11 a 2011 (Fagundes Varela)Lúcio de Mendonça
Pedro Lessa
Eduardo Ramos
João Luís Alves
Adelmar Tavares
Deolindo Couto
Darcy Ribeiro
Celso Furtado
Hélio Jaguaribe
Ignácio de Loyola Brandão12 (França Júnior)Urbano Duarte
Antônio Augusto de Lima
Vítor Viana
José Carlos de Macedo Soares
Abgar Renault
Lucas Moreira Neves
Alfredo Bosi

13 (Francisco Otaviano)Alfredo d'Escragnolle Taunay
Francisco de Castro
Martins Júnior
Sousa Bandeira
Hélio Lobo
Augusto Meyer
Francisco de Assis Barbosa
Sérgio Paulo Rouanet

14 (Franklin Távora)Clóvis Beviláqua
Carneiro Leão
Fernando de Azevedo
Miguel Reale
Celso Lafer

15 (Gonçalves Dias)Olavo Bilac
Amadeu Amaral
Guilherme de Almeida
Odilo Costa Filho
Marcos Barbosa
Fernando Bastos de Ávila
Marco Lucchesi

16 (Gregório de Matos)Araripe Júnior
Félix Pacheco
Pedro Calmon
Lygia Fagundes Telles

17 (Hipólito da Costa)Sílvio Romero
Osório Duque-Estrada
Edgar Roquette-Pinto
Álvaro Lins
Antônio Houaiss
Affonso Arinos de Mello Franco

18 (João Francisco Lisboa)José Veríssimo
Barão Homem de Melo
Alberto Faria
Luís Carlos
Pereira da Silva
Peregrino Júnior
Arnaldo Niskier

19 (Joaquim Caetano)Alcindo Guanabara
Silvério Gomes Pimenta
Gustavo Barroso
Silva Melo
Américo Jacobina Lacombe
Marcos Almir Madeira
Antônio Carlos Secchin20 (Joaquim Manuel de Macedo)Salvador de Mendonça
Emílio de Meneses
Humberto de Campos
Múcio Leão
Aurélio de Lira Tavares
Murilo Melo Filho
Cadeiras 21 a 3021 (Joaquim Serra)José do Patrocínio
Mário de Alencar
Olegário Mariano
Álvaro Moreira
Adonias Filho
Dias Gomes
Roberto Campos
Paulo Coelho22 (José Bonifácio)Medeiros e Albuquerque
Miguel Osório de Almeida
Luís Viana Filho
Ivo Pitanguy
João Almino

23 (José de Alencar)Machado de Assis
Lafayette Rodrigues Pereira
Alfredo Pujol
Otávio Mangabeira
Jorge Amado
Zélia Gattai
Luiz Paulo Horta
Antônio Torres

24 (Júlio Ribeiro)Garcia Redondo
Luís Guimarães Filho
Manuel Bandeira
Cyro dos Anjos
Sábato Magaldi
Geraldo Carneiro

25 (Junqueira Freire)Franklin Dória
Artur Orlando da Silva
Ataulfo de Paiva
José Lins do Rego
Afonso Arinos de Melo Franco
Alberto Venancio Filho

26 (Laurindo Rabelo)Guimarães Passos
João do Rio (Paulo Barreto)
Constâncio Alves
Ribeiro Couto
Gilberto Amado
Mauro Mota
Marcos Vilaça

27 (Maciel Monteiro)Joaquim Nabuco
Dantas Barreto
Gregório da Fonseca
Levi Carneiro
Otávio de Faria
Eduardo Portella
Antonio Cicero

28 (Manuel Antônio de Almeida)Inglês de Sousa
Xavier Marques
Menotti Del Picchia
Oscar Dias Correia
Domício Proença Filho

29 (Martins Pena)Artur de Azevedo
Vicente de Carvalho
Cláudio de Sousa
Josué Montello
José Mindlin
Geraldo Holanda Cavalcanti30 (Pardal Mallet)Pedro Rabelo
Heráclito Graça
Antônio Austregésilo
Aurélio Buarque de Holanda
Nélida Piñon
Cadeiras 31 a 4031 (Pedro Luís)Guimarães Júnior
João Ribeiro
Paulo Setúbal
Cassiano Ricardo
José Cândido de Carvalho
Geraldo França de Lima
Moacyr Scliar
Merval Pereira32 (Manuel de Araújo Porto-Alegre)Carlos de Laet
Ramiz Galvão
Viriato Correia
Joracy Camargo
Genolino Amado
Ariano Suassuna
Zuenir Ventura

33 (Raul Pompeia)Domício da Gama
Fernando Magalhães
Luís Edmundo
Afrânio Coutinho
Evanildo Bechara

34 (Sousa Caldas)João Manuel Pereira da Silva
Barão do Rio Branco
Lauro Müller
Aquino Correia
Raimundo Magalhães Júnior
Carlos Castelo Branco
João Ubaldo Ribeiro
Evaldo Cabral de Mello

35 (Tavares Bastos)Rodrigo Otávio
Rodrigo Otávio Filho
José Honório Rodrigues
Celso Cunha
Cândido Mendes de Almeida

36 (Teófilo Dias)Afonso Celso
Clementino Fraga
Paulo Carneiro
José Guilherme Merquior
João de Scantimburgo
Fernando Henrique Cardoso

37 (Tomás Antônio Gonzaga)Silva Ramos
Alcântara Machado
Getúlio Vargas
Assis Chateaubriand
João Cabral de Melo Neto
Ivan Junqueira
Ferreira Gullar
Arno Wehling

38 (Tobias Barreto)Graça Aranha
Santos Dumont
Celso Vieira de Matos Melo Pereira
Maurício Campos de Medeiros
José Américo de Almeida
José Sarney

39 (Francisco Adolfo de Varnhagen)Oliveira Lima
Alberto de Faria
Rocha Pombo
Rodolfo Garcia
Elmano Cardim
Otto Lara Resende
Roberto Marinho
Marco Maciel40 (Visconde do Rio Branco)Eduardo Prado
Afonso Arinos
Miguel Couto
Alceu Amoroso Lima
Evaristo de Moraes Filho
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