criar site 1 centavo em Vitória da Conquista

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Criar

Dar existência a.
Originar.
Inventar.
Gerar; produzir: _criou muitos filhos_.
Instituir, fundar: _criar asilos_.
Amamentar.
Educar.
Promover a procriação de: _criar gado_.
Cultivar.
Adquirir.


Criar

Encher-se de pus (uma ferida), resultante de picada: _tenho um dedo a criar_.


Criar

Ter dinheiro.


Criar

Afagar, acarinhar.


Centavo

Centésima parte: centésimo.


Centavo

Moeda portuguesa, que é a centésima parte de um escudo e correspondente a 10 reis do anterior sistema monetário.


Vitória Da Conquista


Município de Vitória da Conquista
"Conquista""Suíça Baiana"
Panorâmica parcialBandeiraBrasãoHino
Aniversário9 de novembro
Fundação9 de novembro de 1840 (178 anos)
Gentílicoconquistense
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Vitória
CEP45000-000
Prefeito(a)Herzem Gusmão Pereira (PMDB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Vitória da Conquista na BahiaVitória da Conquista Localização de Vitória da Conquista no Brasil
14° 51' 57" S 40° 50' 20" O14° 51' 57" S 40° 50' 20" O
Unidade federativaBahia
MesorregiãoCentro-Sul Baiano IBGE/2009[1]
MicrorregiãoVitória da Conquista IBGE/2009[1]
Região intermediária
Vitória da Conquista Região imediata
Vitória da Conquista Municípios limítrofesPoções, Anagé, Barra do Choça, Cândido Sales, Itambé, Encruzilhada, Ribeirão do Largo, Planalto, Belo Campo
Distância até a capital509 km
Características geográficas
Área3 705,838 km² [2]
Área urbana24,0 km² (BR: 129º) ? est. Embrapa[3]
População338 885 hab. (BA: 3º) ? IBGE/2018[4]
Densidade105 17 hab/Km² hab,/km²
Altitude923 m
ClimaTropical de altitude Cwa
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,678 médio PNUD/2010[5]
Gini0,55 PNUD/2010[6]
PIBR$ 6 226 153 mil IBGE/2016[7]
PIB per capitaR$ 17 991,07 IBGE/2016[7]
Página oficial
Prefeiturawww.pmvc.ba.gov.br
Câmarawww.camaravc.com.brVitória da Conquista é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população, conforme o IBGE, em 2018 era de 338 885 habitantes, o que faz dela a terceira maior cidade do estado, atrás de Salvador e Feira de Santana, e a quarta do interior do Nordeste,[4] Atrás de Feira de Santana, Campina Grande e Caruaru.
Possui um dos maiores e que mais crescem PIBs no interior da região Nordeste.[8]
É a capital regional de uma área que abrange aproximadamente oitenta municípios na Bahia e dezesseis no norte de Minas Gerais. Tem uma altitude média de 923 metros nas escadarias da Igreja Matriz, atingindo os 1.100 metros nas partes mais altas. Possui uma área de 3.204,257 km².Índice1 História de Conquista1.1 Os índios e os colonizadores
1.2 Desenvolvimento
2 Geografia2.1 Relevo
2.2 Clima
2.3 Vegetação
2.4 Conservação ex situ2.4.1 Centro de Triagem de Animais Silvestres em Vitória da Conquista
2.4.2 Horto Florestal Vilma Dias
2.5 Bairros
3 Demografia
4 Economia4.1 Comércio
4.2 Indústria
5 Infraestrutura5.1 Saúde
5.2 Educação
5.3 Transportes5.3.1 Transporte urbano
5.4 Hotelaria
5.5 Saneamento básico
5.6 Comunicações5.6.1 Emissoras de televisão5.6.1.1 Geradoras
5.6.1.2 Retransmissoras
5.6.2 Telefonia fixa
5.6.3 Telefonia móvel
5.6.4 Servidores de Internet
5.6.5 TV por assinatura/TV a Cabo
5.6.6 Emissoras de rádio
6 Turismo
7 Ver também
8 Referências8.1 Bibliografia
9 Ligações externasHistória de Conquista[editar | editar código-fonte]
O Arraial da Conquista foi fundado em 1783 pelo sertanista português João Gonçalves da Costa, nascido em Chaves em 1720, no Alto Tâmega, na região de Trás-os-Montes. Aos dezesseis anos de idade veio para o Brasil. Serviu à coroa portuguesa à época do reinado de D. João V, D. José I e Dona Maria I na conquista das terras ao oeste da costa da Bahia.
Anteriormente já havia lutado ao lado do Mestre-de-Campo João da Silva Guimarães, líder da Bandeira responsável pela ocupação territorial do Sertão, iniciada em 1752. A origem do núcleo populacional está relacionada à busca de ouro, à introdução da atividade pecuária e ao próprio interesse da metrópole portuguesa em criar um aglomerado urbano entre a região litorânea e o interior do Sertão. Portanto, integra-se à expansão do ciclo de colonização dos fins do século XVIII.
Através da Lei Provincial N.º 124, de 19 de maio de 1840, o Arraial da Conquista foi elevado a Vila e Freguesia, passando a se denominar Imperial Vila da Vitória, com território desmembrado do município de Caetité, verificando-se sua instalação em 9 de novembro do mesmo ano. Em ato de 1º de Julho de 1891, a Imperial Vila da Vitória, passou à categoria de cidade, recebendo, simplesmente, o nome de Conquista. Finalmente, em dezembro de 1943, através da Lei Estadual N.º 141, o nome do Município é modificado para Vitória da Conquista.
Juridicamente, o Município de Vitória da Conquista esteve ligado a Minas do Rio Pardo, depois, em 1842, ficou sob a jurisdição da Comarca de Nazaré. Por Decreto N.º 1,392, de 26 de abril de 1854, passou a termo anexo à Comarca de Maracás e, posteriormente, à Comarca de Santo Antônio da Barra (atual Condeúba), até 1882, quando se transformou em Comarca.
Até a década de 1940, a base econômica do município se fundava na pecuária extensiva. A partir dai, a estrutura econômica e social entraria em um novo estágio, com o comércio ocupando um lugar de grande destaque na economia local. Em função de sua privilegiada localização geográfica, com a abertura da estrada Rio-Bahia (atual BR-116) e da estrada Ilhéus-Lapa, o município pode integrar-se às outras regiões do estado e ao restante do país; e logo passou a polarizar quase uma centena de municípios do centro-sul da Bahia e norte de Minas.
O território onde hoje está localizado o Município de Vitória da Conquista foi habitado pelos povos indígenas Mongoiós, subgrupo Camacãs, Ymborés (ou Aimorés) e em menor escala os Pataxós. Os aldeamentos se espalhavam por uma extensa faixa, conhecida como Sertão da Ressaca, que vai das margens do alto Rio Pardo até o médio Rio das Contas.
Os índios mongoiós (ou Kamakan), aimorés e pataxós pertenciam ao mesmo tronco: Macro-Jê. Cada um deles tinha sua língua e seus ritos religiosos. Os mongoiós costumavam fixar-se numa determinada área, enquanto os outros dois povos circulavam mais ao longo do ano.
Os aimorés, também conhecidos como Botocudos, tinham pele morena e o hábito de usarem um botoque de madeira nas orelhas e lábios - daí o nome Botocudo. Gostavam de pintar o corpo com extratos de urucum e jenipapo. Eram guerreiros temidos, viviam da caça e da pesca e dividiam o trabalho de acordo com o gênero, cabendo às mulheres o cuidado com os alimentos. Os homens ficavam responsáveis pela caça, pesca e a fabricação dos utensílios a serem utilizados nas guerras.
Já os pataxós não apresentavam grande porte físico. Fala-se de suas caras largas e feições grosseiras. Não pintavam os corpos. A caça era uma de suas principais atividades. Também praticavam a agricultura. Há pouca informação a respeito dos Pataxós.
Os relatos afirmam que os Mongoiós ou Kamakan era donos de uma beleza física e uma elegância nos gestos que os distinguiam dos demais. Tinham o hábito de depilar o corpo e de usar ornamentos feitos de penas, como os cocares. Praticavam o artesanato, a caça e a agricultura. O trabalho também era divido de acordo com os gêneros. As mulheres mongoiós eram tecelãs. A arte, com caráter utilitário, tinha importância para esse povo. Eles faziam cerâmicas, bolsas e sacos de fibras de palmeira que se destacavam pela qualidade. Os mongoiós eram festivos, tinham grande respeito pelos mais velhos e pelos mortos.
Aimorés, Pataxós e Mongoiós travaram várias lutas entre si pela ocupação do território. O sentido dessas lutas, porém, não estava ligado à questão da propriedade da terra, mas à sobrevivência, já que a área dominada era garantia de alimento para a comunidade.Os índios e os colonizadores[editar | editar código-fonte]
A ocupação do Sertão da Ressaca foi realizada com a conquista dos povos indígenas.
Primeiro, João Gonçalves da Costa enfrentou o povo Ymboré. Valentes, resistiram à ocupação do território. Por causa da fama de selvagens, foram escravizados pelos colonizadores. Os Mongoyó tinham primitivamente naqueles índios os seus principais inimigos por serem eles ferozes e cruéis e por impedir a circulação na região quando saiam em busca de caça. Por isto, se aliaram aos portugueses para derrotá-los.
Depois dos Ymboré, foi a vez dos Pataxó. Eles também resistiram à ocupação estrangeira, mas acabaram se refugiando para o sul da Bahia, onde, em número reduzido, permanecem até hoje, lutando para preservar sua identidade e seus costumes, com o apoio da FUNAI.
Os Kamakan-Mongoyó conseguiram estabelecer relações mais estreitas com os colonizadores a fim de garantir sua manutenção como povo. Ajudaram os portugueses na luta contra os Ymboré.
Em 1782, ocorreu a batalha que entrou para a história de Vitória da Conquista como uma das mais importantes. Sabe-se que naquele ano, aconteceu uma fatídica luta entre os soldados de João Gonçalves da Costa e os índios. Os soldados, já fatigados, buscavam forças para continuar o confronto. Na madrugada posterior a uma dia intenso de luta, diante da fraqueza de seus homens, João Gonçalves da Costa teria prometido à Nossa Senhora das Vitórias construir uma igreja naquele local, caso saíssem dali vencedores.
Essa promessa foi um estimulante aos soldados que, revigorados, conseguiram cercar e aniquilar o grupo indígena que caiu, no alto da colina, onde foi erguida a antiga igreja, demolida em 1932. Não se sabe ao certo se essa promessa foi realmente feita, mas essa história tem passado de geração em geração.
A História nos relata que no período de 1803 e 1806, os colonizadores e os índios nativos alternavam momentos de paz e animosidade.
Os Mongoyó, sempre valentes guerreiros, continuavam a sofrer e não esqueciam as derrotas passadas perante os colonizadores e preparavam vinganças, mesmo depois de firmar acordo de paz. Passaram então a usar de um artifício para emboscar e matar os colonizadores estabelecidos no povoado. A estratégia consistia em convidar os colonizadores a conhecerem pássaros e animais selvagens nas matas próximas à atual Igreja Matriz, provavelmente as matas do Poço Escuro, atualmente uma reserva florestal. Ao embrenhar na mata o índio então com ajuda de outros, já dentro da mata emboscava e matava o homem branco, desaparecendo com o corpo. Isto de modo sucessivo, até que um colono, após luta corporal, conseguiu fugir e avisar às autoridades estabelecidas e demais colonos qual foi o destino de tantos homens desaparecidos. Do mesmo modo se estabeleceu uma vingança por parte dos colonos contra tamanha ousadia. Foram então os índios chamados a participar de uma festa e quando se entregavam à alegria foram cercados de todos os lados e quase todos mortos. Depois disto os índios embrenharam-se nas matas e o arraial conseguiu repouso e segurança. Este episódio passou a se chamar de o "banquete da morte".Os relatos mais precisos sobre os índios, os colonizadores, a botânica e os animais que aqui viviam no período da colonização, foram feitos pelo Princípe Maximiliano de Wied Neuwied ou Prinz Maximilian Alexander Philipp von Wied-Neuwied, (ver também Maximilian zu Wied-Neuwied), naturalista e botânico alemão, no livro "Viagem ao Brasil", no trecho "Viagem das Fronteiras de Minas Gerais ao Arraial de Conquista", quando aqui passou em março de 1817.Estudos da UESB, afirmam que os índios de Vitória da Conquista se estabeleceram em comunidades próximas à atual cidade, como a do Boqueirão, próxima ao distrito de José Gonçalves e Ribeirão do Paneleiro, perto do bairro Bruno Bacelar. A forma de construir as casas destas comunidades, a plantação de milho e mandioca, a produção de artesanato nos dias atuais são indícios dessa ancestralidade indígena. Identificadas hoje como comunidades negras, na realidade têm origem na miscigenação de índios e negros. Vitória da Conquista
Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]
A região de Vitória da Conquista, compreendendo os municípios de Barra do Choça, Planalto e Poções, devido à localização em uma altitude próxima de 1.000m acima do nível do mar e por não ter geadas, sempre foi um produtor de café. Brasão da Cidade.Entretanto a partir do ano de 1975 esta cultura agrícola foi incrementada com financiamentos subsidiados pelos bancos oficiais, passando a região a ser a maior produtora do norte e nordeste do Brasil.
A partir do final dos anos 1980, o município realça sua característica de polo de serviços. A educação, a rede de saúde e o comércio se expandem, tornando a cidade a terceira economia do interior baiano. Esse polo variado de serviços atrai a população dos municípios vizinhos.
Paralelamente à expansão da lavoura cafeeira, um polo industrial passou a se formar em Vitória da Conquista, com a criação do Centro Industrial dos Ymborés. Nos anos 1990, os setores de cerâmica, mármore, óleo vegetal, produtos de limpeza, calçados e estofados entram em plena expansão.
O ano de 2007 foi considerado o marco inicial de um novo ciclo na agricultura regional, fundamentado no plantio de cana-de-açúcar, para produção sobretudo de etanol, e no plantio de eucalipto, destinado à produção de carvão para a indústria siderúrgica do norte de Minas Gerais, essências e madeira serrada que substituíra a madeira de lei nativa, cada vez mais escassa. Já estão plantados neste ano mais de vinte milhões de pés de eucalipto.As micro-indústrias, instaladas por todo o Município, geram trabalho e renda. Estas indústrias produzem de alimentos a cofres de segurança, passando por velas, embalagens e movelaria, além de um pequeno setor de confecções. Vitória da Conquista.A educação é um dos principais eixos de desenvolvimento deste setor. A abertura do Ginásio do Padre Palmeira formou os professores que consolidaram a Escola Normal, o Centro Integrado Navarro de Brito, além das primeiras escolas privadas criadas no Município.
A abertura da Faculdade de Formação de Professores, em 1969, respondeu à demanda regional por profissionais melhor formados para o exercício do magistério. A partir da década de 1990, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia multiplicou o número de cursos oferecidos. Também nessa década, surgiram três instituições privadas de ensino superior.
O setor de saúde ganhou novas dimensões. Antigos hospitais foram aperfeiçoados, clínicas especializadas foram abertas e a Rede Municipal de Saúde se tornou, a partir de 1997, referência para todo o País. Esse fato criou condições para que toda a região pudesse se servir de atendimento médico-hospitalar compatível com o oferecido em grandes cidades.
Hoteleiros, empresários, comerciantes atacadistas e profissionais liberais formam os segmentos que, junto com a Educação e a Saúde, fizeram a infraestrutura da cidade abarcar, além de migrantes, a população flutuante que circula na cidade diariamente.O desenvolvimento da cidade também é atestado pelos índices econômicos e sociais. O Índice de Desenvolvimento Econômico subiu do 11º lugar no ranking baiano, em 1996, para 9º, em 2000. O Índice de Desenvolvimento Social deu um salto: subiu do 24º para o 6º lugar. O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano também saltou do 30º lugar em 1991 para 18º em 2000. Dos 20 melhores IDHs baianos, Vitória da Conquista foi o que mais melhorou. Atualmente também está em tramitação na Assembleia Legislativa o projeto de lei 101/2011, de autoria do deputado Marcelino Galo (do PT), que cria a Região Metropolitana de Vitória da Conquista,[9] com a possível denominação de Região Metropolitana do Sudoeste da Bahia.[10]
Geografia[editar | editar código-fonte]
Relevo[editar | editar código-fonte]
Seu relevo é geralmente pouco acidentado na parte mais elevada, suavemente ondulado, com pequenas elevações de topos arredondados. Seus vales são largos, desproporcionais aos finos cursos d'água que aí correm, de fundo chato e com cabeceiras em forma de anfiteatro. Ocorrem no platô elevações geralmente de encostas suaves (embora existam aquelas com encostas íngremes), que podem atingir 1.000m ou mais. A Serra do Periperi, por exemplo, localizada a Norte/Noroeste do núcleo urbano de Vitória da Conquista, tem cota máxima de de 1.110 metros e mínima de 1.000m, enquanto que seu entorno próximo apresenta altitudes que variam de 830 a 950 metros.
Outros exemplos de altitudes acima de 1.000 metros são verificáveis em "Duas Vendas" (município de Planalto) adiante da "Fazenda Salitre"(em Poções), em terrenos íngremes, e a "Serra da Ouricana" -uma das serras localmente conhecida como "Serra Geral"-, em Poções e Planalto. A medida que as altitudes caem e que se aproxima das encostas, o relevo torna-se fortemente ondulado.[11]Clima[editar | editar código-fonte]
Maiores acumulados de precipitação em 24 horasregistrados em Vitória da Conquista por meses (INMET)
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro105,6 mm04/01/2018Julho19,8 mm28/07/2000
Fevereiro82,4 mm18/02/2019Agosto100,9 mm25/08/1996
Março106,2 mm25/03/2004Setembro70,5 mm25/09/1977
Abril53,4 mm10/04/2006Outubro84,1 mm11/10/1995
Maio43 mm27/05/2005Novembro99,8 mm22/11/2004
Junho21,6 mm03/06/2009Dezembro129,6 mm02/12/1998
Período: 01/01/1976-presente[12]Vitória da Conquista tem um clima tropical de altitude por causa da elevação da cidade, com média de 923 m e mais de 1 100 m nos bairros mais altos. Por isto, é uma das cidades mais amenas das regiões Norte e Nordeste do país, registrando temperaturas inferiores a 10 °C em alguns dias do ano, comparável a outras cidades altas da Chapada Diamantina, como Piatã, Barra da Estiva, Mucugê, Maracás e Ibicoara.
No verão é quente, com máximas de 28 °C e mínimas entre 18 °C e 17 °C, este é o período chuvoso na região. No inverno é frio, com mínimas de 5 °C e máximas de 23 °C. A pluviosidade média anual é de 760 milímetros (mm).[13] As "chuvas de neblina" ou de "inverno", como são chamadas, concentram-se no período de maio a setembro, já "as chuvas das águas" ou "de verão" (mais intensas e fortes) ficam concentradas nos extremos do ano.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1976 a menor temperatura registrada em Vitória da Conquista foi de 6 °C em 22 de julho de 2006,[14] e a maior atingiu 34,9 °C nos dias 9 de outubro de 2010 e 4 de novembro de 2008.[15] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 129,6 mm em 2 de dezembro de 1998. Outros grandes acumulados foram de 106,2 mm em 25 de março de 2004, 105,6 mm em 4 de janeiro de 2008, 102,4 mm em 23 de março de 2004 e 100,9 mm em 25 de agosto de 1986.[12] O recorde mensal é de 394,9 mm, em março de 2004.[16]
Dados climatológicos para Vitória da Conquista
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)34,434,334,133,532,432,330,532,333,734,934,934,7 34,9
Temperatura máxima média (°C)28,128,627,826,425,123,222,923,82627,527,427,6 26,2
Temperatura média compensada (°C)22,322,422,12119,81817,51819,621,121,722,1 20,5
Temperatura mínima média (°C)18,117,918,117,516,214,513,813,81516,217,417,9 16,4
Temperatura mínima recorde (°C)11,810,6811,68,88,168,27,48,810,112 6
Precipitação (mm)98,776,711457,42420,824,819,920,845,9129,5125,6 758,1
Dias com precipitação (? 1 mm)8610866744589 81
Umidade relativa compensada (%)75,975,279,782,182,283,282,878,97572,776,576,9 78,4
Horas de sol217,3197,8203,3188,3187,3165,4179,3201205,7211,8171,6178,7 2 307,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[13] recordes de temperatura: 1976-presente)[14][15] Vegetação[editar | editar código-fonte]
O engenheiro agrônomo Francisco D'Albuquerque distribui a vegetação da região de Vitória da Conquista, seguindo-se do interior para o litoral, em faixas:
Faixa A - Caatinga ou cobertura acatingada. Abrange uma pequena parte ao noroeste do município na divisa com Anagé no sertão Vegetação típica de áreas com deficiências hídricas acentuadas, incompatíveis com a cafeicultura. Seus solos são em geral rasos, pedregosos e acidentados.
Faixa B - Carrasco, também conhecido como "campos gerais" ou cerrado. É uma vegetação baixa, mais aberta, típica de terra muito pobre e seca. Encontra-se geralmente no espigão divisor das vertentes marítimas continentais a altitudes da ordem de 1.000m ou mais, em solos arenosos. Essa faixa é considerada inapta à cafeicultura e é encontrada em sua maior parte, após a serra do Periperi ao norte do município.
Faixa C - Mata de Cipó.[17] Esta cobertura parece ser a predominante no platô. Vem em geral logo abaixo do carrasco. É uma vegetação alta, fechada com muitas lianas, ou cipós, epífitas (orquídeas) e musgos (barba de mono). Encontram-se muitas madeiras de lei, como pau-de-leite, jacarandá, angico, etc. Também farinha-seca, ipê (pau-d'arco) são frequentes. Como vegetação secundária é abundante: corona, cipó-de-anta, pitiá, caiçara, avelone, bem como capim corrente ou barra-do-choça, além dos amargoso e tricoline.
Faixa D - Mata-de-Larga. É a vegetação que predomina logo abaixo da Mata-de-Cipó. Muitas vezes aparece em transição com essa. A Mata-de-Larga é mais baixa e mais aberta que a de Cipó. Apresenta muita samambaia, sapé, capim Andrequicé e muitas leguminosas. São também encontradas muitas palmeiras, planta que falta na Mata-de-Cipó. As áreas de Mata-de-Larga são mais úmidas. A vegetação secundária e a relva resultante é mais verde na estação seca que na Mata-de-Cipó. A cafeicultura deve encontrar condições climáticas satisfatórias em terras de Mata-de-Larga. A maior disponibilidade hídrica deve reduzir os problemas com incidência de ferrugem. Praticamente esta vegetação encontra-se toda a sudeste da Rio-Bahia.
Faixas E e F - Mata Fria e Mata Fluvial Úmida. São as vegetações que aparecem nas bordas e nas escarpas sudeste do platô, logo depois da Mata-de-Larga. São áreas úmidas que estão sob influência das correntes aéreas frias e úmidas vindas do oceano. Os invernos são muito sujeitos a frequentes e prolongados nevoeiros. Em plena estação seca? a vegetação herbácea se mantém inteiramente verde. A mata não apresenta praticamente nenhuma madeira de lei. Predomina a madeira branca.[18]Conservação ex situ[editar | editar código-fonte]
Conservação ex situ (ou Conservação ex-situ), que significa literalmente, conservação fora do lugar de origem, é o processo de proteção de espécies em perigo de extinção, de plantas e animais pela remoção de parte da população do habitat ameaçado e transportando-as para uma nova localização, que pode ser uma área selvagem (santuário) ou um cativeiro (zoológico ou outro local semelhante). Compreende um dos métodos de conservação de espécies mais antigo e bem estudados. A cidade de Vitória da Conquista possui duas unidades que auxiliam no manejo ex situ de fauna e flora, sendo eles, o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e o Horto Florestal Vilma Dias.Centro de Triagem de Animais Silvestres em Vitória da Conquista[editar | editar código-fonte]
Implantado em 2000, é uma unidade de referência, tanto no estado, quanto fora dele, em razão da qualidade dos trabalhos prestados para a preservação da biodiversidade.[19] Com sede no Parque Municipal da Serra do Periperi, o Cetas tem por objetivo recepcionar e recuperar animais silvestres apreendidos pela fiscalização ambiental e destiná-los ao seu habitat.[19] Desde a sua criação, o CETAS tem cumprido um papel relevante na preservação e no povoamento da fauna nativa regional e nacional, reduzindo o alto índice de mortalidade de animais durante o tráfico e contribuindo para a construção de uma consciência preservacionista e para o desenvolvimento de estudos e pesquisas de diversas instituições.[19] Vista noturna de Vitória da Conquista-BA
Horto Florestal Vilma Dias[editar | editar código-fonte]
O Horto Florestal Vilma Dias (antigo açude da cidade) é um espaço arborizado, localizado às margens do rio Verruga, no espaço urbano de Vitória da conquista (cidade localizada no sudoeste baiano).[20] Hoje conta com uma área de mais de 1 ha e são produzidas mudas para a arborização da cidade, principalmente as espécies: Sibipiruna (Caesalpinia pluviosa), Jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia, D. Don), Pata-de-vaca (Bauhinia forficata), ipê-de-jardim (Tecoma stans), Mamorana (Pachira glabra), Flamboyant (Delonix regia) e Jamelão (Syzygium jambolanum).Bairros[editar | editar código-fonte]
Ver também: Lista de bairros de Vitória da Conquista
Entre os vários loteamentos que compõem a cidade de Vitória da Conquista, destacam-se o Centro, Cruzeiro, Santa Terezinha, Brasil, Candeias, Universitário, Recreio, Urbis de I a VI, Guarani , Santa Cecília, Flamengo, Alto Maron, Iracema, Sumaré, Vila Serrana de I a IV, Cidade Maravilhosa, Sobradinho, Senhorinha Cairo, Miro Cairo, Henriqueta Prates, Bruno Bacelar, Nenzinha Santos, Alvorada, Ibirapuera, Inocoop I e II, Alegria,Morada do Pássaros de I a III, Vila Marina, Recanto dos Pássaros, Morada Real, Renato Magalhães, Alto da Colina, Remanso, Recanto das Águas, Vila América, Ipanema, Santa Helena, Santa Cruz, Nossa Sra de Lourdes, Jurema, Bela Vista, Esplanada do Parque, Jardim Guanabara, Conquistense, Patagônia, Kadija, Cj. da Vitória, Vila da Conquista, Conveima I e II, Jardim Valéria,Sta Terezinha, Morada Nova, Jd. Copacabana, Jd. Sudoeste, Cidade Modelo, Nova Esperança, Panorama, Pedrinhas,Nova Cidade, Primavera, Morada do Bem Querer, São Vicente, Lagoa das Flores, N. Sra. Aparecida,Vila Bonita e vila do Sul residencial jacarandá e flamboyant . vários outros. Ao todo são mais de 70 loteamentos além de inúmeros empreendimentos planejados recentes, dentre eles: Complexo Urbanístico Alphaville (Alphaville Urbanismo), VOG ( Primavera, Fiori e Allegro), Lago e Horto Premier, Loteamentos Barão Uchôa e Maná, na porção leste ou saída para Barra do Choça; Verana Reserva Imperial (Cipasa Urbanismo) na saída para Itambé; Loteamento Planejado Cidade de KARD, Portal do Sol e Terras Premium na zona Oeste; Parque das Águas na zona Leste, VOG, dentre muitos outros.Demografia[editar | editar código-fonte]
A população de Vitória da Conquista é composta por 348.718 habitantes segundo o IBGE/2018.
Crescimento populacional
Censo
Pop.%±
1970125 573?1980170 61935,9%1991225 09131,9%2000262 49416,6%2010306 86616,9%Fonte: IBGE[21]EtniasCorPercentagem[22]
Parda56,8%
Branca32,4%
Negra10,1%
Amarelo0,4%
Indígena0,1%
Shopping Conquista Sul
Economia[editar | editar código-fonte]
Comércio[editar | editar código-fonte]
O comércio é forte e dinâmico, contando com grande número de empresas como no ramo atacadista com a presença de grandes grupos: Atacadão (Grupo Carrefour), Maxxi Atacado (Walmart), Hiper Bompreço (Walmart), duas lojas do Hiper GBarbosa (Cencosud), GPA com o Assaí Atacadista. Possui dois grandes shoppings centers, o Shopping Conquista Sul, inaugurado em 2006 e localizado na Zona Sul e o Boulevard Shopping inaugurado em 2018, na Zona Leste; além de vários conjuntos comerciais, com lojas e salas de escritórios. O pujante comércio abrange todo o centro-sul da Bahia além do norte de Minas Gerais, influenciando uma população aproximada de 2 milhões de pessoas, o que coloca a cidade entre os cem maiores centros urbanos do país. As concessionárias de veículos na cidade são: Coreana (Kia Motors), Atlanta e Atlanta caminhões (Ford) do Grupo Indiana, Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Honda, Nissan, Citröen, Toyota, Mitsubishi, Hyundai, Jeep, Volvo Caminhões, Renault (Roda Leve), dentre outras. Boulevard Shopping Vitória da Conquista
Indústria[editar | editar código-fonte]
Destacam-se setores da economia como o moveleiro, considerado o maior polo desta natureza no estado. Na indústria destacam-se o Grupo Marinho de Andrade (Teiú e Revani), Solar Coca-Cola, Tia Sônia, Ambev, Maratá, Umbro, Kappa, BahiaFarma, Café Maratá, ZAB e Grupo Dass.Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Saúde[editar | editar código-fonte]
A cidade também conta com um setor de saúde público e privado muito bem estruturado, que renderam a ela, prêmios a nível nacional e internacional, frequentemente seu modelo de saúde pública tem servido de exemplo até mesmo para outros países. Possui dois hospitais públicos, Hospital Geral de Vitória da Conquista (do governo estadual) e o Hospital Municipal Esaú Matos (da governo municipal) e outros grandes hospitais privados como o SAMUR (Serviço de Assistência Médica e Urgência), IBR (Instituto Brandão de Reabilitação), HCC (Hospital de Clínicas de Conquista), Unimec, HOC - Hospital de Olhos Conquista, Hospital Uroday, Hospital São Vicente e a Santa Casa de Misericórdia. Além dos hospitais, a cidade conta com inúmeros postos de saúde e clínicas particulares. ONCOMED Vitória da Conquista
Educação[editar | editar código-fonte]
Vitória da Conquista também se destaca por possuir um setor educacional privilegiado, formado por excelentes escolas conveniadas com as melhores redes de ensino do país, como , por exemplo, o IBEN (Instituto Baiano de Educação de Negócios), conveniado à Fundação Getúlio Vargas, além de contar com várias faculdades, tais como: UCSal, UNIT, FAINOR, FTC, [[Faculdade Maurício de Nassau, Faculdade Santo Agostinho, UNIP, UNOPAR, UNIT, UNIcesumar, FASU); futura FOVITA (Faculdade do Oeste de Vitória da Conquista, projeto que reúne um grupo de empresários de Brasília e outro conquistense e a Faculdade Pitágoras em parceira com o Educandário Padre Gilberto (particulares), UFBA (aprovado desmembramento da UFBA visando criação da UFSBA), IFBA, UESB (públicas) e futuramente a UFSBA (Universidade Federal do Sudoeste da Bahia), o que a consagra como um importante polo de educação superior com cerca de 12 mil universitários, não só para o estado da Bahia, como para todo o Brasil.Transportes[editar | editar código-fonte]
Possui estação rodoviária, com linhas diárias para todas as cidades da região e principais cidades do país, além do Aeroporto Pedro Otacílio Figueiredo para aeronaves de médio porte com voos diários das empresas Azul e Passaredo, para diversas cidades brasileiras. A cidade contará com um novo aeroporto nas proximidades do Povoado de São José, conhecido como Pé de Galinha, distante do centro ± 7,5 km, que terá estrutura para pouso de grandes aeronaves, já está com área definida e projeto concluído e obras iniciadas. Campus da Universidade Estadual do Sudoeste Baiano
Transporte urbano[editar | editar código-fonte]
A cidade de Vitória da Conquista atualmente é servida por 1 empresa de ônibus urbano, Viação Cidade Verde e possuem uma frota de 160 veículos, sendo que cerca de 90% possuem elevadores para portadores de necessidades especiais; a idade média da frota é de 5 anos. Atualmente a tarifa é de R$ 3,80 e o sistema de bilhetagem é eletrônico.
O transporte urbano da cidade é dividido em 41 linhas, sendo 24 radiais (Bairro - Centro) identificadas pelo prefixo R, a exemplo da linha R-16 - Conquista VI/Centro; 12 diametrais (Bairro - Centro - Bairro) identificadas pelo prefixo D, a exemplo da linha D-33 - Conquista VI/UESB (via Av. Olivia Flores); e 5 perimetrais (Bairro - Bairro), identificadas pelo prefixo P, a exemplo da linha P-50, Conquista VI/Vilas Serranas (via Atacadão e Shopping Conquista Sul). A cidade possui apenas um terminal central, localizado na Avenida Lauro de Freitas, por onde passam todas as linhas radiais e diametrais.
O sistema de transporte de Vitória da Conquista é organizado pela prefeitura municipal através da Secretaria de Mobilidade Urbana - SEMOB, e as fiscalizações são feitas pelo SIMTRANS.Hotelaria[editar | editar código-fonte]
Campi da UESB (Conquista, Itapetinga e Jequié).
Hotelaria: apesar de não ser uma cidade turística, conta com bons hotéis, dentre eles o íbis Hotel (da Accor) na região do Shopping Conquista Sul, e o íbis Styles que está localizado na avenida Luís Eduardo Magalhães, também na zona Sul, além de hotéis de pequeno e médio porte espalhados pela cidade.Saneamento básico[editar | editar código-fonte]
A cidade é abastecida pelas Barragens de Água Fria I e II, localizadas no município de Barra do Choça, no entanto, em tempos de longas estiagens, essas barragens não garantem o abastecimento regular, levando a longos racionamentos realizados pela empresa responsável pelo abastecimento de água (EMBASA).
Racionamento no abastecimento de água ocorreu ao longo do anos de 2015 e 2016 por conta da escassez de chuvas na região onde ficam localizadas as barragens de Água Fria I e II. Dessa forma, em maio de 2016, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA) deu inicio o racionamento de água mais longo na cidade, dando fim ao mesmo em julho de 2017, após o atingimento de 100% da capacidade de armazenamento de água das barragens.[23]
Divulgada como a solução para o abastecimento de água em Vitória da Conquista, no sudoeste Baiano, a Barragem do Catolé, em Barra do Choça, na mesma região, sairá do papel. Entre o projeto executivo e a construção da obra foi estimado o prazo de 33 meses, conforme contrato de R$ 130,8 milhões anunciado em 19/05/2018 no Diário Oficial do Estado. Segundo o informe, quem fará os trabalhos é a construtora OAS que venceu a licitação feita no modelo regime diferenciado de contratação presencial. Os recursos sairão dos cofres do Estado e da União. www.bahianoticias.com.br/municipios/noticia/13237-conquista-embasa-anuncia-construcao-de-barragem-do-catole-obra-sera-tocada-pela-oas.htmlComunicações[editar | editar código-fonte]
TV Sudoeste
Emissoras de televisão[editar | editar código-fonte]
Geradoras[editar | editar código-fonte]
TV UESB - canal 4 (33) digital - TV Brasil
TV Sudoeste - canal 5 (28) digital - Rede Globo
Retransmissoras[editar | editar código-fonte]
Band Bahia - canal 2 (35) digital - Rede Bandeirantes
Record News - canal 7 (20) digital (em implantacao)
RecordTV Cabrália - canal 10 (22) digital - RecordTV
TV Aratu - canal 13 (47) digital - SBT
Rede Vida - canal 14 (43) digital
RIT - canal 19 (49) digital
TV Canção Nova - canal 23 (41) digital
RCI - canal 35 digital
Telefonia fixa[editar | editar código-fonte]
Oi Fixo
Claro Fixo
Vivo Fixo
Telefonia móvel[editar | editar código-fonte]
Claro
Oi
TIM
Vivo
Servidores de Internet[editar | editar código-fonte]
Claro
He-NET
NET
Oi Velox
Sky Banda Larga
Vivo Fibra
Vox Conexão
Vicontec
Connect
TV por assinatura/TV a Cabo[editar | editar código-fonte]
Claro TV
NET
Nossa TV
Oi TV
SKY
Vivo TV
Emissoras de rádio[editar | editar código-fonte]
FM87.9 Rádio Melodia (Faixa Comunitária)
95.9 Clube FM
97.5 UESB FM
99.1 Band FM
100.1 Transamérica Hits
107.7 Brasil FM
AM[desambiguação necessária]760 Nossa Rádio
1210 Rádio Canção Nova
vde Canais de televisão aberta de Vitória da ConquistaSinal digital
2.1 (35) Band Bahia
4.1 (33) TV UESB (TVE Bahia/TV Brasil)
5.1 (28) TV Sudoeste (Globo)
10.1 (22) RecordTV Cabrália
13.1 (47) TV Aratu (SBT)
14.1 (43) Rede Vida
19.1 (49) RIT
23.1 (41) TV Canção Nova
35.1 (35) RCI
25.1 (25) TV Evangelizar
Autorizados ouem implantação
7.1 (20) Record News
18.1 Rede Família
25.1 TV Século 21
55.1 RBTV
Por assinatura
Claro TV
Sky
Oi TV
Vivo TV
NET
Nossa TV
Extintas
Geradoras
04 TV UESB (????-2018)
05 TV Sudoeste (Globo) (1990-2018)
Retransmissoras
Analógico
04 TV Aratu (SBT) (????-2002)
07 TV Cabrália (Rede Manchete) (1988-1993) / TV Cabrália (SBT) (1993-1995) / TV Cabrália (Record) (1995-1997) / TV Cabrália (1997-1998) / TV Cabrália (Rede Família) / TV Cabrália (Rede Mulher) (1999-2007) / TV Cabrália (Record News) (2007-2013) / Record News (2013-2018)
10 TV Itapoan (SBT) (1995-1997) / (Record Bahia (Record) (1997-2013) / RecordTV Cabrália (RecordTV) (2013-2018)
13 TVE Bahia (????) / TV Aratu (????-2018)
14 Rede Vida (????-2018)
19 RIT (????-2018)
23 TV Canção Nova (????-2018)
25 TV Evangelizar (2015-2018)
Digital
58 (58.1) Canção Nova HD (2014-2017)vde Estações de rádio de Vitória da ConquistaRádio AMPor frequência (kHz)
760
1210
Por nome
Nossa Rádio
Rádio Canção Nova
Rádio FMRádios comunitárias87.9 MHzPor frequência (MHz)
95.9
97.5
99.1
100.1
107.7
Por nome
Band FM
Clube FM
Brasil FM
Transamérica Hits
Extintas
Turismo[editar | editar código-fonte]
Cristo Crucificado de Mário Cravo
A cidade oferece como atrações turísticas o Cristo Crucificado da Serra do Peripiri,[24] de Mário Cravo, executada entre os anos de 1980 e 1983, com as feições do homem sertanejo, sofrido e esfomeado, medindo 15 metros de altura por 12 de largura, a Reserva Florestal do Poço Escuro[25] e o Parque municipal da Serra do Periperi, onde se encontra a espécie endêmica Melocactus conoideus além de eventos como São João da cidade e o Festival de Inverno Bahia, evento de inverno oficial da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo de Televisão na Bahia.
O Museu da História Política, Casa de Régis Pacheco, contém um acervo de quadros com todos os políticos que governaram a cidade desde a sua emancipação, além de mostrar a arquitetura preservada da metade do século XX.
Dos vários monumentos, destacam-se: Monumento Getúlio Vargas, Monumento aos Bandeirantes, Monumentos aos dez Mandamentos, Monumento aos Imigrantes, Monumento aos Ex- Pracinhas da Segunda Guerra Mundial,o Monumento ao Príncipe Maxmiliano,[26] o Monumento ao Índio, o Monumento da Bíblia Sagrada,[27] o Monumento às Águas, o Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos da Bahia[28] no período do regime militar instalado em 1964, localizado no Jardim das Borboletas (Praça Tancredo Neves) e o Monumento a Jacy Flores.[29]
Este último monumento, além da vida da homenageada, a primeira mulher comerciante legalmente estabelecida em Vitória da Conquista, descendente do casal fundador do Arraial da Conquista, Josefa e João Gonçalves da Costa, relata também a ligação histórica entre Vitória da Conquista, na Bahia e Chaves em Trás os Montes, com trabalhos em faiança portuguesa, representando o brasão de cada uma destas duas cidades. Fazem parte ainda deste conjunto mais de vinte árvores de Pau Brasil, plantadas em 10 de fevereiro de 2004, data da inauguração, representando os índios (moradores primitivos), os colonos e os os atuais moradores.[30]
Entre os atrativos turísticos da cidade, encontra-se o "Poço Escuro", uma reserva florestal sob administração do poder público, com diversas trilhas e flora e fauna preservadas. Na[31] Serra do Peripiri nasce o Rio Peripiri,[32] em torno do qual João Gonçalves da Costa fundou a Arraial da Conquista, em 1783.
O Rio Peripiri também é conhecido como, Riacho da Vitória, Córrego do Poço Escuro, Rio Berruga e Rio "Verruga", em referencia ao Arraial da Verruga, atualmente Itambé, onde fica a sua foz no Rio Pardo.
Burle Marx esteve em 1965 em Vitória da Conquista pesquisando a flora do Sertão da Ressaca, comemorando os 100 Anos de Burle Marx no Brasil e 44 Anos em Vitória da Conquista, foi implantado o Jardim Burle Marx,[33] próximo à UESB.
O Caminho de Santiago do Piripiri[34] é um caminho localizado na Serra do Peripiri, inicia no Ibc-Capinal e finaliza no Poço Escuro, foi implantado pelos Peregrinos do Caminho de Santiago de Compostela, a Abacs, e representando um dia andando neste caminho na Espanha.
O futebol é o principal esporte praticado na cidade, que possui dois clubes profissionais: o CONQUISTA F.C. que disputará a 2ª divisão em 2018, e o Vitória da Conquista, que mandam os seus jogos no Estádio Lomanto Júnior, mas que é apelidado pelos torcedores/imprensa como Lomantão.[35] As corridas de kart, o ciclismo e o caratê são modalidades de esportes muito praticadas na cidade.
A Passaredo Linhas Aéreas está expandindo sua presença em Vitória da Conquista, ligando a cidade ao maior aeroporto do Brasil o internacional de Guarulhos.[36]Ver também[editar | editar código-fonte]
Serrano Sport Club
Conquista Futebol Clube
Esporte Clube Primeiro Passo Vitória da Conquista
Baianos naturais de Vitória da Conquista
Lista de prefeitos de Vitória da Conquista
Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 5 de maio de 2009. Consultado em 5 de maio de 2009 [ligação inativa]? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° PR-02 (de 29 de junho de 2017). Consultado em 3 de outubro de 2017 ? «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 11 de junho de 2011 ? a b «estimativa_ibge_2018.xls». agenciadenoticias.ibge.gov.br. Consultado em 1 de setembro de 2018 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 24 de setembro de 2013 ? Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Vitória da Conquista - BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 4 de março de 2014 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 15 de dezembro de 2018 ? Em dez anos, PIB de Vitória da Conquista cresceu mais de 340%? Projeto de lei Nº 101/2011 na íntegra? Deputado defende criação da região metropolitana de Vitória da Conquista? MEDEIROS, Ruy H. A. - Notas Críticas ao livro "O Município da Vitória"de Tranquilino Torres, p. 67? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Vitória da Conquista». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 ? a b «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 24 de março de 2018 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Vitória da Conquista». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 ? a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Vitória da Conquista». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 ? «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Vitória da Conquista». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 ? SOARES FILHO, A. O. FITOGEOGRAFIA E ESTRUTURA DAS FLORESTAS ESTACIONAIS DECIDUAIS NO BRASIL? MEDEIROS, Ruy H. A. - Notas Críticas ao livro "O Município da Vitória" de Tranquilino Torres, p. 87? a b c «Centro de Triagem de Animais Silvestres ? Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista». www.pmvc.ba.gov.br. Consultado em 20 de outubro de 2017 ? Endel de Queiroz Jesus, Orleane Sousa de Brito, Ueriton da Costa Figueiredo Filho, Cristóvão Figueredo de Souza (26 de novembro de 2015). «HORTO MUNICIPAL DE VITÓRIA DA CONQUISTA: UM EXEMPLO EM REVITALIZAÇÃO DE ÁREAS URBANAS, COM O PAISAGISMO SUSTENTÁVEL» (PDF). VI Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental Porto Alegre, RS ? 23 a 6 de novembro de 2015. Consultado em 20 de outubro de 2017 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)? Censos demográficos do Brasil de 1970 a 2010.? «IBGE Cidade@». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 25 jan. 2012. Arquivado do original em 30 de abril de 2012 ? «Depois de mais de um ano, chega ao fim o racionamento de água em Conquista». Blog da Resenha Geral. Consultado em 20 de outubro de 2017 ? Cristo Crucificado da Serra do Peripiri? Reserva Florestal do Poço Escuro? Monumento ao Príncipe Maxmiliano? Monumento da Bíblia Sagrada? Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos da Bahia? Monumento a Jacy Flores? Árvores de Pau-Brasil? «Mostrar código-fonte de Parque Municipal da Serra do Periperi». Wikipédia, a enciclopédia livre ? Rio Peripiri? [1]? Caminho de Santiago do Piripiri? Estádio Lomanto Júnior? guarulhosnotícia. «Passaredo vai operar voo entre Vitória da Conquista e Guarulhos». Consultado em 11 de julho de 2010
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
SOUSA, Maria Aparecida Silva de. A Conquista do Sertão da Ressaca, UESB, 2001.
MAXIMILIANO, Príncipe de Wied-Neuwied. Viagem ao Brasil. Itatiaia/EDUSP, 1989.
VIANA, Anibal Lopes. Jornalista. Revista Histórica de Conquista Vol 1. Vitória da Conquista, 1982.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da Prefeitura da Cidade
Projeto de lei Nº 101/2011 na íntegra, com intento de criar a Região Metropolitana de Vitória da Conquista
Página da Câmara de Vereadores
UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
UFBA - Universidade Federal da Bahia
IFBA - Instituto Federal da Bahia, Campus Vitória da Conquista
Atlas digital da Bahia (PDF)
Fotos de Vitória da Conquista
História da Cidade: Meletes e Peduros
Um pouco sobre Vitória da Conquista:
Vitória da Conquista, a cidade das oportunidades
Dados do IBGE de Vitória da Conquista
Vitória da Conquistavde Bahia Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalSalvadorDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões Metropolitanas e RIDEsSalvador ? Feira de Santana ? Polo Petrolina JuazeiroMunicípios com mais de 100.000 habitantesSalvador ? Feira de Santana ? Vitória da Conquista ? Camaçari ? Itabuna ? Juazeiro ? Ilhéus ? Lauro de Freitas ? Barreiras ? Jequié ? Alagoinhas ? Teixeira de Freitas ? Porto Seguro ? Simões Filho ? Paulo Afonso ? Eunápolis ? Santo Antônio de JesusNordeste, Brasil vde Hierarquia urbana do Brasil
Demografia do Brasil
Municípios do Brasil
vdeMetrópolesMetrópoles globais
São Paulo
Metrópoles nacionais
Brasília
Rio de Janeiro
Metrópoles regionais
Belém
Belo Horizonte
Curitiba
Fortaleza
Goiânia
Manaus
Porto Alegre
Recife
Salvador
vdeCapitais regionaisCapitais regionais A
Aracaju
Campinas
Campo Grande
Cuiabá
Florianópolis
João Pessoa
Maceió
Natal
São Luís
Teresina
Vitória
Capitais regionais B
Blumenau
Campina Grande
Cascavel
Caxias do Sul
Chapecó
Feira de Santana
Ilhéus/Itabuna
Joinville
Juiz de Fora
Londrina
Maringá
Ribeirão Preto
São José do Rio Preto
Uberlândia
Montes Claros
Palmas
Passo Fundo
Porto Velho
Santa Maria
Vitória da Conquista
Capitais regionais C
Araçatuba
Araguaína
Arapiraca
Araraquara
Barreiras
Bauru
Boa Vista
Cachoeiro de Itapemirim
Campos dos Goytacazes
Caruaru
Criciúma
Divinópolis
Dourados
Governador Valadares
Ijuí
Imperatriz
Ipatinga/Coronel Fabriciano/Timóteo
Juazeiro do Norte/Crato/Barbalha
Macapá
Marabá
Marília
Mossoró
Novo Hamburgo/São Leopoldo
Pelotas/Rio Grande
Petrolina/Juazeiro
Piracicaba
Ponta Grossa
Pouso Alegre
Presidente Prudente
Rio Branco
Santarém
Santos
São José dos Campos
Sobral
Sorocaba
Teófilo Otoni
Uberaba
Varginha
Volta Redonda/Barra Mansa
vdeCentros sub-regionaisCentros sub-regionais A
Alfenas
Anápolis
Apucarana
Bacabal
Bagé
Barbacena
Barra do Garças
Barretos
Bento Gonçalves
Botucatu
Cabo Frio
Caçador
Cáceres
Caicó
Cajazeiras
Campo Mourão
Castanhal
Catanduva
Caxias
Colatina
Crateús
Erechim
Floriano
Foz do Iguaçu
Franca
Francisco Beltrão
Garanhuns
Guanambi
Guarabira
Guarapuava
Iguatu
Irecê
Itajaí
Itaperuna
Itumbiara
Jacobina
Jaú
Jequié
Ji-Paraná
Joaçaba
Lages
Lajeado
Lavras
Limeira
Macaé
Manhuaçu
Muriaé
Nova Friburgo
Ourinhos
Paranaguá
Paranavaí
Parnaíba
Passos
Pato Branco
Patos
Patos de Minas
Pau dos Ferros
Paulo Afonso
Picos
Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
Quixadá
Redenção
Rio Claro
Rio do Sul
Rio Verde
Rondonópolis
Santa Cruz do Sul
Santa Inês
Santa Rosa
Santo Ângelo
Santo Antônio de Jesus
São Carlos
São João da Boa Vista
São Mateus
Serra Talhada
Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
Tubarão
Ubá
Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
Assu
Afogados da Ingazeira
Alagoinhas
Altamira
Andradina
Angra dos Reis
Araranguá
Araras
Araripina
Arcoverde
Ariquemes
Assis
Avaré
Balneário Camboriú
Balsas
Bom Jesus da Lapa
Bragança
Bragança Paulista
Breves
Brumado
Brusque
Cacoal
Cametá
Campo Maior
Capanema
Caratinga
Carazinho
Cataguases
Chapadinha
Cianorte
Concórdia
Conselheiro Lafaiete
Cruz Alta
Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
Frederico Westphalen
Guaratinguetá
Gurupi
Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
Linhares
Mafra
Palmares
Paragominas
Parintins
Pedreiras
Presidente Dutra
Registro
Resende
Ribeira do Pombal
Santana do Ipanema
Santo Antônio da Platina
São João del-Rei
São Lourenço
São Miguel do Oeste
São Raimundo Nonato
Senhor do Bonfim
Tefé
Teresópolis
Tucuruí
União da Vitória
Valença
Viçosa
Videira
Vilhena
Vitória de Santo Antão
Xanxerê
vdeCentros de zonaCentros de zona A
Acaraú
Açailândia
Adamantina
Além Paraíba
Almeirim
Almenara
Alta Floresta
Amparo
Aquidauana
Aracati
Aracruz
Araçuaí
Arapongas
Araxá
Assis Chateubriand
Barra do Corda
Barreiros
Bebedouro
Belo Jardim
Birigui
Bom Jesus
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Caetité
Caldas Novas
Camacan
Camaquã
Campo Belo
Campos Novos
Canindé
Canoinhas
Capelinha
Carangola
Carpina
Catalão
Catolé do Rocha
Caxambu
Ceres
Cerro Largo
Codó
Colinas do Tocantins
Conceição do Araguaia
Conceição do Coité
Cornélio Procópio
Corumbá
Corrente
Cruzeiro
Curitibanos
Cururupu
Curvelo
Diamantina
Diamantino
Dianópolis
Dois Vizinhos
Dracena
Encantado
Esperantina
Estância
Estrela
Fernandópolis
Formiga
Frutal
Governador Nunes Freire
Goiana
Goiás
Guanhães
Guaporé
Guaraí
Guaxupé
Ibaiti
Ibirubá
Icó
Imbituba
Ipiaú
Iporá
Irati
Itabaiana
Itabira
Itacoatiara
Itamaraju
Itapetinga
Ituverava
Jacarezinho
Jales
Jandaia do Sul
Januária
Jaru
Jataí
João Câmara
João Monlevade
Juína
Jundiaí
Lagarto
Lagoa Vermelha
Laranjeiras do Sul
Limoeiro
Limoeiro do Norte
Lins
Loanda
Macau
Macaúbas
Mamanguape
Marau
Maravilha
Marechal Cândido Rondon
Medianeira
Mineiros
Mirassol d'Oeste
Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
Morrinhos
Mundo Novo
Naviraí
Nossa Senhora da Glória
Nova Andradina
Nova Prata
Nova Venécia
Oeiras
Olímpia
Osório
Ouricuri
Palmas
Palmeira das Missões
Palmeira dos Índios
Pará de Minas
Paraíso do Tocantins
Parauapebas
Patrocínio
Penápolis
Penedo
Pesqueira
Pinhalzinho
Pirapora
Pires do Rio
Piripiri
Pombal
Ponta Porã
Porangatu
Porto Nacional
Porto Seguro
Primavera do Leste
Propriá
Quirinópolis
Rolim de Moura
Russas
Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
Seabra
Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
Telêmaco Borba
Tijucas
Timbaúba
Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
Unaí
União dos Palmares
Uruaçu
Vacaria
Venâncio Aires
Votuporanga
Xique-Xique
Centros de zona B
Abaeté
Abelardo Luz
Abre Campo
Afonso Cláudio
Água Boa
Água Branca
Águas Formosas
Aimorés
Alegrete
Alexandria
Alto Araguaia
Alto Longá
Alto Parnaíba
Amambai
Amarante
Amargosa
Andirá
Andradas
Anicuns
Anísio de Abreu
Aparecida
Apiaí
Apodi
Araguaçu
Araguari
Araguatins
Araioses
Araputanga
Arara
Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
Arroio do Meio
Arvorezinha
Auriflama
Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
Batalha
Bela Vista
Belém do São Francisco
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Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [2] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)vde Mercado Comum de Cidades ? MercocidadesMercado Comum do Sul ? Mercosul ArgentinaAvellaneda ? Bahía Blanca ? Barranqueras ? Bovril ? Bragado ? Buenos Aires ? Carlos Pellegrini ? Comodoro Rivadavia ? Córdova ? Florencio Varela ? General San Martín ? Gualeguaychú ? Guaymallén ? Hurlingham ? Junín ? La Matanza ? La Plata ? Rioja ? Las Bandurrias ? Lomas de Zamora ? Luján ? Malvinas Argentinas ? Mar del Plata ? María Susana ? Mendoza ? Montecarlo ? Morón ? Necochea ? Olavarría ? Paraná ? Pergamino ? Piamonte ? Quilmes ? Rafaela ? Reconquista ? Realicó ? Resistência ? Río Cuarto ? Rosário ? Salta ? Salto ? San Antonio de los Cobres ? San Fernando del Valle de Catamarca ? San Isidro ? San Jorge ? San Juan ? San Luis ? San Miguel de Tucumán ? San Salvador de Jujuy ? Santa Fé ? Santiago del Estero ? Tandil ? Trelew ? Ushuaia ? Vicente López ? Viedma ? Villa Gesell ? Villa María ? Villa Mercedes ? Zapala • Zárate BrasilAlvorada ? Anápolis ? Aracaju ? Araraquara ? Barra do Ribeiro ? Bela Vista ? Belém ? Belo Horizonte ? Brasília ? Camaçari ? Campinas ? Caxias do Sul ? Contagem ? Coronel Sapucaia ? Cuiabá ? Curitiba ? Diadema ? Dourados ? Esteio ? Florianópolis ? Fortaleza ? Foz do Iguaçu ? Goiânia ? Gravataí ? Guaíra ? Guarulhos ? Jacareí ? Joinville ? Juiz de Fora ? Londrina ? Macaé ? Maringá ? Mauá ? Mossoró ? Niterói ? Osasco ? Paranhos ? Penápolis ? Petrolina ? Piracicaba ? Porto Alegre ? Praia Grande ? Recife ? Ribeirão Preto ? Rio Claro ? Rio de Janeiro ? Rio Grande ? Salvador ? Santa Maria ? Santa Vitória do Palmar ? Santana de Parnaíba ? Santo André ? Santos ? São Bernardo do Campo ? São Borja ? São Carlos ? São Caetano do Sul ? São José do Rio Preto ? São Leopoldo ? São Paulo ? São Vicente ? Sumaré ? Suzano ? Taboão da Serra ? Teresina ? Uberlândia ? Várzea Paulista ? Viamão ? Vitória ? Vitória da Conquista ParaguaiAssunção ? Bella Vista Norte ? Cambyretá ? Capiatá ? Carlos Antonio López ? Concepción ? Coronel Oviedo ? Fernando de la Mora ? Hernandarias ? Horqueta ? Jesús ? Limpio ? San Pedro del Ycuamandiyú ? Pedro Juan Caballero ? Pilar ? Salto del Guairá ? San Lázaro ? Villeta ? Ypehú UruguaiCanelones ? Cerro Largo ? Colônia do Sacramento ? Durazno ? Flores ? Florida ? Maldonado ? Montevidéu ? Paysandú ? Río Negro ? Rivera ? Rocha ? Salto ? San José de Mayo ? Tacuarembó ? Treinta y Tres VenezuelaBarquisimeto ? Caracas ? Cumaná ? Libertador BolíviaCochabamba ? La Paz ? Santa Cruz de la Sierra ? Tarija ChileArica ? Calama ? Chillán Viejo ? Concepción ? El Bosque ? Los Andes ? Puerto Montt ? Quilpué ? Rancagua ? Santiago ? Valparaíso ? Viña del Mar PeruJesús María ? Lima ? Lurin ? La VictoriaCidades fundadoras em itálico.Fonte: Red de Mercociudades: Ciudades MiembrosvdeUniversidade Estadual do Sudoeste da BahiaAlunos ? Professores ? ReitoresCampi
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