criar site brusque em Bauru

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Bauru

Nota: Para outros significados, veja Bauru (desambiguação).Município de Bauru
"Cidade sem limites"
Vista parcial da Avenida Nações UnidasBandeiraBrasãoHino
Aniversário1 de agosto
Fundação1 de agosto de 1896 (122 anos)
Gentílicobauruense
LemaCustos vigilat"Sentinela alerta"
Padroeiro(a)Divino Espírito Santo
Prefeito(a)Clodoaldo Gazzetta (PSD)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Bauru em São PauloBauru Localização de Bauru no Brasil
22° 18' 54" S 49° 03' 39" O22° 18' 54" S 49° 03' 39" O
Unidade federativaSão Paulo
Região intermediária
Bauru IBGE/2017[1]Região imediata
Bauru IBGE/2017[1]Municípios limítrofesArealva, Reginópolis, Piratininga, Agudos, Pederneiras, Duartina e Avaí
Distância até a capital326 km[2]
Características geográficas
Área673,488 km² [3]
População374 272 hab. (SP: 18º) ? estatísticas IBGE/2018[4]
Densidade555,72 hab./km²
Altitude526 m
Climatropical de altitude Cwa
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,801 (SP: 20°) ? muito alto PNUD/2010[5]
PIBR$ 13 141 085 mil (BR: 68º) ? IBGE/2016[6]
PIB per capitaR$ 35 577,22 IBGE/2016[6]
Página oficial
Prefeiturawww.bauru.sp.gov.brBauru é um município brasileiro do interior do estado de São Paulo, sendo o município mais populoso do Centro-Oeste paulista. Pertence à Mesorregião e Microrregião de Bauru, localizando-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 326 km. Ocupa uma área de 673,488 km², sendo que 68,9769 km² estão em perímetro urbano e os 604,51 km² restantes constituem a zona rural.[7] Em 2018 sua população foi estimada pelo IBGE em 374 272 habitantes,[4] sendo o 18º mais populoso de São Paulo.
A sede tem uma temperatura média anual de 22,6 °C e na vegetação original do município predomina o cerrado. Com 98,5% de seus habitantes vivendo na zona urbana, o município contava em 2009 com 149 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,801, considerando-se assim como muito elevado em relação ao país, sendo o 20º maior do estado.[5] Várias rodovias ligam Bauru a diversos municípios paulistas, tais como a Marechal Rondon, a Comandante João Ribeiro de Barros, a Cesário José de Carvalho e a Engenheiro João Batista Cabral Renno, sendo que o município encontra-se no meio de um importante entroncamento aéreo, rodoviário e ferroviário.
Bauru foi fundada em 1896, sendo que a Marcha para o Oeste, impulsionada pelo governo de Getúlio Vargas como incentivo ao progresso e a ocupação da região central do Brasil, foi um importante fator de incremento populacional para a região. No começo do século XX o município começou a ganhar infraestrutura e a população aumentou com a chegada da ferrovia e, mais tarde, das rodovias. O café ganhou força no município no início do século, porém se desvalorizou e aos poucos Bauru se industrializou, sendo que, a indústria foi a principal responsável pela urbanização do município e hoje é, juntamente com o setor terciário, a principal fonte de renda municipal, fazendo com que o município tenha o 68º maior PIB brasileiro. No campo ganhou força após a década de 1950 a cana-de-açúcar.
Além da importância econômica ainda é um importante centro cultural de sua região. O Jardim Botânico Municipal e o Horto Florestal de Bauru configuram-se como grandes áreas de preservação ambiental, enquanto que o Teatro Municipal de Bauru "Celina Lourdes Alves Neves", o Centro Cultural de Bauru e o Automóvel Clube de Bauru são relevantes pontos de visitação localizados na zona urbana, além dos projetos e eventos culturais realizados pela Secretaria Municipal de Cultura, órgão responsável por projetar a vida cultural bauruense..mw-parser-output .toclimit-2 .toclevel-1 ul,.mw-parser-output .toclimit-3 .toclevel-2 ul,.mw-parser-output .toclimit-4 .toclevel-3 ul,.mw-parser-output .toclimit-5 .toclevel-4 ul,.mw-parser-output .toclimit-6 .toclevel-5 ul,.mw-parser-output .toclimit-7 .toclevel-6 ul{display:none}Índice1 Etimologia
2 História2.1 Primórdios
2.2 Após a emancipação
3 Geografia3.1 Geomorfologia e hidrografia
3.2 Clima
3.3 Parques e meio ambiente
4 Demografia4.1 Déficit habitacional
4.2 Religião4.2.1 Igrejas protestantes
4.2.2 Igreja Católica Apostólica Romana
4.3 Composição étnica
5 Governo e administração5.1 Relações internacionais
6 Economia
7 Estrutura urbana7.1 Saúde
7.2 Educação
7.3 Habitação, serviços e comunicação
7.4 Criminalidade e segurança pública
7.5 Transportes
8 Cultura8.1 Artes cênicas
8.2 Eventos
8.3 Esporte
8.4 Feriados
9 Ver também
10 Referências
11 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
Uma das hipóteses mais utilizadas que explicam o nome do município diz que o nome teria vindo de mbai-yuru, que quer dizer "queda de água" ou "rio de grande inclinação", ou ybá-uru, que, traduzido da língua tupi, significa "cesta de frutas", ou "bauruz", que era como os índios que habitavam as margens do rio Batalha eram conhecidos.[8] Teodoro Sampaio dizia que Bauru é corrupção de "upaú-ru", ou "upaú-r-y, designando rio da lagoa. Do Tupi: de "Upá" ou "Upaú", lago, lagoa, água represada, e "U", o mesmo que "I", água corrente, rio, líquido.[9]História[editar | editar código-fonte]
Primórdios[editar | editar código-fonte]
Pintura retratando os índios Guaranis, um dos povos indígenas que disputavam o território da região de Bauru no século XVIII.
Primeira Locomotiva Chefada em Bauru, 24 de setembro de 1910.
Historicamente, a região ocupada por Bauru era território disputado entre dois grupos indígenas: os caingangues e os guaranis. No século XVIII, bandeirantes paulistas tentaram se estabelecer na região, que era ponto de travessia das monções (expedições fluviais) que se dirigiam até Mato Grosso e Goiás, mas foram impedidos por ataques dos índios locais. Os não índios somente conseguiram se estabelecer na região no século XIX, com a vinda de população oriunda do litoral do estado, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.[10] Após 1850, na procura de novas terras para ocupação e colonização, pioneiros paulistas e mineiros começam a explorar a vasta região situada entre a Serra de Botucatu, o Rio Tietê, o Rio Paranapanema e Rio Paraná, até então habitado por grupos de indígenas Kaingang.[10].
Em 1856, Felicíssimo Antônio Pereira, provindo de Minas Gerais, adquiriu terras e estabeleceu, próximo ao atual Centro de Bauru, a Fazenda das Flores. Anos depois, em 1884, essa fazenda (também chamada de Campos Novos de Bauru) teria parte de sua área desmembrada para a formação do arraial de São Sebastião do Bauru. O distrito progrediu, mesmo sujeito a ataques dos nativos Kaingang e relativamente isolado do resto do estado e tornou-se distrito de Agudos em 1888. A chegada dos migrantes oriundos do leste paulista e de Minas Gerais levou à emancipação do município em 1 de agosto de 1896.[11]
A criação do município de Bauru é de 1896. O desbravamento dessa região do estado de São Paulo ocorreu maciçamente na última década do século XIX e primeira década do século XX.[11] . As terras a Oeste da Serra de Botucatu, a partir do espigão da Serra dos Agudos, nunca abrigaram o sistema escravocrata, que vigorou em grande parte do Brasil até 1888. O atual município de Lençóis Paulista foi o limite geográfico do escravagismo naquela região do Estado de São Paulo. Esse aspecto trouxe consequências no plano da demografia e da composição étnica da população regional. Ou seja, o contingente de negros e pardos no município de Bauru é relativamente menor que em outras regiões paulistas, enquanto o componente de origem asiática (sobretudo japonesa) é ali maior do que a média brasileira.[11]Após a emancipação[editar | editar código-fonte]
Bauru, década de 1970. Arquivo Nacional.
Vista de Bauru com a linha de trem em primeiro plano. Por décadas, o município foi um importante entroncamento ferroviário.
O novo município sobreviveu inicialmente do cultivo do café, mesmo tendo terras mais fracas e inférteis que o restante do estado. Em 1906, foi escolhido como ponto de partida da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que ligou, por via férrea, Bauru a Corumbá, no Mato Grosso do Sul, junto à fronteira com a Bolívia. Durante a primeira metade do século XX, Bauru tornou-se o principal polo econômico da vasta região compreendida pelo Oeste Paulista, Norte do Paraná e Mato Grosso do Sul.[11] A ausência de um forte setor industrial em Bauru impediu que se constituísse um fluxo de migração interna, como por exemplo a migração nordestina que afluiu a partir da década de 1930 para a Grande São Paulo e a região Leste do Estado. Por sua vez, o extermínio dos grupos indígenas que ocupavam a região de Bauru, com destaque para os Kaingang, foi um dos episódios trágicos da incorporação regional ao território paulista. Tais aspectos acentuaram a importância da imigração estrangeira na composição étnica e demográfica atual de Bauru.[11]
O início da Marcha para o Oeste, criada pelo governo de Getúlio Vargas para incentivar o progresso e a ocupação do Centro-Oeste brasileiro, fez com que muitos se estabelecessem nesta região do estado de São Paulo.[11] Dado o crescimento populacional de Bauru, houve a necessidade de investimentos em infraestrutura, principalmente porque o setor industrial viria a se desenvolver no decorrer das décadas de 1940 e 50.[11] O Decreto nº 5349, de 18 de outubro de 1904, oficializou a criação da Companhia de Estradas de Ferro Noroeste do Brasil, cujo traçado partiria de Bauru. Em julho do ano seguinte, os trilhos chegaram ao município, numa espécie de prolongamento da Estrada de Ferro Sorocabana. Em 1906 foi criado o primeiro jornal, "O Bauru", e em 1908 foi inaugurado o serviço telefônico. Em 9 de março de 1911 foi criada a Comarca de Bauru e no dia 16 do mesmo mês e ano, foi instalado o serviço de iluminação pública. Em 1913 instalou-se o primeiro grupo escolar e em 1928 foi fundado o Hospital da Sociedade Beneficência Portuguesa, o primeiro grande hospital da região. A 8 de março de 1934 criou-se a primeira rádio, a rádio PRC-8 (depois PRG-8) Bauru Rádio Clube e em 19 de abril de 1942 foi inaugurado o novo serviço de água.[11] O setor cultural muito se desenvolveu no decorrer da décadas de 40 e 50, exemplo disso é a inauguração do Centro Cultural de Bauru em 15 de março de 1942, e a criação do Salão Oficial de Belas Artes, em 16 de julho de 1950.[11]
Bauru é conhecida por um sanduíche que leva o mesmo nome, criado pelo advogado bauruense Casimiro Pinto Neto no bar Ponto Chic, localizado no Largo do Paiçandu, na cidade de São Paulo, em 1934, quando era aluno da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Mais tarde, o sanduíche ganhou fama devido ao bar "Zé do Esquinão", durante décadas instalado no centro urbano de Bauru. A receita do sanduíche Bauru, como se elabora na cidade, é, originalmente, a seguinte: pão francês, rosbife, fatias de tomate, rodelas finas de picles de pepino e queijo branco derretido na água.[12]
No final da segunda metade do século XX o transporte ferroviário foi sendo substituído pela construção de rodovias.[11] A cidade vem registrando bons índices de desenvolvimento, recuperando áreas degradadas e hoje possui um parque industrial diversificado com mão de obra qualificada, tendo localização privilegiada em termos de alternativas de transporte, com o maior entroncamento rodo-hidro-aéreo e ferroviário do estado de São Paulo, oferta de energia e rede telefônica.[13]Panorama da cidade a partir da avenida Jânio Quadros em 2010.Geografia[editar | editar código-fonte]
Rio Batalha em Bauru.
A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 673,488 km², sendo que 68,9769 km² constituem a zona urbana e os 604,51 km² restantes fazem parte da zona rural.[7] Situa-se a 22º18?54? de latitude sul e 49º03?39? de longitude oeste e está a uma distância de 326 quilômetros a noroeste da capital paulista. Limita-se com: Reginópolis (a norte); Arealva (a nordeste); Pederneiras (a leste); Piratininga (a sul); Agudos (sudeste); e Avaí (oeste).[14][15]Geomorfologia e hidrografia[editar | editar código-fonte]
No relevo de Bauru apresenta-se predominância de áreas onduladas, sendo que as ondulações correspondem a 64,71% do total do território bauruense, enquanto que áreas planas constituem 23,85% do total.[14] É um relevo rebaixado e dissecado em suas bordas, considerado residual de condições tropicais denudacionais pós-cretáceas, tendo altitude média de 526 metros.[16]
Em Bauru ocorre predomínio de solos com textura arenosa, sendo que a baixa densidade de drenagem é uma das características do Planalto Ocidental Paulista. Isso se deve ao clima da cidade, quente em grande parte do ano. Os tipos de solo predominantes são o latossolo vermelho-amarelo, que ocorre de forma generalizada, e o argissolo vermelho-amarelo, comumente encontrado em vertentes mais inclinadas, ambos possuindo textura média a arenosa. Áreas onde o solo é do tipo latossolo são mais sujeitas à ocorrência de grandes voçorocas. Eles são desenvolvidos, estáveis e bem drenados, mas quando sofrem fortes atividades de ocupação irregular, perdem seus micro-agregados, causando maiores desgastes.[17]
A densidade do relevo interfere diretamente no seguimento das redes de drenagem, assim com estas também são capazes de modificar a configuração da superfície. Os principais rios do município são o Rio Bauru e o Rio Batalha. O primeiro nasce em uma área bem próxima ao perímetro urbano bauruense, na chamada antiga Fazenda Fortaleza (atualmente um loteamento do bairro Lagoa Sul), seguindo 42 km até desaguar no Rio Tietê, entre os municípios de Boraceia, Pederneiras e Itapuí. Já o Rio Batalha nasce em Agudos e é um importante afluente do Rio Tietê, tendo 167 km de extensão. Dele é captada a água consumida pelo município.[18]Clima[editar | editar código-fonte]
Céu da cidade em um dia parcialmente nublado.
Arco-íris nas proximidades de Bauru
O clima de Bauru é tropical de altitude (tipo Cwa segundo Köppen),[19][20] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 22,6 °C, tendo invernos secos e amenos (raramente frio de forma demasiada) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas. O mês mais quente, março, conta com temperatura média de 25,0 °C, sendo a média máxima de 31,0 °C e a mínima de 19,0 °C. E o mês mais frio, julho, com média de 19,0 °C, sendo 26,0 °C e 12,0 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[20]
A precipitação média anual é de 1 331,0 mm, sendo agosto o mês mais seco, quando ocorrem apenas 25,0 mm. Em janeiro, o mês mais chuvoso, a média fica em 226,5 mm.[20] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 30 °C, especialmente entre julho e setembro. Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso também são comuns registros de queimadas em matagais, principalmente na zona rural da cidade, o que contribui com o desmatamento e com o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.[21] Segundo dados coletados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), a temperatura mínima registrada no município foi de 0,3 °C, no dia 16 de julho de 2000. Já a temperatura máxima foi de 38,6 °C, observada em 31 de outubro de 2012, superando os 38,4 °C do dia 14 de setembro de 1963;[22] porém há registros não oficiais de 42,0 °C, em 12 de outubro de 2002,[22] e o IPMet registrou 39,6 °C em outubro de 1991.[23] O maior acumulado de chuva em menos de 24 horas foi de 178,0 mm, registrado no dia 13 de dezembro de 1995.[22][24]
Em Bauru sedia-se o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet), unidade complementar da Universidade Estadual Paulista (UNESP) criada em 1969 com o intuito de realizar pesquisas meteorológicas voltadas à utilização em previsão do tempo para todo o São Paulo, além de quantificar e monitorar tempestades e a pluviosidade nessa região, através do uso de um radar meteorológico.[25]
Dados climatológicos para Bauru
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)30,030,031,030,027,026,026,029,030,030,030,030,0 29,1
Temperatura mínima média (°C)19,019,019,017,014,012,012,013,015,016,017,018,0 16,0
Precipitação (mm)226,6196,1143,376,262,352,435,425,562,7122,8129,0198,7 1 331,0
Fonte: Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (CEPAGRI)[20] Parques e meio ambiente[editar | editar código-fonte]
@media all and (max-width:720px){.mw-parser-output .tmulti>.thumbinner{width:100%!important;max-width:none!important}.mw-parser-output .tmulti .tsingle{float:none!important;max-width:none!important;width:100%!important;text-align:center}}Parque Vitória RégiaParque Zoológico Municipal de Bauru
A vegetação original e predominante no município é a mata atlântica, porém por ação do clima e da devastação das florestas o bioma que cada vez mais vem ganhando espaço em Bauru é o cerrado.[18]
No começo do século XX o desmatamento da região para a construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil e para a expansão da zona urbana fez com que a cidade registrasse muitos casos de leishmaniose, já que o mosquito transmissor da doença migrou da mata para as casas, proporcionando a epidemia e fazendo com que a doença ganhasse o apelido de "úlcera de Bauru".[26]
Para evitar o avanço desmatamento atualmente, foram criadas várias áreas de conservação ambiental. O município contava em 2011 com nove, sendo elas: o Bosque da Comunidade (com 16 200 m²); a Floresta Estadual de Pederneiras (com 1 941 hectares, criada em 2002); a Estação Ecológica de Bauru (278,7 ha, criada em 1983); a Estação Experimental de Bauru (com 43,09 ha, criada em 1939); a Área de Preservação Ambiental (APA) do Rio Batalha (criada em 1998 para proteger a mata ciliar às margens do Rio Batalha); o Jardim Botânico Municipal de Bauru (criado em 1994); a APA Municipal Vargem Alegre (criada em 1996); a APA Água Parada (criada em 1996); e o Parque Zoológico Municipal de Bauru (criado em 1992 com 30 ha, abrigando espécies animais em extinção).[18]
Bauru conta ainda com parques, praças de médio e grande portes, quadras esportivas e áreas de lazer como o Parque Vitória Régia e o Parque do Castelo, entre outros.[18]
O Jardim Botânico municipal começou a ser construído na década de 1910, no lugar onde se extraía água para abastecer a cidade, sendo que o lugar era rico em nascentes e a mata as protegia. O Centro de Visitação do parque foi inaugurado em 7 de julho de 2003, onde estão expostas informações sobre o parque, cujas principais atrações são as trilhas ecológicas, o herbário e o viveiro.[27] O Horto Florestal de Bauru conta com 50 hectares, abrigando uma estação experimental de pesquisa de pinus, eucalipto e outras espécies exóticas e nativas da flora.[28] O Parque Zoológico Municipal de Bauru, inaugurado em 24 de agosto de 1980, conta com diversas espécies de animais, recebendo em média 150 mil pessoas por ano.[29]Panorama do Jardim Botânico de BauruDemografia[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Demografia de BauruCrescimento populacional
Censo
Pop.%±
1970131 936?1980186 65941,5%1991261 11239,9%2000316 06421,0%2010344 0398,9%Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)[30] e Confederação Nacional dos Municípios (CNM)[31]Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 344 039 habitantes, sendo o 18º mais populoso do estado e o mais populoso da Mesorregião de Bauru, apresentando uma densidade populacional de 510,83 habitantes por km².[30] Segundo o censo deste mesmo ano, 166 692 habitantes eram homens e 177 347 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 338 891 habitantes viviam na zona urbana e 5 148 na zona rural.[30] Já segundo estatísticas divulgadas em 2018, a população municipal era de 374 372 habitantes.[4]
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Bauru é considerado muito elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Seu valor é de 0,801, sendo o 20º maior de todo o estado de São Paulo (em 645 municípios); o 24 de toda Região Sudeste do Brasil (em 1666) e o 37° de todo Brasil (entre 5565). O município possui a maioria dos indicadores muito elevados e acima com os da média nacional segundo o PNUD.[5]
Segundo o IBGE, em 2003, o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,43, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[32] A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 14,01%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 9,68%, o superior é de 18,34% e a incidência da pobreza subjetiva é de 9,37%.[32] De 1991 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 16,0%. Em 2010 85,6% da população vivia acima da linha da pobreza, 9,6% encontrava-se na linha da pobreza e 4,7% estava abaixo.[33] Em 2000, a participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 62,8%, ou seja, 23 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 2,7%, sendo que em 1991 a participação dos 20% mais pobres era de 3,9%, ou seja, do começo da década de 90 até o ano de 2000 houve crescimento da desigualdade social na cidade.[33]Panorama da região da avenida Nações UnidasDéficit habitacional[editar | editar código-fonte]
No ano de 2008, segundo a prefeitura, havia registros de favelas, palafitas e loteamentos irregulares, sendo que em 2000 5 888 habitantes viviam em aglomerados subnormais, de acordo com o IBGE, porém dados de novembro de 2008 divulgados pela Secretaria de Planejamento estimam que atualmente há quase 15 mil pessoas morando em barracos.[33] Segundo o IBGE em 2010 havia 23 favelas em Bauru (Jd. Ivone, Barreirinho, Ferradura, V. Aimorés, Sta. Teresinha, Jd.Olímpico, Jd. Nicéia, Jd. Yolanda, J. Europa, Vila Zilo, Parque das Nações, Comendador/Santista, Jd. Vitória, Cutuba, Parque Real, Jd. Andorfato, Parque Jaraguá, São Manoel, Vila Sta. Filomena, J. Gerson França, Jd. Marise, Jd. Maria Célia e Pousada da Esperança). Os primeiros núcleos de habitações irregulares começaram a se formar em meados da década de 1980, quando muitas pessoas que vinham de fora à procura de melhores condições de vida iam se afixando nos aglomerados subnormais, que se proliferaram pelo fato de Bauru nunca ter tido uma política de habitação e secretaria da habitação. Muitos destes pontos ocupados eram áreas públicas destinadas à criação de áreas verdes.[34]
Para reverter a situação e tentar melhorar as condições de vida nas favelas foi aprovado em agosto de 2008 o Plano Diretor Participativo de Bauru, que prevê a regularização de favelas que não estejam situadas em áreas de risco, sujeitas a inundações ou erosões, ou em áreas de preservação ambiental, sendo que estas devem ser relocadas. Outros projetos organizados pela prefeitura visam evitar o avanço das favelas.[34] Além delas ainda há problemas quando aos loteamentos irregulares, que são áreas onde ainda não há posse legal da terra, porém muitos deles estão em processo de regularização.[35]Religião[editar | editar código-fonte]
Tal qual a variedade cultural verificável em Bauru, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. Embora tenha se desenvolvido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração ? e ainda hoje a maioria dos bauruenses declara-se católica ?, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes, assim como a prática do budismo, do islamismo, espiritismo, entre outras. Nas últimas décadas, o budismo e as religiões orientais têm crescido bastante na cidade.[36] Igreja Presbiteriana Independente
Também são consideráveis as comunidades judaica, mórmon, e das religiões afro-brasileiras. De acordo com dados do censo de 2000 realizado pelo IBGE, a população bauruense está composta por: católicos (62,37%), evangélicos (23,59%), pessoas sem religião (7,31%), espíritas (3,12%) e os demais divididos entre outras religiões.[36]Igrejas protestantes[editar | editar código-fonte]
A cidade possui os mais diversos credos protestantes ou reformados, como a Igreja Luterana, a Igreja Presbiteriana, a Igreja Metodista, a Igreja Episcopal Anglicana e diversos credos evangélicos, como a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, a Igreja Cristã Maranata, as igrejas batistas, a Igrejas Assembleias de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Mundial do Poder de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus, a Congregação Cristã no Brasil, entre outras.[36]
Como citado acima, de acordo com o IBGE, em 2000 23,59% da população era protestante. Desse total, 16,52% são das igrejas evangélicas de origem pentecostal; 3,61% são das evangélicas de missão; 2,65% são das evangélicas sem vínculo institucional; e 0,81% pertencem a outras religiões evangélicas.[36]
Ainda existem também cristãos de várias outras denominações, tais como as Testemunhas de Jeová (que representam 1,19% dos habitantes) e os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (0,29%), também conhecida como Igreja Mórmon.[36] A primeira igreja protestante a instalar-se em Bauru foi a Igreja Presbiteriana, cuja sede no município foi criada a 15 de outubro de 1933.[11]Igreja Católica Apostólica Romana[editar | editar código-fonte]
Fachada da Catedral do Divino Espírito Santo localizada na Praça Rui Barbosa, no centro da cidade.
Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o município está situado na Arquidiocese de Botucatu, criada como diocese em 7 de junho de 1908 e elevada em 19 de abril de 1958, e é sede da Diocese de Bauru, criada em 15 de fevereiro de 1964, envolvendo, além de Bauru, outros doze municípios. Em sua organização pastoral, está dividida em sete regiões pastorais e 41 paróquias.[37] A sede da Diocese de Bauru é a Catedral do Divino Espírito Santo, principal monumento religioso da cidade atualmente, tendo sido inaugurada em 21 de julho de 1897.[38]
A criação da Diocese deveu-se ao rápido povoamento da região no começo do século XX, que consequentemente fez com que o catolicismo se desenvolvesse no lugar. A "Capela do Divino Espírito Santo" foi construída, no final da década de 1880, por Faustino Ribeiro da Silva, com apoio financeiro da Câmara Municipal, porém a capela veio a ser demolida em 1913. Antes disso, todavia, o primeiro sinal de religiosidade da Vila de Bauru surgiu por volta de 1886, com a fixação de uma cruz em frente de onde hoje está a Catedral da cidade, no então Largo Municipal que, em 1923, passou a ser a Praça Rui Barbosa.[11]Composição étnica[editar | editar código-fonte]
Amostra da população bauruense durante realização de evento cultural em 2010.
Em 2010, segundo dados do censo IBGE daquele ano, a população bauruense era composta por 243 028 brancos (70,66%); 17 041 pretos (4,95%); 78 039 pardos (22,69%); 5 394 amarelos (1,57%); e 435 indígenas (0,13%).[39] No ano de 2010 havia 1 070 emigrantes que vieram de outras partes do estado de São Paulo e do Brasil, de acordo com o IBGE.[40] A cidade recebeu um grande contingente de pessoas vindas de outras partes do país durante a Marcha para o Oeste, onde muitos afixaram-se na região com esperanças de melhores condições de vida.[11] Por outro lado 1 070 saíram de Bauru para ir para outros países, sendo que 345 deles foram para o Japão (32,45%), 217 (20,28%) foram para os Estados Unidos e 63 (5,89%) para o Reino Unido.[41]
A chegada de pessoas vindas de outros lugares era mais comum no começo do século XX, sendo que a imigração contribuiu com a agricultura. Muitos imigrantes vinham em busca de emprego principalmente nas lavouras de café, sendo que ajudaram ainda no fortalecimento do comércio. Bauru recebeu levas de imigrantes de várias partes do mundo, com destaque para os italianos, espanhóis, portugueses e japoneses. Por estar em um importante entroncamento rodoferroviário, que conecta o município facilmente a grande parte do país e ainda outros países da América do Sul, fez atrair ainda imigrantes sírios, libaneses, alemães, franceses, chineses e judeus de diversas nacionalidades. Mais recentemente, passou a receber bolivianos, argentinos, chilenos, palestinos e norte-americanos, tornando-se um dos municípios mais cosmopolitas do Interior de São Paulo.[42]Governo e administração[editar | editar código-fonte]
Ver também: Lista de prefeitos de Bauru e Lista de bairros de Bauru
Palácio das Cerejeiras, sede da Prefeitura de Bauru
A administração municipal se dá pelo poder executivo e pelo poder legislativo.[43] O primeiro a governar o município foi José Alves de Lima, que ficou no cargo de intendente entre janeiro e maio de 1896.[11] Atualmente o prefeito municipal é Clodoaldo Gazzetta, do Partido Social Democrático (PSD), que venceu as eleições municipais em 2016 no segundo turno com 105.751 votos, totalizando 59,96% dos votos válidos.[44]
O poder legislativo é constituído pela câmara, composta por 17 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[45]) e está composta da seguinte forma:[46] quatro cadeiras do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB); duas cadeiras do Partido da República (PR); duas cadeiras do Partido Progressista (PP); duas cadeiras do Partido dos Trabalhadores (PT); duas cadeiras do Partido Verde (PV); duas cadeiras do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB); uma cadeira do Partido Democrático Trabalhista (PDT); uma do Partido Popular Socialista (PPS); e uma do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[46]
O município se rege ainda por lei orgânica, que foi promulgada em 5 de abril de 1990 e entrou em vigor nesta mesma data,[47] e é sede da Comarca de Bauru, criada a 22 de dezembro de 1910 pela lei nº 1232.[10] Havia 246 842 eleitores em abril de 2012, o que representava 0,799% do total do estado de São Paulo.[48] Possui uma cidade-irmã, sendo esta Tenri, Japão.[49] Bauru dividi-se em cerca de 350 bairros[50] e dez administrações regionais[51] e possui dois distritos: o Distrito-Sede e Tibiriçá[52][53], que contava com 1 492 em 2000, segundo o IBGE.[54]
Devido a sua localização geográfica central no território do estado de São Paulo, já se chegou a propor a ideia de transferir permanentemente a sede do governo estadual para o município de Bauru, como forma de aliviar a infraestrutura da cidade de São Paulo e de sua região metropolitana e centralizar o governo regional, algo semelhante ao que foi feito quando a capital federal foi transferida da cidade do Rio de Janeiro para Brasília.[55]Relações internacionais[editar | editar código-fonte]
Sibiu, Romênia (1995)[56]
Tenri, Japão (1970)[57]
Economia[editar | editar código-fonte]
Calçadão da Rua Batista de Carvalho no centro comercial.
O Produto Interno Bruto (PIB) de Bauru é o maior da Microrregião de Bauru, o 18º maior do estado de São Paulo e o 68 de todo o país.[6] De acordo com dados do IBGE, relativos a 2009, o PIB do município era de R$ 6 795 517 mil.[6] 747 297 mil. eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes.[58] O PIB per capita era de R$ 18 906,42.[6]
De acordo com o IBGE, a cidade possuía, no ano de 2010, 14 233 unidades locais e 13 613 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes. 131 698 trabalhadores eram classificados como pessoal ocupado total e 114 667 categorizavam-se em pessoal ocupado assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam 2 082 034 mil. reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,9 salários mínimos.[59]
Até a década de 1940 a economia da cidade era totalmente dependente da agricultura, porém a localização privilegiada da cidade, situada em um grande entroncamento rodo-aéreo-hidro e ferroviário do Estado de São Paulo, a oferta de energia e de rede telefônica fizeram com que a indústria e o comércio fortalecerem-se no decorrer do século XX, especialmente na segunda metade deste.[13]Setor primário
Plantação de abacaxi em Bauru.
A agricultura é o setor menos relevante da economia de Bauru. De todo o PIB da cidade 18 069 mil reais é o valor adicionado bruto da agropecuária.[6] Segundo o IBGE em 2010, o município contava com cerca de 52 740 bovinos, 1 912 equinos, 244 bubalinos, 20 asininos, 45 muares, 11 058 suínos, 180 caprinos, e 2 893 ovinos. Havia 249 180 aves, dentre estas 245 500 eram galos, frangas, frangos e pintinhos e 3 680 galinhas, sendo que foram produzidas 102 mil dúzias de ovos de galinha. 915 vacas foram ordenhadas, das quais foram produzidos 1 263 mil litros de leite. Também foram extraídos 26 500 kg de mel de abelha.[60] Na lavoura temporária são produzidos a cana-de-açúcar (430 hectares cultivados e 37 883 toneladas colhidas em 2010), o abacaxi (220 hectares cultivados e 3 520 mil frutos colhidos) e a batata doce (75 hectares e 1 200 toneladas colhidas).[61]
A atividade agropecuária em Bauru esteve bastante representativa no começo do século XX, sendo que muitos avanços do campo foram proporcionados pelos imigrantes. Àquela época a principal atividade econômica, assim como em grande parte do interior do estado de São Paulo era o café, cuja cultura foi muito beneficiada pelos italianos, espanhóis, portugueses e japoneses. Porém com a Crise de 1929, a cafeicultura perdeu força e foi substituída pelo cultivo do algodão. Após isso a agricultura foi perdendo força em Bauru e no Oeste Paulista, sendo que, além do êxodo rural, provocado pelo fato da população buscar melhores condições de vida na cidade, no campo o algodão foi sendo substituído pela cana-de-açúcar.[13][42]Setor secundário
Walmart de Bauru.
Bauru Shopping
A indústria, atualmente, é o segundo setor mais relevante para a economia do município. 1 208 787 mil reais do PIB municipal são do valor adicionado bruto da indústria (setor secundário).[6]
O destaque na economia do município é para os setores metalmecânico, editorial e gráfico, alimentício, eletroeletrônico, plásticos, sendo que a mão de obra diretamente empregada nas fábricas e indústrias bauruenses ultrapassa os 20 mil trabalhadores.[13]
Na cidade são produzidos principalmente: baterias automotivas, plásticos, formulários contínuos, embalagens, alimentos (tais como balas e chicletes) e roupas, além de ser grande exportador de derivados de carne e líder nacional em produção de cadernos escolares. Bauru conta com três distritos industriais, com mais de 130 empresas instaladas nos setores de indústria, prestação de serviços e comércio atacadista.[13]
A indústria foi a principal responsável pela urbanização do município de Bauru, atraindo um grande contingente de pessoas que saiam do campo para buscar melhores condições de vida e renda na cidade. Vinham pessoas não só da zona rural de Bauru, mas também muitos forasteiros oriundos de diversas pequenos municípios do Interior de São Paulo.[13][42]
Outro fator que favoreceu o setor industrial bauruense foi o planejamento. O controle ambiental em vigor na cidade era rígido, e isso fez com que o crescimento das fábricas não afetassem agravantemente o meio ambiente. O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Regional Bauru) é a instituição responsável em coordenar o papel do setor produtivo e de serviços, atuando em questões institucionais e macro-econômicas.[13]Setor terciário
A prestação de serviços rende 4 821 365 mil reais ao PIB municipal, sendo que atualmente é a maior fonte geradora do PIB bauruense.[6] Além do comércio, destaca-se o setor educacional universitário, com a vinda para o município de diversos campi de instituições de ensino superior, tanto públicas como privadas.[13]
A facilidade de transportes, a partir da década de 1910, quando teve início a formação do entroncamento rodo-ferroviário que se estabeleceu no município, fez com que serviços e comércio se tornassem os principais ramos de atividade econômica em Bauru, sendo que houve grande participação dos imigrantes no desenvolvimento deste setor econômico.[13][42] Em 2 de abril de 1931 veio a ser criada a Associação Comercial de Industrial de Bauru, órgão que ajuda na coordenação do setor comercial na cidade.[11]
A atividade comercial concentra-se na região central de Bauru ou nos shoppings.[62]Estrutura urbana[editar | editar código-fonte]
Saúde[editar | editar código-fonte]
Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo em Bauru, conhecido por "Centrinho"
Em 2009, o município possuía 149 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, sendo 49 deles públicos e 100 privados. Neles a cidade possuía 1 046 leitos para internação, sendo que 465 estão nos públicos e os 581 restantes estão nos privados.[63] Em 2011 98,5% das crianças menores de 1 ano estavam com a carteira de vacinação em dia.[33] Em 2010 foram registrados 4 429 nascidos, sendo que o índice de mortalidade infantil era de 11,3 a cada mil crianças menores de um ano de idade e 99,7% do total de nascidos vivos tiveram seus partos assistidos por profissionais qualificados de saúde.[33] Neste mesmo ano 14,1% do total de mulheres grávidas eram de meninas que tinham menos de 20 anos.[33] 11 817 crianças foram pesadas pelo Programa Saúde da Família, sendo que 0,1% delas estavam desnutridas.[33]Secretaria Municipal de Saúde de Bauru é o órgão ligado de forma direta à Prefeitura do Município de Bauru e tem por função a manutenção e funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como a criação de políticas, programas e projetos que visem à saúde municipal.[64] Para emergências a cidade conta com quatro Unidades de Pronto Atendimento (bairros Bela Vista, Mary Dota, Ipiranga e Geisel/Redentor), além do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do Pronto Socorro Central e do serviço de Pronto Atendimento Infantil. Dentre os serviços de apoio são alguns o Ambulatório Municipal de Saúde Mental, o Banco de Leite Humano, os Centros de Atenção Psicossocial, o Centro de Controle de Zoonoses e o Programa Municipal de Atendimento ao Idoso (PROMAI).[65] São alguns dos serviços de atenção básica presentes em Bauru o Programa de Saúde da Família (PSF), com 6 unidades de atendimento e as 17 Unidade Básica de Saúde (UBS).[66]
Também são montados consultórios odontológicos nas escolas municipais e estaduais, que realizam campanhas de higienização e consultas a crianças.[67] Em Bauru também se encontra o Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL), criado em 1933. É considerado um centro de referência nacional e internacional na área de dermatologia geral e, em particular, da hanseníase. Além dos serviços na área de dermatologia, o instituto também realiza atividades voltadas à pesquisa, ensino, reabilitação física, terapia ocupacional, fisioterapia e cirurgias plásticas corretivas.[68]Educação[editar | editar código-fonte]
Universidade Estadual PaulistaUniversidade de São PauloUniversidade do Sagrado Coração
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Bauru era, no ano de 2009, de 5,1 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 à 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano (antiga 4ª série) foi de 5,5 e do 9º ano (antiga 8ª série) foi de 4,7; o valor das escolas municipais e estaduais de todo o Brasil era de 4,0. Entre as instituições particulares o índice municipal sobe para 6,1 (6,4 de alunos do 5º ano e 5,9 de alunos do 9º ano).[33]
O município contava, em 2009, com aproximadamente 66 237 matrículas nas redes públicas e particulares.[69] Segundo o IBGE, naquele mesmo ano, das 97 escolas do ensino fundamental, 48 pertenciam à rede pública estadual, 48 à rede pública estadual e 33 eram escolas particulares. Dentre as 51 instituições de ensino médio, 32 pertenciam à rede pública estadual e 19 às redes particulares.[69] Em 2000, 10,5% das crianças de 7 a 14 anos não estavam cursando o ensino fundamental. A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos naquele ano, era de 66,5%. O índice de alfabetização da população 15 ou mais de idade, em 2010, era de 99,2%. Em 2006, para cada 100 meninas do ensino fundamental (de 7 a 14 anos), havia 105 meninos.[33]
A Secretaria Municipal de Educação (SME) tem como objetivo coordenar e assessorar administrativa e pedagogicamente o sistema escolar de Bauru. São exemplos de programas coordenados pela Secretaria com foco voltado à população a Educação de Jovens e Adultos (EJA), que é a rede de ensino gratuita e voltada para adultos que não concluíram o ensino fundamental, e a rede de Educação Especial, onde alunos que têm deficiência física são conduzidos por professores especializados.[70] A cidade possui também escolas técnicas e profissionalizantes, como: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Serviço Social da Indústria (SESI), Colégio Técnico Industrial (CTi) e Escola Técnica Estadual Rodrigues de Abreu (ETEC), três universidades públicas, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (UNESP), que possui no município seu maior campus, a Faculdade de Tecnologia de Bauru (FATEC) e várias universidades particulares, como a Universidade do Sagrado Coração (USC), Faculdades Integradas de Bauru (FIB), Universidade Paulista (UNIP), Instituição Toledo de Ensino (ITE) e o curso de medicina da UNINOVE .[71]
Educação de Bauru em números[69]
NívelMatrículasDocentesEscolas (total)
Ensino pré-escolar8 786449122
Ensino fundamental44 1811 98597
Ensino médio13 27092151
Habitação, serviços e comunicação[editar | editar código-fonte]
O primeiro sistema de abastecimento de água de Bauru foi instalado em 1912 pelo então intendente José Carlos de Freire Figueiredo, sendo que a empresa responsável pelo serviço de distribuição denominava-se Cia. de Água e Esgotos de Bauru. O sistema foi reinaugurado em 19 de abril de 1942, passando a retirar água do Rio Batalha, e anos mais tarde, pela Lei nº 1.006, de 24 de dezembro de 1962, foi criado o Departamento de Água e Esgoto de Bauru (DAE), órgão que desde então é o responsável pelos serviços públicos de água e esgoto na cidade. No começo de 2012 havia 29 poços profundos (mananciais subterrâneos), além da estação de captação do Rio Batalha, a qual abastece a 40% da população total.[72] Há também duas estações de tratamento de esgoto (ETEs); a ETE Tibiriçá e a ETE Candeia, além de haver projetos para a construção de outra, a ETE Vargem Limpa, que deverá entrar em funcionamento a partir de 2020.[73] Panorama da cidade com vários edifícios residenciais. Bauru tem mais de 13 mil apartamentos.
Vista parcial noturna de Bauru. Segundo a CPFL a cidade conta com 39 218 lâmpadas públicas instaladas nas ruas e avenidas (março de 2011).
No ano de 2010, segundo o IBGE, a cidade tinha 109 875 domicílios particulares permanentes, sendo 94 653 casas, 13 363 apartamentos, 1 549 casas de vilas ou em condomínios e 310 cômodos ou cortiços. Dos 109 875 domicílios totais, 78 830 eram imóveis próprios, sendo 63 365 próprios já quitados, 15 465 em aquisição e 24 841 alugados; 5 780 imóveis foram cedidos, sendo 1 040 por empregador e 4 740 cedidos de outra maneira. 424 foram ocupados de outra forma. Grande parte do município conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular. Naquele ano, 98,42% dos domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água; 99,4% das moradias possuíam coleta de lixo e 97,03% das residências possuíam esgotamento sanitário.[74]
Em 16 de março de 1911 foi inaugurado pela prefeitura o primeiro serviço de abastecimento de energia elétrica. Em 1927 a responsável pelo serviço passou a ser a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista),[11] que hoje atende ainda a outros 234 municípios do Interior de São Paulo.[75] Segundo a CPFL havia, em março de 2011, 39 218 lâmpadas públicas instaladas nas ruas e avenidas da cidade.[76] Em 2010 99,85% dos domicílios do município possuíam energia elétrica.[74]
Ainda há serviços de internet discada, banda larga (ADSL) e Fibra Óptica em FTTH e FTTX, sendo oferecidos por diversos provedores de acesso gratuitos e pagos. Na telefonia fixa, a cidade era atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB)[77], que construiu a primeira central telefônica da cidade, utilizada até os dias atuais. Em 1973 passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[78], que no mesmo ano implantou o sistema DDD e posteriormente construiu as demais centrais telefônicas. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[79], sendo que em 2012 foi adotada a marca Vivo[80] para suas operações. O serviço telefônico móvel, por telefone celular, é oferecido por diversas operadoras. Alguns pontos já contam com rede wireless (internet sem fio).[81] O código de área (DDD) de Bauru é 014[82] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade vai de 17000-001 a 17109-999.[83]
Há vários canais nas faixas Ultra High Frequency (UHF) em tecnologia digital, sendo alguns dos principais com emissoras afiliadas na própria cidade ou em cidades próximas, como a RecordTV Paulista (emissora própria da RecordTV),[84] a TV TEM Bauru (Rede Globo)[85] e a SBT Central (emissora própria do SBT).[86] Em 28 de março de 2018, o sinal analógico de televisão foi extinto em Bauru. A cidade também possui jornais em circulação. O primeiro a ser criado foi O Bauru, em 1906.[11] Atualmente há uma grande diversidade, tais como o Bom Dia Bauru, o Jornal da Cidade, o Vivendo Bauru e o Tudo Bauru.[87] A primeira rádio, a Bauru Rádio Clube, entrou no ar no dia 8 de março de 1934.[11] Atualmente algumas das principais são a Rádio Auri-Verde, a Rádio 94 FM Bauru, a Rádio 96 FM Bauru e a Rádio Unesp FM.[87]Criminalidade e segurança pública[editar | editar código-fonte]
Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM)
Como na maioria dos municípios médios e grandes brasileiros, a criminalidade ainda é um problema em Bauru. Em 2008, a taxa de homicídios no município foi de 10,0 para cada 100 000 habitantes, ficando na 62ª posição a nível estadual e no 694° lugar a nível nacional.[88] O índice de suicídios em 2008 para cada 100 000 habitantes também foi de 7,0, sendo o 66ª a nível estadual e o 735° a nível nacional.[89]
A queda de homicídios por causas relacionadas à violência urbana se deve às medidas tomadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, como o "Registro Digital de Ocorrência", adotado em mais 46 municípios do estado de São Paulo.[90] O registro permite que os boletins de ocorrência feitos nas unidades policiais sejam padronizados via intranet, armazenados em bancos de dados e consultados por outros órgãos policiais.[90]Transportes[editar | editar código-fonte]
Aeroviário
Aeroporto Estadual Moussa Nakhl Tobias
O município possui dois aeroportos, ambos de médio porte e administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP). O Aeroclube Estadual de Bauru foi inaugurado em 8 de abril de 1939, contando com pista asfaltada de 1 500 metros e um terminal de passageiros, sendo que sedia um aeroclube e uma oficina de aviões e planadores e está a menos de 3 km do centro da cidade.[91]
O Aeroporto Estadual Moussa Nakhl Tobias foi inaugurado em 2006, havendo um terminal de passageiros com 2 500 m², pista de 2 100 metros de extensão e pátio de manutenção de aeronaves. Há voos para São Paulo e Campinas.[92]Ferroviário
Ver artigo principal: Trem Urbano de Bauru
A primeira ferrovia a chegar a Bauru foi a Estrada de Ferro Sorocabana, sendo que a primeira estação ferroviária foi inaugurada em 22 de abril de 1905. Era de pequeno porte e funcionou até o final da década de 1990, com o fechamento da estrada de ferro, então sob responsabilidade da Ferrovia Paulista S/A (FEPASA).[93] Interior da antiga Estação Ferroviária.
A principal estação do município foi fundada em 27 de setembro de 1906, sendo que entre as décadas de 1940 e 50 situava-se dentro de um de um dos maiores entroncamentos ferroviários do Brasil. Além de possuir um movimentado terminal de passageiros era um importante local de carga e descarga de trens, porém em 1997 a ferrovia foi vendida pela Ferrovia Novoeste S.A. e em 15 de março de 2001 o trem de passageiros circulou pela última vez, estando desde então sem utilização alguma.[94] Também funcionou em Bauru uma outra estação, porém de médio porte, a Estação Bauru Paulista, que foi inaugurada em 8 de setembro de 1910 e abandonada pela FEPASA em 1997.[95]
O transporte ferroviário em Bauru, assim como em grande parte do estado de São Paulo, decaiu muito em decorrência do avanço dos transportes rodoviário e aeroviário, principalmente na primeira metade da década de 1990.[94] Atualmente restam apenas projetos com objetivo de tombar o patrimônio da principal estação ferroviária da cidade, cuja administração passou a ser de responsabilidade da prefeitura em 2011.[94]Rodoviário
Avenida Duque de Caxias, um dos principais logradouros de Bauru.Rodovia Cezário José de Castilho (SP-321)Rodoviária de Bauru
Bauru tem uma boa malha rodoviária que a liga a várias cidades do interior paulista e até a capital, tendo acesso a rodovias de importância estadual e até nacional através de rodovias vicinais pavimentadas e com pista dupla. Por fazer parte de um grande entroncamento rodoviário ainda tem fácil conexão com diversas partes do Brasil. As seguintes rodovias passam pelo município: Rodovia João Ribeiro de Barros e Rodovia Engenheiro João Batista Cabral Renno (trechos da SP-225); Rodovia João Ribeiro de Barros (trecho da SP-294); Rodovia Marechal Rondon (SP-300); e Rodovia Cesário José de Carvalho (trecho da SP-321).[96]
O Terminal Rodoviário de Bauru é um dos principais de sua região, sendo que o terminal de embarque e desembarque é utilizado por uma média de 25 mil pessoas por semana.[97] Os destinos mais procurados para quem parte da estação são: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Campo Grande, Londrina e Maringá.[98]Urbano
A Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (EMDURB), que foi criada pela Lei Municipal nº 2166, de 25 de setembro de 1979, é responsável pelo controle e manutenção do trânsito do município, desde a fiscalização das vias públicas e comportamento de motoristas e pedestres até a elaboração de projetos de engenharia de tráfego, pavimentação, construção de obras viárias e gerenciamento de serviços tais como os de táxis, alternativos, ônibus, fretados e escolares.[96][99]
A frota municipal no ano de 2010 era de 203 651 veículos, sendo 129 388 automóveis, 4 863 caminhões, 608 caminhões trator, 12 430 caminhonetes, 5 650 caminhonetas, 426 micro-ônibus, 37 689 motocicletas, 6 555 motonetas, 1 045 ônibus, 14 tratores de rodas, 549 utilitários e 4 434 outros tipos de veículos.[100]
As avenidas duplicadas e pavimentadas e diversos semáforos facilitam o trânsito da cidade, mas o crescimento no número de veículos nos últimos dez anos está gerando um tráfego cada vez mais lento de carros, principalmente na Sede do município. Além disso, tem se tornado difícil encontrar vagas para estacionar no centro comercial da cidade, o que vem gerando alguns prejuízos ao comércio.[101]
O transporte público coletivo é realizado no município de Bauru por meio de ônibus urbanos e interurbanos e por táxis, sendo considerado serviço de caráter essencial. O transporte coletivo por ônibus é de responsabilidade da Associação das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Bauru (Transurb), fundada em 2002, que em 2010 disponibilizava 70 linhas que abrangiam a quase toda a cidade.[102] A Transurb representa as três concessionárias do serviço público de transporte; a Transporte Coletivo Grande Bauru, a Baurutrans CN Transportes Gerais e a Cidade Sem Limites.[103]Cultura[editar | editar código-fonte]
Museu Histórico Municipal de Bauru.
Automóvel Clube de Bauru, a sede da Orquestra Sinfônica da cidade.
A responsável pelo setor cultural de Bauru é a Secretaria Municipal de Cultura, que tem como objetivo planejar e executar a política cultural do município por meio da elaboração de programas, projetos e atividades que visem ao desenvolvimento cultural. Ela foi criada em 1993, dividindo-se em dois departamentos, da Ação Cultural e de Patrimônio Histórico, sendo que este analisa as necessidades dos espaços culturais e da própria Secretaria e o outro promove a política municipal de defesa do patrimônio cultural.[104]
A cidade ainda é a terra natal de vários cantores, compositores e artistas que obtiveram destaque nacional ou mesmo internacional, tais como José Marciano,[105] Luiz de Carvalho,[106] Chico Dehira,[107] Edson Celulari,[108] Tina Kara,[109] Paulo Villaça[110], Gustavo Haddad[111], além do astronauta Marcos Pontes[112], o jornalista Amauri Soares[113], entre outros.
No perímetro urbano os principais atrativos são os vários hotéis, restaurantes, museus, bares, redes de fast-food, cinemas e shopping centeres, além de um calçadão no centro da cidade e concentração de lojas que se estende da região central para a sul.[114] No Automóvel Clube de Bauru, por exemplo, inaugurado em 8 de abril de 1939, é comum a realização de eventos, sendo que tem um espaço amplo e possui traços arquitetônicos marcantes.[11]Artes cênicas[editar | editar código-fonte]
A cidade conta com vários espaços dedicados à realização de eventos culturais das áreas teatral e musical. O Teatro Municipal de Bauru é importante tanto na cidade e no estado e sempre traz muitas atrações e peças renomadas o ano todo e para todos os gostos. Eventualmente são realizadas apresentações musicais abertas ao público, feiras e exposições.[115] Outro importante espaço é o Centro Cultural de Bauru foi inaugurado em 15 de março de 1942.[11]
A Secretaria de Cultura também se ocupa em oferecer aulas de artes à população. A Divisão de Ensino às Artes atende a mais de 500 alunos por semestre em cursos como violão, guitarra, flauta, balé clássico, jazz, street dance, dança moderna, teatro infantil, teatro adulto, desenho de observação, cerâmica e capoeira, formando ainda grupos de dança compostos por alunos e que representam a cidade em festivais de diferentes regiões do estado e até do Brasil.[116] Teatro "Celina Lourdes Alves Neves".
O Sistema Municipal de Bibliotecas é integrado pela Biblioteca Municipal "Rodrigues de Abreu", a Biblioteca Infantil "Ivan Engler de Almeida", a Gibiteca Municipal "Aucione Torres Agostinho", oito bibliotecas menores e os chamados "Bibliônibus", que atendem a eventos e escolas por agendamento. A Biblioteca Central de Bauru é informatizada desde agosto de 2002, contando com mais de 44 mil obras disponíveis, além de periódicos, vídeos e hemeroteca. As oito bibliotecas menores possuem um acervo de 16 mil. Quanto aos museus, há três: o Museu da Imagem e do Som, o Museu Ferroviário Regional de Bauru e o Museu Histórico Municipal.[117]
Bauru conta com 15 salas de cinema, sendo que os cinemas de Bauru são considerados como os mais modernos da região, atraindo ainda espectadores de cidades vizinhas. As salas de cinema estão situadas no Bauru Shopping-Cinema Multiplex (cinco salas, sendo uma com som THX e um sala 3D), no Boulevard Shopping Bauru-Cinépolis (6 salas, sendo uma Macro XE) e no Alameda Quality Center-Cine ?n Fun (4 salas, sendo todas com som THX). O movimento cineclubista, bastante ativo no município de Bauru durante as décadas de 1960 e 1970 (a cidade chegou a contar simultaneamente com quatro cineclubes, um deles dedicado à exibição de óperas integrais), hoje não conta com nenhum cineclube permanente.[118]Eventos[editar | editar código-fonte]
Show de rock na Virada Cultural de Bauru 2010.
Bauru é uma dos municípios sede do Virada Cultural Paulista, que acontece todos os anos em vários municípios do estado de São Paulo, a exemplo do que ocorre na Virada Cultural da capital do estado. O evento é organizado na cidade desde 2007, com o intuito de promover em Bauru 24 horas ininterruptas de eventos culturais dos mais variados tipos, como espetáculos musicais dos mais variados gêneros musicais, peças de teatro, exposições de arte e história, entre outros.[119]
O Carnaval de Bauru já foi considerado na década de 1980 como o mais famoso do interior do estado. O Sambódromo Municipal de Bauru foi o segundo a ser inaugurado em todo o Brasil, sendo mais novo apenas que o Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Ainda no início da década de 2000, houve transmissão dos desfiles de escolas de samba ao vivo via internet, então uma novidade, sendo que os desfiles sempre eram transmitidos até então via rádio e, menos comumente, por canais de televisão locais. No entanto, a partir de 2002, os desfiles oficiais foram suspensos, sem competição oficial.[120] Em 2010 os desfiles retomaram e aos poucos os organizadores tentam fazer com que volte a ser um grande atrativo como nas décadas passadas.[121]
Esporte[editar | editar código-fonte]
Planador no Aeroclube de Bauru.
A cidade tem diversos clubes esportivos, dentre eles o Esporte Clube Noroeste, que além de ser o maior da cidade é também uma das mais tradicionais equipes do futebol paulista, tendo sido fundado em 1 de setembro de 1910.[122] Seu estádio é o Estádio Alfredo de Castilho, o maior de Bauru, com capacidade para mais de 17 mil espectadores.[123] Destaca-se também o campeonato amador de futebol de Bauru, que possui 2 divisões com inúmeros clubes, com destaque para o Parquinho Futebol Clube, sendo o maior vencedor do amadorismo da cidade.[124] Ainda no futebol, o município é conhecido por ter sido onde Pelé iniciou sua carreira, atuando nas categorias infanto-juvenil do Bauru Atlético Clube, antes de se transferir para o Santos.[125]
Além do futebol, Bauru conta com vários locais para prática de outras modalidades desportivas. O futebol americano está presente em Bauru, com a equipe Bauru Hunters, na modalidade tackle, desde 2009.[126] No Aeroporto de Bauru encontra-se o maior centro de voo à vela do Brasil, com o maior número e variedade de planadores do país. Nesse esporte, Bauru ocupa atualmente a liderança do ranking nacional.[127] No automobilismo há o kartódromo "Toca da Coruja", que recebe competições de kart e motocicleta em nível regional, estadual e nacional.[128] No basquete, a equipe do Bauru Basket conquistou os títulos do Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 1999, 2013 e 2014; do Campeonato Brasileiro de Basquete Masculino de 2002 e 2016-17; da Liga Sul-Americana de Basquete de 2014; da Liga das Américas de Basquete de 2015, além do vice-campeonato da Copa Intercontinental de Basquete em 2015.[129][130] No voleibol, a cidade é representada pelo Vôlei Bauru, que disputa a Superliga Feminina e que já foi campeão paulista.[131][132]Feriados[editar | editar código-fonte]
Em Bauru há dois feriados municipais, oito feriados nacionais e seis pontos facultativos. Os feriados municipais são o dia do aniversário da cidade, comemorado em 1 de agosto, e o Dia de Finados, celebrado a 2 de novembro.[133] De acordo com a lei federal nº 9.093, aprovada em 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais de cunho religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[134][135]Ver também[editar | editar código-fonte]
Blecaute no Brasil e Paraguai em 1999
Lista de municípios de São Paulo
Beneficência Portuguesa de Bauru
Paulistas de Bauru
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Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
Gandu
Garça
Garibaldi
General Salgado
Getúlio Vargas
Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
Grajaú
Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
Horizontina
Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
Indaial
Inhumas
Ipanema
Ipu
Iracema
Itaberaí
Itacarambi
Itamonte
Itaocara
Itapaci
Itapajé
Itapiranga
Itápolis
Itapuranga
Itaqui
Itararé
Itaúna
Ituporanga
Iturama
Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
Joaíma
João Pinheiro
Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
Leme
Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
Malacacheta
Manga
Mantena
Maracaçumé
Matão
Matinhos
Miranda
Miracema do Tocantins
Mirinzal
Mococa
Monte Alegre
Monte Alto
Monte Aprazível
Monte Carmelo
Mostardas
Muçum
Nanuque
Natividade
Nazaré
Neópolis
Niquelândia
Nonoai
Nossa Senhora das Dores
Nova Londrina
Nova Mutum
Nova Petrópolis
Oliveira
Orlândia
Osvaldo Cruz
Olho d'Água das Flores
Ouro Fino
Ouro Preto do Oeste
Palmeira
Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
Pão de Açúcar
Paracatu
Paraguaçu Paulista
Paraisópolis
Paramirim
Paranacity
Paranaíba
Parelhas
Passa-e-Fica
Patu
Paulistana
Peçanha
Pedra Azul
Pedro II
Pedro Afonso
Peixoto de Azevedo
Piancó
Pinheiro Machado
Pio XII
Piraju
Piracuruca
Pitanga
Pitangui
Piumhi
Poções
Ponte Serrada
Pontes e Lacerda
Porteirinha
Porto Calvo
Porto União
Posse
Presidente Epitácio
Presidente Getúlio
Presidente Juscelino
Presidente Venceslau
Princesa Isabel
Prudentópolis
Quatis
Quedas do Iguaçu
Rancharia
Resplendor
Riachão do Jacuípe
Rio Bonito
Rio Negro
Rio Pomba
Rio Real
Rodeio Bonito
Roncador
Rubiataba
Salto do Jacuí
Salvador do Sul
Sananduva
Sanclerlândia
Santa Bárbara
Santa Cruz
Santa Cruz da Baixa Verde
Santa Cruz do Rio Pardo
Santa Filomena
Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
Santana do Livramento
Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
São Bento (Maranhão)
São Bento (Paraíba)
São Benedito
São Domingos
São Francisco
São Gabriel da Palha
São Gotardo
São João Batista
São João do Ivaí
São João do Piauí
São João dos Patos
São João Nepomuceno
São Joaquim da Barra
São José do Cedro
São José do Egito
São João do Rio do Peixe
São João Evangelista
São José do Cedro
São Lourenço do Oeste
São Mateus do Sul
São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
São Valentim
São Vicente Férrer
Sapé
Seara
Sena Madureira
Senador Pompeu
Serafina Corrêa
Serra Dourada
Serro
Simões
Simplício Mendes
Sinimbu
Siqueira Campos
Sobradinho
Sombrio
Sumé
Tabira
Taguatinga
Taió
Taiobeiras
Tangará
Tapejara
Tapes
Taquaritinga
Tarauacá
Tauá
Tenente Portela
Terra Nova do Norte
Teutônia
Tietê
Tramandaí
Três Pontas
Tucumã
Tucunduva
Turmalina
Tutóia
Uiraúna
Umarizal
União
Uruçuí
Valença
Valença do Piauí
Valente
Várzea da Palma
Vazante
Venda Nova do Imigrante
Veranópolis
Viana
Vigia
Vila Rica
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Vitorino Freire
Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)vde São Paulo Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalSão PauloRegiões MetropolitanasComplexo Metropolitano Expandido ? Baixada Santista ? Campinas ? Ribeirão Preto ? São Paulo ? Sorocaba ? Vale do ParaíbaRegiões AdministrativasAraçatuba ? Barretos ? Bauru ? Campinas ? Central ? Franca ? Itapeva ? Marília ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Santos ? São Paulo ? São José do Rio Preto ? São José dos Campos ? SorocabaRegiões de GovernoAdamantina ? Andradina ? Araçatuba ? Araraquara ? Assis ? Avaré ? Barretos ? Bauru ? Botucatu ? Bragança Paulista ? Campinas ? Caraguatatuba ? Catanduva ? Cruzeiro ? Dracena ? Fernandópolis ? Franca ? Guaratinguetá ? Itapetininga ? Itapeva ? Jales ? Jaú ? Jundiaí ? Limeira ? Lins ? Marília ? Ourinhos ? Piracicaba ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Santos ? São Carlos ? São João da Boa Vista ? São Joaquim da Barra ? São José do Rio Preto ? São José dos Campos ? Sorocaba ? Taubaté ? Tupã ? VotuporangaRegiões geográficas intermediáriasAraçatuba ? Araraquara ? Bauru ? Campinas ? Marília ? Presidente Prudente ? Ribeirão Preto ? São José dos Campos ? São José do Rio Preto ? São Paulo ? SorocabaRegiões geográficas imediatasAdamantina-Lucélia ? Amparo ? Andradina ? Araçatuba ? Araraquara ? Araras ? Assis ? Avaré ? Barretos ? Bauru ? Birigui-Penápolis ? Botucatu ? Bragança Paulista ? Campinas ? Caraguatatuba-Ubatuba-São Sebastião ? Catanduva ? Cruzeiro ? Dracena ? Fernandópolis ? Franca ? Guaratinguetá ? Itapetininga ? Itapeva ? Ituverava ? Jales ? Jaú ? Jundiaí ? Limeira ? Lins ? Marília ? Mogi Guaçu ? Ourinhos ? Piracicaba ? Piraju ? Presidente Epitácio-Presidente Venceslau ? Presidente Prudente ? Registro ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Santa Fé do Sul ? São José do Rio Pardo-Mococa ? Santos ? São Carlos ? São João da Boa Vista ? São Joaquim da Barra-Orlândia ? São José dos Campos ? São José do Rio Preto ? São Paulo ? Sorocaba ? Tatuí ? Taubaté-Pindamonhangaba ? Tupã ? VotuporangaMais de 1 000 000 habitantesSão Paulo ? Guarulhos ? CampinasMais de 500 000 habitantesSão Bernardo do Campo ? Santo André ? Osasco ? São José dos Campos ? Ribeirão Preto ? SorocabaMais de 200 000 habitantesMauá ? São José do Rio Preto ? Santos ? Mogi das Cruzes ? Diadema ? Jundiaí ? Carapicuíba ? Piracicaba ? Bauru ? São Vicente ? Itaquaquecetuba ? Franca ? Guarujá ? Taubaté ? Praia Grande ? Limeira ? Suzano ? Taboão da Serra ? Sumaré ? Barueri ? Embu das Artes ? São Carlos ? Indaiatuba ? Cotia ? Marília ? Americana ? Araraquara ? Jacareí ? Itapevi ? Presidente Prudente ? Hortolândia ? Rio ClaroMais de 100 000 habitantesAraçatuba ? Santa Bárbara d'Oeste ? Ferraz de Vasconcelos ? Francisco Morato ? Itapecerica da Serra ? Itu ? Bragança Paulista ? Pindamonhangaba ? São Caetano do Sul ? Itapetininga ? Mogi Guaçu ? Franco da Rocha ? Jaú ? Botucatu ? Atibaia ? Araras ? Santana de Parnaíba ? Cubatão ? Valinhos ? Sertãozinho ? Ribeirão Pires ? Jandira ? Catanduva ? Barretos ? Guaratinguetá ? Birigui ? Votorantim ? Tatuí ? Várzea Paulista ? Salto ? Caraguatatuba ? Itatiba ? Poá ? Ourinhos ? Assis ? Leme ? PaulíniaSudeste, Brasil Controle de autoridade
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