criar site brusque em Nilo Peçanha

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Nilo Peçanha

Nota: Se procura outros significados de Nilo Peçanha, veja Nilo Peçanha (desambiguação).Nilo Peçanha
7º Presidente do Brasil
Período14 de junho de 1909a 15 de novembro de 1910 Vice-presidenteNenhum AntecessorAfonso Pena SucessorHermes da Fonseca
5º Vice-presidente do Brasil
Período15 de novembro de 1906a 14 de junho de 1909 AntecessorAfonso Pena
SucessorVenceslau Brás
Senador pelo Rio de Janeiro
Período3 de maio de 1921a 31 de março de 1924 Período3 de maio de 1913a 31 de dezembro de 1914
Período3 de maio de 1903a 31 de dezembro de 1903
13.º Presidente do Rio de Janeiro
Período31 de dezembro de 1914a 7 de maio de 1917 AntecessorOliveira Botelho
SucessorFrancisco Guimarães
9.º Presidente do Rio de Janeiro
Período31 de dezembro de 1903a 1 de novembro de 1906 AntecessorQuintino Bocaiuva SucessorOliveira Botelho
Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Período15 de novembro de 1890a 31 de dezembro de 1902

Dados pessoais
Nome completoNilo Procópio Peçanha Nascimento2 de outubro de 1867 Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro Morte31 de março de 1924 (56 anos) Rio de Janeiro, Distrito Federal Alma materFaculdade de Direito do Recife
CônjugeAna de Sousa (1895?1924) FilhosNilo, Zulma e Mário PartidoRepublicano Fluminense ProfissãoAdvogado
Assinatura















Constituição brasileira de 1891, página da assinatura de Nilo Peçanha (décima oitava assinatura). Acervo Arquivo Nacional
Nilo Procópio Peçanha ? GCSE ? (Campos dos Goytacazes, 2 de outubro de 1867 ? Rio de Janeiro, 31 de março de 1924) foi um político brasileiro. Assumiu a Presidência da República após o falecimento de Afonso Pena, em 14 de junho de 1909[1] e governou até 15 de novembro de 1910.[2][3][4][5][6][7][8][9][10][11][12][13][14][15][16] Índice1 Origem e carreira política1.1 Primeiros anos
1.2 Carreira na política
2 Controvérsia racial
3 Presidente da República
4 Vida após a presidência
5 Ministros
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ligações externasOrigem e carreira política[editar | editar código-fonte]
Primeiros anos[editar | editar código-fonte]
Nilo Peçanha nasceu em 2 de outubro de 1867 em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, filho de Sebastião de Sousa Peçanha, padeiro, e de Joaquina Anália de Sá Freire, descendente de uma família importante na política norte fluminense[1]. Teve quatro irmãos e duas irmãs. A família vivia pobremente em um sítio no atual distrito de Morro do Coco, Campos dos Goytacazes, até que se mudou para o centro da cidade quando Nilo Peçanha chegou à idade escolar.[17] Seu pai era conhecido na cidade como "Sebastião da Padaria".[7]
Fez os estudos preliminares em sua cidade, no Colégio Pedro II. Estudou na Faculdade de Direito de São Paulo e depois na Faculdade do Recife, onde se formou.[1]
Casou-se com Ana de Castro Belisário Soares de Sousa, conhecida como "Anita", descendente de famílias aristocráticas e ricas de Campos dos Goytacazes, neta do Visconde de Santa Rita e bisneta do Barão de Muriaé e do primeiro Barão de Santa Rita. O casamento foi um escândalo social, pois a noiva teve que fugir de casa para se casar com um pobre e mulato, embora político promissor.[7]
Foi descrito como sendo mulato[3][5][6][10] e frequentemente ridicularizado na imprensa em charges e anedotas que se referiam à cor da sua pele.[2][18][9] Durante sua juventude, a elite social de Campos dos Goytacazes chamava-o de "o mestiço de Morro do Coco".[7]Carreira na política[editar | editar código-fonte]
Nilo Peçanha.
Participou das campanhas abolicionista e republicana. Iniciou a carreira política ao ser eleito para a Assembleia Constituinte em 1890. Em 1903 foi eleito sucessivamente senador e presidente do estado do Rio de Janeiro, permanecendo no cargo até 1906 quando foi eleito vice-presidente de Afonso Pena. Como presidente do estado do Rio de Janeiro, assinou, em 26 de fevereiro de 1906, o Convênio de Taubaté.[19]
4 dias após o Convênio de Taubaté, em 1 de março de 1906, foi eleito vice-presidente da república, com 272.529 votos contra apenas 618 votos dados a Alfredo Varela.[20]
Seus seguidores eram chamados de nilistas.
Foi maçom e Grão-mestre do Grande Oriente do Brasil de 23 de julho de 1917 a 24 de setembro de 1919, quando renunciou ao cargo.
Em 1921, quando concorreu à presidência da República como candidato de oposição, a imprensa publicou cartas atribuídas falsamente ao candidato governista, Artur Bernardes, que causaram uma crise política, pois insultavam o ex-presidente Marechal Hermes da Fonseca,[21] representante dos militares, e também Nilo Peçanha, que era xingado de mulato. Gilberto Freyre, escrevendo sobre futebol, usou-o como paradigma do mulato que vence usando a malícia e escondendo o jogo mencionando que "o nosso estilo de jogar (?) exprime o mesmo mulatismo de que Nilo Peçanha foi até hoje a melhor afirmação na arte política".[22]Controvérsia racial[editar | editar código-fonte]
Alguns pesquisadores afirmam que suas fotografias presidenciais eram retocadas para branquear sua pele escura.[18][23][24] Alberto da Costa e Silva afirma que Nilo Peçanha foi um dos quatro presidentes brasileiros que esconderam os seus ancestrais africanos, sendo os outros Campos Sales, Rodrigues Alves e Washington Luís.[25] Já o presidente Fernando Henrique Cardoso, apesar de se considerar da etnia branca, confirmou ter entre seus ancestrais uma escrava.
Abdias Nascimento afirma que, apesar de sua tez escura, Nilo Peçanha escondeu suas origens africanas e que seus descendentes e família sempre negaram que ele fosse mulato.[16]
A biografia oficial escrita por um parente, Celso Peçanha,[26] nada menciona sobre suas origens raciais, mas uma outra biografia posterior o faz.[3] Portanto, alguns pesquisadores expressam dúvidas sobre se Nilo Peçanha era ou não mulato.[27] Em qualquer caso, suas origens foram muito humildes: ele mesmo contava ter sido criado com "pão dormido e paçoca".[7]Presidente da República[editar | editar código-fonte]
Presidente Peçanha.
Com a morte de Afonso Pena em 1909, assumiu o cargo de presidente. Seu governo foi marcado pela agitação política em razão de suas divergências com Pinheiro Machado, líder do Partido Republicano Conservador.
Apoiou o candidato Hermes da Fonseca a sua sucessão em 1910, contra Rui Barbosa e o presidente de São Paulo Albuquerque Lins, candidatos de oposição que fizeram a campanha civilista. Hermes venceu as eleições e elegeu-se presidente da república em 1º de março de 1910, para governar até 1914. Os conflitos entre as oligarquias estaduais intensificaram-se, sobretudo em Minas Gerais e São Paulo. Minas Gerais apoiou Hermes e São Paulo apoiou Rui Barbosa, lançando seu presidente estadual Albuquerque Lins à vice presidência na Campanha Civilista.
Durante seu governo, Nilo Peçanha criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de Proteção aos Índios (SPI, antecessor da Funai), e inaugurou o ensino técnico no Brasil. Placa de Inauguração da I Reforma Republicana da Quinta - 1910. Foto de Raphael Garcez
Vida após a presidência[editar | editar código-fonte]
Selo dos Correios com a imagem de Nilo Peçanha.
Carta de renúncia de Nilo Procópio Peçanha ao cargo de Vice-presidente de República que seria apresentada ao Congresso Nacional, em 1907.
Ao fim do seu mandato presidencial, retornou ao Senado em 1912 e, dois anos depois, novamente elegeu-se presidente do Estado do Rio de Janeiro. Renunciou a este cargo em 1917 para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Em 1918 novamente elegeu-se senador federal.
A 14 de junho de 1920 Portugal o agraciou com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[28]
Em 1921 candidatou-se à presidência da República pelo Movimento Reação Republicana, que tinha como objetivo contrapor o liberalismo político à política das oligarquias estaduais. Embora as situações pernambucana, baiana, gaúcha e fluminense, e boa parte dos militares, o apoiassem, Artur Bernardes o derrotou nas eleições de 1o de março de 1922. O presidente da república na época, Epitácio Pessoa, não participou das negociações (démarches, no galicismo corrente à época), sobre sua sucessão presidencial.
Artur Bernardes teve 466 877 votos contra 317 714 votos dados a Nilo Peçanha. Nilo teve apoio apenas dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Bahia.[20]
Faleceu em 1924, no Rio de Janeiro, afastado da vida política, e foi sepultado no Cemitério de São João Batista.
O nome do município fluminense Nilópolis, fundado em 1947, na região metropolitana do Rio de Janeiro o homenageia.Ministros[editar | editar código-fonte]
1Agricultura, Indústria e ComércioAntônio Cândido Rodrigues
Francisco Sá
Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda
2FazendaJosé Leopoldo de Bulhões Jardim
3GuerraLuís Mendes de Morais
Carlos Eugênio de Andrade Guimarães
José Bernardino Bormann
4Justiça e Negócios InterioresAugusto Tavares de Lira
Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira
5MarinhaAlexandrino Faria de Alencar
6Relações ExterioresJosé Maria da Silva Paranhos Júnior
7Viação e Obras PúblicasMiguel Calmon du Pin e Almeida
Francisco SáReferências? a b c «Nilo Procópio Peçanha». UOL Educação (biografia). Folha da manhã. Centro de Informação de Acervos dos Presidentes da República e Almanaque Abril. Consultado em 27 de agosto de 2012 .? a b Beattie, Peter M. (26 de setembro de 2001). The Tribute of Blood: Army, Honor, Race, and Nation in Brazil, 1864?1945 [O tributo de sangue: exército, raça e nação no Brasil, 1864?1945] (em inglês). [S.l.]: Duke University Press. ISBN 0-82232743-0 .? a b c Giffin, Donald W. (1 de agosto de 1964). «Review». The Hispanic American Historical Review. 44 (3): 437-439. doi:10.2307/2511892 ? «Unesdoc» (PDF). Unesco .? a b Correia, Manuel. «Civilização açucareira» (PDF). Sebrae [ligação inativa].? a b «Maxwell». Vrac. Consultado em 26 de outubro de 2015 ? a b c d e «As Grandes Damas do Rio Negro na República Velha». IHP. Consultado em 10 de agosto de 2008. Arquivado do original em 22 de julho de 2009 .? «Storm Magazine». Consultado em 26 de outubro de 2015 .? a b Carneiro, Cleverson Ribas (2008). «Mendes Fradique e seu método confuso: sátira, boemia e reformismo conservador» (PDF) (tese de doutorado em Letras). Curitiba: Universidade Federal do Paraná. p. 148. Consultado em 3 de setembro de 2008 .? a b PAIXÂO, Marcelo Jorge de Paula (abril de 2005). «Crítica da razão culturalista: relações raciais e a construção das desigualdades sociais no Brasil» (PDF) (tese de doutorado em Sociologia). Rio de Janeiro: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. p. 296. Consultado em 3 de setembro de 2008 .? «Ninguém quer ser negro». Guesa Errante. Consultado em 26 de outubro de 2015 .? «Diário de Pernambuco» (PDF). Scielo. MCTES. Consultado em 9 de agosto de 2008. Arquivado do original (PDF) em 30 de setembro de 2009 ? «Portal». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 26 de outubro de 2015. Arquivado do original em 30 de outubro de 2015 .? Sodré, Muniz. «Fonte 14» (artigo). Brasileirinho. Consultado em 5 de setembro de 2008. Arquivado do original em 24 de dezembro de 2007 .? «Fundação Astrojildo Pereira» ? a b «Human Development» [Desenvolvimento humano] (PDF). Brazil (relatório) (em inglês). Consultado em 26 de outubro de 2015 .? «Nilo Peçanha». Presidentes do Brasil. Presidência da República .? a b Lustosa, Isabel (2004). As trapaças da sorte: ensaios de história política e de história cultural. [S.l.]: Editora UFMG. ISBN 978-85-7041405-2 .? LACOMBE, Lourenço Luiz. Os chefes do Executivo Fluminense. Petrópolis, RJ : Museu Imperial, 1973.? a b Porto, Walter Costa (2002). O voto no Brasil. [S.l.]: Topbooks ? «Cartas falsas no jornal para influenciar as eleições», Portal Imprensa, 6 de outubro de 2008, consultado em 7 de julho de 2015 .? FREYRE, Gilberto (17 de junho de 1938), «Foot-ball mulato», Diário de Pernambuco apud MARANHÂO, Tiago (2006), «Apolíneos e dionisíacos ? o papel do futebol no pensamento de Gilberto Freyre a respeito do «povo brasileiro» (PDF), MCTES, Análise Social, XLI (179): 441, consultado em 3 de setembro de 2008, cópia arquivada (PDF) em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda) ? .? «Portal». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 26 de outubro de 2015. Arquivado do original em 30 de outubro de 2015 ? «Muniz Sodré, jornalista, escritor e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)» ?, Brasileirinho, a sua página de Música Brasileira, Fabio Gomes. Muniz Sodré e a Cultura do Sentir, consultado em 3 de setembro de 2008, cópia arquivada em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda) ? .? da Costa e Silva, Alberto (14 de julho de 2007), «Caderno Cultura», Fundação Astrojilgo Pereira, Zero Hora (entrevista), consultado em 3 de setembro de 2008 A referência emprega parâmetros obsoletos |acessdate= (ajuda).? «A nova aurora; outro, de Nascimento Moraes (1882-1958), Vencidos e degenerados, publicado em 1915». Portal Guesa Errante. 2004. Consultado em 12 de outubro de 2018 ? «Courier» (PDF). UNESCO. 1951. Consultado em 12 de outubro de 2018 ? «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Nilo Pessanha". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 3 de abril de 2016 .
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
KOIFMAN, Fábio; Organizador - Presidentes do Brasil; Editora Rio; 2001.
PEÇANHA, Celso; Nilo Peçanha e a Revolução Brasileira; Editora Civilização Brasileira; 1969.
PEÇANHA, Nilo, Economia e Finanças: Campanha Presidencial (1921-1922), Editora Imprensa Nacional, 1922.
SILVA, Hélio; Nilo Peçanha ? 7º Presidente do Brasil; Editora Três; 1983.
SANTIAGO; Sindulfo, Nilo Peçanha, uma Época Política; Editora Sete; 1962.
TINOCO, Brígido; A Vida de Nilo Peçanha; Editora Jose Olympio; 1962.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Citações no Wikiquote
Categoria no Commons
Commons
WikiquoteO governo Nilo Peçanha no sítio oficial da Presidência da República do Brasil (em português)
Mensagem ao Congresso do Estado do Rio de Janeiro em 1904
«Mensagem ao Congresso do Estado do Rio de Janeiro», CRL, Brazil
«Mensagem ao Congresso do Estado do Rio de Janeiro», CRL, Brazil .
«Mensagem ao Congresso Nacional», CRL, Brazil . Precedido porQuintino Bocaiúva
Presidente do Rio de Janeiro1903 ? 1906
Sucedido porAlfredo Augusto Guimarães Backer Precedido porAfonso Pena
5º Vice-presidente do Brasil1906 ? 1909
Sucedido porVenceslau Brás Precedido porAfonso Pena
7º Presidente do Brasil1909 ? 1910
Sucedido porHermes da Fonseca Precedido porFrancisco Chaves de Oliveira Botelho
Presidente do Rio de Janeiro1914 ? 1917
Sucedido porFrancisco Xavier da Silva Guimarães Precedido porLauro Müller
Ministro das Relações Exteriores do Brasil1917 ? 1918
Sucedido porDomício da GamavdeGovernadores do Rio de Janeiro (1889?2019)
Francisco Vítor da Fonseca e Silva ?
Francisco Portela ?
José Marques Guimarães ?
Carlos Baltasar da Silveira ?
José Tomás da Porciúncula ?
Joaquim Maurício de Abreu ?
Alberto Torres ?
Quintino Bocaiuva ?
Nilo Peçanha ?
Francisco Chaves de Oliveira Botelho ?
Alfredo Augusto Guimarães Backer ?
Francisco Chaves de Oliveira Botelho ?
Nilo Peçanha ?
Francisco Xavier da Silva Guimarães ?
Agnelo Geraque Collet ?
Raul de Morais Veiga ?
Raul Fernandes ?
Aurelino Leal ?
Feliciano Sodré ?
Manuel Duarte ?
Demócrito Barbosa ?
Plínio Casado ?
Mena Barreto ?
Pantaleão Pessoa ?
Ari Parreiras ?
Newton Cavalcanti ?
Protógenes Guimarães ?
Heitor Collet ?
Amaral Peixoto ?
Alfredo Neves ?
Abel Magalhães ?
Lúcio Meira ?
Hugo Silva ?
Francisco Santos ?
Álvaro Rocha ?
Macedo Soares ?
Amaral Peixoto ?
Miguel Couto ?
Togo de Barros ?
Osmar Serpa de Carvalho ?
Roberto Silveira ?
Celso Peçanha ?
José de Carvalho Janotti ?
Luís Miguel Pinaud ?
Badger da Silveira ?
Cordolino José Ambrósio ?
Paulo Torres ?
Teotônio Ferreira de Araújo Filho ?
Geremias Fontes ?
Raymundo Padilha ?
Faria Lima ?
Chagas Freitas ?
Leonel Brizola ?
Moreira Franco ?
Leonel Brizola ?
Nilo Batista ?
Marcello Alencar ?
Anthony Garotinho ?
Benedita da Silva ?
Rosinha Garotinho ?
Sérgio Cabral ?
Luiz Fernando Pezão ?
Francisco Dornelles (interino) ?
Wilson Witzel
vde Vice-presidentes do Brasil Lista de Vice-presidentes ? Palácio do Jaburu
Floriano Peixoto (1891)
Manuel Vitorino (1894?1898)
Francisco Rosa e Silva (1898?1902)
Afonso Pena (1903?1906)
Nilo Peçanha (1906?1909)
Venceslau Brás (1910?1914)
Urbano Santos (1914?1918)
Delfim Moreira (1918?1920)
Bueno de Paiva (1920?1922)
Estácio Coimbra (1922?1926)
Fernando de Melo Viana (1926?1930)
Nereu Ramos (1946?1951)
Café Filho (1951?1954)
João Goulart (1956?1961)
José Maria Alkmin (1964?1967)
Pedro Aleixo (1967?1969)
Augusto Rademaker (1969?1974)
Adalberto Pereira dos Santos (1974?1979)
Aureliano Chaves (1979?1985)
José Sarney (1985)
Itamar Franco (1990?1992)
Marco Maciel (1995?2003)
José Alencar (2003?2011)
Michel Temer (2011?2016)
Hamilton Mourão (2019?presente)
vdeGabinete do presidente Afonso Pena (1906?1909)Vice-presidente
Nilo Peçanha (1906?1909)
MinistériosFazendaDavid Morethson Campista (1906?1909)GuerraHermes da Fonseca (1906?1908)
Luís Mendes de Morais (1908?1909)

Justiça e Negócios InterioresAugusto Tavares de Lira (1906?1909)

MarinhaAlexandrino Faria de Alencar (1906?1909)

Relações ExterioresBarão do Rio Branco (1906?1909)

Viação e Obras PúblicasMiguel Calmon du Pin e Almeida (1906?1909)
Órgãos(ligados àPresidência daRepública)Consultoria Geralda RepúblicaAraripe Júnior (1906?1909)Secretaria da Presidênciada RepúblicaFrancisco de Paula Rodrigues Alves (1906)
Edmundo da Veiga (1906?1909)
? Gabinete de Rodrigues Alves (1902?1906) ? Gabinete de Nilo Peçanha (1909?1910) ?
vde Presidentes do Brasil Lista de Presidentes ? Presidencialismo no Brasil ? Linha de sucessão ?? Palácio do Planalto ? Palácio da Alvorada ? Granja do Torto ? Palácio Rio Negro ? Casa da Dinda ? Catetinho ? Palácio do Catete ? Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro)
Deodoro da Fonseca (1889?1891)
Floriano Peixoto (1891?1894)
Prudente de Moraes (1894?1898)
Campos Sales (1898?1902)
Rodrigues Alves (1902?1906)
Afonso Pena (1906?1909)
Nilo Peçanha (1909?1910)
Hermes da Fonseca (1910?1914)
Venceslau Brás (1914?1918)
Delfim Moreira (1918?1919)
Epitácio Pessoa (1919?1922)
Artur Bernardes (1922?1926)
Washington Luís (1926?1930)
Getúlio Vargas (1930?1945)
José Linhares (1945?1946)
Eurico Gaspar Dutra (1946?1947)
Getúlio Vargas (1951?1954)
Café Filho (1954?1955)
Carlos Luz (1955)
Nereu Ramos (1955?1956)
Juscelino Kubitschek (1956?1961)
Jânio Quadros (1961)
Ranieri Mazzilli (1961)
João Goulart (1961?1964)
Ranieri Mazzilli (1964)
Castelo Branco (1964?1967)
Costa e Silva (1967?1969)
Emílio Garrastazu Médici (1969?1974)
Ernesto Geisel (1974?1979)
João Figueiredo (1979?1985)
José Sarney (1985?1990)
Fernando Collor de Mello (1990?1992)
Itamar Franco (1992?1995)
Fernando H. Cardoso (1995?2003)
Luiz Inácio Lula da Silva (2003?2011)
Dilma Rousseff (2011?2016)
Michel Temer (2016?2019)
Jair Bolsonaro (2019?presente)
vdeGabinete do presidente Nilo Peçanha (1909?1910)Vice-presidente
Nenhum (1909?1910)
MinistériosAgricultura, Indústria e ComércioAntônio Cândido Rodrigues (1909)
Francisco Sá (interino) (1909)
Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda (1909?1910)FazendaJosé Leopoldo de Bulhões Jardim (1909?1910)

GuerraLuís Mendes de Morais (1909)
Carlos Eugênio de Andrade Guimarães (1909)
José Bernardino Bormann (1909?1910)

Justiça e Negócios InterioresAugusto Tavares de Lira (1909)
Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira (1909?1910)

MarinhaAlexandrino Faria de Alencar (1909?1910)

Relações ExterioresBarão do Rio Branco (1909?1910)

Viação e Obras PúblicasMiguel Calmon du Pin e Almeida (1909)
Francisco Sá (1909?1910)
Órgãos(ligados àPresidência daRepública)Consultoria Geralda RepúblicaAraripe Júnior (1909?1910)Secretaria da Presidênciada RepúblicaAlcebíades Peçanha (1909?1910)
? Gabinete de Afonso Pena (1906?1909) ? Gabinete de Hermes da Fonseca (1910?1914) ?
vdeMinistros das Relações Exteriores do Brasil Primeiro reinado(D. Pedro I)
José Bonifácio de Andrada e Silva
José Joaquim Carneiro de Campos
Francisco Vilela Barbosa
Luís José de Carvalho e Melo
Francisco Vilela Barbosa
José Egídio Álvares de Almeida
Antônio Luís Pereira da Cunha
João Severiano Maciel da Costa
João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg
Miguel Calmon du Pin e Almeida
Francisco Vilela Barbosa
Francisco Carneiro de Campos
Período regencial
Bento da Silva Lisboa
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho
Manuel Alves Branco
José Inácio Borges
Antônio Paulino Limpo de Abreu
Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja
Antônio Paulino Limpo de Abreu
Francisco Jê Acaiaba de Montezuma
Maciel Monteiro
Cândido Batista de Oliveira
Caetano Maria Lopes Gama
Segundo reinado(D. Pedro II)
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho
Honório Hermeto Carneiro Leão
Paulino José Soares de Sousa
Ernesto Ferreira França
Antônio Paulino Limpo de Abreu
Bento da Silva Lisboa
Saturnino de Sousa e Oliveira Coutinho
Bernardo de Sousa Franco
Antônio Paulino Limpo de Abreu
José Antônio Pimenta Bueno
Pedro de Araújo Lima
Paulino José Soares de Sousa
Antônio Paulino Limpo de Abreu
José Maria da Silva Paranhos
Caetano Maria Lopes Gama
José Maria da Silva Paranhos
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu
Antônio Coelho de Sá e Albuquerque
Benevenuto Augusto Magalhães Taques
Carlos Carneiro de Campos
Miguel Calmon du Pin e Almeida
Francisco Xavier Pais Barreto
João Pedro Dias Vieira
Carlos Carneiro de Campos
João Pedro Dias Vieira
José Antônio Saraiva
Martim Francisco Ribeiro de Andrada
Antônio Coelho de Sá e Albuquerque
João Lustosa da Cunha Paranaguá
João Silveira de Sousa
José Maria da Silva Paranhos
José Antônio Pimenta Bueno
Manuel Francisco Correia
Carlos Carneiro de Campos
João Maurício Wanderley
Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque
Domingos de Sousa Leão
Antônio Moreira de Barros
Pedro Luís Pereira de Sousa
Franklin Dória
Filipe Franco de Sá
Lourenço Cavalcanti de Albuquerque
Francisco de Carvalho Soares Brandão
João da Mata Machado
Sousa Dantas
João Lustosa da Cunha Paranaguá
João Maurício Wanderley
Antônio da Silva Prado
Rodrigo Augusto da Silva
José Francisco Diana
República Velha(1.ª República)
Quintino Bocaiuva
Justo Leite Chermont
Fernando Lobo Leite Pereira
Serzedelo Correia
Custódio de Melo (interino)
Antônio Francisco de Paula Sousa
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire
João Filipe Pereira
Alexandre Cassiano do Nascimento
Carlos Augusto de Carvalho
Dionísio Evangelista de Castro Cerqueira
Olinto de Magalhães
José Joaquim Seabra (interino)
José Maria da Silva Paranhos Júnior
Eneias Martins (interino)
Lauro Müller
Nilo Peçanha
Domício da Gama
Augusto Cochrane de Alencar (interino)
José Manuel de Azevedo Marques
Félix Pacheco
Otávio Mangabeira
2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Afrânio de Melo Franco
Félix de Barros Cavalcanti de Lacerda
José Carlos de Macedo Soares
Mário de Pimentel Brandão
Osvaldo Aranha
Pedro Leão Veloso (interino)
José Carlos de Macedo Soares (interino)
Pedro Leão Veloso (interino)
José Carlos de Macedo Soares (interino)
Pedro Leão Veloso (interino)
Pedro Leão Veloso
João Neves da Fontoura
Samuel de Sousa Leão Gracie
Raul Fernandes
João Neves da Fontoura
Mário de Pimentel Brandão (interino)
Vicente Rao
Raul Fernandes
José Carlos de Macedo Soares
Negrão de Lima
Horácio Lafer
Afonso Arinos de Melo Franco
San Tiago Dantas
Afonso Arinos de Melo Franco
Hermes Lima
Evandro Lins e Silva
João Augusto de Araújo Castro
Ditadura Militar(5.ª República)
Vasco Leitão da Cunha
Juracy Magalhães
José de Magalhães Pinto
Mário Gibson Barbosa
Azeredo da Silveira
Ramiro Saraiva Guerreiro
Nova República(6.ª República)
Olavo Setúbal
Abreu Sodré
Francisco Rezek
Celso Lafer
Fernando Henrique Cardoso
Luiz Felipe Lampreia (interino)
Celso Amorim
Luiz Felipe Lampreia
Luiz Felipe de Seixas Corrêa (interino)
Celso Lafer
Celso Amorim
Antonio Patriota
Luiz Alberto Figueiredo
Mauro Vieira
José Serra
Marcos Galvão (interino)
Aloysio Nunes
Ernesto AraújovdeGabinete do presidente Venceslau Brás (1914?1918)Vice-presidente
Urbano Santos da Costa Araújo (1914?1918)
MinistériosAgricultura, Indústria e ComércioPandiá Calógeras (1914?1915)
José Rufino Bezerra Cavalcanti (1915?1917)
Carlos Maximiliano Pereira dos Santos (1916)
João Gonçalves Pereira Lima (1917?1918)FazendaSabino Barroso (1914?1915)
Pandiá Calógeras (1915?1917)
Augusto Tavares de Lira (1917)
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada (1917?1918)
Augusto Tavares de Lira (interino) (1918)

GuerraJosé Caetano de Faria (1914?1918)

Justiça e Negócios InterioresCarlos Maximiliano Pereira dos Santos (1914?1918)
Augusto Tavares de Lira (1918)

MarinhaAlexandrino Faria de Alencar (1914?1918)

Relações ExterioresLauro Müller (1914?1917)
Luís Martins de Sousa Dantas (interino) (1916)
Nilo Peçanha (1917?1918)

Viação e Obras PúblicasAugusto Tavares de Lira (1914?1918)
Órgãos(ligados àPresidência daRepública)Consultoria Geralda RepúblicaRodrigo Otávio (1914?1918)Secretaria da Presidênciada RepúblicaHélio Lobo (1914?1916)
Lafayette de Carvalho e Silva (interino) (1916)
Sebastião Maggi Salomon (interino) (1916?1918)
? Gabinete de Hermes da Fonseca (1910?1914) ? Gabinete de Delfim Moreira (1918?1919) ?
vdePresidentes do Senado Federal do Brasil (1826?2019) Primeiro reinado(D. Pedro I)
José Egídio Álvares de Almeida
José Caetano da Silva Coutinho
Período regencial
Bento Barroso Pereira
Antônio Luís Pereira da Cunha
Manuel Jacinto Nogueira da Gama
Diogo Antônio Feijó
Segundo reinado(D. Pedro II)
Francisco Vilela Barbosa
Estêvão Ribeiro de Resende
José da Costa Carvalho
João Vieira de Carvalho
Luís José de Oliveira Mendes
Cândido José de Araújo Viana
Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda
Antônio Paulino Limpo de Abreu
José Ildefonso de Sousa Ramos
João Maurício Wanderley
Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu
Antônio Cândido da Cruz Machado
Paulino José Soares de Sousa
República Velha(1.ª República)
Floriano Peixoto
Prudente de Morais
Manuel Vitorino
Francisco de Assis Rosa e Silva
Afonso Pena
Nilo Peçanha
Venceslau Brás
Urbano Santos
Delfim Moreira
Bueno de Paiva
Estácio Coimbra
Melo Viana
2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Antônio Garcia de Medeiros Neto
Valdomiro de Barros Magalhães
Nereu Ramos
Café Filho
Alexandre Marcondes Machado Filho
Apolônio Jorge de Faria Sales
João Goulart
Ditadura militar(5.ª República)
Auro de Moura Andrade
Gilberto Marinho
João Cleofas de Oliveira
Petrônio Portella
Filinto Müller
Paulo Francisco Torres
Magalhães Pinto
Petrônio Portella
Luís Viana Filho
Jarbas Passarinho
Nilo Coelho
Moacir Dalla
Nova República(6.ª República)
José Fragelli
Humberto Lucena
Nelson Carneiro
Mauro Benevides
Humberto Lucena
José Sarney
Antônio Carlos Magalhães
Jader Barbalho
Edison Lobão
Ramez Tebet
José Sarney
Renan Calheiros
Tião Viana
Garibaldi Alves Filho
José Sarney
Renan Calheiros
Eunício Oliveira
Cássio Cunha Lima (interino)
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