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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Para

Na direcção de: _navegou para o Norte_.
A fim de: _procurou-me para conversarmos_.
Com destino a.
Em proporção de.
Apropriado a: _pano bom para camisas_.
Relativamente a; etc.
(Port. ant. _pera_)


Empresa

Empreendimento.
Negócio.
Associação, organizada para explorar uma indústria.
Aqueles que dirigem ou administram essa associação.


Empresa

Símbolo, divisa.


Alagoinha

Nota: Para o clube, veja Alagoinhas Atlético Clube.Município de Alagoinhas
"Terra das Laranjas""Pórtico de Ouro""Lugar Querido""Terra da Mulher Bonita""Polo ferroviário do Sertão"
Centro de AlagoinhasBandeiraBrasãoHino
Aniversário2 de Julho
Fundação2 de julho de 1853 (166 anos)
Gentílicoalagoinhense
Padroeiro(a)Santo Antônio
Prefeito(a)Joaquim Neto (DEM)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Alagoinhas na BahiaAlagoinhas Localização de Alagoinhas no Brasil
12° 08' 08" S 38° 25' 08" O12° 08' 08" S 38° 25' 08" O
Unidade federativaBahia
MesorregiãoNordeste Baiano IBGE/2008 [1]
MicrorregiãoAlagoinhas IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofesInhambupe, Catu, Araças, Aramari, Entre Rios e Teodoro Sampaio.
Distância até a capital108 km
Características geográficas
Área718,089 km² [2]
População150 832 hab. (BA: 12º - BR: 189º) ? IBGE/2018[3]
Densidade210,05 hab./km²
Altitude132 m
Climatropical
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,683 médio PNUD/2010 [4][5]
Gini0,55 PNUD/2010[6]
PIBR$ 3 177 575 mil IBGE/2016[7]
PIB per capitaR$ 20 452,72 IBGE/2016[7]
Página oficial
Prefeiturawww.alagoinhas.ba.gov.br
Câmarawww.camaradealagoinhas.ba.gov.brAlagoinhas é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua área é de 718,089 quilômetros quadrados e sua população em 2017 era de 150 832 habitantes, tendo portanto uma densidade demográfica de 210,05 habitantes por quilômetro quadrado. Limita-se ao norte com o município de Inhambupe, ao sul com o município de Catu, a leste com o município de Araças, a oeste com o município de Aramari, a nordeste com o município de Entre Rios e a sudoeste com o município de Teodoro Sampaio.[carece de fontes?]
Seu nome se deve aos rios Sauípe, Catu, Subaúma e Quiricó, às lagoas e córregos existentes na região. E assim sua água é considerada de excelente qualidade e pode ser considerada a segunda melhor do mundo, sendo uma de suas maiores riquezas, e que faz parte do aquífero que vai desde Dias d'Ávila a Tucano.
Segundo dados do IBGE de 2002 e do DERBA de 2004, o grau de urbanização de Alagoinhas é de 86,43%.Índice1 História
2 Geografia
3 Demografia
4 Economia4.1 Primeiro setor
4.2 Segundo setor
4.3 Terceiro setor
5 Infraestrutura5.1 Educação
5.2 Meio de Comunicação
6 Subdivisões[15]6.1 Distritos
6.2 Bairros
6.3 Localidades
7 Ver também
8 Referências
9 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: História de Alagoinhas
Seu povoamento foi iniciado no final do século XVIII, quando um padre português fundou uma capela no seu território e daí começou a próspera vila em função da chegada de imigrantes e da passagem da estrada de boiadas, acesso para o norte e para o sertão, motivo do título dado por Ruy Barbosa de "Pórtico de Ouro do Sertão Baiano".
Enquanto vila, Alagoinhas recebeu vários nomes, os quais foram Freguesia da Água Fria, Freguesia de Santo Antônio das Lagoinhas e posteriormente Villa de Santo Antônio d'Alagoinhas. Este último nome, foi o último como vila, que depois foi desmembrada da Vila de Inhambupe, para ser emancipada como Município de Alagoinhas.
Em volta da igreja de Santo Antônio várias casas foram construídas, desse modo o povoado foi elevado a vila, através da Resolução Provincial 442 de 16 de junho de 1852. Mais tarde, do mesmo modo, causado pelo desenvolvimento da vila, que era gerado e norteado pela estação ferroviária, a qual era o centro de atividades econômicas, devido ao grande fluxo de pessoas e mercadorias, foi elevado a município de Santo Antônio de Alagoinhas, sendo desmembrado do município de Inhambupe.
Em 18 de novembro de 1880 foi construído um dos maiores símbolos de Alagoinhas, a Segunda Estação de São Francisco. Erguida em estilo inglês, com a estação de passageiros em estilo francês, possui todo o material importado da Inglaterra, e é a única réplica do mundo de outra estação em Liverpool, Inglaterra. Até hoje, todos os tijolos utilizados na sua construção possuem os nomes dos fabricantes ingleses e franceses.
Em 1897 Alagoinhas teve um papel fundamental durante a Guerra de Canudos, onde a cidade acolheu as Tropas Federal e Estadual, que utilizavam a cidade como rota para o destino final. A cidade ainda prestou assistência e mantimentos aos soldados feridos que a utilizavam como ponto médico.
Segundo o IBGE, o distrito de Alagoinhas foi criado no dia 15 de outubro de 1816, pertencendo a Inhambupe até 16 de junho de 1852, quando se tornou um município. A emancipação política de Alagoinhas foi oficializada no dia 2 de julho de 1853, com a posse da primeira Câmara Municipal e do presidente do Conselho, o coronel José Joaquim Leal.
A década de 20 foi um momento de revolução arquitetônica e tecnológica na cidade, com a inauguração da Santa Casa de Misericórdia, do Serviço de Transportes Coletivos, do Coreto Municipal, e da Capela "da Praça Kennedy", além da chegada da "Energia Elétrica" em 1924 com o auxílio e o trabalho dos irmãos Robatto.
Em 11 de novembro de 1931, por meio de um plebiscito popular, Alagoinhas passou a se chamar "Cidade Joaquim Távola", em homenagem ao irmão do tenente Juarez Távola, que comandou a revolução que acabou com Getúlio Vargas no poder.
Alagoinhas também contribuiu durante a Segunda Guerra Mundial, onde diversos jovens se ofereceram para viajarem na frente brasileira de batalha na Itália e se juntaram aos outros "pracinhas". Após a vitória aliada e o retorno de vários deles à cidade, o Totem dos Pracinhas foi erguido em 1972 em homenagem aos pracinhas Dionísio Chagas e Evilásio Assis, mortos em combate.
A década de 50 também foi importante no rápido desenvolvimento da cidade, pois houve a instalação de um complexo sistema de rede de esgotos na parte central do município, beneficiando famílias e trabalhadores. Além disso diversos centros culturais (como a biblioteca central) e de lazer foram instalados na cidade. Vários centros públicos obtiveram reformas que acabaram ampliando a beleza arquitetônica da cidade.
Ainda durante esta década, foi construída a Catedral de São Francisco, com estilo italiano único na região, investe na altura e na diversidade de torres. É uma réplica da Catedral de São Francisco de Ascoli Piceno, na Itália.
Em 1964 foi descoberto um poço de petróleo no município, o MG-1-BA. Três anos depois já havia 30 poços, motivo que fez com que a Petrobras se instalasse no município, gerando seu desenvolvimento e aumentando os investimentos, mas também crescimento desordenado, deixando várias pessoas sem saneamento básico e acesso aos serviços de saúde.
Com o desenvolvimento ferroviário e a descoberta de poços de petróleo, Alagoinhas cresceu bastante economicamente, tornando-se pólo de sua região. Se voltou aos serviços, portanto seu desenvolvimento se deu, principalmente, no comércio, polarizando mais de 30 municípios vizinhos.
Em 10 de junho de 2010, o então prefeito Paulo Cezar assinou juntamente com o então presidente Luís Inácio Lula da Silva a adesão e o reconhecimento de Alagoinhas como sendo uma cidade Patrimônio Histórico do Brasil, devido aos seus inúmeros casarões e igrejas que remontam à séculos passados ainda em estado de conservação assegurado.
Alguns alagoinhenses se destacaram bastante no campo da literatura e educação, como Maria Feijó (1918), José Olívio Paranhos Lima (1955), o poeta e dramaturgo Lázaro Zacaríades, o poeta, professor e pesquisador acadêmico Ednaldo Soares, publicado no Brasil e na Itália, e o escritor e mestre em Linguística Adson Vasconcelos (1965), autor de diversos livros didáticos, pedagógicos e literários.Geografia[editar | editar código-fonte]
Localizado no leste da Bahia, com área de 734 quilômetros quadrados. Está situado nas unidades geomórficas dos Tabuleiros do Recôncavo e dos Tabuleiros Interioranos. De clima quente e semi-úmido, possui vegetação de floresta estacional semidecidual e de parque sem floresta de galeria.[carece de fontes?]
Sua geologia pode ser resumida, segundo a CEI e IBMB 1993-1994, em arenitos médios e grosseiros, conglomerados / brechas, paraconglomerados.[carece de fontes?]
A cidade é servida pela malha rodoviária e ferroviária. A BR-101, que corta o Brasil de Norte a Sul, serve a cidade fornecendo importante acesso e meio de escoamento de produtos para cidades do Nordeste como Recife e Aracaju, além de cidades como Vitória e Rio de Janeiro, no Sudeste do país. Também corta a cidade a BR-110, que a une ao Nordeste pelo interior da região. A ferrovia possui na cidade, além do seu papel histórico, um entrocamento que já foi de grande importância para o país e teve o seu declínio de acordo com a subvalorização do transporte ferroviário no país. Possui ainda rodovias estaduais que ligam a cidade à BR 116 e também à Linha Verde.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1970, 1977 a 1980, 1986 a 1989 (até 31 de março) e a partir de 1992, a menor temperatura registrada em Alagoinhas foi de 10,4 °C em 21 de dezembro de 1962,[8] e a maior atingiu 40,2 °C em 1° de janeiro de 1988.[9] O maior acumulado de precipitação em 24 horas atingiu 181,7 mm em 20 de dezembro de 1999. Outros grandes acumulados foram 121,7 mm em 12 de janeiro de 2011, 112,9 mm em 20 de janeiro de 1964, 109,2 mm em 26 de maio de 1966 e 102,5 mm em 8 de maio de 1963.[10] O mês de maior precipitação foi abril de 1964, quando foram registrados 474,6 mm.[11]
Dados climatológicos para Alagoinhas
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)40,238,339,338,235,533,731,731,734,837,839,538,6 40,2
Temperatura máxima média (°C)33,132,932,83129,227,527,127,328,730,631,932,7 30,4
Temperatura média compensada (°C)26,326,326,425,424,122,721,921,922,924,325,526 24,5
Temperatura mínima média (°C)21,321,421,621,320,419,218,117,818,519,520,721,3 20,1
Temperatura mínima recorde (°C)14,812,31314,211,51211,41110,812,613,210,4 10,4
Precipitação (mm)59,865,475,6124,6153,7152109,393,266,748,661,263,2 1 073,3
Dias com precipitação (? 1 mm)678121517171610665 125
Umidade relativa compensada (%)74,275,97782,285,587,386,284,981,277,674,973,4 80
Horas de sol230,2210,8216193,5187,7152,2174,1170192,4223,5213,1221,9 2 385,4
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[12] recordes absolutos de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1970, 01/01/1977 a 31/12/1980, 01/01/1986 a 31/03/1989 e partir de 01/01/1992)[8][9] Demografia[editar | editar código-fonte]
Pelo censo demográfico do Brasil de 2010, a composição demográfica da população se distribui entre 50.109 católicos, 47.253 de religiões evangélicas e 24.929 sem religião.[13]Economia[editar | editar código-fonte]
Segundo dados do IBGE, o PIB do município em 2016 era de R$ 3 177 575 bilhões.[7] A estrutura setorial está distribuída em 3,61% para agropecuária, 46,27% para indústria e 50,12% para serviços.[carece de fontes?]
Em 2001, foram registrados no município 34.181 consumidores de energia elétrica, que totalizaram um consumo de 101.227 mWh.[carece de fontes?]Primeiro setor[editar | editar código-fonte]
Alagoinhas se destaca na produção agrícola de limão (maior produtor baiano), abacate, laranja (3º maior produtor baiano), de batata doce (10º maior produtor baiano) e de amendoim (11º maior produtor baiano).[carece de fontes?]
No setor de bens minerais, é um grande produtor de areia, argila e pedra.[carece de fontes?]Segundo setor[editar | editar código-fonte]
Segundo a Junta Comercial do Estado da Bahia (JUCEB), o município possui 669 indústrias, ocupando o 13º lugar na posição geral do estado da Bahia, e 3.711 estabelecimentos comerciais, 14ª posição dentre os municípios baianos.[carece de fontes?]Terceiro setor[editar | editar código-fonte]
Seus serviços crescem bastante, desde a descoberta dos poços de petróleo e da implantação da ferrovia, ampliando os serviços para os municípios vizinhos também. E seu parque hoteleiro registra 500 leitos.[carece de fontes?]
Possui diversos outros serviços com qualidade reconhecida nacionalmente. Servida por diversos estabelecimentos de ensino de nível fundamental a superior. Em nível de saúde é servida principalmente, pelo Hospital Regional Dantas Bião e Maternidade de Alagoinhas. Alguns serviços médicos especializados são realizados na cidade, evitando assim o deslocamento à capital do estado, Salvador, em busca de atendimento.[carece de fontes?]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Educação[editar | editar código-fonte]
Alagoinhas possui 152 escolas, sendo 87 municipais, 29 estaduais, 1 federal e 35 particulares; e 12 instituições de ensino superior autorizadas pelo MEC. São destaques na rede municipal o Colégio Municipal de Alagoinhas, na rede estadual, o Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães, Colégio Estadual Deputado Luís Eduardo Magalhães (no Barreiro),o CETEP (Centro Territorial de Educação Profissional), Colégio da Polícia Militar Professor Carlos Rosa e o Colégio Estadual São Francisco. O campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF BAIANO), inaugurado em 2016, é uma unidade da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica que oferta cursos profissionalizantes desde a formação básica (Ensino Médio) até a pós-graduação (especialização). Na rede privada, têm-se como destaques o Colégio Dínamo, Colégio Star, Colégio Santíssimo Sacramento, Colégio São Francisco das Irmãs Franciscanas, Colégio Destaque e o Centro Educacional Cenecista Alcindo de Camargo.[carece de fontes?]
Em 2012, após a divulgação dos índices do Ideb 2011, Alagoinhas ganhou destaque no noticiário nacional. Com nota 2.8, Alagoinhas não conseguiu atingir a meta de 3.0 imposta pelo MEC para 2011.[14]Meio de Comunicação[editar | editar código-fonte]
Sites: Portal Alagoinhas News
Alagoinhas Hoje
Se Liga Alagoinhas
Alta Pressão
Gazeta dos Municípios
News In Foco
Subdivisões[15][editar | editar código-fonte]
Distritos[editar | editar código-fonte]
Boa União
Narandiba
Riacho da Guia
Bairros[editar | editar código-fonte]
Alagoinhas Velha
Barreiro
Catu
Centro
Dois de Julho
Jardim Petrolar
Juracy Magalhães
Kennedy
Mangalô
Santa Isabel
Santa Terezinha
Silva Jardim
Teresópolis
Localidades[editar | editar código-fonte]
Borges
Buri
Calu
Camboatã de Fora
Cangula
Conceição de Baixo
Conceição de Cima
Cruzeiro dos montes
Encantado
Estevão
Fazenda Gameleira
Fazenda Guabiraba
Km 18
Km 19
Limoeiro
Macaquinho
Mangueiras
Milagres
Outeiro
Papagaio
Pedra de Baixo
Pedra de Cima
Ponto do Beiju
Portão
Quinzambu
Riacho do Mel
Rio Branco
Sauípe
Sucupira I
Sucupira II
Tombador
Tucum
Ver também[editar | editar código-fonte]
Alagoinhas Atlético Clube
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
site Portal Alagoinhas News
Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? «estimativa_ibge_2018.xls». agenciadenoticias.ibge.gov.br. Consultado em 1 de setembro de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 7 de agosto de 2013 ? [1]? Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Alagoinhas - BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 4 de março de 2014 ? a b c «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 15 de dezembro de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (ºC) - Alagoinhas». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (ºC) - Alagoinhas». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014 ? «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Alagoinhas». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014 ? «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Alagoinhas». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014 ? «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de maio de 2018 ? [2], IBGE Censo de 2010.? [3]? «Índices dos Bairros de Alagoinhas». MBI. Consultado em 24 de novembro de 2017
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
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Frutal
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Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
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Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
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Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
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Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [4] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
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