criar site brusque em Jequié

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Jequié

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Município de Jequié
"Cidade Sol" "Chicago Baiana"
BandeiraBrasãoHino
Aniversário25 de outubro
Fundação1897 (122 anos)
Gentílicojequieense
LemaTodo Poder Emana do Povo
Prefeito(a)Sérgio da Gameleira.[1] (PSB)
Localização
Localização de Jequié na BahiaJequié Localização de Jequié no Brasil
13° 51' 28" S 40° 05' 02" O13° 51' 28" S 40° 05' 02" O
Unidade federativaBahia
MesorregiãoCentro-Sul Baiano IBGE/2008[2]
MicrorregiãoJequié IBGE/2008[2]
Municípios limítrofesIpiaú, Aiquara, Apuarema, Boa Nova, Itagi, Jaguaquara, Jitaúna, Lafaiete Coutinho, Manoel Vitorino, Maracás.
Distância até a capital365 km
Características geográficas
Área3 035,423 km² [3]
População155 800 hab. (BA: 9°) ? estimativa IBGE/2018[4]
Densidade51,33 hab./km²
Altitude215 m
ClimaSemi-árido
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,665 médio PNUD/2010[5]
Gini0,55 PNUD/2010[6]
PIBR$ 2 438 384 mil IBGE/2016[7]
PIB per capitaR$ 15 062,91 IBGE/2016[7]Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Em 2018 a cidade tinha uma população estimada em 155 800 habitantes.[4]
Ficou conhecida nacionalmente quando se tornou meme na internet após a Prefeitura Municipal distribuir mochilas grandes demais para alunos da educação infantil. Jequié chegou a entrar nos Trending Topics do Twitter.[8]Índice1 História1.1 Origens
1.2 Emancipação política
1.3 Jequié: capital da Bahia
1.4 Destruição e recomeço
1.5 Desenvolvimento urbano e crescimento econômico
1.6 Antigos nomes dos logradouros jequieenses
1.7 Prefeitos de Jequié desde a redemocratização (1985)
2 Subdivisões
3 Economia
4 Monumentos
5 Meio Ambiente5.1 Principais ameaças ambientais
5.2 Consequências
5.3 Mitigação dos Impactos Ambientais
5.4 Biologia da Conservação
5.5 Alguns trabalhos sobre a biodiversidade local
6 Demografia6.1 Crescimento da população jequieense
6.2 Imigrações6.2.1 Imigração italiana em Jequié
6.2.2 Outros imigrantes
6.2.3 Aportuguesamento de prenomes e sobrenomes
7 Infraestrutura7.1 Saúde
8 Localização geográfica
9 Cultura
10 Esporte
11 Religião11.1 Maçonaria
12 Segurança pública
13 Eventos e datas comemorativas
14 Cidades-irmãs
15 Filhos ilustres
16 Bibliografia
17 Referências
18 Ver também
19 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
Origens[editar | editar código-fonte]
A palavra Jequié deriva do Tupi, JEQUI: cesto afunilado, usado como armadilha para peixes, tendo como variações cacuri, jequiá, jiqui, jiquiá, juquiá, jequié.
O município se desenvolveu a partir da movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio de Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio de Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.
O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.
Pelo curso navegável do Rio de Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.
Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão dos comerciantes italianos: José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores.Emancipação política[editar | editar código-fonte]
Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e dele se desmembrou em 1897, tendo como primeiro intendente (prefeito) Urbano Gondim. A partir de 1910 é que se torna cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos. O nome "Jequié" é uma palavra indígena para designar "onça", em alusão a grande quantidade desses animais na região. Outros historiadores já afirmam que o topônimo tem origem no "jequi", um objeto afunilado, muito utilizado pelos índios mongoiós para pescar no Rio de Contas.Jequié: capital da Bahia[editar | editar código-fonte]
Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então Presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié, ocasionando imediata reação do Governo Federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia desse mesmo governador, que adotara a medida. Jamais tendo se constituído de fato, o gesto entretanto marcou a História da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo pelo o bombardeio da capital, provocando o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.Destruição e recomeço[editar | editar código-fonte]
Depois da terrível enchente de 1914, que destruiu quase tudo em Jequié, a feira, o comércio e a cidade passaram a desenvolver-se em direção às partes mais altas. Após a enchente, Jequié ficou conhecida como a "Chicago Baiana", pois essa cidade norte-americana também foi destruída, em 1871, e teve que recomeçar quase do zero. A diferença é que Jequié acabou em água e Chicago em fogo. Em 1919, o então intendente Antero Cícero dos Santos, inaugurou o cemitério municipal São João Batista, no atual bairro do Joaquim Romão.Desenvolvimento urbano e crescimento econômico[editar | editar código-fonte]
No dia 1 de setembro de 1923 foi instalada a agência do Banco do Brasil em Jequié. Primeiro funcionou no saudoso "Sobrado dos Grillos", depois foi para a Avenida Rio Branco, em seguida para a Praça Ruy Barbosa, e nos dias atuais funciona na Rua da Itália. A cidade foi a primeira da região sudoeste da Bahia a ter uma agência do Banco do Brasil. Jequié foi emancipada durante o governo de Luís Viana (1896-1900).
Apesar das ações de desmatamento que acabaram por assorear o Rio de Contas, impossibilitando a navegação, a cidade seguiu firme em direção ao progresso e, em 1927, festejou a chegada da "Estrada de Ferro Nazareth". Nesse tempo, Jequié era a quarta cidade mais importante da Bahia e teve no comerciante Vicente Grillo o seu grande benemérito. Em 1930, com o advento da Revolução, o então intendente (prefeito) Geminiano Saback teve que deixar o cargo, interrompendo assim o seu projeto de pavimentar a cidade.
Durante a gestão do advogado Virgílio de Paula Tourinho (1934-1937), a cidade entrou em um rush de obras jamais visto. A feira foi deslocada da Praça Ruy Barbosa para a Praça da Bandeira, onde antes havia um mangueiro. As ruas do centro foram calçadas e a zona de meretrício foi deslocada do Beco do Cochicho (Rua Damião Vieira) para a antiga Ladeira do Maracujá, hoje parte da Rua Manuel Vitorino, que na época ficava fora do perímetro urbano.
Com a reforma ortográfica de 1943, um grupo de intelectuais propôs a mudança da grafia do nome da cidade para "Jiquié", ideia que não vingou. Em 1948, a retirada de uma gameleira centenária, situada na Praça Ruy Barbosa, causou grande comoção popular. No mesmo ano, artistas e intelectuais cantam e publicam poesias para homenagear a árvore desaparecida.
Durante as décadas de 40 e 50, foram aterradas as várias lagoas que existiam nas proximidades do centro. Segundo o discurso apresentado pelos políticos da época, elas atrapalhavam no crescimento da cidade. Foi um grave erro. Tal atitude, somada com a destruição da mata ciliar do Rio de Contas, contribuiu para aumentar o aquecimento climático de Jequié. Entre as muitas lagoas aterradas, podem ser citadas a Lagoa do Maringá (atualmente um largo), a Lagoa da "Manga do Costa" (hoje Centro de Abastecimento Vicente Grillo), e a Lagoa que se localizava ao fundo do Jequié Tênis Clube. Nesta última, em fins dos anos 30, havia prática de esportes como remo, natação e outras recreações.
Em 1954, o então prefeito Lomanto Júnior inaugurou, na Praça da Bandeira, o Mercado Municipal de Jequié, um dos melhores do interior do estado.Antigos nomes dos logradouros jequieenses[editar | editar código-fonte]Nome antigo
Nome atual
Beco do Cochicho
Rua Damião Vieira
Beco de Lindaura Perninha
Rua Joana Angélica
Caixa de Fósforo
Rua Ariston Barbosa (bairro Joaquim Romão)
Ladeira da Balança
Rua José Moreira Sobrinho
Ladeira do Maracujá
Rua Manuel Vitorino (parte ladeirada)
Ladeira do "Quebra-Bunda"
Rua Mota Coelho (parte ladeirada)
Ladeira do Vinte e Sete
Viaduto Daniel Andrade
Manga do Costa
Centro de Abastecimento Vicente Grillo
Praça Castro Alves
espaço entre as Ruas Virgílio Tourinho e Trecchina
Praça São João
Praça Coronel João Carlos Borges
Rua 1 de Janeiro
Avenida Alves Pereira
Rua da Areia
Rua Félix Gaspar
Rua da Esperança
Rua Mota Coelho
Rua da Gameleira
Avenida Lomanto Júnior
Rua das Pedrinhas
Rua 15 de Novembro
Rua Maracás
Rua Bertino Passos
Rua Pirajá/Rua Laudelino Barreto
Avenida Rio BrancoPrefeitos de Jequié desde a redemocratização (1985)[editar | editar código-fonte]
A Praça Ruy Barbosa no início dos anos 30.Prefeito
Período
Landulfo Caribé
(1983-1986)
José Simões de Carvalho (interino)
(1986)
Landulfo Caribé
(1986-1987)
Luiz Amaral
(1988-1992)
Lomanto Júnior (3º período administrativo)
(1993-1996)
Roberto Britto
(1997-2000)
Roberto Britto (2º mandato - reeleito)
(2001-2004)
Reinaldo Pinheiro
(2005-2008)
Luiz Amaral (2º período administrativo)
(2009-2012)
Tânia Britto
(2013-2016)
Sérgio da Gameleira
(2017-2020)Subdivisões[editar | editar código-fonte]
Vista do Alto da Matriz.
Jequié tem 2.969,034 km²(IBGE), possuindo os seguintes distritos: Fazenda Velha, Florestal, Itaibó, Boaçu, Itajuru, Monte Branco, Baixão, Oriente Novo, Tamarindo e Barra Avenida.
Sua sede também está dividida em muitos bairros, entre eles estão Curral Novo, Jequiezinho, Mandacaru, Alto da Boa Vista, São Luiz, Campo do América, Joaquim Romão, Cidade Nova, Jardim Alvorada, Jardim Eldorado, Vila Rodoviária, Água Branca, Urbis I (Casas Populares), Urbis III e IV (Agarradinho), Pedras do Parque, Bairro km 3 e km 4, Bela Vista, Gustavo Ribeiro, São José, Pompílio Sampaio, São Judas Tadeu, Parque das Algarobas, Osvaldo Costa Brito, Mirassol, Tropical, Itaigara, Brasil Novo, Vovó Camila, Amaralina, Caranguejo (Prodecó), Zimbrunes, Baixa do Bonfim, Quilombo Urbano de Barro Preto, Sol Nascente, Cururu, Pau Ferro, Alto do Cemitério, Posto Manoel Antônio e Inocoop.Economia[editar | editar código-fonte]
A pecuária e a agricultura foram a base de todo desenvolvimento de Jequié. O município tem uma diversidade produtiva no que refere à agricultura, destacando-se o cacau, o café, a cana-de-açúcar, maracujá, melancia entre outros.
No setor pecuário sua força se concentra principalmente na bovinocultura e caprinocultura, sem desmerecer os galináceos, a equinocultura, a ovinocultura e suinocultura.
O setor mineral é contemplado com a exploração de jazidas de granito das variedades "Kashmir Bahia" e "Verde Bahia". Possui ainda reservas de ferro, mármore e calcário.
Outro fator importante na economia do município é o Poliduto de derivados de petróleo e álcool, da BAJEQ/Petrobrás, que proporcionou a implantação das bases de distribuição das maiores empresas do setor, tais como: Petrobrás, Esso, Shell, Petroserra e outras. Tendo Jequié à condição de principal centro de distribuição de derivados de petróleo indo até parte de Minas Gerais e Espírito Santo. A capacidade de armazenamento da base de distribuição é de 57.000 barris de álcool, 40.000 barris de gasolina, 154.000 barris de óleo diesel e 288.000 barris de GLP - gás de cozinha. Capacidade essa que já está quase que triplicada com a implantação da unidade de retribuição das principais distribuidoras de combustível do país.
O comércio da cidade é bem diversificado e absorve boa parte das pessoas empregadas. O município tem uma posição estratégica na microrregião e é responsável por parte de seu abastecimento. Jequié possui 302 empresas do setor industrial (micro, pequena, média e grandes empresas), 1.020 do setor de comércio, 1.230 do setor de prestação de serviços e sete agências bancárias: Banco do Brasil, (2) Caixa Econômica Federal, Bradesco, (2) Itaú e Banco do Nordeste, além de duas cooperativas de crédito que atuam como instituição financeira: Sicoob e Unicred. A cidade ainda conta com um Distrito Industrial formado por 37 empresas voltadas para produção de alimentos, calçados, confecções, madeira, plásticos, tanques, pias e sabões de velas, que emprega ao todo 7.276 funcionários (SUDIC, out/2016). Entre 2006 e 2008 foram injetados mais de dez milhões de reais no comércio de Jequié com a aquisição de materiais de construção para o maior projeto habitacional do Estado, com a construção de 604 casas populares.[carece de fontes?]Monumentos[editar | editar código-fonte]
Obelisco de Jequié na Praça Ademar Nunes Vieira, conhecida popularmente como "Praça da Bíblia", bairro Jequiezinho.
A cidade tem monumentos, o principal deles é o Obelisco de Jequié, localizado na Praça Ademar Nunes Vieira, também conhecida por "Praça da Bíblia", bairro Jequiezinho.Meio Ambiente[editar | editar código-fonte]
A cidade de Jequié compreende os biomas Caatinga e Mata Atlântica, com uma zona de transição conhecida como Mata de Cipó, e é abastecida pela bacia do Rio de Contas. Apresenta riqueza de espécies tanto em flora quanto em fauna.
O clima predominante é o semiárido.
Dados climatológicos para Jequié
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)293029282724242426282930 27,3
Temperatura mínima média (°C)191919191817161617181919 18
Precipitação (mm)8472945740403730934293107 789
Fonte: Climatologia[9] Principais ameaças ambientais[editar | editar código-fonte]
A agropecuária causa grande impacto ambiental na região pela substituição da vegetação nativa pelo plantio de pastagens para alimentação dos rebanhos.
A extração de madeira[10] para construção civil e para produção de carvão, a poluição do Rio de Contas[11][12], bem como o tráfico de animais[13][14] também são consideradas como ações de forte impacto ambiental regional, além da Ferrovia da Integração Oeste-Leste[15] com uma extensão de 1.490 km (1.100 km na Bahia) tem sua implantação dividida em três trechos: 530 km ? Ilhéus/Caetité passando por Jequié, 413 km Caetité/Barreiras e 547 km Barreiras/Figueirópolis (TO).Consequências[editar | editar código-fonte]
Ações provocadas pelo ser humano desencadeiam uma série de consequências drásticas para o ambiente, a fauna e flora que o compõem. Desmatamento ocasionado para implantação de pasto, extração de madeira, inserção de novas culturas, construção civil. Superexploração de recursos naturais[16] gera esgotamento ou comprometimento da disponibilidade destes recursos. Queimadas alcançam ampla distribuição e propagação, o que a torna letal a vegetação e animais dos locais afetados. Poluição, descarte de esgotos domésticos e industriais nas águas, os resíduos dispensados tornam o ambiente alterado, inviável para permanência de determinadas espécies.
Quando o ambiente tem seu equilíbrio comprometido, seja a nível de solo, ar, água, os seres que fazem parte desse ambiente enfrentam dificuldades para viver neste local. Os recursos alimentares tornam-se escassos, o que aumenta a competição entre a população desses indivíduos. O habitat natural dos animais pode ser perdido e consequentemente espécies poderão se ausentar.Mitigação dos Impactos Ambientais[editar | editar código-fonte]
Para se mitigar os impactos é necessário profundo conhecimento do meio ambiente, no entanto, a demanda de estudos específicos para a região de Jequié ainda é escassa e isso demonstra a importância de se conhecer melhor sua fauna e flora, para que sejam criadas iniciativas de preservação de sua biodiversidade.Biologia da Conservação[editar | editar código-fonte]
Uma ciência que visa a conservação da biodiversidade. Está relacionadas a questões que envolvem conscientização, preservação, recuperação de sistemas degradados. Estudos científicos são fundamentais para se obter conhecimento sobre espécies, seu comportamento, sua fisiologia. A partir de estudos concretizados a Biologia da Conservação poderá atuar de forma consistente.Alguns trabalhos sobre a biodiversidade local[editar | editar código-fonte]
A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia] possui um programa de Pós Graduação em Genética Biodiversidade e Conservação, onde alguns estudos sobre a biodiversidade local são realizados.TaxonTipo de TrabalhoAnoTítulo
Melipona monduryecológico2015ANÁLISE MELISSOPALINOLÓGICA E RECURSOS POLÍNICOS UTILIZADOS POR Melipona mondury Smith 1863 (Hymenoptera: Apidae) NA MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DA BAHIA[17]
THYSANOPTERA: PHLAEOTHRIPIDAEecológico2015MORFOMETRIA GEOMÉTRICA APLICADA A ESTUDOS POPULACIONAIS EM DUAS ESPÉCIES DO GÊNERO GYNAIKOTHRIPS (THYSANOPTERA: PHLAEOTHRIPIDAE)[18]
CHARACIFORMES: CHARACIDAEgenética2015DIVERSIDADE GENÉTICA E MORFOMÉTRICA DO GÊNERO Nematocharax (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) EM BACIAS DO LESTE DO BRASIL[19]
Lignobrycon myersigenética2014Análise genética da piaba-facão Lignobrycon myersi (Osteichthyes, Characiformes), espécie ameaçada do Estado da Bahia[20]
Mimosa tenuifloragenética2014Diversidade e estrutura genética de Mimosa tenuiflora (Wild.) Poir.: Importante recurso florestal do semiárido brasileiro[21]Demografia[editar | editar código-fonte]Cor/RaçaPorcentagem
Branca26%
Parda60,3%
Negra12,5%
Amarela0,8%
Indígena0,2%
Fonte: Censo 2010 - IBGE[22]Crescimento da população jequieense[editar | editar código-fonte]Ano
Nº de Habitantes
Fonte
1910
11.731
Capítulos da História de Jequié
1930
40.676
Álbum Artístico, Commercial e Industrial do Estado da Bahia
1949
95.000
Quatro Séculos de História da Bahia
1970
83.895
Cartilha Histórica da Bahia
1998
144.572
Grande Enciclopédia Larousse Cultural 1995/Nova Cultural Ltda 1998
2009
150.541
Almanaque Abril 2010
2010
151.895
IBGE
2013
161.391
IBGE
Crescimento populacional
Censo
Pop.%±
19006,653?192029,453342,7%194067,340128,6%195072,0006,9%196076,5426,3%197083,8959,6%1980101,45220,9%1991139,43237,4%2000144,5723,7%2010151,8955,1%Est. 2017162,2096,8%Fonte: IBGE[23]
Percebe-se claramente que entre os anos de 1949 a 1970, a população de Jequié decresceu. O motivo foi a emancipação dos municípios de Aiquara, Itagi e Jitaúna.
Imigrações[editar | editar código-fonte]
Imigração italiana em Jequié[editar | editar código-fonte]
Edifício-sede da firma "Grillo Lamberti & Cia", já demolido, maior símbolo da imigração italiana em Jequié. Exibia fachada neorrenascentista.
Jequié é a cidade baiana que mais recebeu imigrantes italianos no estado da Bahia, embora a colônia tenha entrado em decadência a partir de meados do século XX. Diferente do que aconteceu com a colônia italiana de Itiruçu, por exemplo, que apesar da miscigenação com brasileiros de diversas etnias, houve uma certa conservação de costumes[24].
.
Os italianos radicados em Jequié vieram principalmente de Trecchina (pronuncia-se Tréquina), na região da Basilicata. O pioneiro foi o já citado José Rotondano (nome de origem: Giuseppe), que viu em Jequié um grande potencial econômico, na época arraial de passagem para tropeiros. Com o tempo vieram mais conterrâneos seus, que foram de significativa importância para o crescimento da cidade. Tanto, que na década de 1930 o italiano Vicente Grillo era um dos homens mais ricos da Bahia, e Jequié era a quarta cidade do estado em economia.Italianos de destaque durante a primeira metade do século XX
José Rotondano (italiano: Giuseppe): pioneiro da colônia italiana em Jequié
Vicente Grillo (italiano: Vincenzo): capitalista, grande filantropo e benemérito
Antonio Lomanto: era mais conhecido como "Tote Lomanto", foi agricultor, fazendeiro e pai do ex-governador Lomanto Júnior
Giovanibattista Scaldaferri (o Batista), que, com seus irmãos Antônio, Attilio e Ferdinando[25], tiveram grande atuação na cidade com a empresa Batista Scaldaferri & Irmãos, bem como à frente do Vice-Consulado da Itália na Bahia, entre 1914 e 1930
Padre Spínola: educador, fundou o "Gymnasio de Jequié" (CEMS)
Fernando Biondi (italiano: Ferdinando) e Almerico Biondi (italiano: idem): irmãos e donos da "Grande Padaria Bahiana", a maior em Jequié na época
Miguel Ferraro (italiano: Michele): dono do "Bar e Pastellaria Fascista", que fechou em 1942 por ordem do governo brasileiro, durante período da Segunda Guerra Mundial
Geraldo Orrico (italiano: Gerardo): empresário e sócio-fundador da "Geraldo Orrico & Cia", firma fundada em 1907
André Leto (italiano: Andrea): foi proprietário, ainda nos anos 20, de um dos primeiros cinemas de Jequié, o "Ítalo-Brazil"
Outros imigrantes[editar | editar código-fonte]
Além dos italianos, Jequié acolheu imigrantes de outras nacionalidades, principalmente sírios, libaneses, judeus e espanhóis. A maioria foram atraídos pelo sucesso que a colônia italiana vinha obtendo na época. Embora em menor número, esses imigrantes também foram de grande importância para o crescimento da cidade, onde boa parte se dedicaram ao comércio. Entre os espanhóis destaca-se o engenheiro Apolinário Peleteiro, que ostentava grande prestígio durante a primeira metade do século XX. Dos judeus e sírio-libaneses, é possível mencionar as famílias: Cohim, Morbeck, Saback, Salomão, Erdens, dentre outras. Tropas revolucionárias durante missa campal na Praça Ruy Barbosa, em 15 de novembro de 1930.
Aportuguesamento de prenomes e sobrenomes[editar | editar código-fonte]
Um fato muito interessante foi o "aportuguesamento" de prenomes e sobrenomes estrangeiros. Muitos imigrantes viam nessa prática uma forma de se "familiarizarem" com o país que os acolhia. A intenção do estrangeiro era ser aceito, com mais facilidade, pelas pessoas com quem passariam a conviver.
Com isso, quase todos os italianos de prenome Giuseppe tiveram a grafia modificada para José. É o caso do comerciante Giuseppe Rotondano que chegou em Jequié ainda no século XIX. Outro caso similar foi o do empresário Vincenzo Grillo, que teve o prenome modificado para Vicente. Já o também italiano Andrea Leto preferiu ser conhecido como André.
Os sobrenomes também foram modificados, por causa dos frequentes erros de escrivães em cartórios. A família Senhorinho, por exemplo, tem origem um tanto obscura, e talvez foi fruto desses erros de cartório. Provavelmente, a palavra é uma corruptela da italiana Signorino. Da mesma forma, os sobrenomes espanhóis Peletero e Sanchéz, viraram Peleteiro (com i) e Sanches (com s e sem acento). Semelhantemente ocorreu com a família judaica Cohen, que teve a grafia modificada para Cohim.Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Posto da Polícia Rodoviária Federal em Jequié
Saúde[editar | editar código-fonte]
Jequié conta com o Hospital Geral Prado Valadares, um hospital regional da rede Sistema Único de Saúde e referência para aproximadamente 30 municípios. Fundado em março de 1947, conta com 155 leitos e é campo de estágio para estudantes da área de saúde da Faculdade de Tecnologia e Ciências, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e Escola Técnica de Enfermagem.
Possui ambulatórios de urologia, pediatria, ortopedia, ginecologia, psiquiatria e neurologia, onde realiza internamentos nas especialidades de pediatria, clínica médica, obstetrícia, cirurgia geral e psiquiatria, com cerca de 11 500 atendimentos ambulatoriais por mês. É o único hospital da cidade que presta atendimento a grandes emergências na região.
Trânsito
Jequié é cortada literalmente pelas rodovias federais BR-116 e BR-330. A primeira faz a ligação longitudinal norte-sul, com uma extensão municipal de 60 kms, além de ter na BR-330 a ligação entre a Chapada Diamantina e a Zona Cacaueira. Nas rodovias estaduais temos as BA-130, BA-547, BA-549, BA-555, BA-558 e BA-891.Localização geográfica[editar | editar código-fonte]Localização geográfica de Jequié
MaracásEntrocamento de JaguaquaraFlorestal (distrito)
Apuarema
Jequié Manoel Vitorino ? ?JitaúnaCultura[editar | editar código-fonte]
Criada através da Lei Municipal n.º 1.793, de 22 de dezembro de 2008 a SECUT - Secretaria Municipal de Cultura e Turismo dispõe em seu organograma uma Diretoria de Gestão Cultural, Programas e Projetos e outra Diretoria de Desenvolvimento do Turismo. Como órgão colegiado está o Conselho Municipal de Cultura.
O Município de Jequié, avança no setor cultural, com a publicação de editais públicos de incentivo à cultura local, dispondo ainda de um Fundo Municipal de Cultura, e da Lei nº1.450 de incentivo à cultura por meio de dedução fiscal.
A Secretaria da Cultura e Turismo, promove o São João do município de Jequié, tido entre os maiores eventos do calendário junino baiano, onde se apresentam grandes nomes da música brasileira, além de incentivar à apresentação dos folguedos tradicionais.
A Academia de Letras de Jequié foi fundada em 20 de junho de 1997 e reúne intelectuais da cidade.
Atualmente, a SECUT - Secretaria da Cultura e Turismo, conduzida interinamente por Irailton Santos de Jesus (bacharel em Ciências Contábeis), está responsável pela execução da política pública de cultura no âmbito municipal, com a colaboração das diretorias: Depto. Administrativo, Programas e Projetos Culturais, conduzida pelo mesmo secretário, Promoção Cultural, conduzido pelo empresário Ricardo Brito Ferreira e diretoria de Desenvolvimento do Turismo, conduzido pelo enfermeiro Saillon Santos Silva.
A SECUT mantém uma grade fixa de projetos culturais, a serem realizados durante todo o ano, na Casa da Cultura Pacífico Ribeiro, além de outras atividades de dinamização e promoção da cultura no Teatro Municipal, Biblioteca Municipal e Museu Histórico.Esporte[editar | editar código-fonte]
Associação Desportiva Jequié é um time de futebol da cidade de Jequié Bahia. Foi fundado em 20 de novembro de 1969. Seu mascote é um bode. Seu uniforme é camisa amarela com listras azuis e brancas, calção azul e meias azuis. Seu estádio, Valdomiro Borges, o ?Valdomirão?, tem capacidade para 10 mil pessoas, em 1994 o ADJ chegou ao 3º Lugar na 1ª Divisão do Campeonato Baiano. No ano de 2017 o ADJ foi campeão da 2ª divisão do campeonato bahiano, ganhando os dois jogos disputados na final (1x4 e 3x1) contra a equipe do cajazeiras. Foi uma verdadeira festa na cidade já que o time não tem grandes feitos no meio do esporte.
Jequié também tem tradição no Futsal ou Futebol de Salão sempre formou boas equipes em disputas de torneios, campeonatos e outros, inclusive em nível de Brasil como o caso do Jequié Tênis Clube que disputou Taça Brasil de Futebol de Salão Masculino nos anos 80, Colégio Piaget na 2ª Divisão da Taça Brasil de Futsal Masculino Sub-17 em 2010 e nos últimos anos vem sendo bem representado pelo Jequié Esporte Clube com o 3º Lugar na 1º Divisão da Taça Brasil de Futsal Feminino Sub 17 em 2013 e o 3º Lugar na Taça Nordeste Futsal Feminino em 2015, além inúmeros títulos baianos juvenis e boas campanhas.
Em Jequié também cresce muito o ciclismo, dentre as várias modalidades, a cidade conta com grandes nomes do MTB, XC, Speed e Downhill que representam o nome da cidade e do estado em competições na Bahia e Brasil. A vertente do ciclismo mais forte em Jequié é o Downhill. Foi uma das cidades pioneiras do Downhill na Bahia, através da Equipe No Rastro de propriedade dos pilotos Péricles Maia e Daniel Rodrigues. A sua primeira competição de de DH (Downhill) foi na Trilha da Vaca Louca (Fazenda Maravilha II) de propriedade da Família Borges. A cidade abriga os melhores pilotos de Downhill da Bahia, inclusive o primeiro Campeão Baiano de Downhill, Luciano Bastos, proprietário da loja Aro 10. O primeiro Campeonato Baiano de Downhill foi organizado pelos representantes da Federação Baiana de Ciclismo Péricles Maia e Wagner Figueiredo (Guiné), sendo a final do campeonato sediada em Jequié. Na sequência em 2011, Jequié faz mais um nome como Campeão Baiano de Downhill, o piloto Péricles Maia se consagra Campeão Baiano de Downhill 2011, Vice-Campeão Nordestino de Downhill e Vice-Campeão Baiano de Bicicross, sendo o único piloto que atualmente representa Jequié na modalidade.
No Cross Country (XC) nomes como Mazinho, "Perna", Au, Alexandre e outros tem se destacado no cenário Baiano. No Speed quem se destacava é o piloto Aristides Junior, mais conhecido como (Gú). Piloto ficou em 2011 entre os cinco melhore pilotos baianos.
Outras modalidades que crescem na cidade são, Dirt Jump e Street, que são modalidades mais extremas, onde saltos e manobras com a bicicleta são contados. A Equipe No Rastro é também a pioneira da modalidade na cidade, com eventos como o No Rastro Mega Urban, No Rastro Dirt Fight e o Mega Urban Bola de Neve.Religião[editar | editar código-fonte]
A maioria da população é cristã, sendo parte pertencente a Igreja Católica, e outra, de protestantes.Catolicismo
O catolicismo chega em Jequié com os portugueses, e é fortalecido ainda mais depois da chegada dos imigrantes italianos no final do século XIX. O padroeiro da cidade, Santo Antônio, foi escolhido em um consenso entre essas duas presenças pioneiras, pois o santo nasceu em Portugal e teve uma participação muito importante na Itália. A primeira Igreja de Santo Antônio foi construída no final do século XIX, mas desabou com a terrível enchente do Rio das Contas no ano de 1914. Uma segunda foi concluída em fins da década de 1930, exibindo um estilo neogótico e sendo considerada até hoje uma das mais bonitas do interior da Bahia. O seu relógio veio da Itália e foi um presente do capitalista Vicente Grillo. A Diocese de Jequié é composta por quatro regiões pastorais, que por sua vez é divida em trinta paróquias. Das paróquias se destacam:Catedral de Santo Antônio de Pádua - Centro
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Jequiezinho
Nossa Senhora das Graças - Joaquim Romão
Convento dos Padres Passionistas - Jequiezinho
São José Operário - São José
Igreja Sagrado Coração de Jesus - Mandacaru
Protestantismo
Os protestantes chegam em Jequié na década de 1890 e são majoritariamente batistas. O primeiro templo protestante inaugurado na cidade foi o da Egreja Evangelica Baptista, situada na rua das Pedrinhas, e posteriormente Primeira Igreja Batista, já na Rua Dom Pedro II, em 8 de dezembro de 1901. Nos anos 1950 a Assembleia de Deus ganha seus primeiros fiéis em Jequié, não demorando para obter uma enorme popularidade. A partir daí houve um crescimento cada vez maior das igrejas pentecostais e neopentecostais, que apareceram de início nas periferias e depois se espalharam por toda a cidade. As promessas de cura divina e os milagres, muitos deles comprovados até pela medicina humana, atraíram milhares de fiéis. Ultimamente essas vertentes do protestantismo, como a Deus é Amor, a Universal do Reino de Deus e a Mundial do Poder de Deus, vêm apresentando um grande e significativo crescimento. Dentre as igrejas protestantes, se destacam:Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Joaquim Romão (Templo Sede)
Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Amaralina (2º Igreja)
Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Cidade Nova (3º Igreja)
Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Mandacarú (7º Igreja)
Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Jardim Tropical (5º Igreja)
Comunidade Evangélica Shema - Joaquim Romão
Primeira Igreja Batista de Jequié - Centro
Igreja Batista Monte Horebe - Centro
Igreja Batista do Jequiezinho
Igreja Batista Sião - Campo do América e Loteamento Sol Nascente
Igreja Batista Betânia - Joaquim Romão
Igreja Adventista do Sétimo Dia - Centro
Igreja Adventista do Sétimo Dia - Cansanção
Igreja Adventista do Sétimo Dia - Joaquim Romão I
Igreja Adventista do Sétimo Dia - Jequiezinho
Igreja Adventista do Sétimo Dia - Jardim El Dorado
Congregação Cristã no Brasil
Igreja do Evangelho Quadrangular - Jequiezinho
Igreja Presbiteriana Renovada - Joaquim Romão
Igreja Presbiterianado Brasil - Jequiezinho
Igreja Universal
Igreja Bola de Neve Jequié
MEICIN - Ministério Evangélico Internacional Cidade Nova (Av. Gustavo Santos Ribeiro, 1399, Cidade Nova)
Igreja Batista Independente Belém- Jequiezinho
Igreja assembléia de Deus ( com 28 igrejas e congregações )
Igreja Monte Síão - Jequiezinho (Sede)
Igreja Monte Sião - Vila Aeroporto (2º Igreja)
Igreja Monte Sião - Rua João Rosa (3º Igreja)
Igreja Família de Deus
Mormonismo
Os primeiros missionários de a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias chegaram em Jequié em Dezembro de 1990. Chegaram quatro missionários que se reuniram numa casa. Agora tem dois ramos da igreja, e se reúnem em Praça Otaviano Saback, 155, Centro.Maçonaria[editar | editar código-fonte]
Apoio Rodoviário de Jequié.
A cidade possui três lojas maçônicas: "União Beneficente - GLEB", " Obreiros do Rio das Contas - GOB" e "Areópago Jequieense - GLEB", e o "Triângulo Maçônico Força e Luz" - GOB. A última Loja Maçônica citada situa no bairro do Jequiezinho, enquanto as outras se localizam no centro. Já o Triângulo Força e Luz está localizado no bairro São Luiz. A "União Beneficente" foi a primeira loja em Jequié, fundada em 28 de janeiro de 1929, e ocupa o Edifício São João, construído em 1946. Todas as lojas possuem sede própria. Cidade Nova, Jequié - BA
Jequié faz parte do 6º Distrito da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia e da 2ª Inspetoria Litúrgica do Estado da Bahia do Supremo Conselho do Grau 33 do R.'.E.'.A.'.A.'. para a República Federativa do Brasil. O delegado do G.'.M.'. e Sob.'. Gr.'. Inspetor Litúrgico é o Ir.'. Cid Carvalho Teixeira, 33.Segurança pública[editar | editar código-fonte]
Jequié é servida pela Polícia Civil, sediando a 9ª COORPIN- Coordenadoria de Polícia do Interior, que abrange 24 cidades da região- conta ainda com a 1ª DT - Primeira Delegacia Territorial-, com a DRFR - Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos- e a DEAM- Delegacia Especializada em Atendimento a Mulher-, ainda pelo 19º Batalhão da Polícia Militar, pela PM/CIPE Central e também pelo 8º Grupamento de Bombeiros Militar. A cidade ainda conta com um conjunto penal com capacidade para 363 detentos, unidades da Polícia Rodoviária Federal e Polícia Rodoviária Estadual, além do Tiro de Guerra - 6ªRM TG 06-009.Eventos e datas comemorativas[editar | editar código-fonte]
Junho: Trezenário (dias 1º até 13) de Santo Antônio de Pádua (padroeiro) e Festa de São João.
Julho: Desfile Cívico no dia 2 de julho (Independência da Bahia).
Setembro: Desfile Cívico de 7 de setembro (Independência do Brasil); No dia 27, muitas residências e terreiros jequieenses oferecem um caruru à Cosme e Damião, sincretizados com os ibejis pelas religiões afro-brasileiras.
Outubro: Desfile Cívico no dia 25 de outubro - aniversário da cidade.
Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]
Trecchina, Itália - terra natal da maioria dos imigrantes italianos de Jequié; reconhecimento público desde 1963.
Jequié integra a Associação Internacional das Cidades Educadoras.[26][27]Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]
César Borges, foi Deputado Estadual e Governador da Bahia, ambos duas vezes, Senador da República (2002-2010); Ministro dos Transportes Federal.
Domingos Ailton Ribeiro de Carvalho, escritor, poeta, jornalista e professor universitário.
Djalma Gomes da Silva, Educador.
Lomanto Júnior, político, foi prefeito de Jequié por três vezes, foi Senador da República e exerceu o cargo de governador da Bahia no período 1963-1967.
Waly Salomão, escritor, poeta, compositor e músico.
Roberto Britto, político, médico, foi prefeito de Jequié por duas vezes, é atualmente Deputado federal pela Bahia.
Zéu Britto, cantor, compositor, apresentador e ator brasileiro.
Val Baiano, jogador de futebol, jogou no Flamengo, Santos e Barueri.
Leur Lomanto, político, foi Deputado federal, é filho do ex-governador da Bahia Lomanto Júnior.
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
ARAÚJO, Émerson Pinto de. Capítulos da História de Jequié. Salvador: EGB Editora, 1997.
FERREIRA, Jurandyr Pires. (org). Enciclopédia dos Municípios Brasileiros - Bahia. Rio de Janeiro: IBGE, 1958. 2 volumes.
FOLGUEIRA, Manoel Rodrigues. Álbum Artístico, Commercial e Industrial do Estado da Bahia. Rio de Janeiro: Edição Folgueira, 1930.
MAROTTA, Carmine. Trecchina-Jequiè, un ponte di ricordi sull'Oceano. Carmignano: Attucci Editrice, 2004.
MURAKAMI, Ana Maria Brandão. A Revolução de 1930 e seus antecedentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. páginas 168 e 169.
SCHETTINI, Pasquale. Trecchina nel presente e nel passato. Alessandria: Tipografia Ferrari-Occella, 1947.
_________. Quatro Séculos de História da Bahia. Salvador: Revista Fiscal da Bahia, 1949. página 371.
Referências? «Após afastamento de prefeita, vice assume gestão de Jequié, na BA». Bahia. Consultado em 23 de outubro de 2016 ? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 5 de setembro de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 7 de agosto de 2013 ? Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Jequié - BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 4 de março de 2014 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 15 de dezembro de 2018 ? Paulo, iG São (9 de maio de 2017). «Mochilas distribuídas pela Prefeitura de Jequié viram meme - Educação - iG». Último Segundo ? «Climatologia - Jequié - BA». Climatempo ? «Apreendidos motosserras, retroescavadeira, madeira nobre e animais silvestres em Jequié e Região». www.jequieeregiao.com.br. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? Maia, Meirilane Rodrigues; Edvaldo (1 de janeiro de 2011). «O USO DO SOLO E A QUESTÃO AMBIENTAL NA REGIÃO SUDOESTE DA BAHIA - BRASIL». Revista Geográfica de América Central (em espanhol). 2 (47E). ISSN 2215-2563 A referência emprega parâmetros obsoletos |coautores= (ajuda)? «RIO DE CONTAS EM JEQUIÉ PEDE "SOCORRO"». Fiscaliza Jequié. 27 de outubro de 2008. Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Tráfico de animais silvestres: Um flagelo brasileiro». Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Inema faz apreensão de animais silvestres em Jequié». Consultado em 29 de setembro de 2016 ? «Engenheiro da Valec apresenta projeto da Ferrovia Oeste-Leste em Jequié ? Jequié Repórter». www.jequiereporter.com.br. Consultado em 30 de setembro de 2016. Arquivado do original em 3 de outubro de 2016 ? Fernandes, George Pimentel; Marta Regina (10 de julho de 2015). «Superexploração de recursos naturais: implicações para a sociobiodiversidade, a bioprospecção e a etnomedicina». Ensaios e Ciência: C. Biológicas, Agrárias e da Saúde. 17 (2) A referência emprega parâmetros obsoletos |coautores= (ajuda)? «ANÁLISE MELISSOPALINOLÓGICA E RECURSOS POLÍNICOS UTILIZADOS POR Melipona mondury Smith 1863 (Hymenoptera: Apidae) NA MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DA BAHIA» ? «MORFOMETRIA GEOMÉTRICA APLICADA A ESTUDOS POPULACIONAIS EM DUAS ESPÉCIES DO GÊNERO GYNAIKOTHRIPS (THYSANOPTERA: PHLAEOTHRIPIDAE)» ? «DIVERSIDADE GENÉTICA E MORFOMÉTRICA DO GÊNERO Nematocharax (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) EM BACIAS DO LESTE DO BRASIL» ? «Análise genética da piaba-facão Lignobrycon myersi (Osteichthyes, Characiformes), espécie ameaçada do Estado da Bahia» ? «Diversidade e estrutura genética de Mimosa tenuiflora (Wild.) Poir.: Importante recurso florestal do semiárido brasileiro» ? [1]? Censos demográficos do Brasil de 1872 a 2010.? "A emigração italiana para a Bahia" de Giuseppe Federico Benedini, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)? Lilli, Andrea (12/2012). «"BOA SORTE: STORIE DI EMIGRANTI ITALIANI IN BRASILE". SANTE SCALDAFERRI, UN ITALIANO DI BAHIA, UN BAIANO D'ITALIA . 1a PARTE». Sarapegbe - Rivista di Cultura e Società del Brasili e altri mosaici. Consultado em 6 de março de 2019 Verifique data em: |data= (ajuda)? «Ciudades miembro». Consultado em 26 de junho de 2009 ? «Jequié - Brasil». Consultado em 26 de junho de 2009
Ver também[editar | editar código-fonte]
Imigração italiana no Brasil
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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Informações sobre Jequié (em português)
História, fundação, economia, informações, emigração, moda de Jequié contados por imagens do passado (em português)
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Goianésia
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