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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Município de Tapauá
"Princesinha do Purus"
Bandeira de Tapauá
BandeiraBrasão indisponívelHino
Fundação19 de dezembro de 1955 (0 anos)
Gentílicotapauaense; tapauara
Padroeiro(a)Santa Rita de Cássia
Prefeito(a)José Bezerra Guedes (PMDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Tapauá no AmazonasTapauá Localização de Tapauá no Brasil
05° 37' 40" S 63° 10' 58" O05° 37' 40" S 63° 10' 58" O
Unidade federativaAmazonas
MesorregiãoSul Amazonense IBGE/2008[1]
MicrorregiãoPurus IBGE/2008[1]
Municípios limítrofesOeste: Carauari e Itamarati; Norte: Tefé e Coari; Leste: Humaitá e Manicoré; Nordeste: Beruri e Anori; Sul: Lábrea e Pauini
Distância até a capital565 km
Características geográficas
Área89 324,259 km² (BR: 5º)[2]
População17 299 hab. estimativa populacional - IBGE/2018[3]
Densidade0,19 hab./km²
Climaequatorial Am
Fuso horárioUTC-4
Indicadores
IDH-M0,502 baixo PNUD/2010 [4]
PIBR$ 153 076 mil IBGE/2013[5]
PIB per capitaR$ 8 327,06 IBGE/2013[5]Tapauá é um município brasileiro do interior do estado do Amazonas, Região Norte do país. Localiza-se a sul de Manaus, capital do estado, distando desta cerca de 565 quilômetros. Sua população, estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018, era de 17 299 habitantes,[3] sendo assim o quadragésimo sétimo município mais populoso do estado do Amazonas. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0.502, de acordo com dados de 2010, o que é considerado médio pelo PNDU.Índice1 Histórico
2 Geografia
3 Demografia
4 Infraestrutura4.1 Saúde
5 ReferênciasHistórico[editar | editar código-fonte]
O distrito de Boca do Tapauá foi criado através da lei estadual nº 176, de 01-12-1938 sendo subordinado ao município de Canutama no período de 1939 a 1943, permanecendo em divisão territorial desmembrada datada a partir de 1 de julho de 1955.
Elevado à categoria de município com denominação de Tapauá, pela lei estadual nº 96, de 19 de dezembro de 1955, sede no atual distrito de Tapauá (ex-Boca de Tapauá), constituído do distrito sede instalado em 31 de janeiro de 1956.
No dia 10 de dezembro de 1981 através da Emenda Constitucional nº 12. o município de Tapauá perde partes de seu território, em favor dos novos municípios. Geografia[editar | editar código-fonte]
Pelo município passa o rio Tapauá, rio Ipixuna e o maior e principal: Rio Purus.Demografia[editar | editar código-fonte]
Em 2016, a população do município foi registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 18 039 habitantes.[6] Segundo o censo do ano de 2010, 10 075 habitantes eram homens e 9 002 habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 10 618 habitantes viviam na zona urbana (55,66%) e 8 459 na zona rural (44,34%). Da população total em 2010, 7 630 habitantes (40,0%) tinham menos de 15 anos de idade, 10 812 habitantes (56,68%) tinham de 15 a 64 anos e 635 habitantes (3,33%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 66,6 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 4,4.[7]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Saúde[editar | editar código-fonte]
O município possuía, em 2009, 8 estabelecimentos de saúde, sendo todos estes públicos municipais ou estaduais, entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos. Neles havia 30 leitos para internação.[8] Em 2014, 99,09% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia. O índice de mortalidade infantil entre crianças menores de 5 anos, em 2016, foi de 20,57 indicando um aumento em comparação com 1995, quando o índice foi de 17,65 óbitos a cada mil nascidos vivos. Entre crianças menores de 1 ano de idade, a taxa de mortalidade aumentou de 17,65 (1995) para 20,57 a cada mil nascidos vivos, totalizando, em números absolutos, 156 óbitos nesta faixa etária entre 1995 e 2016. No mesmo ano, 34,45% das crianças que nasceram no município eram de mães adolescentes. Conforme dados do Sistema Único de Saúde (SUS), órgão do Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade devido a acidentes de transportes terrestres registrou 5,54 óbitos, em 2016, representando um aumento se comparado com 1996, quando não se registrou nenhum óbito neste indicador. Ainda conforme o SUS, baseado em pesquisa promovida pelo Sistema de Informações Hospitalares do DATASUS, houve 2 internações hospitalares relacionadas ao uso abusivo de bebidas alcoólicas e outras drogas, entre 2008 e 2017.[9]
A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 5.22 para 1.000 nascidos vivos, sendo o quinto melhor resultado entre os municípios do estado do Amazonas. Em 2016, 25% das mortes de crianças com menos de um ano de idade foram em bebês com menos de sete dias de vida. Óbitos ocorridos em crianças entre 7 e 27 dias de vida foram 12,50% dos registros. Outros 62,50% dos óbitos foram em crianças entre 28 dias e um ano de vida. No referido período, houveram 11 registros de mortalidade materna, que é quando a gestante entra em óbito por complicações decorrentes da gravidez. O Ministério da Saúde estima que 100% das mortes que ocorreram em 2016, entre menores de um ano de idade, poderiam ter sido evitadas, especialmente pela adequada atenção à saúde da gestante, bem como por uma adequada atenção à saúde do recém-nascido. Cerca de 98,8% das crianças menores de 2 anos de idade foram pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2014, sendo que 0,6% delas estavam desnutridas.[9][10][11]
Até 2009, Nhamundá possuía estabelecimentos de saúde especializados em clínica médica, obstetrícia, pediatria e traumato-ortopedia, e nenhum estabelecimento de saúde com especialização em psiquiatria e cirurgia bucomaxilofacial. Dos estabelecimentos de saúde, apenas 1 deles era com internação.[8] Até 2016, havia 3 registros de casos de HIV/AIDS, tendo uma taxa de incidência, em 2016, era de 11,09 casos a cada 100 mil habitantes, e a mortalidade, em 2016, 0 óbitos a cada 100 mil habitantes.[9] Entre 2001 e 2012 houveram 139 casos de doenças transmitidas por mosquitos e insetos, sendo a principal delas a leishmaniose e a dengue.[12]Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 ? a b «Estimativa populacional 2018» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 29 de agosto de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010-2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de dezembro de 2015 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 24 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de março de 2014 ? Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). «Perfil - Tapauá, AM». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 14 de setembro de 2014 ? a b Cidades@ - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Serviços de saúde - 2009». Consultado em 19 de dezembro de 2018 ? a b c Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) (2014). «ODS 03: Saúde e bem-estar». Relatórios Dinâmicos. Consultado em 19 de dezembro de 2018 ? Portal ODM (2015). «1 - acabar com a fome e a miséria». Consultado em 19 de dezembro de 2018 ? @Cidades. «Saúde». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 19 de dezembro de 2018 ? Portal ODM (2012). «6 - combater a Aids, a malária e outras doenças». Consultado em 19 de dezembro de 2018
Portal do Amazonas

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