desenvolvimento institucional em Viseu

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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Institucional

Relativo a uma instituição. Cf. _Jorn. do Brasil_, de 11-II-905.


Viseu

Nota: Para outros significados, veja Viseu (desambiguação).
Coordenadas: 40° 39' 39" N 7° 54' 34" OViseu Vista para a Sé e Misericórdia de Viseu.GentílicoViseense
Área507,10 km²
População99 274 hab. (2011)
Densidade populacional
N.º de freguesias25
Presidente dacâmara municipalAlmeida Henriques (PSD)
Fundação do município(ou foral)1123 (foral)
Região (NUTS II)Centro (Região das Beiras)
Sub-região (NUTS III)Dão-Lafões
DistritoViseu
ProvínciaBeira Alta
Oragoorago maior:São Teotónioorago menor:São Mateus
Feriado municipal21 de setembro (São Mateus)
Código postal3510 - Viseu
Sítio oficialwww.cm-viseu.pt
Municípios de Portugal Viseu é uma cidade portuguesa do distrito homónimo, situada na província da Beira Alta, Região das Beiras e sub-região do Dão-Lafões, com cerca de 70000 habitantes[1], sendo a segunda maior cidade da região do Centro de Portugal depois de Coimbra.
É sede de um concelho com 507,10 km² de área[2] e 99 274 habitantes (2011),[1][3] dividido em 25 freguesias.[4] Viseu é centro da Comunidade Intermunicipal de Viseu Dão Lafões, composta por 14 municípios e servindo uma população de cerca de 270 000 habitantes. Este é limitado a norte pelo concelho de Castro Daire, a nordeste por Vila Nova de Paiva, a leste por Sátão e Penalva do Castelo, a sudeste por Mangualde e Nelas, a sul por Carregal do Sal, a sudoeste por Tondela, a oeste por Vouzela e a noroeste por São Pedro do Sul. Para além de sede de distrito e de concelho, Viseu é igualmente sede de diocese e de comarca.
Segundo um inquérito de opinião organizado pela DECO de 2007 sobre qualidade de vida, Viseu é a 17.ª cidade europeia com maior qualidade de vida entre as 76 do estudo, sendo ainda a primeira das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com melhor qualidade de vida.[5] Em 2012 foi considerada, mais uma vez, a cidade portuguesa com melhor qualidade de vida.[6] 2017 é o ano oficial para visitar Viseu. Em 2018, Viseu é "Cidade Europeia do Folclore".Índice1 Símbolos e etimologia
2 História
3 Geografia3.1 Rios
3.2 Clima
3.3 Vegetação
4 População
5 Município e organização administrativa5.1 Freguesias
5.2 Geminações
6 Património6.1 Arqueologia
6.2 Arquitetura militar
6.3 Arquitetura religiosa
6.4 Arquitetura civil
6.5 Igrejas
6.6 Monumentos
7 Cultura7.1 Museus7.1.1 Museu Grão Vasco
7.1.2 Casa Museu Almeida Moreira
7.1.3 Outros museus
7.2 Salas de espetáculo
7.3 Galerias de arte7.3.1 Galerias
7.3.2 Espaços
7.4 Eventos culturais7.4.1 Jardins Efémeros
7.4.2 Outros eventos
8 Economia8.1 Pontos comerciais
9 Turismo, festas e efemérides9.1 Feira de S. Mateus
9.2 Semana Académica
9.3 Alcafache, as Termas de Viseu
9.4 VisitViseu.pt
9.5 Tuk-tuk
9.6 Turismo do Porto e Norte de Portugal
10 Transportes10.1 Vias de comunicação10.1.1 Ligações à cidade
10.2 Funicular de Viseu
10.3 Aeroporto Regional de Viseu
10.4 Autocarros
10.5 Comboios
10.6 Ciclovias urbanas
11 Educação11.1 Agrupamentos de Escola em Viseu
11.2 Instituições de ensino superior11.2.1 Públicas
11.2.2 Privadas
12 Biblioteca Municipal
13 Infraestrutura13.1 Equipamentos
13.2 Espaços industriais
13.3 Parques e jardins
13.4 Fontes
13.5 Espaço Internet
13.6 Segurança
14 Desporto14.1 Futebol
14.2 Voleibol
14.3 Equipamentos municipais
14.4 Full-Contact
15 Gastronomia15.1 Vinhos
15.2 Carne
15.3 Peixe
15.4 Doces
16 Comunicação16.1 Televisão
16.2 Rádio
16.3 Jornais
16.4 Portais de conteúdo e notícias
17 Administração local
18 Política18.1 Resultados eleitorais18.1.1 Eleições autárquicas
18.1.2 Eleições legislativas
19 Serviços19.1 Equipamentos de saúde19.1.1 Em Construção
19.2 Estações de correios
20 Outros20.1 Filhos ilustres
21 Referências
22 Ligações externasSímbolos e etimologia[editar | editar código-fonte]
Há menos de 10 anos foi encontrada uma ara no morro, ocupado pela sé catedral, que permitiu conhecer qual o nome, até aos dias de hoje mais antigo do lugar que viria a ser conhecido como Viseu. A ara votiva tinha uma inscrição latina e a leitura proposta pelo epigrafista Luís Fernandes é a seguinte:
?Às deusas e deuses vissaieigenses. Albino, filho de Quéreas, cumpriu o voto de bom grado e merecidamente.?
Segundo o mesmo especialista a ara datará possivelmente do séc. I e o nome do local seria Vissaium que se transformou em Vis(s)eum (Era Romana) e mais tarde em Viseo (Idade Média), Vizeu e Viseu[7]. Este achado permitiu recuar cinco séculos, uma vez que a forma Viseo, era conhecida por constar em documentos autênticos do séc. VI.
Entre os anos 712 e 1057, período da ocupação muçulmana, Viseu era conhecida por Castro Vesense - Vesi significada "visigodo".
A lenda representada no brasão da cidade, refere-se a o rei Ramiro II de Leão que, em viagem para outras terras, conheceu Sara, a irmã de Alboazar, rei do castelo de Gaia, por quem se apaixonou. Tal foi a paixão que se apoderou do rei, que este raptou Sara. Ao saber do sucedido, o irmão de Sara vingou-se raptando a esposa do rei, D.ª Urraca. Ferido no orgulho, D. Ramiro teria escolhido em Viseu alguns dos seus melhores guerreiros para o acompanharem, penetrando sorrateiramente no castelo, e deixando os guerreiros nas proximidades. Enquanto Alboazar caçava, D. Ramiro conseguiu entrar no castelo e encontrar D.ª Urraca que, sabendo da traição do marido, recusou-se a acompanhá-lo. Quando Alboazar regressou da caça, D. Urraca decide vingar-se do marido mostrando-o ao raptor. Ramiro, aprisionado e condenado à execução, pede para, como último desejo, morrer ao som da sua buzina, que era o sinal que tinha combinado com os soldados para entrarem no castelo. Ao final do sexto toque, os soldados cercam imediatamente o castelo, incendiando-o. Alboazar morreria às mãos dos soldados do rei Ramiro.História[editar | editar código-fonte]
Viriato, herói lusitano
As origens da cidade de Viseu remontam à época castreja. Com a Romanização, ganhou grande importância, quiçá devido ao entroncamento de estradas romanas de cuja existência restam apenas como prova os miliários (passíveis de validação pelas inscrições) que se encontram: dois em Reigoso (Oliveira de Frades), outros dois em Benfeitas (Oliveira de Frades), um em Vouzela, dois em Moselos (Campo), um em São Martinho (Orgens), um na cidade (na Rua do Arco), outro em Alcafache (Mangualde) e mais dois em Abrunhosa (Mangualde); outros mais existem, mas devido à ausência de inscrições, a origem é duvidosa. Estes miliários alinham-se num eixo que parece corresponder à estrada de Mérida (Espanha), que se intersectaria com a ligação Olisipo-Cale-Bracara, outros dois polos bastante influentes. Talvez por esse motivo se possa justificar a edificação da estrutura defensiva octogonal, de dois quilómetros de perímetro - a Cava de Viriato.[8]
Viseu está associada à figura de Viriato, já que se pensa que este herói lusitano tenha talvez nascido nesta região. Depois da ocupação romana na península, seguiu-se a elevação da cidade a sede de diocese, já em domínio visigótico, no século VI. No século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, como a maioria das povoações ibéricas e, durante a Reconquista da península, foi alvo de ataques e contra-ataques alternados entre cristãos e muçulmanos. Foi repovoada por Hermenegildo Guterres, conde de Coimbra, no ano de 868, tendo pertencido a este condado até à última década do século X, aquando da ofensiva de Almançor. De destacar a morte de D. Afonso V rei de Leão e Galiza no cerco a Viseu em 1028 morto por uma flecha oriunda da muralha árabe (cujos vestígios seguem a R. Almeida Henriqued, Largo de Santa Cristina e sobem pela R. Formosa). A reconquista definitiva caberia a Fernando Magno rei de Leão, depois de assassinar em 1037 o legítimo rei Bermudo III (filho de Afonso V) vencedor da batalha de Cesar em 1035 (segundo a crónica dos Godos), no ano de 1058.
Mesmo antes da formação do Condado Portucalense, Viseu foi várias vezes residência dos condes D. Teresa e D. Henrique que, em 1123 lhe concedem um foral. Seu filho D. Afonso Henriques terá nascido em Viseu a 5 de agosto de 1109, segundo tese do historiador Almeida Fernandes. O segundo foral foi-lhe concedido pelo filho dos condes, D. Afonso Henriques, em 1187, e confirmado por D. Afonso II, em 1217.
Viseu foi constituído senhorio pela primeira vez a 7 de julho de 1340, data em que D. Afonso IV o doou a sua nora D. Constança, quando do seu casamento com seu filho sucessor, o futuro D. Pedro I. Por morte desta rainha, seu marido doou o senhorio, a 9 de junho de 1357, a sua própria mãe, a rainha Beatriz de Castela, viúva de D. Afonso IV. Quando D.ª Beatriz morreu, em 1359, o senhorio de Viseu voltou à coroa, até que a 2 de outubro de 1377 o rei D. Fernando I, filho da antedita rainha D.ª Constança, o doou a sua filha natural a condessa D. Isabel, que foi senhora de Viseu até 1383 e aí mandou construir uma torre, onde ficava quando estava na cidade. Com a [[Crise de 1383?1385 em Portugal
|crise dinástica]], o senhorio voltou à coroa, até à criação do ducado de Viseu em 1415.
Já no século XIV, durante a [[Crise de 1383?1385 em Portugal
|crise de 1383-1385]], Viseu foi atacada, saqueada, e incendiada pelas tropas de Castela e D. João I mandou erigir um cerco muralhado defensivo[9] - do qual resta pouco mais que a Porta dos Cavaleiros e a Porta do Soar, para além de escassos troços de muralha - que seriam concluído apenas no reinado de D. Afonso V - motivo pelo qual a estrutura é conhecida pelo nome de muralha afonsina - já com a cidade a crescer para além do perímetro da estrutura defensiva.
No século XV, Viseu é doada ao Infante D. Henrique, na sequência da concessão do título de Duque de Viseu, cuja estátua, construída em 1960, se encontra na rotunda que dá acesso à rua do mesmo nome. Seu irmão, D. Duarte (rei), nasceu em Viseu, a 31 de outubro de 1391. Vista do Largo de Santa Cristina no século XIX, pintura de António José Pereira
No século XVI, em 1513, D. Manuel I renova o foral de Viseu, e assiste-se a uma expansão para atual zona central, o Rossio que, em pouco tempo, se tornaria o ponto de encontro da sociedade, e cuja primeira referência data de 1534. É neste século que vive Vasco Fernandes, um importante pintor português cuja obra se encontra espalhada por várias igrejas da região e no Museu Grão Vasco, perto da Sé.
No século XIX é construído o edifício da Câmara Municipal, no Rossio, trasladando consigo o centro da cidade, anteriormente na parte alta. Daí ao cume da colina, segue a Rua Direita, onde se encontra uma grande parte de comércio e construções medievais.Geografia[editar | editar código-fonte]
Viseu tem uma posição central em relação ao distrito e ao concelho, localizando-se no designado "Planalto de Viseu".
É envolvida por um sistema montanhoso, constituído a norte pelas serras de Leomil, Montemuro e Lapa, a noroeste a serra do Arado, a sul e sudoeste as serras da Estrela e Lousã, e a oeste a serra que mais diretamente influencia esta área, a do Caramulo. O município caracteriza-se por uma superfície irregular com altitudes compreendidas entre os 400 e os 700 m.
Situado numa zona de transição, o concelho apresenta um conjunto de microclimas. A serra do Caramulo, localizada a oeste do concelho, assume um papel de relevo em termos climáticos, ao atenuar as influências das massas de ar de oeste (embora o vale do Mondego[10] facilite a sua penetração). Assim, o clima de Viseu caracteriza-se pela existência de elevadas amplitudes térmicas, com Invernos rigorosos e húmidos e Verões quentes e secos.
A maior extensão do concelho é composta por granitos, sendo esta rocha a principal responsável na formação dos solos existentes. Em menor percentagem ocorrem formações quartezitas e gnaisses do pré-câmbrico e arcaico.Rios[editar | editar código-fonte]
O concelho de Viseu é abrangido pelos seguintes rios:[11]Rio Vouga
Rio Dão
Rio Paiva
Rio Douro
Rio Mondego
Clima[editar | editar código-fonte]
Viseu, como cidade localizada no encaixe entre o Norte e o Centro de Portugal, e "enclausurada" pelas Serras do Caramulo, Buçaco, Estrela, Leomil e Montemuro, tem um clima mediterrânico com influência continental e marítima. O seu clima é caracterizado por invernos frescos a frios, com temperaturas médias mensais entre os 6 °C e os 9 a 10 °C, húmidos, com uma precipitação total de cerca de 499,4 mm, e relativamente ventosos, em especial no mês de Janeiro. A primavera é amena, com alguma precipitação, concentrada nos primeiro dois meses, máxima que podem tocar os 28 a 30 °C e mínima que vão desde os 3 a 5 °C até os 15 °C, em dias de muito calor diurno. O verão é quente e seco, com máximas entre os 22 a 25 °C e os 30 a 33 °C, mínima entre os 12 e os 25 °C. O Outono é húmido e fresco, com bastante precipitação e concentrada nos últimos dois meses da estação. As temperaturas vão desde a mínima na ordem dos 4 a 15 °C, ou mais nos dias de Setembro e máxima que podem ir aos 30 °C em Setembro e os 15 °C no fim de Novembro.
Mais detalhadamente, Janeiro é caracterizado por semanas chuvosas e relativamente frias, podendo ocorrer um nevão ou outro, por vezes até relativamente fortes, intercaladas com alguns dias de céu limpo, algum vento, por vezes forte com rajadas e mínima fria, que pode ser negativa: a temperatura média não oficial é de 6,2 °C e a precipitação média não oficial é de 193,1 mm.
Fevereiro é o mês típico dos aguaceiros como reza o ditado popular, é caracterizado por noites frescas e dias chuvosos com regime de aguaceiros, marcadamente forte quando da proximidade de uma depressão cavada, ventos moderados a fortes e dias amenos: a temperatura média não oficial é de 7,2 °C e a precipitação média não oficial é de 123,4 mm. Março é um mês caracterizado por noites frias, tardes já mais quentes e algum vento, como reza o ditado "Em Março ainda a velha queima o carro e o carril", a precipitação é abundante mas menos presente que nos anteriores meses: a Temperatura média não oficial é de 9,8 °C e a precipitação média não oficial é de 182,3 mm. Abril é um mês novamente chuvoso, pouco ventoso e ameno, com probabilidade de algumas tardes serem já de Verão: a temperatura média não oficial é de 11,9 °C e a precipitação média não oficial é de 104,5 mm. Maio é o mês das trovoadas e da convecção, a presença da humidade e a subida das temperaturas dá uma mistura explosiva para a formação de fortes tempestades pela tarde, com tardes algo ventosas e manhãs amenas, com tardes quentes e nubladas por vezes: Temperatura média não oficial é de 14,3 °C e a precipitação média não oficial é de 93,6 mm.
Junho é um mês calmo, com pouca precipitação, temperaturas algo elevadas e pouca humidade no ar, as tardes são quentes e as manhãs amenas a tropicais(temperatura mínima maior que 20 °C): Temperatura média não oficial é de 18,1 °C e a precipitação média não oficial é de 39,6 mm. Julho é um mês quente, o mais quente do ano, com dias bem calorosos, temperatura acima dos 28 °C, podendo as mínimas serem maiores que 21 °C (tropicais): Temperatura média não oficial é de 20,2 °C e a precipitação média não oficial é de 14,9 mm. Agosto é uma mês menos quentes que Julho ainda assim bem caloroso, mas é o mais seco do ano: Temperatura média não oficial é de 20,0 °C e a precipitação média não oficial é de 22,9 mm. Setembro é um mês ainda bastante quente, mas onde a precipitação faz o seu regresso e começa cada vez mais a marcar os dias: Temperatura média não oficial é de 17,8 °C e a precipitação média não oficial é de 24,8 mm.
Outubro é um mês ameno, noites amenas e dias amenos, com fracas amplitudes térmicas e bastante precipitação: Temperatura média não oficial é de 13,7 °C e a precipitação média não oficial é de 108,0 mm. Novembro é uma mês chuvoso e fresco, com noites frescas e dias amenos, precipitação é abundante e duradoura: Temperatura média não oficial é de 9,6 °C e a precipitação média não oficial é de 163,8 mm. Dezembro é um mês frio, caracterizado por semanas chuvosas em que o sol pode nem sequer aparecer no céu, graças à forte capa nebulosa, é caracterizado por noites frias e tardes frescas, podendo ocorrer um nevão ou outro, não muito forte: Temperatura média não oficial é de 6,8 °C e a precipitação média não oficial é de 193,2 mm.
Dados climatológicos para Viseu (1981-2010)
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)20,022,627,630,333,039,040,540,439,631,227,322,5 40,5
Temperatura máxima média (°C)11,913,816,917,620,626,229,629,626,120,115,112,7 20,0
Temperatura média (°C)7,18,611,011,914,719,021,721,619,014,710,68,5 14,0
Temperatura mínima média (°C)2,23,35,26,28,811,713,813,511,99,16,04,2 8,0
Temperatura mínima recorde (°C)-6,6-7,3-5,4-3,8-0,52,00,66,02,0-2,8-3,6-5,0 -7,3
Precipitação (mm)153,2105,679,0113,6103,035,219,217,866,0147,0155,5203,4 1 198,5
Dias com neve010000000000 1
Fonte: Instituto Português do Mar e da Atmosfera(1981?2010)[12](Records: 1971-2010) 26 de Fevereiro de 2013
Fonte #2: Climate Zone (Dias de neve) [13] 26 de Fevereiro de 2013Vegetação[editar | editar código-fonte]
Viseu tem sido apropriadamente chamada Cidade do Verde Pinho, pois está rodeada de imensos pinheirais.[14] Hoje em dia espécies invasoras exóticas, como os eucaliptos e as mimosas, são mais abundantes. Subsistem, no entanto, extensas manchas de vegetação autóctone, especialmente soutos de castanheiros e carvalhos-negral. Em núcleos restritos, como a Mata do Fontelo, o Parque Aquilino Ribeiro ou a Quinta da Cruz, existem espécies exóticas e endémicas, conferindo à cidade um manto vegetal luxuriante.População[editar | editar código-fonte]Número de habitantes [15]
186418781890190019111920193019401950196019701981199120012011
47 31951 15852 26854 04756 18655 28161 14068 11576 81679 89073 01083 26183 60193 50199 274(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)
Número de habitantes por Grupo Etário [16]
190019111920193019401950196019701981199120012011
0-14 Anos16 58419 02018 18520 03923 32324 92625 53822 76023 74318 56115 78815 159
15-24 Anos10 2709 91010 28411 31112 57414 26014 64712 56014 52714 41414 58910 897
25-64 Anos22 97223 09622 68324 59227 75531 01533 58730 91535 82739 82648 99354 730
= ou > 65 Anos3 1753 5233 4043 9914 5555 3686 1186 7759 16410 80014 13118 488
> Id. desconh183116219141136(Obs.: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente.)
População do concelho de Viseu e população em Portugal[17]
População 1991População 2001Variação 1991/2001Densidade Hab/km²
Viseu83 60193 50111,8186,5
Portugal9 867 14710 356 1175,0112,2
Taxas de Natalidade e Mortalidade em Viseu e em Portugal[18]
Natalidade em 2013 ?Mortalidade em 2013 ?
Viseu7,25,7
Portugal7,910,2Município e organização administrativa[editar | editar código-fonte]
Freguesias[editar | editar código-fonte]
Freguesias do concelho de Viseu
O concelho de Viseu está dividido em 25 freguesias:
Abraveses (expansão urbana)
Barreiros e Cepões
Boa Aldeia, Farminhão e Torredeita
Bodiosa
Calde
Campo (expansão urbana)
Cavernães
Cota
Coutos de Viseu
Fail e Vila Chã de Sá
Fragosela (expansão urbana)
Lordosa
Mundão (expansão urbana)
Orgens (expansão urbana)
Povolide
Ranhados (expansão urbana)
Repeses e São Salvador (expansão urbana)
Ribafeita
Rio de Loba (expansão urbana)
Santos Evos
São Cipriano e Vil de Souto
São João de Lourosa
São Pedro de France
Silgueiros
Viseu (centro)0Geminações[editar | editar código-fonte]
Viseu está geminada com as seguintes cidades:Cidades geminadasDataCidades amigasData
Arezzo22/01/2005 Ciudad Rodrigo-
Marly-le-Roi08/09/1996 Oviedo10/10/2007
Lublin24/11/1998 Stª Maria da Feira-
Campinas08/07/2010 Aveiro-
Rio de Janeiro10/12/2010
Khaskovo07/08/2008
Cantagalo17/11/2008
São Filipe02/05/1994
Matola14/03/2011
Abijão18/09/2011Património[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Património edificado em Viseu
Igreja da Misericórdia de Viseu
Sé de Viseu - Interior
No Largo da Sé está localizada a Igreja da Misericórdia, que data do século XVII, e também existem vestígios da antiga muralha.[19]Arqueologia[editar | editar código-fonte]
Cava de Viriato
Muralha romana de Viseu
Basílica altomedieval de Viseu
Arquitetura militar[editar | editar código-fonte]
Muralhas de Viseu: Porta do Soar e Porta dos Cavaleiros, portas antigas de Viseu
Arquitetura religiosa[editar | editar código-fonte]
Sé de Viseu
Igreja da Misericórdia de Viseu
Igreja dos Terceiros
Igreja do Carmo
Igreja de Santo António (Viseu)
Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Ribeira
Igreja de São Miguel do Fetal
Igreja do Seminário Maior
Capela de Nossa Senhora da Vitória (Viseu)
Capela da Via Sacra
Capela de Nossa Senhora dos Remédios
Capela de São Sebastião
Arquitetura civil[editar | editar código-fonte]
Paço da Torre da rua de D. Duarte (antiga rua da Cadeia)
Casa do Miradouro
Paço dos Três Escalões - ocupado pelo Museu Grão Vasco
Solar dos Condes de Prime - ocupado pelo espaço Internet
Solar dos Condes de Treixedo - ocupado pelo Montepio Geral
Casa de São Miguel
Casa do Rossio
Casa de Henrique Felgar na Cava do Viriato
Casa do Lago na Quinta da Machada (Cava do Viriato)
Solar do Vinho do Dão - Antigo Paço Episcopal
Edifício da Câmara Municipal
Banco de Portugal
Casa da Quinta da Cruz
Palácio dos Melos, Hotel de charme de 5 estrelas
Casa da Sé, Hotel de Charme - Small Luxury Hotel
Museu Grão Vasco
Igrejas[editar | editar código-fonte]
Sé (catedral) de Viseu
Igreja da Misericórdia
Igreja do Carmo - Capela de Santa Cristina
Convento dos Néris - Grande seminário
Capela de São Sebastião
Igreja de Santo António
Capela de Nossa Senhora dos Remédios
Igreja de São Miguel de Fetal
Igreja de São Francisco do Monte
Monumentos[editar | editar código-fonte]
Castro de Santa Luzia ao anoitecer
Monumento de Viriato, em frente à Cava do Viriato
Mamoa 1 da Lameira do Fojo
Porta do Soar
Inscrições sobre a Porta do Soar
Porta dos Cavaleiros
Paço da Torre e a sua janela estilo manuelino
Casa do Miradouro, petro de Sé
Solar dos Peixotos
Solar dos Condes de Prime
Casa Brasonada na Rua 5 de Outubro
Cultura[editar | editar código-fonte]
Estátua do El-Rei D. Duarte, Viseu.Desde o século XVIII, Viseu passou a dispor de duas feiras: a de todas as primeiras terças-feiras de cada mês, que atualmente se realiza às terças-feiras, todas as semanas; e a Feira Franca, anual, cuja referência se tem durante um inquérito realizado para o Dicionário Geográfico de Luís Cardoso, em 1758, em que um cura da cidade afirma que as produções agrícolas da cidade «não só fazem a terra abundante mas sustentam por mais de doze dias, quatro ou cinco mil pessoas que efetivamente habitam nesta cidade pelo tempo da Feira Franca».
Alguns autores atribuem a criação da feira a D. Sancho I (1188) e a sua legalização por D. João I, mas foi D. Duarte que a transferiu para a Ribeira, mais tarde denominado Campo de Viriato, e para o dia 21 de setembro, dia de São Mateus. A feira seria suspendida até ao restabelecimento por D. Afonso V, agora de duração de 15 dias, e com início a 20 de Outubro, a decorrer novamente dentro da Cava. Já no reinado de D. Manuel I, a feira é deslocada para o Rossio de Santo António, atual Praça da República e, mais tarde, transladada para o Campo de Viriato, desta vez a decorrer entre 5 de outubro e 8 de setembro. Nos dias de hoje, a Feira Franca também é conhecida por Feira de São Mateus. Teatro Viriato
Cine Clube de Viseu
Museus[editar | editar código-fonte]
Museu Grão Vasco[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Museu Grão Vasco
As pinturas de Vasco Fernandes e de outros artistas da escola de Viseu, são apreciadas pelo seu naturalismo e pelas paisagens de fundo. O tratamento da luz revela uma influência flamenga. No terceiro piso do museu são exibidas as obras-primas que outrora adornavam um retábulo da catedral.Casa Museu Almeida Moreira[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Casa Museu Almeida Moreira
O museu está instalado na casa que foi residência do capitão Francisco António de Almeida Moreira, a qual, com o recheio constituído por biblioteca e peças várias, pinturas, mobiliário, porcelanas e escultura, doou para museu-biblioteca patente ao público.Outros museus[editar | editar código-fonte]
Museu de Arte Sacra na Sé de Viseu
Casa da Ribeira - museu do artesanato
Eco Museu Torredeita
Casa da Lavoura e Oficina do Linho - Museu Etnográfico - Várzea - Calde
Museu Etnográfico de Silgueiros
Museu Etnográfico de Vila Chã de Sá
Museu do Quartzo
Casa das Memórias
Quinta da Cruz
O edifício do Museu Grão Vasco
Detalhe do São Pedro por Vasco Fernandes
Adoração dos Magos por Grão Vasco
Museu do Quartzo
Salas de espetáculo[editar | editar código-fonte]
NomeLocalCapacidade (em lugares)Outros
Teatro ViriatoLargo Mouzinho de Albuquerque350-
Pavilhão Multiusos de ViseuCampo de Viriato2500Em upgrade técnico e restyling global
Auditório Mirita Casimiro (Cine Clube de Viseu)Rua Alexandre Lobo250-
Viseu ArenaCampo de Viriato4000Atual Pavilhão Multiusos; abertura em 2018Galerias de arte[editar | editar código-fonte]
Viseu tem três galerias de arte contemporânea e três espaços de exposição de arte contemporânea:Galerias[editar | editar código-fonte]
NomeLocal
António HenriquesRua Cândido Reis
4 MontrasRua Nossa Sra. Fátima
Mitóarte - escola e galeria de arteRua do CalvárioEspaços[editar | editar código-fonte]
LocalCapacidade (em lugares)TipoOutros
Pavilhão MultiusosCampo de Viriato2500Exposições temporáriasEm upgrade técnico e restyling global
Teatro ViriatoLargo Mouzinho de Albuquerque250-
Auditório Mirita CasimiroRua Alexandre Lobo250Eventos culturais[editar | editar código-fonte]
Jardins Efémeros[editar | editar código-fonte]
Viseu tem vindo a assistir a uma forte renovação da sua oferta cultural. O melhor exemplo é o Festival Jardins Efémeros,[20] evento único em Portugal, que promove o encontro entre o público e novas formas expressão artística. Durante este festival, levado a cabo anualmente, em finais de julho, todo o Centro Histórico de Viseu é transformado num jardim acolhendo o talento de diversos criadores portugueses e internacionais. A utilização de espaços icónicos como a Sé de Viseu, Misericórdia, museus, capelas, jardins, logradouros, praças, o edificado do centro histórico (casas, lojas e edifícios industriais), reforça o carácter urbano do festival, valorizando o património da cidade de Viseu.Em cada edição, o Festival Jardins Efémeros, apresenta uma oferta variada ao nível das artes plásticas e visuais, literatura, mercados, oficinas, música, som, teatro, dança, arquitetura, cinema, conferências e debates. Entre outros, já passaram por este evento nomes como: Nils Frahm; Robert Henke; Francisco Lopéz; Puce Mary; Holly Herndon; Anita Ackermann; Pedro Rebelo; Paus; Dead Combo; Lubomyr Melnyk; Robin The Fog; Sensible Soccers; Hands on Sound; Mikhail Karikis; The Legendary Tigerman. O Festival Jardins Efémeros é já considerado a mais completa realização multidisciplinar de arte contemporânea da região centro e interior de Portugal.[21]Outros eventos[editar | editar código-fonte]
Agenda Vinhateira: Estão incluídos festivais culturais variados ligados à música, arte, gastronomia, prova de vinhos e muito mais, várias vezes ao ano, sempre direcionados para a promoção de Viseu como cidade vinhateira e do vinho do Dão. O Mercado 2 de maio é um dos principais palcos deste complexo cultural, assim como a Rua Formosa, transformada numa adega a céu aberto durante o " Entre Aduelas". Este festival decorre na primavera sob a nomenclatura de "Tons da Primavera", no inverno como " Vinhos de Inverno" e no outono como "Festa das Vindimas".
Festival de Street Art: Incluído na programação do Festival Tons da Primavera de 2015. Consiste na atuação de artistas de arte urbana em fachadas de edifícios um pouco por toda a cidade, sob a temática "Vinho e primavera". Na primeira edição os artistas convidados foram Aka Corleone, Fidel Évora, Draw, Marco Mendes, Mariana a miserável, Martinho Costa e Mesk.
Festival de Teatro: Promovido pelo Teatro Viriato, em articulação com a Câmara Municipal de Viseu em associação com dezenas de companhias artísticas viseenses, e de todo o país. Decorre durante cerca de um mês, entre maio de junho, e consiste na realização de dezenas de peças teatrais no próprio teatro Viriato e ao largo de toda a cidade de Viseu. Esta iniciativa cultural vai já na sua 16° edição.
Festival de Música da Primavera: Resulta da parceria entre a Câmara Municipal de Viseu e o Conservatório de Música Dr. José de Azeredo Perdigão, este evento conta com uma programação diversificada, com concertos, masterclasses, concursos e outros momentos de elevada qualidade musical.
Festa do 2 de maio: Celebração da chegada das tropas liberais a Viseu após a Vitória na única guerra civil da História de Portugal. O ponto alto das festas é a recriação histórica, que termina no Mercado 2 de maio, na baixa da cidade.
48 ShortMedia: Curtas metragens. [22]
Viseu A..: Com espetáculos diversos, focados na atividade teatral, sendo promovido Pelo Teatro Viriato em colaboração com a Câmara Municipal de Viseu, assim como muitas instituições artísticas e de várias outras índoles em todo o conselho de Viseu, e nos conselhos limítrofes.
Festival de Jazz de Viseu: Concertos de Jazz[23]
Shortcutz Xpress Viseu: Projeto internacional de curtas metragens [24]
CNC - Cinema na Cidade: Projeção de cinema na Praça D. Duarte [25]
Vista Curta: Festival de curtas metragens amadoras
Festival Internacional de Piano de Viseu: Teve a sua primeira edição em 2015, incluído na programação do Festival de Música da Primavera
Meia Maratona do Dão, Corrida da Emoção.
Economia[editar | editar código-fonte]
Centro comercial Fórum Viseu
Viseu caracteriza-se como um centro administrativo, de comércio e de serviços. O sector agrícola ocupa apenas 2% da população ativa, em especial na produção hortícola, fruta, designadamente maçã e viticultura, especialmente os vinhos maduros DOC Dão e os verdes de Lafões. Até à década de 1980, houve a extração de minério de tungsténio e quartzo na exploração mineira do Monte de Santa Luzia, para alimentação da ENU - Empresa Nacional de Urânio e dos Fornos Elétricos de Canas de Senhorim, entretanto desativada.
O sector secundário, com uma atividade centrada em empresas de média dimensão, ocupa 16% da população. A indústria viseense produz, essencialmente, têxteis e têxteis-lar, mobiliário, metalurgia, máquinas e equipamentos industriais, agroquímicos e componentes automóveis. Importante, igualmente, a indústria da construção civil. O setor de serviços ocupa 83% da população.Pontos comerciais[editar | editar código-fonte]
A cidade de Viseu possui diversas áreas comerciais, entre as quais:[26]Palácio do Gelo Shopping: Inaugurado oficialmente a 15 de Abril de 2008, este é o 3 maior centro comercial de Portugal a área comercial (175 000 m²) . Possui 164 lojas. Conta como lojas âncoras o Hipermercado Jumbo, Fnac (2.ª maior do país), Rádio Popular (a maior do país), Izi, C&A, H&M, Sport Zone, T&R, Natura, Polar e Brincar e ForLife, e Desigual. Das seis salas de cinema ZON Lusomundo, uma delas tem equipamento 3D. As principais atrações são o Bar de Gelo (único em Portugal), a Pista de Gelo e ainda os Terraços Panorâmicos com vista para as Serras da Estrela e Caramulo. Catarina Furtado é a 'imagem' do centro comercial:[27]
Fórum Viseu: Aberto desde o feriado municipal de 2005, esta área comercial junta 82 superfícies comerciais, com a beleza do centro da cidade e também do Rio Pavia.
Viseu Retail Park: Conta com quinze lojas. Situado na freguesia de Fragosela, foi aberto em Maio de 2007.
Fachada do Palácio do Gelo
Interior do Palácio do Gelo
Jato de água e pontes pedestres interiores do Palácio do Gelo
Centro Comercial Fórum Viseu
Turismo, festas e efemérides[editar | editar código-fonte]
Feira de São Mateus 2017 - 625 anos
Feira de S. Mateus[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Feira de São Mateus (Viseu)
A Feira Franca foi criada por D. Sancho I em 1188 (não tendo esse nome inicialmente),[28] havendo documentação a partir de 1392, passando mais tarde no século XVI a chamar-se Feira de S. Mateus. A história diz que a Feira Franca foi uma prenda de D. João I de Portugal, Mestre de Avis, por Viseu ter sido a única cidade portuguesa a estar a seu lado na crise de 1383-1385. A sua ligação a Viseu não acaba aqui, tendo o seu filho D. Duarte nascido aqui e os seus filhos D. Henrique e D. Fernando sido os primeiros duques de Viseu.
Numa área de 18 000 m² estão presentes centenas de expositores e feirantes representando todos os setores de atividade.
Depois de na edição de 2016 ter ultrapassado o milhão de visitantes, em 2017 a Feira comemora 625 anos e pretende continuar a afirmar-se como o maior evento da região.
0Semana Académica[editar | editar código-fonte]
A Semana Académica de Viseu, ocorrendo normalmente na segunda quinzena de Maio, arrasta até à cidade milhares de pessoas para participarem nas diversas atividades, quer sejam familiares dos estudantes das diversas instituições de ensino superior, quer meros turistas curiosos. Não tendo uma tradição tão antiga como as suas congéneres de Coimbra, Lisboa, Porto ou Évora, a Academia de Viseu, já com cerca de 11 000 alunos, promove eventos como a Serenata Monumental, o Cortejo Académico, o Encontro de Tunas ou a Bênção das Pastas que se constituíram momentos importantes do calendário cultural da cidade.Alcafache, as Termas de Viseu[editar | editar código-fonte]
As Termas de Alcafache Spa Termal são um dos principais centros de atração turística do concelho de Viseu, recebendo anualmente milhares de visitantes oriundos de todos os cantos do País que aqui vêm com o objetivo de realizar curas termais e programas de bem-estar. As propriedades da água sulfurosa de Alcafache que brota a mais de 50º são já uma referência no setor termal e que em muito contribuíram para que Viseu tenha sido considerada uma das cidades com maior qualidade de vida na Europa.VisitViseu.pt[editar | editar código-fonte]
Em 2016 a Câmara Municipal de Viseu lança durante a BTL 2016 em Lisboa o website turístico «VisitViseu.pt». visitviseu.p para promover o turismo mundialmente com o objetivo de atrair o máximo de turistas à cidade. O website está disponível em Português e Inglês.Tuk-tuk[editar | editar código-fonte]
O Tuk-tuk é uma motorizada com capacidade para 3 pessoas permitindo descobrir a cidade de Viseu. O veículo, com motivos inspirados no painel de azulejos da autoria do mestre Joaquim Lopes, parte do Largo General Humberto Delgado para dar a conhecer a cidade histórica, a cultura e a gastronomia, com destaque para o vinho do Dão. À disposição do turista estão circuitos que passam, por exemplo, pela Quinta da Cruz, percorrem o centro histórico e passam por quintas e produtores.Turismo do Porto e Norte de Portugal[editar | editar código-fonte]
A 27 de outubro de 2016, foi anunciado que o município de Viseu passaria a integrar a rede do Turismo do Porto e Norte de Portugal, no âmbito de um protocolo aprovado por unanimidade na reunião de Câmara.
Segundo o presidente da Câmara Almeida Henriques, atualmente "grande parte do crescimento" que tem sido verificado em Viseu ao nível do turismo deve-se a "turistas que vêm do Norte, do aeroporto Francisco Sá Carneiro".[29]Transportes[editar | editar código-fonte]
Viseu é conhecida como a "Cidade das Rotundas" e é considerada uma referência europeia no que ao planeamento urbano e construção de infraestruturas diz respeito.[30]A capital portuguesa está localizada a 292 km, enquanto que a cidade de Porto está localizada a 133 km de Viseu.[31] Mapa de Viseu e freguesias
Vias de comunicação[editar | editar código-fonte]
A requalificar1ª Circular Sul, ligação Ramalhosa - Rio de Loba à EN16.
1ª Circular Norte, ligação EN229 - ligação Ramalhosa.
Duplicação da EN229 desde a 1ªCircular Norte à rotunda do Sátão . (em requalificação)
Requalificação da EN229 entre a Rotunda do Sátão e o cruzamento para o Parque Industrial de Mundão.
Duplicação da EN2 desde o Lidl - Repeses até ao Bairro de Sta. Eulália.(1ªa fase finalizada)
Duplicação da EN16 desde o IP5 - Pascoal até à Avenida da Europa - Abraveses (em requalificação).
Duplicação da EN231 desde a rotunda de Teivas - S. João de Lourosa até ao Palácio do Gelo - Ranhados.
Ligações à cidade[editar | editar código-fonte]
A cidade é servida por uma complexa e completa rede viária, fazendo a ligação a todos os concelhos do distrito, bem como aos portos próximos, às fronteiras espanholas em Vila Verde da Raia e Vilar Formoso e às principais cidades portuguesas.A25 - (Aveiro até Vilar Formoso) Concluída em 2006, e sendo uma das mais importantes auto-estradasportuguesas, a A25 tem quatro saídas disponíveis para a entrada na cidade: Viseu Norte (IP5), Viseu (A24), Viseu / Nelas (EN231), Viseu Este (IP5).
A24 - (Viseu até Chaves) Tal como a A25, tem quatro saídas disponíveis para a cidade: Moselos (EN16), Viseu Norte (IP5), Viseu (A25). Quando estiver pronto o último troço desta auto-estrada que ligará Viseu a Coimbra, reduzirá a distância entre estas duas cidades para 70 km. O traçado deste último troço da A24 passará a oeste do atual IP3, passando por Vale de Besteiros, Mortágua e Souselas, utilizando apenas alguns trechos do atual IP3.
IP3 - (Coimbra até Viseu) Com início num dos nós da A1, o IP3 percorre os distritos de Coimbra e Viseu. Esta estrada será totalmente substituída, aquando da conclusão da A24.
IP5 - Aquando da inauguração da A25, foi desqualificado da rede nacional de estradas. Usado ainda para ligação a alguns pontos da cidade. Apelidada anteriormente de Estrada da Morte, servirá da circular à cidade na concessão futura
EN229 - Ligação de Viseu ao Sátão, sendo uma das entradas da cidade com mais tráfego, encontra-se a sofrer uma requalificação até ao Parque Industrial de Mundão (construção de 7 rotundas pela EP: PEM, Mundão, Catavejo, IP5, Travassós de Cima, 1ª Circular, Guimarães). Já possui duas vias desde a 1ª Circular até à Estrada de Circunvalação.
IC37 - Ligação de Viseu a Seia, substituindo a EN231 que faz o mesmo percurso, sendo esta construída em perfil de via rápida, com três vias - perfil 1X1 com via de lentos em subida - (ligando o nó da A25 em Viseu ao nó do IC6 / IC7 em Seia).
EN337 - Ligação de Viseu a Vouzela e a Carregal do Sal.
EN323 - Ligação de Viseu a Vila Nova de Paiva.
Funicular de Viseu[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Funicular de Viseu
O funicular de Viseu liga a zona alta junto ao Adro da Sé ao Campo de Viriato (campo da Feira de S. Mateus).Funicular de Viseu
A via do funicular, com a igreja da Misericórdia como fundo
O trajeto completo, com a zona de cruzamento
Aeroporto Regional de Viseu[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Aeroporto Regional de Viseu
O Aeroporto Gonçalves Lobato é uma estrutura que tem de momento uma pista asfaltada de 1200 m de comprimento com 30m de largura.[32] Desde 17 de dezembro de 2015, é possível viajar de Bragança para Portimão (e vice-versa), sendo que o voo faz escalas em Vila Real, Viseu e Cascais. Os passageiros podem sair em qualquer um destes destinos e a viagem tem a duração de 2h20min. A partir de março de 2016, haverá 2 voos diários.[33]
Desde 11/09/2017 tem certificação para voos noturnos.Autocarros[editar | editar código-fonte]
Viseu tem 24 linhas de autocarros urbanos integrados no sitesma de Mobilidade Urbana de Viseu (MUV).[34] Tem mais duas linhas de mini autocarros elétricos que não têm paragens pré definidas (linhas azuis): a 1ª circula pelo centro, passando pelos mais importantes pontos comercias e históricos; a 2ª liga a Central de Camionagem ao Hospital de São Teotónio.Comboios[editar | editar código-fonte]
Atualmente, Viseu, em conjunto com Bragança e Vila Real, é uma das únicas capitais de distrito dos países da antiga União Europeia dos quinze, que não tem uma serventia ferroviária. Contudo, a cidade já foi servida diretamente por 2 ferrovias de via estreita, que estão atualmente encerradas: a Linha do Dão, entre Santa Comba Dão e Viseu, que fechou em 1989, e a Linha do Vouga, entre Espinho e Viseu, na qual o troço Sernada do Vouga - Viseu encerrou em 1990. O edifício principal da estação de Viseu, terminal destas 2 linhas ferroviárias, foi demolido em 1994.
Em 2015, o Governo confirmou uma linha ferroviária que passaria por o Porto de Aveiro, Viseu e Vila Franca das Naves, onde encaixará na Linha da Beira Alta, seguindo depois para Espanha. A decisão está tomada e se a solução encontrada ficar abaixo dos 1,4 mil milhões de euros será uma realidade.[35]Ciclovias urbanas[editar | editar código-fonte]
A primeira rede de ciclovias urbanas de Viseu nasce em 2018. Esta nova rede ligará o Centro Histórico e principais pontos de uso da população. Um primeiro grande passo do ?MUV? (Mobilidade Urbana de Viseu). Numa primeira fase, e até 2018, o circuito vai ter uma extensão de seis quilómetros e abranger o núcleo da cidade.
No futuro, o objetivo é o de chegar aos 66 quilómetros já que a rede, que integra o novo sistema de mobilidade suave em Viseu (MUV), contempla mais duas fases que farão a ligação às freguesias do concelho.
A ciclovia com os seis quilómetros vai ligar os pontos da cidade de utilização mais intensiva, como escolas secundárias e de ensino superior, o hospital, a central de camionagem, os parques verdes e a ecopista, assim como algumas ruas e praças do Centro Histórico.
Tudo isto num investimento superior a 3,5 milhões de euros, com fundos do Portugal 2020.[36]Educação[editar | editar código-fonte]
As Escolas Básicas ofertam o ensino básico - 1.º ciclo de Viseu, sendo frequentadas por 4527 alunos..[37] Possui também oferta de Educação Pré-Escolar pública em estabelecimentos de educação e ensino (Jardins de infância e Escolas Básicas).
Ao nível do ensino secundário, existem três escolas: Alves Martins, Viriato e a Escola Secundária Emídio Navarro.
Ao nível do 2º e 3º ciclo existem oito escolas públicas: EB 2,3 Azeredo Perdigão, EB 2,3 Grão Vasco, EB 2,3 do Viso, EB 2,3 Infante D. Henrique, EB 2,3 de Silgueiros, EB 1,2 João de Barros, EB 2,3 de Mundão e EB 2,3 de D. Duarte.
Para além destas, funcionam três colégios privados: Colégio da Via Sacra, Colégio da Imaculada Conceição e EBIS Jean Piaget.Agrupamentos de Escola em Viseu[editar | editar código-fonte]
Agrupamento de Escolas Viseu Norte
Agrupamento de Escolas do Viso
Agrupamento de Escolas de Grão Vasco
Agrupamento de Escolas do Infante D. Henrique
Agrupamento de Escolas do Mundão
Viseu dispõe igualmente de ensino profissional na Escola Profissional Mariana Seixas, na Escola Profissional de Torredeita e na Profitecla.Instituições de ensino superior[editar | editar código-fonte]
Públicas[editar | editar código-fonte]
Instituto Politécnico de Viseu
Privadas[editar | editar código-fonte]
Escola Superior de Educação Jean Piaget
Escola Superior de Saúde Jean Piaget
Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Viseu
Universidade Católica Portuguesa
Biblioteca Municipal[editar | editar código-fonte]
A Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva fica situada na Rua Aquilino Ribeiro. Foi inaugurada no dia 31 de Maio de 2002.[38]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Parque da Cidade
Equipamentos[editar | editar código-fonte]
Salas de estudo
Arquivo Municipal e Distrital
Funicular
Nova Feira Semanal
Espaços industriais[editar | editar código-fonte]
Parque Empresarial de Lordosa
Parque Empresarial de Mundão
Parque Industrial de Coimbrões
Parques e jardins[editar | editar código-fonte]
Quinta da Cruz
Parque Urbano da Aguieira
Parque Linear do Pavia
Parque do Fontelo
Jardim das Mães
Jardim de Santa Cristina
Jardim Santo António
Jardim do Paço dos Bispos
Jardim Tomás Ribeiro
Parque Aquilino Ribeiro
0Antiga Ecopista do Dão junto à Estação de Figueiró (freguesia de São Cipriano)
Quinta da Cruz
Salamandra no parque do Fontelo
Jardim Tomás Ribeiro Espaço Internet de Viseu
Fontes[editar | editar código-fonte]
Fonte de S. Francisco
Fonte Joanina
Fonte das Três Bicas
Espaço Internet[editar | editar código-fonte]
A cidade de Viseu tem um Espaço Internet situado no Solar dos Condes de Prime.[39]Segurança[editar | editar código-fonte]
Bombeiros Municipais na Praça D. João I
Bombeiros Voluntários na Quinta da Ribeira, Rio de Loba
Polícia Municipal no Pavilhão Multiusos
Polícia de Segurança Pública no Bairro do Serrado
Guarda Nacional Republicana em Abraveses
Proteção Civil de Viseu
Desporto[editar | editar código-fonte]
Futebol[editar | editar código-fonte]
As equipas de futebol de Viseu são o Académico de Viseu Futebol Club, Lusitano Futebol Clube de Vildemoinhos,[40] o Sport Viseu e Benfica,[41] Viseu 2001, Clube Futebol Os Repesenses, Futebol Clube de Ranhados, Grupo Desportivo de Abraveses, Viseu United Football Club e Dínamo da Estação (camadas jovens).
Os estádios de Viseu são o Estádio do Fontelo, localizado no parque Florestal do Fontelo, e o Estádio dos Trambelos, em Vildemoinhos.Voleibol[editar | editar código-fonte]
Viseu, para além das equipas de voleibol associadas ao Desporto Escolar, conta com o CARDES (equipa federada que integra campeonatos nacionais), cujos treinos e jogos decorrem no Pavilhão do Fontelo.Equipamentos municipais[editar | editar código-fonte]

Ecopista de Viseu
Estádio do Fontelo
Estádio dos Trambelos
Campo Alves Madeira
Campo 1º de Maio
Campo da Quinta da Cruz
Campo de Futebol de Sete do Fontelo
Pavilhão Polidesportivo do Fontelo
Complexo Municipal de Piscinas do Fontelo
Campo de Ténis do Fontelo
Polidesportivo do Fontelo
Campo de Futebol de Cinco do Fontelo
Pavilhão de Judo do Fontelo
Circuito de Manutenção do Fontelo
Pista de Corta-Mato
Campo/Zona de lançamentos
Cerca de 90 polidesportivos espalhados pelo concelho
Pavilhão Desportivo Via Sacra
Pavilhão Desportivo / Piscina - Vilabeira - Repeses
Pavilhão Desportivo INATEL
Pavilhão Desportivo Folgosa - Lordosa
Pavilhão Desportivo do RI 14Full-Contact[editar | editar código-fonte]
Modalidade desportiva promovida pela Associação Full-Contact de Viseu com sede na Quinta da Carreira, Freguesia de São José em Viseu, no âmbito da sua longa e relevante atividade que, rapidamente se expandiu para além do distrito, dinamizando a pratica do Full-contact e mobilizando milhares de atletas de todos os distritos do país, originou assim, a fundação, também em Viseu, da Federação Portuguesa de Full-Contact.
Dos eventos realizados pela Associação Full-Contact de Viseu, destaca-se pela sua dimensão e representatividade internacional o Troféu Feira de São Mateus Ultimate Full-Contact realizado anualmente no Campo de Viriato inserido no programa da Feira de São Mateus.Gastronomia[editar | editar código-fonte]
Como toda a cozinha portuguesa, a gastronomia de Viseu é muita rica,é variada e baseia-se numa tradição que se mantém viva.[42][43]Vinhos[editar | editar código-fonte]
Vinho do Dão
Vinho Regional Beiras
Carne[editar | editar código-fonte]
Vitela assada com arroz de forno
Cabrito assado
Rojões com morcela e bauus cozidas
Rancho à moda de Viseu
Entrecosto com grelos e chouriço caseiro
Arroz de feijão
Arroz de carqueja
Peixe[editar | editar código-fonte]
Bacalhau à lagareiro
Trutas de escabeche
Bacalhau assado na brasa
Doces[editar | editar código-fonte]
Castanhas de ovos de Viseu
Doces de ovos de Viseu
Lampreia de ovos
Pão de ló
Leite creme
Arroz-doce
Pastéis de feijão
Pastéis de Vouzela
Viriato.
Comunicação[editar | editar código-fonte]
Televisão[editar | editar código-fonte]
A cidade de Viseu tinha uma televisão regional, a Viseu TV, a funcionar na Internet desde 2006 até acabar com as suas emissões em 2011. O site apresentava informações da região, mas dava igualmente atenção às atividades de índole sócio-cultural, económica e desportiva da região de Viseu.Rádio[editar | editar código-fonte]
O concelho possui diversas emissoras de rádio de âmbito local e regional entre elas:[44]Cidade FM Viseu - 102.8
Estação Diária - 96.8
Rádio Sim Viseu - 103.6/106.4
RCI (Rádio Clube do Interior) - 105.5
RFM - 91.7 / 104.6
M80 Penalva do Castelo - 95.6
Jornais[editar | editar código-fonte]
Viseu possui diversos jornais impressos diários, semanais ou bisemanais:[44][45]Viseu Global - Jornal diário Digital -www.viseuglobal.pt
Notícias de Viseu-www.noticiasdeviseu.com
Diário de Viseu
Notícias da Região
Voz das Beiras
Jornal do Centro
Tribuna de Lafões
Gazeta da Beira
Jornal da Beira
Portais de conteúdo e notícias[editar | editar código-fonte]
Portal Viseu
Administração local[editar | editar código-fonte]
CargoNomePartido
Presidente da Câmara MunicipalAlmeida HenriquesPSD
Vice-Presidente da Câmara MunicipalJoaquim SeixaPSDVereadores
NomeCargoPartido
Odete PaivaTurismo, CulturaPSD
João Paulo GouveiaAgriculturaPSD
Guilherme AlmeidaJuventude, DesportoPSD
José JunqueiroSem PelouroPS
João Paulo RebeloSem PelouroPS
Rosa MonteiroSem PelouroPS
Hélder AmaralSem PelouroCDS-PPPolítica[editar | editar código-fonte]
Resultados eleitorais[editar | editar código-fonte]
Eleições autárquicas[editar | editar código-fonte]
Partidos%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V
19761979198219851989199319972001200520092013
CDS-PP35,7437,5430,7338,0434,1310,218,2-6,2-4,5-5,2-9,61
PPD/PSD30,0332,6335,8435,9438,4449,0554,7662,1756,9662,1746,45
PS24,5220,8221,3214,9121,9234,3332,2324,4230,6326,3226,83Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]
Partido%
19761979198019831985198719911995199920022005200920112015
CDS-PP35,0221,7121,296,756,7013,1611,2010,939,0813,1713,30
PPD/PSD32,4636,4136,7065,4961,2541,0544,1051,3440,1338,5148,54
PS21,0120,4419,4531,6019,7718,4625,0540,8536,8531,3038,7931,3723,8128,39
PCP/APU/CDU2,205,345,154,164,532,501,791,562,351,372,282,662,923,58
UDP1,121,250,700,440,560,320,27
AD66,9768,69
PRD12,251,700,34
PSN1,570,180,24
B.E.2,082,284,819,084,158,49
PAN0,790,88
PàF49,78Serviços[editar | editar código-fonte]
Equipamentos de saúde[editar | editar código-fonte]
Viseu é uma cidade que conta com um hospital central, com uma clínica privada e três centros de saúde (desdobrados agora em cinco USF):Hospital de São Teotónio
Clínica Privada
USF: Grão Vasco, Viriato e USCSP Dom Duarte, na CS3 em Jugueiros, com capacidade para 15.000 pessoas
USF: Infante Dom Henrique, Viseu Cidade, Lusitana e UCSP Coração de Viseu
Sta. Maria, no edifício da segurança social, com capacidade para 20.000 pessoas
Hospital CUF Viseu, junto ao Palácio do Gelo[46]
Em Construção[editar | editar código-fonte]
USF: Centro Histórico de Viseu na Casa das Bocas, no Centro Histórico de Viseu com capacidade para 2.000 pessoas.[47]
Edifício da Segurança Social Hospital de São TeotónioA taxa média de mortalidade infantil é mais baixa no concelho de Viseu, é de 3,7?, do que na região de Dão-Lafões, é de 4,8?, o mesmo se registando para o indicador número de médicos por 1000 habitantes com o valor de 3,8? no concelho e de 1,7? na região.[48]Estações de correios[editar | editar código-fonte]
Viseu é servida por oito estações de correios, estando uma situada no centro, outra na vila de Torredeita e as outras 6 em grandes zonas habitacionais (Abraveses, Ranhados, São José, Coração de Jesus, Jugueiros, Viriato), faltando apenas uma na freguesia de Rio de Loba que é a segunda maior do concelho.Outros[editar | editar código-fonte]
Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]
Viseenses notórios
Naturais do distrito de Viseu
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