desenvolvimento de site sp em Rio Branco

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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Rio Branco

Coordenadas: 6° 58' 32" S 67° 48' 30" W
Nota: Para outros significados, veja Rio Branco (desambiguação).Município de Rio Branco
"Cidade Verde" "Capital da Amazônia Ocidental" "RBR" "Capital da Natureza" "Rio Branco do Acre"
Acima à esquerda, o pórtico do Parque da Maternidade; acima a direita, o Novo Mercado Velho de Rio Branco, as margens do Rio Acre; na centro-esquerda a Ponte JK; na centro-direita a passarela Joaquim Macedo; abaixo tomada aérea do 1º distrito.BandeiraBrasãoHino
Fundação28 de dezembro de 1882 (136 anos)
Gentílicorio-branquense
LemaUbique Patria Memor"Em Qualquer Lugar, Terei Sempre A Pátria Em Minha Lembrança"
Padroeiro(a)Nossa Senhora de Nazaré[1]
Prefeito(a)Socorro Neri (PSB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Rio Branco no AcreRio Branco Localização de Rio Branco no Brasil
09° 59' 30" S 67° 48' 36" O09° 59' 30" S 67° 48' 36" O
Unidade federativaAcre
Região intermediária
Rio Branco IBGE/2017[2]Região imediata
Rio Branco IBGE/2017[2]Municípios limítrofesBujari, Capixaba, Porto Acre, Senador Guiomard, Sena Madureira e Xapuri.
Distância até a capital3 030 km[3]
Características geográficas
Área8 834,942 km² [4]
População401 155 hab. (AC: 1º) ? estatísticas IBGE/2018[5]
Densidade45,41 hab./km²
Altitude153 m
Climatropical monçônico, isotérmico Am
Fuso horárioUTC-5
Indicadores
IDH-M0,727 (AC: 1º) ? alto PNUD/2010[6]
PIBR$ 8 192 366 mil (BR: 121º) ? IBGE/2014[7]
PIB per capitaR$ 22 510,95 IBGE/2014[7]
Página oficial
Prefeiturawww.riobranco.ac.gov.br
Câmarawww.riobranco.ac.leg.brRio Branco é um município brasileiro, capital do estado do Acre, na Região Norte do país e principal centro financeiro, corporativo e mercantil do estado. Distante 3 030 quilômetros de Brasília, capital federal,[3] localiza-se às margens do Rio Acre.
Sua população, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 401 155 habitantes, fazendo de Rio Branco a sexta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. Sua área territorial é de 8 834,942 km², sendo o quinto município do estado em tamanho territorial. De toda essa área, 44,9559 km² estão em perímetro urbano, o que classifica Rio Branco como sendo a 62ª maior do país.[8]
Sendo a segunda capital mais antiga da Amazônia Ocidental Brasileira - A primeira sendo Manaus - O povoamento da região de Rio Branco se deu no fim do século XIX, com a chegada de nordestinos. O desenvolvimento do município ocorreu durante um grande período dado pelo Ciclo da Borracha.[9] Nesta época ocorreu ainda uma miscigenação da população, com traços do branco nordestino com índios Kulinaã, sendo que houve também influência de povos vindos de outras regiões do mundo, como turcos, portugueses, libaneses e outros.Índice1 Etimologia
2 História
3 Geografia3.1 Relevo
3.2 Solo
3.3 Clima
3.4 Vegetação
3.5 Hidrografia
3.6 Subdivisões3.6.1 Bairros
4 Economia4.1 Comunicação4.1.1 Jornais
4.1.2 Telefonia
4.1.3 Rádios
4.1.4 Emissoras de Televisão
4.2 Transporte4.2.1 Aeroporto
4.2.2 Rodovias
4.3 Atrações turísticas
5 Demografia5.1 Etnias
5.2 Crescimento demográfico
6 Religião6.1 Protestantismo
7 Sociedade7.1 Educação
8 Cultura8.1 Datas importantes
8.2 Eventos tradicionais
8.3 Estádios
8.4 Zoológicos
9 Cidades-irmãs
10 Ver também
11 Referências
12 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
José Paranhos Júnior, o barão do Rio Branco.
A capital ganhou este nome em homenagem a José Maria da Silva Paranhos Júnior, que tornou-se amplamente conhecido pelo seu título nobiliárquico: Barão do Rio Branco.[10] Antes estabelecida no Seringal Volta da Empresa, a prefeitura teve sua sede transferida em 1909 para onde se localizava o Seringal Empreza.[10] Em 1912 a Vila Pennápolis, que se chamava assim em homenagem ao então Presidente do Brasil, Afonso Pena teve seu nome alterado para Rio Branco, em homenagem ao diplomata que anexara o Acre ao Brasil.[10]
O Barão do Rio Branco nasceu em 20 de Abril de 1845 no Rio de Janeiro. Iniciou-se na carreira política como promotor e deputado, ainda no Império. Assumiu o Ministério das Relações Exteriores, de 3 de dezembro de 1902 até sua morte, em 1912. Além de diplomata, foi geógrafo e historiador. Junto com Assis Brasil e José Plácido de Castro, teve papel de destaque na Questão do Acre, que culminou com a assinatura do Tratado de Petrópolis, entre Brasil e Bolívia, pondo fim ao conflito dos dois países em relação ao território do Acre, que passou a pertencer ao Brasil mediante compensação econômica e pequenas concessões territoriais.História[editar | editar código-fonte]
Residência do Prefeito e Fórum de Rio Branco, em 1908. Documento sob guarda do Arquivo Nacional.
A capital do estado do Acre (o nome Acre origina-se de Aquiri, transcrita pelos exploradores desta região da palavra Uwakuru do dialeto dos índios Apurinã), surgiu a partir do seringal fundado em 28 de dezembro de 1882, pelo cearense Neutel Maia.
Segundo a tradição, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa gameleira chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir um seringal ali mesmo. Tratava-se do seringalista Neutel Maia, que, com sua família e trabalhadores, chegava à região do Acre.
Maia fundou o seu primeiro seringal, Seringal Volta da Empresa, à margem direita do rio Acre, ao longo da grande curva do rio, onde ainda hoje está a gameleira - no local em que hoje se encontra o Segundo Distrito. Ali foi iniciada a construção de barracões, em terras antes ocupadas pelas tribos indígenas Aquiris, Canamaris e Maneteris.
Em seguida, Maia abriu um outro seringal, na margem esquerda do rio Acre - onde atualmente está instalado o Palácio do Governo do Acre - com o nome de Seringal Empresa.
Anos depois, a mesma gameleira seria testemunha dos combates travados na Volta da Empresa, entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas, durante o crítico período da Revolução Acreana, que tornou o Acre parte do Brasil, no início do Século XX.
Terminada a Revolução Acreana, após a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903, e a anexação definitiva do Acre - agora Território Federal do Acre - ao Brasil, Rio Branco foi elevada à categoria de vila, tornando-se sede do departamento do Alto Acre.
Cunha Matos, a mando do governo federal, chegou ao Acre em 18 de agosto de 1904, para governar, como prefeito, o departamento do Alto Acre, cargo que exerceu até 1905. No dia 19 de agosto de 1904, Cunha Matos decidiu estabelecer a sede provisória de sua prefeitura no povoado criado em torno do seringal Volta da Empresa, onde hoje está o Segundo Distrito da capital, à margem direita do rio Acre. A povoação passou a ser chamar-se Vila Rio Branco no dia 22 de agosto de 1904.
A "Villa Rio Branco" afirmou-se como o principal centro urbano de todo o vale do Acre, o mais rico e produtivo do território.
Em 13 de junho de 1909, o então prefeito do Departamento do Alto Acre, coronel Gabino Besouro, mudou a sede da prefeitura para a margem esquerda do rio Acre, onde hoje funcionam os principais órgãos públicos como o Palácio do Governo, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e Palácio das Secretarias, nas terras do Seringal Empresa, recebendo o nome de Penápolis (em homenagem ao então Presidente Afonso Pena) , onde a terra era mais alta, não sujeita às alagações do rio Acre. Foi uma instalação definitiva.
Em 1910, o prefeito Leônidas Benício de Melo, assinou uma Resolução criando o município de Empresa, juntando a Vila Rio Branco (no Seringal Volta da Empresa, do lado direito do rio Acre) e a localidade de Penápolis (Seringal Empresa, do lado esquerdo do rio Acre).
Em fevereiro de 1911, o prefeito Deocleciano Coelho de Sousa, adotou novamente o nome de município de Penápolis. De forma definitiva, em 1912, os dois lados da cidade passam a se chamar "Rio Branco", em homenagem ao Barão de Rio Branco, chanceler brasileiro cuja ação diplomática resultou no Tratado de Petrópolis. Em 1920 o município de Rio Branco passa a ser a capital do então Território do Acre - depois Estado do Acre. Memorial dos Autonomistas.
Durante todos esses acontecimentos, a rua surgida em torno da gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro da vida comercial e urbana dessa parte da Amazônia. Ali se situavam os bares, cafés e cassinos que movimentavam a vida noturna da cidade; ali se encontravam os principais representantes comerciais das casas aviadoras nacionais e estrangeiras que movimentavam milhares de contos de réis naquela época de riqueza e fausto. Ali moravam as principais famílias da elite urbana composta por profissionais liberais e pelo funcionalismo público. Pôr do sol no Parque Tucumã
Embora a administração política do Território tivesse sido transferida para a margem esquerda do rio Acre, cujas terras eram mais altas e não inundáveis, as ruas do centro da cidade - ruas Cunha Matos, 17 de novembro e 24 de janeiro - permaneceriam como a principal zona comercial, sendo paulatinamente dominadas pelos imigrantes sírio-libaneses, a ponto de, em meados da década de 1930, a área ser também conhecida como "Bairro Beirute".
Porém, a partir da década de 1950, teve início um pronunciado processo de decadência econômica da histórica margem direita de Rio Branco, que passou a ser chamada Segundo Distrito. Isso resultou da transferência de boa parte de suas principais casas comerciais para o Primeiro Distrito da cidade, na margem esquerda do rio, onde já estavam instaladas as principais repartições públicas e as residências das mais importantes famílias do território.Geografia[editar | editar código-fonte]
Rio Acre, o rio que corta a cidade .
Rio Branco se localiza a 9°58'29" sul e a 67°48'36" oeste, numa altitude de 153 metros acima do nível do mar. A cidade é cortada pelo rio Acre, que divide a cidade em duas partes denominadas Primeiro e Segundo Distritos. Atualmente, o rio é atravessado por seis passarelas - a mais nova é a Passarela Joaquim Macedo. Limita-se ao norte com os municípios de Bujari e Porto Acre, ao sul com os municípios de Xapuri, Brasiléia e Capixaba, a leste com o município de Senador Guiomard e a oeste com o município de Sena Madureira.
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[11] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Rio Branco.[2] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Rio Branco, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Vale do Acre.[12]Relevo[editar | editar código-fonte]
Rio Branco situa-se em ambas as margens do rio Acre, sua topografia à direita (na região hoje denominada pelo Segundo Distrito) formada por imensa planície de aluvião, enquanto que o solo na margem esquerda (onde fica o centro da cidade), caracteriza-se por sucessão de aclives suaves.Solo[editar | editar código-fonte]
Vista parcial do centro de Rio Branco
População devidamente vestida para o frio, em um dia de 16 °C.
Cerca de 90% dos sedimentos da Bacia do Acre são de idade terciária de origem continental fluvial, tendo sido estudados sob denominações diversas, como a Formação de Pebas Manaus, Puca e Rio Branco. Delas a mais conhecida é a Formação Solimões.
A Formação Solimões é composta por sedimentos típicos de planície de inundação, apresentando estratificações cruzadas, estrutura laminar em argilitos, siltitos acamados e em lentes, arenitos finos e grosseiros em lentes ou interditados com siltitos e argilitos, etc.
Levantamentos de solos feitas para o Zoneamento Econômico Ecológico do Estado do Acre e do município de Rio Branco, indicam as seguintes classes de solo:Argissolo Vermelho Amarelo, principal classe de solo do município e que apresenta caracteristicamente argila de atividade baixa em sua composição mineralógica, sendo solos ácidos, distróficos ou alumínicos, em relevo predominantemente ondulado a suave ondulado. São solos de baixa fertilidade natural, moderada susceptibilidade à erosão e à mecanização, notadamente em função das limitações do relevo. Esta classe de solos predomina ao sul do município de Rio Branco, na porção sul da bacia do rio Riozinho do Rola, compreendo quase a totalidade das bacias dos igarapés Espalha, Forquilha, Vai-Se-Ver, Bom Futuro e Caipora, além de porções de terra a oeste do rio Acre, ao norte da BR-364.
Luvissolo Hipocrômico, com argila de alta atividade, textura média, hipereutrófico e com elevada acidez em profundidade. São solos de elevada fertilidade natural, porém, com deficiência de oxigênio devido a drenagem interna, sendo fortemente susceptíveis à erosão pela ocorrência em relevo ondulado. Para a mecanização destes solos deve-se priorizar técnicas de baixo revolvimento do solo, como plantio mínimo ou plantio direto. Esta classe de solo predomina ao norte do município de Rio Branco, na porção norte da bacia do rio Riozinho do Rola e ao sul da Rodovia Transacriana (AC-090), incluindo também a maioria das terras na margem oriental do rio Acre, principalmente entre a sede do município de Rio Branco e a divisa com o município de Porto Acre.
Estas duas classes de solos descritas acima são claramente diferenciadas em relação aos dois principais corpos de drenagem do município de Rio Branco: rio Acre e o rio Riozinho do Rola: os argissolos predominam na porção sul da bacia do Riozinho do Rola e na porção oriental da bacia do rio Acre, onde está a principal rede de recarga hídrica do município, facilmente identificada pela maior riqueza e maior extensão de canais de drenagem; por sua vez, os luvissolos predominam na porção norte da bacia do Riozinho do Rola e ocidental da bacia do rio Acre, onde a rede de drenagem é menos rica e menos extensa. Esta associação de rede de recarga hídrica e dos solos do município indicam a necessidade de políticas de gestão do uso da terra diferentes, onde o manejo conservacionista da bacia hidrográfica é particularmente importante nas áreas com argissolos.
Outras classes de solo que ocorre no município de Rio Branco trata-se do Latossolo Vermelho, cauliníticos, distróficos, profundos e de textura argilosa, em relevo suave ondulado, associados a Argissolo Amarelo e Argissolos Vermelho, normalmente de textura mais leve (média a argilosa), distróficos ou ácidos, e em relevo ondulado. Estes solos ocorrem na porção oriental da bacia do rio Acre, principalmente entre as sedes dos municípios de Rio Branco e Senador Guiomard. Do ponto de vista da fertilidade natural, são os solos de menor fertilidade natural e, extremamente susceptíveis à erosão devido a maior erodibilidade de seu solo, embora, o relevo suave ondulado minimize tal risco. Entretanto, nestes solos é comum observar a formação de voçorocas em áreas manejadas inadequadamente. São solos bem drenados e adequados para a mecanização intensiva e podem proporcionar excelentes produtividades desde que corrigidas as deficiências de fertilidade. Do ponto de vista da recarga hídrica, constituem o ambiente mais importante para a captação de água e provavelmente sua posição em relação ao aquífero sob a cidade de Rio Branco indica que estes solos podem constituir-se na principal fonte de reabastecimento do aquífero, indicando a necessidade de cuidados especiais quanto a utilização de produtos químicos e instalação de indústrias que possam contaminar este aquífero.
De menor importância quanto a sua abrangência territorial no município de Rio Branco, mas importante devido a estar associado as bacias de sedimentação do bacia do rio Acre e do Riozinho do Rola está o Gleissolo Melânico, de textura argilosa e eutróficos, associados as várzeas em relevo plano ao longo dos principais canais de drenagem, e os Plintossolos Háplicos, também de textura argiloosa, eutróficos, porém, mais profundos e associados a relevo suave ondulado, em posições mais afastadas da zona de sedimentação. Estes solos são extremamente férteis, propícios para agricultura de pequena escala e familiar, porém, com fortes restrições quanto a deficiência de oxigênio, sendo, em alguns locais, sujeitos a alagação periódica. Por estarem associados a mata ciliar, em áreas de proteção permanente, também apresentam restrição ambiental para seu uso.
Também com menor expressão territorial, encontra-se o Argissolo Vermelo plintico associado ao Argissolo Vermelho Amarelo plíntico e ao Plintossolo Argilúvico, todos solos com gradiente textural entre o horizonte superficial, de textura média, e o horizonte subsuperficial de textura argilosa, normalmente distróficos e em relevo variando de suave ondulado a ondulado. Estes solos localizam-se em uma pequena extensão no norte da bacia do rio Riozinho do Solo. Mastro da Bandeira Ponto turístico localizado na Gameleira em Rio Branco
Do ponto de vista das potencialidades do uso da terra, o município de Rio Branco possui paisagens diversas, desde solos de baixa fertilidade e de excelente aptidão para agricultura intensiva, como solos de excelente fertilidade, porém, mais apropriados para um uso agrícola menos intensivo no que diz respeito à mecanização. Os solos também variam em relação ao seu papel na conservação dos recursos hídricos, havendo deste importantes áreas de reabastecimento de aquíferos (Latossolos), como redes de drenagem extensas (Argissolos) ou restritas (Luvissolos). Esta variabilidade de paisagens indica a possibilidade de uma grande variabilidade de uso agrícola e prestação de serviços ambientais.Clima[editar | editar código-fonte]
Rio Branco possui um clima quente e chuvoso. Dentre as capitais do Norte e Nordeste, é a que tem o clima mais agradável, caracterizado por temperaturas mínimas frequentemente próximas de 20 °C e máximas próximas de 30 °C e influências de frentes frias durante alguns meses do ano. O clima é equatorial, com temperatura média anual ao redor dos 25 °C e precipitação de chuvas de aproximadamente 2 000 mm/ano. O período compreendido entre os meses de novembro a abril corresponde à época mais chuvosa do ano.[13]Maiores acumulados de precipitação em 24 horas registradosem Rio Branco (INMET) por meses (06/1969-presente)[14]
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro118,2 mm16/01/1974Julho68,4 mm11/07/1978
Fevereiro159,2 mm14/02/2018Agosto71,9 mm05/08/1997
Março113,8 mm22/03/2004Setembro95 mm10/09/2014
Abril129,2 mm19/04/1985Outubro102,2 mm11/10/1986
Maio87 mm22/05/1974Novembro134 mm06/11/2015
Junho57,4 mm25/06/1993Dezembro135,2 mm10/12/1987 Palácio Rio Branco Sede do Poder Executivo do Estado do Acre Localizado em Rio Branco
Entre maio e setembro ocorre ocasionalmente o fenômeno da friagem, registrando temperaturas mais baixas (geralmente chegando aos 12 °C) para os padrões regionais. Em julho de 2010, devido ao fenômeno, foram registrados recordes de temperaturas mínimas do ano. No dia 17 os termômetros não passaram dos 14,7 °C de temperatura máxima. Dia 19 destacou-se a mínima de 9,8 °C. Porém esse fenômeno tem uma duração curta, nunca superior a uma semana consecutiva. No entanto, é nos meses de agosto e setembro que normalmente são registradas as maiores temperaturas do ano, podendo chegar aos 37 °C, baixos índices de umidade relativa do ar e precipitação, o que favorece a ocorrência de fumaça das queimadas nessa época. Gameleira, centro histórico de Rio Branco
A Terceira Ponte é localizada na Via Verde, zona oeste de Rio Branco
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1969 (a partir de 01/06) a menor temperatura registrada em Rio Branco foi de 6 °C
em 19 de julho de 1975,[15] e a maior atingiu 39,8 °C em 8 de dezembro de 1970.[16] O maior acumulado de precipitação foi de 159,2 mm em 14 de fevereiro de 2018, superando os 135,2 mm registrados em 10 de dezembro de 1987. Outros grandes acumulados foram 134 mm em 6 de novembro de 2015, 129,6 mm em 24 de dezembro de 1971, 129,2 mm em 19 de abril de 1985, 121,4 mm em 19 de fevereiro de 1993, 118,9 mm em 4 de dezembro de 1998, 118,2 mm em 16 de janeiro de 1974, em 13 de novembro de 1976, 113,8 mm em 22 de março de 2004, 108,7 mm em 27 de março de 2010, 107,6 mm em 114,4 mm29 de dezembro de 1988, 107,1 mm em 8 de abril de 1994, 105 mm em 20 de janeiro de 1998,
102,2 mm em 11 de outubro de 1986, 101,8 mm em 10 de dezembro de 1986, 100,9 mm em 15 de fevereiro de 2003, 100,4 mm em 2 de novembro de 1978 e 100,3 mm em 6 de março de 2013.[14] O índice mais baixo de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 30 de julho de 1976, de 26%.[17]
Dados climatológicos para Rio Branco
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)35,737,237,238,239,735,237,838,339,238,437,539,8 39,8
Temperatura máxima média (°C)30,930,831,13130,430,331,332,933,232,931,831 31,5
Temperatura média compensada (°C)25,725,525,725,424,423,623,424,625,526,125,925,7 25,1
Temperatura mínima média (°C)22,2222221,620,118,317,518,219,821,621,922,2 20,6
Temperatura mínima recorde (°C)14,2161410,48,27,8681012,413,613,4 6
Precipitação (mm)294,4298,4278,1207,487,732,831,956,584,8153206,7265,9 1 997,6
Dias com precipitação (? 1 mm)1917171383346101418 132
Umidade relativa compensada (%)88,688,888,888,587,385,681,377,978,382,685,988,2 85,2
Horas de sol109,790,4113,8127,4154,8174,3218,4180,5158162,8138,8118,6 1 747,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[13] recordes de temperatura de 01/06/1969 a 31/07/2018)[15][16] Vegetação[editar | editar código-fonte]
Sua vegetação natural é composta basicamente por floresta tropical aberta (baixos platôs e aluvial).Hidrografia[editar | editar código-fonte]
O Canal da Maternidade foi revitalizado com a construção de um parque que acompanha seu leito.
No comum, os rios e igarapés de Rio Branco são bastante sinuosos, escoando em estreitas planícies fluviais de deposição, com o regime fluviométrico obedecendo ao regime pluviométrico alternando assim períodos de cheias e vazantes. Os períodos de cheias apresentam, conforme intensidade das chuvas, enchentes de diferentes magnitudes. A formação geológica e geomorfológica são indicadores de rios de águas brancas, com grande concentração de material sólido em suspensão, oriundos dos processos hidroerosivo da corrente sobre as margens.
O rio Acre, afluente direto do rio Purus, por sua extensão e pelo seu caudal, constitui-se no maior representante de drenagem nessa unidade. Tem uma dinâmica geomorfológica muito comum ? o deslizamento das suas margens, o que está relacionado às variações de regime fluvial de cheias e vazantes. Este fenômeno ocorre, comumente, no período das enchentes. Quando as águas começam a baixar, a pressão hidrostática diminui e a água anteriormente retida nas margens é liberada. Com isso, o deslizamento que ocorre nas suas margens configura patamares desmoronados. Em Rio Branco estes contribuem para o assoreamento do leito normal do Rio Acre influenciando o regime e a extensão das cheias sazonais que caracterizam a inundação parcial das áreas urbanas da cidade.
O Igarapé São Francisco, com percurso de 115,6 km² e densidade de drenagem de 1,37 km/km², é de grande importância por ser, a exceção do Rio Acre, o principal coletor da bacia hidrográfica do sítio urbano de Rio Branco. Está bastante degradado devido o desmatamento de suas margens para a ocupação humana e também pela poluição de suas águas por estar servindo de depósito de lixo e esgoto a céu aberto.
O Igarapé Judia possui um percurso de 26 km, possui um escoamento de drenagem do tipo dentrítica. Encontra-se bastante poluído.
Canal da Maternidade encontra-se bastante poluído, por cortar a cidade é um grande coletor de águas pluviais.Subdivisões[editar | editar código-fonte]
Bairros[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Lista de bairros de Rio Branco
A prefeitura de Rio Branco, diferente das demais prefeituras brasileiras, divide a cidade em 7 áreas urbanas, denominadas regionais.
Cada regional possui peculiaridades, já que foram definidas com base em fatores socioeconômicos, compreendendo bairros e conjuntos com características semelhantes. Elas são numeradas de I a VII, sendo que cinco delas se localizam no 1º distrito: II, III, IV, V, VI; e outras duas no 2º distrito: I, VII. As regionais são compostas por aproximadamente 110 bairros:Economia[editar | editar código-fonte]
Historicamente, a economia acriana baseia-se no extrativismo vegetal, sobretudo na exploração da borracha, que foi responsável pelo povoamento da região. Atualmente, a madeira é o principal produto de exportação do estado, que também é grande produtor de castanha-do-pará, fruto do açaí e óleo da copaíba. Passarela Joaquim Macedo
Os cultivos de mandioca, milho, arroz, feijão, frutas e cana-de-açúcar são a base da agricultura. A indústria, por sua vez, atua nos seguintes segmentos: alimentício, madeireiro, cerâmica, mobiliário e têxtil Rio Branco possui o maior PIB do estado do (AC), Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013 seu Produto Interno Bruto (PIB) foi de 6 767 743 Bilhões de reais,Um dos maiores centros financeiros da Região Norte Rio Branco passa hoje por uma transformação em sua economia. Atividades econômicas em Rio Branco - (2012)[18]
Comunicação[editar | editar código-fonte]
Atualmente os rio-branquenses estão bem estruturados em relação a comunicação, sendo seus principais meios a internet, os jornais, as rádios, a televisão, e as telefonias fixas e móveis. Na cidade, os primeiros programas de TV foram iniciados na década de 1970, e alguns, incrivelmente, predominam até hoje. Os jornais impressos circulam na cidade desde o final dos anos 60, e o interessante, é que mesmo com o avanço da tecnologia, ler o jornal impresso logo cedo, continua sendo uma atividade muito apreciada pelos acreanos, coisa difícil de se ver hoje em dia. Fábrica de Ração Animal, na Região Urbana de Rio Branco
Complexo de Piscicultura do Estado do Acre, no setor de Frigorífico de Peixes, em Rio Branco
O terminal Urbano de Rio Branco, localizado no Centro da cidade, foi construído em 1996 e reformado e ampliado em 2006, sendo o ponto inicial de todas as linhas de ônibus da cidade.
Jornais[editar | editar código-fonte]
Biblioteca Pública
Circulam na cidade seis jornais, sendo quatro diários e dois semanais. São eles: O Rio Branco, A Gazeta, Página 20, A Tribuna, O Estado (semanal), O Tabloide (semanal). Ler um jornal impresso ainda é uma atividade muito apreciada nesta cidade.Telefonia[editar | editar código-fonte]
As operadoras que mantém cobertura na região são: a Vivo, a TIM, a Oi e a Claro.
As principais empresas que fazem a cobertura de telefonia fixa na cidade são a Embratel, Oi e a GVT.Rádios[editar | editar código-fonte]
vde Estações de rádio de Rio BrancoRádio AMPor frequência (kHz)1360
1400

Por nomeDifusora Acreana
Rádio Deus é Amor
Rádio FMRádios comunitárias87.9 MHzPor frequência (MHz)93.3
94.7
96.9
98.1
100,9
104.9
106.5
107.1
107.9

Por nomeAldeia FM
CBN
Cidade FM
Ecoacre FM
Gazeta FM
Rádio Boas Novas
Rádio Senado
Rádio União FM
ExtintasRádio AM740 KHz Rádio Progresso (????-2014) / CBN (2014-2018)
800 KHz Rádio Líder (????-2017)
1360 KHz Rádio Universitária (????)Rádio FM88.5 MHz Rede Aleluia (????)
89.7 MHz 89 FM (????)
90.9 MHz EcoAcre FM (????-2017)
91.3 MHz Amazônia FM (????)
94.7 MHz Feliz FM (2014-2015) / 94 FM (2015)
98.1 MHz Acre FM (1989-2018)
101.1 MHz Latina FM (????)
104.9 MHz Gameleira FM (????) / Conexão Gospel FM (????)
106,5 MHz EcoAcre FM (????)
107.5 MHz Jovem Pan FM (????)

AMs: Líder AM 800 kHz, Universitária AM 1.350 kHz,Difusora Acreana 1.400 kHz.
FMs: Gameleira FM 87,9 MHz, Gazeta FM 93,3 MHz, Rádio União FM 94.7 MHz, Aldeia FM 96,9 MHz, CBN 98,1 MHz, Rádio Senado FM 100,9 MHz, Latina FM 101,1 MHz, Ecoacre FM 106,5 MHz, Cidade FM 107,1&;MHz, Rádio Boas Novas FM 107,9 MHz.
Emissoras de Televisão[editar | editar código-fonte]
As principais estações e emissoras de televisão de Rio Branco são: a TV Aldeia (afiliada da TV Cultura), a TV Acre (afiliada da Rede Globo), a TV 5 (afiliada da Band), a TV Rio Branco (afiliada do SBT), a TV Gazeta (afiliada da Rede Record), a ABC TV (afiliada da RedeTV!) e a TV União Rio Branco (afiliada da Rede União, rede de emissoras com origem no Município de Rio Branco).vde Canais de televisão aberta em Rio BrancoSinal digital
4.1 (14) TV Acre (Globo)
5.1 (32) TV5 (Band)
6.1 (38) TV União Rio Branco (Rede União)
8.1 (34) TV Rio Branco (SBT)
11.1 (36) TV Gazeta (RecordTV)
21.1 (22) ABC TV (RedeTV!)
24.1 TV Câmara / 24.2 TV Assembleia AC / 24.3 TV Senado / 24.4 TV Câmara Municipal
27.1 (26) TV Diocese (Rede Vida)
28.1 CNT (TV Universal)
35.1 TV Nazaré
36.1 (46) Amazon Sat
39.1 RBTV
42.1 (41) RIT
44.1 Rede Super
50.1 (49) Boas Novas
Autorizados ouem implantação
17 TV Senado
30 TV Aldeia (TV Cultura)
48 Rede Gênesis
Extintas
Geradoras
Analógico: 02 TV Aldeia (TV Cultura) (1988-2018)
04 TV Acre (Globo) (1974-2018)
05 TV5 (Band) (1996-2018)
08 TV Rio Branco (SBT) (1989-2018)
11 TV Gazeta (RecordTV) (1990-2018)
13 TV União Rio Branco (Rede União) (1988-2002)
19 TV União Rio Branco (Rede União) (2002-2007; 2011-2018)
27 TV Diocese (Rede Vida) (????-2018)
40 TV Quinari (CNT) (2002-2013)
Digital: 18 TV União Rio Branco (Rede União) (2017-2019)
44 ABC TV (RedeTV!) (2019)
Retransmissoras
13 RBTV (2012-2013) / TV Cultura (2013-2018)
14 TV Novo Tempo (????-2012)
16 TV Senado (????)
19 RBTV (2007-2011) / TV Cultura (2011-2012)
21 Amazon Sat (1997-2012) / Rede Mundial (2012-2018) / Rede Super (2018)
31 Amazon Sat (2012-2018)
33 TV Nazaré (2017)
35 RedeTV! (2017)
40 Boas Novas (2013-2018)
42 RIT (2017-2018)
50 Boas Novas (????-2013; 2018) / Rede Super (2013-2018)
52 RBTV (2011-2012)
54 RIT (????-2017)
58 TV Nazaré (????-2017)
Digital: 22 Rede Super (2018-2019)
Predefinições deregiões adjacentes
Senador GuiomardTransporte[editar | editar código-fonte]
O sistema de transporte público tem melhorado nos últimos anos, principalmente devido à reforma e ampliação do Terminal Central de Ônibus da cidade próximo ao centro, que é responsável por interligar a maior parte das linhas, de um total de 36 operados por 3 empresas: Via Verde, Floresta e São Judas Tadeu.[19] Algumas ruas da cidade têm um corredor preferencial para o transporte público, como a Avenida Brasil, por onde passa boa parte das linhas que chegam ao centro através da Avenida Getúlio Vargas. Os táxis e mototáxis também são muito utilizados pela população. Semáforo na avenida Ceará
Em 2016, Rio Branco possuía uma frota de 160,784 veículos.[20]Aeroporto[editar | editar código-fonte]
O Aeroporto Internacional de Rio Branco que fica no quilômetro 18 da BR-364 na zona rural do município. O local foi construído em 1999, já que o aeroporto da época, o Aeroporto Internacional Presidente Médici, estava instalado numa área pertencente a um particular que, na justiça, conseguiu a reintegração de posse.
A BR-364 então foi duplicada para facilitar o seu acesso que até hoje é complicado pela distância enorme do centro da cidade. Imagem antiga da entrada do aeroporto à noite
Atende à aviação doméstica, internacional, geral e militar, com operação de companhias aéreas regulares e táxis aéreos. O terminal está preparado para receber 460 mil passageiros por ano e realiza cerca de 6 operações diárias. Até dezembro de 2014 foi o 6º aeroporto mais movimentado da região Norte, e o 31º aeroporto mais movimentado do Brasil. Hoje em dia, é considerado um dos aeroportos mais modernos do País.Rodovias[editar | editar código-fonte]
A Via Verde é um anel viário que liga as principais rodovias que chegam à Rio Branco, o que desafoga o trânsito nas estreitas avenidas da zona central da cidade.
As principais vias que ligam a cidade às rodovias são a Avenida Ceará, Via Chico Mendes e a Via Verde que funciona como anel viário.BR-364 - É a principal rodovia do estado. A leste liga Rio Branco ao estado de Rondônia e ao restante do país. A oeste corta todo o estado, ligando a capital do estado a Cruzeiro do Sul, segundo principal município do estado, passando pelos municípios de Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá e Rodrigues Alves.
BR-317 - Tem extensão de 330 km, liga Boca do Acre, no Amazonas, a capital (entroncamento da BR-364) e ao sul do estado, passando pelos municípios de Senador Guiomard, Capixaba, Epitaciolândia, Brasileia na fronteira com a República da Bolívia, a partir de Brasileia a estrada continua por mais 110 km até chegar no município de Assis Brasil, já na fronteira com o Peru. A rodovia se tornará um importante eixo de exportação do Brasil, pois quando a estrada no lado peruano estiver concluída, o Brasil estará totalmente ligado a Cuzco e aos dois principais portos do país vizinho.
AC-040 - Possui extensão de 100 km.[21] Liga Rio Branco até o município de Plácido de Castro também fazendo fronteira com a Bolívia, passando por Senador Guiomard.
AC-010 - Tem extensão de 62 km[21], ligando Rio Branco, até o município histórico de Porto Acre, já na divisa com o Amazonas.
Há ainda a Rodoviária Internacional de Rio Branco para as pessoas que acessarem a cidade de ônibus.Atrações turísticas[editar | editar código-fonte]
Palácio Rio Branco
É um dos mais famosos palácios de Rio Branco, construído em 1930 para abrigar a sede do governo do estado. Em 1999, iniciou-se um processo de restauração do imóvel, respeitando suas características históricas e seu inegável valor político, arquitetônico e cultural. Em 2008 foi transformado em um museu, onde são expostos fatos importantes da história do estado desde os seus primórdios. Assembleia Legislativa do Estado do Acre sede do poder Legislativo
Obelisco do Acre
É um monumento construído pelo governo do Acre em memorial aos heróis da Revolução Acreana.Gameleira
Árvore histórica. Fica na "curva" do Rio Acre, onde a cidade nasceu. Em dezembro de 1882, à sombra de uma árvore acampou o corajoso desbravador Neutel Maia. Hoje, mais de um século depois, a gameleira é uma frondosa árvore com mais de 2,5m de diâmetro no tronco, com 20m de altura e, com o sol a pique, sua sombra tem por volta de 30 metros de diâmetro.Catedral de Nossa Senhora de Nazaré
Inaugurada em 1959, é uma construção em estilo romano - basilical. No seu interior, possui três naves separadas com 36 vitrais coloridos na parte superior e 11 na inferior, doados por famílias acrianas. A parte exterior é formada por frontões, cruz e adro. Em 2007, a igreja foi considerada patrimônio público do estado do Acre. Praça da Revolução
Praça Plácido de Castro
Conhecida também por Praça da Revolução, localiza-se no centro da cidade, em frente ao quartel da Polícia Militar do Estado do Acre. Passou por uma reconstrução recente, sendo a mais arborizada da cidade.Memorial dos AutonomistasPossui um museu sobre a aquisição do Acre pelo Brasil, exposições de quadros de pintores regionais, um café e um teatro. O Memorial disponibiliza ao público um grande acervo de fotos históricas do estado, além de objetos históricos usados durante a Revolução Acreana.Passarela Joaquim Macedo
Passarela de pedestres que liga os dois distritos da cidade. Passando sobre o rio Acre, foi construída com a tecnologia de suspensão por cabos, e concluída em 2006, tem iluminação diferenciada, contrastando com as águas do rio Acre.Museu da Borracha
O acervo do museu reúne peças de arqueologia, paleontologia, história, coleção de manuscritos e documentos referentes à História do Acre.Mercado Velho
Localizado à margem esquerda do rio Acre, foi construído na década de 1920, sendo uma das principais construções em alvenaria da época. Passou por uma obra de revitalização, que resgatou a importância do espaço. Parque da maternidade-zona central
Parque da Maternidade
Inaugurado em 28 de setembro de 2002, é a obra de maior expressão na cidade de Rio Branco. Com uma extensão de 6.000m, corta grande parte da cidade. Possui quadras de esportes, quiosques, restaurantes, ciclovia e pistas de skate. Um lugar destinado à prática de esportes.Via Verde Shopping
Via verde Shopping
Inaugurado no dia 8 de novembro de 2011, o Via Verde Shopping possui 6 lojas âncoras, 4 megalojas, 132 lojas satélites, 6 salas de cinemas, sendo 3 3D, além de praça de alimentação com quatorze lojas e estacionamento com capacidade de 1169 vagas. Serviço de táxi e ônibus coletivos são disponibilizados aos clientes. É o primeiro shopping center do estado.[22][23][24][25]Demografia[editar | editar código-fonte]
Índia Ashaninka
A população do município em 2016 era estimada pelo IBGE em 377,057 habitantes, sendo o maior município do estado e o 65°mais populoso do Brasil, apresentando uma densidade populacional de 40,18 habitantes por km².[26] Segundo o censo de 2000, 51,79% da população são homens e 48,2% mulheres, e 92,73% da população vive na zona urbana e 7,22% vive na zona rural.[27] Segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, a população de Rio Branco equivale a 0,16% da população nacional. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, Rio Branco possuía 233.073 eleitores em 2014.[28] Via verde em frente ao Shopping
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Rio Branco é considerado Alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor de 0,754. Considerando apenas a educação o valor do índice é de 0,860, enquanto o do Brasil é 0,849, o índice da longevidade é de 0,697 (o brasileiro é 0,638) e o de renda é de 0,704 (o do Brasil é 0,723).[29] Rio Branco possui a maioria dos indicadores médios segundo o PNUD. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,52, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[30] A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 37,21% e a incidência da pobreza subjetiva é de 39,39%.[30] Rio Branco tem melhorado todos os seus indicadores nos últimos anos, saindo de um quadro preocupante, para uma estabelecida qualidade de vida.Etnias[editar | editar código-fonte]Cor/RaçaPercentagem
Branca26.%
Negra5.5%
Parda63.4%
Amarela2.1%
Indígena0.2% Vista parcial de Rio Branco.(2010)
Fonte: Censo 2010Crescimento demográfico[editar | editar código-fonte]Evolução demográfica de Rio Branco
Religião[editar | editar código-fonte]
Religiões em Rio Branco (2010)[31] Catolicismo Romano (60.44%) Protestantismo (19.54%) Sem religião (15.51%) Espírita (1.02%)
De acordo com o Censo 2010[32][33], a religião católica apostólica romana constitui 60.44% da população, os segmentos evangélicos
19,54%, a religião espírita 1,02% e os demais segmentos religiosos, juntamente com os habitantes que se declaram sem religião, somam 15,51%.Protestantismo[editar | editar código-fonte]
Rio Branco é um dos municípios de Acre em que o Protestantismo teve maior crescimento que o Catolicismo Romano no Censo de 2010.[34]
Detre as denominações protestantes em Rio Branco a maioria da população é pentecostal, cerca de 15% e 4% não determinaram denominação.[31]
As Assembleias de Deus são o maior grupo pentecostal, com 10% da população, seguida pela Congregação Cristã no Brasil com 1,24% e Igreja Universal do Reino de Deus com 1,35% [31]Sociedade[editar | editar código-fonte]
Educação[editar | editar código-fonte]
Entrada da Universidade Federal do Acre, principal centro de ensino superior do estado.
A cidade de Rio Branco, em 2009, contava no ensino fundamental com 211 escolas, com o corpo docente de 2.367professores e 64.349 alunos matriculados.[35][36][37] O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica no ensino fundamental foi calculado em 4,9 , o 10º entre as capitais do Brasil, e acima da média nacional(4,6).[38] O ensino médio era assistido por 51 escolas, uma rede docente de 813 professores e 17.425 matrículas.[39][40][41] O ensino médio municipal obteve a nota 4,2 no IDEB 2009, o terceiro melhor resultado entre as capitais, acima da média nacional(3,6).[38] O ensino infantil calculava 70 pré-escolas, 402 professores e 10.168 alunos.[42][43][44]
A capital ainda conta com diversas instituições de ensino superior. São algumas delas a Universidade Federal do Acre (UFAC), União Educacional do Norte (UNINORTE), Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO), o Instituto de Ensino Superior do Acre, Sinal Faculdade de Teologia e Filosofia, dentre outras. Estes absorvem a maior parte das matrículas, especialmente a primeira, por ser a única faculdade pública do estado.
Em 2008, a taxa de analfabetismo no estado é de 13%, uma das mais equilibradas do Brasil. Da população, 36,2% dos acreanos são analfabetos funcionais.Cultura[editar | editar código-fonte]
Usina de arte João Donato
Barracas de Festa Junina na Gameleira.
Devido à sua ocupação territorial ter sido feita por colonos nordestinos (refugiados da seca do Nordeste), entre o final do século XIX e o início do século XX, a cultura da região, assim como a gastronomia regional, sofreram fortes influências do Nordeste do Brasil. Mas também na década de 1930, começaram a chegar no Estado vários emigrantes da Região Sul (Principalmente Rio Grande do Sul, e do Mato Grosso do Sul que fica no Centro-Oeste), para trabalhar nas obras de construções que tinham início no Estado na época. Outro fato marcante da Cultura Acreana é que no Estado, a bebida chamada antes de tererê foi renomeada para tereré, sendo modificada até o modo de seu preparo, ao invés de água, é usado suco de limão ou abacaxi.
Sendo assim a cultura da cidade tem um forte toque do Nordeste e Sul do BrasilDatas importantes[editar | editar código-fonte]
6 de agosto de 1903 - Revolução Acriana.
11 de agosto de 1910 - começa a funcionar a primeira agência dos Correios e Telégrafos.
11 de fevereiro de 1911 - instalação da Estação Radiotelegráfica.
13 de abril de 1916 - Rio Branco recebe sua primeira usina elétrica.
7 de setembro de 1917 - inauguração do primeiro serviço telefônico.
13 de abril de 1918 - inaugurado o primeiro hospital de Rio Branco chamado de ?Santa Casa de Misericórdia do Acre?.
Eventos tradicionais[editar | editar código-fonte]
Boca de Mulher
Espetáculo de mulheres acreanas que apresentam músicas e performances sobre o universo feminino. Realizado anualmente próximo ao dia da mulher, 8 de março, o Boca de Mulher é organizado por várias entidades.ExpoAcre
Feira de indústria e comércio do Acre, promovida pelo governo do estado. Com exposição agropecuária, oferece apresentação de shows artísticos e elementos da cultura local, como artesanatos típicos acreanos, roupas, comida, e etc. Acontece durante o mês de Julho, durando um pouco mais de uma semana. Além destes, outro acontecimento que mobiliza a ExpoAcre são os rodeios de touros, que participam vários peões de todos os estados brasileiros e até estrangeiros como americanos e peruanos. É considerado o maior festival country do Norte do Brasil, e o segundo maior do país, ficando apenas atrás do Festa do Peão de Barretos. Cerca de 450.000 por ano participam da ExpoAcre, pois pessoas de todas as cidades do Acre e de outros estados marcam presença neste grande evento. Também já foi registrada a presença de turistas da Bolívia, Argentina, Chile, Equador e Peru que apreciavam este festival acreano.Festival do Açaí de Feijó e Festival de Praia
Rodoviária de Rio Branco
O Festival do Açaí de Feijó e Festival de Praia é um evento que acontece todos os anos no mês de Agosto, na cidade de Feijó. O evento marca principalmente o grande consumo da fruta tipicamente do Norte do Brasil, o açaí. O açaí produzido em Feijó é considerado por muitos críticos da área como o melhor do Brasil, com a sua espessura mais grossa e com o sabor mais doce por natureza. Este festival mobiliza o Estado inteiro que se dirige a cidade de acontecimento do mesmo. Além de poder saborear o melhor açaí do Brasil, os festeiros poderão curtir shows de celebridades locais e nacionais, gratuitamente, o que faz com que o Festival tenha muito crédito com a população acreana. Logo após o fim do Festival do Açaí, tem início o famoso Festival de Praia de Feijó. A Praia de Feijó é conhecida regionalmente por sua beleza. A Praia de Feijó, como outras do Acre, são consideradas umas das praias mais lindas de água doce do Brasil.Festival de Arte da Praia do Amapá
Lazer e grandes apresentações com artistas locais e convidados.Flora
Quartel da Policia Militar em Rio Branco
Feira de produtos da floresta do Acre, promovida pela prefeitura de Rio Branco, Secretaria de Indústria e Comércio.Festival Varadouro
Festival de cultura independente, com shows de música, peças de teatro e debates jornalísticos, que reúne diversos artistas da cena independente do Brasil. O Festival já é considerado o maior da cena independente da Região Norte, e faz parte do Circuito Fora do Eixo de Música Independente e da Associação Brasileira de Festivais Independentes, com patrocínio do Governo do Estado e iniciativa privada.FETAC (Festival de Teatro do Acre)
Traz para o Acre peças da região norte, além de expor peças genuinamentes acreanas.Estádios[editar | editar código-fonte]
Vista de Dentro do Estádio Arena da Floresta
São usados, atualmente, para jogos em Rio Branco, três estádios: o José de Melo, o Arena da Floresta e o estádio da Federação de Futebol do Estado do Acre.Estádio Adauto de Brito - Rua 17 de novembro, s/n. Estádio do Atlético Acreano, foi inaugurado no final da década de 1970 e tem capacidade para 4.000 pessoas. Mas tem mando de campo na Arena da Floresta para os jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2019 - Série C.
Estádio Dom Giocondo Maria Grotti - Avenida Getúlio Vargas, s/n. Estádio do Atlético Clube Juventus.
Estádio Arena da Floresta - O estádio estadual foi construído no local onde ficava o velho aeroporto Presidente Médici no Segundo Distrito da cidade. É um dos mais modernos do país em termos de estrutura, possui capacidade para 25 mil pessoas mas ainda passará por uma ampliação para uma capacidade de 40.000 espectadores. Foi também construída na região uma Vila Olímpica, chamada cidade do esporte, com espaço para shows, hotel, piscina, pista de atletismo, ginásio, alojamentos e restaurante. Estádio da Federação O Florestão, segundo maior estádio de Rio Branco
Estádio da Federação de Futebol do Estado do Acre - O estádio tem capacidade para cerca de 40.000 espectadores e fica na nova Via Verde no oeste da capital acreana.
Estádio José de Melo - Avenida Ceará, 1.356. Inaugurado em 1935, com capacidade para 6.000 pessoas, o estádio do Rio Branco Football Club que divide com o Arena da Floresta para os jogos do Campeonato Acreano e do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2019 - Série D.
Zoológicos[editar | editar código-fonte]
Na cidade de Rio Branco há apenas um zoológico. Possui vários animais da região e situa-se na AC-040, dentro do famoso Parque Chico Mendes. Existe no parque vários animais, entre eles: onça pintada, jacaré-açu, sucuri, harpias, entre outros.Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]
Rio Branco tem 3 cidades-irmãs, que são: Reggio Emilia[45], Itália
Zhuhai, China
Albuquerque, Estados Unidos
Ver também[editar | editar código-fonte]
Naturais de Rio Branco
República do Acre
Referências? Yuri Marcel (13 de outubro de 2013). «Católicos vão às ruas de Rio Branco participar do Círio de Nazaré». G1. Consultado em 1 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017 ? a b Atlas Geográfico do Brasil. «Capitais dos estados». Consultado em 1 de janeiro de 2011. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). «Áreas dos Municípios». Consultado em 1 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2018). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2018». Consultado em 29 de agosto de 2018 ? Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 29 de agosto de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 ? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2014). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2014». Consultado em 1 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 ? Embrapa Monitoramento por Satélite (7 de junho de 2011). «Acre». Consultado em 29 de maio de 2016 ? Ferias Tur. «Envira no FériasTur». Consultado em 21 de janeiro de 2011 ? a b c Governo do Acre. «Rio Branco». Internet Archive. Consultado em 25 de Setembro de 2010 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 1 de dezembro de 2017 ? a b «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 24 de março de 2018 ? a b «Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Rio Branco». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de abril de 2014 ? a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Rio Branco». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de abril de 2014 ? a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Rio Branco». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de abril de 2014 ? «BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Rio Branco». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 2 de agosto de 2015 ? «Atividades econômicas em Rio Branco (2012)». Plataforma DataViva. Consultado em 13 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 18 de janeiro de 2014 ? Agazeta. «Prefeito Angelim apresenta dados sobre investimentos no transporte aos vereadores». Internet Archive. Consultado em 13 de Novembro de 2010 ? «Frota do município de Rio Branco (2012)». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2012. Consultado em 6 de setembro de 2013 ? a b «Estradas do Acre - DNIT». DNIT. Consultado em 1 de Outubro de 2010. Arquivado do original em 17 de janeiro de 2012 ? Gasparin, Gabriela (9 de dezembro de 2017). «Primeiro shopping muda hábitos da população do Acre». G1. Consultado em 9 de dezembro de 2017 ? Pereira, Vivian (8 de dezembro de 2011). «Primeiro shopping do Acre muda cenário em Rio Branco às vésperas do Natal». Reuters. Estadão. Consultado em 9 de dezembro de 2017 ? Gasparin, Gabriela (9 de dezembro de 2017). «Acrianos viajam até 700 km para conhecer 1º shopping do estado». G1. Consultado em 9 de dezembro de 2017 ? «Primeiro shopping muda cenário econômico do Acre». IG. 8 de dezembro de 2011. Consultado em 9 de dezembro de 2017 ? «Estimativas da população para 1 de julho de 2009». Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de outubro de 2010. Consultado em 16 de agosto de 2009 ? «População e Domicílios Censo 2000 com Divisão Territorial 2001». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 19 de dezembro de 2007. Consultado em 23 de Setembro de 2010 ? «Eleitores do Acre - Tribunal Superior Eleitoral». Agência de Notícias do Acre. 4 de Junho de 2008. Consultado em 23 de Setembro de 2010 ? IPEADATA. «Desenvolvimento humano dos municípios brasileiros». Consultado em 23 de setembro de 2010 [ligação inativa]? a b IBGE. «Indicadores sociais dos municípios brasileiros». Consultado em 21 de Setembro de 2010 ? a b c Erro de citação: Código inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome CEN
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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Página da Câmara Municipal de Rio Branco - Acre
Informações de documentário sobre a História do Acre
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Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
Grajaú
Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
Leme
Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
Malacacheta
Manga
Mantena
Maracaçumé
Matão
Matinhos
Miranda
Miracema do Tocantins
Mirinzal
Mococa
Monte Alegre
Monte Alto
Monte Aprazível
Monte Carmelo
Mostardas
Muçum
Nanuque
Natividade
Nazaré
Neópolis
Niquelândia
Nonoai
Nossa Senhora das Dores
Nova Londrina
Nova Mutum
Nova Petrópolis
Oliveira
Orlândia
Osvaldo Cruz
Olho d'Água das Flores
Ouro Fino
Ouro Preto do Oeste
Palmeira
Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
Pão de Açúcar
Paracatu
Paraguaçu Paulista
Paraisópolis
Paramirim
Paranacity
Paranaíba
Parelhas
Passa-e-Fica
Patu
Paulistana
Peçanha
Pedra Azul
Pedro II
Pedro Afonso
Peixoto de Azevedo
Piancó
Pinheiro Machado
Pio XII
Piraju
Piracuruca
Pitanga
Pitangui
Piumhi
Poções
Ponte Serrada
Pontes e Lacerda
Porteirinha
Porto Calvo
Porto União
Posse
Presidente Epitácio
Presidente Getúlio
Presidente Juscelino
Presidente Venceslau
Princesa Isabel
Prudentópolis
Quatis
Quedas do Iguaçu
Rancharia
Resplendor
Riachão do Jacuípe
Rio Bonito
Rio Negro
Rio Pomba
Rio Real
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Roncador
Rubiataba
Salto do Jacuí
Salvador do Sul
Sananduva
Sanclerlândia
Santa Bárbara
Santa Cruz
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Cruz do Rio Pardo
Santa Filomena
Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
Santana do Livramento
Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
São Bento (Maranhão)
São Bento (Paraíba)
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São Domingos
São Francisco
São Gabriel da Palha
São Gotardo
São João Batista
São João do Ivaí
São João do Piauí
São João dos Patos
São João Nepomuceno
São Joaquim da Barra
São José do Cedro
São José do Egito
São João do Rio do Peixe
São João Evangelista
São José do Cedro
São Lourenço do Oeste
São Mateus do Sul
São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
São Valentim
São Vicente Férrer
Sapé
Seara
Sena Madureira
Senador Pompeu
Serafina Corrêa
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Serro
Simões
Simplício Mendes
Sinimbu
Siqueira Campos
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Sombrio
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Taió
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Tapes
Taquaritinga
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Tucumã
Tucunduva
Turmalina
Tutóia
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Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)vde Acre Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalRio BrancoDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesMais de 100.000 habitantesRio BrancoMais de 40.000 habitantesCruzeiro do Sul ? Sena Madureira ? TarauacáMais de 20.000 habitantesFeijó ? Brasiléia ? Senador GuiomardNorte, Brasil
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