criar site brusque em Apodi

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Apodi

Nota: Para outros significados, veja Apodi (desambiguação).Município de Apodi
"Terra dos Índios Tapuias Paiacus""Terra do Lajedo de Soledade""Terra da água mineral"
Vista parcial do centro de ApodiBandeiraBrasãoHino
Fundação19 de abril de 1680 (339 anos)[1]
Emancipação23 de março de 1835 (184 anos)[1]
Gentílicoapodiense
LemaPoty, Pody, Apodi
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Conceição e São João Batista
Prefeito(a)Alan Silveira (PMDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Apodi no Rio Grande do NorteApodi Localização de Apodi no Brasil
05° 39' 50" S 37° 47' 56" O05° 39' 50" S 37° 47' 56" O
Unidade federativaRio Grande do Norte
Região intermediária
Mossoró IBGE/2017[2]Região imediata
Mossoró IBGE/2017[2]Municípios limítrofesGovernador Dix-Sept Rosado (ao norte), Felipe Guerra e Caraúbas (a leste), Umarizal e Riacho da Cruz (ao sul), Tabuleiro do Norte, Alto Santo e Potiretama (a oeste), Itaú e Severiano Melo (ao sudoeste)
Distância até a capital339 km[3]
Características geográficas
Área1 602,477 km² (RN: 2º)[4]
DistritosSoledade, Melancias e Córrego
População36 323 hab. (RN: 13º) ? 2017
Densidade22,67 hab./km²
Altitude67 m[5]
ClimaSemiárido Bsh
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,639 (RN: 32°) ? médio PNUD/2010[6]
PIBR$ 251 686,045 mil IBGE/2008[7]
PIB per capitaR$ 14,630 58 2014/IBGE
Página oficial
Prefeiturawww.prefeituradeapodi.com.br
Câmarawww.camaraapodi.comApodi é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte. De acordo com a estimativa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2017, sua população é de 36.323 habitantes. Área territorial de 1 602,477 km². Apodi foi emancipado de Portalegre através da Resolução do Conselho Geral da Província do Rio Grande em 11 de abril de 1833.Índice1 Etimologia
2 História
3 Geografia3.1 Relevo
3.2 Hidrografia
3.3 Clima
4 Economia4.1 Produção agrícola
4.2 Pecuária
5 Turismo
6 Religião
7 Dados estatísticos7.1 Educação
7.2 IDH
7.3 Saneamento urbano
7.4 Saúde
8 Bairros
9 Museus
10 Comunidades Rurais e Distritos
11 Referências
12 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
Segundo o historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo, o nome Apodi é uma palavra de origem indígena, que teria se originado devido à Chapada do Apodi. Outros historiadores afirmam que o nome significa "coisa firme, altura unida, um planalto, uma chapada".[8]História[editar | editar código-fonte]
Os primeiros habitantes do Apodi foram os índios Tapuias Paiacus, pertencentes ao grupo étnico cultural TARAIRIÚ. Seguido por Alonso de Hojeda, almirante de Espanha, e seus companheiros de viagem: João de la Cosa e Américo Vespúcio, que chegaram à desembocadura do rio Apodi no dia 24 de junho de 1499, tomando estas terras o nome de Missão de São João do Apodi. Por mais de século e meio ficaram estas terras abandonadas. A colonização na "Ribeira do Apodi" tivera início, com a concessão de sesmarias, em 19 de abril de 1680, aos irmãos Manoel Nogueira e sua mulher D. Maria de Oliveira Correia e seu irmão Baltazar Nogueira, que ali se estabeleceram com fazendas agropecuárias.
Na vigência da "Sublevação Geral" dos índios potiguares e tapuias (1687-96), os irmãos Nogueira e seus familiares foram obrigados ao abandono de suas propriedades, só regressando anos depois, sendo Manoel Nogueira nomeado capitão-mor. As terras do Apodi foram bem exploradas e o local experimentou vivo surto de desenvolvimento, devido à catequese dos índios paiacus, aldeados na "Aldeia do Apodi", que foi núcleo originário da atual cidade. Em 1761, foi extinta a Missão do Apodi, transferidos os índios, criada a Freguesia das Várzeas do Apodi, com sede na antiga missão. O Município surgiu em 1833, desmembrado do de Portalegre.
A criação do Distrito data de 1766. O Município, criou-o, com território desmembrado de Portalegre, a Resolução do Conselho do Governo da Província, de 11 de abril de 1833, confirmada pela Lei provincial n.° 18, de 23 de março de 1835. Apodi obteve foros de Cidade pela Lei provincial n.° 988, de 5 de março de 1887. É sede de Comarca, de segunda entrância com 4 termos: Felipe Guerra, Severiano Melo; Rodolfo Fernandes e Itaú. Geografia[editar | editar código-fonte]
Município de Apodi, em vermelho, e vizinhos, em azul (Rio Grande do Norte) e verde (Ceará).
De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[9] Apodi pertence às regiões geográficas intermediária e imediata de Mossoró.[2] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião da Chapada do Apodi, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Oeste Potiguar.[10]
Com 1 602,477 quilômetros quadrados (km²) de área,[4] Apodi é o segundo maior município do estado em tamanho territorial, depois de Mossoró. Limita-se com os municípios de Governador Dix-Sept Rosado e Felipe Guerra ao norte; Umarizal, Itaú e Severiano Melo ao sul; Caraúbas e Felipe Guerra a leste; Severiano Melo, Itaú e o estado do Ceará (Tabuleiro do Norte, Alto Santo e Potiretama) a oeste.[11] Apodi dista 339 quilômetros (km) de Natal, capital estadual,[3] e 2 188 km de Brasília, capital federal.[12]
Os tipos de solo predominantes são o cambissolo eutrófico, característico de terrenos planos, apresentando textura formada por argila, alto nível de fertilidade e drenagem entre boa e moderada; o podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico, em áreas de relevo suave e ondulada, com fertilidade entre média a alta, textura média e drenagem entre boa e moderada; e a rendzina, altamente fértil, argiloso e nível de drenagem entre imperfeito e moderada.[11] Também existem os solos aluvionais, o luvissolo ou bruno não cálcico, o regossolo e o vertissolo.[13]
A vegetação é formada pela caatinga hiperxerófila, com espécies de plantas de pequeno porte adaptadas a longos períodos secos, como o facheiro, o faveleiro, a jurema-preta, o marmeleiro, o mufumbo e o xique-xique, além de cactáceas. Há também o carnaubal, cuja espécie predominante é a carnaúba. O município possui ainda três áreas de conservação ambiental, sendo que a maior delas é Soledade, com área de 1 081 ha, seguida pela Aurora da Serra (362 ha) e pela Lagoa do Clementino (253,7 ha).[11]
O município abriga o Sítio Arqueológico do Lajedo de Soledade, que abrange um conjunto de cavernas e fendas com pinturas rupestres. Outros sítios arqueológicos são Lajerim dos Porcos, Mendonça, Ponta Lage e Tanque do Gado.[11]Relevo[editar | editar código-fonte]
O relevo do município, com altitudes inferiores a cem metros, está inserido na Chapada do Apodi, que abrange terras planas com tendência ligeira à elevação, formadas por sedimentos cortados pelo rio Apodi/Mossoró, e na Depressão Sertaneja-São Francisco, que compreende uma série terrenos de menor altitude, de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi. Apodi está situado em uma área de abrangência de terrenos da Bacia Potiguar e do embasamento cristalino.[11]
Na sede encontram-se rochas da Formação Açu, formadas durante a Idade Cretácea Inferior, há cerca de 120 milhões de anos. Nos vales dos leitos dos Rios Apodi e Umari encontram-se as planícies fluviais, formadas por depósitos aluvionares compostos de areias e cascalhos e sujeitas a inundações. No norte do município encontram-se rochas sedimentares formadas por calcário, com idade aproximadamente de oitenta milhões de anos, formadas durante a Idade Cretácea Superior. No sul localizam-se as rochas do embasamento cristalino, formadas na Idade Pré-Cambriana, há aproximadamente um bilhão de anos.[11]Hidrografia[editar | editar código-fonte]
Vertedouro da barragem de Santa Cruz, o segundo maior reservatório do Rio Grande do Norte, com sangradouro ao fundo.
O principal reservatório do município é a Barragem Santa Cruz, oficialmente Barragem Governador Aluízio Alves, com capacidade para 599 712 000 de metros cúbicos de água (m³) e o segundo maior do Rio Grande do Norte, atrás apenas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu. Foi construído entre 1999 e 2002, sendo que sua bacia hidrográfica cobre uma área de 4 264 km².[14][15]
Outros reservatórios do município, com capacidade igual ou superior a 100 000 m³, são Melancias (1 000 000 m³), Arção (800 000 m³), Lagoa Rasa (500 000 m³), Carnaúba Seca (116 000 m³), Mulungu (100 000 m³) e Boa Vista (100 000 m³). Apodi possui todo o seu território inserido na bacia hidrográfica do rio Apodi-Mossoró, que banha o município. O Rio Umari, afluente do Rio Apodi, também corta o território municipal. Os principais riachos são da Barra, João Dias e Melancias.[11]Clima[editar | editar código-fonte]
Maiores acumulados de precipitação em 24 horasregistrados em Apodi por meses (INMET)[16]
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro97,6 mm15/01/1987Julho76,2 mm07/07/1988
Fevereiro102 mm18/02/2017Agosto66,9 mm02/08/2000
Março107,6 mm27/03/1987Setembro24,9 mm05/09/1978
Abril126,2 mm26/04/1979Outubro26,4 mm20/10/2011
Maio152,8 mm05/05/1975Novembro19,2 mm04/11/2013
Junho61 mm22/06/2013Dezembro67,6 mm29/12/1967
Período: 01/01/1963 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/05/1990 e 01/10/1997-presenteO clima de Apodi é semiárido, do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger, cujas principais características são a baixa nebulosidade, chuvas concentradas em poucos meses do ano, forte insolação e temperaturas elevadas, o que ocasiona em elevados índices de evaporação e grande déficit hídrico.[17][18][19] Apodi apresenta um dos mais altos índices de insolação do Brasil, ultrapassando 3 100 horas/ano. Os meses mais chuvosos são março e abril.[20]
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1963 a 1970, 1973 a 1990 e a partir de 1997, a menor temperatura já registrada em Apodi foi de 15,2 °C em 1° de setembro de 1975,[21] e a maior atingiu os 40 °C em 7 de dezembro de 1966.[22] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 152,8 mm em 5 de maio de 1975. Outros acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 126,2 mm em 26 de abril de 1979, 118,3 mm em 26 de abril de 1985, 107,6 mm nos dias 27 de março de 1987 e 8 de março de 2006, 105,4 mm em 15 de abril de 2000, 103,5 mm em 9 de abril de 2018, 102 mm em 18 de fevereiro de 2017, 101,4 mm em 9 de fevereiro de 1966, 101,3 mm em 23 de abril de 2009, 100,2 mm em 28 de fevereiro de 2011 e 100 mm em 5 de março de 2002.[16] Abril de 1985, com 501,3 mm, foi o mês de maior precipitação.[23]
Dados climatológicos para Apodi
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)39,438,538,437,236,736,136,637,538,239,33940 40
Temperatura máxima média (°C)34,933,933,132,1323232,933,835,236,236,335,9 34
Temperatura média compensada (°C)28,427,927,627,226,926,62727,4-28,628,928,9 -
Temperatura mínima média (°C)24,324,124,12423,622,922,622,522,923,423,724,2 23,5
Temperatura mínima recorde (°C)19,919,320,420,419,717,717,217,415,217,218,619,6 15,2
Precipitação (mm)99,3117172,3212,7102,649,431,222,22,10,93,216,7 829,6
Dias com precipitação (? 1 mm)69121495320012 64
Umidade relativa compensada (%)72,377,782,685,48479,473,269,3-6463,266,9 -
Horas de sol244,6221,4236,9239,3255,9240,6260,3289,8291,7309,6299,5274,1 3 163,7
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[20] recordes de temperatura: 01/01/1963 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/05/1990 e 01/10/1997-presente)[21][22] Economia[editar | editar código-fonte]
De acordo com dados do IPEA do ano de 1996, o PIB era estimado em R$ 17,44 milhões, sendo que 37,8% correspondia às atividades baseadas na agricultura e na pecuária, 3,1% à indústria e 59,0% ao setor de serviços. O PIB per capita era de R$ 573,43.
Em 2002, conforme estimativas do IBGE, o PIB havia evoluído para R$ 132,34 milhões e o PIB per capita para R$ 3.777,00.Produção agrícola[editar | editar código-fonte]IBGE (2002)
LavouraQuantidade produzida (ton.)Valor da produção (R$ mil)Área plantada (ha.)Área colhida (ha.)Rendimento médio (kg/ha.)
Algodão herbáceo (em caroço)6.4371.6084.0004.000600
Arroz (em casca)2.8441.9918008003.555
Banana1.295707018.500
Cana-de-açúcar30060121225.000
Coco-da-baía86 (mil frutos)3020204.300 frutos/ha.
Feijão (em grão)1.4011.0094.4003.080454
Limão1031110.000
Mamão600108101060.000
Manga600240505012.000
Milho (em grão)3.0001.2004.0004.000750Pecuária[editar | editar código-fonte]IBGE (2002)
RebanhoEfetivo (cabeças)
Bovino13.090
Suíno4.287
Eqüinos1.850
Asininos (jumentos)2.950
Muares (mulas)790
Ovinos12.300
Galinhas26.599
Galos, frangas, frangos e pintos27.070
Caprinos33.395
Vacas ordenhadas2.600
IBGE (2002)
GêneroProdução
Leite de vaca1.520 (mil litros)
Ovos de galinha115 (mil dúzias)
Mel de abelha86.350 kgTurismo[editar | editar código-fonte]
Lajedo de Soledade, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil.
Objetos expostos no Museu do Lajedo de Soledade
O Sítio Arqueológico do Lajedo de Soledade, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil, está localizado na Chapada do Apodi região Oeste do Rio Grande do Norte, em Apodi, a 80 km de Mossoró. Já foi tema de documentário na BBC de Londres, Reino Unido. Ocupou páginas de revistas e jornais de circulação nacional e internacional. Foi tema de inúmeras reportagens na TV e em vários outros veículos de comunicação do Brasil.
De acordo com a Fundação dos Amigos do Lajedo de Soledade (Fals), entidade que mantém o local, o lugar chega a receber cerca de 7 mil visitantes por ano, onde dos quais a maioria são estudantes, professores, pesquisadores e cientistas. O sítio arqueológico por milhões de anos já foi mar e, por isso, é possível encontrar animais marinhos fossilizados na região do Lajedo, como ostras, caramujos, estrelas e ouriços-do-mar, de 90 milhões de anos. Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foram encontrados fósseis de animais pré-históricos, como o bicho-preguiça, tatus gigantes, mastodontes e tigres-de-dente-desabre que viviam no Nordeste no período Glacial, além de pinturas rupestres. O Lajedo conta com um museu, o acervo é composto por painéis fotográficos, maquetes e utensílios de pedras usados pelos índios que habitavam a região.Religião[editar | editar código-fonte]
Igreja Matriz de e Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.
Na Igreja Católica, as festas religiosas tradicionais em Apodi são: a de São João Batista, realizada em 24 de junho, e a de Nossa Senhora da Conceição, celebrada no dia 08 de dezembro. Apodi apresenta, desse modo, particularidade de possuir dois padroeiros. Além da religião católica, o município possui várias Igrejas Evangélicas, ainda conta também com o Centro Espírita Nova Vida. Espetáculo "O Auto de São João Batista".
Eventos
Durante a programação dos festejos alusivos ao padroeiro São João Batista, destaca-se o espetáculo "O Auto de São João Batista", um dos maiores espetáculos a céu aberto do Estado. O auto é uma apresentação teatral que aborda como temática o martírio: vida e morte do santo padroeiro da paróquia de Apodi, São João Batista. O elenco é formado por artistas apodienses da Associação Raimunda Dantas (ARD) e, ocorre anualmente entre os dias 19 e 20 de junho, no adro da igreja matriz de Apodi.Dados estatísticos[editar | editar código-fonte]
Educação[editar | editar código-fonte]IBGE (2003)
EnsinoAlunos matriculadosProfessores
Fundamental6.942361
Médio1.84792Analfabetos com mais de quinze anos: 33,16% (IBGE, Censo 2000).
IDH[editar | editar código-fonte]PNUD (2000)
IDH19912000
Renda0,4860,520
Longevidade0,5790,717
Educação0,5700,724
Total0,5450,654Saneamento urbano[editar | editar código-fonte]IBGE (2000)
ServiçoDomicílios (%)
Água84,1%
Esgoto sanitário0,8%
Coleta de lixo96,0%Saúde[editar | editar código-fonte]
60 leitos hospitalares, todos disponíveis para pacientes do sistema único de saúde (2002, IBGE).
Mortalidade infantil: 84,7 p/mil (Ministério da Saúde/1998).
Esperança de vida ao nascer: 68,0 anos (IBGE, Censo 2000).
Bairros[editar | editar código-fonte]
Centro
Baixa do CAIC
Bacural I
Bacural II
Betel
Bicentenário
Bico Torto
Cruz de Almas
Cohab
Garilândia
Independência
IPE
Lagoa Seca
Malvinas
Pequé
Portal da Chapada
Pody dos Encantos
São João
São José
São Sebastião
São Vicente
Timbaúba do Campo
Teimosos
Museus[editar | editar código-fonte]
Museu Rural do Lajedo de Soledade
Museu do Índio Luiza Cantofa
Museu do Livro de Apodi
Comunidades Rurais e Distritos[editar | editar código-fonte]
Atualmente existe dois(3) distritos em Apodi: os distritos de Soledade[24] e Melancias[25], criados no ano de 1997, e o Distrito de Córrego[26] criado no dia 09 de maio de 2017.
Outras comunidades de destaque em Apodi são: Sítio do Góis
Sitio Santa Cruz
Sitio Santa Rosa
Referências? a b
Dados gerais do município de Apodi? a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 29 de março de 2019 ? a b «Distância entre Natal e Apodi». Consultado em 2 de setembro de 2014 ? a b «Área Territorial Brasileira - Consulta por Município». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 15 de janeiro de 2014. Consultado em 2 de setembro de 2014 ? Embrapa Monitoramento por Satélite. «Rio Grande do Norte». Consultado em 27 de julho de 2011. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2011 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013 ? «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 ? Caubi (18 de abril de 2014). «Dados históricos de Apodi». Prefeitura de Apodi. Consultado em 2 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 25 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2017 ? Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1990). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas» (PDF). Biblioteca IBGE. 1: 44?45. Consultado em 29 de junho de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 25 de setembro de 2017 ? a b c d e f g «APODI» (PDF). Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. 2008. Consultado em 2 de setembro de 2014. Arquivado do original (PDF) em 3 de março de 2016 |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)? «Distância entre Brasília e Apodi». Consultado em 2 de setembro de 2014 ? «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Apodi, RN» (PDF). Levantamento Exploratório - Reconhecimento de Solos do Estado do Rio Grande do Norte. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 1971. Consultado em 2 de setembro de 2014. Arquivado do original (PDF) em 2 de setembro de 2014 ? «Situação Volumétrica - Todo o Estado». Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Consultado em 2 de setembro de 2014. Arquivado do original em 30 de abril de 2014 ? «Ficha Técnica do Reservatório Santa Cruz do Apodi». Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Consultado em 2 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 ? «Municípios localizados no Semi-árido». Consultado em 22 de agosto de 2014. Arquivado do original em 12 de agosto de 2014 ? «Clima». Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Consultado em 22 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2014 ? «O Semiárido». Consultado em 22 de agosto de 2014. Arquivado do original em 12 de agosto de 2014 ? a b «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 24 de março de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 ? «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 ? «Lei nº 284/97 ? Camara Municipal de Apodi - RN» (PDF). www.cmapodi.rn.gov.br. Consultado em 15 de janeiro de 2017. Arquivado do original (PDF) em 8 de janeiro de 2017 ? «Lei nº 275/97 ? Camara Municipal de Apodi - RN» (PDF). www.cmapodi.rn.gov.br. Consultado em 15 de janeiro de 2017 [ligação inativa]? «Prefeitura Municipal de Apodi». www.diariomunicipal.com.br. Consultado em 5 de junho de 2017
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da prefeitura
Fundação dos Amigos do Lajedo de Soledade (Fals)
vde Rio Grande do Norte Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalNatalDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões metropolitanas e RIDEsNatalMais de 200 000 habitantesNatal • Mossoró • ParnamirimMais de 50 000 habitantesSão Gonçalo do Amarante • Macaíba • Ceará-Mirim • Caicó • AssuMais de 20 000 habitantesCurrais Novos • São José de Mipibu • Nova Cruz • Apodi • Santa Cruz • João Câmara • Touros • Canguaretama • Macau • Pau dos Ferros • Areia Branca • Extremoz • Baraúna • Goianinha • Santo Antônio • São Miguel • Monte Alegre • ParelhasVeja tambémInterior do Rio Grande do NorteNordeste, Brasil