criar site brusque em Crato

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Crato

Nota: Para outros significados, veja Crato (desambiguação).Município do Crato
"Berço da República do Brasil "" Berço do Pe. Cícero "" Coração do Ceará ""Terra de Alencar""Princesa do Cariri""Cratinho de Açúcar"
Cidade durante a tardeBandeiraBrasãoHino
Aniversário21 de junho
FundaçãoMarço de 1762
Emancipação25 de janeiro de 1764 (255 anos)- de Icó
Gentílicocratense
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Penha
CEP63.100-000 a 63.139-999[1]
Prefeito(a)José Ailton de Sousa Brasil (PP)(2017 – 2020)
Localização
Localização do Crato no CearáCrato Localização do Crato no Brasil
07° 02' 02" S 39° 24' 32" O07° 02' 02" S 39° 24' 32" O
Unidade federativaCeará
MesorregiãoSul Cearense IBGE/2008[2]
MicrorregiãoCariri IBGE/2008[2]
Região metropolitanaCariri
Municípios limítrofesao norte Farias Brito; a leste Caririaçu, Juazeiro do Norte e Barbalha; a oeste Nova Olinda e Santana do Cariri e a sul Exu e Moreilândia no estado de Pernambuco.
Distância até a capitalfederal: 3 658 kmestadual: 508 km[3]
Características geográficas
Área1 009,202 km² (BR: 1398º)[4]
Área urbana4,906 km² (CE: 6º) ? est. Embrapa[5]
DistritosCrato (sede), Baixio das Palmeiras, Belmonte, Campo Alegre, Dom Quintino, Monte Alverne, Bela Vista, Ponta da Serra, Santa Fé e Santa Rosa
População135 604 hab. (CE: 6º) ? est. IBGE/2017[6]
Densidade129,41 hab./km²
Altitude426 mest. Embrapa[5]
ClimaTropical As
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,713 (BR: 1514° CE: 3º) ? alto PNUD/2010[7]
Gini0,57 PNUD/2010[7]
PIBR$ 1.478.136 mil reais (CE: 8º) ? IBGE/2014[8]
PIB per capitaR$ 11 578,96 reais IBGE/2014[8]
Página oficial
PrefeituraPrefeitura do Crato
CâmaraCâmara do CratoCrato é um município brasileiro do estado do Ceará. A cidade situa-se no Cariri cearense, conhecido por muitos como o "Oásis do Sertão" pelas características climáticas mais úmidas e favoráveis à agropecuária. Faz divisa com o estado de Pernambuco, constituindo também um entroncamento rodoviário que a interliga ao Piauí, Paraíba e Pernambuco, além da capital do Ceará, Fortaleza. Localiza-se no sopé da Chapada do Araripe no extremo-sul do estado e na Microrregião do Cariri, integrante da Região Metropolitana do Cariri e em 2016, tinha quase 130 mil habitantes.[6] Por ser localizado no sopé da Chapada do Araripe, suas temperaturas são relativamente baixas no inverno, embora elevadas no verão, ao contrário de outras áreas do Nordeste.
Constitui-se numa cidade com expressiva importância regional. Destaca-se na tradicional função de comercialização de produtos rurais, provenientes do desenvolvimento da agricultura no sopé dos vales irrigados da região do Cariri. Nesta área, destaca-se a famosa Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), feira agropecuária que inclui também shows com bandas e cantores famosos e atrai milhares de visitantes à cidade todo mês de julho.[9]
É uma das cidades mais importantes e antigas do Ceará, situando-se atualmente como a sexta cidade mais populosa,[6] a 3ª mais desenvolvida[7] e o 7ª maior PIB do Estado.[8]Índice1 Etimologia
2 História2.1 Entradas dos Sertões de Dentro e a Missão Capuchinha
2.2 Século XIX: influências de Pernambuco
2.3 Segunda metade do século XIX: Criação da Diocese, Caldeirão e outras mudanças
3 Geografia3.1 Clima
3.2 Hidrografia
3.3 Relevo
3.4 Vegetação
3.5 Subdivisões
4 Estrutura socioeconômica4.1 Saúde
4.2 Educação
4.3 Transporte público e intermunicipal
5 Economia5.1 Turismo
6 Cultura
7 Cratenses ilustres
8 Ver também
9 Referências
10 Ligações externas
11 Ver tambémEtimologia[editar | editar código-fonte]
O topônimo Crato vem do latim curatus, que significa padre ou designação de lugares com condições de tornar-se paróquia, podendo ser uma alusão a:a vila portuguesa de Crato, no Distrito de Portalegre, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo;
Curato de São Fidélis de Sigmaringa, que corrompeu-se depois para Curato de São Fidélis, Curato, Crato.
Já o topônimo Miarada é uma alusão a um dos chefes da tribo do Kariri, batizado com esse nome.
Sua denominação original era Missão do Miranda, depois Missão dos Cariris Novos, Aldeia do Brejo Grande e Vila Real do Crato e, desde 1842, Crato.[10]História[editar | editar código-fonte]
As terras as margens do rio Jaguaribe-Mirim (e seus afluentes) e da Chapada do Araripe eram habitadas por diversas etnias indígenas, dentre elas os Kariri, Aquijiró, Guariú, Xocó, Quipapaú e tantas outras,[11][12] antes da chegada das entradas e/ou missões religiosas dos portugueses, italianos, baianos, paraibanos e sergipanos.Entradas dos Sertões de Dentro e a Missão Capuchinha[editar | editar código-fonte]
Com a expulsão dos neerlandeses do nordeste brasileiro, os portugueses e outros brasileiros puderam adentrar e explorar melhor a terra do Siará Grande.
Acredita-se que primeira penetração no território do Cariri aconteceu durante século XVII, com a bandeira dos irmãos Lobato Lira. Desta bandeira, participaram dois religiosos: um padre secular e um frade capuchinho, que ganharam a confiança dos índios Kariri e conseguiram aldeá-los. Estes exploradores subiram o leito do Jaguaribe-Mirim e instalaram nos arredores da cachoeira dos Kariri (cachoeira de Missão Velha).[10]
Tempos depois, o frade capuchinho Carlos Maria de Ferrara organizou, às margens do rio Itaitera (água que corre entre pedras), o maior e mais importante aldeamento de silvícolas na região. Este recebeu o nome de "Missão do Miranda", em homenagem a um dos chefes da tribo batizado com esse nome. Mais tarde, também aparecem as denominações "Miranda" e "Cariris Novos". A Missão do Miranda, sob a administração dos capuchinhos, prosperou, devido à fertilidade do solo e abundância de água, que possibilitaram o cultivo da cana-de-açúcar, mandioca e cereais. Manuel Carneiro da Cunha e Manuel Rodrigues Ariosto requereram, através da lei de sesmaria, a posse das terras adjacentes ao Rio Salgado, fato que culminou na elevação da missão a povoação. A Praça da Sé, no centro comercial da cidade, com a catedral ao fundo.
A primeira manifestação de apoio eclesiástico aconteceu em terras doadas pelo capitão-mor Domingos Álvares de Matos e sua mulher, Maria Ferreira da Silva. Doação de terras feita aos índios Cariús da Missão ratificada perante o tabelião Roque Corrêia Merreiras no dia 13 de dezembro de 1743. Essa doação localizava-se, inicialmente, em terras encravadas a dois quilômetros a sudeste da povoação, transferindo-se, em data posterior, para a margem direita do rio Granjeiro. Os trabalhos da primitiva Igreja, dedicada a Nossa Senhora da Penha de França e São Fidélis de Sigmaringa, tiveram início em 1745, tendo como responsável, o frei Carlos Maria de Ferrara. Em 1762, foi criada a Paróquia, na aldeia do Miranda, sob a invocação de Nossa Senhora da Penha.
A edificação desse primitivo templo revela o atraso de sua época, considerando sua estrutura como as paredes de taipa, piso de barro batido e coberta de palhas, tendo ainda os caibros e ripas trançados de cipós. A permanência desses religiosos, no que se chamou de Missão do Miranda, estendeu-se por espaço de dez anos.
A freguesia criou-se por provisão de março do ano de 1762 e inaugurou-se a 4 de janeiro de 1768, tendo como seu primeiro vigário o padre Manuel Teixeira de Morais. Com o desgaste do tempo, a estrutura física entra em deterioração, situação que levou o padre Antônio Lopes de Macedo Júnior, pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Penha, a endereçar requerimento à Junta do Real Erário, solicitando fundos necessários à construção da capela-mor ou igreja matriz. Atendido o seu pedido, iniciaram-se os trabalhos cuja conclusão data de 1817, constando os atos inaugurais de 3 de maio do mesmo ano.
A povoação de Miranda elevou-se à categoria de vila em 16 de dezembro de 1762, tendo sido instalada em 21 de junho de 1764 como Vila Real do Crato, no século XVIII, desmembrada da cidade de Icó e constituindo com essa, Lavras e Umari os mais importantes núcleos de povoamento na época colonial no interior do Nordeste. Foi tornada cidade pela Lei Provincial nº 628, de 17 de outubro de 1853.Século XIX: influências de Pernambuco[editar | editar código-fonte]
Seminário São José, no bairro Seminário.
No século XIX, já habitavam na vila do Crato famílias que enviavam seus filhos para estudar em Recife, capital da província de Pernambuco. Foi por lá que muitos entraram em contato com os ideais de independência e adoção do regime republicano no país. Assim, José Martiniano de Alencar, subdiácono e estudante do Seminário de Olinda, deflagrou o movimento republicano no conservador Vale do Cariri, a ter o Crato como palco principal. Repercutindo os ideais da Revolução Pernambucana de 1817, Martiniano "proclama" a independência do Brasil no púlpito da matriz da cidade em 3 de maio de 1817. Com isso, a cidade do Crato foi considerada um país por um dia. O proprietário Leandro Bezerra Monteiro, o mais importante proprietário rural do Cariri, católico e monarquista, pôs fim ao intento republicano. Os revolucionários foram presos e enviados para as masmorras de Fortaleza e posteriormente para as de Salvador, na Bahia. Entre os prisioneiros estavam Tristão Gonçalves de Alencar Araripe e Dona Bárbara de Alencar, irmão e mãe de José Martiniano. Recebem a anistia pela autoridade real posteriormente.
Em 1824 eclode em Pernambuco a Confederação do Equador. Tristão Gonçalves de Alencar Araripe mais uma vez adere ao movimento e é aclamado pelos rebeldes Presidente da Província do Ceará. Em 31 de outubro de 1825 morre em combate com forças contrárias ao movimento. Após tais acontecimentos, em Crato, assim como no Cariri, muitos se dividem entre monarquistas e republicanos. Entre os primeiros estavam Joaquim Pinto Madeira e Leonardo José Douétts, chefes políticos das Vilas de Jardim e Umari, respectivamente, e Capitães de Ordença que prenderam os revolucionários, entre eles Tristão Gonçalves de Alencar Araripe . Com a renúncia de D. Pedro I, inimigos do monarquista aproveitam para se vingar e Pinto Madeira em sua defesa arma dois mil jagunços com a ajuda do vigário de Jardim, padre Antônio Manuel de Sousa. Invadem o Crato em 1832 para derrotar os inimigos políticos. Apesar de vitoriosos no começo, Pinto Madeira e Antônio Manuel sofrem reveses e, finalmente presos, são enviados ao Recife e Maranhão. Retorna ao Crato em 1834 e é condenado a forca, sentença posteriormente comutada para fuzilamento, em face do réu ter alegado sua patente militar de coronel. Tanto Tristão Gonçalves quanto Pinto Madeira dão nome a rua e bairro, respectivamente, na cidade nos dias de hoje.Segunda metade do século XIX: Criação da Diocese, Caldeirão e outras mudanças[editar | editar código-fonte]
No início do século XX, a cidade dividiu com o recém criado município de Juazeiro do Norte a liderança política do vale do Cariri. Joaseiro, como era conhecido, era uma localidade pertencente à Crato e seu processo de autonomia política seria encabeçado por, entre outros, padre Cícero Romão Batista.
Em 20 de outubro de 1914, é criada a Diocese do Crato pelo papa Bento XV através da Bula "Catholicae Ecclesiae". A Igreja Católica foi responsável pelo progresso material e social de Crato inicialmente, pois aí fundou o Seminário menor de São José (primeiro do Interior cearense), a pioneira cooperativa de crédito (Banco do Cariri), escolas, hospitais e a Faculdade de Filosofia de Crato, embrião da atual Universidade Regional do Cariri fundada no ano de 1986. Ainda em 1914, Crato foi palco de confrontos da Sedição de Juazeiro, levante que levaria à deposição do Governador Marcos Franco Rabelo. Estação da RFFSA, Desativada e hoje Centro Cultural em Crato.
Em 1926, o Crato ligou-se a Fortaleza, através da inauguração da estação de trem do Crato, o ponto final da extensão da Estrada de Ferro de Baturité, que teve início a partir de 1910.[13]
Durante a seca de 1932, o Crato é um dos locais onde é instalado pelo governo estadual um dos Campos de Concentração no Ceará ou mais conhecido como os Currais do Governo. Os flagelados da seca que procuravam a ajuda do padre Cícero foram então alojados no sítio da localidade de Buriti. O campo do concentração do Crato foi um episódio marcante na História do Ceará.
Com o fim de canudos, o beato José Lourenço Gomes da Silva vem morar em Crato e, com o aval do Padre Cícero, funda a irmandade da Santa Cruz do Deserto. A primeira base desta comunidade localizava-se no Sítio Baixa Dantas. Em 1926 a irmandade sai deste sítio e vai para o Caldeirão dos Jesuítas. O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, um experimento sociorreligioso que incomodou as principais forças regionais da época, teve o seu fim em 1937 e entrou para a História do Ceará como um massacre no qual, pela primeira vez História do Brasil, aviões foram usados como objetos de arma.
O município, atualmente, mantém um padrão de vida significativo se comparado com algumas cidades não muito distantes da região do Cariri. Seu último e atual bispo, o ítalo-brasileiro Dom Fernando Panico, deu início ao processo de reabilitação do Padre Cícero, abrindo, assim, uma possibilidade para que o sacerdote seja oficialmente beatificado e, futuramente, canonizado pela Igreja Católica.Geografia[editar | editar código-fonte]
Clima[editar | editar código-fonte]
A pluviosidade no município é de 1 086 milímetros anuais, com chuvas concentradas de dezembro a abril. As temperaturas médias ao longo do ano variam entre 24 °C e 27 °C, com médias mínimas de 18 °C até médias máxima de 33 °C. Nas zonas altas da cidade, no topo da Chapada do Araripe, as temperaturas costumam ser mais frias devido à altitude. Na vizinha Barbalha, situada em altitude similar, a estação meteorológica local demonstra que, da região do Araripe, as mínimas absolutas (no período 1961-1990) variaram entre 10 °C e 18 °C, enquanto as máximas absolutas foram de 34 °C a 37 °C, conforme o mês do ano.[14]
Dados climatológicos para Crato
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)31,230,229,428,928,328,629,130,631,832,532,332 30,4
Temperatura média (°C)2625,424,924,523,823,623,524,625,626,426,526,4 24,1
Temperatura mínima média (°C)20,920,720,520,219,418,61618,619,520,320,820,9 19,9
Precipitação (mm)17320924120157271066244488 1 086
Fonte: Climate Data.[15] Hidrografia[editar | editar código-fonte]
As principais fontes de água fazem parte da bacia do rio Salgado, sendo seus afluentes os rios: Carás e das Batateiras riachos: Correntinho, Carão, dos Carneiros, São José e outros tantos. Existem ainda diversos açudes, sendo os de maior porte o Açude dos Gonçalves e o Açude Tomaz Osterne,[16][17]Relevo[editar | editar código-fonte]
As terras do Crato fazem parte da Depressão Sertaneja, com um relevo que é constituído ao norte por formas suaves, pouco dissecadas, com maciços residuais, e a sul pela uniformidade da Chapada do Araripe. Por estar localizada no sopé de uma chapada de altitudes consideráveis (chegando a até 920m) em meio a uma área semiárida. Os solos da região são solos podzólicos, latossolos, litólicos e solos aluviais.
Geologicamente, o substrato compõe-se de xistos, quartzitos, gnaisses e migmatitos do Pré-Cambriano indiviso, conglomerados, arenitos, grauvacas e argilitos do Eocambriano, arenitos e calcários do Paleozóico.[16] Vista parcial do Vale do Cariri a partir do Clube Serrano, na vertente da Chapada do Araripe.
Vegetação[editar | editar código-fonte]
O Crato possui uma grande variedade de paisagens naturais, incluindo áreas de mata seca floresta subcaducifólia tropical pluvial, cerrado, caatinga arbórea (floresta caducifólia espinhosa), mata úmida (floresta subperenifólia tropical plúvio-nebular) e carrasco (vegetação de transição presente em algumas regiões do Ceará). De acordo com dados oficiais do governo, reconhecem-se as seguintes vegetações no território do Crato: carrasco, floresta caducifólia espinhosa, floresta subcaducifólia tropical pluvial, floresta subperenifólia tropical pluvio-nebular e floresta subcaducifólia tropical xeromorfa.[18]
Dada a variedade de paisagens, a cidade do Crato possui grande biodiversidade, que está relativamente bem preservada graças à Floresta Nacional do Araripe, que foi a primeira floresta nacional estabelecida no Brasil, em 1946, e abrange parte do território de Santana do Cariri, Crato, Barbalha e Jardim, totalizando 39.262,326 hectares. Por sua riqueza biológica, o Crato é um dos locais mais importantes para a preservação do degradado patrimônio ecológico no Ceará e para a preservação dos resquícios de mata atlântica, vegetação que quase desapareceu em todo o Nordeste.Subdivisões[editar | editar código-fonte]
O município também é dividido em dez distritos: Crato (sede), Baixio das Palmeiras, Belmonte, Campo Alegre, Dom Quintino, Monte Alverne, Bela Vista, Ponta da Serra, Santa Fé e Santa Rosa.[10]BairrosAlto da Penha
Barro Branco
Centro
Cruz
Franca Alencar (loteamento)
Gizélia Pinheiro (Batateira)
Granjeiro
Independência (asa)
Lameiro
Mirandão
Mutirão
Muriti
Novo Crato (conjunto)
Novo Horizonte
Ossian Araripe
Pantanal
Pimenta
Pinto Madeira
Parque Recreio
Santa Luzia (conjunto)
São José
São Miguel
Seminário
Sossego
Vila Alta
Vila Lobo
Zacarias GonçalvesEstrutura socioeconômica[editar | editar código-fonte]
Uma das muitas praças da cidade. Praça Alexandre Arraes.
A vasta maioria da população cratense, 83,11%, mora na zona urbana. A maior parte dos moradores urbanos dispõe de serviços de água encanada (90,03%), energia elétrica (99,70%) e coleta de lixo (92,23%), representando um significativo progresso em relação a 1991, quando esses serviços estavam disponíveis para 52,59%, 77,77% e 50,22% dos cratenses, respectivamente.[7] Outros serviços largamente disponíveis na cidade são transporte público, serviço telefônico, internet, correios e telégrafos, serviços bancários, hospitais e educação pública e privada do fundamental ao nível superior. Em relação ao resto do Ceará, o Crato se destaca como o 3º município com maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), composto por índices de longevidade, educação e renda, quesitos nos quais o Crato está também em 3º lugar.
A cidade apresenta altíssima desigualdade de renda, porém esta diminuiu razoavelmente ao longo da década de 2000, reduzindo o nível de concentração da riqueza de 0,64 em 2000 para 0,57 em 2010. Apesar disso, 8,61% dos cratenses ainda são extremamente pobres e outros 24,54% sofrem com a pobreza, o que, entretanto, demonstra grande avanço em relação à pobreza extrema de 38,42% e à pobreza de 65,85% em 1991.[7] O Crato enfrenta problemas de ordem ambiental, em decorrência da ocupação desordenada nos bairros mais altos da cidade, a exemplo no Parque Granjeiro, onde se verifica uma explosão imobiliária ao longo do leito do Rio Granjeiro, que atravessa o centro da cidade, na área mais baixa. Tal ocupação ocasionou o assoreamento e a destruição da mata ciliar do rio, o que veio a causar, nos últimos anos, violentas inundações durante a quadra invernosa (muito intensa em Crato nos meses de janeiro a abril).Saúde[editar | editar código-fonte]
O Crato possui expectativa de vida de 74,3 anos e mortalidade infantil (até 1 ano de idade) de 16,5 por mil nascidos vivos, ambos ligeiramente melhores que a média nacional. Houve significativa melhoria nos índices básicos de saúde do cratense desde 1991: a longevidade subiu de 61,8 para 74,3 anos (+20,2%), enquanto a mortalidade infantil caiu de 61,4 para 16,5 por mil (-73,1%). Paralelamente, houve significativa queda na taxa de fecundidade da mulher cratense, passando de 3,7 em 1991 para apenas 2,2 em 2010.[7]
A rede hospitalar do município possui cinco hospitais (Hospital e Maternidade São Francisco de Assis, Hospital São Miguel, Casa de Saúde Joaquim Bezerra de Farias, Hospital Manuel de Abreu e Casa de Saúde Santa Teresa, sendo este último hospital psiquiátrico) além de diversas clínicas especializadas e postos de saúde dispersados em vários pontos do município, atraindo uma grande demanda de cidades vizinhas bem como de outros estados limítrofes.Educação[editar | editar código-fonte]
Centro de Ciências Agrárias e da Biodiversidade da UFCA
A cidade conta com extensa rede educacional, tanto pública como privada, nos três níveis de ensino. Sua rede de ensino superior é formada pelas seguintes instituições: Universidade Regional do Cariri (URCA), Universidade Vale do Acaraú - Unidade Crato, Universidade Federal do Cariri com o Centro de Ciências Agrárias e da Biodiversidade da UFCA , Faculdade Católica do Cariri e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Crato. Frequentam-se também as faculdades e universidades localizadas nas cidades vizinhas de Juazeiro do Norte e Barbalha, conurbadas ao Crato.
O Crato experimentou largo avanço educacional entre 1991 e 2010, subindo do IDHM-Educação de 0,267 para 0,673. Contribuíram para isso os fortes aumentos na escolarização média da população: hoje 56,82% dos cratenses de 18 anos ou mais têm o ensino fundamental completo (eram 29,27% em 1991), enquanto 48,25% dos jovens de 18 a 20 anos têm ensino médio completo (face a 11,40% em 1991). Dentre os adultos de 25 ou mais anos, 10,8% completaram o ensino superior, porém 19,3% ainda são analfabetos. Como um todo, os habitantes do Crato têm 10,47 anos esperados de estudo, acima da média cearense de 9,82 e uma marcante melhoria em relação aos 6,96 anos de estudo em 1991.[7]Transporte público e intermunicipal[editar | editar código-fonte]
Vista da rua Pres. Kennedy.
Inaugurado em 1 de dezembro de 2009[19], o Metrô do Cariri é um veículo leve sobre trilhos que liga Crato ao município vizinho Juazeiro do Norte. Iniciativa do Governo do estado em parceria com as prefeituras dos municípios envolvidos, o VLT foi construído pela empresa Bom Sinal Indústria e Comércio Ltda.
O sistema público de transportes é deficitário, sendo feito por "lotações", usando-se "vans" e caminhonetes que fazem linhas para os diversos bairros e distritos do município. Existe uma pequena empresa de ônibus (Transfreire), que liga o Centro ao bairro do Granjeiro, e duas linhas intermunicipais (Crato-Juazeiro), operadas pela empresa Via Metro. Porém a cidade carece de um transporte público que interligue os outros bairros mais distantes ao centro. O terminal intermunicipal de passageiros é considerado pequeno para o movimento da cidade, de onde saem várias linhas de ônibus que ligam o Crato a quase todas as Regiões brasileiras.
A partir de Fortaleza o acesso ao município pode ser feito por via terrestre através da rodovia Fortaleza/Crato (BR-122). As demais vilas, lugarejos, sítios e fazendas são acessíveis (com franco acesso durante todo o ano) através de estradas estaduais, algumas asfaltadas.[20]Economia[editar | editar código-fonte]
Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti.
A economia local é baseada na agricultura de feijão, milho, mandioca, arroz, monocultura de algodão, cana-de-açúcar, castanha de caju, hortaliças, banana, abacate e diversas frutas. Na pecuária extensiva destaca-se criação de bovinos, ovinos, caprinos, suínos e de aves. O extrativismo vegetal também estimula a economia local com a extração de madeiras diversas para lenha e construção de cercas, uso em padarias e fabricação de carvão vegetal; atividades com babaçu, oiticica e carnaúba. O artesanato, também é uma outra fonte de renda, de redes e bordados é bastante difundido no município. Já a piscicultura desenvolve-se nos córregos e açudes.[18]
A mineração gera fonte de renda através da extração de rochas ornamentais, rochas para cantaria, brita, fachadas e usos diversos na construção civil. Bem com a extração da areia, argila (utilizada no fabrico de telhas e tijolos) e de rocha calcária (calcinada para obtenção de cal e gipsita). Registram-se ainda nas terras do Crato a ocorrência de gipsita, utilizado na fabricação de cimento Portland, gesso e na correção de solos salinos, e chumbo.
No parque industrial do Crato localizam-se 95 indústrias.[21] Centro comercial do Crato.
A cidade do Crato tem expressiva importância econômica regional. Destaca-se na tradicional função de comercialização de produtos rurais, provenientes do desenvolvimento da agricultura no sopé dos vales irrigados da região do Cariri. Nessa área, destaca-se a famosa Expocrato, feira agropecuária que inclui também shows com bandas e cantores famosos e da qual participam cerca de 500 mil pessoas todos os anos incluindo milhares de visitantes de fora da cidade, em todo mês de julho.[22] A cidade também comercializa produtos industriais, tais como (alumínio, calçados, cerâmica e aguardente, para os demais centros urbanos do Ceará.
A cidade conta com várias agências bancárias e, conforme o IBGE, o PIB da cidade era de 846,429 milhões de reais em 2010, o que lhe valia um PIB per capita relativamente baixo de R$ 6.968,67. A principal atividade econômica da cidade é o setor de comércio, cerâmica vermelha e serviços, que, segundo dados de 2002, é responsável por 68,8% do PIB municipal. Ainda pelos mesmos dados, a indústria responde por 27,6% do PIB e o setor agropecuário, embora bastante destacado na cidade graças à famosa feira agropecuária da Expocrato, é responsável por apenas 3,6%. Em 2005 o PIB de Crato foi R$ 116.122.000 maior que no ano anterior, totalizando o valor de R$ 459 764 000. O setor de comércio e serviços continua a ser o maior empregador da cidade, a verificar-se a presença de lojas de rede regional e nacional.
Uma parcela significativa da população dedica-se à prestação de serviços.Turismo[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Sítios históricos do Crato (Ceará)
O turismo também é uma importante fonte de renda para o município: a Chapada do Araripe e as suas belezas naturais e a arquitetura do Centro Histórico do Crato, que é datada do século XVIII.Cultura[editar | editar código-fonte]
Catedral de Nossa Senhora da Penha.
O município conta instituições que promovem a cultura como
Banda de Música Municipal do CratoSociedade de Cultura Artística do Crato (SCAC): no mês no novembro, de cada ano, a unidade SESC da cidade promove uma mostra de teatro com companhias de todo país;
Instituto Cultural do Cariri: fundado em 1953, do qual foi membro o dicionarista brasileiro Tomé Cabral Santos;
Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto: sua principal expressão de cultura popular, embora existam muitos outros grupos folclóricos. A cidade reúne pequenos festivais de tradições populares nordestinas;
Palacete da estação ferroviária: hoje um Centro Cultural;
Seminário São José, a Igreja da Sé e seu entorno;
Museu Histórico: com várias peças do século XVIII e XIX e artefatos dos primeiros habitantes (os índios cariús);
Museu Paleontológico: edificação mais antiga do Crato em cujo interior encontra-se fósseis de animais que viveram na região há milhões de anos.
Os principais eventos culturais de Crato são
Área de leilões do Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti
Festa da Padroeira Nossa Senhora da Penha (1 de Setembro)
Desfile de 7 de setembro
Semana do Município (21 de Junho)
Expocrato (Julho)
Santa Cruz da Baixa Rasa (Missa do Vaqueiro) (24 de Janeiro)
Dia de Reis (6 de Janeiro)
Mostra Sesc de Arte e Culturas (Novembro)
Natal do Belo Amor (Dezembro)
Romaria do Caldeirão
Cratenses ilustres[editar | editar código-fonte]
Desde suas origens, o Crato tem-se destacado pela contribuição de seus habitantes para a cultura, a política, a religião, o Direito e as artes. São exemplos os seguintes nomes:Padre Cícero
Antônio Martins Filho
Irineu Nogueira Pinheiro
Tristão Gonçalves de Alencar
Leandro de Chaves e Melo Ratisbona
José Martiniano Pereira de Alencar
Augusto César de Castro Meneses
Francisco Cândido de Castro Meneses
Guilherme Clidenor de Moura Capibaribe (o Barrica)
Dom Joaquim Ferreira de Melo
Francisco Reginaldo de Sá Menezes (Xico Sá)
Vicente Rosal Ferreira Leite (Vicente Leite)
Camilo Sobreira de Santana
Aderaldo Ferreira de Araújo (Cego Aderaldo)
Leandro Bezerra Monteiro
José Arnon Cruz Bezerra de Menezes
Rogério Miranda de Almeida
Everardo Norões
Ver também[editar | editar código-fonte]
Lista de prefeitos do Crato
Referências? «CEP de cidades brasileiras». Correios. Consultado em 31 de Julho de 2008 ? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? Google Maps? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? a b «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008 ? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2016 http://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/60259e00e4ee4b2aa1bea45b4b5480ec.xls. Consultado em 30 de agosto de 2016 Em falta ou vazio |título= (ajuda)? a b c d e f g «Perfil do Município Crato - Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 30 de julho de 2013 ? a b c «Produto Interno Bruto dos municípios 2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 22 de abril de 2017 ? «Expocrato: Começa a maior feira agropecuária do Ceará». 14 de julho de 2014. Consultado em 18 de outubro de 2014. Arquivado do original em 23 de outubro de 2014 ? a b c «Página do IBGE» (PDF). Consultado em 17 de fevereiro de 2010 ? Sebok. Lou, Atlases published in the Netherlands in the rare atlas collection. Compiled and edited by Lou Seboek. National Map Collection (Canada), Ottawa. 1974? Aragão, R. B, Índios do Ceará e Topônimios Índigenas, Fortaleza, Barraca do Escritor Cearense. 1994? «Estações Ferroviárias» ? «Normal Climatológica do Brasil 1961-1990». Normal Climatológica do Brasil 1961-1990. Instituto Nacional de Meteorologia - INMET. 2013. Consultado em 30 de julho de 2013 ? «Clima: Crato». Climate Data. Consultado em 21 de outubro de 2014 [ligação inativa]? a b «Página do CPRM». Consultado em 21 de fevereiro de 2010 ? «Atlas do Ceará». Consultado em 21 de fevereiro de 2010 ? a b «Página do CPRM» ? Metrô do Cariri começa a funcionar[ligação inativa]? «Página do DER». Consultado em 21 de fevereiro de 2010 ? «Página do Ceará». 2000. Consultado em 21 de fevereiro de 2010 [ligação inativa]? «Jornal O Estado - "Expocrato começa domingo com grandes atrações nacionais"». 2012. Consultado em 30 de julho de 2013
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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Ver também[editar | editar código-fonte]
Região Metropolitana do Cariri
Metrô do Cariri
vdeRegião Metropolitana do CaririBarbalha ? Caririaçu ? Crato ? Farias Brito ? Jardim ? Juazeiro do Norte ? Missão Velha ? Nova Olinda ? Santana do Cariri Ceará, Brasil
vde CearáCapitalFortalezaDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões MetropolitanasCariri ? FortalezaMais de 300 000 habitantesFortaleza ? CaucaiaMais de 200 000 habitantesJuazeiro do Norte ? Maracanaú ? SobralMais de 100 000 habitantesCrato ? Itapipoca ? Maranguape ? IguatuMais de 50 000 habitantesQuixadá ? Canindé ? Crateús ? Aquiraz ? Pacatuba ? Quixeramobim ? Russas ? Aracati ? Tianguá ? Cascavel ? Icó ? Morada Nova ? Pacajus ? Camocim ? Acaraú ? Limoeiro do Norte ? Tauá ? Barbalha ? Horizonte ? Viçosa do Ceará ? Granja ? Boa Viagem ? Trairi ? Acopiara ? Beberibe ? ItapajéNordeste, Brasil
vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
vdeMetrópolesMetrópoles globais
São Paulo
Metrópoles nacionais
Brasília
Rio de Janeiro
Metrópoles regionais
Belém
Belo Horizonte
Curitiba
Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
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Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
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Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
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Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
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Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
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Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
Grajaú
Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
Leme
Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
Malacacheta
Manga
Mantena
Maracaçumé
Matão
Matinhos
Miranda
Miracema do Tocantins
Mirinzal
Mococa
Monte Alegre
Monte Alto
Monte Aprazível
Monte Carmelo
Mostardas
Muçum
Nanuque
Natividade
Nazaré
Neópolis
Niquelândia
Nonoai
Nossa Senhora das Dores
Nova Londrina
Nova Mutum
Nova Petrópolis
Oliveira
Orlândia
Osvaldo Cruz
Olho d'Água das Flores
Ouro Fino
Ouro Preto do Oeste
Palmeira
Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
Pão de Açúcar
Paracatu
Paraguaçu Paulista
Paraisópolis
Paramirim
Paranacity
Paranaíba
Parelhas
Passa-e-Fica
Patu
Paulistana
Peçanha
Pedra Azul
Pedro II
Pedro Afonso
Peixoto de Azevedo
Piancó
Pinheiro Machado
Pio XII
Piraju
Piracuruca
Pitanga
Pitangui
Piumhi
Poções
Ponte Serrada
Pontes e Lacerda
Porteirinha
Porto Calvo
Porto União
Posse
Presidente Epitácio
Presidente Getúlio
Presidente Juscelino
Presidente Venceslau
Princesa Isabel
Prudentópolis
Quatis
Quedas do Iguaçu
Rancharia
Resplendor
Riachão do Jacuípe
Rio Bonito
Rio Negro
Rio Pomba
Rio Real
Rodeio Bonito
Roncador
Rubiataba
Salto do Jacuí
Salvador do Sul
Sananduva
Sanclerlândia
Santa Bárbara
Santa Cruz
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Cruz do Rio Pardo
Santa Filomena
Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
Santana do Livramento
Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
São Bento (Maranhão)
São Bento (Paraíba)
São Benedito
São Domingos
São Francisco
São Gabriel da Palha
São Gotardo
São João Batista
São João do Ivaí
São João do Piauí
São João dos Patos
São João Nepomuceno
São Joaquim da Barra
São José do Cedro
São José do Egito
São João do Rio do Peixe
São João Evangelista
São José do Cedro
São Lourenço do Oeste
São Mateus do Sul
São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
São Valentim
São Vicente Férrer
Sapé
Seara
Sena Madureira
Senador Pompeu
Serafina Corrêa
Serra Dourada
Serro
Simões
Simplício Mendes
Sinimbu
Siqueira Campos
Sobradinho
Sombrio
Sumé
Tabira
Taguatinga
Taió
Taiobeiras
Tangará
Tapejara
Tapes
Taquaritinga
Tarauacá
Tauá
Tenente Portela
Terra Nova do Norte
Teutônia
Tietê
Tramandaí
Três Pontas
Tucumã
Tucunduva
Turmalina
Tutóia
Uiraúna
Umarizal
União
Uruçuí
Valença
Valença do Piauí
Valente
Várzea da Palma
Vazante
Venda Nova do Imigrante
Veranópolis
Viana
Vigia
Vila Rica
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Vitorino Freire
Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
vde Cidades históricas do Brasil segundo o IPHANRegião Centro-Oeste
Acorizal
Barão de Melgaço
Brasília
Cáceres
Cavalcante
Corumbá de Goiás
Corumbá
Crixás
Cuiabá
Diamantino
Goiás
Jaraguá
Luziânia
Miranda
Niquelândia (Tupiraçaba)
Pilar de Goiás
Pirenópolis
Poconé
Santa Cruz de Goiás
Vila Bela da Santíssima Trindade
Região Nordeste
Acaraú
Alcântara
Andaraí
Aquiraz
Aracati
Aratuípe
Areia
Bom Jesus da Lapa
Brejo da Madre de Deus
Cabo de Santo Agostinho
Cachoeira
Cairu (Morro de São Paulo)
Camamu
Campo Maior
Canavieiras
Caravelas
Caruaru
Feira de Santana
Flores
Fortaleza
Garanhuns
Goiana
Icó
Igarassu
Ilha de Itamaracá
Ilhéus
Ipojuca
Itaparica
Jaboatão dos Guararapes
Jacobina
Jaguaripe
João Pessoa
Juazeiro
Laranjeiras
Lençóis
Maragogipe
Marechal Deodoro
Monte Santo
Moreno
Natal
Nazaré
Nazaré da Mata
Oeiras
Olinda
Parnaíba
Penedo
Pesqueira
Petrolina
Piracuruca
Piranhas
Porto Calvo
Porto de Pedras
Porto Seguro (Arraial d'Ajuda)
Recife
Rio de Contas
Rio Formoso
Russas
Salvador
Santa Cruz Cabrália
Santa Luzia do Norte
Santa Rita
Santo Amaro
Santo Antônio de Jesus
São Cristóvão
São Félix
São Francisco do Conde
São Lourenço da Mata
São Luís
Sirinhaém
Sobral
Tamandaré
Tracunhaém
Triunfo
Valença
Vera Cruz
Vicência
Viçosa do Ceará
Vitória de Santo Antão
Região Norte
Almas
Pontal
Arraias
Barcelos
Belém
Boa Vista
Borba
Bragança
Cametá
Chapada da Natividade
Conceição do Tocantins
Costa Marques
Dianópolis
Itacoatiara
Macapá
Manaus
Monte do Carmo
Natividade
Paranã
Porto Nacional
Rio Branco
Santarém
Tefé
Região Sudeste
Angra dos Reis
Areias
Bananal
Barão de Cocais
Belo Vale
Cabo Frio
Caeté
Campos dos Goytacazes
Cananeia
Cantagalo
Catas Altas
Conceição da Barra
Congonhas
Coronel Xavier Chaves
Cunha
Diamantina
Embu das Artes
Guaratinguetá
Iguape
Ilhabela
Itabirito
Itanhaém
Itu
Jacareí
Jundiaí
Mariana
Mogi das Cruzes
Ouro Preto
Paraty
Petrópolis
Pindamonhangaba
Piranga
Pitangui
Prados
Resende
Resende Costa
Rio de Janeiro
Sabará
Sacramento
Santa Bárbara
Santa Luzia
Santana de Parnaíba
Santos
São Gonçalo do Rio Preto
São João del-Rei
São João Marcos
São José do Barreiro
São Luiz do Paraitinga
São Mateus
São Paulo
São Pedro da Aldeia
São Sebastião
São Vicente
Serro (Milho Verde)
Sorocaba
Taubaté
Teresópolis
Tiradentes
Ubatuba
Valença
Vila Velha
Vitória
Região Sul
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