criar site atendimento chat em Irará

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Irará


Município de IraráBandeira indisponívelBrasãoHino
Aniversário08 de agosto de 1895 (123 anos)
Fundação27 de maio de 1842 (177 anos)
Gentílicoiraraense
Prefeito(a)Juscelino Souza (DEM)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Irará na BahiaIrará Localização de Irará no Brasil
12° 02' 45" S 38° 45' 57" O12° 02' 45" S 38° 45' 57" O
Unidade federativaBahia
MesorregiãoCentro Norte Baiano IBGE/2008 [1]
MicrorregiãoFeira de Santana IBGE/2008 [1]
Região metropolitanaÁrea de Expansão Metropolitana de Feira de Santana
Municípios limítrofesN - Água Fria S - Coração de Maria L - Ouriçangas O - Santanópolis SE - Pedrão
Distância até a capital128 km
Características geográficas
Área277,792 km² [2]
População29 579 hab. IBGE/2013[3]
Densidade106,48 hab./km²
Altitude283 m
Climatropical semi-úmido
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,620 médio PNUD/2010 [4]
PIBR$ 112 892,881 mil IBGE/2008[5]
PIB per capitaR$ 4 380,62 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeiturairara.ba.gov.brIrará é um município da Área de Expansão Metropolitana de Feira de Santana, no estado da Bahia, no Brasil. Possui população de 29 579 habitantes.Índice1 História
2 Geografia2.1 Vegetação
2.2 Hidrografia
2.3 Economia2.3.1 Turismo
3 Iraraenses notáveis
4 ReferênciasHistória[editar | editar código-fonte]
Até o século XVII, a região era habitada pelos índios paiaiás, um subgrupo dos índios quiriris.[6] A partir desse século, a região do atual município de Irará passou a fazer parte da sesmaria de Garcia d'Ávila, na Capitania da Baía de Todos os Santos. Suas terras foram exploradas pelos padres jesuítas, que chegaram pelo norte, pelo atual município de Água Fria. Duas correntes favoreceram o desbravamento dessa região: uma na direção oeste, pela serra de Irará (na busca de ouro e pedras preciosas) e outra ao leste, na caça ao gentio. Estas bandeiras deixaram uma igreja na Vila de Bento Simões e um templo no arraial da Caroba.
Em meados de 1717, se registram as primeiras explorações das terras no centro do atual município, onde Antônio Homem da Fonseca Correia edificou uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Purificação, oferecendo-a a seu filho. Ao lado do templo, foi erguida uma casa de fazenda, dando início ao povoado de Irará, tendo, como primeiros habitantes, os índios paiaiás.
Em 27 de maio de 1842, pela lei Provincial 173, foi criada a Vila da Purificação dos Campos. Em 8 de agosto de 1895, a Vila da Purificação foi elevada à categoria de cidade com o nome de Irará pela lei Estadual nº 100. O nome "Irará" se originou do tupi antigo eîrara, que significa "irara".[7]
Inicialmente, o município tinha uma câmara de vereadores e era administrado pelo seu presidente. A partir de 1890, Irará passou a ser administrado por intendentes, sendo o primeiro Pedro Nogueira Portela até 1893. Entre o período de 1930 a 1947, foi administrada por interventores: Elpídio Nogueira foi o primeiro deles. O município só passou a ser governado por prefeitos a partir de 1948, com a indicação de Elísio dos Reis Santana para assumir o cargo.Geografia[editar | editar código-fonte]
Sua população estimada em 2011 era estimada em 28 000 habitantes. Considerando a regionalização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Irará pertence à Microrregião de Feira de Santana, na Mesorregião Centro Norte Baiano. Na regionalização do Estado da Bahia, está inserida na Região Econômica 7 de Paraguaçu e na Região Administrativa de Feira de Santana.
O município possui uma área de 271 quilômetros quadrados conforme o Censo de 2000, clima variado úmido subúmido, com solos podzólicos vermelhos/amarelos, equivalente a eutróficos e solos litólicos eutróficos. O potencial agroclimático tem grau ótimo e bom, apresentando aptidão climática para as culturas de coco-da-baía, banana, cana-de-açúcar, fumo, mandioca, abacaxi, milho, soja, feijão, amendoim e algodão.Vegetação[editar | editar código-fonte]
A vegetação predominante é de tabuleiro com alguns vestígios de mata atlântica e a caatinga .Hidrografia[editar | editar código-fonte]
O município é banhado pelos rios Seco e Parnamirim e é limitado ao norte com Água Fria; ao sul, Coração de Maria; ao leste, Ouriçangas,; ao oeste Santanópolis; ao sudeste, Pedrão.
Como vias de acesso, é ligado à capital do estado pelas rodovias BA-084 via Coração de Maria / Água Fria e BA-504 via Alagoinhas, bem como o acesso a Feira de Santana via Santanópolis.Economia[editar | editar código-fonte]
A agricultura é a principal atividade econômica da região.Turismo[editar | editar código-fonte]
Feira da Mandioca - evento de periodicidade anual, no qual é realizado um concurso com as maiores mandiocas. Há também novidades sobre produtos agrícolas, maquinário, beijus e outras receitas com base na mandioca. Órgãos como Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola também costumam participar do evento, apresentando técnicas agrícolas.
Festejos juninos com blocos, destaque para o Bloco Jeguerê com vinte e um anos de tradição e shows na praça principal.
Igrejas construídas pelos jesuítas em Bento Simões e Caroba.
Mercado municipal.
Fonte da nação.
Festejos populares que ocorrem no dia 2 de fevereiro, como Lavagem, festa do Cruzeiro...
Gloriosa Filarmônica 25 de Dezembro.
Iraraenses notáveis[editar | editar código-fonte]
Aristeu Nogueira,[8] advogado, político e membro do Partido Comunista Brasileiro na Bahia, integrou o Comitê Central Nacional, foi preso e torturado pelo regime militar. Em Irará, criou o CDC (Centro de Diversões e Cultura - 1940) e a Casa da Cultura de Irará -1983, além de incentivar o associativismo influindo para a fundação de diversos conselhos comunitários e de Associações Rurais.
Dida, goleiro pentacampeão mundial.
Diógenes de Almeida Campos, geólogo (Universidade Federal da Bahia) e um dos mais importantes paleontólogos do Brasil, membro da Academia Brasileira de Ciências[2] e diretor do Museu de Ciências da Terra[3] no Rio de Janeiro.
Edson Barbosa Filho, jornalista, publicitário, sócio presidente da Link Propaganda
Emídio Brasileiro, escritor,orador espírita, advogado, professor universitário,pesquisador.
Fernando Nogueira Dantas, pracinha, serviu na segunda guerra mundial, como enfermeiro de guerra.
Fernando Sant'anna, engenheiro, político, também importante quadro do Partido Comunista Brasileiro do estado, foi deputado federal por algumas vezes, tendo sido também deputado federal constituinte.
Gigi, músico, baixista de Ivete Sangalo, compositor e arranjador.
João dos Reis Sant'anna Filho, engenheiro, político, exerceu diversos cargos na administração pública, tendo sido ministro da integração nacional - 2010
Tom Zé, cantor, compositor e multi-instrumentista. Site de Tom Zé
Vera Felicidade, psicoterapeuta, criadora da psicoterapia gestaltista exposta em seus 8 livros. Site oficial: Psicoterapia Gestaltista
O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre IraráReferências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? «Censo Populacional 2013». Censo Populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2013. Consultado em 30 de outubro de 2013 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 24 de agosto de 2013 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? Etnoarqueologia do aldeamento de Purificação, em Irará (BA). Disponível em http://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%2013%20-%20artigo%202.pdf. Acesso em 29 de maio de 2016.? NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigo? a Língua Indígena Clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 570.? [1]
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