desenvolvimento em Coari

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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Coari


Município de Coari
"Terra do Gás"
Igreja Matriz de CoariBandeiraBrasãoHino
Fundação2 de agosto de 1932[1]
Gentílicocoariense
Padroeiro(a)São Sebastião e Sant'ana
Prefeito(a)Adail José Figueiredo Pinheiro Filho (Progressistas)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Coari no AmazonasCoari Localização de Coari no Brasil
04° 05' 06" S 63° 08' 27" O04° 05' 06" S 63° 08' 27" O
Unidade federativaAmazonas
Região intermediária
Manaus IBGE/2017[2]Região imediata
Coari IBGE/2017[2]Municípios limítrofesOeste: Tefé e Maraã; Norte: Codajás; Leste: Codajás e Anori;Sul: Tapauá
Distância até a capital363 km
Características geográficas
Área57 921,646 km² [3]
População84 272 hab. (AM: 5º) ? IBGE/2018
Densidade1,45 hab./km²
Altitude40 m
Climaequatorial Am
Fuso horárioUTC-4
Indicadores
IDH-M0,586 (AM: 21º) ? baixo PNUD/2010 [4]
PIBR$ 4 552 464 mil (AM: 2º) ? IBGE/2013[5]
PIB per capitaR$ 55 978,65 IBGE/2013[5]
Página oficial
Prefeituracoari.am.gov.brCoari é um município brasileiro no interior do estado do Amazonas, Região Norte do país. Na área territorial do município, localiza-se a plataforma da Petrobrás de Urucu, onde se extrai petróleo e gás. Próximo à cidade, está instalado o Terminal Aquaviário da Transpetro (subsidiária da Petrobras), que recebe, através de dois dutos, o gás e o petróleo, que são levados por navios para Manaus e outras regiões do Nordeste. De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total de habitantes do município em 2018 eram de 84 272, sendo o quinto município mais populoso do estado.[6]
O município está localizado no rio Solimões entre o Lago de Mamiá e o Lago de Coari, e tem sua história ligada aos índios Catuxy, Jurimauas, Passés, Irijus, Jumas, Purus, Solimões, Uaiupis, Uamanis e Uaupés. O nome Coari também está ligado às raízes indígenas e há duas versões: Em 1759 a aldeia é elevada a lugar com o nome de Alvelos. Em 2 de dezembro de 1874 foi elevada a vila, em 2 de agosto de 1932 a Vila de Coari é elevada a categoria de município.Índice1 Etimologia
2 História2.1 Formação administrativa
2.2 História recente
3 Geografia
4 Demografia4.1 Religião
5 Política
6 Economia6.1 Setor primário
6.2 Setor secundário
6.3 Setor terciário
7 Cultura e sociedade7.1 Festas populares
8 Transportes
9 Referências
10 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
O nome Coari também está ligado às raízes indígenas e há duas versões: vem das palavras indígenas "Coaya Cory", ou "Huary-yu", ou significa respectivamente "rio do ouro" e "rio dos deuses".[7]História[editar | editar código-fonte]
A história de Coari se remonta ao Século XVIII. O primeiro núcleo de povoamento na região é fundado numa aldeia de índios pelo jesuíta tcheco Samuel Fritz. O povoamento recebe o nome de Coari, por estar situado às margens de um lago com esse nome, próximo ao rio Coari. A denominação recebida pelo rio que banha o município foi dada também ao lago que banha a sede municipal, sendo estendida a denominação também ao município, posteriormente.[7]
Os índios Catauixis, Irijus, Jumas, Jurimauas e outros, habitavam a região nos primórdios do povoamento.[7] A aldeia de Coari foi elevada a lugar apenas em 1759, quando recebeu o nome de Alvelos, nome este de origem portuguesa. Por virtude da Lei nº 37, de 30 de setembro de 1854, a sede da freguesia foi transferida para a foz do lago de Coari. Alvelos, a primeira povoação, desapareceu por completo poucos anos depois.[7]
Vinte anos após a mudança da sede da freguesia, a mesma foi elevada à Vila pela Lei nº 287, de 1 de maio de 1874. A vila recebeu o nome de Coari, sendo que sua instalação ocorreu em dezembro do mesmo ano.[7]
Em 15 de novembro de 1890, o termo judiciário de Coari foi instalado. Pelo decreto 95-A, de 10 de abril de 1891, foi criada a Comarca da vila, que recebeu sua instalação definitiva em 30 de junho do mesmo ano.[7] Entretanto, a Comarca coariense foi extinta em 1913, através da Lei nº 741, de 30 de outubro. Assim sendo, Coari teve seu termo subordinado à comarca de Tefé, município vizinho.[7]
A Comarca de Coari foi novamente instalada três anos depois, em 1916, em virtude da Lei n° 844, de 14 de fevereiro daquele ano. No entanto, mais uma vez a Comarca foi suprimida, por força da Lei n° 133, de 7 de fevereiro de 1922.[7] A comarca foi restaurada, outra vez, através da Lei n° 122, de 10 de março de 1924, não sendo mais suprimida. A partir de 1925, a Comarca coariense passou a compreender os termos dos municípios de Manacapuru e Codajás.[7] Em 1927, foi estabelecida a Comarca de Mancapuru, e em 1928 estabeleceu-se a de Codajás, tendo Coari perdido os termos destes municípios.[7]Formação administrativa[editar | editar código-fonte]
Coari foi elevada à categoria de cidade em 1932, pelo Ato Estadual n° 1.665, datado de 2 de agosto do mesmo ano. De acordo com a divisão administrativa judiciária vigente, apenas um distrito compõe o município, e a comarca também compreende apenas um único termo.[7]
Foi eleito o primeiro prefeito do município, Dorval dos Santos Melo, e para vereadores Raimundo de Freitas Dantas, Sebastião Rodrigues do Nascimento, Luiz Freitas de Moraes, Maria Ferreira de Souza, João Nogueira de Araújo e João Soares da Fonseca. Nesta eleição votaram 1 380 eleitores.[7]História recente[editar | editar código-fonte]
O município conhecido pela produção de banana, hoje se destaca por produzir petróleo e gás natural, que ocorre em uma região denominada de Urucu. A produção de petróleo gira em torno de 53.500 bbl/d (2007) e de gás natural chega a 10 milhões de m³/d. Outro fato importante é que está sendo construído um gasoduto que ligará sua província produtora ao mercado consumidor localizado em Manaus. Serão 450 km de distância da sede da cidade à Manaus a serem construídos, somando aos 278 km de um gasoduto, já existente, que interliga os campos produtores à cidade de Coari e outro gasoduto que interliga Coari a cidade de Manaus, mas que ainda não está em funcionamento.
Coari se tornou também um pólo na área de Educação, com o Campus da Universidade Federal do Amazonas-UFAM, um campus da Universidade do Estado do Amazonas-UEA, um campus do Instituto Federal do Amazonas -IFAM, um pólo do Centro Universitário Leonardo Da Vinci-Uniasselvi e outras 3 faculdades particulares, além do CETAM, SENAC e SENAI e SESC.Geografia[editar | editar código-fonte]
De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[8] o município pertence à região geográfica intermediária de Manaus e à região imediata de Coari.[2] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião de Coari, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Centro Amazonense.[9]
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1969 a 1990 e de 1993 a 2016, a menor temperatura registrada em Coari foi de 11 °C em 18 de julho de 1975,[10] e a maior atingiu 38,8 °C em 27 de setembro de 2015.[11] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 170 milímetros (mm) em 16 de fevereiro de 2012.[12] Janeiro de 2012, com 576,5 mm, foi o mês de maior precipitação.[13]
Dados climatológicos para Coari
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)36,936,63836,4363637,837,538,838,438,336,6 38,8
Temperatura máxima média (°C)31,831,93231,931,731,732,233,233,333,232,632,1 32,3
Temperatura média compensada (°C)26,426,426,626,626,626,426,827,427,427,32726,8 26,8
Temperatura mínima média (°C)21,621,8222222,121,921,922,222,322,422,322,2 22,1
Temperatura mínima recorde (°C)14,615,416,715,61412,41114,81515,716,415,8 11
Precipitação (mm)264,5265,5322,3272,4213,1128,987,268,9100,4156,7215,6261,7 2 357,2
Dias com precipitação (? 1 mm)181718171613989121316 166
Umidade relativa compensada (%)85,684,984,98585,183,980,878,178,879,781,983,6 82,7
Horas de sol99,492,7103,5115,6114,6111141,4152,6149,2137,5123107,5 1 448
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[14] recordes de temperatura: 25/07/1969 a 31/05/1990 e 01/01/1993 a 31/01/2016)[10][11] Demografia[editar | editar código-fonte]
De acordo com estimativas de 2014 promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Coari era de 82 209 habitantes, sendo o 5º município amazonense mais populoso e apresentando uma densidade populacional de 1,3 habitantes por km².[15] Ainda de acordo com o censo, 39 476 habitantes são homens e 36 489 são mulheres. A maior parte da população de Coari é residente na zona urbana (49 651 pessoas), o que representa 65,39% do total de habitantes. Entretanto o número ainda é considerado baixo levando em consideração que 34,61% dos habitantes vivem em área rural e que a média brasileira de pessoas que vivem em centros urbanos é de 84,4%, sendo superior ao registrado em Coari.[16][17]
Entre os anos de 1991 a 2000, o crescimento demográfico anual registrado em Coari foi de 6,56%. O município passou de 38 678 habitantes em 1991 para 67 096 habitantes em 2000, apresentando um crescimento populacional muito superior a média nacional brasileria registrada no mesmo período. Outro setor que também cresceu muito acima da média foi a urbanização, que registrou 8,02% de crescimento e passou de 54,50% para 58,88% no referido período. A população do município representava 2,39% da população do estado, e 0,04% da população do país em 2000.[18]
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal registrado em Coari é de 0,586 o que é considerado baixo pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Entre os municípios do Amazonas, Coari ocupa a 21ª posição na questão do IDH.Religião[editar | editar código-fonte]
Coari está localizada no país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009,[19] ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.[20]
Tal qual a variedade cultural verificável em Fabriciano, são diversas as manifestações religiosas presentes no município, tendo em vista a variedade cultural. Embora seu desenvolvimento tenha sido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes, assim como a prática do budismo, do umbandismo, espiritismo, entre outras. De acordo com dados do censo de 2000 realizado pelo IBGE, a população coariense era composta por: católicos (73,01%), protestantes (21,99%), pessoas sem religião (1,3%), espíritas (0,2%) e 0,2% estão divididas entre outras religiões.[21]Política[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Lista de prefeitos de Coari
Ver artigo principal: Lista de vereadores de Coari
Economia[editar | editar código-fonte]
Setor primário[editar | editar código-fonte]
Agricultura: Cultiva-se principalmente produtos como a mandioca, feijão, coentro, pepino, maxixe, pimenta e couve-flor em períodos temporários. Na cultura permanente destaque maior para a produção de banana, limão, goiaba, mamão, cupuaçú e maracujá.[22]
Pecuária: O criatório no município consiste no desenvolvimento de espécies como Mestiço e Nelore.
Avicultura: A criação é tipicamente doméstica e o consumo é familiar, representado pela criação de galinhas e perus.
Extrativismo Vegetal: A produção e extração de madeira é uma atividade de destaque na cidade.Figuram também a extração do cacau, castanha-do-pará e sorva.
Setor secundário[editar | editar código-fonte]
Indústrias: Madeira, tijolos, produtos alimentares, pescado, gelo e imobiliária.
Setor terciário[editar | editar código-fonte]
Comércio: Varejista e atacadista.
Serviços: Hotéis, Faculdades Particulares, pensões, agências bancárias e matadouro.
Cultura e sociedade[editar | editar código-fonte]
Festas populares[editar | editar código-fonte]
Festival Folclórico; na segunda quinzena de julho.
Nos meses que antecedem a festa junina, a cidade fica bastante movimentada, pois é época de festa culturais diversas como as noitadas caipiras que movimentam as escolas e a cidade em geral, onde as danças regionais fazem uma prévia para o Festival Folclórico de Coari disputado em junho. As cirandas, quadrilhas caipiras, adultas de luxo, boi-bumbá mirim, danças internacionais assim como outras categorias, se manifestam para abrilhantar a todos que gostam de prestigiar a cultura do município.
A maior rivalidades das brincadeiras é entre as Cirandas Luxos (Categoria Adulto), pois desde 1999, com o surgimento da Ciranda Renovação, surgiu uma nova remodelagem entre essa categoria, ficando conhecida a partir desse ano como a era da "ciranda moderna", ja que antes de 1999 as ciranda do Amor (a mais antinga) e a extinta Ciranda Paraíso (sucessora da Ciranda Renovação), as mesmas apresentavam-se nos moldes da ciranda tradiconal, para os populares conhecida como a era da "ciranda de xita". Então com a extinção da Ciranda Paraíso em 1998, eis que surge a Ciranda Renovação, fundada no dia 4 de abril de 1999, e no ano seguinte (2000), com um rachão dos brincantes da Ciranda do Amor, eis que esses fundam a Ciranda Paixão, atualmente a mais nova entre as três, da categoria adulta. É grande a expectativa para prestigiá-las, desde então a maior campeã dentre elas é a Ciranda Renovação com cinco Títulos (1999, 2000, 2003, 2006 e 2007), em segundo vem a Ciranda Paixão com dois títulos apenas (2001 e 2008) e Ciranda do Amor ganhou a última edição do festival cultural de Coari (2013), e foi tri-campeã na era da "ciranda de xita", (1996, 1997 e 1998).
Outras festas populares de destaque também ocorrem no município:Festejo do Padroeiro São Sebastião: 2ª quinzena de janeiro;
Carnaval de Rua de Coari : entre fevereiro e março conforme calendário nacional dessa festa;
Festejo do Divino Espírito Santo: 2ª quinzena de abril;
Festejo de N. S. do Perpétuo Socorro: 1ª quinzena de maio;
Festejo de Santana: 2ª quinzena de junho;
Festival Folclórico de Coari: realizado no final julho juntamente com o aniversário da cidade;
Aniversário da cidade: em 1 e 2 de agosto;
Festejos de Santo Afonso: 1ª quinzena de agosto;
Festival da Música Popular de Coari; 24 a 26 de Outubro;
Festejos de São Sebastião: 2ª quinzena de outubro;
Autos de Natal: 1ª quinzena de dezembro;
Festa do Gás Natural (Substituta da Festa da Banana desde do ano 2000); 1ª quinzena de dezembro
Transportes[editar | editar código-fonte]
Coari é servida pelo Aeroporto de Coari localizado 6 km do centro de Coari. O Aeroporto de Porto Urucu localizado no distrito de Porto Urucu a 470 km de distância serve a população residindo e trabalhando na Província petrolífera de Urucu da Petrobras.
O transportes publico da cidade como o ônibus e bem utilizado por turistas. pois a pouco pontos de taxi pela cidade .Referências? Gleides Menezes (23 de junho de 2010). «Tudo pronto para a comemoração dos 78 anos de Coari». Prefeitura de Coari. Consultado em 7 de janeiro de 2011 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 22 de junho de 2018 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010-2013». IBGE. Consultado em 13 de dezembro de 2014 ? «Estimativa Populacional de 2017» (PDF). IBGE. 1 de julho de 2017. Consultado em 5 de fevereiro de 2018 ? a b c d e f g h i j k l «História de Coari (AM)». Acre tudo e região. Consultado em 10 de janeiro de 2013 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2018 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1990). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas» (PDF). Biblioteca IBGE. 1: 23. Consultado em 22 de junho de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 10 de fevereiro de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Coari». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Coari». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2018 ? «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Coari». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2018 ? «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Coari». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2018 ? «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de junho de 2018 ? Erro de citação: Código inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_Pop_2014
? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). «Amazonas (AM) - População residente urbana». Consultado em 6 de abril de 2012 ? Notícias UOL (29 de abril de 2011). «Em 20 anos, zonas urbanas do país crescem o equivalente a duas Xangai». Consultado em 6 de abril de 2012 ? Secretaria de Planejamento do Amazonas (SEPLAN) (2000). «Perfil municipal - Coari». Consultado em 6 de abril de 2012 ? Cristiane Agostine (8 de outubro de 2009). «Senado aprova acordo com o Vaticano». O Globo. Consultado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011 ? Fernando Fonseca de Queiroz (outubro de 2005). «Brasil: Estado laico e a inconstitucionalidade da existência de símbolos religiosos em prédios públicos». Jus Navigandi. Consultado em 26 de março de 2010. Arquivado do original em 22 de setembro de 2011 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). «População residente por cor ou raça e religião». Consultado em 6 de abril de 2012 ? " «Coari a todo gás». Biblioteca Virtual do Amazonas. 25 de dezembro de 2008
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Guia Coari
Informações de Coari
Coari no WikiMapia
vde Amazonas Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalManausDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões Metropolitanas e RIDEsManausMais de 1.000.000 habitantesManausMais de 100.000 habitantesParintinsMais de 50.000 habitantesItacoatiara ? Manacapuru ? Coari ? Tefé ? Tabatinga ? Maués ? Manicoré ? HumaitáNorte, Brasil
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