desenvolvimento sistema em Goiabeira

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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Sistema

Conjunto de partes, coordenadas entre si.
Conjunto de partes similares.
Forma de governo ou constituição política ou social de um Estado: _sistema republicano_.
Combinação de partes, por forma que concorram para certo resultado.
Plano.
Modo de coordenar as noções particulares de uma arte, ciência, etc.
Modo, hábito, uso: _o meu sistema de vida_.
Método.
Conjunto de leis ou de princípios, que regulam certa ordem de fenómenos: _o nosso sistema planetário_.
Conjunto de intervalos musicais elementares, compreendidos entre os dois limites sonoros extremos, apreciáveis ao ouvido.


Goiabeira

Nota: Se procura pelo município brasileiro do estado de Minas Gerais, veja Goiabeira (Minas Gerais).Goiabeira
Psidium guajava

Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Myrtales
Família:Myrtaceae
Género:Psidium

Nome binomial
Psidium guajavaL. 1753


Sinónimos
Guajava pyrifera (L.) Kuntze
Myrtus guajava (L.) Kuntze
Psidium guajava var. cujavillum (Burman) Krug & Urb.
Psidium guajava var. guajava
Psidium guava Griseb.
Psidium guayava Raddi
Psidium igatemyensis Barb. Rodr.
Psidium pomiferum L.
Psidium pumiferum L.
Psidium pumilum var. guadalupense DC.
Psidium pyriferum L.




















A goiabeira (Psidium guajava L.) é uma pequena árvore frutífera tropical, nativa de toda a América, exceto México e Canadá[1].
Também é conhecida pelos nomes de araçá-guaçu, araçaíba, araçá-das-almas, araçá-mirim, araçauaçu, araçá-goiaba, goiaba, goiabeira-branca, goiabeira-vermelha, guaiaba, guaiava, guava, guiaba, mepera e pereira.
Apresenta três variedades: Psidium guajava var. cujavillum (Burman) Krug & Urb. 1894
Psidium guajava var. guajava
Psidium guajava var. minor Mattos 1976Índice1 Características
2 Ocorrência
3 Cultivares no Brasil
4 Usos4.1 Uso medicinal
5 Referências
6 Ver tambémCaracterísticas[editar | editar código-fonte]
Pequena árvore semidecídua de até 6 m de altura. Tronco
Tronco tortuoso, de casca lisa descamante tanífera. Ramos novos quadrangulares e pubescentes.
Folhas obovadas, cartáceas, descoloris, com até 12 cm de comprimento. Flor
Flores pequenas, brancas, solitárias, formadas na primavera[2].
Os frutos são bagas verdes ou amarelas de casca rugosa, com polpa suculenta doce-acidulada aromática, branca, rósea, avermelhada ou arroxeada, com muitos "caroços" (sementes). Amadurecem no verão. Goiaba
As quatro pétalas da flor persistem na extremidade da goiaba.
Na natureza, a goiaba é quase sempre atacada pelo bicho-da-goiaba, larva de mosca.Ocorrência[editar | editar código-fonte]
Muito cultivada para a produção de frutos, em pomares domésticos ou comerciais, ocorre espontaneamente em todo o Brasil. É considerada planta invasora nos Estados Unidos. Cultivares no Brasil[editar | editar código-fonte]
goiaba "Amarela: de origem desconhecida, casca grossa, poucas sementes, polpa branca
goiaba-cascuda: casca muito espessa, polpa vermelha, própria para doces ou goiabada cascão
goiaba "Courtbel": de origem americana, frutos grandes de polpa vermelha espessa e firme, poucas sementes
goiaba "H. Açu": rústica e vigorosa, criada por Hiroshi Nagai, de Registro, SP; frutos grandes, polpa vermelha, firme e doce
goiaba "Kumagai": de mesa, selecionada em Campinas, SP; polpa branca, frutos até 480 g, poucas sementes
goiaba "Ogawa 2": plantas pequenas, frutos de casca lisa com peso até 400 g, polpa rosada espessa firme, muito doce, poucas sementes
goiaba "Paluma": criada pela UNESP-campus de Jaboticabal, SP; safra longa, frutos com 200 g, polpa vemelha firme, poucas sementes
goiaba "Rica": crida pela UNESP-Jaboticabal, SP; frutos até 250 g, polpa vermelha firme, espessa, leve acidez
goiaba "Pedro Sato": criada no Rio de Janeiro, frutos até 400 g, polpa rosada, firme, saborosa
goiaba "Supreme Red Ruby": origem americana, participou no melhoramento genético de vários cultivares
goiaba "Yonemura: polpa rosada, com poucas sementes[3]
Usos[editar | editar código-fonte]
As goiabas são consumidas principalmente in natura ou em forma de doces (goiabada), compotas, geleias, sucos e sorvetes. São muito usadas na indústria. Além de suas folhas poderem ser utilizadas para fins medicinais
São ricas em vitamina C, com de 180 a 300 miligramas de vitamina por 100 gramas de fruta (mais do que a laranja ou o limão). Têm quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Uso medicinal[editar | editar código-fonte]
Em etnofarmacologia é usada para diarreias na infância. O chá, em bochechos e gargarejos, é usado para inflamações da boca e da garganta ou em lavagens de úlceras e na leucorréia[4][5].
As folhas têm óleo volátil rico em sesquiterpenos, entre eles o bisaboleno, além do dietoximetano e dietoxetano que dão o aroma dos frutos. O principal componente do óleo das sementes é o ácido linoleico[6][7].
O extrato aquoso do "olho" (broto) da goiabeira tem intensa atividade contra Salmonela, Serratia e Staphylococcus, grandes responsáveis pela diarreias de origem microbiana. A atividade é mais forte na variedade de polpa vermelha, e mais fraca nas folhas adultas e casca[4].Referências? Tropicos.org. Missouri Botanical Garden. 13 Sep 2009? Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X? Lorenzi, Harri et al.: Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (de consumo in natura), Instituto Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa, SP, 2006. ISBN 85-86714-23-2? a b Matos, F.J.A. 2002. Farmácias Vivas - sistema de utilização de plantas medicinais projetado para pequenas comunidades, 4a. edição. Edições UFC, Fortaleza. (citado em Lorenzi, Harri; Abreu Matos, Francisco José de: Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002. ISBN 85-86714-18-6)? Carriconde, C. 2000. Introdução ao uso de fitoterápicos nas patologias de APS. CNMP, Olinda (citado em Lorenzi, Harri; Abreu Matos, Francisco José de: Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002. ISBN 85-86714-18-6)? Craveiro, A.A., G.F. Fernandes, C.H.S. Andrade et al., 1981. Óleos essenciais de plantas do Nordeste. Edições UFC, Fortaleza (citado em Lorenzi, Harri; Abreu Matos, Francisco José de: Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002. ISBN 85-86714-18-6)? Robineau, L.G. (ed.) 1995. Hacia una farmacopea caribeña/TRAMIL. Enda-Caribe UAG & Universidade de Antioquia. Santo Domingo (citado em Lorenzi, Harri; Abreu Matos, Francisco José de: Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002. ISBN 85-86714-18-6)
Ver também[editar | editar código-fonte]
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