criar site rio de janeiro em Jucás


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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Rio

Curso de água natural, permanente ou temporário, navegável ou não, procedente de uma fonte única ou formado pela reunião de regatos ou correntes mais pequenas, e que desagua em outro curso de água ou no mar.


Rio

Aquilo que corre como um rio.
Grande quantidade de líquido: _chorou rios de lágrimas_.
Grande quantidade: _custou rios de dinheiro_.


Janeiro

Primeiro mês do ano, segundo a cronologia moderna e entre os antigos Romanos.


Janeiro

O cio dos gatos.


Janeiro

O mesmo que _durázio_.


Janeiro

Anos de idade: _já conta sessenta janeiros_.

 Nota: se procura o município do Ceará, veja Jucás (Ceará).
Jucás
População total
Regiões com população significativaCeará, no Brasil
Línguas
ReligiõesOs jucás eram índios que habitavam as terras do Ceará, nas quais atualmente situam-se os municípios de Acopiara, Cariús, Iguatu, Saboeiro e Tarrafas[1].História[editar | editar código-fonte]
Os jucás habitavam a região dos Inhamuns. O nome dos jucás aparece pela primeira vez na crônica cearense ligado, como tantas outras etnias indígenas, à história dos Montes e dos Feitosas, famílias matutas rivais que encheram os sertões da terra cearense com seus atos de vandalismo.
Partidários dos Feitosas, os jucás lhes prestaram continuada assistência na terrível contenda que enlutou o Ceará e pôs os chãos interiores da Capitania em fogo e sangue.
Em 1727, foram agrupados sob a direção de um missionário nas margens do rio Jaguaribe, constituindo, com os Quixelô, Quixerariú, Cariú e Candandu, a Aldeia da Telha (hoje, Iguatu), sita na ribeira dos Quixelôs, então distrito da Vila dos Icó.
Os moradores nativos da Telha eram, ao que parece, inveterados rapinantes, pois havia, contra eles, várias queixas do povo da região circunvizinha à Câmara do Icó. A datada de junho de 1714 diz que se prevaleciam das saídas autorizadas pelo ouvidor para as pescarias, para matar e roubar gado e pilhar o quanto achavam, fato que se devia atribuir à pouca ou nenhuma energia do missionário, que tolerava os abusos dos seus tutelados.
No ano de 1743, os jucás residentes na Telha, instigados pelos Feitosas, abandonaram, em grande número, a sua missão, retornando, com mulheres e filhos, à vida nômade. O capitão-general de Pernambuco, informado do fato, deu ordens para dele se tirar devassa e apurar quem havia promovido a fuga dos nativos.
Estes deviam ser constrangidos mesmo pela força a voltar às suas antigas moradas.
Da providência, nada surtiu, ficando, a missão, quase despovoada.
Três anos depois, a 25 de junho de 1746, os moradores da Ribeira do Quixelô, reiteraram suas reclamações contra roubos praticados pelos indígenas da Missão da Telha, roubos estes que tinham origem na fraqueza do seu missionário, que os deixava sair da aldeia a ponto de se achar a missão deste gentio reduzida a uns 60 homens, que pouco residiam nela.
Os apelos incessantes dos criadores de gado motivaram uma ordem régia com data de 20 de dezembro de 1746 mandando que, para prevenir semelhantes frutos, se inquirisse por eles nas devassas de janeiro de cada ano.
Assistia-o, em 1749, conforme se vê da "relação das aldeias que há no distrito deste governo de Pernambuco e Capitania da Paraíba, sujeito à Junta da Missões deste Bispado", um sacerdote do hábito de São Pedro.
Dezessete anos depois, por volta de 1761, foram os jucás e cariús que habitavam a Aldeia do Brejo, antiga Missão do Miranda, hoje a cidade do Crato. Pouco tempo os jucás aí permaneceram. Movidos por natural tendência para a vida nômade, quase todos fugiram para as matas, onde passaram a viver em completo estado de barbárie.
Só dois anos mais tarde, em 1763, conseguiu, o coronel Manuel F. Ferro, por determinação do então governador da capitania do Ceará, José Vitoriano Borges da Fonseca, reconduzi-los à sua missão.
A aldeia dos índios jucás foi, por iniciativa do capitão-mor Borges da Fonseca, elevada a Vila, em 1767, com o nome de Arneirós.
A 25 de novembro do mesmo ano, representava, porém, o Senado do Icó contra a criação da Vila de Arneirós, assim como de a São Mateus porque "estes lugares são menos convenientes que Telha (Iguatu) e Mangabeira (Lavras da Mangabeira), que são lugares já povoados e onde há gente capaz de servir os empregos ao passo que nas outras é preciso mandar empregados do Icó".
Os Jucás, volvidos à sua antiga missão, em nada modificaram a existência de rapinagem e violência que dantes levavam. Viviam furtando gado e assaltando moradores das adjacências.
Esses crimes, incessantemente renovados, acabaram por atrair, sobre eles, a odiosidade dos Feitosas, que assentaram livrar-se dos antigos comparsas, agora tão agressivos e incômodos.
Cada roubo praticado pelos indígenas era imediatamente seguido à eliminação violenta de um ou de muitos de sua raça.
Cientificado da grave ocorrência, o governador de Pernambuco, dom José César de Mendes, determinou, ao ouvidor-geral do Ceará, José da Costa Dias e Barros, que retirasse os índios da povoação da Telha, levando-os para uma das vilas de índios situadas próximo à sede administrativa da Capitania. A ordem foi executada em 1780[2].
Em 1791, estavam, ainda, aldeados na missão de Telha, presentemente cidade de Iguatu, e mais
na vila de São Mateus, sendo, depois, reunidos aos Kanindé, Jenipapo e Paiacu para povoarem a vila de Monte-Mor (hoje, Baturité).[3]Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página do IBGE
Página do Ceará
Referências? Nimuendaju, Curt. Mapa etno-histórico de Curt. Rio de Janeiro IBGE, 2002? Studart Filho, Carlos. ?Os Aborígines do Ceará, 2ª parte? In, Revista do Instituto do Ceará, Vol. 81. Tomo LXXVII Ano LXXVII, Fortaleza, 1963 p.210-211? [1]
vdePovos indígenas do BrasilGrupos étnicosMacro-tupiMondés
Aruás
Cintas-largas/Matetamãe
Ikolen
Tupi-guaranis
Amanaiés/Araradeuas
Anambés
Apiacás
Akwáwa (Suruís-aiqueuaras - Assurinis do Tocantins)
Arauetés/Bïde
Assurinis do Xingu/Awaetes
Avás-canoeiros/Carijós
Awá-Guajá
Carijós*
Cauaíbes (Uru-eu-wau-waus)
Guaranis (Kaiowás/Paí-tavyterã - Mbiás - Nhandevas)
Guajajaras/TenetearasTupis* (Tupinambás* - Tupiniquins - Caetés* - Tamoios* - Potiguaras - Temiminós* - Tabajaras*?)
Outros
Curuaias
Mundurucus
Tapajós*Macro-jêJês
Aquém (Xavantes - Xerentes)
Caingangues
Tapaiúnas
Timbiras (Apinajés - Apaniecras-Canelas/Timbiras - Paracatejê-gavião - Pucobié-gavião - Kyikatejê-gavião - Rancocamecras-canelas/Timbiras)
Povo iny
Carajás
Javaés
Xambioás
"Tapuias"*
Aimorés*
"Botocudos"*
Cariris*
Geréns*
Tarairiús*
Outros
Coropós*
Crenaques
Goitacases*
Maxacalis
Puris*
Ricbactas

Outros gruposArauás
Banauás
Jamamadis
Aruaques
Apurinãs/Popukares
Ashaninca
Baníuas/Walimanais
Barés/Haneras
Enawenê-nawê
Guanás
Exoaladis* - Exoaladis* - Quiniquinaus - Terenas
Manaós*
Uapixanas
Caribes
Aparaís
Bacairis/Kurâs
Galibis do Oiapoque/Calinãs
Cariris?*
Aconãs
Aticuns-umãs
Caimbés
Calabaças
Carapotós
Cariris-xocós
Jucás
Pancarás
Pataxós-hã-hã-hães
Quiriris
Tingui-botós
Trucás
Tumbalalás
Uassus/Wassus
Xucurus-cariris
Charruas*
Guenoas*
Minuanos*
Embaiás
Cadiuéus
Guatiedéos*
Beaquéos*
Cataguéos*
Macus
Dous
Hupdás
Camãs
Nadobs
Iuhupdes)
Panos
Shawadauas
Kuntanawa
Tucanos
Arapaços
Barás/Waípinõmakãs
Barasanas/Panenoás
Desanos
Tuparis
Acuntsu
Ajurus
Outros
Aicanãs
Aranãs
Araras/Ukarãngmãs
Araras do Aripuanã
Araras do Maia
Aricapus
Auetis/Enumaniás
Bororos/Boes
"Bugres"
Caiapós
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Guatós
Ianomâmis
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