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Bandeira

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Bandeiras nacionais, em frente à sede da ONU.
A bandeira é definida classicamente como sendo o símbolo visual representativo de um estado soberano, país, estado, município, intendência, província, bairro, organização, sociedade, clã, coroa ou reino, ou seja, toda e qualquer entidade constituída, quer seja uma nação e seu povo, ou mesmo uma família tradicional, desde que reconhecida por outras entidades ou tradição.Índice1 Presença
2 História
3 Tipos de bandeiras3.1 Forma
3.2 Representativas de pessoas específicas
3.3 Representativas de grupos de pessoas
4 Bandeiras inspiradoras
5 Protocolo5.1 Honra à bandeira
5.2 Bandeira de cabeça para baixo
5.3 Luto
6 Em Portugal6.1 Tipos de Bandeiras
6.2 Protocolo da Bandeira
6.3 Legislação sobre a bandeira portuguesa
7 Outros usos além de simbologia nacional ou familiar
8 Hastes das bandeiras
9 Galeria9.1 Recordes vexilológicos
9.2 Bandeiras de alguns países
9.3 Bandeiras estaduais ou provincianas ao redor do mundo
9.4 Bandeiras de algumas cidades do mundo
9.5 Bandeiras de países de língua oficial portuguesa
9.6 Bandeiras das regiões autónomas de Portugal
9.7 Bandeira da Região Administrativa Especial de Macau
9.8 Bandeiras subnacionais de Países Lusófonos
9.9 Bandeiras de algumas organizações internacionais
10 Ver também
11 Ligações externasPresença[editar | editar código-fonte]
A mais antiga bandeira nacional em uso é a da Dinamarca, usada desde o século XIII. Esta também é conhecida como Dannebrog.
Penó de la Conquesta, a bandeira conservada mais antiga da Europa, hasteada em Valência em 1280, quando da sua conquista por Jaime I de Aragão
Por dispostos legais de cada país, deve ser sempre hasteada em um mastro, com altura e dimensões estabelecidas em leis, estatutos sociais, convenções ou simplesmente num projeto pré-definido.
Representando também a soberania nacional ou mesmo o ato de divulgar algo em prol de um todo.
Apesar de não aparecer sob conceitos de alguns. Não, não é só um pedaço de pano simples, em seu conteúdo é representada toda a história de um povo, suas convicções, lutas e esperanças.
Usada tanto em períodos de paz como de guerra, é um dos símbolos universais mais abrangentes.História[editar | editar código-fonte]
A origem das bandeiras remonta à Idade Média, quando os exércitos aliados, para não se confundirem uns com os outros, usavam um pedaço de pano hasteado num estandarte, com as cores e sinais de identificação do batalhão ou companhia envolvida. Assim evitavam o temido fogo amigo.
As bandeiras têm suas origens nas insígnias, sinais distintivos de poder ou de comando usados desde a antiguidade e que poderiam ser figuras recortadas em madeira ou metal, ou pintadas nos escudos. A substituição dos signos figurados de material rígido por tecidos pintados em cores vivas foi feita pelos romanos, com seu vexilium (estandarte), uma tendência que se acentuou durante a Idade Média.
A mais antiga regulamentação do uso das bandeiras de que se dispõe está incluída nas Siete Partidas do rei Afonso X, o sábio (1252-1284), especificando as diferenças entre o estandarte privativo de um príncipe, os pendões, os hierárquicos dos comandantes militares, as flâmulas de cada regimento, etc. Com as modificações trazidas pelo tempo, esse ainda é basicamente o procedimento usado até hoje: em todos os países o uso das bandeiras obedece à regulamentação rigorosa quanto à forma, cores e maneira de hastear.
No caso das bandeiras nacionais, a simbologia pode ou não observar as convenções heráldicas: a da França, por exemplo, limita-se exibir as cores nacionais, mas a do Reino Unido tem um significado heráldico na medida em que se combina a cruz vermelha de São Jorge, padroeiro da Inglaterra, com a branca de Santo André, da Escócia, e a vermelha de São Patrício, da Irlanda. O estudo da vexilologia - isto é, da história e do simbolismo das bandeiras - é uma disciplina auxiliar das ciências sociais, justamente por revelar elementos muito significativos sobre a formação de cada caráter nacional.
Vários países sugerem em suas bandeiras, a importância da agricultura para a subsistência do povo, ou a industrialização como uma esperança para o futuro (Angola, Moçambique); outros sugerem a linhagem de uma dinastia reinante (Espanha, Liechtenstein), aspectos característicos da flora ou da fauna (Canadá, Líbano, Dominica), alusão ao processo de formação do país (as bandeiras do Reino Unido, do Estado Livre de Orange e do Transvaal, que aparecem na antiga bandeira da África do Sul), ou seus elementos típicos (o templo de Angkor na do Camboja, o chapéu típico na do Lesoto) ou então a sua história, como no caso de Portugal.
Além das cores tradicionais - o branco e o amarelo sugerindo o ouro e a prata dos brasões de armas, o azul geralmente relacionado com a aristocracia e o vermelho com movimentos revolucionários, etc. -, outras cores passaram a ser usadas mais recentemente: o marrom, por exemplo, adotado em algumas bandeiras africanas como uma alusão à raça negra.[carece de fontes?]
Em alguns casos, pode haver pequenas diferenças entre a bandeira civil, usada nas circunstâncias comuns, e a bandeira do Estado, usada em certas cerimônias oficiais ou como insígnia do chefe de Estado (a bandeira do rei na Arábia Saudita, por exemplo, é a bandeira civil, tendo, no canto inferior direito, em amarelo, o desenho de uma tamareira, símbolo de paciência e determinação, encimando dois alfanjes cruzados; a Bulgária, há diversas variações de bandeira como insígnia, etc.).Tipos de bandeiras[editar | editar código-fonte]
Forma[editar | editar código-fonte]
Formas mais comuns:Rectangular
Quadrada
Triangular
Farpada
Bandeira retangular (Portugal).
Bandeira quadrada (Suíça).
Bandeira triangular (Associação Naval de Lisboa).
Bandeira farpada (Nepal).
Representativas de pessoas específicas[editar | editar código-fonte]
Podem representar uma pessoa particular, normalmente titular de um cargo estatal ou numa organização privada, adaptando diferentes denominações, conforme o caso:Sinal Privativo - as bandeiras deste tipo mais conhecidas são utilizadas por proprietários de embarcações de recreio;
Distintivo Pessoal ou de Comando - este tipo de bandeira é utilizado para representar quem desempenha um determinado cargo. Neste grupo estão incluídas as Bandeiras das autoridades militares e administrativas, bem como alguns cargos em instituições privadas, normalmente relacionadas com o mar.
Representativas de grupos de pessoas[editar | editar código-fonte]
A variedade de Bandeiras que representam colectividades é muito maior. As principais são:Bandeira nacional - representa uma Nação;
Bandeira subnacional - inclui todas as Bandeiras representativas de territórios internos de uma Nação, tais como regiões ou municipalidades;
Bandeira de organização internacional - bandeira de organizações tais como as Nações Unidas, a União Europeia e a OTAN;
Bandeira de entidades públicas ou privadas - inclui as Bandeiras representativas de organizações públicas ou privadas, tais como empresas, clubes ou universidades.
Bandeira subnacional (Ceuta)
Bandeira de organização internacional (Organização Mundial de Saúde)
Bandeira de entidade pública ou privada (Universidade de Concepción)
Bandeiras inspiradoras[editar | editar código-fonte]
Várias bandeiras serviram de inspiração para as bandeiras de outros países ou entidades subnacionais. Os exemplos mais conhecidos são: Bandeira dos Países Baixos.
Bandeira da Dinamarca - chamada de "Dannebrog - Pano Dinamarquês", é a bandeira nacional mais antiga ainda em uso. A sua forma serviu de exemplo para, entre outras, as bandeiras dos restantes países escandinavos: Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia. A sua cruz com um braço alongado, componente das bandeiras dos restantes países escandinavos é conhecida por "cruz escandinava";
Bandeira do Reino Unido - chamada de "Union Jack - Jaque da União", é representada no cantão de um grande número das bandeiras nacionais e subnacionais das antigas colônias britânicas. Alguns exemplos: Austrália, Nova Zelândia e Fidji;
Bandeira da Turquia.
Bandeira dos Países Baixos - é a bandeira tricolor mais antiga, aparecendo primeiro em 1572 como "Bandeira do Príncipe de Orange", com as cores laranja - branco - azul. A partir de 1630 a cor vermelha passou a substituir quase completamente a laranja; não se sabendo exactamente a razão dessa mudança. As cores e/ou a disposição desta bandeira inspiraram inúmeras outras, nomeadamente as bandeiras da França e da Rússia, que, por sua vez, serviram de inspiração a diversas outras;
Bandeira da França - chamada de "Tricoleur - Tricolor", serviu de inspiração, tanto no seu formato, quanto nas suas cores às bandeiras de diversos outros países com simpatia pelos seus ideais revolucionários. Mais tarde serviu também de inspiração para as bandeiras de algumas das antigas colônias francesas. Alguns exemplos: Bélgica, Roménia, Chade e Irlanda;
Bandeira da Rússia - serviu de inspiração às bandeiras da maioria dos países eslavos. Alguns exemplos: Sérvia, Eslovénia, Eslováquia, Croácia e Bulgária;
Bandeira dos Estados Unidos - serviu de inspiração às bandeiras de diversos países que olhavam com simpatia para os valores americanos. Alguns exemplos: Cuba, Chile, Grécia, Libéria, Uruguai e Togo e de vários estados, como o estado brasileiro de Goiás;
Bandeira do Brasil - serviu de inspiração às bandeiras dos estados brasileiros do Ceará, Mato Grosso, Santa Catarina e Paraná.
Bandeira da Etiópia - serviu de inspiração às bandeiras de uma grande parte dos países africanos. As suas cores vermelho - amarelo - verde tornaram-se as cores do pan-africanismo. Alguns exemplos: Gana, Guiné-Bissau, Senegal e São Tomé e Príncipe;
Bandeira da União Soviética
Bandeira da Turquia - serviu de exemplo às bandeiras de vários países muçulmanos, nomeadamente de alguns dos que fizeram parte do Império Otomano. Alguns exemplos: Argélia, Tunísia e República Turca do Norte de Chipre;
Bandeira da Revolta Árabe - serviu de exemplo às bandeiras da maioria dos países árabes do Médio Oriente. Alguns exemplos: Jordânia, Palestina, Iraque, Cuaite e Emirados Árabes Unidos;
Bandeira da União Soviética - serviu de exemplo às bandeiras de inúmeros países que adoptaram o regime comunista. Alguns exemplos: China e Angola;
Bandeira da Grande Colômbia - serviu de inspiração às bandeiras dos actuais países que fizeram parte daquele estado: Venezuela, Colômbia e Equador;
Bandeira da Argentina - criada por Manuel Belgrano durante a guerra da independência, além de inspirar a bandeira do Uruguai e do Equador (pela presença do Sol de Maio, representação do deus do sol Inca, Apu Inti) foi também a inspiração para a bandeira das Províncias Unidas da América Central, que por sua vez, deu origem às bandeiras dos países atuais que fizeram parte daquela antiga federação: Nicarágua, Guatemala, Costa Rica, Honduras e El Salvador.
Protocolo[editar | editar código-fonte]
Bandeira do Brasil a meio mastro, em sinal de luto.
Bandeiras do lado de fora do Central Plaza a meio-mastro, em luto às vítimas do terremoto de Sichuan. A bandeira da Arábia Saudita, por motivos religiosos, não pode ficar a meio-mastro.
Honra à bandeira[editar | editar código-fonte]
Dependendo do país e da bandeira a etiqueta com a qual se deve tratá-la obriga a vários procedimentos. Por exemplo o protocolo pode definir certos rituais e procedimento a serem levados a cabo para a destruição de uma bandeira velha. O cerimonial e a atitude perante a bandeira poderão ser mais ou menos rigorosos conforme o país.Bandeira de cabeça para baixo[editar | editar código-fonte]
A tradição diz que hastear uma Bandeira Nacional de cabeça para baixo indica uma situação grave.[carece de fontes?] Existem várias versões a esse respeito. A primeira indica que é uma forma de declarar a rendição perante uma força militar estrangeira. A segunda indica que uma Bandeira hasteada de cabeça para baixo, num navio ou noutro ponto significativo, significa um pedido de auxílio. Tem também o significado de , em se tratando de bandeira nacional, território tomado e dominado pelos inimigos, os quais, eles mesmo hasteiam a bandeira de cabeça para baixo, como forma mostrar poder sobre o território tomado.Luto[editar | editar código-fonte]
Um dos mais conhecidos sinais de luto oficial numa organização, municipalidade, região ou país é o hasteamento da sua bandeira a meia-haste. Quando isto não é possível, coloca-se um laço ou uma fita negra sobre o seu pano.Em Portugal[editar | editar código-fonte]
Bandeira de Portugal, no Castelo de São Jorge, em Lisboa.
Tipos de Bandeiras[editar | editar código-fonte]
Além das inúmeras bandeiras não oficiais ou semi-oficiais de organizações privadas e públicas, têm direito ao uso de Bandeira oficial, a Nação, as Regiões Autónomas, os Municípios, as Freguesias e as Instituições de Utilidade Pública Administrativa. Além disso também é considerada oficial a Bandeira da União Europeia, podendo ser hasteada em todos os edifícios públicos civis ao lado da Bandeira Nacional.Protocolo da Bandeira[editar | editar código-fonte]
A Bandeira Nacional deverá ser hasteada diariamente nos edifícios sede dos órgãos de soberania (Presidência da República, Assembleia da República, Presidência do Conselho de Ministros, Ministérios, Supremo Tribunal de Justiça e Tribunal Constitucional, Câmara Municipal, Junta de Freguesia). Nos restantes edifícios públicos deverá ser hasteada aos domingos e nos dias feriados.
Quando a Bandeira Nacional for hasteada conjuntamente com outras bandeiras deverão ser cumpridas as seguintes regras (considera-se a Direita de quem está voltado de costas para o edifício ou local onde os mastros estão instalados, ou seja a Esquerda de quem os olha de frente):Existindo dois mastros - a Bandeira Nacional será hasteada no da direita;
Existindo três mastros - será hasteada no do centro;
Existindo quatro ou mais mastros, assentes no solo - será hasteada no da extrema direita;
Existindo quatro ou mais mastros, num edifício - será hasteada no do centro, ou, se em número par, no imediatamente à direita do ponto central;
Quando os mastros forem de alturas diferentes, a Bandeira Nacional ocupará sempre o mastro mais alto;
A Bandeira Nacional, quando desfraldada com outras bandeiras, não poderá ter dimensões inferiores às destas.
A Bandeira da União Europeia deverá seguir em procedência a Bandeira Nacional, ocupando respectivamente os mastros da esquerda, no caso de existirem dois, o da direita no caso de três e o segundo à direita no caso de quatro o mais.
Legislação sobre a bandeira portuguesa[editar | editar código-fonte]
Assembleia Nacional Constituinte. Decreto de 19 de junho de 1911
Assembleia Nacional Constituinte. Pgs. 8 e 9 do Diário do Governo de 30 de junho de 1911.
Decreto-Lei n.º 150/87, de 30 de março.
Outros usos além de simbologia nacional ou familiar[editar | editar código-fonte]
Bandeira náutica representando o número 7.
Bandeira axadrezada usada na Fórmula 1 para assinalar o fim da corrida.
A bandeira de uma nação é um símbolo nacional que representa a soberania deste. Constituída de tecido leve com as cores e símbolos oficiais do país e sinalizadoras na marinha mercante e de guerra ou a força naval de um país. Como exemplo, há uma série de bandeirolas que servem como sinais de comunicação entre uma embarcação e outra.
Também há um uso grande na aviação, principalmente em porta-aviões como sinalizadoras de decolagem e estolagem ou mesmo acidentes na pista do convés ou deck superior onde pousam os aviões.
Na Fórmula 1, usam-se bandeiras sinalizadoras, que indicam uma série de eventos ao esporte, por exemplo a bandeira preta que desclassifica o corredor.
Seu uso é muito conhecido no futebol, utilizada pelos bandeirinhas ou juízes auxiliares ao sinalizarem uma falta ou impedimento técnico.
Pode ser usada também em propagandas diversas, por exemplo por empresas.
Como sinais de perigos em uma praia, por exemplo, se fincada uma bandeira vermelha indica interdição da área.Hastes das bandeiras[editar | editar código-fonte]As hastes das bandeiras (chamados mastros, postes ou paus de bandeira, quando fixos) podem ser simples suportes feitos de madeira, metal ou, mesmo, plástico. Se forem mais altos que o alcance normal de uma pessoa, para içar a bandeira é, normalmente usada um corda ("adriça") que dá a volta numa poleia no topo do mastro, sendo os seus extremos atados na base. A bandeira é fixa a um dos extremos da adriça, sendo içada, puxando-se o outro extremo. A adriça, então é esticada e atada à base do mastro. Os mastros da bandeira são muitas vezes rematados por placas redondas, esferas, pontas de lança ou por elementos simbólicos (esferas armilares em Portugal, por exemplo).
Os mastros de bandeiras muito altos, ou que suportem bandeiras de grandes dimensões, podem ter que ser estruturas complexas e de grande resistência.
O mais alto mastro de bandeira do mundo situa-se em Gijeong-Dong na Coreia do Norte na zona de fronteira com a Coreia do Sul. Este mastro tem 160 m de altura e suporta uma bandeira que pesa 270 kg, quando seca.
O mastro de bandeira sem suporte mais alto do mundo está em Aqaba, na Jordânia, medindo 132 m de altura. O segundo mastro desse tipo mais alto também se situa na Jordânia, em Ragahdan, medindo 126 m , hasteando uma bandeira de 40 m X 60 m , sendo iluminado à noite e visível a 25 km de distância.Galeria[editar | editar código-fonte]
Recordes vexilológicos[editar | editar código-fonte]
O mastro de bandeira mais alto do mundo, na Coreia do Norte.
O poste da bandeira de Aqaba, o mais alto do mundo sem estruturas auxiliares de apoio.
O mastro da bandeira do Brasil, em Brasília, suportando a maior bandeira hasteada permanentemente do mundo.
Bandeiras de alguns países[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principai: Galeria das Bandeiras NacionaisArgentina
Brunei
Cazaquistão
Coreia do Sul
Equador
Estados Unidos
França
Grécia
Índia
Jamaica
Japão
Madagáscar
Malawi
Panamá
Reino Unido
República Centro-Africana
Seychelles
Turquemenistão
Ucrânia
Vaticano
Bandeiras estaduais ou provincianas ao redor do mundo[editar | editar código-fonte]
Baviera, Alemanha
Catamarca, Argentina
Mato Grosso, Brasil
Espírito Santo, Brasil
Nueva Esparta, Venezuela
Ohio, Estados Unidos
Queensland, Austrália
Terra Nova e Labrador, Canadá
Texas, Estados Unidos
Volgogrado, Rússia
Bandeiras de algumas cidades do mundo[editar | editar código-fonte]
Amsterdã, Países Baixos
Nursultan, Cazaquistão
Bangkok, Tailândia
Barcelona, Espanha
Berlim, Alemanha
Brasília, Brasil
Brisbane, Austrália
Buenos Aires, Argentina
Caracas, Venezuela
Cairo, Egito
Chicago, Estados Unidos
Coimbra, Portugal
Dubai, Emirados Árabes Unidos
Dublin, Irlanda
Hamburgo, Alemanha
Havana, Cuba
Jerusalém, Israel
Kuala Lumpur, Malásia
Lisboa, Portugal
Londres, Reino Unido
Los Angeles, Estados Unidos
Maceió, Brasil.
Madri, Espanha
Maputo, Moçambique
Marselha, França
Montreal, Canadá
Moscou (Moscovo), Rússia
Natal, Brasil
Nova Iorque, Estados Unidos
Nova Orleans, Estados Unidos
Paris, França
Port Moresby, Papua-Nova Guiné
Porto Alegre, Brasil
Pretória, África do Sul
Rio de Janeiro, Brasil
Roma, Itália
Santiago, Chile
São Francisco, Estados Unidos
São Petersburgo, Rússia
São Paulo, Brasil.
Tóquio, Japão
Toronto, Canadá
Varsóvia, Polônia
Veneza, Itália
Zagreb, Croácia
Bandeiras de países de língua oficial portuguesa[editar | editar código-fonte]
Angola
Brasil
Cabo Verde
Guiné-Bissau
Guiné Equatorial
Moçambique
Portugal
São Tomé e Príncipe
Timor-Leste
Bandeiras das regiões autónomas de Portugal[editar | editar código-fonte]
Açores
Madeira
Bandeira da Região Administrativa Especial de Macau[editar | editar código-fonte]
Macau
Bandeiras subnacionais de Países Lusófonos[editar | editar código-fonte]
Ver artigos principais: Bandeira e brasões subnacionais de Portugal e Bandeiras das unidades federativas do Brasil
Bandeiras de algumas organizações internacionais[editar | editar código-fonte]
Nações Unidas
União Europeia
Mercosul
Bandeira Olímpica e também do Comitê Olímpico Internacional
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Organização do Tratado do Atlântico Norte
UNASUL
Liga Árabe
CEI
Comecon
Ver também[editar | editar código-fonte]
Lista de bandeiras
Estandarte
Bandeira marítima
Bandeira de Portugal
Bandeira do Brasil
Simbologia vexilológica
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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