desenvolvimento de sistemas web em Catas Altas

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Desenvolvimento

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Catas Altas

Nota: Não confundir com Catas Altas da Noruega.
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Município de Catas Altas
Serra do Caraça vista do centro histórico de Catas AltasBandeiraBrasãoHino
Fundação8 de dezembro de 1703 (315 anos)
Gentílicocatas-altense
Padroeiro(a)Nossa Senhora Imaculada Conceição[1]
CEP35969-000 a 35969-999[2]
Prefeito(a)José Alves Parreira (PSDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Catas Altas em Minas GeraisCatas Altas Localização de Catas Altas no Brasil
20° 04' 30" S 43° 24' 28" O20° 04' 30" S 43° 24' 28" O
Unidade federativaMinas Gerais
MesorregiãoMetropolitana de Belo Horizonte IBGE/2008 [3]
MicrorregiãoItabira IBGE/2008 [3]
Municípios limítrofesAlvinópolis, Santa Bárbara e Mariana
Distância até a capital121 km
Características geográficas
Área240,223 km² [4]
População5 512 hab. Censo IBGE/2010[5]
Densidade22,95 hab./km²
Altitude745 m
ClimaTropical de Altitude
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,756 alto PNUD/2000 [6]
PIBR$ 185 658,217 mil IBGE/2008[7]
PIB per capitaR$ 39 110,64 IBGE/2008[7]
Página oficial
Prefeiturawww.catasaltas.mg.gov.br
Câmarawww.camaracatasaltas.mg.gov.br Centro Histórico de Catas Altas
Praça da Matriz com Serra do Caraça ao fundo
Igreja de Santa Quitéria
Catas Altas é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 5.512 habitantes.[5] Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens, Santuário do Caraça, 1970. Arquivo Nacional.
O nome 'provém das profundas escavações que se faziam no alto do morro' (Eschwege, Rev. A. P. M., II, 628).[8]Índice1 História
2 Bairros
3 Religião
4 Patrimônio preservado
5 Ver também
6 Referências
7 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
Em 1702, o bandeirante português Domingos Borges descobriu na falda oriental da Serra do Caraça ricas minas auríferas. A ele se deve também a fundação do arraial em 1703, de acordo com a versão de Basílio de Magalhães.[8] Francisco de Assis Carvalho Franco, com base em Taunay, aí suta o paulista Manuel Dias, em 1703, como descobridor.[8]
Mas foi somente bem recentemente, em 21 de dezembro de 1995, que o então distrito de Catas Altas emancipou-se de Santa Bárbara.
Situada ao pé da Serra do Caraça, a apenas 120 quilômetros de Belo Horizonte, a aconchegante e turística cidade pertenceu ao ciclo do ouro. O primeiro registro de batismo encontrado, foi celebrado na antiga Matriz de Nossa Senhora de Conceição, em 1712. Nesta época já se delineava o aglomerado urbano que se formava ao redor da mineração. A exploração de ouro na Serra da Caraça, teve início em 1708.
No ano de 1716, já se encontrava na Freguesia Nossa Senhora da Conceição das Catas Altas o minerador e fazendeiro português Capitão Thomé Fernandes do Valle que minerou na Serra, e tinha sua fazenda onde construiu uma capela dedicada a Senhora Sant'Ana, e lavras de ouro na região da Valéria. Local que recebeu o nome de "Valéria" por causa de seu sobrenome Valle.
Em 1718, o arraial foi elevado à freguesia, através de medidas da administração colonial, sendo a paróquia declarada de natureza colativa. Seis anos mais tarde, foi nomeado o primeiro vigário de Catas Altas, então chamada de Catas Altas do Mato Dentro para diferenciar de Catas Altas da Noruega e porque era um termo que os bandeirantes usavam quando entravam mata a dentro (à medida que entravam mata a dentro, batizavam algumas localidades com o nome acompanhado de Mato Dentro). A construção da atual Igreja da Matriz teve início em 1729 e prolongou-se até por volta de 1780, encontrando-se inacabada na parte interna até os dias atuais, com obras atribuídas a Aleijandinho, Mestre Ataíde, Francisco Vieira Servas e outros.
O Santuário do Caraça, fundado pelo português Irmão Lourenço de Nossa Senhora Mãe dos Homens, que teve seu colégio iniciado em 1820 pelos Padres Lazaristas, funcionando por quase 150 anos, é referência para a cidade de Catas Altas por sua beleza natural e histórica.
A mineração de ferro é hoje a principal atividade econômica. Mesmo tendo causado grandes estragos ao meio ambiente, pois o controle ambiental é bastante recente. A atividade não conseguiu diminuir a imponência e beleza da Serra do Caraça, guardiã da cidade. Com o esgotamento das minas, Catas Altas tornou-se um arraial abandonado e em ruínas e os habitantes que ali permaneceram se dedicaram ao cultivo de pequenas roças de subsistência.
No início do século XIX, o arraial contava com 200 casas enfileiradas em duas ruas. A mineração sobrevivente era feita nas lavras do Capitão-mor Inocêncio. O capitão-mor recebeu, então, o conselho do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire de substituir a exploração do ouro pela do ferro, cujas reservas eram abundantes na região. Saint-Hilaire visitou a região nos idos de 1816. Também passaram por Catas Altas: os alemães Spix e Martius, o austríaco Joahn Emanuel Pohl, o inglês Richard Burton, e outros, sendo que o último hospedou-se no Hotel Fluminense do Tenente-coronel João Emery em 1867. O hotel supracitado funcionava no Solar dos Emery, onde funcionou um grande comércio do mesmo Tenente-coronel, e o Posto de Correios e Telégrafos do Arraial no início do século XX. O mesmo solar foi doado por Eder Ayres Siqueira e demais herdeiros em 2003 para ser o Centro Cultural Tenente-coronel João Emery.[9]
Em 1821 o Bispo de Mariana passou por Catas Altas e falou do estado da Matriz de Catas Altas, da capela de N.S. do Rosário dos Pretos, Santa Quitéria e a Ermida da Arquiconfraria de São Francisco. Contou que o povo era muito chegado à igreja e que havia nada menos do que seis padres na paróquia. Hoje, das citadas acima, existem as Igrejas Matriz e do Rosário, e a Capela de Santa Quitéria para glorificar aqueles tempos.
Temos na história de Catas Altas a importante figura do padre português Monsenhor Manoel Mendes Pereira de Vasconcelos, que preocupado com a situação de pobreza da maioria da população catas-altense, ensinou uma cultura com melhor técnica e ainda, o cultivo de videiras até a fabricação do vinho. Vinho este que foi premiado em várias exposições no início do século XX e auxiliou muito a população. Já em 1949, aparece pela primeira vez a fabricação do vinho de jabuticaba pelo fazendeiro Sr. Anastácio Antônio de Souza, e hoje tem mais de 30 produtores cadastrados na APROVART - Associação dos Produtores de Vinho, Agricultores familiares e Outros Produtos Artesanais de Catas Altas, que utilizam a fruta para fazerem o excelente vinho que é muito saboroso e responsável pela "Festa do Vinho" que acontece desde 2001, atraindo muitos turistas e gerando renda aos produtores e divisas para o município.
No final de 2017, a cidade serviu de cenário para a minissérie Se eu Fechar os Olhos Agora da Rede Globo, com estreia prevista para 2019 na TV aberta.[10]Bairros[editar | editar código-fonte]
Centro, Santa Quitéria, Vista Alegre, Sol Nascente (Possui uma vila: Vila Rica)Religião[editar | editar código-fonte]
Catas Altas é um típica cidade do interior mineiro onde a
religião faz parte da cultura local. Fundada sobre domínios Católicos, a cidade
conta hoje com a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e movimentos sociais
como o Clube da Terceira Idade que também é ligado à Igreja. Além da Matriz de
Nossa Senhora da Conceição, a cidade tem hoje outras três capelas, a de Nossa
Senhora do Rosário, de Santa Quitéria e de Senhor do Bonfim. Porém, de uns anos
pra cá foram ganhando espaços na cidade outras denominações cristãs, como os
protestantes. Congregações como Assembleia de Deus (a mais antiga da cidade,
fundada na década de 60), Deus é Amor, Igreja Nacional Batista Vida Nova,
Congregação Cristã Maranata entre outras fazem o número de evangélicos do
município crescer a cada dia.
Dados do IBGE de 2010 mostram que 79% da população são de Católicos. Evangélicos representam 17% e ateus e pessoas
sem religião chegam a 2,7%. Patrimônio preservado[editar | editar código-fonte]
O conjunto arquitetônico barroco formado não só pela Igreja da Matriz, mas também por casas antigas ao redor da Praça Monsenhor Mendes, entre outras construções, traz para o presente a história do passado da pequena e bucólica cidade mineira.
Para proteger este rico acervo histórico, cultural e religioso, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) tombou todo o perímetro urbano de Catas Altas. O conjunto arquitetônico e paisagístico do Santuário do Caraça, a Praça Monsenhor Mendes e a Igreja Nossa Senhora da Conceição são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Além disso, o Parque do Caraça, de propriedade da Província Brasileira da Congregação da Missão, situado no município de Catas Altas (parte dele em Santa Bárbara), também foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), outra medida que visa preservar a área.
O tombamento do acervo é importante porque impede que as construções antigas sejam substituídas ou modificadas, paralisando o processo de destruição das preciosas construções, e preserva a memória da cidade. Antes desta medida legal, várias construções foram destruídas, como o prédio da antiga escola (onde é hoje a Escola Municipal Agnes Pereira Machado) o solar dos "Ayres" que pertencia à família do comerciante Sr. João Martins Ayres, o solar dos "Alves da Silva" que pertencia ao comerciante, fabricante de vinho, Vereador e Major Antônio Alves da Silva, o chalé dos "Alves Pereira" que pertencia ao agenciador e açougueiro Sr. Argemiro Pereira da Cunha, o chalé do Sr. José do Espírito Santo, e outros. Catas Altas é, sem dúvida, uma cidade privilegiada: ao perceber a importância da identidade cultural de seu povo para construção da cidadania e da nação, afirma-se como uma enciclopédia viva de sua própria história e da história de Minas Gerais.
Catas Altas atualmente é uma cidade histórica de Minas Gerais e conta com várias pousadas/restaurantes que ajudam em seu desenvolvimento.Ver também[editar | editar código-fonte]
Arquidiocese de Mariana
Referências? Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 3. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 ? Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 ? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 ? a b «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 ? a b c Dicionário Histórico Geográfico de Minas Gerais, Waldemar de Almeida Barbosa, Ed. Itatiaia Ltda, 1995)? Burton, Richard Francis, 1821-1890. Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho / Richard Burton ; tradução de
David Jardim Júnior. ? Brasília : Senado Federal, Conselho Editorial, 2001.
530 p. ? (Coleção O Brasil visto por estrangeiros)? https://globoplay.globo.com/v/6453470/
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da prefeitura
Página da câmara
Dados do IBGE Catas Altas
vde Cidades históricas do Brasil segundo o IPHANRegião Centro-Oeste
Acorizal
Barão de Melgaço
Brasília
Cáceres
Cavalcante
Corumbá de Goiás
Corumbá
Crixás
Cuiabá
Diamantino
Goiás
Jaraguá
Luziânia
Miranda
Niquelândia (Tupiraçaba)
Pilar de Goiás
Pirenópolis
Poconé
Santa Cruz de Goiás
Vila Bela da Santíssima Trindade
Região Nordeste
Acaraú
Alcântara
Andaraí
Aquiraz
Aracati
Aratuípe
Areia
Bom Jesus da Lapa
Brejo da Madre de Deus
Cabo de Santo Agostinho
Cachoeira
Cairu (Morro de São Paulo)
Camamu
Campo Maior
Canavieiras
Caravelas
Caruaru
Feira de Santana
Flores
Fortaleza
Garanhuns
Goiana
Icó
Igarassu
Ilha de Itamaracá
Ilhéus
Ipojuca
Itaparica
Jaboatão dos Guararapes
Jacobina
Jaguaripe
João Pessoa
Juazeiro
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São Félix
São Francisco do Conde
São Lourenço da Mata
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Vitória de Santo Antão
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Arraias
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Belém
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Bragança
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Manaus
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Natividade
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Areias
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Campos dos Goytacazes
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Catas Altas
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Santa Luzia
Santana de Parnaíba
Santos
São Gonçalo do Rio Preto
São João del-Rei
São João Marcos
São José do Barreiro
São Luiz do Paraitinga
São Mateus
São Paulo
São Pedro da Aldeia
São Sebastião
São Vicente
Serro (Milho Verde)
Sorocaba
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Teresópolis
Tiradentes
Ubatuba
Valença
Vila Velha
Vitória
Região Sul
Antonina
Castro
Curitiba
Florianópolis
Guaraqueçaba
Laguna
Lapa
Morretes
Paranaguá
Pelotas
Rio Grande
São Borja
São Francisco do Sul
São Miguel das Missões
Temas afins
Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas
Lista do patrimônio histórico no Brasil

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