desenvolvimento em Altamira

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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Altamira

Nota: Para o sítio arqueológico espanhol, veja Caverna de Altamira. Para outras localidades com este nome, veja Altamira (desambiguação).Município de Altamira
"Princesinha do Xingu" "Capital da Transamazônica" "Cidade do Festival Folclórico"
Vista parcial de Altamira.BandeiraBrasãoHino
Fundação1750 (269 anos)
Emancipação6 de novembro de 1911 (107 anos)
Gentílicoaltamirense[1]
Padroeiro(a)São Sebastião[2]
CEP68370-000 a 68379-999[3]
Prefeito(a)Domingos Juvenil (MDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Altamira no ParáAltamira Localização de Altamira no Brasil
03° 12' 10" S 52° 12' 21" O03° 12' 10" S 52° 12' 21" O
Unidade federativaPará
Região intermediária
Altamira IBGE/2017[4]Região imediata
Altamira IBGE/2017[4]Municípios limítrofesNorte: Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas e Rurópolis; Nordeste: Senador José Porfírio; Leste São Félix do Xingu; Sul: estado de Mato Grosso Oeste: Itaituba, Novo Progresso e Trairão
Distância até a capital816 km
Características geográficas
Área159 533,328 km² (BR: 1º)[1][5]
DistritosAltamira (sede) e Castelo dos Sonhos[6]
População113 195 hab. estatísticas IBGE/2018[7]
Densidade0,71 hab./km²
Altitude109 m
Climatropical Am
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,665 médio PNUD/2010[8]
PIBR$ 3 220 115,16 mil (PA: 9º) ? IBGE/2015[9]
PIB per capitaR$ 29 710,79 IBGE/2015[9]
Página oficial
Prefeiturawww.altamira.pa.gov.br
Câmarawww.altamira.pa.leg.brAltamira é um município brasileiro localizado no estado do Pará, na Região Norte do país. Sua população estimada em 2018 era de 113 195 habitantes.[7] Com uma área de 159 533,328 km², segundo o IBGE em 2017, posiciona-se como o município mais extenso do Brasil.[5]
Até 2009 foi o maior município do mundo em extensão territorial,[10] sendo maior que dez estados brasileiros, além do Distrito Federal e vários países como Portugal, Islândia, Irlanda, Suíça, entre outros. Fica a uma altitude de 109 metros, latitude 03º12'12" sul e longitude 52º12'23" oeste.
A Rodovia Transamazônica atravessa o município no sentido leste-oeste numa extensão de 60 km, ligando Altamira a Belém (800 km), Marabá (500 km), Itaituba (500 km) e Santarém (500 km).[11] Característica notória do município é sua hidrografia: Altamira está cravada às margens do rio Xingu, com sua série de afluentes e cachoeiras que se distribuem por toda a região.[12]Índice1 Etimologia
2 História2.1 Missão Tavaquara
2.2 Colonização
2.3 Emancipação e desdobramentos administrativos
2.4 Década de 1940 a década de 2000
2.5 Belo Monte
3 Geografia3.1 Hidrografia
3.2 Clima
3.3 Biodiversidade
4 Economia e Infraestrutura
5 Cultura5.1 Fala Local
5.2 Festival Folclórico
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
Tradicionalmente considera-se que foi o coronel Gayoso, que a denominou o povoado de Tavaquara pelo nome de Altamira. Gayoso, por ser um rico comerciante, viajava para a Europa, e numa de suas viagens à Espanha conhecera ou ouvira falar da recém descoberta Caverna de Altamira, que continham pinturas rupestres pré-históricas admiráveis, razão pela qual passou a chamar a área próxima de sua propriedade de Altamira, onde moravam seus escravos.
A etimologia para o vocábulo "Altamira" vêm do espanhol, e provavelmente sua origem não está relacionada com o verbo mirar, mas tem uma origem pré-romana, com o elemento hidronímico mira e o elemento inicial al-t , o que poderia corresponder à raiz indo-europeia al (elevado, esplêndido), próximo do latim altus.História[editar | editar código-fonte]
A história de Altamira compreende, tradicionalmente, o período que vai da instalação da missão jesuíta formadora da cidade até os dias atuais. Entretanto o território municipal é habitado, desde tempos imemoriais, por povos indígenas nômades e semi-nômades.Missão Tavaquara[editar | editar código-fonte]
Apesar de se saber que mesmo antes do século XVIII antigas Missões Jesuíticas já habitavam a região do Xingu, foi somente na década de 1750 que o Padre Roque Hunderfund adentrou o rio Xingu até o Igarapé Tucuruí, posteriormente denominado Vitória. Ali, fez contatos com indígenas Xipaia e Kuruaya, que lhe guiaram em direção à Volta Grande do Xingu. Ali, próximo à foz do igarapé Panelas, escolheram o local de fundação da Missão Tavaquara, cujo aldeamento formou a cidade de Altamira.[13]
As políticas do primeiro-ministro português Marquês de Pombal, ainda no século XVIII, fecham todas as missões jesuítas nas colônias, fazendo a Missão Tavaquara encerrar suas atividades. A paróquia de Souzel continuou a prestar assistência ao aldeamento porém, somente em 1841, o Pe. Antônio Torquato de Souza, reabre a picada que ligava, por terra, o igarapé Vitória, no baixo Xingu, à Missão Tavaquara, mais acima, de maneira a transpor os trechos de cachoeira, tornado mais acessível o trabalho em Tavaquara.[14]Colonização[editar | editar código-fonte]
A primeira elevação administrativa se deu em 14 de abril de 1874, no ato de criação do município de Souzel (atual Senador José Porfírio), onde a Missão Tavaquara (Altamira) foi elevada à categoria de povoado. Nesse período o povoado sobrevivia da extração e comercialização da borracha e de outras drogas do sertão, além de se comunicar com Souzel e Porto de Moz por navegação a vapor.[13]
Em 2 de abril de 1883, por influência coronel Francisco Gayoso, o povoado de Tavaquara é elevado à vila do município de Souzel, recebendo na data o nome de Altamira. Por influência também do coronel Gayoso foi aberta uma picada, ligando o baixo ao médio Xingu, com o objetivo de transformar em estrada, empregando trabalho escravo africano.[14]
Em 1880, Agrário Cavalgante retomou os trabalhos do Cel. Gayoso, retificando o traçado da estrada, partindo do local onde se encontra hoje a sede do município de Vitória do Xingu e chegando à foz do igarapé Ambé, ali construindo o Forte Ambé, que já não mais existe.[14]Emancipação e desdobramentos administrativos[editar | editar código-fonte]
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Altamira, pela lei estadual nº 1234, de 06 de novembro de 1911, desmembrado de Souzel. A sede foi estabelecida em Altamira, que para tal foi elevada à vila. Na data da emancipação era constituído somente pelo distrito sede. Foi formalmente instalado em 1º de janeiro de 1912, com a posse do seu primeiro intendente (atualmente cargo correspondente a prefeito) Pedro de Oliveira Lemos.[14]
A sede municipal somente foi elevada à condição de cidade com a denominação de Altamira, pela lei estadual nº 1604, de 27 de setembro de 1917.[14]
Pela lei estadual nº 8, de 31 de outubro de 1935, Altamira passou a denominar-se Xingu, e; pelo decreto-lei estadual nº 2972, de 31 de março de 1938, o município de Xingú voltou a denominar-se de Altamira.[14]Década de 1940 a década de 2000[editar | editar código-fonte]
Em 1972 foi implantado nesse município o marco zero da Rodovia Transamazônica (BR-230) pelo presidente brasileiro Emílio Garrastazu Médici. Iniciava-se um período de intensa exploração da floresta amazônica, com assentamentos de colonos e abertura de vias terrestres, algumas já abandonadas e outras que geraram os município da região (Medicilândia, Anapu, Vitória do Xingu etc.).Belo Monte[editar | editar código-fonte]
Desde 2009 Altamira atrai atenções por ser a cidade mais próxima da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, cujo impacto divide opiniões.[15] Os cidadãos locais no geral aprovam a obra, apesar de admitirem que o inchaço populacional trouxe problemas.[16] O empreendimento de R$ 30 bilhões fez a população altamirense saltar de 100 mil segundo o Censo de 2010, para mais de 140 mil, na avaliação da prefeitura. Dentre os problemas estão a piora do trânsito local causada pelo aumento da frota de motocicletas - muitas das quais são dirigidas por motoristas sem carteira de habilitação - [17] e um aumento na violência.[18]Geografia[editar | editar código-fonte]
Altamira possui uma área de 159 533,328 km², segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2017, o que o torna o maior município do Brasil[5] e o terceiro maior do mundo em extensão territorial (sendo menor que Qaasuitsup e Sermersooq, municípios gronelandeses instituídos em 1 de janeiro de 2009).[10] Se fosse um país, seria o 92º país mais extenso do mundo, maior que Grécia e Nepal. Caso fosse um estado brasileiro, seria o 16º maior, um pouco menor que o Paraná e maior que o Acre e o Ceará.
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[19] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Altamira.[4] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Altamira, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Sudoeste Paraense.[20]Hidrografia[editar | editar código-fonte]
No município de Altamira inicia-se a "volta grande do Xingu", trecho sinuoso e cheio de cachoeiras do Rio Xingu onde, no final do trecho, está a Hidrelétrica de Belo Monte. Essa hidrelétrica, com capacidade de 11,182 MW, é a terceira maior do mundo (após a Hidrelétrica de Três Gargantas na China, e a Usina Hidrelétrica de Itaipu entre o Brasil e o Paraguai), e inunda cerca de 400 km², principalmente nos municípios de Vitória do Xingu e Altamira.[carece de fontes?]
Principais cursos hídricos:Rio Xingu
Rio Iriri
Rio Curuá
Rio Catete
Rio Chiché
Riozinho do Amfrísio
Rio Iriri Novo
Rio Ximxim
Riozinho Jucatã
Rio Carajaí
Rio Novo
Rio Ituna
Rio Ipiaçava
Clima[editar | editar código-fonte]
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1961 a menor temperatura registrada em Altamira foi de 13,5 °C em 18 de fevereiro de 2000,[21] e a maior atingiu 39,2 °C em 4 de outubro de 2009.[22] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 226 milímetros (mm) em 12 de abril de 2009. Outros acumulados iguais ou superiores a 150 mm foram 190,3 mm em 22 de dezembro de 1985, 183,4 mm em 29 de dezembro de 2005, 169 mm em 27 de janeiro de 1970, 168,1 mm em 6 de março de 2000, 162,8 mm em 18 de abril de 1984 e 150 mm em 9 de abril de 1971.[23] Março de 1974, com 682,9 mm, foi o mês de maior precipitação.[24]
Dados climatológicos para Altamira
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)3635,936,235,135,836,238,238,138,639,237,837 39,2
Temperatura máxima média (°C)31,330,930,931,231,832,53333,834,133,933,432,3 32,4
Temperatura média compensada (°C)26,325,926,126,326,726,82727,627,82827,827 26,9
Temperatura mínima média (°C)22,522,222,522,522,822,12222,222,722,92322,8 22,5
Temperatura mínima recorde (°C)1713,518,41716,716,813,916,417,417,116,616,9 13,5
Precipitação (mm)288,5319,4414,6366,9228,1120,665,727,343,654,393,5171,8 2 194,3
Dias com precipitação (? 1 mm)1921242218117456612 155
Umidade relativa compensada (%)83,785,385,785,684,28177,875,173,473,174,979,5 79,9
Horas de sol130,1110,3114,3132,6164,4205,9236,3234,4199,3180,3143,3127,2 1 978,4
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[25] recordes de temperatura: 01/01/1961-presente)[21][22] Biodiversidade[editar | editar código-fonte]
Floresta Nacional de Altamira
Superfície: 689.012 hectares.
Bioma: Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 74%
Floresta Ombrófila Densa 23%
A Flona de Altamira é uma das portas de entrada para a Terra do Meio, situada entre os rios Xingu e Tapajós, no estado do Pará. Cercada por terras indígenas, a região possui uma das maiores áreas de floresta relativamente não perturbadas na Amazônia Oriental.
A região é de importância crítica para a vida selvagem, abrigando numerosas espécies animais ameaçadas, incluindo onças, jacarés-açus, macacos-aranha, cuxiú da cara branca e tamanduás.
As maiores concentrações remanescentes de mogno (Swietenia macrophylla) no Brasil estão localizadas na Terra do Meio e nas terras indígenas dos arredores.
A Floresta Nacional de Altamira é também importante para a proteção de comunidades indígenas situadas em suas proximidades, funcionando com zona tampão para as terras indígenas Baú, Xipaia e Curuá[26].Economia e Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
A agricultura (arroz, cacau, feijão, milho, pimenta-do-reino) e a extração de borracha e castanha-do-pará e a pecuária como principal são as principais atividades econômicas do município.
Entretanto, o município ainda não dispõe de acessos pavimentados, pois a única rodovia utilizada para chegar ao município é a Rodovia Transamazônica (BR-230), que teve seu processo de pavimentação interrompido na década passada, o que deixa o município por um longo período (chuvas) incomunicável por malha rodoviária, corroborando com o pouco desenvolvimento industrial. Até 1998 o município era alimentado por uma central termoelétrica desativada logo após a inauguração da LT 230 KV Tucuruí - Altamira, projeto Tramo-oeste desenvolvido pela Eletronorte.
A região sofre de um abandono estrutural crônico, um processo de atrofia econômica e consequentemente social, pois não foram feitos investimentos necessários para a região, uma vez que a infraestrutura é precária. Demandas históricas para diminuir conflitos como o cipoal fundiário, conflito por terras, assistência básica a doenças como a dengue e violência são problemas permanentes.[15] Em 2013, dentre os três componentes do Índice de Desenvolvimento Humano, Altamira só tinha nota elevada na longevidade (0,811, diante da média nacional de 0,816), com médio desempenho em renda (0,662 ante 0,739) e educação (0,548 ante 0,637).[18]
Em 2010, a quantidade de desempregados é de aproximadamente 4 mil pessoas (6,4%), em uma população com cerca de 16,04% de analfabetos e 5,9% tem nível superior.[15][27] De acordo com o Censo Demográfico de 2000, ao se observar as características da população residente em Altamira, nota-se, no que tange à renda, que de um total de 17.469 domicílios, a maioria (52,4%) possui rendimento de mais de 2 a 10 salários mínimos, sendo 18,6% do total de domicílios enquadrados na faixa de mais de 3 a 5 salários mínimos. Nota-se, ainda, que para o mesmo período, 4,5% da população recebiam até meio salário mínimo ou não possuíam rendimento. Antigo lixão do município de Altamira.
No que diz respeito à educação, Altamira possuía em 2000 90,9% da população de 10 a 14 anos alfabetizada; 93,8% da população de 15 a 19 anos e 79,8% da população de 20 anos ou mais. Tendo como referência a população acima de 10 anos, verifica-se que 83,8% era alfabetizada.
As condições habitacionais, por sua vez, são bastante adversas. Conforme o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), a infraestrutura externa aos domicílios de Altamira apresentam precariedade generalizada. Em 2007, da população urbana do município, somente 72,0% eram atendidos pela coleta de resíduos sólidos. Além disso, em 2008, apenas 11,2% da população era atendida com abastecimento de água, além de que esgotamento sanitário não havia em nenhum ponto do município, nem mesmo nas áreas centrais da área urbana - o esgoto corre pelas sarjetas antes de cair nos riachos locais. O Consórcio Norte Energia, responsável por Belo Monte, assinou o compromisso de junto com a usina providenciar água e esgoto para toda a cidade de Altamira, mas as obras estão atrasadas.[18]
Os conflitos que historicamente marcam a ocupação da Amazônia estão reproduzidos em Altamira, com garimpeiros, índios, agricultores e ribeirinhos se confrontando.[27]
Altamira teve o maior numero de homicídios do Brasil, segundo dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgados em junho de 2017. Segundo o Atlas da Violência, o número de homicídios está diretamente ligado a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.[28]Cultura[editar | editar código-fonte]
Fala Local[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Dialeto da serra amazônica
Devido a Colonização da cidade ter sido realizada por imigrantes, em grande partes por Nordestinos e Sulistas, a variação do português falado na cidade é bem diferente do resto de outras cidades paraenses como por exemplo as cidades de Belém e Santarém.
Esse dialeto é chamado de dialeto da serra amazônica[29], ou como as vezes é chamado, dialeto do arco do desflorestamento, é um dialeto do português brasileiro.Festival Folclórico[editar | editar código-fonte]
Dançarinos do Grupo Folclórico Rosa dos Ventos em 2012.
Na segunda semana de Junho ocorre o Festival Folclórico de Altamira organizado pela AGFAL (Associação dos Grupos Folclóricos de Altamira).[30] O evento ocorre desde 2003 e é considerada a maior festa cultural da Transamazônica e consta no calendário municipal de eventos da cidade. É realizado em três noites de festa começando na quinta-feira e terminando no sábado, com apresentação de três grupos por noite. Em alguns anos a data em que ocorreu o evento foi alterada, como no caso de 2015 que o evento foi realizado em Agosto. O dia da divulgação do resultado do grupo campeão e feito no domingo seguinte com a apuração das notas dos jurados.
O evento nada mais é que uma competição de danças típicas da região norte do país em especial do estado do Pará como o Carimbó, o Siriá, o Retumbão, a Toada e o Sirimbó, incluindo inclusive a Quadrilha Junina que é da cultura da região nordeste. O evento é bem semelhante a Festa do Sairé que é realizada em Santarém também no estado com Pará, mas com algumas diferenças.
O festival é disputado por sete Grupos Folclóricos são eles: Rosa dos Ventos, Cisne Branco, Flor da Juventude, Tradição Aparecida, Beija-Flor, Explosão Bela Vista e Cheiro do Pará. Até o ano de 2014 o Movimento Folclórico de Altamira era composto por dez grupos, até que o Grupo Folclórico Furacão Anchieta resolveu encerrar suas atividades. Posteriormente em 2019 os Grupo Explosão do Pará e Nova Geração encerraram suas atividades.
Atualmente o grupo que possue mais títulos e o Rosa dos Ventos com cinco, Tradição Aparecida com quatro; seguido por Cisne Branco e Flor da Juventude com três e Beija-Flor com dois.
Os demais grupos Explosão Bela Vista, Nova Geração, Explosão do Pará por enquanto não possuem nenhum.
Cada grupo tem no mínimo 30 mim de apresentação e no máximo 40 mim onde uma banca de jurados que julgam o grupo em 8 quesitos alguns deles são harmonia, traje típico, sincronismo, evolução, coreografia, temática, conjunto e etc. Além disso há também a disputa pelo título de Rainha do Folclóre no qual uma dançarina representa cada grupo com danças que variam entre o carimbó e a toada, seus quesitos são julgadas à parte, ou seja a pontuação da Rainha não diminui e nem acrescenta nota ao grupo. Até 2018 era usada a nomenclatura Miss em 2019 foi trocado por Rainha. Apresentação da Miss Folclore Herlen Carvalho pelo Grupo Cisne Branco em 2013.
O evento ocorre anualmente em um Ginásio Esportivo do município.
AnoGrupos Folclóricos CampeõesRainhas do Folclóre CampeãsMisses Folclóre Campeãs
2003Cisne BrancoSem Dados
2004Flor da JuventudeSem Dados
2005Flor da JuventudeSem Dados
2006Cisne BrancoSem Dados
2007Tradição AparecidaSem Dados
2008Rosa dos VentosSem Dados
2009Cisne BrancoSem Dados
2010Tradição AparecidaNagylla Torres (Flor da Juventude)
2011Rosa dos VentosBrenda Malena (Rosa dos Ventos)
2012Rosa dos VentosHerlen Carvalho (Cisne Branco)
2013Rosa dos VentosRaquel Pires (Cheiro do Pará)
2014Beija-FlorRaquel Pires (Cheiro do Pará)
2015Tradição AparecidaKinderlly Pantoja (Flor da Juventude)
2016Tradição AparecidaHerlen Carvalho (Cisne Branco)
2017Beija-FlorLarissa Silva (Cheiro do Pará)
2018Flor da JuventudeJéssica da Silva (Flor da Juventude)
2019Rosa dos VentosKarol Azevedo (Flor da Juventude)Ver também[editar | editar código-fonte]
Lista de municípios do Pará
Lista de municípios do Brasil
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
Referências? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Altamira». Consultado em 27 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2018 ? Prelazia do Xingu. «Festa de São Sebastião (Padroeiro de Altamira)». Secretaria de Turismo do Pará. p. 1. Consultado em 20 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 4 de março de 2019 ? Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 27 de setembro de 2018 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de junho de 2017). «Áreas territoriais 2017». Consultado em 27 de setembro de 2018 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Altamira - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 27 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2018 ? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2018). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2018» (PDF). Consultado em 27 de setembro de 2018 ? Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 2 de agosto de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 ? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2015). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2015». Consultado em 23 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 28 de setembro de 2018 ? a b "VIEIRA, André". (2012). A água vai subir. National Geographic Brasil. ISSN 977-151772100-9. nº. 149, Ano 13, 30-39.? Zoneamento Econômico e Ecológico de Altamira. Diagnóstico Preliminar.? Plano Diretor Municipal, Altamira, 2003.? a b 1600 a 1875: Missões jesuítas e o ciclo econômico das drogas do sertão. Rede Xingu +. 2018.? a b c d e f Histórico de Altamira. IBGE. 2018.? a b c Altamira, cidade abandonada na Amazônia Arquivado em 9 de novembro de 2010, no Wayback Machine., Valor Econômico?
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Página da câmara
Altamira no WikiMapia
Altamira no IBGE Cidades
vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
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vdeMetrópolesMetrópoles globais
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vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
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São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
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Seabra
Serrinha
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Timbó
Tocantinópolis
Torres
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Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
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Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
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Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
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Guajará-Mirim
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Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
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Inhumas
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Ipu
Iracema
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Itamonte
Itaocara
Itapaci
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Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
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Itararé
Itaúna
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Joaíma
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Jussara
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Lucas do Rio Verde
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Manga
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Santana
Santana do Livramento
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São José do Egito
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São José do Cedro
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São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
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São Sebastião do Caí
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Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
vde Pará Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalBelémDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões Metropolitanas e RIDEsBelém ? Marabá ? SantarémMais de 500.000 habitantesBelém ? AnanindeuaMais de 200.000 habitantesSantarém ? Marabá ? ParauapebasMais de 100.000 habitantesCastanhal ? Abaetetuba ? Cametá ? Marituba ? São Félix do Xingu ? Bragança ? Barcarena ? Altamira ? Tucuruí ? Paragominas ? Tailândia ? Breves ? ItaitubaVeja tambémCarajás (proposta de unidade federativa) ? Tapajós (proposta de unidade federativa)Norte, Brasil
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