criar site brusque em Mossoró

Encontre criar site brusque em Mossoró na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Mossoró

 Nota: Para outros significados, veja Mossoró (desambiguação).Município de Mossoró
"Capital do Oeste Potiguar"[1]"Capital nacional do Semiárido"[2][3]"Capital Cultural do Rio Grande do Norte"[1]"Terra de Santa Luzia"[4]"Terra do Sol, do Sal e do Petróleo"[5]"Terra da Liberdade[6]"
Centro de Mossoró, com a Praça Vigário Antônio Joaquim e, ao fundo, a câmara municipal de vereadores (esquerda) e Catedral de Santa Luzia (direita)BandeiraBrasãoHino
Fundação15 de março de 1852 (167 anos)
Gentílicomossoroense
Padroeiro(a)Santa Luzia
CEP59600-000 a 59649-999[7]
Prefeito(a)Rosalba Ciarlini Rosado (PP)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Mossoró no Rio Grande do NorteMossoró Localização de Mossoró no Brasil
05° 11' 16" S 37° 20' 38" O05° 11' 16" S 37° 20' 38" O
Unidade federativaRio Grande do Norte
Região intermediária
Mossoró IBGE/2017[8]Região imediata
Mossoró IBGE/2017[8]Municípios limítrofesTibau e Grossos (ao norte), Areia Branca (a nordeste), Serra do Mel (a leste), Assu (a sudeste), Upanema e Governador Dix-Sept Rosado (ao sul), Baraúna (a oeste) e Aracati (CE) (a noroeste).
Distância até a capital281 km[9]
Características geográficas
Área2 099,36 km² (RN: 1º)[10]
População295 619 hab. (RN: 2º) ?  estatísticas IBGE/2017[11]
Densidade140,81 hab./km²
Altitude16 m[12]
ClimaSemiárido BSh
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,720 (RN: 3°) ? alto PNUD/2010[13]
PIBR$ 5 755 476,76 mil IBGE/2016[14]
PIB per capitaR$ 19 714,79 IBGE/2016[14]
Página oficial
Prefeiturawww.prefeiturademossoro.com.br
Câmarawww.mossoro.rn.leg.brMossoró(ver ortografia) é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, situado no oeste Potiguar, Região Nordeste do país. Ocupa uma área de aproximadamente 2 100 km², sendo o maior município do estado em área, estando distante 281 quilômetros da capital estadual, Natal. Em 2017 sua população foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 295 619 habitantes, sendo o segundo mais populoso do Rio Grande do Norte (ficando atrás somente da capital) e o 93º de todo o país.
Localizada entre duas capitais, Natal e Fortaleza, às quais são ligadas pela BR-304, Mossoró é uma das principais cidades do interior nordestino,[15] e atualmente vive um intenso crescimento econômico e de infraestrutura,[16] considerada uma das cidades de médio porte brasileiras mais atraentes para investimentos no país.[17] O município é o maior produtor em terra de petróleo no país,[18] como também de sal marinho.[19] A fruticultura irrigada, voltada em grande parte para a exportação, também possui relevância na economia do estado, tendo um dos maiores PIB per capita da região. As festividades realizadas na cidade anualmente atraem uma enorme quantidade de turistas, como o Mossoró Cidade Junina, um dos maiores arraiás do Brasil,[20] e o Auto da Liberdade, o maior espetáculo brasileiro em palco ao ar livre.[21]
Reduto cultural,[1] o município marca pelo Motim das Mulheres, pelo primeiro voto feminino do país, por ter libertado seus escravos cinco anos antes da Lei Áurea, sem falar da resistência histórica ao bando de Lampião. O município foi desmembrado de Assu em 1852 e tinha o nome de Vila de Santa Luzia de Mossoró. Hoje, conhecida como a "Capital do Oeste", destaca-se também pelo turismo de negócios.Índice1 Toponímia
2 História2.1 Origens e emancipação
2.2 Abolição da escravatura
2.3 Motim das mulheres e primeiro voto feminino
2.4 Resistência ao bando de Lampião
2.5 Formação administrativa
3 Geografia3.1 Clima
4 Demografia4.1 Religião
5 Política e subdivisões
6 Economia
7 Infraestrutura7.1 Saúde
7.2 Educação
7.3 Criminalidade e segurança pública
7.4 Transportes
8 Cultura8.1 Espaços culturais e pontos turísticos
8.2 Atrativos culturais
8.3 Esporte
8.4 Feriados municipais
9 Referências
10 Ver também
11 Ligações externasToponímia[editar | editar código-fonte]
Não se sabe ao certo a origem do topônimo "Mossoró", mas existem várias versões contadas a respeito desse assunto. Conta-se que o nome provém de "Monxoró", nome atribuído aos primeiros indígenas que habitavam a região. Outros dizem que o nome vem de "Mororó", árvore resistente e flexível.[22]
De acordo com as atuais regras de ortografia da língua portuguesa, a grafia correta é Moçoró, pois prescreve-se o uso da letra "ç" para palavras de origem tupi. O nome vem do tupi e quer dizer erosão, corte, ruptura. Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para mo-so-'roka, mossoró e finalmente para moçoró. Do mesmo vocábulo vem moçoroense, que é o natural do município.[23][24]História[editar | editar código-fonte]
Origens e emancipação[editar | editar código-fonte]
Por volta de 1600, por meio de cartas e documentos que faziam referência às salinas existentes na região, acredita-se que, pela primeira vez, o território que hoje corresponde ao município de Mossoró teria sido povoado. De acordo com Luís da Câmara Cascudo, historiador potiguar experiente e notório, os holandeses Gedeon Morris de Jonge e Elbert Smiente extraíam o sal existente na região até meados de 1644.[25]
D. Fernando Martins Mascarenhas, que era governador de Pernambuco, concedeu, em 1701, terras em Paneminha ao Convento do Carmo de Recife, com sesmarias de entrada em volta, que ainda hoje pertencem ao município de Mossoró. Do mesmo modo, foram sendo concedidas mais terras a brasileiros e portugueses.[25] Durante o século XVIII, às margens de um rio, várias fazendas instaladas por proprietários vindos de outras regiões. A população desses lugares era restrita somente aos vaqueiros, criadores e procuradores da fazenda, uma vez que seus donatários moravam geralmente fora de suas propriedades, como em Natal ou em outras províncias vizinhas, como a Paraíba e o Ceará. Acredita-se que as primeiras pessoas a se instalarem de forma definitiva em suas propriedades foram as famílias Gamboa, Guilherme e Ausentes, que habitavam locais situados às margens do Rio Mossoró, e foram se espalhando para outros lugares até chegarem a Apodi.[26]Reproduzir conteúdo Vídeo sobre Mossoró, 1956. Arquivo Nacional.
Ainda no século XVIII, mudou-se para o mesmo lugar o sargento-mor português Antônio de Souza Machado e sua família, em meados de 1760, com anseio de povoar aquele lugar. Ele foi proprietário da fazenda Santa Luzia e mandou construir uma capela de Santa Luzia, um dos marcos fundamentais ao surgimento de Mossoró. A capela foi fundada oficialmente no dia 5 de agosto de 1772.[25][26]
Em 1842, o pequeno povoado tornou-se uma freguesia, cuja população se restringia a um quadro em frente à capela de Santa Luzia.[26] Em 15 de março de 1852, a lei n° 246 concedeu autonomia ao povoado de Mossoró, que foi elevado à categoria de vila, desmembrando-se de Assu (na época "Princesa") e tornando-se um novo município do Rio Grande do Norte. Dez anos depois, a capela de Santa Luzia foi reconstruída e tornou-se uma matriz. Mais tarde, em 9 de novembro de 1870, a vila de Mossoró foi elevada à categoria de cidade.[25]
Conforme já citado anteriormente, a capela de Santa Luzia foi demolida e reconstruída para se tornar uma igreja matriz, em 1862. Ela foi reconstruída novamente entre os anos de 1878 e 1880. Tempos depois, o povoado de Mossoró foi experimentando um crescimento, quando a viúva do sargento-mor Antônio de Souza Machado doou terras para o povoamento do município.[26]Abolição da escravatura[editar | editar código-fonte]
A abolição da escravatura ocorreu em 30 de setembro de 1883, cinco antes da lei Áurea. A luta para a libertação dos escravos do intenso trabalho e dos castigos físicos começou muito tempo antes. Mossoró foi, em geral, o primeiro município potiguar a abolir a escravidão. O estado do Rio Grande do Norte não chegou a ser uma unidade da federação dependente da mão de obra escrava para que pudesse ocorrer o desenvolvimento.[27]
Em 1º de setembro de 1848, um deputado geral do Rio Grande do Norte fez um discurso geral durante uma assembleia. Em suas palavras, ele destacou e afirmou:[27]?Concorda em que o trabalho do escravo não é necessário. No Rio Grande do Norte há poucos escravos, e quase toda a agricultura é feita por braços livres. Conhece muitos senhores de engenho que não têm senão quatro ou cinco escravos, entretanto que têm 20, 25 e 40 trabalhadores livres, e se não os têm em maior número, é pelo pequeno salário que lhes pagão. Disto se convenceu o orador quando ali foi presidente, porque em consequência de elevar o salário a 400 reis por dia, nunca lhe faltarão operários livres para trabalharem na estrada que teve de fazer.?Em 1862, a população total de Mossoró era de 2 493 pessoas, entre os quais 153 eram escravos.[27] Um dos pontos que teria justificado o movimento de abolição do movimento escravista teria sido a grande seca devastadora ocorrida no Brasil de 1877 e 1878, onde milhares de pessoas sofreram, inclusive os donos e proprietários dos escravos. A partir daí, esses donatários começaram a mandar seus escravos para serem vendidos, em municípios litorâneos. Além disso, o comércio escravista também estava sendo estabelecido em Mossoró. Ao todo, várias casas de comércio foram lugares destinados à comercialização dos escravos, como, por exemplo, a Mossoró & Cia, pertencente ao Barão de Ibiapaba. Esses escravos, ao serem vendidos, eram mandados para Fortaleza, capital do Ceará, e depois enviados para províncias do sul. A ideia de abolir a escravidão ocorreu por volta de 1881, na capital cearense.[27]
Finalmente, em 30 de setembro de 1883, o principal objetivo do movimento abolicionista foi alcançado e a escravidão foi oficialmente abolida. Essa data é considerada importante na história de Mossoró e, desde 1913, é considerado como feriado municipal.[27] Em homenagem a este acontecimento, Mossoró foi, entre 28 e 30 de setembro de 2011, capital do Rio Grande do Norte, sendo o governo estadual transferido temporariamente de Natal para Mossoró, instalado no Casarão Lili Duarte, que é atualmente sede da vice-prefeitura de Mossoró.[28][29]Motim das mulheres e primeiro voto feminino[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Motim das Mulheres
Celina Guimarães, primeira mulher mossoroense a tirar o título de eleitor, votando onde atualmente funciona a Biblioteca Municipal de Mossoró, em 1928.
Denomina-se "motim das mulheres" o movimento liderado Anna Floriano,[30][31] cujo principal palco foi a sede do jornal O Mossoroense, que ocorreu em 30 de agosto de 1875, quando cerca de trezentas mulheres saíram pelas ruas da cidade em passeata com o objetivo de protestar contra a obrigatoriedade do alistamento militar.[32] As mulheres fizeram de refém o escrivão de paz e em praça pública rasgaram o livro e os papéis que recrutavam os homens mossoroenses para lutar na Guerra do Paraguai.[27] Revoltadas, mulheres nordestinas invadiram repartições públicas e delegacias, armadas com pedras e pedaços de pau, para rasgar documentos que convocavam seus maridos para o Exército ou para a Marinha.[27] Atualmente, o Motim das Mulheres é apresentado em um espetáculo encenado no Auto da Liberdade.[33]
Outro ato libertário considerado importante para toda a história de Mossoró foi o primeiro voto feminino do Brasil, ocorrido em 1928, um episódio considerado de grande relevância no mundo, uma vez que a maioria dos países também proibia o voto feminino. Na época, a constituição brasileira, datada de 1891, permitia apenas aos ricos o direito ao voto. As mulheres, escravos, analfabetos e pobres não tinham esse direito. Foi em 1928 que Celina Guimarães Viana, professora e árbitra de futebol, obteve o primeiro título eleitoral e o primeiro voto feminino do país. Isso levou mulheres potiguares e de outros nove estados brasileiros a fazerem um grande movimento nas ruas das cidades para reivindicarem o direito ao voto, que já havia sido conquistado no Rio Grande do Norte. No Brasil, as mulheres só ganharam o direito ao voto somente seis anos depois, em 1934, durante o governo do presidente Getúlio Vargas.[27]Resistência ao bando de Lampião[editar | editar código-fonte]
Memorial da Resistência Mossoroense, museu que conta com exposições que destacam a invasão ao bando de Lampião à cidade em 1927.[34]
Mais um importante ato libertário ocorrido em Mossoró, ano de 1927, foi a resistência ao bando do cangaceiro mais famoso do nordeste brasileiro: Virgulino Ferreira da Silva, popularmente conhecido como "Lampião". Nesse mesmo ano, o município experimentava um crescimento tanto no comércio e na indústria. O bando entrou no Rio Grande do Norte pelo município de Luís Gomes, entre os dias 9 de 10 de junho, percorrendo várias cidades do oeste do Rio Grande do Norte, chegando até Mossoró poucos dias depois. Nesse ataque, Lampião e seu bando sofreram sua única derrota desde o seu início da vida como cangaceiro. No dia 12 de junho, o cangaceiro e seus companheiros chegaram ao distrito de São Sebastião, atual município de Governador Dix-Sept Rosado, na época um distrito de Mossoró, hoje. Lá, ele enviou um telegrama à população de Mossoró, avisando sobre o ataque do bando, fazendo com que a cidade entrasse em desespero e levando o prefeito Rodolfo Fernandes a organizar um êxodo, montando trincheiras para conter os invasores.[27][35]
Já em 13 de junho, Lampião e seu bando chegaram ao Sítio Saco. Lá, ele enviou um bilhete, que pedia uma quantidade total de 400 réis em dinheiro, para poupar a cidade de Mossoró. O prefeito de Mossoró negou e depois recebeu um segundo bilhete ameaçador. O ataque a Mossoró só começou de fato às quatro horas da tarde, quando o líder do bando dividiu seus cangaceiros em três grupos diferentes, cada um com a função de atacar um local diferente: o primeiro grupo atacou a casa do prefeito, que hoje abriga a sede da prefeitura municipal; o segundo grupo atacou a estação ferroviária de Mossoró, enquanto o terceiro teve a função de atacar o cemitério. Um hora depois, o bando recuou, deixando Colchete (morto no momento do confronto) e Jararaca para trás. Este último foi ferido, preso e morto 3 dias depois do ataque[36] e encontra-se enterrado no mesmo cemitério que havia sido invadido pelo bando de Lampião, sendo depois um elemento de culto pelos mossoroenses.[27][35]Formação administrativa[editar | editar código-fonte]
Mossoró, s.d. Arquivo Nacional.
A primeira formação administrativa mossoroense ocorreu em 27 de outubro de 1842, quando foi criado o distrito de Mossoró, anexado e subordinado a Assu (na época chamada de "Princesa"), sendo, quase dez anos depois, elevado à categoria de vila e se emancipando de Assu, sendo elevada à categoria de cidade dezoito anos depois (1870).[25] No final do século XIX, foi desmembrada e elevada à categoria de vila o povoado de Areia Branca, hoje município.[37]
Em 10 de setembro de 1908, foram criados e anexados a Mossoró os distritos de Porto de Santo Antônio e São Sebastião, mas, vinte e cinco anos depois, esses distritos foram extintos e o município passou a ser formado apenas pelo distrito sede. Cinco anos depois, o distrito de São Sebastião é recriado e, em 1944, o nome desse mesmo distrito é alterado para "Sebastianópolis" e depois para "Governador Dix-Sept Rosado", em 1948. Em 1953, Mossoró ganha o distrito de Baraúna. Em 1963, foi desmembrado de Mossoró o distrito de Governador Dix-Sept Rosado e este tornou-se novo município potiguar. No final de 1981, também tornou-se município norte-rio-grandense desmembrado de Mossoró o distrito de Baraúna.[25]
O último desmembramento ocorreu em 1988, quando foi criado o município de Serra do Mel, que se emancipou de Areia Branca, Assu, Carnaubais e Mossoró, sendo instalado oficialmente em 1º de junho de 1989.[38] Até os dias atuais, Mossoró é formada apenas pelo distrito sede.[25]Geografia[editar | editar código-fonte]
AreiaBranca
Aracati
Assu
Baraúna
CE
Governador Dix-Sept Rosado
Grossos
MOSSORÓ
OceanoAtlântico
PB
RN
Serrado Mel
Tibau
Upanema
Mapa político de Mossoró com os limites municipais.De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[39] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Mossoró.[8] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião de Mossoró, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Oeste Potiguar.[40] Dista 281 quilômetros de Natal, capital estadual,[9] 237 quilômetros de Fortaleza, Ceará (capital estadual mais próxima)[41] e 1 977 quilômetros de Brasília, capital federal.[42] Com uma área de 2 099,36 km², Mossoró é o maior município em extensão territorial do Rio Grande do Norte,[10][43] e se limita com os municípios de Aracati (Ceará), Tibau e Grossos a norte; Governador Dix-Sept Rosado e Upanema a sul; Areia Branca, Serra do Mel e Assu a leste e Baraúna a oeste.[44]
O relevo do município, com altitudes predominantes abaixo de cem metros, é formado pela Chapada do Apodi (que abrange terrenos cortados pelos rios Apodi-Mossoró e Piranhas-Açu e com tendência ligeiramente elevada), Depressão Sertaneja-São Francisco (terrenos entre a Chapada do Apodi e o Planalto da Borborema), depressão sublitorânea (terrenos de transição entre os tabuleiros costeiros e o Planalto da Borborema) e planícies fluviais (localizadas às margens dos rios).[43][44] O ponto culminante do município é a Serra Mossoró, a dezesseis quilômetros da cidade, com altitude em torno dos 250 metros.[45]
Os tipos de solo predominantes são o cambissolo eutrófico, que possui alto nível de fertilidade, textura de argila e drenagem de boa a moderada; a rendzina, semelhante ao cambissolo, mas com drenagem moderada a imperfeita; e o latossolo, do tipo vermelho amarelo eutrófico, com nível fertilidade entre médio a alto, textura média e drenagem de boa a extrema. Há ainda os solos podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico, o solonchak e o vertissolo.[44][46] Rio Mossoró, com a vegetação da caatinga hiperxerófila em suas margens.
O município possui todo o seu território situado na Bacia Hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró. Os principais rios que cortam o município são o Apodi/Mossoró e do Carmo. Os principais riachos são o Bonsucesso, do Cabelo Negro, de São Raimundo e do Pai Antônio. Os maiores reservatórios, com capacidade igual ou superior a cem mil metros cúbicos de água (m³) são o Açude Favela (500 000 m³), as barragens Lagoa de Paus (264 000 m³), de Baixo (250 000 m³), Mossoró e Santana dos Pintos (ambos com capacidade para 100 000 m³).[43][44]
A cobertura vegetal do município é formada pela caatinga hiperxerófila, formada por plantas de baixo porte adaptadas à seca, como o faveleiro, a jurema-preta e o mufumbo, além da vegetação halófila, com espécies adaptadas ao alto grau de salinidade (entre os quais o bredo e o pirrixiu), e dos carnaubais, vegetação que possui a carnaubeira e a palmeira como espécies predominantes. Os principais tipos de solo são o cambissolo eutrófico, bastante fértil, com textura formada por argila e drenagem entre boa e moderada; o latossolo vermelho amarelo eutrófico, com grau de fertilidade entre médio e alto, média textura e drenagem entre boa e extrema; e a rendzina, com alta fertilidade, textura argilosa e drenagem entre imperfeita e moderada.[43][44] Mossoró, junto com Baraúna, abriga o Parque Nacional da Furna Feia, área de preservação ambiental com 8 494 hectares de área e criado pelo decreto presidencial em 5 de junho de 2012 com o objetivo de preservar o bioma da caatinga local.[47]Clima[editar | editar código-fonte]
Mossoró possui clima semiárido (do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[44] com temperatura média compensada anual de 28 °C e índice pluviométrico de 835 mm/ano, concentrados entre os meses de fevereiro e maio.[48] As precipitações se concentram em poucos meses do ano e ocorrem sob a forma de chuva, mais raramente de granizo,[49] podendo também virem acompanhadas de raios e trovoadas e ainda serem de forte intensidade.[50]Maiores acumulados de precipitação em 24 horasregistrados em Mossoró por meses (INMET)[51]
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro163 mm28 de janeiro de 2004Julho50 mm10 de julho de 2004
Fevereiro73 mm28 de fevereiro de 2007Agosto49,5 mm4 de agosto de 1973
Março127,2 mm29 de março de 1997Setembro16,8 mm6 de setembro de 1979
Abril118,4 mm30 de abril de 1985Outubro16,2 mm11 de outubro de 1984
Maio125,8 mm14 de maio de 1974Novembro21,8 mm28 de novembro de 1982
Junho42 mm5 de junho de 2003Dezembro28,6 mm6 de dezembro de 1974
Período: 1 de janeiro de 1970 a 31 de dezembro de 1970, 1 de janeiro de 1973 a 31 de dezembro de 1985 e 1 de novembro de 1993 a 17 de setembro de 2008.Com quase 3 000 horas de insolação por ano, Mossoró está entre os municípios mais quentes do Rio Grande do Norte, ao lado de Caicó (Seridó) e Pau dos Ferros (Alto Oeste), com temperaturas que podem chegar aos 38 °C em algumas ocasiões, e a sensação térmica passar dos 40 °C.[52] Durante a tarde, em especial na estação seca, a umidade do ar despenca, muitas vezes para abaixo dos 30%, bem abaixo dos 60% considerados ideais pela Organização Mundial da Saúde (OMS).[53]
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1970, 1973 a 1985 e 1993 a 2008, a menor temperatura registrada em Mossoró foi de 16 °C em 7 de junho de 1996,[54] e a maior atingiu 39,6 °C em 14 de outubro de 1979.[55] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 163 mm em 28 de janeiro de 2004. Outros grandes acumulados foram 127,2 mm em 29 de março de 1997, 125,8 mm em 14 de maio de 1974, 118,4 mm em 30 de abril de 1985, 114,9 mm em 21 de março de 2006, 109,7 mm em 26 de maio de 1995, 107 mm em 27 de maio de 2002 e 100,1 mm em 15 de abril de 1985.[51] O índice mais baixo de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 5 de setembro de 1996, de 21%.[56]
Dados climatológicos para Mossoró
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)37,738,438,338,637,637,437,237,737,339,637,739,4 39,6
Temperatura máxima média (°C)34,133,933,132,632,632,533,134,33535,134,934,8 33,8
Temperatura média (°C)28,528,227,627,427,226,92727,728,328,728,729 27,9
Temperatura mínima média (°C)24,42423,623,523,12221,621,722,623,523,724,2 23,2
Temperatura mínima recorde (°C)17,117,718,516,2181616,916,518,42018,617,9 16
Precipitação (mm)95,598,5221,3202,4101,152,736,57,21,82,41,714,3 835,4
Dias com precipitação (? 1 mm)781514106420002 68
Umidade relativa compensada (%)71,572,778,681,477,372,966,761,760,161,764,565,1 69,5
Horas de sol233,9204,5215,4205,5227,1215,9242,1276,3289,5305,6293,8274,6 2 983,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[48] recordes de temperatura: 01/01/1970 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/12/1985 e 01/11/1993 a 17/09/2008);[54][55] Demografia[editar | editar código-fonte]Crescimento populacional
Censo
Pop.%±
18728 000190012 602?192020 30061,1%194031 51555,2%195040 68129,1%196041 4762,0%197097 245134,5%1980145 98150,1%1991192 26731,7%2000213 84111,2%2010259 81521,5%Est. 2017295 619[11]13,8%Censos demográficos de 1872 a 2010.[57][58]No censo demográfico de 2010, a população de Mossoró era de 259 815 habitantes, sendo o segundo município mais populoso do Rio Grande do Norte, atrás apenas de Natal, o 19º do Nordeste e o 92º do Brasil, apresentando uma densidade populacional de 123,76 km².[58] Desse total, 237 241 habitantes viviam na zona urbana (91,31%) e 22 574 na zona rural (8,69%). Ao mesmo tempo, 125 747 eram do sexo masculino (48,4%) e 134 068 do sexo feminino (51,6%), tendo uma razão de sexo de 93,79.[59][60] Quanto à faixa etária, 60 970 pessoas tinham menos de 15 anos (23,47%), 182 408 entre 15 e 64 anos (70,21%) e 16 437 possuíam 65 anos ou mais (6,33%).[61] Ainda segundo o mesmo censo, a população étnica era formada por 129 665 pardos (49,91%), 109 348 brancos (42,09%), 16 419 pretos (6,32%), 4 179 amarelos (1,61%) e 184 indígenas (0,07%), além de outros dezenove sem declaração (0,01%).[62]
A população de Mossoró é diversificada e formada por migrantes de outras regiões brasileiras. No censo de 2010, da população total, 254 518 eram nascidos na Região Nordeste (97,96%), 2 746 no Sudeste (1,06%), 822 no Norte (0,32%), 660 no Centro-Oeste (0,25%) e 420 no Sul (0,16%), além de 503 sem especificação (0,19%). 233 718 habitantes eram naturais do Rio Grande do Norte (89,96%) e, desse total, 174 873 eram nascidos em Mossoró (67,31%). Entre os naturais de outras unidades da federação, havia 9 355 cearenses (3,6%), 7 819 paraibanos (3,01%), 1 853 paulistas (0,71%), 1 251 pernambucanos (0,48%), 930 baianos (0,36%), 568 maranhenses (0,22%), 499 piauienses (0,19%), 481 paraenses (0,18%), 433 fluminenses (0,17%), 385 mineiros (0,15%), 335 brasilienses (0,13%), 229 alagoanos (0,09%), 216 goianos (0,08%), 170 amazonenses (0,07%), 159 paranaenses (0,06%), 149 sergipanos (0,06%), 136 gaúchos (0,05%), 125 catarinenses (0,05%), 94 rondonianos (0,04%), 83 sul-mato-grossenses (0,03%), 74 capixabas (0,03%), 43 acrianos (0,02%), 34 roraimenses (0,01%) e 27 mato-grossenses (0,01%).[63][64] Levando-se em conta a nacionalidade da população, 259 669 habitantes eram brasileiros natos (99,94%), 50 eram naturalizados brasileiros (0,02%) e 96 eram estrangeiros (0,04%).[65] Havia ainda, 328 emigrantes internacionais, sendo 231 para a Europa (70,43%), 56 para a América do Norte (17,07%), 22 para outros países da América do Sul, nove para a Ásia (2,74%), cinco para a África (1,52%), quatro para a Oceania (0,61%) e um para a América Central (0,3%). Entre os principais países de destino estavam a Itália, com 44 emigrantes (13,31%), a Espanha, com 38 (11,59%), e Portugal, com 36 (10,98%).[66] Para 2017, a estimativa populacional é de 295 619 habitantes.[11]
O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado alto, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,720, sendo o terceiro maior do Rio Grande do Norte, atrás somente de Parnamirim (1º) e Natal (2º), e o 1 301 º do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,811, o valor do índice de renda é de 0,694 e o de educação é de 0,663.[13] De 2000 a 2010, o índice de Gini caiu de 0,57 para 0,52 e a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até R$ 140 reduziu em 60,6%, passando de 35,4% para 14%. Em 2010, 86% da população mossoroense vivia acima da linha de pobreza, 9,1% entre as linhas de indigência e de pobreza e 4,9% estava abaixo da linha de indigência. No mesmo ano, o índice de Gini era de 0,52 e a participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 57,6%, valor quinze vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,9%.[61][67]Religião[editar | editar código-fonte]
Catedral de Santa Luzia, sé episcopal da Diocese de Mossoró e também sede da paróquia de Santa Luzia.
Na Igreja Católica, o Mossoró é sede da Diocese de Santa Luzia, sufragânea da Arquidiocese de Natal, erigida canonicamente pelo Papa Pio XI em 28 de julho de 1934 e instalada em 18 de novembro do mesmo ano.[68] A diocese possui uma área de 18 847 km²,[69] abrange 56 municípios e se divide em 32 paróquias, oito delas localizadas em Mossoró: Santa Luzia, Nossa Senhora da Conceição, São Manoel, São José, São João Batista, São Paulo Apóstolo, Nossa Senhora de Fátima e Menino Jesus de Praga.[70] A sé episcopal é a Catedral de Santa Luzia, construída no século XVIII, entre 1772 e 1773 e reconstruída no século XIX, sendo inaugurada em 1830 e elevada à categoria de matriz no ano de 1842. Somente em 1934, quando da criação da Diocese de Mossoró, a igreja foi elevada à categoria de catedral diocesana.[71] No censo de 2010 o catolicismo romano era a religião da maioria da população, com 183 672 adeptos, ou 70,69% dos habitantes.[72] Templo de "A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias" (Igreja Mórmon).
Mossoró também possui os mais diversos credos protestantes ou reformados. Em 2010 47 964 mossoroenses se declararam evangélicos (18,46%), dos quais 28 186 pertenciam às evangélicas de pentecostal (10,85%), 7 985 às evangélicas de missão (3,07%) e 11 792 a igrejas evangélicas não determinadas (4,54%). Dentre o total de seguidores das igrejas evangélicas pentecostais, 20 326 pertenciam à Assembleia de Deus (7,82%), 520 à Congregação Cristã do Brasil (9,2%), 208 ao Evangelho Quadrangular (0,08%), 1 744 à Universal do Reino de Deus (0,67%), 274 à Igreja Deus é Amor (0,11%), 23 a comunidades evangélicas (0,01%), 94 à Casa da Bênção (0,04%), 76 à Maranata (0,03%) e 4 921 a outras evangélicas pentecostais (1,89%). Em relação às evangélicas de missão, 5 118 eram batistas (1,97%), 1 492 adventistas (0,57%), 1 019 presbiterianos (0,39%), 292 luteranos (0,11%), 39 congregacionais (0,02%) e 25 metodistas (0,01%). Havia ainda 1 484 pertencentes a outras religiosidades cristãs (0,57%).[72]
Além do catolicismo romano e do protestantismo, também existiam 22 356 pessoas sem religião (8,6%), dos quais 504 ateus (0,19%) e 59 agnósticos (0,02%); 1 618 espíritas (0,62%); 1 226 testemunhas de Jeová (0,47%); 627 mórmons (0,24%); 216 católicos apostólicos brasileiros (0,08%); 94 esotéricos, 71 messiânicos (0,03%); 35 umbandistas (0,01%); 25 judaístas (0,01%); 24 católicos ortodoxos (0,01%); dezesseis candomblecistas (0,01%) e seis budistas (0,00%). Outros 305 possuíam religião indeterminada ou múltiplo pertencimento (0,12%), 62 não souberam (0,02%) e treze declararam seguirem outras religiosidades (0,00%).[72]Política e subdivisões[editar | editar código-fonte]
Ver também: prefeitos e bairros de Mossoró
Secretaria Municipal de Tributação (2005), antiga sede da prefeitura
A administração municipal se dá através dos poderes executivo e legislativo. O primeiro é representado pelo prefeito, auxiliado seu gabinete de secretários.[73] O primeiro prefeito constitucional de Mossoró foi o padre Antônio Freire de Carvalho, em 1853,[74] e a atual é Rosalba Ciarlini Rosado, do Partido Progressista (PP), eleita em 1988 e 1996 e reeleita em 2000, sendo novamente eleita em 2016,[75] tendo como vice Nayara Gadelha (PP).[76] O legislativo, por sua vez, é representado pela câmara municipal,[73] que funciona no Palácio Rodolfo Fernandes e é composta por 21 vereadores,[77] cabendo à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[73]
Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também alguns conselhos municipais em atividade: antidrogas, assistência social, conselho tutelar, cultura, defesa do meio ambiente, desenvolvimento econômico sustentável, direitos da mulher, educação, FUMAC, FUNDEF, saúde, trabalho comunitário e turismo.[44] O município se rege pela sua lei orgânica, promulgada em 3 de abril de 1990,[73] e abriga de uma comarca do poder judiciário estadual, de terceira entrância, localizada no Fórum Dr. Silveira Martins, tendo como termo o município de Serra do Mel.[78] Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município possuía, em dezembro de 2016, 167 154 eleitores (6,965% do eleitorado potiguar), divididos em duas zonas eleitorais (33ª e 34ª)[79]
A zona urbana de Mossoró é dividida em cinco zonas, subdivididas em 27 bairros reconhecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Abolição, situado na zona oeste, é o bairro mais populoso do município, com mais de 24 mil habitantes (2010). O bairro Alagados é o menos populoso, com apenas 164 residentes.[80]@media all and (max-width:720px){.mw-parser-output .tmulti>.thumbinner{width:100%!important;max-width:none!important}.mw-parser-output .tmulti .tsingle{float:none!important;max-width:none!important;width:100%!important;text-align:center}}Palácio da Resistência (prefeitura), sede do poder executivo municipal.Palácio Rodolfo Fernandes (câmara de vereadores), a sede do legislativo.Fórum Dr. Silveira Martins, sede da comarca, do poder judiciário estadual.
Economia[editar | editar código-fonte]
Mossoró, seguido pelos municípios de Quixeré, Baraúna e Icapuí, é o maior produtor de melão do Brasil.[81]
Extração de petróleo em território mossoroense. O município é o maior produtor de petróleo em terra do país.
O Produto Interno Bruto (PIB) de Mossoró é o segundo maior do Rio Grande do Norte e o maior da região oeste do estado. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2013, o PIB do município era de R$ 6 538 346 mil, dos quais R$ 2 648 585 mil do setor de serviços, R$ 1 988 062 mil da indústria, R$ 1 028 608 mil da administração municipal (excluindo-se a arrecadação de impostos), R$ 731 678 de impostos e R$ 141 413 mil da agropecuária. O PIB per capita é de R$ 23 325,08.[82][83]
Em 2010, considerando-se a população municipal com idade igual ou superior a dezoito anos, 64,1% eram economicamente ativas ocupadas, 25,8% economicamente inativa e 10,1% economicamente ativa desocupada. Ainda no mesmo ano, levando-se em conta população ativa ocupada a mesma faixa etária, 43,71% trabalhavam no setor de serviços, 19,72% no comércio, 9,78% na construção civil, 8,52% em indústrias de transformação, 5,67% na agropecuária, 4,5% em indústrias de extração e apenas 0,76% na utilidade pública.[61] Conforme a Estatística do Cadastral de Empresas de 2014, Mossoró possuía 5 891 unidades (empresas) locais, 5 577 delas atuantes.[84]
No setor primário do município, o destaque é a fruticultura irrigada. Mossoró forma, com os municípios vizinhos Assu e Baraúna, o Polo Mossoró/Baraúna/Assu, o maior produtor de melão do Brasil, seguido pela região do Médio Jaguaribe, já no vizinho estado do Ceará. O polo chegou, no ano de 2007, a produzir um total aproximado em 254 mil toneladas (t) da fruta, a maior parte (204 mil toneladas) exportadas para o mercado externo.[85][86] A região polarizada por Mossoró é, desde 1990, conhecida pelo Ministério da Agricultura como "Mosca da Fruta" ou "área livre da praga Anastrepha Grandis, condição que proporciona e facilita a entrada de produtos mossoroenses em outros mercados consumidores, entre os quais Estados Unidos, Japão e União Europeia.[87]
Segundo dados do IBGE, em 2015 o município produziu, na lavoura temporária, melão (187 600 t), melancia (56 000 t), milho (264 t), mandioca (240 t), feijão (190 t), cebola (1 170 t) e sorgo (19 t),[88] enquanto na lavoura permanente foram produzidos coco-da-baía (54 mil frutos), mamão (3 900 t, banana (1 100 t), manga (1 000 t), castanha de caju (829 t), laranja (54 t) e maracujá (38 t).[89] Na pecuária, o município também possuía um rebanho de 846 621 galináceos, 35 912 ovinos, 28 100 codornas, 24 108 caprinos, 19 102 bovinos, 18 900 e 3 812 equinos, tendo também produzido 23 800 dúzias de ovos de galinha, 7 750 mil litros de leite, 6 800 mil dúzias de ovos de codorna e 5 680 quilogramas de mel de abelha.[90] Partage Shopping Mossoró, antigo Mossoró West Shopping, um dos principais centros comerciais do Rio Grande do Norte.[91]
Na indústria, Mossoró é tanto o maior produtor nacional de sal quanto de petróleo em terra, com uma produção diária de 47 mil barris e mais de 3 500 poços. Destacam-se ainda a produção de cimento e de cerâmica, sendo encontradas várias filiais de empresas de grande porte. O município é um dos principais polos industriais do Rio Grande do Norte, ao lado de Natal, abrigando uma grande concentração de indústrias têxteis, de confecção e de artigos essencialmente voltados ao turismo.[87][92] Nos últimos anos, a construção civil também tem ganhando força na economia de Mossoró.[87]
O comércio mossoroense é um dos mais dinâmicos do estado do Rio Grande do Norte.[93] A cidade possui alguns centros comerciais, entre os quais o Partage Shopping Mossoró, antigo Mossoró West Shopping, primeiro shopping center do município, inaugurado em 2007 e o maior centro de compras da região oeste do Rio Grande do Norte,[91] administrado, desde 2011, pelo grupo paulista Partage;[94] o Atacadão,[95] e o Hiper Bompreço,[96] além das micro e pequenas empresas. Também há o Mercado Público de Mossoró, o mais antigo centro comercial da cidade, que foi construído no século XIX, por volta de 1875, tendo seu acabamento final dois anos depois e sendo reconstruído três décadas mais tarde.[97]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
O serviço de abastecimento de água do município é feito pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).[98] A empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[99] A voltagem nominal da rede é de 220 volts.[100] Em 2010, o município possuía 95,15% de seus domicílios com água canalizada,[101] 99,54% com eletricidade[102] e 92,98% com coleta de lixo,[103] que é despejado em um aterro sanitário na zona rural, em operação desde 2008.[104]
O código de área (DDD) de Mossoró é 084[105] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 59600-000.[106] Há transmissão de canais nas faixas Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF). Em 2008, Mossoró sediava nove emissoras de rádio, sendo quatro em modulação em amplitude (AM) e cinco em modulação em frequência (FM). Existiam ainda doze agências bancárias (sete públicas e cinco privadas), dois postos de atendimento da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) e quatro jornais em circulação,[44] dentre os quais destacam-se O Mossoroense, fundado em 1872, sendo um dos mais antigos da América Latina, e o Gazeta do Oeste. Ambos saíram de circulação na forma impressa desde 2016, estando hoje disponíveis apenas online na internet.[107]Saúde[editar | editar código-fonte]
Hospital de Olhos de Mossoró
Mossoró possuía, em 2009, 115 estabelecimentos de saúde, 68 privados e 47 públicos (43 estaduais e quatro municipais), entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, com um total de 664 leitos para internação.[108] Em abril de 2010, a rede profissional de saúde do município era constituída por 977 médicos, 338 auxiliares de enfermagem, 209 enfermeiros, 196 cirurgiões-dentistas, 146 técnicos de enfermagem, 101 assistentes sociais, 95 farmacêuticos, 48 fisioterapeutas, trinta psicólogos, 27 nutricionistas e 22 fonoaudiólogos, totalizando 2 189 profissionais.[109]
No mesmo ano, a expectativa de vida ao nascer era de 73,64 anos, a taxa de mortalidade infantil de 17,9 por mil nascimentos e a taxa de fecundidade de 2,0 filhos por mulher.[61] Segundo dados do Ministério da Saúde, 536 casos de AIDS foram registrados em Mossoró entre 1990 e 2013 e, de 2001 a 2011, foram notificados 5 471 casos de dengue, 283 de leishmaniose e dois de malária.[110] Em 2014, 94,7% das crianças menores de um ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia[111] e, dentre as crianças menores de dois anos foram pesadas pelo Programa Saúde da Família (PSF), 0,7% estavam desnutridas.[67]
Mossoró é sede da II Unidade Regional de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (II URSAP).[112] O Hospital Regional Dr. Tarcísio Maia, inaugurado em 10 de maio de 1986, é o maior e principal hospital do município, considerado referência para a região do oeste potiguar, prestando serviços em várias especialidades.[113] Também se destaca o Hospital Rafael Fernandes.[114] Outros hospitais de Mossoró são: Almeida Castro (hospital maternidade), da LMECC, de Oftalmologia, de Olhos, do Rim, São Camilo de Léllis, da Polícia Militar, São Luiz Ltda, Unimed e Wilson Rosado.[115] Até 2016 havia o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, fechado pelo governo estadual.[116]Educação[editar | editar código-fonte]
Reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)
O fator "educação" do IDH no município atingiu em 2010 a marca de 0,663,[61] ao passo que a taxa de alfabetização da população acima dos dez anos indicada pelo último censo demográfico do mesmo ano foi de 87% (85,1% para os homens e 88,9% para as mulheres).[117] As taxas de conclusão dos ensinos fundamental (15 a 17 anos) e médio (18 a 24 anos) erma de 84,7% e 47,5%, respectivamente, e o percentual de alfabetização da população entre 15 e 24 anos de 96,7%.[118]IDEB de Mossoró[118]
AnoAnosiniciaisAnosfinais
20053,22,9
200733
20094,12,8
20114,53,3
20134,83,7
20155,23,7Ainda em 2010, Mossoró possuía uma expectativa de anos de estudos de 9,97 anos, valor superior à média estadual (9,54 anos). O percentual de crianças de cinco a seis anos na escola era de 96,6% e de onze a treze anos cursando o fundamental de 87,18%. Entre os jovens, a proporção na faixa de quinze a dezessete anos com fundamental completo era de 57,96% e de 18 a 20 anos com ensino médio completo de 45,68%. Considerando-se apenas a população com idade maior ou igual a 25 anos, 51,55% tinham ensino fundamental completo, 37,84% o médio completo, 17,33% eram analfabetos e 9,89% possuíam ensino superior completo.[61]
Em 2015, a defasagem entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 11,4% para os anos iniciais e 30,6% nos anos finais, sendo esse índice de 35,5% no ensino médio.[118] No mesmo ano o município possuía uma rede de 164 escolas de ensino fundamental (com 1 832 docentes), 123 do pré-escolar (385 docentes) e 37 de ensino médio (594 docentes).[119]
Mossoró abriga a reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)[120] e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA),[121] Outras instituições de ensino superior no município são o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN),[122] a Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE),[123] a Faculdade UNIRB,[124] a Faculdade Católica do Rio Grande do Norte,[125] e a Universidade Potiguar (UNP).[126]
Destaca-se também no município diversas escolas técnicas como SENAI, Apoena Cursos Técnicos[127] e Tereza Neo.Criminalidade e segurança pública[editar | editar código-fonte]
Segundo o Mapa da Violência de 2014, com dados relativos a 2012, divulgados pelo Instituto Sangari, dos municípios com mais de vinte mil habitantes, a taxa de homicídios no município foi de 60,0 para cada 100 mil habitantes, ficando na quinta posição a nível estadual e na 162ª a nível nacional.[128] O índice de suicídios naquele ano para cada 100 mil habitantes era de 9,4, sendo o oitavo a nível estadual e o 289° a nível nacional.[129] Já em relação à taxa de óbitos por acidentes de trânsito, o índice foi de 43,5 para cada grupo de 100 mil habitantes, o primeiro a nível estadual e o 203° a nível nacional.[130]
Dados mais recentes da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (SESED/RN) mostram que 2016 foi o ano mais violento da história do município, com 217 homicídios,[131] sendo o bairro Santo Antônio o mais violento da cidade.[132] Segundo o Atlas da Violência 2016, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Mossoró possui uma taxa 71,5 homicídios para cada grupo de cem mil habitantes, sendo o nono município mais violento do país e o segundo a nível estadual, depois de Macaíba, na Região Metropolitana de Natal.[133]
Para tentar reduzir essas taxas de criminalidade, o 2° e o 12° batalhões da polícia militar do Rio Grande do Norte, sediados em Mossoró, junto com o poder público, buscam tomar medidas inerentes à segurança pública.[134] O município abriga uma penitenciária federal, inaugurada em 2009,[135] e possui uma guarda civil municipal, instituída pela lei complementar 37, de 14 de dezembro do mesmo ano, com o intuito de colaborar na segurança pública.[136]Transportes[editar | editar código-fonte]
Primeira locomotiva da Estrada de Ferro Mossoró-Porto Franco, em 1915.
Cruzamento da BR-304 (curva) com a RN-013 (ao fundo da imagem), que ligam Mossoró a Natal/Fortaleza e a Tibau (litoral).
A frota municipal em 2015 era de 134 270 veículos, sendo 52 178 automóveis, 45 992 motocicletas, 14 354 motoneta, 8 116 caminhonetes, 3 918 caminhões, 2 033 camionetas, 1 305 utilitários, 756 caminhões-trator, 309micro-ônibus, 308 ônibus e dezessete tratores de rodas, além de 4 984 em outras categorias.[137]
Mossoró é atravessado por uma ferrovia, projetada no século XIX e inaugurada em 15 de março de 1915, inicialmente ligando o município a Porto Franco (atual Areia Branca). Com o passar do tempo, a ferrovia foi se expandindo até que, em 1950, a estrada de ferro já ligava Mossoró ao município paraibano de Sousa. Desde a década de 1970, a estrada de ferro foi desativada, embora trens destinados ao transporte de passageiros continuassem circulando no ramal de Mossoró até 1989. Nos dias atuais, parte dos trilhos desta ferrovia encontra-se em ruínas e a estação ferroviária foi transformada na estação das artes.
No transporte aeroviário, Mossoró é servido pelo Aeroporto Dix-Sept Rosado, localizado no bairro Aeroporto e administrado pela Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER-RN).[138]
O município é cortado pelas seguintes rodovias federais: a BR-405, que se inicia em Mossoró começa atravessa toda a região oeste potiguar, estendendo-se até o Marizópolis, no sertão da Paraíba; a BR-304, que interliga Natal e Fortaleza e a BR-110, que tem início em Areia Branca, passa pela sede municipal e se estende até Catu, na Bahia. As rodovias estaduais que atravessam o território mossoroense são: a RN-013, que liga Mossoró a Tibau, recentemente duplicada;[139] a RN-015, que liga Mossoró a Baraúna;[140] e a RN-117, que liga a Mossoró a diversos municípios do oeste potiguar.[141]
A bicicleta é outro meio de transporte utilizado na zona urbana, embora existam poucos quilômetros de ciclovias. Há projetos que envolvem a construção de mais ciclovias, bem como de estacionamentos próprios para e exclusivos para bicicleta, a fim de melhorar a mobilidade urbana.[142][143]Cultura[editar | editar código-fonte]
Teatro Municipal Dix-Huit Rosado
Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia
É notório que, apesar de ser um polo cultural, a cidade ainda não possua um centro histórico definido. A ONG Salv'Art - Instituto de Serviço e Apoio a Arte, Cultura, Cidadania e Meio Ambiente - tem buscado apoio junto aos poderes públicos para que ele se instale na antiga praça da Redenção, hoje praça Dorian Jorge Freire, visto que ali se encontram ainda intactos muito da arquitetura antiga na cidade.[144]Espaços culturais e pontos turísticos[editar | editar código-fonte]
O Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, construído em 2003 pela prefeitura em conjunto com a parceria da Petrobras, possui capacidade para 740 lugares e é o principal teatro da cidade. Neste teatro, ocorrem diversos tipos de eventos, como danças, assembleias, encenações de peças teatrais e folclore.[145][146] Também há o Teatro Lauro Monte Filho, com capacidade para seiscentas pessoas,[147] mas que se encontra fechado devido a problemas estruturais.[148]
Mossoró conta com alguns museus. O Memorial da Resistência Mossoroense possui exposições que destacam o tema do cangaço e a resistência ao bando de Lampião durante sua invasão em 1927.[34][149] A Estação das Artes Elizeu Ventania, antiga estação ferroviária, abriga o Museu do Petróleo, com uma exposição diversa de materiais sobre a história do petróleo em Mossoró e no Rio Grande do Norte.[150] O Museu Municipal Jornalista Lauro Escócia já abrigou uma antiga cadeia pública e foi criado em 1948, sendo hoje um dos monumentos pertencentes ao centro cultural do município, abrangendo exposições referentes à sua história, além de documentos históricos.[151] O Museu de Paleontologia Vingt-Un Rosado, por sua vez, reúne espécies de fósseis da antiga ESAM (Escola Superior de Agricultura de Mossoró), hoje UFERSA.[152]
Mossoró também conta com alguns pontos turísticos, além dos espaços culturais, entre os quais a Capela de São Vicente, a Catedral de Santa Luzia, o Cemitério São Sebastião, o Mercado Municipal e o Mercado do Bode.[153] Principal cidade do Polo Costa Branca, Mossoró é um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte.[154] Estação das Artes Elizeu Ventania, onde tradicionalmente acontecem os principais eventos de Mossoró.
Atrativos culturais[editar | editar código-fonte]
Espetáculo "Chuva de Bala no País de Mossoró", realizado dentro do Mossoró Cidade Junina.
O Mossoró Cidade Junina, uma das maiores festas juninas do Nordeste brasileiro, chegando a atrair mais de um milhão de turistas,[155] acontece desde 1996 na estação das artes, ao longo do mês de junho. Conta com apresentações de quadrilhas e apresentações musicais, além de barracas com comidas típicas e projetos culturais.[20] Durante o evento acontece um espetáculo teatral, a Chuva de Bala no País de Mossoró, que lembra a trajetória do cangaceiro Lampião e seu bando na cidade (1927), é realizado desde 2003 em frente à capela de São Vicente, local dos confrontos entre o bando e a população local.[156]
A festa da padroeira Santa Luzia é um dos principais eventos religiosos do Rio Grande do Norte e acontece no mês de dezembro, em frente à catedral, começando no dia 3 com a missa de abertura e prosseguindo durante nove noites de novena. Ao longo da festa acontece o Oratório de Santa Luzia, uma encenação teatral que conta a história de Santa Luzia e acontece logo após o término das novenas. Também realizados diversos outros eventos, como a cavalgada de Santa Luzia, a pedalada da Luz e a Moto Romaria da Luz, além de apresentações musicais.[157] Os festejos se encerram no dia 13 de dezembro com missas e a tradicional procissão, chegando a atrair até cem mil fiéis de Mossoró e outros lugares. Através da lei estadual 10 114, de 7 de outubro de 2016, a festa passou a ser considerada patrimônio cultural, histórico e imaterial do Rio Grande do Norte.[158]
Outros eventos importantes do calendário cultural de Mossoró são:[159] a Festa do Bode, realizada no Parque de Exposição Armando Buá pelo governo do Rio Grande do Norte, em parceria com a prefeitura municipal e associações locais, cuja programação inclui exposições de bovinos, caprinos, ovinos e suínos, bem como de produtos artesanais, além de um festival gastronômico, apresentações artísticas, entre outras atrações;[160][161] a Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO), que acontece desde 1987 e é promovida pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM);[162] a Feira do Livro de Mossoró, evento de incentivo à leitura que ocorre desde 2005, com exposições de livros e uma vasta programação;[163] a Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit), o principal evento da fruticultura irrigada do Brasil, contando com a participação de diversas empresas nacionais e internacionais[164] e o Auto da Liberdade, principal espetáculo teatral realizado dentro da Festa de Liberdade, no final de setembro, que recorda três dos quatro atos libertários de Mossoró: o motim das mulheres (1875), a abolição da escravidão (1883) e o primeiro voto feminino (1927), contando também desfiles e apresentações musicais.[165][166]Esporte[editar | editar código-fonte]
Jogo entre o Baraúnas de Mossoró e o Campinense (de Campina Grande, Paraíba) no Nogueirão, pela série D do campeonato brasileiro de 2012. O Baraúnas venceu por 2 a 0.
O primeiro clube de futebol de Mossoró foi o Humaitá Futebol Clube, fundado em 14 de outubro de 1919.[167] O município conta com o Estádio Leonardo Nogueira, conhecido popularmente como Nogueirão, criado em 25 de janeiro de 1922,[168] e casa de dois tradicionais clubes de futebol da cidade, a Associação Cultural e Desportiva Potiguar (Potiguar de Mossoró) e a Associação Cultural Esporte Clube Baraúnas (Baraúnas), sendo o primeiro detentor de dois títulos (2004 e 2013) e três vice-campeonatos (1997, 2006 e 2008) no Campeonato Potiguar de Futebol e o último de apenas um título (2006) e dois vice-campeonatos (1981 e 1987).[169]
Anualmente acontecem diversos eventos no setor esportivo, entre os quais a Prova Ciclística Governador Dix-Sept Rosado, disputada desde 1949 em categorias e uma das mais antigas do Brasil na modalidade ciclismo, inicialmente realizada em um trajeto de Governador Dix-Sept Rosado (à época distrito e depois município) e Mossoró, sendo hoje realizada apenas em ruas da zona urbana;[170][171] e os Jogos Escolares Municipais (JEM's), que reúnem diversas modalidades e ocorre entre estudantes de várias escolas do município, com o objetivo de incentivar a prática de esportes.[170][172]Feriados municipais[editar | editar código-fonte]
Em Mossoró há, além dos feriados nacionais, estaduais e dos pontos facultativos, dois feriados municipais, sendo eles o dia 30 de setembro, que comemora a libertação dos escravos, e o dia 13 de dezembro, dia de festa da padroeira Santa Luzia.[173] O dia em que Mossoró foi elevado à categoria de cidade, 9 de novembro, é considerado ponto facultativo.[174]Referências? a b c «Mossoró é transformada na capital cultural do Rio Grande do Norte». Eco Viagem. 30 de setembro de 2003. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «II Encontro Institucional PIBID». Consultado em 28 de março de 2012. Arquivado do original em 28 de março de 2012 ? G1 (22 de dezembro de 2017). «Presidente sanciona lei e Mossoró vira capital nacional do Semiárido». Consultado em 23 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2017 ? «Turismo de Mossoró RN». Ache Tudo e Região. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Mossoró - Rio Grande do Norte - A terra do sol, do sal e do petróleo». Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Mossoró: Terra da Liberdade». Correio da Tarde. Consultado em 15 de outubro de 2011. Arquivado do original em 15 de outubro de 2011 ? Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 19 de setembro de 2017 ? a b «Distância entre Natal - Rio Grande do Norte, Brasil e Mossoró - Rio Grande do Norte, Brasil». Consultado em 15 de junho de 2014 ? a b «Consulta por Município». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 28 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2015 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2017). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Consultado em 19 de setembro de 2017 ? Embrapa Monitoramento por Satélite. «Rio Grande do Norte». Consultado em 27 de julho de 2011. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2011 ? a b «Ranking IDH-M 2010» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 1 de agosto de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 8 de março de 2019 ? «Mossoró: de empório comercial a sede da Ficro». Uol.com.br. 21 de agosto de 2005. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Crescimento de Mossoró destacado pela Isto É». Correiodatarde.com.br. 15 de outubro de 2008. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Crescimento de Mossoró é destaque nacional». Correiodatarde.com.br. 18 de outubro de 2008. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Sal e petróleo impulsionam a economia do semiárido nordestino». Redeglobo.globo.com. 18 de junho de 2011. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? MENDES, Andrielle (9 de outubro de 2011). «Indústria ganha força em Mossoró». Redepetrorn.com.br. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? a b «Ao longo de 14 anos, o evento se consagrou como uma das maiores festas juninas do País». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2014 ? SALDANHA, Ubiratan (8 de abril de 2011). «Mossoró - RN». Jornal de Fato. Consultado em 28 de março de 2012. Cópia arquivada em 28 de março de 2012 ? AMORIM, Mayara (19 de abril de 2006). «Artigos indígenas influenciam arquitetura e decoração». O Mossoroense. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «Moçoró - Rio Grande do Norte». Emdiv.com.br. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? «O Brasil que o Brasil não Conhece». Emdiv.com.br. Consultado em 15 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011 ? a b c d e f g «Histórico - Mossoró/RN» (PDF). Biblioteca IBGE. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 10 de outubro de 2011 ? a b c d «Como surgiu a cidade de Mossoró». Juliao.eymard.sites.uol.com.br. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? a b c d e f g h i j k «História». Prefeitura Municipal de Mossoró - RN. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? ASSECOM-RN (28 de setembro de 2011). «Governo do RN é instalado em casarão histórico em Mossoró». Governo do Rio Grande do Norte. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? «Capital em Mossoró». Tribuna do Norte. 23 de setembro de 2011. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? «Uma mulher em defesa das liberdades individuais». Fenae. 2004. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? «História Hoje: Saiba o que foi o Motim das Mulheres». Radioagência Nacional. 31 de agosto de 2015. Consultado em 30 de junho de 2019. Cópia arquivada em 29 de junho de 2019 ? «História Hoje: Saiba o que foi o Motim das Mulheres». Radioagência Nacional. 31 de agosto de 2015. Consultado em 30 de junho de 2019. Cópia arquivada em 29 de junho de 2019 ? «Auto da Liberdade será encenado até a próxima quinta, 29». Prefeitura de Mossoró - RN. 23 de setembro de 2011. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? a b ALMEIDA, Samysia (28 de março de 2011). «Memorial da Resistência: Mossoró reconta história da expulsão de Lampião». Viva Viver.com. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? a b SOUZA, Alex de (17 de junho de 2007). «Há 80 anos, Lampião chegava a Mossoró». No Minuto.com. Consultado em 14 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2011 ? José Leite de Santana "O Jararaca" Coluna Geraldo Maia do O Mossoroense? «Histórico - Areia Branca/RN» (PDF). Biblioteca IBGE. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 10 de outubro de 2011 ? «Histórico - Serra do Mel/RN» (PDF). Biblioteca IBGE. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 10 de outubro de 2011 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 19 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1990). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas» (PDF). Biblioteca IBGE. 1: 44?45. Consultado em 19 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 19 de setembro de 2017 ? «Distância entre Mossoró - Rio Grande do Norte, Brasil e Fortaleza - Ceará, Brasil». Consultado em 15 de junho de 2014 ? «Distância entre Mossoró - Rio Grande do Norte, Brasil e Brasília - Distrito Federal, Brasil». Consultado em 15 de junho de 2014 ? a b c d «Geografia». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 16 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 31 de março de 2014 ? a b c d e f g h «MOSSORÓ» (PDF). IDEMA/RN. Consultado em 8 de outubro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 11 de outubro de 2011 ? «Departamento de Ciências Vegetais - DCV». Consultado em 24 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 16 de março de 2015 ? «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Mossoró, RN» (PDF). Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 1971. Consultado em 15 de junho de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 15 de junho de 2014 ? «DECRETO DE 5 DE JUNHO DE 2012: Dispõe sobre a criação do Parque Nacional da Furna Feia, nos Municípios de Baraúna e Mossoró, Estado do Rio Grande do Norte». Portal da legislação. 5 de junho de 2012. Consultado em 17 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 28 de abril de 2014 ? a b «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 24 de março de 2018 ? PEGORIM, Josélia (18 de abril de 2013). «Chuva forte sobre o Nordeste». Climatempo. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 24 de maio de 2013 ? PINHEIRO, Marcelo (12 de março de 2015). «Chuva forte, raios e trovoadas em Mossoró (RN)». Climatempo. Consultado em 24 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 ? a b «BDMEP - Dados Históricos - Precipitação (mm) - Mossoró». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2015 ? COSTA, Márcio (4 de março de 2007). «Mossoró, Pau dos Ferros e Caicó são as cidades mais quentes do RN». O Mossoroense. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 18 de abril de 2015  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)? WEYKAMP, Fabiana (11 de outubro de 2010). «Mossoró (RN) - Forte calor e baixa umidade do ar». Climatempo. Consultado em 11 de julho de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 ? a b «BDMEP - Dados Históricos - Temperatura Mínima (°C) - Mossoró». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2015 ? a b «BDMEP - Dados Históricos - Temperatura Máxima (°C) - Mossoró». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2015 ? «BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Mossoró». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de junho de 2015 ? «Evolução da população, segundo os municípios - 1872/2010» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 17 de fevereiro de 2014 [ligação inativa]? a b «Tabela 2.1 - População residente, total, urbana total e urbana na sede municipal, em números absolutos e relativos, com indicação da área total e densidade demográfica, segundo as Unidades da Federação e os municípios ? 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? «Tabela 608 - População residente, por situação do domicílio e sexo - Sinopse». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2014 ? «Razão de sexo, população de homens e mulheres, segundo os municípios ? 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? a b c d e f «Mossoró, RN». Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? «Tabela 2093 - População residente por cor ou raça, sexo, situação do domicílio e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2014 ? «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? «Tabela 1497 - População residente, por nacionalidade - Resultados Gerais da Amostra». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 16 de janeiro de 2014 ? «Tabela 3173 - Emigrantes internacionais, por sexo, segundo os continentes e países estrangeiros de destino». 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2014 ? a b «1 - acabar com a fome e a miséria». Portal ODM. Consultado em 9 de setembro de 2014 ? «Padre Motta, mestre de Mossoró (II)». Tribuna do Norte. 18 de janeiro de 2015. Consultado em 25 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2015 ? «Statistics» (em inglês). Catholic Hierachy. Consultado em 24 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2015 ? «Paróquias». Diocese de Mossoró. Consultado em 24 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 5 de março de 2014 ? MAIA, Geraldo. «A Catedral de Santa Luzia». UOL. Consultado em 8 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2011 ? a b c «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 13 de fevereiro de 2014 ? a b c d «Lei Orgânica do Município de Mossoró-RN». 3 de abril de 1990. Consultado em 18 de abril de 2013 ? «Primeiro Código de Postura da Vila de Mossoró - 07-07-2013». Jornal O Mossoroense. 7 de julho de 2013. Consultado em 17 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2014 ? NICÁCIO, Rafael (2 de outubro de 2016). «Eleições 2016 Mossoró (RN): Rosalba Ciarlini vence e retoma Prefeitura». Consultado em 1 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2017 ? «A vice-prefeita». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 29 de junho de 2017. Cópia arquivada em 6 de junho de 2017 ? «Função e Definição». Câmara Municipal de Mossoró. 12 de março de 2017. Consultado em 29 de junho de 2017. Cópia arquivada em 29 de junho de 2017 ? «Comarca: Mossoró». Poder Judiciário do Rio Grande do Norte. Consultado em 17 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 5 de julho de 2008 ? «Estatísticas do eleitorado ? Consulta por município/zona». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 1 de janeiro de 2017 ? «Tabela 608 = Bairros». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2010. Consultado em 17 de janeiro de 2014 ? «Sistema de Produção de Melão». Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011 ? Cidades@ - IBGE. «Mossoró - RN». Ibge.gov.br. Consultado em 10 de outubro de 2011 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » produto interno bruto dos municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » estatísticas do cadastro central de empresas - 2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? MURAKAMI, Susy (2009). «Pioneirismo japonês na fruticultura de Mossoró». Jornal Nippo-Brasil. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 31 de julho de 2013 ? «SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO MELÃO: MOSSORÓ VERSUS JUAZEIRO». Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? a b c «Localização e Dados Gerais de Mossoró RN». Ache Tudo e Região. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » Produção Agrícola Municipal - Lavoura Temporária - 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » Produção Agrícola Municipal - Lavoura Permanente - 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » Pecuária - 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? a b «Partage Shopping Mossoró». Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? «R I O G R A N D E D O N O R T E». Portal Brasil. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 24 de julho de 2011 ? «COMÉRCIO». Prefeitura Municipal de Mossoró - RN. Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 27 de março de 2009 ? «Agora somos Partage». Consultado em 2 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2016 ? «Mossoró - Autosserviço». Consultado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011 ? «1ª Loja Ecoeficiente do Nordeste». Hiper Bompreço. Consultado em 9 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 9 de janeiro de 2012 ? FERNANDES, Paula Rejane. Macondo do Oeste Potiguar: urbanização e viver moderno em Mossoró - RN (1872-1930). In: I Colóquio Internacional de História da Universidade Federal Rural de Pernambuco - Brasil e Portugal: nossa história ontem e hoje, 2007, Recife. I Colóquio Internacional de História da Universidade Rural de Pernambuco - Brasil Portugal: nossa história ontem e hoje, 2007.? «Resumo dos Custos Totais de Poços Para Atender a Demanda Humana Concentrada no Ano 2020». Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Consultado em 15 de outubro de 2011. Arquivado do original em 14 de agosto de 2011 ? «Quem somos». Consultado em 15 de outubro de 2011. Arquivado do original em 2 de abril de 2014  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)? «Tensões Nominais». Agência Nacional de Energia Elétrica. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Arquivado do original em 23 de setembro de 2015 ? «Tabela 2065 - Domicílios particulares permanentes, por existência de água canalizada e forma de abastecimento de água - Resultados Gerais da Amostra». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? «Tabela 3217 - Domicílios particulares permanentes e Moradores em domicílios particulares permanentes, por situação do domicílio, segundo a forma de abastecimento de água, o destino do lixo e a existência de energia elétrica». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? «Tabela 3503 - Domicílios particulares permanentes, por tipo de material das paredes externas, segundo o número de cômodos, a existência de água canalizada e forma de abastecimento de água, o destino do lixo, a existência de energia elétrica e a existência de alguns bens duráveis». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? LUCENA, Roberto (30 de julho de 2014). «Lixo do RN ainda sem destino». Tribuna do Norte. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? «Listas de códigos DDD da região Rio Grande do Norte (RN)». Consultado em 12 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2012 ? «Sobre Mossoró». CityBrazil. Consultado em 12 de outubro de 2011 ? «Dois jornais impressos deixam de circular em Mossoró». Mossoró Hoje. 4 de janeiro de 2016. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2016 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » serviços de saúde - 2009». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. Consultado em 10 de outubro de 2011 ? «Município: Mossoró - RN». DATASUS. Consultado em 10 de outubro de 2011 ? «6 - combater a AIDS, a malária e outras doenças». Portal ODM. Consultado em 10 de outubro de 2011 ? «4 - reduzir a mortalidade infantil». Portal ODM. Consultado em 10 de outubro de 2011 ? «Autorização de Notificação de Receituário Controlado (II URSAP)». Subcoordenadoria da Vigilância Sanitária. 16 de junho de 2014. Consultado em 21 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 20 de julho de 2015 ? «Hospital Regional Dr. Tarcísio Maia - Mossoró». Secretaria da Saúde Pública do Rio Grande do Norte. 2 de outubro de 2013. Consultado em 21 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2017 ? «Hospital Rafael Fernandes - Mossoró». Secretaria da Saúde Pública do Rio Grande do Norte. 2 de outubro de 2013. Consultado em 22 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2017 ? «Estabelecimento de Saúde do Município: MOSSORO». DATASUS. Consultado em 22 de janeiro de 2017 ? CARDOSO, Ana Paula (7 de outubro de 2016). «Protesto contra fechamento do Hospital da Mulher reúne diversos setores». O Mossoroense. Consultado em 22 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «Tabela 1383 - Taxa de alfabetização das pessoas de 10 anos ou mais de idade por sexo». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? a b c «OFERECER EDUCAÇÃO BÁSICA DE QUALIDADE PARA TODOS». Portal ODM. Consultado em 22 de janeiro de 2017 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » ensino - matrículas, docentes e rede escolar - 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «Apresentação». Consultado em 11 de outubro de 2011 ? «Ufersa Mossoró abre três vagas para professor efetivo». 5 de outubro de 2011. Consultado em 20 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2011 ? «Histórico». Consultado em 11 de outubro de 2011 ? «Histórico». Portal FACENE. Consultado em 11 de outubro de 2011 ? «Síntese Histórica». Portal da Faculdade Mather Christi. Consultado em 11 de outubro de 2011 ? «Faculdade Diocesana de Mossoró». Consultado em 28 de junho de 2016 ? «UNP - Campus Mossoró». Consultado em 11 de outubro de 2011 ? «Apoena Cursos Técnicos de Mossoró». Consultado em 2 de setembro de 2016 ? «Tabela HT. Número e taxas (por 100 mil) de homicídio em municípios com mais de 20.000 mil habitantes. População Total. Brasil. 2008/2012.» (xls). Instituto Sangari. Consultado em 23 de janeiro de 2017 ? «Tabela ST. Número e taxas (por 100 mil) de suicídio em municípios com mais de 20.000 mil habitantes. População Total. Brasil. 2008/2012.» (xls). Instituto Sangari. Consultado em 23 de janeiro de 2017 ? «Tabela TT. Número e taxas (por 100 mil) de óbitos em acidentes de transporte em municípios com mais de 20.000 mil habitantes. População Total. Brasil. 2008/2012.» (xls). Instituto Sangari. 2015. Consultado em 23 de janeiro de 2017 ? OLIVEIRA, Alyson (3 de janeiro de 2017). «2016 foi considerado o ano mais violento da história de Mossoró». Mossoró Notícias. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 11 de abril de 2016 ? «Bairro mais violento de Mossoró, tem queda de 36,7% em homicídio comparando a 2014». Mossoró Notícias. 31 de dezembro de 2015. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? CARDOSO, Ana Paula (22 de março de 2016). «Mossoró é a 9ª cidade mais violenta do Brasil». O Mossoroense. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «Forças de segurança se reúnem para reduzir criminalidade em Mossoró». 3 de fevereiro de 2016. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «Presídio federal de Mossoró é inaugurado e deve receber 50 presos até julho». Diário de Natal. 3 de julho de 2009. Consultado em 11 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2012 ? «JORNAL OFICIAL DE MOSSORÓ» (PDF). 22 de dezembro de 2009. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 19 de julho de 2014 ? «Rio Grande do Norte » Mossoró » frota - 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? BARBOSA, Fábio (29 de setembro de 2011). «Governo quer aeroporto para Pau dos Ferros». Diário de Natal. Consultado em 13 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2011 ? «Governadora inaugura Rota do Sol Nascente: RN duplicada entre Mossoró e Tibau». Governo do Rio Grande do Norte. 27 de dezembro de 2014. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2017 ? «Moradores de Juremal fecham RN que liga Mossoró a Baraúna por segurança». Jornal De Fato. 3 de fevereiro de 2014. Consultado em 19 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «Rodovias do Rio Grande do Norte». Notícias R7. 26 de setembro de 2009. Consultado em 20 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 28 de abril de 2013 ? GARCIA, Marcos Garcia (21 de março de 2015). «Por mobilidade, Mossoró adere à construção de ciclovias». Jornal De Fato. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? GOMES, Márcio (8 de março de 2016). «Mossoró ganhará quatro ciclovias e estacionamento para bicicletas». O Mossoroense. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2017 ? «MOSSORÓ ONTEM, HOJE... E AMANHÃ?». O Mossoroense. 13 de novembro de 2016. Consultado em 6 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 28 de abril de 2014 ? «Teatro Municipal Dix-Huit Rosado Maia». Natal Trip. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «Teatro Municipal Dix-Huit Rosado». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «Teatro Lauro Monte Filho». Nataltrip. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «Reforma do Teatro Lauro Monte não tem data para ser retomada». Gazeta do Oeste. 4 de fevereiro de 2015. Consultado em 1º de março de 2015 ? «Inauguração do Memorial da Resistência é dia 4». Mossoró Notícias. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «Museu do Petróleo». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia». Natal Trip. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «MUSEU DE PALEONTOLOGIA DA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA DE MOSSORÓ - ESAM». Acd.ufrj.br. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? «FOTOS E PONTOS TURÍSTICOS DE MOSSORÓ». 11 de março de 2015. Consultado em 16 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2017 ? «Turismo». Governo do Rio Grande do Norte. Consultado em 16 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2017 ? «Governo e Prefeitura definem plano de segurança do Mossoró Cidade Junina». Governo do Rio Grande do Norte. 1 de junho de 2016. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? «Chuva de Bala». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2014 ? VALE, Caio (3 de dezembro de 2016). «Começa hoje oficialmente a Festa de Santa Luzia 2016». Mossoró Notícias. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? «LEI Nº 10.114, DE 07 DE OUTUBRO DE 2016» (PDF). Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 13 de janeiro de 2017 ? «Turismo». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2016 ? «Aerobode Mossoró está inserido na programação da Festa do Bode». Jornal De Fato. 7 de agosto de 2014. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? «Confira a programação da Festa do Bode para o fim de semana». 8 de agosto de 2015. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? «FICRO - Feira Industrial e Comercial da Região Oeste». Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2016 ? «Apresentação». 2016. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2016 ? «A Expofruit». Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2016 ? «Programação da Festa da Liberdade é apresentada». Jornal De Fato. 5 de setembro de 2014. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? «Festa da Liberdade». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 13 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2017 ? MAIA, Geraldo (15 de agosto de 2008). «Mossoró e o futebol». O Mossoroense. Consultado em 6 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 28 de abril de 2014 ? «História do Futebol do Rio Grande do Norte». Consultado em 18 de maio de 2011 ? «História». Consultado em 6 de agosto de 2011 ? a b «Esporte». Prefeitura de Mossoró. Consultado em 6 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2009 ? «67ª Prova Ciclística Governador Dix-sept Rosado é realizada em Mossoró; confira os resultados». Mossoró Hoje. 26 de setembro de 2016. Consultado em 23 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2017 ? «Jogos Escolares de Mossoró iniciam hoje». 26 de maio de 2015. Consultado em 23 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2017 ? «FERIADOS MUNICIPAIS» (PDF). Ministério Público do Rio Grande do Norte. Consultado em 1 de outubro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 23 de janeiro de 2017 ? SOUZA, Fabiano (8 de novembro de 2010). «Legislativo realiza sessão solene pelos 140 anos de emancipação política de Mossoró». Correio da Tarde. Consultado em 6 de agosto de 2011 
Ver também[editar | editar código-fonte]
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre MossoróDiocese de Mossoró
Bairros de Mossoró
Empresas de Mossoró
Municípios do Rio Grande do Norte
Comarca de Mossoró
Potiguares de Mossoró
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da prefeitura
Página da câmara
Mossoró no IBGE Cidades
MossoróvdeTurismo no Rio Grande do NorteTurismo em NatalMunicípios turísticosNatal  · Mossoró  · Tibau do Sul  · Parnamirim  · Touros  · São Miguel do Gostoso  · Galinhos  · Caicó  · MacauPolos turísticosCosta das Dunas  · Costa Branca  · Seridó  · Serrano  · Agreste/TrairiPrincipais praiasPonta Negra (Via Costeira)  · Pipa (Amor  · Madeiro)  · Genipabu  · Maracajaú (Punaú)  · Piranji  · JacumãPrincipais atraçõesMorro do Careca  · Forte dos Reis Magos  · Maior cajueiro do mundo  · Ponte Newton NavarroParquesParque das Dunas  · Parque da Cidade  · Cidade da CriançaAtrações naturaisParrachos de Maracajaú e Pirangi  · Batente das agulhas  · Cabo de São Roque  · Lagoa de Arituba  · Lagoa do Carcará  · Lajedo de Soledade  · Pico do Cabuji  · Ponta do Mel  · Serras de Martins  · Serra do PicoMonumentos,prédios e museusPórtico dos Reis Magos  · Alto de Santa Rita  · Castelos Lua Cheia, Di Bivar, Engady e Zé dos Montes  · Centro Histórico de Natal  · Catedrais Nova e Velha  · Memoriais Câmara Cascudo e da Resistência  · Museus Câmara Cascudo, Djalma Maranhão  · Mirante da Gente  · Pedra do Rosário  · Solares Bela Vista e Ferreiro Torto  · Teatro Alberto MaranhãoOutras atraçõesAquário Natal  · Barreira do Inferno  · Faróis do Calcanhar, Galinhos e Mãe Luíza  · Gargalheiras  · Ma-Noa Park  · Planetário Aluísio Alves  · Praça do Natal (em construção)  · Ponta do MorcegoEventos anuaise festividadesCarnatal  · Cidade Junina  · Mada  · Festa de Sant'Ana  · Natal em Natal  · Carnavais: Caicó  · Natal  · Muitos Carnavais  · Carnapau  · CarnaxelitaVeja tambémShopping centers do Rio Grande do Norte  · Aeroporto, Rodoviária e Porto de Natal Divisas litorâneas: Baía Formosa (com a Paraíba) e Tibau (com o Ceará)vde Bairros de MossoróZona norteSanto Antônio  • Barrocas  • Bom PastorZona sulAlagados  • Itapetinga  • Bom Jesus  • Alto da Conceição  • Belo Horizonte  • Bairro Aeroporto  • Boa Vista  • Doze Anos  • Ouro NegroZona lesteAlto de São Manoel  • Planalto 13 de Maio  • Ilha de Santa Luzia  • Dom Jaime Câmara  • Nova Vida  • Vingt-Rosado  • Costa e Silva  • Alto do SumaréZona oesteNova Betânia  • Abolição  • Santa DelmiraZona centralCentro  • Paredões  • Paraíba  • Bom Jardim Rio Grande do Norte,  BrasilvdePrefeitos de Mossoró 1853 - 2012
Antônio Freire de Carvalho ?
Simão Balbino Guilherme de Melo ?
Miguel Arcanjo Guilherme de Melo ?
Luís Manoel Filgueira ?
Francisco Gurgel de Oliveira ?
Euclides Deocleciano de Alburquerque ?
Romualdo Lopes Galvão ?
Manoel Cirilo dos Santos ?
Manoel Benicio de Melo ?
Francisco Pinheiro de Almeida Castro ?
Silvio Policiano de Miranda ?
João Damasceno de Oliveira ?
Antônio Filgueira Filho ?
Antônio Soares do Couto ?
Francisco Izodio de Souza ?
Francisco Vicente Cunha da Mota ?
Jerônimo Rosado ?
Camilo Porto da Silva Figueira ?
Francisco Xavier Filho ?
Rodolfo Fernandes de Oliveira Martins ?
Luis Colombo Ferreira Pinto ?
Rafael Fernandes Gurjão ?
Vicente Carlos Sabóia Filho ?
Conego Amâncio Ramalho ?
Manoel Amâncio Leite ?
Paulo Fernandes de Oliveira Martins ?
Fertuliano Aires Dias ?
Raimundo Jovino de Oliveira ?
Antônio Soares Júnior ?
Francisco Duarte Filho ?
Luiz Ferreira da Cunha Mota ?
Vicente da Mota Neto ?
Francisco de Assis Viana ?
Sebastião de Souza Revoredo ?
Augusto da Escossia Nogueira ?
José Nicodemos da Silveira Martins ?
José Paulino de Souza ?
Gerson Dumareq ?
Jerônimo Dix-Sept Rosado Maia ?
Jorge de Albuquerque Pinto ?
Francisco Vicente de Miranda Mota ?
Jerônimo Vingt Rosado Maia ?
Joaquim Felício de Moura ?
Antônio Rodrigues de Carvalho ?
Joaquim da Silveira Borges Filho ?
Antônio Rodrigues de Carvalho ?
Dix-Huit Rosado ?
João Newton da Escóssia ?
Alcides Fernandes da Silva ?
Rosalba Ciarlini Rosado ?
Sandra Maria da Escóssia Rosado ?
Maria de Fátima Rosado Nogueira ?
Cláudia Regina Freire de Azevedovde Arquitetura e urbanismo de MossoróPraçasPraça Rodolfo Fernandes  • Praça Vigário Antônio Joaquim  • Corredor Cultural de Mossoró  • Praça de Esportes  • Praça da Convivência  • Memorial da Resistência Mossoroense  • Praça da Redenção Jornalista Dorian Jorge FreirePrédiosMuseu Municipal Lauro da Escócia  • Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte  • Palácio da Resistência  • Museu do Petróleo  • Centro Empresarial Caiçara  • Teatro Municipal Dix-Huit Rosado  • Mercado Municipal  • Ginásio Poliesportivo Pedro Ciarlini  • Partage Shopping Mossoró  • Estação das Artes Elizeu VentaniaIgrejasIgreja de São Vicente  • Catedral de Santa Luzia  • Igreja do Alto da Conceição  • Santuário do Sagrado Coração de Jesus  • Igreja de São José Rio Grande do Norte,  Brasilvde Mercado Comum de Cidades ? MercocidadesMercado Comum do Sul ? Mercosul ArgentinaAvellaneda ? Bahía Blanca ? Barranqueras ? Bovril ? Bragado ? Buenos Aires ? Carlos Pellegrini ? Comodoro Rivadavia ? Córdova ? Florencio Varela ? General San Martín ? Gualeguaychú ? Guaymallén ? Hurlingham ? Junín ? La Matanza ? La Plata ? Rioja ? Las Bandurrias ? Lomas de Zamora ? Luján ? Malvinas Argentinas ? Mar del Plata ? María Susana ? Mendoza ? Montecarlo ? Morón ? Necochea ? Olavarría ? Paraná ? Pergamino ? Piamonte ? Quilmes ? Rafaela ? Reconquista ? Realicó ? Resistência ? Río Cuarto ? Rosário ? Salta ? Salto ? San Antonio de los Cobres ? San Fernando del Valle de Catamarca ? San Isidro ? San Jorge ? San Juan ? San Luis ? San Miguel de Tucumán ? San Salvador de Jujuy ? Santa Fé ? Santiago del Estero ? Tandil ? Trelew ? Ushuaia ? Vicente López ? Viedma ? Villa Gesell ? Villa María ? Villa Mercedes ? Zapala  • Zárate BrasilAlvorada ? Anápolis ? Aracaju ? Araraquara ? Barra do Ribeiro ? Bela Vista ? Belém ? Belo Horizonte ? Brasília ? Camaçari ? Campinas ? Caxias do Sul ? Contagem ? Coronel Sapucaia ? Cuiabá ? Curitiba ? Diadema ? Dourados ? Esteio ? Florianópolis ? Fortaleza ? Foz do Iguaçu ? Goiânia ? Gravataí ? Guaíra ? Guarulhos ? Jacareí ? Joinville ? Juiz de Fora ? Londrina ? Macaé ? Maringá ? Mauá ? Mossoró ? Niterói ? Osasco ? Paranhos ? Penápolis ? Petrolina ? Piracicaba ? Porto Alegre ? Praia Grande ? Recife ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Rio de Janeiro ? Rio Grande ? Salvador ? Santa Maria ? Santa Vitória do Palmar ? Santana de Parnaíba ? Santo André ? Santos ? São Bernardo do Campo ? São Borja ? São Carlos ? São Caetano do Sul ? São José do Rio Preto ? São Leopoldo ? São Paulo ? São Vicente ? Sumaré ? Suzano ? Taboão da Serra ? Teresina ? Uberlândia ? Várzea Paulista ? Viamão ? Vitória ? Vitória da Conquista ParaguaiAssunção ? Bella Vista Norte ? Cambyretá ? Capiatá ? Carlos Antonio López ? Concepción ? Coronel Oviedo ? Fernando de la Mora ? Hernandarias ? Horqueta ? Jesús ? Limpio ? San Pedro del Ycuamandiyú ? Pedro Juan Caballero ? Pilar ? Salto del Guairá ? San Lázaro ? Villeta ? Ypehú UruguaiCanelones ? Cerro Largo ? Colônia do Sacramento ? Durazno ? Flores ? Florida ? Maldonado ? Montevidéu ? Paysandú ? Río Negro ? Rivera ? Rocha ? Salto ? San José de Mayo ? Tacuarembó ? Treinta y Tres VenezuelaBarquisimeto ? Caracas ? Cumaná ? Libertador BolíviaCochabamba ? La Paz ? Santa Cruz de la Sierra ? Tarija ChileArica ? Calama ? Chillán Viejo ? Concepción ? El Bosque ? Los Andes ? Puerto Montt ? Quilpué ? Rancagua ? Santiago ? Valparaíso ? Viña del Mar PeruJesús María ? Lima ? Lurin ? La VictoriaCidades fundadoras em itálico.Fonte: Red de Mercociudades: Ciudades Miembrosvde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
vdeMetrópolesMetrópoles globais
São Paulo
Metrópoles nacionais
Brasília
Rio de Janeiro
Metrópoles regionais
Belém
Belo Horizonte
Curitiba
Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
Grajaú
Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
Leme
Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
Malacacheta
Manga
Mantena
Maracaçumé
Matão
Matinhos
Miranda
Miracema do Tocantins
Mirinzal
Mococa
Monte Alegre
Monte Alto
Monte Aprazível
Monte Carmelo
Mostardas
Muçum
Nanuque
Natividade
Nazaré
Neópolis
Niquelândia
Nonoai
Nossa Senhora das Dores
Nova Londrina
Nova Mutum
Nova Petrópolis
Oliveira
Orlândia
Osvaldo Cruz
Olho d'Água das Flores
Ouro Fino
Ouro Preto do Oeste
Palmeira
Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
Pão de Açúcar
Paracatu
Paraguaçu Paulista
Paraisópolis
Paramirim
Paranacity
Paranaíba
Parelhas
Passa-e-Fica
Patu
Paulistana
Peçanha
Pedra Azul
Pedro II
Pedro Afonso
Peixoto de Azevedo
Piancó
Pinheiro Machado
Pio XII
Piraju
Piracuruca
Pitanga
Pitangui
Piumhi
Poções
Ponte Serrada
Pontes e Lacerda
Porteirinha
Porto Calvo
Porto União
Posse
Presidente Epitácio
Presidente Getúlio
Presidente Juscelino
Presidente Venceslau
Princesa Isabel
Prudentópolis
Quatis
Quedas do Iguaçu
Rancharia
Resplendor
Riachão do Jacuípe
Rio Bonito
Rio Negro
Rio Pomba
Rio Real
Rodeio Bonito
Roncador
Rubiataba
Salto do Jacuí
Salvador do Sul
Sananduva
Sanclerlândia
Santa Bárbara
Santa Cruz
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Cruz do Rio Pardo
Santa Filomena
Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
Santana do Livramento
Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
São Bento (Maranhão)
São Bento (Paraíba)
São Benedito
São Domingos
São Francisco
São Gabriel da Palha
São Gotardo
São João Batista
São João do Ivaí
São João do Piauí
São João dos Patos
São João Nepomuceno
São Joaquim da Barra
São José do Cedro
São José do Egito
São João do Rio do Peixe
São João Evangelista
São José do Cedro
São Lourenço do Oeste
São Mateus do Sul
São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
São Valentim
São Vicente Férrer
Sapé
Seara
Sena Madureira
Senador Pompeu
Serafina Corrêa
Serra Dourada
Serro
Simões
Simplício Mendes
Sinimbu
Siqueira Campos
Sobradinho
Sombrio
Sumé
Tabira
Taguatinga
Taió
Taiobeiras
Tangará
Tapejara
Tapes
Taquaritinga
Tarauacá
Tauá
Tenente Portela
Terra Nova do Norte
Teutônia
Tietê
Tramandaí
Três Pontas
Tucumã
Tucunduva
Turmalina
Tutóia
Uiraúna
Umarizal
União
Uruçuí
Valença
Valença do Piauí
Valente
Várzea da Palma
Vazante
Venda Nova do Imigrante
Veranópolis
Viana
Vigia
Vila Rica
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Vitorino Freire
Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)vde Rio Grande do Norte Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalNatalDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões metropolitanas e RIDEsNatalMais de 200 000 habitantesNatal  • Mossoró  • ParnamirimMais de 50 000 habitantesSão Gonçalo do Amarante  • Macaíba  • Ceará-Mirim  • Caicó  • AssuMais de 20 000 habitantesCurrais Novos  • São José de Mipibu  • Nova Cruz  • Apodi  • Santa Cruz  • João Câmara  • Touros  • Canguaretama  • Macau  • Pau dos Ferros  • Areia Branca  • Extremoz  • Baraúna  • Goianinha  • Santo Antônio  • São Miguel  • Monte Alegre  • ParelhasVeja tambémInterior do Rio Grande do NorteNordeste, Brasil
Portal do Rio Grande do Norte Portal de Mossoró