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Desenvolvimento

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Crescimento.
Ampliação.
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Município de ParipirangaBandeira indisponívelBrasão indisponívelHino
Aniversário1 de maio
Fundação1 de maio de 1886 (133Â anos)
Gentílicoparipiranguense
Padroeiro(a)Nossa Senhora do Patrocínio
CEP48430-000
Prefeito(a)Justino Neto (PV)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Paripiranga na BahiaParipiranga Localização de Paripiranga no Brasil
10° 41' 16" S 37° 51' 43" O10° 41' 16" S 37° 51' 43" O
Unidade federativaBahia
MesorregiãoNordeste Baiano IBGE/2008[1]
MicrorregiãoRibeira do Pombal IBGE/2008[1]
Municípios limítrofesPinhão (SE), Simão Dias (SE), Poço Verde (SE), Adustina e Coronel João Sá
Distância até a capital366Â km
Características geográficas
Área435,698 km² [2]
População28Â 956 hab. IBGE/2018[3]
Densidade66,46 hab./km²
ClimaNão disponível
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,577 baixo PNUD/2010[4]
PIBR$ 283Â 646 mil IBGE/2016[5]
PIB per capitaR$ 9Â 461,18 IBGE/2016[5]
Página oficial
Prefeiturawww.paripiranga.ba.io.org.brParipiranga é um município do estado da Bahia, no Brasil.
Situa-se à altitude de 430 metros. Sua população estimada pelo IBGE em 2018 era de 28Â 956 habitantes, distribuídos em 289Â km² de área.Índice1 Limites e coordenadas
2 Clima e aspectos naturais
3 Topônimo
4 História
5 Política
6 Distância rodoviária dos principais centros urbanos
7 Cultos religiosos
8 Justiça
9 Referências
10 BibliografiaLimites e coordenadas[editar | editar código-fonte]
O município de Paripiranga localiza-se na Zona Fisiográfica do Nordeste, ficando totalmente incluído no Polígono das Secas. Limita com os municípios de Adustina, Fátima, Jeremoabo, Simão Dias e Poço Verde, os dois últimos do estado de Sergipe. A sede municipal possui as seguintes coordenadas geográficas: 100 41' 02" de latitude Sul e 37° 51' 54" de longitude W. Gr. rumo da capital do estado em direção à sede municipal, da qual dista em linha reta 250 quilômetros, N.N.E.Clima e aspectos naturais[editar | editar código-fonte]
O clima do município é quente e seco no verão e frio e seco no inverno. A temperatura da sede municipal apresentou, em 1956, as seguintes graduações: máxima - trinta (30º) graus centígrados, mínima - dezoito (18º) graus centígrados, média - 24Â °C.
O município apresenta a topografia acidentada com algumas elevações; é banhado pelo rio Vaza-Barris e por outros cursos de água de menor expressão.
O revestimento florístico do município é rico, revelando a existência de madeiras de lei, destacando-se pau d'arco, jacarandá, pau-ferro e notando-se também as seguintes plantas medicinais: gengibre, jurubeba, purga de batata, catuaba, quina, capeba, mastruço, malva, erva de Santa Luzia, quebra-pedra, ipecacuanha, fedegoso, cássia, angico, barbatimão e outras.
A fauna é peculiar à maioria dos municípios do Nordeste Brasileiro.
De origem mineral, existem jazidas exploradas de pedra para construção, manganês e pedra calcária e não exploradas de cristal de rocha.Topônimo[editar | editar código-fonte]
O nome primitivo da localidade onde se originou o município era "Malhada Vermelha" (proveniente da abundância de terrenos argilosos com a denominação local de "selão"), depois mudado para "Patrocínio do Coité", havendo ligação desse nome com a existência, na extrema oriental do município, de grande exemplar de uma árvore denominada "coité". Finalmente, por força do Decreto Estadual 7.341, de 30 de março de 1931, passou o município a denominar-se "Paripiranga", que, segundo alguns, vem do tupi e significa "terra vermelha"[carece de fontes?], nome primitivo do lugar; segundo outra versão, significa "pari vermelho", pela junção dos vocábulos tupis pari (espécie de armadilha de pesca)[6] e pyranga (vermelho),[7] donde viria também "Ipiranga"[carece de fontes?], o antigo nome do Rio Vaza-Barris.História[editar | editar código-fonte]
Com a instalação do Governo-Geral do Brasil na cidade do Salvador, para esse fim criada em 1549, os primeiros colonos portugueses foram se estabelecendo nas terras adjacentes da Baía de Todos-os-Santos, que, além de fértil, oferecia a segurança desejada aos constantes ataques dos índios tupinambás, senhores da gleba, os quais eram considerados de índole belicosa e feroz, vivendo em contínua hostilidade com os seus irmãos de outras tribos.
Já no primeiro século da colonização portuguesa do Brasil, o abastado fazendeiro e intrépido bandeirante Garcia Dias d'Ávila levou os seus currais muito além de Açu da Torre (Enseada do Tatuapara) e obteve enormes sesmarias que o tornaram o mais opulento proprietário territorial do Brasil.
Profundamente divergiam os índios do interior baiano daqueles que assentavam os seus arraiais às ribas do oceano. De tipo mais baixo, tez mais acobreada, menos aptos talvez à civilização europeia, com língua considerada mais rude pelos colonizadores portugueses e pelos índios tupis do litoral, como a onomástica no-lo atesta, constituíam o que se tem convencionado chamar de tapuias.
Com a chegada dos portugueses, foi-lhes declarada guerra aberta, cuja intensidade diminuiu com a vinda dos padres da Companhia de Jesus, em missão de catequese, ministrando, aos gentios, a doutrina cristã, o que contribuiu de modo significativo para lhes domar a índole guerreira, chamando-os à grei cristã, possibilitando, destarte, a penetração luso-tupi no interior.
Há incerteza quanto à tribo que ocupava a região onde hoje está localizado o município de Paripiranga. Tupinambás não o eram, certamente, porquanto estes estavam localizados no baixo Irapiranga (Rio Vaza-Barris), em terras férteis e não tinham necessidade nem lhes servia estabelecerem-se no agreste. Na vasta região circunscrita pelos rios São Francisco, Jacurici e Itapicuru, algumas tribos mantinham seus aldeamentos. Sabemos que, na região de Jeremoabo, havia as tribos mungurus e ceriacás, quase sempre em pé de guerra, a ponto de o governador-geral dom João Lancastre, em 1697, ameaçar o chefe dos muncurus de mandar decapitá-las se a sua gente não sustasse os ataques reiterados contra os cariacás e, na região de Euclides da Cunha, contra a tribo dos caimbés.
Nada se pode adiantar de positivo quanto aos índios que habitavam as terras onde atualmente está situado o município de Paripiranga. É, no entanto, tradição corrente, que ali existiu uma tribo denominada "vermelhos", havendo quem admita pertencesse ela à família dos tapuias.
A primeira penetração portuguesa no território ocorreu no século XVII, quando colonos portugueses se fixaram no município, fazendo nascer a povoação de Malhada Vermelha, cujo nome foi, mais tarde, mudado para Patrocínio do Coité, hoje cidade de Paripiranga.
Nos seus primórdios, a povoação de Malhada Vermelha foi premiada pelo cidadão José Antônio de Menezes, que construiu uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Patrocínio, filiada à Freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes do Boqueirão. A dita capela foi elevada à categoria de freguesia pela Lei Provincial nº 1.168, de 22 de maio de 1871, com o nome de Nossa Senhora do Patrocínio do Coité.
Foi o Arraial de Patrocínio de Coité elevado à categoria de vila pela Lei Provincial nº 2.553, de 1 de maio de 1886, que criou o município de Patrocínio de Coité, com território desmembrado do de Bom Conselho (atual Cicero Dantas), que se instalou a 1 de fevereiro de 1888. Pelo Decreto Estadual nº 7.341, de 30 de março de 1931, o município teve o seu nome mudado para Paripiranga.
Os decretos estaduais nºs 7.455, de 23 de julho de 1931 e 7.479, de 8 de julho do mesmo ano, anexaram a Paripiranga o município de Cícero Dantas, sendo ai criada a subprefeitura do mesmo nome. O município de Cícero Dantas foi restabelecido pelo Decreto Estadual nº 8.447, de 27 de maio de 1933, ficando o município de Paripiranga constituído de dois distritos: Paripiranga e Adustina, cuja composição administrativa foi ratificada de acordo com a Lei nº 62-8, de 30 de dezembro de 1953. Recentemente, o distrito de Adustina ganhou autonomia administrativa e elevou-se à categoria de cidade.
Foi primeiro intendente o padre Vicente Valentim da Cunha e compunha a primeira câmara os seguintes vereadores: João Cardoso dos Santos (presidente), Alexandre José Ribeiro, Ludgero de Sousa Rocha, Joaquim Norberto de Santana, Deocleciano Maynart de Oliveira e João Antônio dos Anjos (Compilação da Inspetoria Regional de Estatística por José de Almeida Costa; Chefe da Agência Municipal de Estatística - Antunes Santa Rosa Carvalho).Política[editar | editar código-fonte]
Esta é uma lista de prefeitos e vice-prefeitos de Paripiranga.NomePartidoInício do mandatoFim do mandatoObservações
João Cardoso dos SantosP. Liberalfevereiro de 18881890Presidente do Conselho
Capitão Pedro Rabello de MoraesPeba16.07.18901890Intendente nomeado
Capitão Victor Marcolino de MenezesCabau1890???Intendente nomeado
Vicente Valentim da Cunha,Padre ValentimCabau18911894Intendente eleito
Coronel Joaquim de Mattos CarregosaCabau_______Intendente em 1896
Theotonio Teles de CarvalhoPeba18991903Eleito em 1899
Coronel Joaquim de Matos CarregosaCabau19041907Intendente eleito
Antônio Olavo Santos Lima,OlavoCabau19081911Intendente eleito
Major Justino José das VirgensPeba19121915Intendente eleito
Coronel João Carregosa da TrindadePeba19161919Intendente nomeado
Coronel Joaquim de Matos CarregosaCabau19201923Nomeado em 1920 e eleito em 1922
Coronel Manoel de Matos Santa RosaCabau19241925Intendente eleito
Deocleciano da Fraga DiasPeba19261927Intendente eleito
Jônathas Lima de MenezesPeba19281931Intendente eleito
Coronel João Carregosa da TrindadePeba19311933Intendente nomeado
Ismael Quirino da TrindadePSD-BA19331946Intendente nomeado em 1933 e eleito 1936
Jônathas Lima de MenezesPSD194605/1947Prefeito nomeado
Rosvaldo CarvalhoPSD05/194701/1948Prefeito nomeado
Jônathas Lima de MenezesPSD19481950Prefeito eleito
Jerônimo Evangelista de CarvalhoUDN19511954Prefeito eleito
Francisco Dias TrindadeUDN19551956Prefeito eleito
Antônio Dias TrindadeUDN19571958Assumiu por vacância
João Vitorino de MenesesPSD19591963Prefeito eleito
Pedro Rabelo de MatosUDN-ARENA19631967Prefeito eleito
João Vitorino de MenesesARENA19671971Prefeito eleito
Raimundo de Sales e SilvaARENA19711972Prefeito eleito
João Vitorino de MenesesARENA19731976Prefeito eleito
Clarival Dantas e Trindade,VaváARENA-PDS19771982Prefeito eleito
José Menezes de Carvalho,Zé MenezesPDS198331 de dezembro de 1988Prefeito eleito
Clarival Dantas e Trindade,VaváPFL1 de janeiro de 198931 de dezembro de 1992Prefeito eleito
José Vieira Sobrinho,Zé de NezinhoPFL1 de janeiro de 199331 de dezembro de 1996Prefeito eleito
José Bonfim Carregosa Leal?1 de janeiro de 199331 de dezembro de 1996Vice-prefeito eleito
José Menezes de Carvalho,Zé MenezesPTB1 de janeiro de 199731 de dezembro de 2000Prefeito eleito
Ismael Gregório dos Reis?1 de janeiro de 199731 de dezembro de 2000Vice-prefeito eleito
Carlos Alberto Andrade de Oliveira,CarlinhosPFL1 de janeiro de 200131 de dezembro de 2004Prefeito eleito
Carlos Alberto Andrade de Oliveira,CarlinhosPFL1 de janeiro de 200531 de dezembro de 2008Prefeito reeleito
Wanilda de Oliveira Aquino TrindadePSC1 de janeiro de 200531 de dezembro de 2008Vice-prefeito eleito
George Roberto Ribeiro Nascimento,GeorgeDEM1 de janeiro de 200931 de dezembro de 2012Prefeito eleito
Marco Antonio Menezes de CarvalhoDEM1 de janeiro de 200931 de dezembro de 2012Vice-prefeito eleito
George Roberto Ribeiro Nascimento,GeorgePSD1 de janeiro de 201331 de dezembro de 2016Prefeito reeleito
Maria Andrade de Oliveira,Dona MariaDEM1 de janeiro de 201331 de dezembro de 2016Vice-prefeita eleita
Justino das Virgens Neto,Justino NetoPV1 de janeiro de 2017AtualPrefeito Eleito
Marcelo Ricardo de Sales Rabelo,Marcelo de GeonildaPT1 de janeiro de 2017AtualVice-prefeito eleito
Presidentes da Câmara de Vereadores: Ednaldo Santos Silva (1998-1999), Antonio José de Souza (PFL) (2004), Paulo de Jesus Santana (2007), Marcos Antonio Menezes de Carvalho (PFL) (2008-2009), Ubirajara Dias Rabelo Andrade (2009), Jeronimo Evangelista de Carvalho Neto (PP) (2010), Jerônimo de Brício (2011-2012), Marco Antônio de Bizé (PSD) (2013-2014).
Distância rodoviária dos principais centros urbanos[editar | editar código-fonte]
Capital Federal - 1974Â km; Capital do Estado - 366Â km; cidades vizinhas de Cícero Dantas - 66 quilômetros; Jeremoabo - 125 quilômetros; Simão Dias - nove quilômetros; Poço Verde - 48 quilômetros e Aracaju - 110 quilômetros.Cultos religiosos[editar | editar código-fonte]
O município é sede da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, subordinada à diocese de Paulo Afonso. Há algumas igrejas protestantes e comunidades de culto espírita e afro-brasileiro, mas de menor expressão.
As principais celebrações religiosas são:
Natal - com a tradicional "Missa do Galo".
São João - Queimam-se fogos de artifícios e à porta dos lares são queimadas fogueiras e são servidos aos visitantes canjica de milho verde, milho assado, licores, principalmente o de jenipapo, doces, etc.
São Pedro - assemelha-se à de São João, havendo, no entanto, uma grande festa de cunho secular, realizada três dias seguidos, ao final do mês de junho à início de julho. Tendo bandas conhecidas nacionalmente como atração para os moradores e visitantes do município.
Festa da Padroeira, Nossa Senhora do Patrocínio - realizada em novembro, consta de missa festiva e procissão que, à tarde, percorre as ruas da cidade e recolhe-se à Igreja Matriz, onde os fiéis recebem a bênção do Santíssimo Sacramento.Justiça[editar | editar código-fonte]
Pela Lei Provincial nº 2.553, que o criou, o município ficou como termo da comarca de Jeremoabo, desta passando para termo da de Bom Conselho, pelo Ato Estadual de 16 de maio de 1890.
O Decreto Estadual nº 1.351, de 8 de janeiro de 1914, transferiu provisoriamente para o termo de Patrocínio do Coité a sede da comarca de Bom Conselho, que retomou ao seu lugar primitivo pela Lei Estadual nº 1.119, de 21 de agosto de 1915, passando Patrocínio do Coité, em virtude dessa mesma lei, a termo da Comarca de Jeremoabo.
Pelo Decreto Estadual nº 6.145, de 8 de abril de 1929, Patrocínio do Coité passou a ser sede provisória da Comarca de Jeremoabo, que retomou ao lugar primitivo pelo Decreto Estadual nº 6.527, de 11 de outubro do mesmo ano.
A Lei Estadual nº 2.225, de 14 de setembro de 1929, transferiu para a comarca de Bom Conselho o termo de Patrocínio do Coité. Já com a denominação de Paripiranga, o termo foi transferido desta última para a comarca de Jeremoabo, pelo Decreto Estadual nº 7.481, de 8 de julho de 1931. Desmembrada desta, foi a comarca de Paripiranga criada pelo Decreto-lei Estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943.Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008Â ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010Â ? «estimativa_ibge_2018.xls». agenciadenoticias.ibge.gov.br. Consultado em 04 de maio 2019Â Verifique data em: |acessodata= (ajuda)? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 23 de agosto de 2013Â ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 04 de maio 2019Â Verifique data em: |acessodata= (ajuda)? FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 271.? NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Enciclopédia dos municípios brasileiros. Volume XXI Bahia (M ? Z).
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Rio de Janeiro: 1958.
LIMA, Eratóstenes Fraga. Livro: História e Estórias de Paripiranga, Paulo Afonso: Fonte Viva, 2004.
George, vice-prefeita e vereadores tomam posse na Câmara
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