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Desenvolvimento

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Cubatão

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"Vale da vida""Rainha da serra"
Vista parcial de Cubatão a partir da Serra do MarBandeiraBrasãoHino
Aniversário9 de abril
Fundação12 de agosto de 1833 (185 anos)
Emancipação9 de abril de 1949 (70 anos)
Gentílicocubatense
Prefeito(a)Ademário da Silva Oliveira (PSDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Cubatão em São PauloCubatão Localização de Cubatão no Brasil
23° 53' 42" S 46° 25' 30" O23° 53' 42" S 46° 25' 30" O
Unidade federativaSão Paulo
Região intermediária
São Paulo IBGE/2017 [1]Região imediata
Santos IBGE/2017Região metropolitanaBaixada Santista
Municípios limítrofesSanto André, Santos, São Bernardo do Campo e São Vicente.
Distância até a capital68 km[2]
Características geográficas
Área142,281 km² [3]
População129 760 hab. (SP: 58º) ?  estimativa IBGE/2018[4]
Densidade912 hab./km²
Altitude4 m
Climasubtropical Cfa
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,735 alto PNUD/2010[5]
PIBR$ 6 502 940,942 mil (BR: 55º) ? IBGE/2008[6]
PIB per capitaR$ 50 922,78 IBGE/2008[6]
Página oficial
Prefeiturahttp://www.cubatao.sp.gov.br/Cubatão é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana da Baixada Santista, microrregião de Santos. A população estimada no ano de 2018 foi de 129 760[4] habitantes. A cidade ocupa 142,3 km² de área, o que resulta numa densidade demográfica de 830,91 hab/km². É o único município da Baixada Santista que não é litorâneo.
Faz divisa com os municípios de Santo André, ao norte, Santos, ao leste, a Baía de Santos, ao sul, São Vicente, a sudoeste e São Bernardo do Campo, a noroeste.
Com um grande parque industrial, Cubatão enfrentou no passado a ameaça constante da poluição. Na década de 1980, foi considerada pela ONU como a cidade mais poluída do mundo. Contudo, com a união de indústrias, comunidade e governo, a cidade conseguiu controlar 98% do nível de poluentes no ar.
Por isso, em 1992 recebeu da ONU o título de "Cidade-símbolo da Recuperação Ambiental".[7]Índice1 Etimologia
2 História2.1 Tragédias
3 Demografia3.1 Tipo físico da população
4 Comunicações
5 Pontos turísticos
6 Ver também
7 Referências
8 Bibliografia
9 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
A etimologia do nome Cubatão tem sido muito discutida.
Uma das etimologias adotadas tem sido do árabe-africano ou afro-árabe: Cubata "rancho", com a desinência portuguesa, do aumentativo: Ão, formando Cubatão ou "rancho grande".
A outra do hebraico-africana, é a do hebraico: Cuba "fortificação, distrito fortificado, torre" e Taon "duplicidade, dualidade, duplo", formando o vocábulo Cubataon, como aparece em velhos documentos, com o significado de "torre ou fortificação dupla" ou "distrito fortificado duas vezes ou duplo".[8]História[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: História de Cubatão
É ponto pacífico entre os estudiosos que a região do atual município de Cubatão foi ocupada, há pelo menos 7 000 anos, pelo chamado Homem do Sambaqui: eram grupos seminômades, que tinham sua vida cotidiana ligada ao mangue, donde tiravam sua subsistência, marcada por siris, conchas bivalves, berbigões e peixes, os quais aproveitavam para desenvolver sua manufatura de peças mistas ? líticas e orgânicas ? caracterizadas por ferramentas de pedra polida do Mesolítico, adornos e outros equipamentos (DUARTE,1968).
No século XIX, esses monumentos pré-históricos foram visitados pelo imperador dom Pedro II, exímio naturalista, que deles se encantou; no século XX, foram alvos de estudos por parte da Universidade de São Paulo e atraíram inclusive a atenção de Paul Rivet, o lendário diretor do Museu do Homem de Paris e "pai" da moderna Antropologia americana (RIVET, s/d).
Na disputa pela ocupação do espaço do litoral, há aproximadamente mil anos, os índios, oriundos do Planalto Brasileiro, desceram a Serra do Mar e se estabeleceram temporariamente na Baixada, donde retiravam peixe e sal; neste estabelecimento, faziam diversas viagens entre o planalto e o litoral e abriram diversos caminhos na Muralha do Atlântico que, segundo se fala, iam do litoral até a Cordilheira dos Andes. O mais conhecido desses caminhos era o Caminho do Piaçaguera de Cima, que, desse lugar, subia a serra pela secular Trilha dos Goianases, no Vale do Ururaí (atual Mogi) e COSTA E SILVA SOBRINHO. Descendo a Serra do Mar, os índios ocuparam a região e exterminaram (ou absorveram) o grupo do Homem do Sambaqui.
Embora haja provas abundantes da ocupação indígena, deles temos poucas informações, exceto aquelas que nos são outorgadas pelos invasores portugueses; sabemos, grosso modo, que foram testemunhas das expedições pré-coloniais e da chegada da expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa.
O primeiro documento oficial que cita Cubatão é a Carta de Doação de Sesmaria, passada por Martim Afonso em 10 de fevereiro de 1533, onde ele concede, a Rui Pinto, as terras do Porto de "Apiaçaba" e as terras situadas "na Barra do Cubatão", entre os rios Ururaí e Perequê (BORGES, 2002). Em 4 de março, Martim Afonso doa outra sesmaria a Francisco Pinto (irmão de Rui Pinto), sesmaria que ia do Rio Perequê ao Rio das Pedras.
Em 1556, durante o Governo Geral, foi doada a Antonio Rodrigues de Almeida uma sesmaria cujas terras partem do Rio das Pedras, até o Rio Pilões; essa sesmaria foi adquirida em 1643 pelos padres da Companhia de Jesus, sendo o embrião da Fazenda Geral dos Jesuítas, também chamada de Fazenda Geral do Cubatão. As terras jesuíticas margeavam o Rio Cubatão, o que lhes dava controle sobre a navegação fluvial que ligava a escarpa da Serra do Mar e o Porto de Santos: em realidade, com o tempo, os jesuítas passaram a controlar o comércio (essencial) entre o Planalto e os corredores de exportação e importação ? os jesuítas tiveram a brilhante ideia de cobrar pela passagem fluvial, além de alugar botes e canoas que faziam a passagem entre a Ilha de Goiaó e o Cubatão.
Em 1803, em decreto de 19 de janeiro, o Governador da Capitania, Antonio José de Franca e Horta, numa política de povoamento e desenvolvimento da Capitania, ordena a edificação do Povoado de Cubatão, na extinta Fazenda dos Jesuítas, entre os rios Capivari e Santana, na margem direita do Rio Cubatão; se alguém mereceria o epíteto de fundador seria Franca e Horta: é dele a iniciativa de formar o povoado. Em edital de 22 de agosto, ele convidou famílias de Iguape para povoarem Cubatão.
Mas somente em 17 de janeiro de 1819, em pleno Período Joanino, cinco famílias da Ilha dos Açores vieram para Cubatão: eram os famosos "cinco Manuéis" ? Manuel Espíndola Bittencourt, Manuel do Conde, Manuel Correia, Manuel Gomes e Manuel Antônio Machado que, segundo consta, não seria Manuel, mas simplesmente Antônio Machado ? o erro seria de transcrição do nome e teria permanecido na História de Cubatão. A riqueza de Cubatão, seu solo, foi explorada pelos portugueses na forma de seu produto mais tradicional: a banana. Cubatão em 1826, obra de Benedito Calixto.
Em 12 de agosto de 1833, a Regência Trina Permanente, instituída após a abdicação de dom Pedro I, sancionou a Lei 24, que separou um terreno da Fazenda de Cubatão para ali fundar uma povoação.[9] Contudo, o povoado não se desenvolveu e o município não chegou a ser constituído. Pela Lei Regencial 167 de 1 de março de 1841, o Povoado de Cubatão é incorporado à cidade de Santos (BORGES, 2002). A emancipação de Cubatão ocorreria 108 anos depois, em 1949, e é este o motivo de estarem inscritas as duas datas no Brasão da cidade (1833 e 1949).[10] A Lei 1 871, de 26 de setembro de 1922, criou o Distrito de Paz de Cubatão, que permaneceu como um bairro de Santos. Com o desenvolvimento da região, foi construída, em 1947, a Via Anchieta, chamada de "orgulho da engenharia rodoviária nacional", a mais moderna das rodovias brasileiras na época; com o crescimento, o fortalecimento comercial e industrial, o bairro começou a perder suas características agrícolas e começou a sonhar com o futuro. Organizou-se, em 1948, um grupo de trabalho para lutar pela elevação de Cubatão à categoria de município. O grupo passou à história da cidade como "Os Emancipadores", realizando, em 17 de outubro, um plebiscito, que culminou com a vitória pró-desmembramento. A emancipação política e autonomia de Cubatão aconteceria em 9 de abril de 1949.[10][11]
A partir da emancipação, a política da cidade se complicou. Diversas correntes, muitas delas de segregação dos migrantes nordestinos que vêm para Cubatão, se encontram no seio da política municipal. Não raro, há embates físicos entre políticos e correligionários. Armando Cunha foi sucedido pelo médico Luiz de Camargo da Fonseca e Silva em 1953, mas, em 1957, voltou à prefeitura. Diversos grupos políticos se formaram na cidade e as opiniões começam a se tornar motivos de discórdias e rixas. Em 1961, em meio a uma disputa recheada de intrigas, Abel Tenório de Oliveira, de origem nordestina, foi eleito prefeito. Foi uma fase de conflitos, que culminou com a morte do vereador Aristides Lopes dos Santos, o Dinho, e a morte do próprio prefeito Abel Tenório; ambos foram crimes políticos, encobertos pelo advento do Golpe de Estado no Brasil em 1964.
Com a morte do prefeito, assumiu seu vice, José Rodrigues Lopes, que terminou seu mandato em 1965, sendo sucedido pelo médico Luís Camargo. Nesta fase, a do endurecimento do Regime Militar iniciado em 1964, o Governo Federal tornou Cubatão Área de Segurança Nacional com a Lei 5 449, em vista de seu interesses estratégicos industrial, elétrico e de fornecimento hídrico. Começou a fase dos interventores.
Em 2000, foi eleito o médico mineiro Clermont Silveira Castor, pelo Partido Liberal, hoje Partido da República. Popular na cidade, Castor derrotou o então prefeito Nei Serra, candidato à reeleição, mas recebeu uma prefeitura imersa em dívidas e com graves problemas administrativos, como licenças de funcionários não pagas, um hospital deficitário e um sistema de previdência com sérios problemas de caixa. Num crime político ainda não esclarecido, foi alvejado no início da noite de 1 de julho de 2001, quando voltava do velório de um secretário municipal. Ocorreu um ruidoso rompimento entre o prefeito e seu vice, Alberto de Souza. Em 2004, Clermont foi reeleito, tendo, como vice, o ex-vereador Raimundo Valter Pinheiro.
Em 2008, foi eleita a professora Marcia Rosa (PT), tendo, como vice, o ex-vereador Arlindo Fagundes Filho (PSB). Vereadora nas duas últimas legislaturas, Marcia Rosa foi eleita com mais de 40 mil votos, a melhor votação da história de Cubatão, e assumiu a prefeitura em 2009. Marcia foi reeleita na eleição de 2012 tendo como vice, o atual vereador Donizete com mais de 39 mil votos e cumpriria o segundo mandato até 2016. Porém, O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) cassou o mandato da então Prefeita Marcia Rosa (PT-SP) e de seu vice Donizete Tavares (PSC) no dia 26 de maio de 2014 por 6 votos a 0, por fazerem propaganda eleitoral antecipada em um Jornal Periódico "Reação Popular". O então presidente da câmara de vereadores, Wagner Moura (PT-SP) assumiu a prefeitura tornando-se o novo prefeito da cidade.Tragédias[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Vale da Morte
Em 1982, foi nomeado o advogado José Osvaldo Passarelli como Interventor. Nesta fase, a industrialização começa a cobrar seu alto preço ambiental: Cubatão tem uma degeneração violenta e começa o mito do "Vale da Morte"; com o incêndio da Vila Socó, em fevereiro de 1984, a tragédia ganha contornos nacionais e mundiais, pois a explosão dos dutos da Petrobrás, sobre os quais se erguia uma favela que foi pulverizada, pôs a nu os problemas advindos de políticas energéticas não planejadas e de erros.
Uma tragédia incontável, pois nem a Prefeitura, nem o Governo Estadual nem a Petrobrás conseguiram precisar o número de mortos; num dado momento, ocorrem situações anacrônicas: a Escola João Ramalho é usada como necrotério; o estado doa trezentos caixões; a Prefeitura usa as listas de alunos da Escola de Educação Infantil para verificar quem volta às aulas.
Na sequência, vem o desastre da Vila Parisi: encravada num polígono entre várias indústrias, nos fundos da Aciaria da Companhia Siderúrgica Paulista, a favela da Vila Parisi é um exemplo mundial de descaso e humilhação com o ser humano. O clamor mundial começa com as doenças intimamente ligadas à miséria, a pobreza, a falta de saneamento básico, a poluição. Ocorrem as primeiras mortes neonatais por anencefalia, casos até hoje mal explicados. A tragédia da Vila Parisi força a Prefeitura a tomar uma atitude, e Passarelli transfere a população para um bairro planejado e construído às margens da interligação Anchieta-Imigrantes, o Bolsão 8 que, em sintonia com a eleição de Tancredo Neves, é batizado Jardim Nova República.
Mas as ações de Passarelli acabam desagradando o Governador Franco Montoro (Passarelli fora nomeado por Paulo Maluf), que o exonera e nomeia, em 6 de fevereiro de 1985, outro interventor: Nei Eduardo Serra, advogado ligado à administração da Companhia Siderúrgica Paulista, que assume o governo em meio ao retorno à autonomia municipal, que ocorre através da Emenda Constitucional n. 25, de autoria do Deputado Gastone Righi. Em 15 de novembro, na primeira eleição para Prefeito desde 1964, é eleito o antigo Interventor José Osvaldo Passarelli. Em 1990, na corrente da nova Constituição de 1988, é aprovada a Lei Orgânica do Município, elaborada pela Câmara Municipal, em vista das particularidades da cidade.
Desde 1985, a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo vêm trabalhando num projeto de preservação ambiental, juntamente com a Organização das Nações Unidas. Cubatão se torna, na década de 1990, "exemplo mundial de recuperação ambiental", com a volta de um símbolo de sua fauna, o guará-vermelho. Em 1993, o Ministério Público ordena o fechamento da fábrica da Rhodia (do grupo francês Rhone-Poulauc), em vista dos "lixões" tóxicos escavados em Cubatão, São Vicente e Itanhaém.Demografia[editar | editar código-fonte]
Dados do Censo - 2010
População total: 109.048Urbana: 107.661
Rural: 648
Homens: 54.524
Mulheres: 53.785
Densidade demográfica (hab./km²): 761,13
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 21,82
Expectativa de vida (anos): 68,32
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,30
Taxa de alfabetização: 90,94%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,772IDH-M Renda: 0,706
IDH-M Longevidade: 0,722
IDH-M Educação: 0,888
(Fonte: IPEADATA)Tipo físico da população[editar | editar código-fonte]CorPercentagem
Brancos47,5%
Negros4,7%
Pardos46,8%
Amarelos0,2%
Indígenas0,2%Fonte: Censo 2000Comunicações[editar | editar código-fonte]
A cidade foi atendida pela Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC) até 1973, quando foi transferida a concessão para a Telecomunicações de São Paulo (TELESP).[12] Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica,[13] sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[14] para suas operações de telefonia fixa.Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]
Para festejar o "Centenário de Independência do Brasil", o Presidente do estado Washington Luís entregava ao povo a jornada do "Caminho do mar". Tais monumentos revelam parte significativa da formação paulista. Desde a velha Calçada do Lorena, até a evocação dos fundadores de São Paulo inscrita no Cruzeiro Quinhentista, vê-se a marca da recuperação da história bandeirante nas escarpas da Serra. O desenvolvimento de Cubatão sempre esteve estreitamente ligado aos caminhos de acesso ao Planalto, já que era elo de ligação entre este e o Porto. Os monumentos que estão aos arredores de Cubatão são:Cruzeiro Quinhentista: Cruzeiro Quinhentista que foi construído na ligação entre o Caminho do mar com o Caminho do ?Padre José? (caminho inexistente hoje), o Cruzeiro apresenta no seu centro as datas de 1500 e 1922 e os nome de seus colonizadores jesuítas, sendo eles: Tibiriçá, Padre José de Anchieta, Mem de Sá, Nóbrega, Leonardo Nunes, Martim Afonso de Sousa e João Ramalho.
Rancho da Maioridade: Relembra a construção da Estrada da Maioridade e a visita da família real à São Paulo em 1846.Está situado em uma acentuada curva do Caminho do Mar, donde se avista toda a área do Cubatão.
Calçada do Lorena: Estrada de ligação mais importante entre o Planalto de Piratininga e o porto de Santos no final do século XVIII(18). Construída em 1792, período em que Bernardo José Maria de Lorena governava o estado de São Paulo.O material empregado no calçamento foi a pedra.
A escola Ary de Oliveira Garcia: Situada no bairro Vila Nova, possui uma história muito interessante, pois em seu passado já foi um conservatório de música e dança e até mesmo um fórum. O fórum foi utilizado até o ano de 1963, porém até hoje, faz parte da arquitetura foi preservada. Na atual sala número 10, estava localizada a sala dos investigadores que também era utilizada como sala de tortura, ela possui dois pequenos corredores e duas portas, e a sala 13 que é a sala mais ampla da escola era a sala do juiz. No ano de 1964 neste mesmo local foi inaugurado um conservatório de música e dança, porém no ano de 1981 mudou sua sede para outra rua no mesmo bairro. Enfim no dia 11 de março de 1982 foi inaugurada a Escola Vila Nova, que quatro anos depois mudou o nome para Ary de Oliveira Garcia em homenagem a um antigo professor que após ter um infarto em uma das salas de aula faleceu, porém muitos funcionários da escola afirmam ver até hoje o professor caminhando pelos corredores.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Diocese de Santos
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
Referências? «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20?34. Consultado em 10 de agosto de 2017 ? «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 1 de fevereiro de 2011 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 31 de agosto de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 1 de agosto de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? Os avanços ambientais da cidade de Cubatão Arquivado em 27 de maio de 2009, no Wayback Machine. - Planeta Sustentável, 14 de maio de 2009 (visitado em 26-2-2010).? «Novo Milênio: Histórias e Lendas de Cubatão: Origem: rancho grande ou precipício?». www.novomilenio.inf.br. Consultado em 14 de outubro de 2016 ? «Lei nº 24, de 12 de Agosto de 1833». Consultado em 18 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2015 ? a b O plebiscito da emancipação? Cubatão - 65 anos de emancipação? «CTBC - Relatório Anual de 1975» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo ? «Nossa História». Telefônica / VIVO ? GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Ferreira (2006). «OS FANTASMAS DO VALE: conflitos em torno do desastre ambiental de Cubatão, SP». REVISTA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - POLÍTICA & TRABALHO. 25 (0): 165?188. ISSN 1517-5901 
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da Prefeitura
Página da Câmara Municipal
vde Região Metropolitana da Baixada SantistaMunicípios:Bertioga ? Cubatão ? Guarujá ? Itanhaém ? Mongaguá ? Peruíbe ? Praia Grande ? Santos ? São Vicente São Paulo,  Brasil
vde São Paulo Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalSão PauloRegiões MetropolitanasComplexo Metropolitano Expandido ? Baixada Santista ? Campinas ? Ribeirão Preto ? São Paulo ? Sorocaba ? Vale do ParaíbaRegiões AdministrativasAraçatuba ? Barretos ? Bauru ? Campinas ? Central ? Franca ? Itapeva ? Marília ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Santos ? São Paulo ? São José do Rio Preto ? São José dos Campos ? SorocabaRegiões de GovernoAdamantina ? Andradina ? Araçatuba ? Araraquara ? Assis ? Avaré ? Barretos ? Bauru ? Botucatu ? Bragança Paulista ? Campinas ? Caraguatatuba ? Catanduva ? Cruzeiro ? Dracena ? Fernandópolis ? Franca ? Guaratinguetá ? Itapetininga ? Itapeva ? Jales ? Jaú ? Jundiaí ? Limeira ? Lins ? Marília ? Ourinhos ? Piracicaba ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Santos ? São Carlos ? São João da Boa Vista ? São Joaquim da Barra ? São José do Rio Preto ? São José dos Campos ? Sorocaba ? Taubaté ? Tupã ? VotuporangaRegiões geográficas intermediáriasAraçatuba ? Araraquara ? Bauru ? Campinas ? Marília ? Presidente Prudente ? Ribeirão Preto ? São José dos Campos ? São José do Rio Preto ? São Paulo ? SorocabaRegiões geográficas imediatasAdamantina-Lucélia ? Amparo ? Andradina ? Araçatuba ? Araraquara ? Araras ? Assis ? Avaré ? Barretos ? Bauru ? Birigui-Penápolis ? Botucatu ? Bragança Paulista ? Campinas ? Caraguatatuba-Ubatuba-São Sebastião ? Catanduva ? Cruzeiro ? Dracena ? Fernandópolis ? Franca ? Guaratinguetá ? Itapetininga ? Itapeva ? Ituverava ? Jales ? Jaú ? Jundiaí ? Limeira ? Lins ? Marília ? Mogi Guaçu ? Ourinhos ? Piracicaba ? Piraju ? Presidente Epitácio-Presidente Venceslau ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Santa Fé do Sul ? São José do Rio Pardo-Mococa ? Santos ? São Carlos ? São João da Boa Vista ? São Joaquim da Barra-Orlândia ? São José dos Campos ? São José do Rio Preto ? São Paulo ? Sorocaba ? Tatuí ? Taubaté-Pindamonhangaba ? Tupã ? VotuporangaMais de 1 000 000 habitantesSão Paulo ? Guarulhos ? CampinasMais de 500 000 habitantesSão Bernardo do Campo ? Santo André ? Osasco ? São José dos Campos ? Ribeirão Preto ? SorocabaMais de 200 000 habitantesMauá ? São José do Rio Preto ? Santos ? Mogi das Cruzes ? Diadema ? Jundiaí ? Carapicuíba ? Piracicaba ? Bauru ? São Vicente ? Itaquaquecetuba ? Franca ? Guarujá ? Taubaté ? Praia Grande ? Limeira ? Suzano ? Taboão da Serra ? Sumaré ? Barueri ? Embu das Artes ? São Carlos ? Indaiatuba ? Cotia ? Marília ? Americana ? Araraquara ? Jacareí ? Itapevi ? Presidente Prudente ? Hortolândia ? Rio ClaroMais de 100 000 habitantesAraçatuba ? Santa Bárbara d'Oeste ? Ferraz de Vasconcelos ? Francisco Morato ? Itapecerica da Serra ? Itu ? Bragança Paulista ? Pindamonhangaba ? São Caetano do Sul ? Itapetininga ? Mogi Guaçu ? Franco da Rocha ? Jaú ? Botucatu ? Atibaia ? Araras ? Santana de Parnaíba ? Cubatão ? Valinhos ? Sertãozinho ? Ribeirão Pires ? Jandira ? Catanduva ? Barretos ? Guaratinguetá ? Birigui ? Votorantim ? Tatuí ? Várzea Paulista ? Salto ? Caraguatatuba ? Itatiba ? Poá ? Ourinhos ? Assis ? Leme ? PaulíniaSudeste, Brasil
vde Dados Estatísticos de São PauloPopulação
2018
2010
2007
2000
1996
1991
1985
1980
1978
1970
1966
1960
1958
1950
1946
1940
1937
1934
1929
1925
1920
1916
1910
1900
1890
1886
1872
Área e divisão territorial
Após 2016
2013?2015
1997?2012
1993?1996
1980?1992
1965?1979
1960?1964
1954?1959
1949?1953
1945?1948
1939?1944
1937?1938
1930?1933
1929
1920?1921
1911
1901
Processos de emancipação
Após 1996
1987?1995
1971?1985
1963
1958
1953
1948
Outros critérios
Altitude
PIB
IDH-M
Índice FIRJAN
Códigos de área (DDD)
Relacionados
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Lista de distritos de São Paulovde Telecomunicações em São PauloEmpresaspaulistas
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Telesp Celular
Código de área(DDD) 11
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São Bernardo do Campo
São Caetano do Sul
São Paulo
São Roque
Suzano
Taboão da Serra
Tuiuti
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Vargem Grande Paulista
Várzea Paulista
Código de área(DDD) 12
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Arapeí
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Campos do Jordão
Canas
Caraguatatuba
Cruzeiro
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São José do Barreiro
São José dos Campos
São Luís do Paraitinga
São Sebastião
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Taubaté
Tremembé
Ubatuba
Código de área(DDD) 13
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Cajati
Cananeia
Cubatão
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Guarujá
Iguape
Ilha Comprida
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Itariri
Jacupiranga
Juquiá
Miracatu
Mongaguá
Pariquera-Açu
Pedro de Toledo
Peruíbe
Praia Grande
Registro
Santos
São Vicente
Sete Barras
Vicente de Carvalho
Código de área(DDD) 14
Águas de Santa Bárbara
Agudos
Álvaro de Carvalho
Alvinlândia
Anhembi
Arandu
Arco-Íris
Arealva
Areiópolis
Avaí
Avaré
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Bariri
Barra Bonita
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Brotas
Cabrália Paulista
Cafelândia
Campos Novos Paulista
Canitar
Cerqueira César
Chavantes
Conchas
Coronel Macedo
Dois Córregos
Duartina
Espírito Santo do Turvo
Fartura
Fernão
Gália
Garça
Getulina
Guaiçara
Guaimbê
Guarantã
Herculândia
Iacanga
Iacri
Iaras
Ibirarema
Igaraçu do Tietê
Ipaussu
Itaí
Itapuí
Itatinga
Jaú
Julio Mesquita
Lençóis Paulista
Lins
Lucianópolis
Lupércio
Macatuba
Manduri
Marília
Mineiros do Tietê
Ocauçu
Óleo
Oriente
Oscar Bressane
Ourinhos
Paranapanema
Pardinho
Paulistânia
Pederneiras
Piraju
Pirajuí
Piratininga
Pompeia
Pongaí
Pratânia
Presidente Alves
Promissão
Queiroz
Quintana
Reginópolis
Ribeirão do Sul
Sabino
Salto Grande
Santa Cruz do Rio Pardo
São Manuel
São Pedro do Turvo
Sarutaiá
Taguaí
Taquarituba
Tejupá
Timburi
Torrinha
Tupã
Ubirajara
Uru
Vera Cruz
Código de área(DDD) 15
Alambari
Angatuba
Apiaí
Araçoiaba da Serra
Barão de Antonina
Barra do Chapéu
Barra do Turvo
Boituva
Bom Sucesso de Itararé
Buri
Campina do Monte Alegre
Capão Bonito
Capela do Alto
Cerquilho
Cesário Lange
Guapiara
Guareí
Ibiúna
Iperó
Iporanga
Itaberá
Itaoca
Itapetininga
Itapeva
Itapirapuã Paulista
Itaporanga
Itararé
Jumirim
Laranjal Paulista
Nova Campina
Piedade
Pilar do Sul
Porangaba
Porto Feliz
Quadra
Ribeira
Ribeirão Branco
Ribeirão Grande
Riversul
Salto de Pirapora
São Miguel Arcanjo
Sarapuí
Sorocaba
Tapiraí
Taquarivaí
Tatuí
Tietê
Torre de Pedra
Votorantim
Código de área(DDD) 16
Altinópolis
Américo Brasiliense
Aramina
Araraquara
Barrinha
Batatais
Boa Esperança do Sul
Borborema
Brodowski
Buritizal
Cajuru
Cândido Rodrigues
Cássia dos Coqueiros
Cravinhos
Cristais Paulista
Dobrada
Dourado
Dumont
Fernando Prestes
Franca
Guará
Guariba
Guatapará
Ibaté
Ibitinga
Igarapava
Ipuã
Itápolis
Itirapuã
Ituverava
Jaboticabal
Jardinópolis
Jeriquara
Luiz Antônio
Matão
Miguelópolis
Monte Alto
Morro Agudo
Motuca
Nova Europa
Nuporanga
Orlândia
Patrocínio Paulista
Pedregulho
Pitangueiras
Pontal
Pradópolis
Ribeirão Bonito
Ribeirão Corrente
Ribeirão Preto
Rifaina
Rincão
Sales Oliveira
Santa Cruz da Esperança
Santa Ernestina
Santa Lúcia
Santa Rosa do Viterbo
Santo Antônio da Alegria
São Carlos
São Joaquim da Barra
São José da Bela Vista
São Simão
Serra Azul
Serrana
Sertãozinho
Tabatinga
Taiaçu
Taiuva
Taquaral
Taquaritinga
Trabiju
Vista Alegre do Alto
Código de área(DDD) 17
Adolfo
Altair
Álvares Florence
Américo de Campos
Aparecida d'Oeste
Ariranha
Aspásia
Auriflama
Bady Bassitt
Bálsamo
Barretos
Bebedouro
Cajobi
Cardoso
Catanduva
Catiguá
Cedral
Colina
Colômbia
Cosmorama
Dirce Reis
Dolcinópolis
Elisiário
Embaúba
Estrela d'Oeste
Fernandópolis
Floreal
Gastão Vidigal
General Salgado
Guaíra
Guapiaçu
Guaraci
Guarani d'Oeste
Guzolândia
Ibirá
Icém
Indiaporã
Ipiguá
Irapuã
Itajobi
Jaborandi
Jaci
Jales
José Bonifácio
Macaubal
Macedônia
Magda
Marapoama
Marinópolis
Mendonça
Meridiano
Mesópolis
Mira Estrela
Mirassol
Mirassolândia
Monções
Monte Aprazível
Monte Azul Paulista
Neves Paulista
Nhandeara
Nipoã
Nova Aliança
Nova Canaã Paulista
Nova Castilho
Nova Granada
Nova Luzitânia
Novais
Novo Horizonte
Olímpia
Onda Verde
Orindiúva
Ouroeste
Palestina
Palmares Paulista
Palmeira d'Oeste
Paulo de Faria
Pedranópolis
Pindorama
Pirangi
Poloni
Pontalinda
Pontes Gestal
Populina
Potirendaba
Riolândia
Rubineia
Sales
Santa Adélia
Santa Albertina
Santa Clara d'Oeste
Santa Fé do Sul
Santa Rita d'Oeste
Santa Salete
Santana da Ponte Pensa
São Francisco
São João das Duas Pontes
São João de Iracema
São José do Rio Preto
Sebastianópolis do Sul
Severinia
Tabapuã
Tanabi
Terra Roxa
Três Fronteiras
Turmalina
Ubarana
Uchoa
União Paulista
Urânia
Urupês
Valentim Gentil
Viradouro
Vitória Brasil
Votuporanga
Código de área(DDD) 18
Adamantina
Alfredo Marcondes
Alto Alegre
Álvares Machado
Andradina
Anhumas
Araçatuba
Assis
Avanhandava
Barbosa
Bento de Abreu
Bilac
Birigui
Borá
Braúna
Brejo Alegre
Buritama
Caiabu
Caiuá
Cândido Mota
Castilho
Clementina
Coroados
Cruzália
Dracena
Echaporã
Emilianópolis
Estrela do Norte
Euclides da Cunha Paulista
Flora Rica
Flórida Paulista
Florínea
Gabriel Monteiro
Glicério
Guaraçaí
Guararapes
Iepê
Ilha Solteira
Indiana
Inúbia Paulista
Irapuru
Itapura
João Ramalho
Junqueirópolis
Lavínia
Lourdes
Lucélia
Luziânia
Lutécia
Marabá Paulista
Maracaí
Mariápolis
Martinópolis
Mirandópolis
Mirante do Paranapanema
Monte Castelo
Murutinga do Sul
Nantes
Narandiba
Nova Guataporanga
Nova Independência
Osvaldo Cruz
Ouro Verde
Pacaembu
Palmital
Panorama
Paraguaçu Paulista
Parapuã
Pauliceia
Pedrinhas Paulista
Penápolis
Pereira Barreto
Piacatu
Piquerobi
Pirapozinho
Planalto
Platina
Pracinha
Presidente Bernardes
Presidente Epitácio
Presidente Prudente
Presidente Venceslau
Quatá
Rancharia
Regente Feijó
Ribeirão dos Índios
Rinópolis
Rosana
Rubiácea
Sagres
Salmourão
Sandovalina
Santa Mercedes
Santo Anastácio
Santo Antônio do Aracanguá
Santo Expedito
Santópolis do Aguapeí
São João do Pau-d'Alho
Sud Mennucci
Suzanápolis
Taciba
Tarabai
Tarumã
Teodoro Sampaio
Tupi Paulista
Turiúba
Valparaíso
Zacarias
Código de área(DDD) 19
Aguaí
Águas da Prata
Águas de Lindoia
Águas de São Pedro
Americana
Amparo
Analândia
Araras
Artur Nogueira
Caconde
Campinas
Capivari
Casa Branca
Charqueada
Conchal
Cordeirópolis
Corumbataí
Cosmópolis
Descalvado
Divinolândia
Elias Fausto
Engenheiro Coelho
Espírito Santo do Pinhal
Estiva Gerbi
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Ipeúna
Iracemápolis
Itapira
Itirapina
Itobi
Jaguariúna
Leme
Limeira
Lindoia
Louveira
Mococa
Mogi Guaçu
Mogi Mirim
Mombuca
Monte Alegre do Sul
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Piracicaba
Pirassununga
Porto Ferreira
Rafard
Rio Claro
Rio das Pedras
Saltinho
Santa Bárbara d'Oeste
Santa Cruz da Conceição
Santa Cruz das Palmeiras
Santa Gertrudes
Santa Maria da Serra
Santa Rita do Passa Quatro
Santo Antônio de Posse
Santo Antônio do Jardim
São João da Boa Vista
São José do Rio Pardo
São Pedro
São Sebastião da Grama
Serra Negra
Socorro
Sumaré
Tambaú
Tapiratiba
Valinhos
Vargem Grande do Sul
Vinhedo
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