criar site brusque em Butiá

Encontre criar site brusque em Butiá na Web4business - Desenvolvimento de Sistemas e Sites Personalizados.

Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Butiá

Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde julho de 2010). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.?Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) Nota: Se procura pelo município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, veja Butiá (Rio Grande do Sul).Butia
Butia yatay

Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida
Ordem:Arecales
Família:Arecaceae
Género:Butia



Espécies




















O termo butiá (derivado do tupi m'butiá[1]) é a designação comum às palmeiras do gênero Butia, nativas da América do Sul. Possuem em geral estipe médio, com cicatriz de pecíolos antigos, longas folhas penatífidas usadas em obras trançadas, e pequenas drupas comestíveis, com semente oleaginosa.
O termo butiá pode remeter ainda, mais especificamente, à Butia capitata, uma palmeira de até 7 m, nativa do Paraguai, Brasil (de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul), Argentina e Uruguai, cujo estipe é utilizado no fabrico de papel. De seus frutos, alaranjados, se faz geleia, licor, cachaça e vinagre, e das sementes, comestíveis, se extrai óleo. Também é conhecida pelos nomes de butiá-açu, butiá-azedo, butiá-branco, butiá-da-praia, butiá-de-vinagre, butiá-do-campo, butiá-miúdo, butiá-roxo, butiazeiro, cabeçudo, coqueiro-azedo, guariroba-do-campo e palma-petiza.[2]
Segundo a crença de algumas tribos indígenas brasileiras, o butiazeiro é uma árvore sagrada.
Há cidades que levam o seu nome, por exemplo no Rio Grande do Sul, tem as cidades de Butiá, São Pedro do Butiá e Giruá.
O termo 'butiá' na variante do idioma alemão predominante no Sul do Brasil, no Riograndenser Hunsrückisch, tanto referente à planta quanto à localidade de São Pedro do Butiá, desde os primórdios da colonização sofreu germanização e passou a ser chamado de Butioo (pronúncia transcrita em português: /bu-thió/; IPA: /b??'dj?/)[3]Espécies[editar | editar código-fonte]
Butia archeri Glassman (1979)
Butia campicola (Barb. Rrodr.) Noblick (2004)
Butia capitata (Mart.) Becc. (1916)
Butia capitata var. elegantissima
Butia capitata var. erythrospatha
Butia capitata var. liliaceiflora
Butia capitata var. nehrlingiana
Butia capitata var. odorata
Butia capitata var. pulposa
Butia capitata var. strictior
Butia capitata var. subglobosa
Butia capitata var. virescens
Butia catarinensis Noblick & Lorenzi (2009)
Butia eriospatha (Mart. ex Drude) Becc. (1916)
Butia exospadix Noblick (2006)
Butia lallemantii Deble & Marchiori (2006)
Butia lepidotispatha Noblick (2009)
Butia leptospatha (Burret) Noblick (2006)
Butia marmorii Noblick (2006)
Butia matogrossensis Noblick & Lorenzi (2008)
Butia microspadix Burret (1930)
Butia odorata (Barb. Rrodr.) Noblick & Lorenzi (2004)
Butia paraguayensis (Barb. Rrodr.) L.H. Bailey (1936)
Butia pubispatha Noblick & Lorenzi (2008)
Butia purpurascens Glassman (1979)
Butia stolonifera
Butia witeckii K. Soares & S. Longhi (2011)
Butia yatay (Mart.) Becc. (1916)
Butia yatay var. paraguayensis
x Butyagrus nabonnandii; (Butia odorata x Syagrus romanzoffiana)
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Butiá Slow Food Brasil
Este artigo sobre palmeiras (família Arecaceae), integrado no Projeto Plantas é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.Referências? 'Michaelis - Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa'. Acessado em 10 de março de 2017.? http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/butia/butia.php? Altenhofen, Cléo Vilson. 'Hunsrückisch in Rio Grande do Sul - Ein Beitrag zur beschreibung einer deutschbrasilianischen Dialektvarietät im Kontakt mit dem Portugiesischen'. Stuttgart. Franz Steiner Verlag. 1995.p. 173.