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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.

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Município de Jaguariaíva
"Capital do Papel Imprensa[1]"
Praça Getúlio Vargas no centro da cidade.Bandeira indisponívelBrasão indisponívelHino
Aniversário15 de Setembro
Fundação15 de setembro de 1823 (195Â anos)
Gentílicojaguariaivense
Prefeito(a)José Slobodá (PHS)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Jaguariaíva no ParanáJaguariaíva Localização de Jaguariaíva no Brasil
24° 15' 03" S 49° 42' 21" O24° 15' 03" S 49° 42' 21" O
Unidade federativaParaná
MesorregiãoCentro Oriental Paranaense IBGE/2008 [2]
MicrorregiãoJaguariaíva IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofesDoutor Ulysses, Sengés, Piraí do Sul, Arapoti e São José da Boa Vista
Distância até a capital236Â km
Características geográficas
Área1Â 523,793 km² [3]
População34Â 683 hab. estimativa IBGE/2018[4]
Densidade22,76 hab./km²
Altitude840 m
ClimaSubtropical
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,757 alto PNUD/2000 [5]
PIBR$ 590Â 943 mil IBGE/2012[6]
PIB per capitaR$ 17Â 971Â 62 IBGE/2012[6]Jaguariaíva é um município brasileiro localizado na região dos Campos Gerais do estado do Paraná, Brasil. Segundo a estimativa populacional de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o município possui 34Â 683[4] habitantes.Índice1 Etimologia
2 História
3 Geografia
4 Economia
5 Turismo5.1 Atrações naturais
6 Cultura6.1 Hino do município
6.2 Eventos
7 Infraestrutura7.1 Distritos industriais
7.2 Sindicatos
7.3 Outros dados
7.4 Educação7.4.1 Ensino superior
7.4.2 Cursos técnicos e profissionalizantes
8 Administração
9 Filhos ilustres
10 Esportes
11 Referências
12 Bibliografias
13 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
De origem Tupi-Guarani "Tyaguariahibá": Rio da onça brava.[7] Esta denominação é referência ao Rio Jaguariaíva, que corta o município e que consta em antigos mapas cartográficos.[8] Jaguar = onça, tigre, felinos; I = rio, água; ahiva = bravo, brava, ruim, arisca. São várias interpretações das palavras Tupi-Guarani quando é traduzida para a língua portuguesa, mas a pronúncia clássica que mais se encaixa na realidade de nosso léxico é jaguariahiva = rio da onça brava. O Rio que banha seu território foi batizado pelos povos da floresta que ali viviam e quando os bandeirantes paulistas (vicentinos) adentraram essas plagas remotas e estabeleceram contatos com os primitivos habitantes tiveram conhecimento do nome deste Rio e, tão logo, passou constar dos mapas da capitania de São Vicente. Mais tarde com com o surgimento de um povoado situado a margem esquerda, no lugar conhecido como Porto Velho, o Rio veio emprestar seu nome para o novo povoado.
Em sentido diverso, existe outras interpretação etimológica possível para o nome da cidade, também a partir da língua tupi: "rio ruim das onças", a partir da junção dos termos îagûara (onça), 'y (rio, água) e aíba (ruim).[9]História[editar | editar código-fonte]
A história de Jaguariaíva tem seus primórdios calcados a partir do início do século XVII. Nesta época bandeirantes preavam índios e posteriormente tropeiros cruzaram o território pelo histórico Caminho de Sorocaba.
A extensa região dos Campos Gerais era largamente habitada por povos indígenas da nação Caingangue, chamados Coroados pelos paulistas.[10] Segundo Saint-Hilaire "...os paulistas dão aos bugres vizinhos de Jaguariaíva o nome de Coroados porque, dizem eles, esses selvagens têm o hábito de fazer no meio da cabeça uma tonsura a que, em português se chama coroa e que, além dos Coroados havia outras tribos na vizinhança de Jaguariaíva".[10]
O histórico Caminho de Sorocaba gerou inúmeras cidades, das quais muitas conservam a denominação dada pelos antigos vaqueiros e tropeiros.[10] O surgimento dessas povoações decorria da necessidade de pousos para abrigo das tropas.[10] No ponto em que atravessava o Rio Tyaguariahiba, nos Campos Gerais, estabeleceu-se uma estação de pouso, dando origem ao atual município.[10]
Jaguariaíva foi povoada por famílias vindas dos Campos de Curitiba e por paulistas.[10] A partir do século XVIII, a história registra o requerimento de inúmeras sesmarias à Capitania de São Paulo, tais como a de João Leite Penteado, sargento-mor, em 19 de junho de 1726, de Manoel Gonçalves de Águia, sargento-mor, 4 de julho de 1726, de Antonio Pereira Barbalho, em 6 de julho de 1728, de Matheus Correa Leme, em 16 de junho de 1728, de Francisco Xavier de Salles, em 4 de novembro de 1738 e o caso do capitão Bartolomeu Paes de Abreu, que em 1726 requereu o registro de uma Carta de Data na qual havia solicitado extensa área de terras no 1704, entre os rios Tyaguaricatu e Tyaguariahiba, nos campos chamados Boa Vista e da qual em 1719 tomara possa oficial.[10]
Um dos nomes mais importantes para a história regional foi o do coronel Luciano Carneiro Lobo, filho do português Francisco Carneiro Lobo e de dona Quitéria Maria da Rocha.[10] Em 1778 casou-se com dona Francisca de Sá, com quem teve oito filhos.[10] O coronel Carneiro Lobo adquiriu em 1795 a fazenda Jaguariaíva do tenente Manoel Pacheco Catto, sua esposa Maria Custódia R. Leite e do alferes Francisco de Salles Britto.[10]
Em 10 de abril de 1806, o coronel Carneiro Lobo ficou viúvo e fixou residência na fazenda Jaguariaíva.[10] No ano de 1810, com cinquenta anos de idade, o coronel se casa em segundas núpcias com Isabel Branco e Silva, de apenas dezesseis anos e filha de um grande amigo, o ex-Ouvidor e Corregedor de Paranaguá, dr. Manoel Lopes Branco e Silva.[10][11] Com Isabel o coronel Carneiro Lobo conheceu a glória política, chegando a ocupar lugar de honra na Corte, recebendo convites para festas e sendo condecorado com a patente de Coronel de Milícias, um alto posto.[11]
Investido de notável prestígio, o casal tinha o pensamento voltado para o fortalecimento político, econômico e social de Jaguariaíva.[11] Neste contexto, foi construída uma ponte sobre o Rio Itararé, obra autorizada por Lucas de Andrade Monteiro Barros, presidente da Província de São Paulo.[11] Em 15 de setembro de 1823 um Alvará Imperial eleva a fazenda Jaguariaíva à categoria de Freguesia e, no ano de 1828, liderados por dona Isabel e o coronel Lobo, a comunidade solicitou licença para a construção de uma capela, sob a invocação do Senhor Bom Jesus da Pedra Fria,[12] prontamente concedida por dom Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade, Bispo de São Paulo.[11] Em 12 de maio de 1842, morre o coronel Luciano Carneiro Lobo, sem ver a capela construída.[11] dona Isabel, mulher desprendida de vaidades e muito religiosa, dedicou-se à sua cidade, e construiu a capela no ano de 1863.[11] Em 1866, doou por esmola ao Senhor Bom Jesus da Pedra Fria uma grande área de terras que hoje significa jaguariaiva.[11] Por ocasião da Guerra do Paraguai forneceu gado para o abastecimento das forças regionais e até da Guarda Nacional, tudo de forma gratuita. Dona Isabel, figura notável, morreu em 17 de agosto de 1870 e é sepultada no subsolo do santuário.[11]
Francisco Xavier da Silva, português de nascimento, é outro grande nome da historiografia regional, foi proprietário da fazenda Caxambu e grande povoador da região.[11] Faleceu em 1829 deixando considerável fortuna para seus descendentes ilustres como seu neto, o advogado Francisco Xavier da Silva, que governou o Paraná de 1892 a 1896. De 1900 a 1904 e de 1908 a 1912.[11] Famílias ilustres deram continuidade ao progresso e contribuíram para a história do lugar, dentre as quais destacam-se as de Ferreira de Almeida, Mello, Fonseca, Ribas, Cunha, Sampaio, Pessa, Biscaia e Marques.[11]
A Lei Provincial 423, de 24 de abril de 1875, eleva Jaguariaíva à categoria de município e a nível de cidade em 5 de maio de 1908, através da Lei 811.[11]Geografia[editar | editar código-fonte]
Paisagem rural no município de Jaguariaíva.
Sua área é de 1 524Â km² representando 0,7645% da área do estado, 0,2704% da da região e 0,0179% de todo o território brasileiro. Economia[editar | editar código-fonte]
A cidade tornou-se referência da industrialização rural durante a segunda metade do século XX, devida a proliferação de madeireiras, fábricas de celulose e papel que se estabeleceram no município. Jaguariaíva, na atualidade, fornece para o mercado brasileiro e internacional produtos como resina, madeira para construção, compensado, celulose, papel para revestimento e papel imprensa.[13] Uma das maiores produtoras de papel imprensa está instalado no município desde 1982, a Pisa Indústria de Papéis.
Jaguariaíva conta com um aproveitamento energético, principalmente o hidrelétrico. A primeira usina instalada no município foi a Usina Velha, construída na década de 1940 para abastecer a Indústria Matarazzo. Situada no rio Capivari, no Parque Linear, a usina foi reativada em 2017, como uma central de geração hidrelétrica (CGH), com 1000 KW.[14][15]
Já no ano de 2000 foi instalado o empreendimento da Pesqueiro Energia S/A., que construiu sob o rio Jaguariaíva uma barragem de 12 metros de altura e uma pequena central hidrelétrica (PCH) com potência instalada em 12,44M Mw. A Pesqueiro também atua no mercado de carbono e é mantida pelas Eletrogeração (30% da sociedade) situada em Castro, Ceral em Arapoti (30% da sociedade) e Ceripa Energia (40% da sociedade) em Itaí.[16][17]Turismo[editar | editar código-fonte]
Cânion do Rio Jaguariaíva.
Prática de rafting no rio Jaguariaíva.
Turismo de aventura em Jaguariaíva.
Atrações naturais[editar | editar código-fonte]Parque Estadual do Cerrado;[12][18]
Parque Estadual do Vale do Codó;[12][18]
Parque Linear - Cachoeirão do rio Capivari;[12][18]
Parque Ambiental Ruy Cunha;[12][18]
Parque Municipal Lago Azul - cachoeira do Lago Azul (20 metros);[18]
Cachoeira Véu de Noiva;[18]
Cachoeira das Andorinhas;[18]
Cachoeira do Butiá;
Canyon do rio Jaguariaíva - o 8º maior do mundo em extensão,[12]
Morro da Mandinga (1100 metros);
Escarpa da Serra das Furnas;
Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana - Santa do Paredão/Serra Velha;[12][18]
Rio das Mortes;[18]
Taça de Pedra;[12]
Sítio Geológico Jaguariaíva;Cultura[editar | editar código-fonte]Casa da Cultura Professor Doutor João Batista da Cruz - 1918. Tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná;[12]
Clube Recreativo Municipal Dona Elvira Puglielli Xavier;
Biblioteca Pública Municipal Mary Camargo;
Biblioteca Cidadã Monteiro Lobato;
Biblioteca Rural Municipal Antônio Lima Barreto;
Escola Municipal de Música Elzita Jorge Cunha;
Museu Histórico Municipal "Conde Francisco Matarazzo" - Palacete;[12][19]
Memorial Ferroviário da Estação Cidadã Agente Durvalino de Azevedo[19] - Estação Ferroviária (1935). Tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná;[12]
Cine Teatro Municipal Valéria Luercy;
Espaço Cultural Maria Timm;
Santuário Senhor Bom Jesus da Pedra Fria - construído entre 1834 e 1864. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná;[12]Hino do município[editar | editar código-fonte]
Letra e Música: Professora Elzita Jorge Cunha
Cidadãos, cantemos
Com entusiasmo varonil,
Felizes saudemos
Este cantinho do Brasil.
Jaguariaíva querida,
Todos seus filhos a farão
Orgulho, progresso
Deste nosso torrão.
Marchemos unidos
Cheios de vida e emoção.
Procuremos sempre
Tua vitória de coração.
Jaguariaíva querida,
Todos seus filhos a farão
Orgulho, progresso
Deste nosso torrão.Eventos[editar | editar código-fonte]
Festa da Santa do Paredão (Mês de Maio);
Festa de Agosto - Padroeiro da Cidade: Senhor Bom Jesus da Pedra Fria (Final do mês de Julho e começo do mês de Agosto);
Concurso de Declamação de Poesias;
Semana da Pátria e Desfile Cívico Temático de 7 de setembro ;
Festival Cultural (Mês de Setembro);
Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Ligações de água: 8.994
Ligações de energia elétrica: 9.409
Linhas telefônicas: 5.810
Telefones públicos: 153
Distritos industriais[editar | editar código-fonte]
Distrito Industrial (1) Prefeito Albano Ferreira de Barros - empresas: Pisa S/A e Braspine Madeiras Ltda.
Distrito Industrial (2) Ary Fanchin - empresas: Valor Florestal e 43 madeireiras e laminadoras.
Distrito Industrial (3) Domingos Martins da Costa Passos - empresas: Arauco do Brasil S/A
Distrito Industrial (4) Vereador Josef Bartiniczuk (Antigo Aeroporto) - empresas: Madeireiras e outras.
Distrito Industrial (5) Geci Krubnik - empresas: Rodolínea e Bicarbras
(Condomínio Conde Francisco Matarazzo) empresas (hoje funcionando como incubadora industrial, tendo este um cinema com praça de alimentação e área de treinamento profissional do SENAI/SENAC);
Sindicatos[editar | editar código-fonte]
Patronal: rural
Sindicato do Trabalhador Rural
Municipal: Sindiserv
Sindicato de Papel Papelão e Cortiça (Pisa).
Outros dados[editar | editar código-fonte]
SAMAE ? Serviço Municipal de Água e Esgoto, Possuí água tratada para 75 000 habitantes
COPEL - Companhia Paranaense de Energia Elétrica. O município possui a 2ª maior subestação de rebaixamento de energia elétrica do Paraná, com 420,16 MVA
Usina particular: Champion Eletricidade Ltda., produzindo 1,2 megawatts.
Telefonia: OI
Telefonia celular: Vivo, Tim, Brasil Telecom, Claro
Aeroporto: a 22Â km de distância, pista com 1 440 metros x 30 metros, totalmente asfaltado, sem iluminação noturna.
Agência do trabalhador de Jaguariaíva: 9 000 trabalhadores cadastrados
Convênio médico: UNIMED, Paraná Clínicas
Transporte ferroviário: ALL (América Latina Logística)
Corpo de bombeiros
Aterro sanitário e coleta seletiva de lixo, incluindo a hospitalar
Transporte coletivo para os trabalhadores atendendo os cinco distritos industriais
Um ponto muito favorável a Jaguariaíva é a sua localização geográfica, pois abriga um entroncamento rodoferroviário, ligando a região a grandes centros consumidores, bem como de portos para exportação de produtos com distância relativamente pequena, como por ex: Curitiba: 230Â km, Londrina: 275Â km, Porto de Paranaguá: 350Â km, Assunção: 980Â km, Ponta Grossa: 120Â km, Buenos Aires: 1 783Â km, Foz do Iguaçu: 740Â km e Montevidéu: 1 604Â km.Educação[editar | editar código-fonte]Fundamental e médio: 7 693 matrículas
Urbano: 6 752 alunos
Rural: 941 alunos
Escolas municipais: 18
Escolas estaduais: 6
Escolas particulares: 7Ensino superior[editar | editar código-fonte]União Latino-Americana de Tecnologia (ULT) - campus Jaguariaíva
UNINTER - Facinter e Fatec: Faculdade de Tecnologia Internacional
ITDE - Instituto Tecnológico de Desenvolvimento Educacional
Instituto Federal do Paraná (IFPR)
Faculdade Anhanguera - Polo Jaguariaíva
Faculdade de Telêmaco Borba (Fateb) - Unidade Jaguariaíva.[20]
Universidade Norte do Paraná (Unopar) - Polo Jaguariaíva.Cursos técnicos e profissionalizantes[editar | editar código-fonte]Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI)
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC)
Colégio Millenium
Colégio Estadual Rodrigues Alves (ensino profissionalizante)Administração[editar | editar código-fonte]
Prefeito municipal: José Slobodá (2017/2020)
Vice-Prefeito municipal: Alcione Lemos
Presidente da Câmara Municipal: Adilson Passos Felix
Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]
Moisés Lupion - político
Valéria Luercy - modelo, atriz e humorista.
Waldemar Seyssel - ator, humorista e palhaço brasileiro (mais conhecido como Palhaço Arrelia).
Esportes[editar | editar código-fonte]
A cidade de Jaguariaíva possuiu alguns clubes no Campeonato Paranaense de Futebol, dentre eles o Jaguariaíva Futebol Clube[21] e o Esporte Clube Recreativo Ferroviário.[22]Referências? «Plano Municipal de Saúde - Município de Jaguariaíva» (PDF). Prefeitura Municipal de Jaguariaíva. 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2014 ? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 9 de setembro de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2014 ? «Jaguariaíva». Ferias.tur.br. Consultado em 27 de outubro de 2010 ? «Jaguariaíva». Paraná da Gente. Consultado em 27 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 6 de julho de 2009 ? NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. Terceira edição revista e aperfeiçoada. São Paulo. Global. 2005.? a b c d e f g h i j k l FERREIRA, João Carlos Vicente (1996). O Paraná e seus municípios. Maringá: Editora Memória Brasileira. 369 páginas ? a b c d e f g h i j k l m FERREIRA, João Carlos Vicente (1996). O Paraná e seus municípios. Maringá: Editora Memória Brasileira. 370 páginas ? a b c d e f g h i j k l Secretaria do Esporte e do Turismo. «Jaguariaíva». Consultado em 3 de janeiro de 2018 ? Alves, Leonardo Marcondes. "Give us this day our daily bread: The moral order of Pentecostal peasants in South Brazil." Master Thesis in Cultural Anthropology, Uppsala University. (2018), p.22.? «Usina Velha começa a gerar energia em Jaguariaíva». Folha de Londrina. 3 de maio de 2017. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 ? «História da Energia no Paraná». COPEL. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 ? Ecoinvest (12 de abril de 2005). «Projeto de Pequena Central Hidrelétrica» (PDF). Pesqueiro Energia S/A. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 ? A Rede (31 de janeiro de 2019). «Usinas investem R$ 270 milhões em Jaguariaíva». Folha Extra. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 ? a b c d e f g h i Prefeitura Municipal de Jaguariaíva. «Pontos Turísticos». Consultado em 3 de janeiro de 2018 ? a b Instituto Brasileiro de Museus (2017). «15ª Semana de Museus» (PDF). Consultado em 3 de janeiro de 2018 ? Fateb (1º de dezembro de 2018). «Inauguração Unidade FATEB Jaguariaíva». Fateb. Consultado em 25 de fevereiro de 2019 ? «Série A-III -Paraná 1997». RSSSF Brazil. 2005. Consultado em 10 de setembro de 2018 ? «Paraná State League 1999 Third Level (Série A-3)». Rec.Sport.Soccer Statistics Foundation and RSSSF Brazil. 2000. Consultado em 10 de setembro de 2018Â
Bibliografias[editar | editar código-fonte]
ALVES, Leonardo Marcondes. Give us this day our daily bread: The moral order of Pentecostal peasants in South Brazil. Dissertação de mestrado em antropologia cultural, Universidade de Uppsala, 2018.
AXT, José.Jaguariaíva: Do Tropeirismo aos Dias Atuais. Itararé: Gráfica Guarani, 2000.
BRANDÃO, Angela.Memórias: Frigorífico das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo em JaguariaívaJaguariaíva:[s.n.] 2000.
CARVALHO, Brasilino.Interpretação da Realidade Brasileira: Centenário de Jaguariaíva São Paulo: [s.n], 1975.
FRIZANCO, Orlando.História da Revolução de 30 em Jaguariaíva [s.l.s.n.] 2005.
JOVIANO, Carlos Vitório Martins. ?Evolução Sócio-Econômica do Município de Jaguariaíva-PR: das tropas às florestas silenciosas.? Fórum Ambiental Da Alta Paulista 3 (1), 2007.
LOPES, José Carlos Veiga.Primórdios das fazendas de Jaguariaíva e região[s.l.s.n.] 2002.
LOPES, Rafael Gustavo Pomim. "A mulher por trás do mito: construção de uma memória social sobre Izabel branco e Silva. Anais eletrônicos XVI ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA. ISSN 1808-9690. 2018.
LUDWIG, Augustinho A. Jaguariaíva 120 anos. Itararé: Gráfica Guarani, 1995.
LUDWIG, Augustinho A. e FRIZANCO, Orlando.História de Jaguariaíva - Vol. 1 [s.l.s.n.] 2006.
LUDWIG, Augustinho A. e FRIZANCO, Orlando.História de Jaguariaíva: Família dos pioneiros. Vol. 2. Parte A [s.l.s.n.]2013.
MAYER, Milena Santos; BRITO Plicila de; LOPES, Rafael Pomim. Santuário do Senhor Bom Jesus da Pedra Fria: cronologia histórica[s.l.s.n.] 2015.
THON, Carlos João e FRIZANCO, Orlando. Aspectos históricos da escravidão no Norte Pioneiro do Paraná: Jaguariahyva[s.l.s.n.] 2005.
THON, Carlos João e FRIZANCO, Orlando. Os 100 Anos da Comarca de Jaguariaíva: Juízes [s.l.s.n.] 2007.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Prefeitura Municipal
Confederação Nacional de MunicípiosControle de autoridade
: Q1803599
WorldCat
LCCN: n2005088468
OSM: 297736
WOEID: 436472
GeoNames: 3460214 Portal do Paraná Portal do Brasil

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