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Desenvolvimento

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Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Riacho Da Cruz

Nota: Para outras localidades com este nome, veja Riacho (desambiguação).Município de Riacho da CruzBandeiraBrasãoHino
Fundação9 de maio de 1962 (57 anos)
Gentílicoriachocruzense
Prefeito(a)Maria Bernadete Nunes Rêgo Gomes (DEM)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Riacho da Cruz no Rio Grande do NorteRiacho da Cruz Localização de Riacho da Cruz no Brasil
05° 56' 09" S 37° 56' 45" O05° 56' 09" S 37° 56' 45" O
Unidade federativaRio Grande do Norte
Região intermediária
Mossoró IBGE/2017[1]Região imediata
Pau dos Ferros IBGE/2017[1]Municípios limítrofesNorte: Itaú; Sul: Viçosa e Portalegre; Leste: Umarizal e Apodi; e Oeste: Taboleiro Grande.
Distância até a capital366 km
Características geográficas
Área127,223 km² [2]
População3 526 hab. IBGE/2016[3]
Densidade27,72 hab./km²
Altitude163 m
ClimaSemiárido Bsh
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,584 baixo PNUD/2010[4]
PIBR$ 21 775 mil IBGE/2013[5]
PIB per capitaR$ 6 406,22 IBGE/2013[5]Riacho da Cruz é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, a uma distância de 366 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de aproximadamente 127 km², e sua população na estimativa em 2016 era de 3.526 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o vigésimo segundo município menos populoso do Rio Grande do Norte.Índice1 História
2 Geografia
3 Demografia
4 Política
5 Economia
6 Infraestrutura6.1 Saúde
6.2 Educação
7 Cultura
8 Referências
9 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
A história do atual município de Riacho da Cruz, localizado na porção oeste do estado do Rio Grande do Norte, começa a partir do surgimento das primeiras explorações agrícolas, às margens do riacho Forquilha. No século XVIII, o Capitão Antônio Barbalho Bezerra, junto com os senhores Bento Carneiro, Manoel Rodrigues Taborda e Matias Lima, eram os proprietários das quatro sesmarias que lá existiam.[6]
Algum tempo depois, teve início o povoamento do local e seu consequente crescimento, tanto populacional quanto econômico, de base voltada exclusivamente para a agricultura. Mas o crescimento se deu em um processo muito lento e que durou muitos anos. Finalmente, em 9 de maio de 1962, por força da lei estadual nº 2.764, Riacho da Cruz desmembrou-se de Portalegre e tornou-se município do Rio Grande do Norte. O nome faz referência a uma cruz fincada na beira do riacho Forquilha, indicando uma sepultura cristã.[6]Geografia[editar | editar código-fonte]
Apodi
CE
Itaú
PB
Portalegre
RIACHO DA CRUZ
RN
RodolfoFernandes
Taboleiro Grande
Umarizal
Viçosa
De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[7] Riacho da Cruz pertence à região geográfica imediata de Pau dos Ferros, dentro da região geográfica intermediária de Mossoró.[1] Até então, com a vigência das divisões em mesorregiões e microrregiões, o município fazia parte da microrregião de Pau dos Ferros, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Oeste Potiguar.[8]
Riacho da Cruz está distante 366 km de Natal, capital estadual,[9] e 1 969 km de Brasília, capital federal.[10] Ocupa uma área territorial de 127,223 km²[2] e se limita a norte com Itaú e Taboleiro Grande; a sul com Viçosa e Portalegre; a leste com Umarizal, Apodi e novamente Itaú e a oeste novamente Taboleiro Grande.[11]
O relevo do município, com altitudes predominando entre 100 e 200 metros, é constituído pela Depressão Sertaneja, que compreende uma série de terrenos de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi. Riacho da Cruz está situado em área de abrangência das rochas metamórficas do embasamento cristalino, originárias do período pré-cambriano médio, com idade entre um bilhão e 2,5 bilhões de anos. Geomorfologicamente predominam formas de relevos tabulares, com diferentes aprofundamentos de drenagens e ordens de grandeza, geralmente separados por vales com fundo plano.[11]
O tipo de solo predominante é o luvissolo ou bruno não cálcico, pedregoso, pouco profundo e típico das áreas com relevo de suave a ondulado, apresentando textura constituída de areia e/ou argila e grau de fertilidade entre médio e alto.[11] Há também os solos podzólicos vermelhos amarelos equivalentes eutróficos e os litossolos (solos litólicos).[12]
A formação vegetal mais comum é a caatinga hiperxerófila, de pequeno porte, sem folhas na estação seca. Entre as espécies mais encontradas estão o facheiro (Pilosocereus pachycladus), o faveleiro (Cnidoscolus quercifolius), a jurema-preta (Mimosa hostilis), o marmeleiro (Cydonia oblonga), o mufumbo (Combretum leprosum) e o xique-xique (Pilosocereus polygonus). Todo o território municipal situa-se na bacia hidrográfica do rio Apodi/Mossoró.[11]
Riacho da Cruz possui clima semiárido quente (tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[13] com temperatura média anual em torno de 27 °C e chuvas concentradas entre fevereiro e maio.[14] A umidade relativa do ar média anual é de 70% e o tempo de insolação chega a 2 700 horas/ano.[11] Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), desde 1959 o maior acumulado de precipitação em 24 horas registrado em Riacho da Cruz foi de 177 mm em 3 de abril de 2008.[15] Outros grandes acumulados foram 160 mm em 27 de janeiro de 2004,[16] 114 mm em 5 de abril de 2002,[17] 155 mm em 5 de março de 2008,[15] 145 mm em 15 de abril de 1986,[18] 144,6 mm em 20 de abril de 2013,[19] 137 mm em 5 de maio de 1975,[20] 136,5 mm em 23 de janeiro de 2009,[21] 132,4 mm em 12 de abril de 1966,[22] 128,1 mm em 21 de fevereiro de 2009,[21] 127 mm em 30 de abril de 1991,[23] 123,1 mm em 11 de fevereiro de 2017,[24] 113 mm em 26 de abril de 2002,[17] 108 mm em 2 de março de 1986,[25] 106 mm em 20 de março de 1985,[26] 102,5 mm em 20 de abril de 1979, 102,4 mm em 5 de fevereiro de 2015[27] e 100 mm em 20 de janeiro de 1961.[28]
Dados climatológicos para Riacho da Cruz
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)3332,131,230,730,530,630,9323333,533,633,4 32
Temperatura média (°C)27,827,326,826,426,125,825,726,227,127,627,927,9 26,9
Temperatura mínima média (°C)22,622,522,422,221,82120,620,521,221,722,222,5 21,8
Precipitação (mm)5899215201955028535521 785
Fonte: Climate-Data.[14] Demografia[editar | editar código-fonte]Crescimento populacional
Censo
Pop.%±
19702 014?19802 33616,0%19912 5589,5%20002 6674,3%20103 16518,7%Est. 20163 526[3]11,4%Fonte: CNM/IBGE (1872-2010).[29][30]A população de Riacho da Cruz no censo demográfico de 2010 era de 3 165 habitantes, sendo o décimo nono município menos populoso do Rio Grande do Norte, apresentando uma densidade demográfica de 24,88 km².[30] Desse total, 2 674 habitantes viviam na zona urbana (84,49%) e 491 na zona rural (15,51%). Ao mesmo tempo, 1 617 pessoas eram do sexo masculino (50,19%) e 1 548 do sexo feminino (49,81%), tendo uma razão de sexo de 104,46.[31][32] Quanto à faixa etária, 2 056 pessoas tinham entre 15 e 64 anos (64,96%), 805 menos de quinze anos (25,43%) e 304 65 anos ou mais (9,61%).[33] Ainda segundo o mesmo censo, a população era formada por 1 592 pardos (50,3%), 1 103 brancos (34,85%), 93 pretos (12,6%) e 61 amarelos (1,93%) e dez indígenas (0,32%).[34]@media all and (max-width:720px){.mw-parser-output .tmulti>.thumbinner{width:100%!important;max-width:none!important}.mw-parser-output .tmulti .tsingle{float:none!important;max-width:none!important;width:100%!important;text-align:center}}Capela do Sagrado Coração de Jesus, padroeiro de Riacho da CruzCapela de Santa Luzia
Considerando-se a nacionalidade, toda a população municipal era de brasileiros natos,[35] sendo 1 896 nascidos em Riacho da Cruz (59,89%) e 1 269 naturais de outros municípios (40,11%).[36] Em relação à região e ao estado de nascimento, 3 119 eram nascidos na Região Nordeste (98,55%), dos quais 3 028 no Rio Grande do Norte (95,68%), 51 no Ceará (1,6%), 33 na Paraíba (1,04%), cinco na Bahia (0,15%) e três no Maranhão (0,08%); trinta no Sudeste (0,94%), todos no estado de São Paulo e doze no Centro-Oeste (0,03%), sete em Goiás (0,23%) e cinco no Distrito Federal (0,15%), além de quatro sem especificação (0,13%). Entre os naturais de unidades da federação, havia nove cearenses (0,58%), oito paraibanos (0,48%), dois paranaenses (0,12%) e um baiano (0,07%).[37]
Na Igreja Católica, Riacho da Cruz pertence à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, com sede em Portalegre (que também abrange os municípios de Francisco Dantas e Viçosa), subordinada à Diocese de Santa Luzia de Mossoró, e possui três capelas, duas na área urbana (Sagrado Coração de Jesus e Santa Luzia) e uma em zona rural (São Francisco de Assis). No censo de 2010 o catolicismo era a religião da maioria da população, com 2 835 seguidores, ou 89,57% dos habitantes.[38] Riacho da Cruz também possui alguns credos protestantes. Em 2010 250 habitantes se declararam evangélicos (7,91%), dos quais 248 das igrejas pentecostais (7,83%), sendo que 147 eram da Assembleia de Deus (4,63%), 29 da Igreja Deus é Amor (0,92%) e 72 de outras pentecostais (2,28%). Outros dois seguiam outras religiões evangélicas (0,09%). Além do catolicismo e do protestantismo, outros oitenta não tinham religião (2,52%).[38]
O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado baixo, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,584, sendo o 131° maior do Rio Grande do Norte e o 4 540 ° do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,751, o valor do índice de renda é de 0,545 e o de educação 0,487.[4] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até 140 reais reduziu 40,9%, de 70,1% para 41,4%. Em 2010, 58,6% da população vivia acima da linha de pobreza, 22,1% abaixo da linha de indigência e 19,3% entre as linhas de indigência e de pobreza. No mesmo ano, o índice de Gini era 0,47 e os 20% mais ricos eram responsáveis por 50,9% do rendimento total municipal, valor quase dezenove vezes superior à dos 20% mais pobres, de apenas 2,7%.[33][39]
Política[editar | editar código-fonte]
Centro Administrativo, onde funciona Prefeitura de Riacho da Cruz, sede do poder executivo municipal.Palácio Francisco de Oliveira Silva (Câmara Municipal), sede do legislativo.
O poder executivo do município de Riacho da Cruz é exercido pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários e eleito pelo voto direto para um mandato de quatro anos.[40] A atual chefe do executivo municipal é Maria Bernadete Nunes Rêgo Gomes, eleita nas eleições municipais de 2012 com 56,22% dos votos válidos, tendo como vice Adiel Pinheiro Régis.
O poder legislativo é exercido pela Câmara Municipal, formada por nove vereadores eleitos para mandatos quadrienais.[40] Na atual legislatura, iniciada em 2013, a casa legislativa é constituída por seis cadeiras do Democratas (DEM), duas do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e uma do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).[41] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[40]
Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem alguns conselhos municipais em atividade: Alimentação Escolar, Assistência Social, Direito da Criança e do Adolescente, FUMAC, Saúde e Tutelar.[11] Riacho da Cruz se rege por sua lei orgânica, promulgada em 1990,[42] e é termo de comarca de Portalegre, de primeira entrância.[43] De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município pertence à 63ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte[44] e possuía, em dezembro de 2014, 2 711 eleitores, o que representa 0,117% do eleitorado estadual.[45]Economia[editar | editar código-fonte]
Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do município de Riacho da Cruz em 2013 era de R$ 21 775 mil, dos quais R$ 14 759 da administração, saúde e educação; R$ 4 298 mil do setor terciário; R$ 996 mil de impostos; R$ 947 mil do setor primário e R$ 774 mil do setor secundário. O PIB per capita era de R$ 6 406,22.[5]
Em 2014 o município possuía um rebanho de 2 500 galináceos (frangos, galinhas, galos e pintinhos), 1 615 bovinos, 1 278 caprinos, 1 250 ovinos, 521 suínos e 82 equinos.[46] Na lavoura temporária do mesmo ano foram produzidos cana-de-açúcar (250 t, batata-doce (42 t), feijão (83 t), milho (70 t) e arroz (5 t),[47] e na lavoura permanente coco-da-baía (doze mil frutos), banana (18 t), manga (8 t) e castanha de caju (6 t).[48] Ainda no mesmo ano o município também produziu 213 mil litros de leite de 423 vacas ordenhadas; quatro mil dúzias de ovos de galinha e 810 quilos de mel de abelha.[46]
Em 2010, considerando-se a população municipal com idade igual ou superior a dezoito anos, 63,1% era economicamente ativa ocupada, 24% ativa desocupada e 12,9% inativa. Ainda no mesmo ano, levando-se em conta a parcela da população ativa ocupada na mesma faixa etária, 37,31% trabalhavam no setor de serviços, 34,13% na agropecuária, 12,01% no comércio, 5,63% na construção civil, 2,47% na utilidade pública e 0,9% em indústrias extrativas.[33] Conforme a Estatística do Cadastral de Empresas de 2013, Riacho da Cruz possuía trinta unidades (empresas) locais, todas atuantes. Salários juntamente com outras remunerações somavam 3 534 mil reais e o salário médio mensal era de 1,7 salários mínimos.[49]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Subestação da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN), responsável pelo fornecimento de energia elétrica no município.
O serviço de abastecimento de água do município é feito pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).[50] A empresa responsável pelo abastecimento de energia elétrica em Riacho da Cruz é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[51] A voltagem da rede é de 220 volts.[52] Em 2010, o município possuía 88,78% de seus domicílios com água canalizada,[53] 100% com eletricidade e 87,61% possuíam coleta de lixo.[54]
A frota municipal em 2014 era de 361 motocicletas, 166 automóveis, quarenta caminhonetes, 33 motonetas, oito caminhões, seis camionetas, três micro-ônibus, um ônibus, dois utilitários, além de um em outras categorias, totalizando 621 veículos.[55] O município é cortado por duas rodovias, ambas estaduais, a RN-076 e a RN-177, que ligam Riacho da Cruz a Umarizal e Viçosa, respectivamente.[56]
O código de área (DDD) de Riacho da Cruz é 084[57] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 59820-000.[58] Desde 10 de novembro de 2008 o município é servido pela portabilidade, juntamente com outras cidades de DDDs 33 e 38, em Minas Gerais; 44, no Paraná; 49, em Santa Catarina; além de outros municípios com código 84, no Rio Grande do Norte.[59] Conforme dados do censo de 2010, do total de domicílios, 74,13% tinham somente telefone celular, 4,97% possuíam celular e fixo e 0,38% apenas telefone fixo (0,38%).[60]Saúde[editar | editar código-fonte]
Hospital Maternidade Vicente do Rêgo Filho
A rede de saúde de Riacho da Cruz dispunha, em 2009, de dois estabelecimentos, ambos públicos, municipais e prestando atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), com um total de dezenove leitos para internação.[61] O município pertence à VI Unidade Regional de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (URSAP-RN), sediada em Pau dos Ferros.[62] Em 2010, a expectativa de vida ao nascer do município era de 70,03 anos, com um índice de longevidade de 0,751, e a taxa de mortalidade infantil até um ano de idade era de 26,6 por mil nascidos vivos.[33]
Em abril do mesmo ano, a rede profissional de saúde era constituída por dez auxiliares de enfermagem, cinco médicos (três clínicos gerais, um médico de família e um cirurgião geral), três farmacêuticos, três enfermeiros, dois cirurgiões-dentistas, totalizando 23 profissionais.[63] Segundo dados do Ministério da Saúde, um caso de AIDS foi registrado em Riacho da Cruz entre 1990 e 2012 e, entre 2001 e 2011, foram notificados 179 casos de dengue e um de leishmaniose.[64]Educação[editar | editar código-fonte]
IDEB de Riacho da Cruz[65]
AnoAnosiniciaisAnosfinais
20052,72,9
20072,62,9
20092,52,1
20113,82,4
20134,1-O fator "educação" do IDH no município atingiu em 2010 a marca de 0,487,[33] ao passo que a taxa de alfabetização da população acima dos dez anos indicada pelo último censo demográfico do mesmo ano foi de 75,6% (83,1% para as mulheres e 68,2% para os homens).[66] As taxas de conclusão dos ensinos fundamental (15 a 17 anos) e médio (18 a 24 anos) eram de 31,5% e 31,4%, respectivamente.[65]
Ainda em 2010, Riacho da Cruz possuía uma expectativa de anos de estudos de 8,52 anos, valor inferior à média estadual (9,54 anos). O percentual de crianças de cinco a seis anos na escola era de 98,39% e de onze a treze anos concluindo o fundamental de 86,31%. Entre os jovens, a proporção na faixa de quinze a dezessete anos com fundamental completo era de 44,27% e de 18 a 20 anos com ensino médio completo de 21,31%. Considerando-se apenas a população com idade maior ou igual a 25 anos, 32,8% não sabiam ler ou escrever, 22,56% possuíam fundamental completo, 15,02% médio completo e apenas 3,33% o ensino superior completo.[33] Em 2014, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 16,6% para os anos iniciais e 29,2% nos anos finais, sendo essa defasagem no ensino médio de 36,2%.[65]
Em 2012 Riacho da Cruz possuía uma rede de três escolas de ensino fundamental (com trinta docentes), uma do pré-escolar (quatro docentes) e uma de ensino médio (nove docentes), com 711 alunos matriculados.[67]Cultura[editar | editar código-fonte]
Pórtico de entrada da cidade
Bosque municipal
A Secretaria Municipal de Educação e Cultura é o órgão da prefeitura responsável pela área cultural do município de Riacho da Cruz, cabendo a ela a organização de atividades e projetos culturais, além do setor educacional.[68]
No calendário cultural do município, destaca-se a festa de emancipação política, realizada no mês de maio, cuja programação inclui a alvorada festiva, o hasteamento das bandeiras, além de desfiles, atrações musicais e outros eventos.[69][70] No mês de junho ocorrem as festas juninas, em destaque para o tradicional São Pedro, no final do mês, com apresentações de danças folclóricas, desfiles, quadrilhas e outras atrações.[71] Em outubro ou novembro, acontece a festa do Sagrado Coração de Jesus, que se inicia com a missa de abertura e prossegue durante nove noites de novena, encerrando com a procissão com a imagem do padroeiro, além da programação sociocultural.[72] Em novembro, ocorre o concurso "A Mais Bela Voz".[73] Em dezembro, é realizada a festa de Santa Luzia,[74] além das comemorações natalinas.[75]
Também são realizados eventos com ênfase no setor esportivo, como o Campeonato Municipal de Futsal.[76] O município possui ainda alguns atrativos turísticos, entre eles as avenidas Camila de Léllis (Avenida Principal) e dos Coqueiros, o Bosque Municipal, o Marco do Município, o Pórtico de Entrada, a Praça de Eventos e a Trilha Poço da Vaca.[77][78] O artesanato é outra forma espontânea da expressão cultural riachocruzense, sendo possível encontrar uma produção feita com matérias-primas regionais, como a argila (barro) e o bordado, além de materiais recicláveis, e criada de acordo com a cultura e o modo de vida local.[79][80] Praça de Eventos de Riacho da Cruz decorada durante o período das festas juninas.
Referências? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 29 de março de 2019 ? a b «Área territorial oficial». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 9 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2015 ? a b «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 de janeiro de 2017 ? a b «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 ? a b c «Rio Grande do Norte » Riacho da Cruz » produto interno bruto dos municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2013. Consultado em 4 de janeiro de 2016. 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