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Desenvolvimento

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 Nota: Se procura outros significados de Floriano Peixoto, veja Floriano Peixoto (desambiguação).Marechal do Exército Brasileiro Floriano Peixoto
2.º Presidente do Brasil
Período23 de novembro de 1891 a 15 de novembro de 1894 AntecessorDeodoro da Fonseca SucessorPrudente de Moraes

1º Vice-presidente do Brasil
Período26 de fevereiro de 1891 a 23 de novembro de 1891 SucessorManuel Vitorino
Ministro da Guerra do Brasil
Período19 de abril de 1890 a 22 de janeiro de 1891 AntecessorEduardo Wandenkolk
SucessorAntônio Falcão da Frota
Presidente da Província de Mato Grosso
Período13 de setembro de 1884 a 5 de outubro de 1885 AntecessorManuel Lobo d'Eça SucessorJosé Ramos Ferreira


Dados pessoais
Nome completoFloriano Vieira Peixoto Nascimento30 de abril de 1839 Maceió, Alagoas Morte29 de junho de 1895Â (56Â anos) Barra Mansa, Rio de Janeiro Nacionalidadebrasileiro
CônjugeJosina Peixoto (1872?1895) Filhos8 Profissãomilitar
Assinatura
Serviço militar
Apelido(s)Marechal de FerroConsolidador da República
Serviço/ramoExército Brasileiro Anos de serviço1861?1889 Graduação Marechal Conflitos
Guerra do Paraguai
Batalha de TuiutiBatalha de ItororóBatalha de Lomas ValentinasRendição de AngosturaBatalha de Cerro Corá















Floriano Vieira Peixoto (Maceió, 30 de abril de 1839 ? Barra Mansa, 29 de junho de 1895) foi um militar e político brasileiro, primeiro vice-presidente e segundo presidente do Brasil, cujo governo abrange a maior parte do período da história brasileira conhecido como República da Espada.[1]
Nascido em uma família muito pobre, mudou-se para o Rio de Janeiro aos 16 anos para completar o curso secundário. Em 1858, ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro, declarado segundo-tenente quando da conclusão do curso, em 1861. Membro e posteriormente comandante do 1º Batalhão de Voluntários da Pátria durante a Guerra do Paraguai, participou de importantes episódios do conflito, como as batalhas de Tuiuti, Itororó, Lomas Valentinas e Angostura. Em 1870, retorna à capital e conclui o bacharelado em ciências físicas e matemáticas. Assumiu o cargo de presidente da província de Mato Grosso em 1884, ficando na posição por pouco mais de um ano. Foi um participante ativo da Proclamação da República, recusando-se a comandar a resistência imperial ao golpe de Estado republicano. Ascendendo ao posto mais alto do Exército Brasileiro em 1890, tornou-se Ministro da Guerra no mesmo ano. Eleito vice-presidente em fevereiro de 1891, torna-se presidente do Brasil em novembro do mesmo ano, face à renúncia do então presidente Deodoro da Fonseca, em meio a uma grave crise política.[2]
Seu governo foi marcado por um intenso clima de rebeliões.[1][3] Em 1892, foi publicado o Manifesto dos 13 generais, que tinha por finalidade contestar a legitimidade do governo de Floriano ? constitucionalmente, ele deveria convocar novas eleições, em vez de assumir a presidência até o término do mandato de Deodoro.[4] A Segunda Revolta da Armada, resultado de diversos conflitos entre o Exército e a Marinha, e a Revolução Federalista, crise política de ideais federalistas que buscavam depor o governador gaúcho Júlio de Castilhos, eclodiram ambos em 1893. Floriano debelou estes conflitos violentamente, consolidando-se no poder, o que lhe fez ganhar a alcunha de "Marechal de Ferro".[1][3] O culto à sua personalidade, denominado florianismo, foi o primeiro fenômeno político de expressão focalizado em torno da figura de um personagem republicano no Brasil.[5]Índice1 Origem e carreira político-militar
2 Presidência da República2.1 A Vigência do Estado de Sítio
2.2 A segunda Revolta da Armada
2.3 Marechal de Ferro
2.4 Entrega do cargo e morte
3 Homenagens e representações na cultura
4 Ver também
5 Referências
6 Bibliografia
7 Ligações externasOrigem e carreira político-militar[editar | editar código-fonte]
Floriano Vieira Peixoto nasceu no engenho de Riacho Grande, em Ipioca, distrito da cidade de Maceió, no dia 30 de abril de 1839, um dos dez filhos de Manuel Vieira de Araújo Peixoto e de Ana Joaquina de Albuquerque Peixoto.[6][7] De família pobre, foi entregue, ainda recém-nascido, ao padrinho e tio, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto, por quem foi criado. José tinha melhores condições financeiras para criá-lo, sendo um senhor de engenho local e influente político provincial. Estudou em regime de internato no Colégio Espírito Santo, em Maceió, até completar os estudos primários. Aos 16 anos, em 1855, mudou-se para o Rio de Janeiro para fazer os estudos secundários no Colégio São Pedro de Alcântara.[2][8]
O ingresso na carreira militar se deu dois anos depois, em 1º de maio de 1857, quando assentou praça como soldado voluntário no 1º Batalhão de Artilharia a Pé. No ano seguinte, aos 19 anos de idade, matriculou-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, concluindo o curso em 1861, declarado segundo-tenente e integrando o Corpo de Artilharia. Com a eclosão da Guerra do Paraguai, Floriano foi para o Rio Grande do Sul em maio de 1865 juntamente com o 1º Batalhão de Voluntários da Pátria, denominação dada às unidades militares criadas em 1865 pelo Império do Brasil para reforçar o efetivo das forças militares do Exército Brasileiro na guerra.[9][10] Participou, até o fim do conflito, das batalhas mais importantes da guerra, tais como as de Tuiuti, Itororó, Lomas Valentinas e Angostura. Ao término da guerra, foi promovido a tenente-coronel em 9 de abril de 1870.[2] O então coronel Floriano Peixoto em 1881, ano em deixou o comando do Arsenal de Guerra de Pernambuco.[2]
Retornou à capital em 1870 para completar seu bacharelado em ciências físicas e matemáticas, concluindo a disciplina de mineralogia, única que restava para concluir o curso. Dois anos depois, em 11 de maio, casou-se com a filha de seu pai adotivo Josina Vieira Peixoto, no engenho de Itamaracá, perto de Murici, Alagoas, com quem viria a ter oito filhos.[2][11]
Em 18 de abril de 1874 foi promovido a coronel e nomeado comandante do 3.º Regimento de Artilharia a Cavalo, posto que ocupou até 1878. Comandou o Arsenal de Guerra de Pernambuco de 1879 a 1881, cuja missão era inspecionar as unidades militares da região Nordeste.[12]
No dia 13 de setembro de 1884, Floriano foi nomeado comandante das armas e presidente da província de Mato Grosso, com apoio do Partido Liberal, sucedendo ao Marechal Manuel de Almeida Lobo d'Eça. Ficou cerca de um ano no cargo, e, durante seu governo, apoiou a indústria extrativa do mate e adotou uma política de repressão a índios que ameaçavam Cuiabá. Quando o Barão de Cotegipe, do Partido Conservador, torna-se Presidente do Conselho de Ministros, em 1885, este nomeia José Joaquim Ramos Ferreira, então vice-presidente da província, como sucessor de Floriano.[1][2]
No dia da Proclamação da República, encarregado da segurança do ministério do Visconde de Ouro Preto, Floriano se recusou a atacar os revoltosos e assim justificou sua insubordinação, respondendo ao Visconde de Ouro Preto:Sim, mas lá (no Paraguai) tínhamos em frente inimigos e aqui somos todos brasileiros!— Floriano Peixoto.[13]
Em seguida, aderindo ao movimento republicano, Floriano Peixoto deu voz de prisão ao chefe de governo, Visconde de Ouro Preto.
Após a Proclamação da República, assumiu a vice-presidência de Deodoro da Fonseca durante o Governo Provisório, sendo depois eleito vice-presidente constitucional e assumiu a presidência da república em 23 de novembro de 1891, com a renúncia do marechal Deodoro. O êxito dos planos de Deodoro dependia da unidade das Forças Armadas o que não ocorria na gestão anterior.Presidência da República[editar | editar código-fonte]
Resultado do manifesto político assinado por 13 generais: reformas e promoções em penca.
O marechal Floriano encarnava uma visão da República não identificada com as forças econômicas dominantes. Pensava construir um governo estável, centralizado, nacionalista, baseado sobretudo no exército e na mocidade das escolas civis e militares ("República da Espada"). Essa visão chocava-se com a da chamada "República dos Fazendeiros", liberal e descentralizada, que via com suspeitas o reforço do Exército e as manifestações da população urbana do Rio de Janeiro. Mas, ao contrário do que se poderia prever, houve na presidência de Floriano um acordo tácito entre o presidente e o PRP (Partido Republicano Paulista). As razões básicas para isso foram os riscos, alguns reais, outros imaginários, que corria o regime republicano. A elite política de São Paulo via na figura de Floriano a possibilidade mais segura de garantir a sobrevivência da República, a partir do poder central. Floriano, por sua vez, percebia que sem o PRP não teria base política para governar. Seu governo teve grande oposição de setores conservadores, como a publicação do Manifesto dos 13 generais. A alcunha de "Marechal de Ferro" devia-se à sua atuação enérgica e ditatorial, pois agiu com determinação ao debelar as sucessivas rebeliões que marcaram os primeiros anos da República do Brasil. Recebeu também o título de "Consolidador da República". Marechal Floriano Peixoto, ca. 1891.
Entre as revoltas ocorridas durante seu período, destacam-se duas Revoltas da Armada no Rio de Janeiro, chefiadas pelo almirante Saldanha da Gama, e a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul.[14] A vitória de Floriano sobre essa segunda revolta gerou a ainda controversa mudança de nome da cidade de Nossa Senhora do Desterro, para Florianópolis ("Cidade Floriana") em Santa Catarina.
Em seu governo determinou a reabertura do Congresso e, entre outras medidas econômicas em decorrência dos efeitos causados pela crise financeira gerada pelo estouro da bolha financeira do encilhamento, o controle sobre o preço dos gêneros alimentícios de primeira necessidade e os aluguéis.[15]
Apesar da constituição versar no artigo 42 novas eleições quando o presidente renunciasse antes de dois anos, Floriano permaneceu em seu cargo, alegando que a própria constituição abria uma exceção, ao determinar que a exigência só se aplicava a presidentes eleitos diretamente pelo povo, assumindo assim o papel de consolidador da República.A Vigência do Estado de Sítio[editar | editar código-fonte]
Sua face em uma moeda de 2000 réis de 1939.
Quadro do Marechal Floriano Peixoto por Rosalvo Ribeiro. Palácio Floriano Peixoto em Maceió.
Consta que Floriano Peixoto lançou uma ditadura de salvação nacional.[15] Seu governo era de orientação nacionalista e centralizadora. Demitiu todos os governadores que apoiaram Deodoro da Fonseca. Na chamada Segunda Revolta da Armada agiu de forma contundente, vencendo-a de maneira implacável, ao contrário de Deodoro.[14]
Em abril de 1892 decretou estado de sítio, após manifestações de opositores e divulgação de manifestos na Capital Federal. Prendeu os manifestantes e desterrou outros para a Amazônia. Quando Rui Barbosa ingressou com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal em favor dos detidos, Floriano Peixoto ameaçou os ministros da Suprema Corte: "Se os juízes concederem habeas corpus aos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpus de que, por sua vez, necessitarão". O STF negou o habeas corpus por dez votos a um.[16][17][18][19]A segunda Revolta da Armada[editar | editar código-fonte]
Floriano Peixoto e a Revolta da Armada numa ilustração de Angelo Agostini.
Aconteceu em 1893, desta vez contra o presidente, marechal Floriano Peixoto. Esta também foi chefiada pelo almirante Custódio de Melo, depois substituído pelo almirante Saldanha da Gama. Floriano não cedeu às ameaças; assim, o almirante ordena o bombardeio da capital brasileira. No ano seguinte Floriano e o exército brasileiro obtiveram apoio da marinha de guerra norte-americana no rompimento do bloqueio naval imposto pela marinha brasileira.[14] Assim, o movimento desencadeado pela marinha de guerra brasileira no Rio de Janeiro terminou em 1894, com a derrota e fuga dos revoltosos para Buenos Aires.Marechal de Ferro[editar | editar código-fonte]
Floriano Peixoto, em seus três anos de governo como presidente, enfrentou a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, iniciada em fevereiro de 1893. Ao atacá-la, apoiou Júlio Prates de Castilhos[15]. O apelido de "Marechal de Ferro" se popularizou devido à força com que o presidente suprimiu tanto a Revolução Federalista, que ocorreu na cidade de Desterro (atual Florianópolis), como a Segunda Revolta da Armada.[20]Entrega do cargo e morte[editar | editar código-fonte]
Funeral do Marechal Floriano Peixoto, em 6 de julho de 1895 (fotografia de Marc Ferrez, publicada em Le Monde Illustré, nº 2.001, 03/08/1895.)
Floriano Peixoto entregou o poder em 15 de novembro de 1894 a Prudente de Moraes, e morreu em 29 de junho do ano seguinte, em sua fazenda em Ribeirão da Divisa, atual Floriano, distrito de Barra Mansa, no estado do Rio de Janeiro, vítima de uma cirrose hepática.[21] Deixou um testamento político:" A vós, que sois moços e trazeis vivo e ardente no coração o amor da Pátria e da República, a vós corre o dever de amparal-a e defendel-a dos ataques insidiosos dos inimigos".[....] A mim me chamais o consolidador da República. Consolidador da obra grandiosa de Benjamin Constant e Deodoro são o exército nacional e uma parte da armada, que a Lei e às instituições se conservaram fiéis. Consolidador da República é a guarda nacional, são os corpos de polícia da Capital e do estado do Rio, batendo-se com inexcedível heroísmo e selando com o seu sangue as instituições proclamadas pela Revolução de 15 de novembro. Consolidador da República é a mocidade das escolas civis e militares derramando o seu sangue generoso para com ele escrever a página mais brilhante da história das nossas lutas. Consolidador da República, finalmente, é o grande e glorioso partido republicano, que, tomando a forma de batalhões patrióticos, praticou tais e tantos feitos de bravura, que serão ouvidos sempre com admiração e respeito pelas gerações vindouras. São esses os heróis para os quais a Pátria deve volver os olhos, agradecida. À frente de elementos tão valiosos, não duvidei, um momento sequer , do nosso triunfo, e, pedindo conselhos a inspiração e a experiência e procurando amparo no sentimento da grande responsabilidade que trazia sobre os ombros tive a felicidade de poder guiar os nossos no caminho da vitória. [....] " ? Floriano Peixoto, junho de 1895.[22]
Homenagens e representações na cultura[editar | editar código-fonte]
Floriano Peixoto já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Cláudio Cavalcanti na minissérie República (1989) e Othon Bastos no filme Policarpo Quaresma, Herói do Brasil (1998), baseado no romance Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. Também teve sua efígie impressa nas notas de Cr$ 100 (cem cruzeiros) colocadas em circulação no Brasil entre 1970 e 1980.
A cidade de Desterro foi renomeada para fazer uma homenagem a Floriano Peixoto, virando Florianópolis.[23]
O distrito de Ribeirão da Divisa, em Barra Mansa (RJ), local onde Floriano Peixoto morreu, recebeu em sua homenagem o nome de Floriano. A primeira renomeação ocorreu em 23 de outubro de 1926. Em 31 de dezembro de 1943, o distrito voltou a ser nomeado Ribeirão da Divisa. O nome de Floriano foi atribuído definitivamente ao distrito em 18 de outubro de 1951, com a Lei Estadual n.º 1.324.[24]
O culto à personalidade de Floriano ? o florianismo ? foi o precursor dos demais "ismos" da política do Brasil: o nilismo, o hermismo, o bernardismo, o getulismo, o lacerdismo, o ademarismo, o janismo, o brizolismo, o malufismo, o lulismo, o bolsonarismo.[15]Ver também[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Política do Brasil
Referências? a b c d «Floriano Vieira Peixoto, Marechal». Biblioteca Virtual da Presidência. Consultado em 5 de fevereiro de 2015 ? a b c d e f «PEIXOTO, Floriano» (PDF). Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 11 de abril de 2018 ? a b «História - 1891 - Floriano Peixoto». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de abril de 2018 ? «Constituição Brasileira de 1891». Seção II ? Do Poder Executivo ? Capítulo I ? Do Presidente e do Vice-Presidente. Palácio do Planalto. Consultado em 11 de abril de 2018. Art 42 - Se no caso de vaga, por qualquer causa, da Presidência ou Vice-Presidência, não houverem ainda decorrido dois anos do período presidencial, proceder-se-á a nova eleição. ? «Florianismo». Atlas Histórico do Brasil/FGV. Consultado em 11 de abril de 2018 ? Netto, João Natale (2008). Floriano, o marechal implacável. A história de Floriano Peixoto, soldado por vocação, herói da Guerra do Paraguai e Presidente da República aos 52 anos. [S.l.: s.n.] 255 páginas. ISBN 9788576791904 ? «Presidentes da Corte no Império e na República: 1808 ? 1994». Brasília: Superior Tribunal Militar. 1994. p. 39?42. Consultado em 15 de abril de 2018 ? «Floriano Peixoto ? (Q6) ? Inventário Sumário dos Documentos Textuais» (PDF). Arquivo Nacional (Brasil). 2010. Consultado em 18 de abril de 2018 ? «Decreto Nº 3.371, de 7 de janeiro de 1865». Câmara dos Deputados do Brasil. p. 5. Consultado em 17 de abril de 2018 ? Wiederspahn, Henrique Oscar (1956). Das guerras Cisplatinas às guerras contra Rózas e contra o Paraguai. Canoas: Regional ?
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Sítio oficial da Presidência da República do Brasil - O governo Floriano Peixoto (em português)
Mensagem ao Congresso Nacional 1892 (em português)
Mensagem ao Congresso Nacional 1893 (em português)
Mensagem ao Congresso Nacional 1894 (em português)
Mensagem ao Congresso Nacional 1894 (2ª mensagem) (em português) Precedido porManuel de Almeida Lobo d'Eça
Presidente da província de Mato Grosso1884 ? 1885
Sucedido porJosé Joaquim Ramos Ferreira Precedido porEduardo Wandenkolk
Ministro da Guerra do Brasil1890 ? 1891
Sucedido porAntônio Nicolau Falcão da Frota Precedido por?
1º Vice-presidente do Brasil26 de fevereiro de 1891 ? 23 de novembro de 1891
Sucedido porManuel Vitorino Precedido porDeodoro da Fonseca
2º Presidente do Brasil1891 ? 1894
Sucedido porPrudente de MoraesvdePresidentes da Província de Mato Grosso ? Império (1821?1889)
Luís de Castro Pereira ?
Jerônimo Joaquim Nunes ?
Antônio José de Carvalho Chaves ?
Manuel Alves da Cunha ?
José Saturnino da Costa Pereira ?
Jerônimo Joaquim Nunes ?
André Gaudie Ley ?
Antônio Correia da Costa ?
André Gaudie Ley ?
Antônio Correia da Costa ?
José de Melo Vasconcelos ?
João Poupino Caldas ?
Antônio Pedro de Alencastro ?
Antônio José da Silva ?
Antônio Correia da Costa ?
Antônio José da Silva ?
José Antônio Pimenta Bueno ?
José da Silva Guimarães ?
Estêvão Ribeiro de Resende ?
Antônio Correia da Costa ?
José da Silva Guimarães ?
Antônio Correia da Costa ?
José da Silva Guimarães ?
Manuel Alves Ribeiro ?
José Mariano de Campos ?
Zeferino Pimentel Moreira Freire ?
Ricardo José Gomes Jardim ?
João Crispiniano Soares ?
Manuel Alves Ribeiro ?
Antônio Nunes da Cunha ?
Joaquim José de Oliveira ?
João José da Costa Pimentel ?
Augusto Leverger ?
Albano de Sousa Osório ?
Joaquim Raimundo de Lamare ?
Antônio Pedro de Alencastro ?
Herculano Ferreira Pena ?
Augusto Leverger ?
Alexandre Manuel Albino de Carvalho ?
Augusto Leverger ?
Albano de Sousa Osório ?
José Vieira Couto de Magalhães ?
João Batista de Oliveira ?
José Vieira Couto de Magalhães ?
Albano de Sousa Osório ?
José Antônio Murtinho ?
Augusto Leverger ?
Luís da Silva Prado ?
Antônio de Cerqueira Caldas ?
Francisco Antônio Raposo ?
Antônio de Cerqueira Caldas ?
Francisco José Cardoso Júnior ?
José de Miranda da Silva Reis ?
Antônio de Cerqueira Caldas ?
Hermes Ernesto da Fonseca ?
João Batista de Oliveira ?
João José Pedrosa ?
Rufino Eneias Gustavo Galvão ?
José Leite Galvão ?
José Maria de Alencastro ?
José Leite Galvão ?
Manuel de Almeida Gama Lobo d'Eça ?
Floriano Peixoto ?
José Joaquim Ramos Ferreira ?
Joaquim Galdino Pimentel ?
Antônio Augusto Ramiro de Carvalho ?
Álvaro Rodovalho Marcondes dos Reis ?
Antônio Augusto Ramiro de Carvalho ?
José Joaquim Ramos Ferreira ?
Francisco Rafael de Melo Rego ?
Antônio Herculano de Sousa Bandeira Filho ?
Manuel José Murtinho ?
Ernesto Augusto da Cunha Matos
vdeComandantes do Exército Brasileiro (1808 ? 2019) Estado e Reino Unido
Rodrigo de Sousa Coutinho ?
João de Almeida Melo e Castro ?
Fernando José de Portugal e Castro ?
Antônio de Araújo e Azevedo ?
João Paulo Bezerra de Seixas ?
Tomás Antônio de Vila Nova Portugal ?
Pedro de Sousa Holstein ?
Silvestre Pinheiro FerreiraRegência do PríncipeD. Pedro
Francisco José Vieira ?
Carlos Frederico Bernardo de Caula Primeiro reinado(D. Pedro I)
Joaquim de Oliveira Álvares ?
Luís Pereira da Nóbrega de Sousa Coutinho ?
João Vieira de Carvalho ?
José de Oliveira Barbosa ?
João Gomes da Silveira Mendonça ?
Francisco Vilela Barbosa ?
Bento Barroso Pereira ?
Francisco Cordeiro da Silva Torres de Sousa Melo e Alvim ?
Tomás Joaquim Pereira Valente ?
José Manuel de MoraisPeríodo regencial
Manuel da Fonseca de Lima e Silva ?
Antero José Ferreira de Brito ?
Joaquim Vieira da Silva e Sousa ?
João Paulo dos Santos Barreto ?
José Félix Pereira de Burgos ?
João Vieira de Carvalho ?
Salvador José Maciel ?
José Saturnino da Costa Pereira ?
Sebastião do Rego Barros ?
Joaquim José Rodrigues Torres ?
Jacinto Roque de Sena Pereira Segundo reinado(D. Pedro II)
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque ?
José Clemente Pereira ?
Jerônimo Coelho ?
Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque ?
Antônio Manuel de Melo ?
Manuel Felizardo de Sousa e Melo ?
Joaquim Antão Fernandes Leão ?
Manuel Felizardo de Sousa e Melo ?
Pedro de Alcântara Bellegarde ?
Luís Alves de Lima e Silva ?
Jerônimo Coelho ?
José Antônio Saraiva ?
Sebastião do Rego Barros ?
Luís Alves de Lima e Silva ?
Manuel Marques de Sousa ?
Polidoro Jordão ?
Miguel Calmon du Pin e Almeida ?
José Mariano de Matos ?
Francisco Carlos de Araújo Brusque ?
Henrique Pedro Carlos de Beaurepaire-Rohan ?
José Egídio Gordilho de Barbuda Filho ?
Ângelo Moniz da Silva Ferraz ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Manuel Vieira Tosta ?
João Frederico Caldwell ?
Raimundo Ferreira de Araújo Lima ?
Domingos José Nogueira Jaguaribe ?
José Maria da Silva Paranhos ?
João José de Oliveira Junqueira ?
Luís Antônio Pereira Franco ?
Eduardo de Andrade Pinto ?
Manuel Luís Osório ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
Homem de Melo ?
José Antônio Correia da Câmara ?
Franklin Dória ?
Afonso Pena ?
Carlos Afonso de Assis Figueiredo ?
Antônio Joaquim Rodrigues Júnior ?
Filipe Franco de Sá ?
Cândido Luís Maria de Oliveira ?
Antônio Eleutério de Camargo ?
Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves ?
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz ?
Tomás José Coelho de Almeida ?
Rufino Eneias Gustavo Galvão República Velha(1.ª República)
Benjamin Constant ?
Eduardo Wandenkolk ?
Floriano Peixoto ?
Antônio Nicolau Falcão da Frota ?
José Simeão de Oliveira ?
Custódio de Melo ?
Francisco Antônio de Moura ?
Antônio Eneias Gustavo Galvão ?
Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat ?
Bernardo Vasques ?
Dionísio Evangelista de Castro Cerqueira ?
Francisco de Paula Argolo ?
Carlos Machado de Bittencourt ?
João Tomás de Cantuária ?
João Nepomuceno de Medeiros Mallet ?
Francisco de Paula Argolo ?
Hermes da Fonseca ?
Luís Mendes de Morais ?
Carlos Eugênio de Andrade Guimarães ?
José Bernardino Bormann ?
Emídio Dantas Barreto ?
Antônio Adolfo da Fontoura Mena Barreto ?
Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva ?
José Caetano de Faria ?
Alberto Cardoso de Aguiar ?
Alfredo Pinto Vieira de Melo ?
Pandiá Calógeras ?
Setembrino de Carvalho ?
Nestor Sezefredo dos Passos 2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
José Fernandes Leite de Castro ?
Augusto Inácio do Espírito Santo Cardoso ?
Pedro Aurélio de Góis Monteiro ?
João Gomes Ribeiro Filho ?
Eurico Gaspar Dutra ?
Pedro Aurélio de Góis Monteiro ?
Canrobert Pereira da Costa ?
Newton Estillac Leal ?
Ciro do Espírito Santo Cardoso ?
Euclides Zenóbio da Costa ?
Henrique Teixeira Lott ?
Odílio Denys ?
João de Segadas Viana ?
Nélson de Melo ?
Amaury Kruel ?
Jair Dantas Ribeiro Ditadura Militar(5.ª República)
Costa e Silva ?
Ademar de Queirós
Aurélio de Lira Tavares ? Orlando Geisel ? Vicente de Paulo Dale Coutinho ? Sílvio Frota ? Fernando Belfort Bethlem ? Walter Pires de Carvalho e AlbuquerqueNova República(6.ª República)
Leônidas Pires Gonçalves ?
Carlos Tinoco Ribeiro Gomes ?
Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena ?
Gleuber Vieira
Gleuber Vieira ?
Francisco Roberto de Albuquerque ?
Enzo Peri ?
Eduardo Villas Bôas ?
Edson Leal Pujol Até 1967 o responsável pela gestão do Exército era o ministro da Guerra. De 1967 até 10 de junho de 1999, data da criação do Ministério da Defesa, o responsável era o ministro do Exército. Após essa data, passou a ser denominado comandante do Exército.
vde Vice-presidentes do Brasil Lista de Vice-presidentes ? Palácio do Jaburu
Floriano Peixoto (1891)
Manuel Vitorino (1894?1898)
Francisco Rosa e Silva (1898?1902)
Afonso Pena (1903?1906)
Nilo Peçanha (1906?1909)
Venceslau Brás (1910?1914)
Urbano Santos (1914?1918)
Delfim Moreira (1918?1920)
Bueno de Paiva (1920?1922)
Estácio Coimbra (1922?1926)
Fernando de Melo Viana (1926?1930)
Nereu Ramos (1946?1951)
Café Filho (1951?1954)
João Goulart (1956?1961)
José Maria Alkmin (1964?1967)
Pedro Aleixo (1967?1969)
Augusto Rademaker (1969?1974)
Adalberto Pereira dos Santos (1974?1979)
Aureliano Chaves (1979?1985)
José Sarney (1985)
Itamar Franco (1990?1992)
Marco Maciel (1995?2003)
José Alencar (2003?2011)
Michel Temer (2011?2016)
Hamilton Mourão (2019?presente)
vdeGabinete do presidente Deodoro da Fonseca (1889?1891)Vice-presidente
Floriano Peixoto (1891)
MinistériosFazendaRuy Barbosa (1889?1891)
Tristão de Alencar Araripe (1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)GuerraBenjamin Constant (1889?1890)
Eduardo Wandenkolk (interino) (1890)
Floriano Peixoto (1890?1891)
Antônio Nicolau Falcão da Frota (1891)

MarinhaEduardo Wandenkolk (1889?1891)
Fortunato Foster Vidal (1891)
Secretariasde EstadoAgricultura, Comércioe Obras PúblicasQuintino Bocaiuva (1889)
Demétrio Nunes Ribeiro (1889?1890)
Francisco Glicério (1890?1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)
João Barbalho Uchôa Cavalcanti (1891)Instrução Pública,Correios e TelégrafosBenjamin Constant (1890?1891)
João Barbalho Uchôa Cavalcanti (interino) (1891)
Antônio Luís Afonso de Carvalho (interino) (1891)

Negócios EstrangeirosQuintino Bocaiuva (1889?1891)
Tristão de Alencar Araripe (interino) (1891)
Justo Leite Chermont (1891)

Negócios do InteriorAristides Lobo (1889?1890)
Cesário Alvim (1890?1891)
Tristão de Alencar Araripe (1891)

Negócios da JustiçaRuy Barbosa (interino) (1889)
Campos Sales (1889?1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)
Antônio Luís Afonso de Carvalho (1891)
? Dom Pedro II (Império do Brasil) (1831?1889) ? Gabinete de Floriano Peixoto (1891?1894) ?
vde Presidentes do Brasil Lista de Presidentes ? Presidencialismo no Brasil ? Linha de sucessão ?? Palácio do Planalto ? Palácio da Alvorada ? Granja do Torto ? Palácio Rio Negro ? Casa da Dinda ? Catetinho ? Palácio do Catete ? Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro)
Deodoro da Fonseca (1889?1891)
Floriano Peixoto (1891?1894)
Prudente de Moraes (1894?1898)
Campos Sales (1898?1902)
Rodrigues Alves (1902?1906)
Afonso Pena (1906?1909)
Nilo Peçanha (1909?1910)
Hermes da Fonseca (1910?1914)
Venceslau Brás (1914?1918)
Delfim Moreira (1918?1919)
Epitácio Pessoa (1919?1922)
Artur Bernardes (1922?1926)
Washington Luís (1926?1930)
Getúlio Vargas (1930?1945)
José Linhares (1945?1946)
Eurico Gaspar Dutra (1946?1947)
Getúlio Vargas (1951?1954)
Café Filho (1954?1955)
Carlos Luz (1955)
Nereu Ramos (1955?1956)
Juscelino Kubitschek (1956?1961)
Jânio Quadros (1961)
Ranieri Mazzilli (1961)
João Goulart (1961?1964)
Ranieri Mazzilli (1964)
Castelo Branco (1964?1967)
Costa e Silva (1967?1969)
Emílio Garrastazu Médici (1969?1974)
Ernesto Geisel (1974?1979)
João Figueiredo (1979?1985)
José Sarney (1985?1990)
Fernando Collor de Mello (1990?1992)
Itamar Franco (1992?1995)
Fernando H. Cardoso (1995?2003)
Luiz Inácio Lula da Silva (2003?2011)
Dilma Rousseff (2011?2016)
Michel Temer (2016?2019)
Jair Bolsonaro (2019?presente)
vdeGabinete do presidente Floriano Peixoto (1891?1894)Vice-presidente
Nenhum (1891?1894)
MinistériosFazendaAntão Gonçalves de Faria (1891)
Rodrigues Alves (1891?1892)
Serzedelo Correia (1892?1893)
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire (1893?1894)
Alexandre Cassiano do Nascimento (interino) (1894)GuerraJosé Simeão de Oliveira (1891?1892)
Custódio de Melo (interino) (1892)
Francisco Antônio de Moura (1892?1893)
Antônio Eneias Gustavo Galvão (interino) (1893?1894)
Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat (1894)

Indústria, Viaçãoe Obras PúblicasSerzedelo Correia (interino) (1892)
Antônio Paulino Limpo de Abreu (1892?1893)
Antônio Francisco de Paula Sousa (1893)
João Filipe Pereira (1893?1894)
Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat (1894)

Justiça e Negócios InterioresFernando Lobo Leite Pereira (1891?1893)
Alexandre Cassiano do Nascimento (1893?1894)

MarinhaCustódio de Melo (1891?1893)
Filipe Firmino Rodrigues Chaves (1893?1894)
Francisco José Coelho Neto (1894)
Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat (interino) (1894)
João Gonçalves Duarte (1894)

Relações ExterioresCustódio de Melo (interino) (1891)
Fernando Lobo Leite Pereira (1891?1892)
Serzedelo Correia (1892)
Custódio de Melo (interino) (1892)
Antônio Francisco de Paula Sousa (1892?1893)
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire (1893)
João Filipe Pereira (1893)
Carlos Augusto de Carvalho (1893)
Alexandre Cassiano do Nascimento (1893?1894)
Secretariasde EstadoAgricultura, Comércioe Obras PúblicasAntão Gonçalves de Faria (1891?1892)
Serzedelo Correia (interino) (1892)Instrução Pública,Correios e TelégrafosJosé Higino Duarte Pereira (1891?1892)
Fernando Lobo Leite Pereira (1892)

Negócios do InteriorJosé Higino Duarte Pereira (interino) (1891?1892)
Fernando Lobo Leite Pereira (1892)
? Gabinete de Deodoro da Fonseca (1889?1891) ? Gabinete de Prudente de Morais (1894?1898) ?
vdePresidentes do Senado Federal do Brasil (1826?2019) Primeiro reinado(D. Pedro I)
José Egídio Álvares de Almeida
José Caetano da Silva Coutinho
Período regencial
Bento Barroso Pereira
Antônio Luís Pereira da Cunha
Manuel Jacinto Nogueira da Gama
Diogo Antônio Feijó
Segundo reinado(D. Pedro II)
Francisco Vilela Barbosa
Estêvão Ribeiro de Resende
José da Costa Carvalho
João Vieira de Carvalho
Luís José de Oliveira Mendes
Cândido José de Araújo Viana
Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda
Antônio Paulino Limpo de Abreu
José Ildefonso de Sousa Ramos
João Maurício Wanderley
Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu
Antônio Cândido da Cruz Machado
Paulino José Soares de Sousa
República Velha(1.ª República)
Floriano Peixoto
Prudente de Morais
Manuel Vitorino
Francisco de Assis Rosa e Silva
Afonso Pena
Nilo Peçanha
Venceslau Brás
Urbano Santos
Delfim Moreira
Bueno de Paiva
Estácio Coimbra
Melo Viana
2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Antônio Garcia de Medeiros Neto
Valdomiro de Barros Magalhães
Nereu Ramos
Café Filho
Alexandre Marcondes Machado Filho
Apolônio Jorge de Faria Sales
João Goulart
Ditadura militar(5.ª República)
Auro de Moura Andrade
Gilberto Marinho
João Cleofas de Oliveira
Petrônio Portella
Filinto Müller
Paulo Francisco Torres
Magalhães Pinto
Petrônio Portella
Luís Viana Filho
Jarbas Passarinho
Nilo Coelho
Moacir Dalla
Nova República(6.ª República)
José Fragelli
Humberto Lucena
Nelson Carneiro
Mauro Benevides
Humberto Lucena
José Sarney
Antônio Carlos Magalhães
Jader Barbalho
Edison Lobão
Ramez Tebet
José Sarney
Renan Calheiros
Tião Viana
Garibaldi Alves Filho
José Sarney
Renan Calheiros
Eunício Oliveira
Cássio Cunha Lima (interino)
Davi AlcolumbreControle de autoridade
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