criar site brusque em Itabira


Encontre criar site brusque em Itabira na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Município de Itabira
Vista parcial de ItabiraBandeiraBrasãoHino
Fundação9 de outubro de 1848 (170 anos)
Gentílicoitabirano[1]
LemaCidade do ferro
Padroeiro(a)Nossa Senhora do Rosário[2]
CEP35900-000 a 35907-999[3]
Prefeito(a)Ronaldo Lage Magalhães (PTB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Itabira em Minas GeraisItabira Localização de Itabira no Brasil
19° 37' 08" S 43° 13' 37" O19° 37' 08" S 43° 13' 37" O
Unidade federativaMinas Gerais
Região intermediária
Belo Horizonte IBGE/2017[4]Região imediata
Itabira IBGE/2017[4]Municípios limítrofesNorte: Itambé do Mato Dentro; Noroeste: Jaboticatubas; Leste: Nova União; Sudoeste: Bom Jesus do Amparo; Sul: João Monlevade e São Gonçalo do Rio Abaixo; Sudeste: Bela Vista de Minas; Leste: Nova Era; Nordeste: Santa Maria de Itabira.
Distância até a capital111 km
Características geográficas
Área1 253,704 km² [1]
DistritosIpoema, Itabira (sede) e Senhora do Carmo[5]
População119 186 hab. estatísticas IBGE/2018[1]
Densidade95,07 hab./km²
Altitude795 m
Climatropical de altitude Cwa
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,756 alto PNUD/2010[6]
PIBR$ 3 574 264,50 mil IBGE/2016[7]
PIB per capitaR$ 30 167,41 IBGE/2016[7]
Página oficial
Prefeiturawww.itabira.mg.gov.br
Câmarawww.itabira.cam.mg.gov.brItabira é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se no Quadrilátero Ferrífero, a leste da capital do estado, distando desta cerca de 110 km. Ocupa uma área de 1 253,704 km², sendo que 12,4377 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 2018 em 119 186 habitantes.
A sede tem uma temperatura média anual de 21,7 °C e na vegetação do município predomina a Mata Atlântica. Com 93% da população vivendo na zona urbana, Itabira contava, em 2009, com 63 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,756, considerando-se como alto em relação ao estado.
A região começou a ser desbravada no final do século XVII, porém foi somente no decorrer do século XVIII que ocorreu um povoamento do lugar, após a descoberta de ouro nas montanhas itabiranas. Entre o final do século XVIII e começo do século XIX, a mineração do ouro entrou em declínio, porém ao mesmo tempo a exploração do ferro começava a ganhar impulso, surgindo então as primeiras forjas. Ao longo do século XX várias empresas vêm para Itabira atraídas pelas reservas ferríferas, e em 1942 é criada a Vale S.A. (antiga Companhia Vale do Rio Doce), dando início à exploração do minério de ferro em grande escala e a um novo período de desenvolvimento social, econômico e estrutural em Itabira.
Além de se relevar no setor de exploração mineral, Itabira também se destaca por ser terra natal de Carlos Drummond de Andrade, contista, cronista e poeta modernista que se inspirou em sua cidade-natal para algumas de suas obras. Também há uma série de atrativos naturais, tais como a Mata do Limoeiro, a Pedra da Igreja, a Serra do Bicudo e a Serra dos Alves, além das cachoeiras dos Cristais, do Campo, da Boa Vista, do Limoeiro e do Meio..mw-parser-output .toclimit-2 .toclevel-1 ul,.mw-parser-output .toclimit-3 .toclevel-2 ul,.mw-parser-output .toclimit-4 .toclevel-3 ul,.mw-parser-output .toclimit-5 .toclevel-4 ul,.mw-parser-output .toclimit-6 .toclevel-5 ul,.mw-parser-output .toclimit-7 .toclevel-6 ul{display:none}Índice1 História1.1 Origens
1.2 Evolução administrativa
1.3 Após a emancipação
2 Geografia2.1 Relevo e hidrografia
2.2 Clima
2.3 Ecologia e meio ambiente
3 Demografia
4 Política e administração
5 Economia
6 Infraestrutura6.1 Habitação, infraestrutura básica e criminalidade
6.2 Saúde e educação
6.3 Serviços e comunicação
6.4 Transportes
7 Cultura e lazer7.1 Eventos e personalidades
7.2 Artes cênicas e atrativos
7.3 Esportes
7.4 Feriados
8 Ver também
9 Referências
10 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
Origens[editar | editar código-fonte]
Sebastião da Rocha Pita, em sua obra História da América Portuguesa, descreve a "descoberta" da região como ocorrida em 1698.[8] Porém o território ocupado pelo atual município de Itabira começou a ser de fato povoado no decorrer do século XVIII, após dois mineradores (os irmãos Francisco e Salvador Faria de Albernaz) encontrem ouro nos ribeiros que desciam pela encosta de um morro, no ano de 1720.[8]
Francisco e Salvador Faria de Albernaz eram paulistas descendentes de bandeirantes e estavam em busca de escravos, tendo se afixado nos arredores do dito morro e por bastante tempo aproveitaram sozinhos as minas descobertas.[8] Algum tempo depois, a notícia da descoberta de ouro se alastrou e logo vieram novos exploradores, ocorrendo nas décadas seguintes um processo de ocupação das terras da atual Itabira, em especial às margens dos riachos que corriam ao pé do Pico do Cauê. Por vezes essas terras ocupadas englobavam áreas de domínio indígena, dando origem a conflitos e mortes.[8] Ao final do século XVIII, o povoamento já era consistente e havia sido batizado de Sant?Ana do Rosário, vindo a ser construída no começo do século seguinte uma capela em honra a Nossa Senhora do Rosário, padroeira do lugar.[8]Evolução administrativa[editar | editar código-fonte]
A partir do povoado de Sant?Ana, foi criado o distrito de Itabira de Mato Dentro, subordinado a Caeté, pelo alvará de 25 de janeiro de 1827, sendo elevado à categoria de vila pela resolução de 30 de junho de 1833, instalando-se a 7 de outubro do mesmo ano. Pela lei provincial nº 374, de 9 de outubro de 1848, a vila é elevada à categoria de cidade com o nome de Itabira.[8]
Itabira se emancipou constituída de dois distritos, sendo eles o distrito-sede e São José da Lagoa,[8] e seu território englobava ainda a área que se desmembraria em 1911 para dar origem ao município de Antônio Dias e, a partir deste, às cidades de Coronel Fabriciano (1948), Ipatinga (1964) e Timóteo (1964).[9][10] Em 14 de setembro de 1832, é criado o distrito de Santana dos Ferros (correspondente ao atual município de Ferros), que foi emancipado em 23 de setembro de 1884 e mais tarde também deu origem a Joanésia.[11] Em 15 de setembro de 1870, é criado o distrito de Senhora do Carmo (então com o nome de Carmo de Itabira), em 1º de abril de 1871 é criado o distrito de Santa Maria (mais tarde Santa Maria de Itabira) e em 20 de setembro de 1882, é criado o distrito de Dionísio (atualmente município), sendo transferido para São Domingos do Prata em 1911.[12] Em 16 de novembro de 1892, é criado o distrito de Ipanema (atual município de Santana do Paraíso), transferido para Ferros em 1911,[13] e em 23 de maio de 1894 cria-se o distrito de Ipoema (então com o nome de Aliança).[8] Itabira também perdeu território para dar origem a partes dos municípios de Peçanha e São Domingos do Prata, em 1875 e 1890, respectivamente.[14][15]
São José da Lagoa emancipa-se em 17 de dezembro de 1938 com o nome de Presidente Vargas (atual Nova Era) e em 31 de dezembro de 1943 emancipa-se Santa Maria de Itabira. Nesta mesma data, Itabira passou a denominar-se Presidente Vargas, voltando ao nome original pelo decreto nº 2430, de 5 de março de 1947.[8] Atualmente restam o distrito-sede, Ipoema e Senhora do Carmo.[8] O nome "Itabira" se origina da antiga língua tupi, significando "pedra que brilha", através da junção dos termos itá ("pedra") e byra ("que brilha").[16]Após a emancipação[editar | editar código-fonte]
Entre o final do século XVIII e começo do século XIX, a mineração do ouro entrava em declínio, porém ao mesmo tempo a exploração do ferro começava a ganhar impulso, surgindo então as primeiras forjas, sendo Domingos Barbosa quem trouxe instrução à instalação da nova indústria. A primeira do tipo foi instalada por Manoel Fernandes Nunes, que, além de fundir o ferro, manufaturava e fabricava diversos objetos, ferramentas e ainda armas.[8] Itabira, 1955. Arquivo Nacional.
A partir de então Itabira tinha seu progresso econômico garantido pelas indústrias de fundição de ferro, que existiam desde o fim do império. É considerada a mais importante a Fábrica do Girau (1816). Mais tarde, vieram as fábricas de tecido, destacando-se as Fábricas da Gabiroba (1876) e da Pedreira (1888). Em 1867, contabilizavam-se 84 forjas nas regiões de Itabira e Santa Bárbara.[8] Em 1910, no XI Congresso Geológico Internacional, realizado em Estocolmo, na Suécia, revelou-se que, no centro do estado de Minas Gerais, estavam localizadas as maiores jazidas de minério de ferro do mundo. Em junho de 1911, a Itabira Iron Ore Company, sucessora da Brazilian Hematite Syndicate, foi autorizada a explorar e exportar minério de ferro das jazidas de Itabira por concessão do Governo Federal, sendo o presidente da república Hermes da Fonseca.[17]
Em 1942, com a criação da Vale S.A., antiga Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), e a exploração do minério em grande escala, a cidade de fato começou a crescer e a se desenvolver economicamente. A Vale reformulou e, mais tarde, duplicou a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), destinada ao transporte de minério até o Porto de Tubarão, no Espírito Santo.[17] No final da década de 1960, Itabira ganhou novo impulso em seu desenvolvimento, com o Plano de Expansão da Vale, que construiu e colocou em operação o "Projeto Cauê" responsável por um verdadeiro crescimento econômico e cultural da cidade.[17][18]Geografia[editar | editar código-fonte]
A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 1 253,704 km²,[1] sendo que 12,4377 km² constituem a zona urbana e os 1 240,96 km² restantes constituem a zona rural.[19] Situa-se a 19°37'09" de latitude sul e 43°13'37" de longitude oeste[19] e está a uma distância de 111 quilômetros a nordeste da capital mineira. Seus municípios limítrofes são Itambé do Mato Dentro, a norte; Jaboticatubas, a noroeste; Nova União, a leste; Bom Jesus do Amparo, a sudoeste; João Monlevade e São Gonçalo do Rio Abaixo, a sul; Bela Vista de Minas, a sudeste; Nova Era, a leste; e Santa Maria de Itabira, a nordeste.[20]
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[21] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Belo Horizonte e Imediata de Itabira.[4] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Itabira, que por sua vez estava incluída na mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte.[22]Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]
Vista da Serra dos Alves.
O relevo do município de Itabira é predominantemente montanhoso. Aproximadamente 70 % do território itabirano é coberto por mares de morros e montanhas, enquanto em cerca de 20 % há o predomínio de terrenos ondulados, e os 10 % restantes são lugares planos.[20] A altitude máxima está no Alto da Mutuca, na Serra do Espinhaço, divisa municipal com Jaboticatubas e Nova União, que chega aos 1 662 metros, enquanto que a altitude mínima é de 540 metros e encontra-se no lago formado pela construção da Usina Hidrelétrica de Dona Rita, no Rio Tanque, na tríplice divisa municipal entre Itabira, Itambé do Mato Dentro e Santa Maria de Itabira.[23]
Na geologia do município, há predomínio de rochas do complexo granito-gnáissico do mesoarqueano, sendo encontradas também rochas proterozoica do supergrupo "Minas", em que predominam quartzitos, itabiritos, conglomerados e filitos.[23] O solo itabirano é do tipo latossolo vermelho-amarelo, em que há ocorrência de granitos e xistos e em menor quantidade argissolos vermelho-amarelo. Nas áreas de formações ferríferas, os latossolos vermelhos são muito comuns, enquanto que os cambissolos aparecem nas encostas com grande grau de inclinação. Ainda há ocorrências de neossolos na vertente leste da Serra do Espinhaço, a noroeste do município.[23]
Influenciado pelas condições geológicas, geomorfológicas e pedológicas, o município de Itabira conta com uma grande variedade de rios e riachos de pequeno ou médio porte, com leitos bem encaixados e muitos nascendo dentro do próprio território. Os principais cursos d?água que compõem a rede de drenagem itabirana são o Rio Tanque, Rio Jirau, Rio do Peixe e o Rio Santa Bárbara.[23][20] A cidade está inserida na Bacia Hidrográfica do Rio Santo Antônio e na Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba, ambas importantes contribuintes da Bacia do rio Doce.[23]Clima[editar | editar código-fonte]
O clima itabirano é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical de altitude (ou subtropical úmido ? tipo Cwa segundo Köppen),[24] tendo temperatura média anual em torno dos 20 °C com invernos secos e amenos e verões chuvosos com temperaturas elevadas.[25][26] O índice pluviométrico é de aproximadamente de 1 315 mm/ano, concentrados entre os meses de outubro e abril.[27]
Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso também são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural, o que contribui com o desmatamento e com o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.[28] De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Itabira é o 213º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado de Minas Gerais, com uma média anual de 5,6251 raios por quilômetro quadrado.[29] Tempestades de granizo não são frequentes, mas uma das maiores e mais recentes ocorreu em 15 de setembro de 2008.[30]
Segundo o banco de dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referente ao período de 1975 a 1979 e 1987 a 1992, a temperatura mínima registrada em Itabira foi de 5,4 °C em 23 de julho de 1975,[31] e a maior atingiu 34 °C em 8 de fevereiro de 1990.[32] No entanto, de acordo com o registro de marcas absolutas de 1918 a 1990, a menor temperatura foi de -0,4 °C em 18 de julho de 1926, e a maior foi de 37,4 °C em 10 de novembro de 1954. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 122,9 mm em 23 de janeiro de 1984.[33]
Dados climatológicos para Itabira
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)33,63432,431,631,229,830,23233,332,233,633,5 34
Temperatura máxima média (°C)28,528,727,82624,523,823,725,426,126,726,926,8 26,2
Temperatura média (°C)22,923,122,420,718,617,31718,219,821,221,922 20,4
Temperatura mínima média (°C)17,417,51715,412,710,910,311,113,615,816,917,2 14,6
Temperatura mínima recorde (°C)1514,31111,98,365,48,41010,81213,6 5,4
Precipitação (mm)160,8130,3121,282,435,820,823,919,466,7137,2243,5273,9 1 315,9
Dias com precipitação (? 1 mm)998541325101515 86
Umidade relativa compensada (%)84,582,484,286,485,283,481,779,479,881,885,383,8 83,2
Horas de sol194,4185,6185,9172,3177,6173,1190,7186,6157,1152,7127,6135,2 2 039
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961 a 1990: precipitação, dias com precipitação, umidade relativa e insolação;[27][34][35][36] recordes de temperatura de 1975 a 1979 e 1987 a 1992);[31][32]
Fonte #2: Climate-Data.org (médias de temperatura)[37] Ecologia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]
Plantação de eucalipto próxima à cidade.
A vegetação original e atualmente predominante no território do município é a Mata Atlântica, porém Itabira situa-se em uma faixa de transição entre o domínio vegetal atlântico e o cerrado, sendo que este encontra-se mais comumente nas encostas da Serra do Espinhaço, na porção oeste itabirana.[23]
A região de Itabira vem observando, há décadas, profundas transformações ambientais oriundas, principalmente, de um intenso processo de atividades extrativas minerais, persistente atualmente. Também passou a se desmatar para alimentar as industrias produtoras de carvão, objetivando a alimentação de siderúrgicas e agropecuária.[23] Isso gerou e segue favorecendo uma grande mudança paisagística, reduzindo áreas verdes de vegetação nativa em pequenos fragmentos em meio a áreas abertas de pastagem. A grande maioria dessas áreas fragmentadas encontra-se protegida por meio de unidades de conservação públicas ou particulares, por intermédio de regras exigidas pelo poder público quanto ao licenciamento ambiental.[23]
Muitos dos fragmentos vegetacionais correspondem a locais de acesso menos facilitado, permitindo que seja preservada a biodiversidade, albergando por vezes espécimes endêmicas, raras e ameaçadas de extinção. Dentre estas, na flora municipal são encontrados representantes da Dalbergia nigra (jacarandá-da-bahia) e da Dicksonia sellowiana (xaxim). Com importância econômico-ecológica há a Aechmea bromeliifolia (bromélia), a Astronium fraxinifolium (gonçalo-alves), o Aspidosperma parvifolium (pitiá), a Cariniana legalis (jequitibá-rosa), a Lecythis lurida (sapucaiú) e a Plathymenia foliolosa (vinhático).[23]Demografia[editar | editar código-fonte]Crescimento populacional
Censo
Pop.%±
197056 352?198071 11426,2%199185 60620,4%200098 32214,9%2010109 78311,7%Est. 2018119 1868,6%Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[1][38]Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 109 783 habitantes.[39] Segundo o censo daquele ano, 52 733 habitantes eram homens e 57 050 eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 102 316 habitantes viviam na zona urbana e 52 733 na zona rural.[39] Em julho de 2018 a população municipal foi estimada pelo IBGE em 119 186 habitantes.[1] Da população total em 2010, 23 891 habitantes (21,76%) tinham menos de 15 anos de idade, 77 763 habitantes (70,83%) tinham de 15 a 64 anos e 8 129 pessoas (7,40%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 77,4 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 1,9.[40]
Em 2010, segundo dados do censo do IBGE daquele ano, a população itabirana era composta por 31 473 brancos (28,67%); 14 141 negros (12,88%); 1 171 amarelos (1,07%); 62 907 pardos (57,30%) e 91 indígenas (0,08%).[41] Considerando-se a região de nascimento, 108 286 eram nascidos na Região Sudeste (98,64%), 219 na Região Norte (0,20%), 656 no Nordeste (0,60%), 199 no Sul (0,18%) e 214 no Centro-Oeste (0,19%). 107 035 habitantes eram naturais do estado de Minas Gerais (97,50%) e, desse total, 82 071 eram nascidos em Itabira (74,76%).[42] Entre os 2 748 naturais de outras unidades da federação, o Espírito Santo era o estado com maior presença, com 609 pessoas (0,55%), seguido por São Paulo, com 463 residentes (0,42%), e pela Bahia, com 377 habitantes residentes no município (0,34%).[43] Igreja do Morro Redondo em Ipoema.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Itabira é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,756, sendo o 33º maior de Minas Gerais e o 440º maior do Brasil. A cidade possui a maioria dos indicadores próximos ou acima da média nacional segundo o PNUD. Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,678, o valor do índice de longevidade é de 0,873 e o de renda é de 0,729.[6] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 65,9% e em 2010, 92,2% da população vivia acima da linha de pobreza, 5,9% encontrava-se na linha da pobreza e 1,9% estava abaixo[44] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,521, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[45] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 56,9%, ou seja, 13,6 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 4,2%.[44]
De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população de Itabira é composta por 82 363 católicos (75,02%), 21 052 evangélicos (19,18%), 3 327 pessoas sem religião (3,03%), 1 020 espíritas (0,93%), 790 Testemunhas de Jeová (0,72%) e 1,12% divididos entre outras religiões.[46] Segundo divisão feita pela Igreja Católica, Itabira abriga a sé episcopal da Diocese de Itabira-Fabriciano, que representada pela Catedral Nossa Senhora do Rosário. A circunscrição foi criada em 14 de junho de 1965 e desde 1979 tem o município de Coronel Fabriciano como cossede.[47] A cidade é a sede da Região Pastoral I, que em fevereiro de 2014 compreendia 14 paróquias, sendo nove delas sediadas em Itabira: Nossa Senhora da Conceição (em Ipoema), Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Saúde, Nossa Senhora do Carmo (em Senhora do Carmo), Nossa Senhora do Rosário (sé episcopal), Sagrado Coração de Jesus e Santo Antônio.[48]Política e administração[editar | editar código-fonte]
Praça do Areão.
A administração municipal se dá pelos Poderes Executivo e Legislativo. O Executivo é exercido pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários. O atual prefeito é Ronaldo Lage Magalhães, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), eleito nas eleições municipais de 2016 com 44,66% dos votos válidos e empossado em 1º de janeiro de 2017, ao lado de Dalma como vice-prefeita.[49] O Poder Legislativo, por sua vez, é constituído pela Câmara Municipal, composta por 17 vereadores.[50] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[51]
Em complementação ao processo Legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também conselhos municipais em atividade, entre os quais dos direitos da criança e do adolescente, tutelar e de assistência social.[52] Itabira se rege por sua lei orgânica, que foi promulgada em 24 de junho de 1990,[53] e abriga uma comarca do Poder Judiciário estadual, de segunda entrância, tendo como termos os municípios de Itambé do Mato Dentro, Passabém e Santa Maria de Itabira.[54] O município possuía, em fevereiro de 2017, 89 696 eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que representa 0,572% do eleitorado mineiro.[55]Economia[editar | editar código-fonte]
No Produto Interno Bruto (PIB) de Itabira, destacam-se a indústria e a área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2011, o PIB do município era de R$ 4 791 751 mil.[56] 159 813 mil reais eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 43 300,39.[56] Em 2010, 68,28% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 10,36%.[40]
Em 2012, salários juntamente com outras remunerações somavam 1 029 995 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 3,1 salários mínimos. Havia 3 204 unidades locais e 3 071 empresas atuantes.[57] Em 2010, segundo o IBGE, 56,86% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador (18 029 domicílios), 31,85% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa (10 100 domicílios), 5,25% recebiam entre três e cinco salários (1 664 domicílios), 3,46% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos (1 098 domicílios) e 2,56% não tinham rendimento (811 domicílios).[58]Setor primário
Produção de cana-de-açúcar, milho e mandioca (2011)[59]
ProdutoÁrea colhida (hectares)Produção (tonelada)
Cana-de-açúcar28016 800
Milho250400
Mandioca15120A pecuária e a agricultura representam o setor menos representativo na economia de Itabira. Em 2011, de todo o PIB da cidade, 19 178 mil reais era o valor adicionado bruto da agropecuária,[56] enquanto que em 2010, 5,88% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[40] Segundo o IBGE, em 2011, o município contava com cerca de 29 909 bovinos, 3 053 equinos, 48 bubalinos, 11 asininos, 1 527 muares, 1 849 suínos, 12 caprinos e 18 ovinos. Havia 77 095 aves, dentre estas 54 454 eram galos, frangas, frangos e pintinhos e 22 641 galinhas, sendo que destas foram produzidas 340 mil dúzias de ovos de galinha. 8 942 vacas foram ordenhadas, das quais foram produzidos 10 328 mil litros de leite. Também foram produzidos 28 870 quilos de mel de abelha.[60]
Na lavoura temporária são produzidos principalmente a cana-de-açúcar (16 800 toneladas produzidas e 280 hectares cultivados), o milho (400 toneladas produzidas e 250 hectares plantados) e a mandioca (120 toneladas rendidas e 15 hectares cultivados), além do feijão (60 toneladas produzidas e 110 hectares cultivados).[59] Já na lavoura permanente destacam-se a banana (630 toneladas produzidas e 45 hectares colhidos), a laranja (490 toneladas produzidas e 35 hectares colhidos) e a tangerina (150 toneladas produzidas e 10 hectares colhidos), sendo cultivados ainda café, goiaba, limão, manga e pêssego.[61]Setor secundário
Área de mineração da Vale S.A.
A indústria, em 2011, era o setor mais relevante para a economia do município. 3 262 635 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor secundário.[56] De acordo com estatísticas do ano de 2010, 10,65% dos trabalhadores de Itabira estavam ocupados no setor industrial extrativo e 6,42% na indústria de transformação.[40] A exploração do ferro ocorrida entre o final do século XVIII e começo do século XIX, com o declínio da extração do ouro em Minas Gerais, abriu caminho para o setor industrial itabirano. Naquele período foram abertas as primeiras forjas, que por bastante tempo serviram como uma das principais fontes de renda da cidade.[8]
Em 1911, a Itabira Iron Ore Company foi autorizada a explorar e exportar minério de ferro das jazidas de Itabira por concessão do Governo Federal[17] e em 1942 é criada a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), atual Vale S.A.. Neste momento, ocorre um novo crescimento da industria na cidade, com a construção de complexos industriais e facilitamento do escoamento do ferro aos portos do litoral capixaba, já feito pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), que passa por um processo de modernização ao ser administrada pela Vale.[17]Setor terciário
Em 2010, 11,65% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 1,47% nos setores de utilidade pública, 14,18% no comércio e 43,64% no setor de serviços[40] e em 2011, 1 350 125 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[56] Estatísticas da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itabira apontam, no entanto, que em março de 2013 o comércio gerava cerca de 15 mil empregos na cidade.[62]Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Habitação, infraestrutura básica e criminalidade[editar | editar código-fonte]
Vista parcial da cidade a partir da MG-434.
No ano de 2010 a cidade tinha 31 711 domicílios particulares permanentes. Desse total, 29 027 eram casas, 191 eram casas de vila ou condomínios, 2 263 eram apartamentos e 230 eram habitações em cortiços. Do total de domicílios, 25 123 são imóveis próprios (23 938 próprios já quitados e 1 185 em aquisição); 4 025 foram alugados; 2 424 foram cedidos (286 cedidos por empregador e 2 138 cedidos de outra forma) e 139 foram ocupados de outra maneira.[63] Parte dessas residências contava com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular. 29 092 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água (91,84% do total); 31 187 (98,34%) possuíam banheiros para uso exclusivo das residências; 29 480 (92,96% deles) eram atendidos por algum tipo de serviço de coleta de lixo (seja pela prefeitura ou não); e 31 614 (99,69%) possuíam abastecimento de energia elétrica.[63]
Como na maioria dos municípios médios e grandes brasileiros, a criminalidade ainda é um problema em Itabira.[64] Em 2011, a taxa de homicídios no município foi de 5,5 para cada 100 mil habitantes, ficando no 245º lugar a nível estadual e no 2304º lugar a nível nacional.[65] O índice de suicídios naquele ano para cada 100 mil habitantes foi de 4,6, sendo o 187º a nível estadual e o 1329º a nível nacional.[66] Já em relação à taxa de óbitos por acidentes de transito, o índice foi de 5,5 para cada 100 mil habitantes, ficando no 293º a nível estadual e no 2506º lugar a nível nacional.[67] Por força da Constituição Federal do Brasil, o município possui uma Guarda Municipal, que tem função de proteger os bens, serviços e instalações públicas.[68]Saúde e educação[editar | editar código-fonte]
Em 2009, o município possuía 63 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, sendo que o sistema médico-hospitalar circula em torno de dois hospitais principais, o Hospital Carlos Chagas e o Hospital Nossa Senhora das Dores.[69] Do total de unidades de saúde, 33 eram públicas municipais e 30 privadas e nove delas faziam parte do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo um total de 193 leitos para internação.[70] Em 2013, 88,9% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[71] Em 2012, foram registrados 1 608 nascidos vivos, sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 11,2 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos.[71] Em 2010, 4,32% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos (todas acima dos 15 anos) e a taxa de atividade entre meninas de 10 a 14 anos era de 6,53%.[40] 70,0% das crianças foram pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2013, sendo que 1,3% do total estavam desnutridas.[44]
Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Itabira era, no ano de 2011, de 5,2 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 a 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano (antiga 4ª série) foi de 5,8 e do 9º ano (antiga 8ª série) foi de 4,7; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,0.[72] Em 2010, 1,26% das crianças com faixa etária entre seis e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental.[40] A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 58,9% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 98,7%. A distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com com idade superior à recomendada, era de 5,4% para os anos iniciais e 27,7% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 32,2%.[72] Dentre os habitantes de 18 anos ou mais, 57,56% tinham completado o ensino fundamental e 39,81% o ensino médio, sendo que a população tinha em média 9,65 anos esperados de estudo.[40]
Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 32 885 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 1 133 frequentavam creches, 2 719 estavam no ensino pré-escolar, 1 838 na classe de alfabetização, 409 na alfabetização de jovens e adultos, 14 578 no ensino fundamental, 5 635 no ensino médio, 1 270 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 1 224 na educação de jovens e adultos do ensino médio, 500 na especialização de nível superior, 3 509 em cursos superiores de graduação, 34 em mestrado e 36 em doutorado. 76 898 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 8 116 nunca haviam frequentado e 68 782 haviam frequentado alguma vez.[73] O município contava, em 2012, com 22 381 matrículas nas instituições de ensino da cidade que ofereciam a educação infantil e os ensinos fundamental e médio,[74] sendo que das 48 que forneciam o ensino fundamental, 25 eram escolas públicas municipais, 15 públicas municipais e oito privadas, ao mesmo tempo que das 16 instituições que ofereciam o ensino médio, 12 eram escolas públicas estaduais e 12 eram privadas.[74] Em 1907, foi fundada a primeira escola de ensino básico em Itabira e a segunda do estado de Minas Gerais, o Grupo Escolar Doutor Carvalho de Brito, atualmente Escola Municipal Coronel José Batista.[75] Em relação ao ensino superior, a cidade possui campi da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac), Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira, Centro de Ensino Superior de Itabira e Universidade Federal de Itajubá.[76]
Educação de Itabira em números (2012)[74]
NívelMatrículasDocentesEscolas (total)
Ensino pré-escolar2 37616840
Ensino fundamental15 27485748
Ensino médio4 73132516
Serviços e comunicação[editar | editar código-fonte]
O serviço de abastecimento de energia elétrica do município é feito pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG). Segundo a empresa, no ano de 2003 havia 33 086 consumidores (sendo 28 239 consumidores residenciais) e foram consumidos 273 451 955 KWh de energia.[20] O serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade é feito pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) itabirano.[20]
O código de área (DDD) de Itabira é 031[77] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) vai de 35900-000 a 35907-999.[3] No dia 19 de janeiro de 2009 o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outros municípios com o mesmo DDD. A portabilidade é um serviço que possibilita a troca da operadora sem a necessidade de se trocar o número do aparelho.[78] Há uma série de jornais e revistas em circulação, sendo os principais, com sede no próprio município, Diário de Itabira, Correio de Notícias, Jornal Espinhaço, Folha Popular, Jornal Impacto, Jornal Manchetes Regionais, O Passarela, O Trem, Revista Em Foco Estrada Real, Revista De Fato e Vox. Itabira também sedia as emissoras de rádio Rádio Antártica, Rádio Pontal, Rádio Caraça e Rádio Itabira, além da TV Cultura de Itabira, afiliada à TV Cultura, que está desativada desde 2012 devido a problemas de licenciamento após a mudança para o sistema digital de televisão no país.[79]Transportes[editar | editar código-fonte]
Trem da companhia Vale S.A. sendo carregado com minério de ferro na Mina Cauê, em Itabira.
A frota municipal no ano de 2012 era de 48 224 veículos, sendo 29 391 automóveis, 1 658 caminhões, 87 caminhões-tratores, 3 765 caminhonetes, 1 025 caminhonetas, 337 micro-ônibus, 9 910 motocicletas, 793 motonetas, 545 ônibus, 218 utilitários, cinco tratores de rodas e 490 classificados como outros tipos de veículos.[80] A cidade possui transporte coletivo, que é administrado pelo Departamento de Transportes e Trânsito de Itabira (Transita), órgão responsável ainda em regularizar, coordenar e organizar o tráfego, o trânsito e o sistema viário municipal.[81] As avenidas duplicadas e pavimentadas e diversos semáforos facilitam o trânsito no município, mas o crescimento no número de veículos nos últimos dez anos está gerando um tráfego cada vez mais lento de carros, principalmente na Sede itabirana.[82][83]
Itabira conta com uma estação ferroviária de passageiros, atendida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), que liga Belo Horizonte a Vitória, no Espírito Santo, e é a via de viagem mais barata possível para várias cidades da Grande Belo Horizonte, Vale do Rio Doce e Espírito Santo que possuem estações ferroviárias.[84] A EFVM também é o principal meio de escoamento do minério de ferro extraído em Itabira até os portos do litoral capixaba.[17] O município é cortado ainda por duas rodovias federais e duas estaduais: a BR-120 (liga Itabira a Santa Maria de Itabira); a MG-129 (liga Itabira a São Gonçalo do Rio Abaixo); MG-434 (liga Itabira à BR-381 e a Bom Jesus do Amparo); além da BR-381 (que conecta o município à Região Metropolitana de Belo Horizonte e a várias cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo).[85][86][20]Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]
Eventos e personalidades[editar | editar código-fonte]
Memorial Carlos Drummond de Andrade.
Para estimular o desenvolvimento socioeconômico local, a prefeitura de Itabira, juntamente ou não com instituições locais, passou a investir mais no segmento de festas e eventos. Se destaca a realização do Cavalgada do Clube do Cavalo, organizado anualmente desde 1997 no mês de maio, que além da intensa programação para os criadores de animais de raça também conta com apresentações de cantores de música sertaneja com relevância tanto regional quanto nacional;[87] a Semana do Produtor Rural de Itabira, organizada anualmente em julho, com a realização de diversos cursos de aprimoramento de técnicas agrícolas nas áreas rurais itabiranas;[88] a ExpoIta, realizada desde 1982, com shows de música sertaneja e mostras agrícolas;[89] além das comemorações do aniversário da cidade, que mesmo sendo comemorado em 9 de outubro envolve uma programação que se estende por todo o mês de outubro, com realização de shows, promoções, festivais, missas e desfiles.[90]
A cidade é terra natal de alguns artistas que obtiveram relevância regional, nacional ou mesmo internacional, tais como a modelo Ana Beatriz Barros;[91] o contista, cronista e poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, sendo que como cidade-natal Itabira serviu de inspiração para algumas de suas obras;[92][93] o romancista, biógrafo, jornalista, polígrafo, cientista, membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e poeta Horácio de Carvalho;[94] o escritor, professor e historiador João Camilo de Oliveira Torres; e a modelo Patrícia Barros, irmã da também modelo Ana Beatriz Barros.[95]Artes cênicas e atrativos[editar | editar código-fonte]
Vista da Cachoeira Alta, situada no distrito de Ipoema.
Na área das artes cênicas se destaca a realização anual do Festival de Inverno de Itabira, que ocorre desde 1974, sempre no mês de junho ou julho. É organizado pela Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, um dos órgãos responsáveis pelo fomento cultural itabirano, oferecendo em algumas edições cerca de 100 atrações em 15 dias, sendo a maioria gratuita e com nomes de destaque regional em diversos segmentos artísticos, como artes cênicas, artes plásticas, teatro, música e por vezes cinema. Durante o período em que o festival é realizado ocorrem lançamentos de livros, espetáculos de teatro de rua e de palco, encontro de congados, apresentação de orquestras e oficinas, além de outras atrações em diversos pontos da cidade.[96][97] O principal espaço teatral da cidade é o Teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, inaugurado em 1982 e com capacidade para cerca de 420 pessoas.[98] Também há o Museu Itabirano, o Museu Caminhos Drummondianos e do Memorial Drummond, que reúnem um relevante acervo que conta em detalhes a história de Itabira e a vida de Carlos Drummond de Andrade.[99]
Além dos atrativos cênicos, destacam-se em Itabira diversos atrativos naturais, tais como o Parque Natural Municipal da Água Santa, que tem 12 mil m² e é uma área verde situada no centro de Itabira; a Mata do Intelecto, remanescente de Mata Atlântica de 21,60 hectares; a Mata do Limoeiro, remanescente de Mata Atlântica de 2 mil hectares, um dos maiores da região; o Morro Redondo; a Pedra da Igreja; a Serra do Bicudo; o Cânion dos Marques; a Serra das Bandeirinhas; a Serra dos Alves; além das cachoeiras dos Cristais, da Lucy, dos Borges, do Campo, do Bongue, da Conquista, da Boa Vista, do Dirrubado, do Paredão, do Limoeiro e do Meio.[100] Em Ipoema se destacam as cachoeiras Alta, Boa Vista, Patrocínio Amaro e do Meio.[101]Esportes[editar | editar código-fonte]
A Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Juventude (SMELJ) é o órgão subordinado à prefeitura que tem função de organizar, planejar e prestar fomento ao setor esportivo de Itabira e gerir a política municipal das juventudes.[102] A cidade conta com equipes de diversos esportes, que por vezes se destacam ao conquistarem títulos regionais, estaduais ou mesmo nacionais, tais como basquetebol, voleibol, handebol, futebol de salão, xadrez, natação, tênis de Mesa, judô, ginástica de trampolim, taek wond do e atletismo.[103][104] Também é comum, principalmente entre a população jovem, a prática de esportes radicais, como skate e BMX.[105] Dentre os espaços desportivos, se destaca o Ginásio Poliesportivo Maestro Silvério Faustino, complexo esportivo que conta com áreas e quadras propícias à prática do atletismo, basquete, futsal e voleibol.[102]
O principal clube de futebol de Itabira é o Valeriodoce Esporte Clube, que foi fundado em 1942 e conquistou dois Campeonatos Mineiros de Módulo II, equivalente à segunda divisão do Campeonato Mineiro de Futebol (1964 e 1965).[106] Manda seus jogos no Estádio Israel Pinheiro, que tem capacidade para mais de 4 mil pessoas.[107]Feriados[editar | editar código-fonte]
Em Itabira há três feriados municipais e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos. Os feriados municipais são o dia de Corpus Christi, celebrado em maio ou junho; o dia do aniversário de emancipação política de Itabira, comemorado em 9 de outubro; e o dia da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro.[108] De acordo com a lei federal nº 9.093, aprovada em 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais com âmbito religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[109][110]Ver também[editar | editar código-fonte]
Lista de municípios de Minas Gerais
Lista de municípios do Brasil
Naturais de Itabira
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
Referências? a b c d e f Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Itabira». Consultado em 19 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2019 ? Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 11. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 ? a b Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 21 de maio de 2013 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 25 de setembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Itabira - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 13 de março de 2019. Cópia arquivada em 13 de março de 2019 ? a b Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 2 de setembro de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 1 de agosto de 2013 ? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Consultado em 19 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2019 ? a b c d e f g h i j k l m Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Itabira - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 17 de maio de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 18 de maio de 2013 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Histórico - Antônio Dias» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 27 de janeiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 26 de janeiro de 2014 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Coronel Fabriciano - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 27 de janeiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 11 de julho de 2013 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Ferros - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 3 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2014 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Dionísio - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 3 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2014 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Santana do Paraíso - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 3 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2014 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Peçanha - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 3 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2014 ? Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «São Domingos do Prata - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 3 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2014 ? NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p.261? a b c d e f Vale S.A. (6 de abril de 2010). «Estudo técnico para formalização do processo de criação da Unidade de Conservação Mata do Limoeiro» (PDF). Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG). Consultado em 19 de maio de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 18 de maio de 2013 ? Via Comercial (29 de agosto de 2012). «Mina Cauê ? Vale anuncia novo investimento em Itabira nesta quinta». Consultado em 17 de maio de 2013. Arquivado do original em 18 de maio de 2013 ? a b Embrapa Monitoramento por Satélite. «Minas Gerais». Consultado em 19 de maio de 2013. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011 ? a b c d e f Cidades.Net. «Itabira - MG». Consultado em 19 de maio de 2013. Cópia arquivada em 19 de maio de 2013 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 25 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 25 de setembro de 2017 ? a b c d e f g h i Prefeitura. «Aspectos físicos». Consultado em 19 de maio de 2013. Arquivado do original em 19 de maio de 2013 ? World Map of the Köppen-Geiger climate classification. «World Map of the Köppen-Geiger climate classification». Institute for Veterinary Public Health. Consultado em 19 de maio de 2013. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011 ? Portal Brasil (6 de janeiro de 2010). «Clima». Consultado em 19 de maio de 2013. Arquivado do original em 2 de novembro de 2011 ? Biblioteca IBGE. «Brasil - Climas». Consultado em 19 de maio de 2013. Arquivado do original em 2 de novembro de 2011 ? a b «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 ? Viva Itabira (15 de julho de 2009). «Queimadas». Consultado em 19 de maio de 2013. Arquivado do original em 19 de maio de 2013 ? Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) (2010). «Ranking de Descargas Atmosféricas de Minas Gerais». Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Consultado em 7 de junho de 2014 ? Eduardo Kattah (16 de setembro de 2008). «Temporal deixa estragos e 2 mil desabrigados em MG». Estadão. Consultado em 7 de junho de 2014. Cópia arquivada em 7 de junho de 2014 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Itabira». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Itabira». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016 ? Fundação João Pinheiro (1994). «Anuário Estatístico de Minas Gerais 1990-1993». Belo Horizonte (MG). Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral. 8: 54?55. ISSN 0101-7918. Consultado em 12 de março de 2019. Cópia arquivada em 12 de março de 2019 ? «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 ? «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 ? «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Consultado em 6 de julho de 2016. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 ? Climate-Data.org. «CLIMA: ITABIRA». Consultado em 6 de julho de 2016. Cópia arquivada em 5 de março de 2016 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? a b Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? a b c d e f g h Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). «Perfil - Itabira, MG». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População de Itabira por raça e cor». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra». Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? a b c Portal ODM (2010). «1 - acabar com a fome e a miséria». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Portal ODM (2010). «Perfil municipal». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Catholic Hierarchy (26 de outubro de 2008). «Diocese of Itabira-Fabriciano» (em inglês). Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011 ? Diocese de Itabira-Fabriciano (9 de fevereiro de 2014). «Região Pastoral I». Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Eleições 2016 (2 de outubro de 2016). «Ronaldo Magalhaes 14». Consultado em 10 de março de 2017. Cópia arquivada em 10 de março de 2017 ? Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). «Candidatos a Vereador Itabira/MG». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 20 de maio de 2013 ? Flávio Henrique M. Lima (8 de fevereiro de 2006). «O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno». JusVi. Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2012 ? Prefeitura. «Conselhos municipais». Consultado em 10 de março de 2017. Cópia arquivada em 10 de março de 2017 ? Câmara Municipal (24 de junho de 1990). «Constituição do município de Itabira» (PDF). Consultado em 20 de maio de 2013. Arquivado do original (PDF) em 20 de maio de 2013 ? Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) (21 de julho de 2013). «Relação das Comarcas» (PDF). Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 22 de julho de 2013 ? Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (12 de abril de 2013). «Consulta Quantitativo». Consultado em 10 de março de 2017 ? a b c d e Cidades@ - IBGE (2011). «Produto Interno Bruto dos Municípios». Consultado em 17 de junho de 2014 ? Cidades@ - IBGE (2012). «Estatísticas do Cadastro Central de Empresas». Consultado em 17 de junho de 2014 ? Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita». Consultado em 17 de junho de 2014. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? a b Cidades@ - IBGE (2010). «Lavoura Temporária 2010». Consultado em 20 de maio de 2013 ? Cidades@ - IBGE (2011). «Pecuária 2011». Consultado em 20 de maio de 2013 ? Cidades@ - IBGE (2011). «Lavoura Permanente 2011». Consultado em 20 de maio de 2013 ? Via Comercial (1º de março de 2013). «Comércio emprega cerca de 15 mil em Itabira». Consultado em 20 de maio de 2013. Arquivado do original em 20 de maio de 2013 ? a b Cidades@ - IBGE (2010). «Censo Demográfico 2010: Características da População e dos Domicílios: Resultados do Universo». Consultado em 20 de maio de 2013 ? Ari de Souza (21 de janeiro de 2013). «Apesar do medo e insegurança da população, criminalidade em Itabira diminui». De Fato. Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de homicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais» (xls). Consultado em 20 de maio de 2013 ? Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de suicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais» (xls). Consultado em 20 de maio de 2013 ? Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de Óbitos Ac.Transporte nos municípios com 10.000 habitantes ou mais» (xls). Consultado em 20 de maio de 2013 ? Presidência da República (1988). «Constituição da República Federativa do Brasil de 1988». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 19 de julho de 2012 ? Prefeitura (26 de janeiro de 2012). «Itabira irá receber mais de R$ 7 milhões para ampliar o sistema de saúde municipal». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Cidades@ - IBGE (2009). «Serviços de Saúde 2009». Consultado em 21 de maio de 2013 ? a b Portal ODM (2010). «4 - reduzir a mortalidade infantil». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? a b Portal ODM (2010). «2 - educação básica de qualidade para todos». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 17 de junho de 2014 ? Cidades@ - IBGE (2010). «Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação». Consultado em 17 de junho de 2014 ? a b c Cidades@ - IBGE (2012). «Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012». Consultado em 17 de junho de 2014 ? Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) (22 de agosto de 2011). «Uma viagem pela poética de Carlos Drummond de Andrade, retratando a marcante presença de Itabira em sua obra». Roberto Geraldo Rodrigues. Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Colégio Novo Mundo. «Universidades de Minas Gerais» (PDF). Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? DDD Cidade. «DDD». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? BH Online (5 de janeiro de 2009). «Portabilidade de celular chega ao DDD 31 no próximo dia 19». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Prefeitura. «Sistemas de Comunicações». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Cidades@ - IBGE (2012). «Frota 2012». Consultado em 21 de maio de 2013 ? Diário de Itabira (4 de janeiro de 2013). «Problema do trânsito é de reestruturação, diz governo». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? De Fato (6 de abril de 2013). «Transita estuda utilização da estrada 105 como alternativa de trânsito». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? De Fato (20 de janeiro de 2013). «Em 1993 o trânsito já era caótico no Centro de Itabira». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Centro-Oeste. «Estação de Itabira». Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2009). «Mapa Político do Estado de Minas Gerais» (PDF). Consultado em 21 de maio de 2013 ? Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) (2009). «Mapa Multimodal - Minas Gerais» (PDF). Consultado em 21 de maio de 2013. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2013 ? Itabira Fest (9 de maio de 2012). «Novidades para a 16ª Cavalgada de Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? De Fato (19 de maio de 2012). «Vem aí a XX Semana do Produtor Rural de Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? De Fato (6 de agosto de 2012). «Expoita arrasta multidão ao Parque de Exposições de Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Prefeitura (30 de setembro de 2011). «Programação Aniversário da Cidade». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Fashion Model Diretory. «Ana Beatriz Barros» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Uol Educação. «Carlos Drummond de Andrade». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Genea Portugal (5 de janeiro de 2008). «A linha de sangue de Drummond». Diário de Notícias. Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Biblioteca Virtual de São Paulo (17 de novembro de 2010). «Na Capitania de São Vicente» (PDF). Consultado em 22 de maio de 2013 ? Fashion Model Diretory. «Patricia Barros» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Jornal Vale do Aço (11 de julho de 2010). «Festival de Inverno em Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? De Fato (20 de maio de 2013). «39º Festival de Inverno de Itabira acontecerá entre os dias 7 e 28 de julho». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade. «Teatro da Fundação Cultural». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Viagem na Boa (26 de setembro de 2012). «Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Prefeitura. «Viva a Natureza em Itabira». Consultado em 22 de maio de 2013. Cópia arquivada em 22 de maio de 2013 ? Overmundo (8 de novembro de 2006). «Cachoeiras de Ipoema». Consultado em 4 de abril de 2014. Cópia arquivada em 4 de abril de 2014 ? a b De Fato (26 de abril de 2013). «1ª Olimpíada da Inclusão termina nesta sexta-feira». Consultado em 23 de maio de 2013 ? Via Comercial (3 de abril de 2013). «Jogos Escolares Itabiranos reunem mais de 700 estudantes de 19 escolas». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 23 de maio de 2013 ? HandSport (21 de maio de 2013). «Handebol, basquete e vôlei são estrelas de etapa do Jimi em Itabira». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 23 de maio de 2013 ? De Fato (22 de fevereiro de 2011). «Arte e cultura na praça». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 23 de maio de 2013 ? O Gol. «Valeriodoce Esporte Clube». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 23 de maio de 2013 ? O Gol. «Israel Pinheiro». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 23 de maio de 2013 ? Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG). «0317 Itabira». Consultado em 20 de maio de 2013. Cópia arquivada em 15 de julho de 2012 ? Sérgio Ferreira Pantaleão. «Carnaval - é ou não feriado? folga automática pode gerar alteração contratual». Guia Trabalhista. Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2011 ? Presidência da República. «Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995». Consultado em 23 de maio de 2013. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2011
Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Definições no Wikcionário
Textos originais no Wikisource
Categoria no Commons
Commons
Wikisource
WikcionárioPrefeitura de Itabira
Câmara Municipal de Itabira
Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade
Itabira no IBGE Cidades
Mapas
Itabira no WikiMapia
Itabira no Google Maps
vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
vdeMetrópolesMetrópoles globais
São Paulo
Metrópoles nacionais
Brasília
Rio de Janeiro
Metrópoles regionais
Belém
Belo Horizonte
Curitiba
Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
Grajaú
Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
Leme
Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
Malacacheta
Manga
Mantena
Maracaçumé
Matão
Matinhos
Miranda
Miracema do Tocantins
Mirinzal
Mococa
Monte Alegre
Monte Alto
Monte Aprazível
Monte Carmelo
Mostardas
Muçum
Nanuque
Natividade
Nazaré
Neópolis
Niquelândia
Nonoai
Nossa Senhora das Dores
Nova Londrina
Nova Mutum
Nova Petrópolis
Oliveira
Orlândia
Osvaldo Cruz
Olho d'Água das Flores
Ouro Fino
Ouro Preto do Oeste
Palmeira
Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
Pão de Açúcar
Paracatu
Paraguaçu Paulista
Paraisópolis
Paramirim
Paranacity
Paranaíba
Parelhas
Passa-e-Fica
Patu
Paulistana
Peçanha
Pedra Azul
Pedro II
Pedro Afonso
Peixoto de Azevedo
Piancó
Pinheiro Machado
Pio XII
Piraju
Piracuruca
Pitanga
Pitangui
Piumhi
Poções
Ponte Serrada
Pontes e Lacerda
Porteirinha
Porto Calvo
Porto União
Posse
Presidente Epitácio
Presidente Getúlio
Presidente Juscelino
Presidente Venceslau
Princesa Isabel
Prudentópolis
Quatis
Quedas do Iguaçu
Rancharia
Resplendor
Riachão do Jacuípe
Rio Bonito
Rio Negro
Rio Pomba
Rio Real
Rodeio Bonito
Roncador
Rubiataba
Salto do Jacuí
Salvador do Sul
Sananduva
Sanclerlândia
Santa Bárbara
Santa Cruz
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Cruz do Rio Pardo
Santa Filomena
Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
Santana do Livramento
Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
São Bento (Maranhão)
São Bento (Paraíba)
São Benedito
São Domingos
São Francisco
São Gabriel da Palha
São Gotardo
São João Batista
São João do Ivaí
São João do Piauí
São João dos Patos
São João Nepomuceno
São Joaquim da Barra
São José do Cedro
São José do Egito
São João do Rio do Peixe
São João Evangelista
São José do Cedro
São Lourenço do Oeste
São Mateus do Sul
São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
São Valentim
São Vicente Férrer
Sapé
Seara
Sena Madureira
Senador Pompeu
Serafina Corrêa
Serra Dourada
Serro
Simões
Simplício Mendes
Sinimbu
Siqueira Campos
Sobradinho
Sombrio
Sumé
Tabira
Taguatinga
Taió
Taiobeiras
Tangará
Tapejara
Tapes
Taquaritinga
Tarauacá
Tauá
Tenente Portela
Terra Nova do Norte
Teutônia
Tietê
Tramandaí
Três Pontas
Tucumã
Tucunduva
Turmalina
Tutóia
Uiraúna
Umarizal
União
Uruçuí
Valença
Valença do Piauí
Valente
Várzea da Palma
Vazante
Venda Nova do Imigrante
Veranópolis
Viana
Vigia
Vila Rica
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Vitorino Freire
Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
vde Minas Gerais Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalBelo HorizonteDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões Metropolitanas e RIDEsBelo Horizonte ? Vale do Aço ? Distrito Federal e EntornoMais de 500.000 habitantesBelo Horizonte ? Uberlândia ? Contagem ? Juiz de ForaMais de 200.000 habitantesBetim ? Montes Claros ? Ribeirão das Neves ? Uberaba ? Governador Valadares ? Ipatinga ? Sete Lagoas ? Divinópolis ? Santa LuziaMais de 100.000 habitantesIbirité ? Poços de Caldas ? Patos de Minas ? Teófilo Otoni ? Pouso Alegre ? Barbacena ? Sabará ? Varginha ? Conselheiro Lafaiete ? Itabira ? Araguari ? Vespasiano ? Passos ? Coronel Fabriciano ? Ubá ? Muriaé ? Ituiutaba ? Araxá ? LavrasSudeste, Brasil
Portal de Minas Gerais

POSTAGENS RELACIONADOS


CRIAR SITE BRUSQUE EM ITABIRINHA


criar site brusque em Itabirinha

Encontre criar site brusque em Itabirinha na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

LER ARTIGO

CRIAR SITE BRUSQUE EM ITABIRITO


criar site brusque em Itabirito

Encontre criar site brusque em Itabirito na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

LER ARTIGO

CRIAR SITE BRUSQUE EM ITABORAÍ


criar site brusque em Itaboraí

Encontre criar site brusque em Itaboraí na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

LER ARTIGO

CRIAR SITE BRUSQUE EM ITABUNA


criar site brusque em Itabuna

Encontre criar site brusque em Itabuna na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

LER ARTIGO