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Campos Sales

Nota: Se procura outros significados de Campos Salles (desambiguação), veja Campos Sales (desambiguação).Campos Sales
4.º Presidente do Brasil
Período15 de novembro de 1898 a 15 de novembro de 1902 Vice-presidenteFrancisco Rosa e Silva AntecessorPrudente de Morais SucessorRodrigues Alves

Senador por São Paulo
Período3 de maio de 1911 a 28 de junho de 1913

3º Presidente de São Paulo
Período1 de maio de 1896 a 31 de outubro de 1897 AntecessorPeixoto Gomide SucessorPeixoto Gomide
Ministro da Justiça do Brasil
Período18 de novembro de 1889 a 22 de janeiro de 1891 AntecessorRui Barbosa
SucessorO Barão de Lucena
Deputado Geral do Império por São Paulo
Período3 de maio de 1885 a 15 de novembro de 1889

Dados pessoais
Nome completoManuel Ferraz de Campos Sales Nascimento15 de fevereiro de 1841 Campinas, São Paulo Morte28 de junho de 1913 (72 anos) Santos, São Paulo Nacionalidadebrasileiro Alma materFaculdade de Direito da Universidade de São Paulo
CônjugeAna Gabriela de Campos Sales (1865?1913) Filhos10 PartidoLiberal (1863?1873)Republicano Paulista (1873?1913) Profissãoadvogado
Assinatura















Constituição brasileira de 1891, página da assinatura de Campos Sales (décima oitava assinatura). Acervo Arquivo Nacional
Manuel Ferraz de Campos Sales[nota 1] (Campinas, 15 de fevereiro de 1841 ? Santos, 28 de junho de 1913) foi um advogado e político brasileiro, terceiro presidente do estado de São Paulo, de 1896 a 1897 e o quarto presidente da República, entre 1898 e 1902.[1]
Por ter herdado uma séria crise econômica, com altos índices de inflação, uma de suas primeiras medidas foi a renegociação da dívida externa com credores ingleses. Estes concordaram com um novo acordo financeiro, oferecendo um empréstimo de 10 milhões de libras e aceitando a suspensão temporária do pagamento dos juros da dívida existente. No entanto, como garantia, exigiram a renda das alfândegas do Rio de Janeiro e de outros Estados se necessário, bem como as receitas da Estrada de Ferro Central do Brasil e da companhia de abastecimento de água do Rio de Janeiro caso o governo brasileiro não cumprisse o acordo. Exigiram ainda que o governo reduzisse a inflação, valorizando a moeda nacional, medidas que foram implementadas pelo então ministro da Fazenda, Joaquim Murtinho, que reduziu drasticamente as despesas do governo, cancelando a construção de obras públicas e investimentos industriais. Também aumentou e criou impostos, além de uma política austera em relação aos salários dos trabalhadores.[2]
Foi o primeiro presidente a defender abertamente a privatização. Ao final conseguiu equilibrar as contas públicas, Campos Salles iniciou o governo com um rombo de 44 mil contos, e terminou com sobras de 43 mil contos em dinheiro e 23 mil em reservas de ouro.[3]
Em seu mandato, foi solucionado o litígio sobre a delimitação da fronteira entre o Brasil e a França. Tal litígio era sobre a demarcação da fronteira entre e estado do Amapá e a Guiana Francesa, que havia invadido o território brasileiro, anexando cerca de 260 mil km² do estado. Depois de quase dois séculos de disputas, o litígio foi vencido pelo Brasil em 1900, através do acordo que ficou conhecido como Questão do Amapá, determinando que a fronteira entre os dois territórios fosse o rio Oiapoque e retornando ao Brasil a área que havia sido tomada.[4]Índice1 Formação e carreira política
2 Na Presidência da República2.1 A estabilidade política do Brasil
2.2 Atuação na área econômica
2.3 A visita à Argentina e a sucessão de Campos Sales
3 Após a presidência
4 Homenagens
5 Ministério de Campos Sales
6 Bibliografia
7 Notas
8 Referências
9 Ligações externasFormação e carreira política[editar | editar código-fonte]
Campos Sales e sua família.
Bacharel em direito pela Faculdade de Direito de São Paulo da turma de 1863, Campos Sales ingressou, logo após se formar, no Partido Liberal. A seguir, participou da criação do Partido Republicano Paulista (PRP), em 1873, sendo, portanto, um republicano histórico.[5]
Foi deputado provincial de 1867 a 1871, vereador (1872), novamente deputado provincial (1881), deputado geral, (hoje se diz deputado federal), de 1885 a 1888, e deputado provincial (1889), sempre pelo PRP. Foi um dos três únicos republicanos a serem eleitos deputados gerais durante o Império do Brasil.
Com a Proclamação da República, foi nomeado ministro da Justiça do governo provisório de Deodoro da Fonseca quando promoveu a instituição do casamento civil e iniciou a elaboração de um Código Civil na República. Substituiu o Código Criminal do Império de 1830, pelo Código Penal da República, através do decreto nº 847, de 11 de outubro de 1890. Teve uma série divergência com o ministro da Fazenda Rui Barbosa, a partir da expedição do Decreto de 17 de janeiro de 1890 que criava um sistema emissor que se baseava em lastreamento por apólices da dívida pública, fator destacado da crise financeira conhecida como Encilhamento. Conseguiu aprovar três emendas em uma reunião de gabinete de 31 de janeiro, alterando o decreto. O Ministério da Justiça legislava sobre a Junta do Comércio e Campos Sales também interveio na ação da Corporação dos Corretores, aprovando o Decreto nº 822 de 18 de outubro de 1890 que trazia restrições para a atividade.[6]
Foi eleito senador da república em 1891, mas renunciou ao cargo, em 1896, para se tornar presidente do Estado de São Paulo. Em 1895, na Comissão de Justiça e Legislação do Senado Federal, foi autor de texto substitutivo em um projeto de anistia aos revoltosos na Revolução Federalista no sul do país. O substitutivo aprovado, e que levou o nome de Campos Sales, excluía das atividades todos os militares anistiados.[7][8]pg.51 Campos Sales em 1879.
Foi presidente do estado de São Paulo de 1896 até 1897. Nesse período, enfrentou um surto de febre amarela em todo o estado, um conflito na colônia italiana na capital, uma onda de violência na cidade de Araraquara, no episódio que ficou conhecido como Linchamento dos Britos,[9] e enviou tropas estaduais para combater na Guerra de Canudos.[4]
Em 1897, renunciou ao cargo de presidente de São Paulo, para candidatar-se à presidência da República. Foi eleito com 91,52% dos votos, assumindo o cargo em novembro de 1898. Na presidência do país, enfrentou rebeliões dos imigrantes italianos em lavouras de café, que protestavam contra a exploração a que eram submetidos pelos fazendeiros, algumas vezes com assassinatos durante estes protestos. Um caso notório, por ter envolvido o próprio presidente da República, foi o assassinato em 3 de outubro de 1900, do fazendeiro Diogo Salles,[nota 2] irmão de Campos Sales, cujo filho tentou abusar de três irmãs do colono italiano Angelo Longaretti e acabou morto por este.[10] Este fato ocorreu na atual Analândia, (SP), que na época era uma vila de Rio Claro chamada Annapolis,[11] e deu início a uma revolta chamada de Rebelião de Longaretti.[12]Na Presidência da República[editar | editar código-fonte]
A estabilidade política do Brasil[editar | editar código-fonte]
Em 1 de março de 1898, foi eleito presidente da república. Teve 420 286 votos contra 38 929 votos do seu principal oponente Lauro Sodré.[13] Seu vice-presidente foi Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos Sales sucedeu, em 15 de novembro de 1898, o presidente Prudente de Morais, em uma época que a economia brasileira, baseada na exportação de café e borracha, não ia bem. Campos Sales julgava que todos os problemas do Brasil tinham uma única causa: a desvalorização da moeda.[2]
Campos Sales definiu o seu governo, como desvinculado dos interesses político-partidários, assim expressando sua visão administrativa:?Entendi dever consagrar o meu governo a uma obra puramente de administração, separando-o dos interesses e paixões partidárias, para só cuidar da solução dos complicados problemas que constituem o legado de um longo passado. Compreendi que não seria através da vivacidade incandescente das lutas políticas, aliás sem objetivo, que eu chegaria a salvar os créditos da nação, comprometidos em uma concordata com os credores externos!?Campos Sales procurou escolher técnicos não ligados à política partidária para seus ministérios, e se inspirou nos conselhos do presidente americano Benjamin Harrison para organizar sua administração. No livro "Da propaganda à presidência", Campos Sales cita o livro de Harrison chamado "Governo e Administração dos Estados Unidos". Na prática entretanto, Campos Sales representava tipicamente os ideais políticos das oligarquias dominantes de cada estado. Em contrapartida, recebia o apoio político das bancadas estaduais no Congresso. Com a criação da Comissão Verificadora de Poderes da Câmara, os próprios parlamentares legitimavam os diplomas dos eleitos e assim só eram empossados os deputados eleitos que fossem indicados pelos governadores. O resultado desse pacto foi o enfraquecimento das oposições, a fraude eleitoral e a exclusão da maior parte da população de qualquer participação política. O controle político oligárquico também era assegurado pelo voto aberto e pelo reconhecimento dos candidatos eleitos não pelo Poder Judiciário, mas pelo próprio Poder Legislativo. Como o Congresso sofria a influência do presidente e dos governadores, esse mecanismo dava margem à chamada "degola" dos candidatos indesejáveis.[15]
Desenvolveu a sua Política dos Estados mais conhecida como política dos governadores, através da qual afastou os militares da política e estabeleceu a República Oligárquica, segunda fase da República Velha.[2] E assim se manifestou a respeito: Caricatura de Campos Sales e Prudente de Morais na Revista Illustrada.
Campos Sales e Júlio Roca (à direita)
?Outros deram à minha política a denominação de "Política dos Governadores". Teriam acertado se dissessem "Política dos Estados". Esta denominação exprimiria melhor o meu pensamento!?E esse seu pensamento foi definido assim por Campos Sales:?Neste regime, disse eu na minha última mensagem, a verdadeira força política, que no apertado unitarismo do Império residia no poder central, deslocou-se para os Estados. A Política dos Estados, isto é, a política que fortifica os vínculos de harmonia entre os Estados e a União é, pois, na sua essência, a política nacional. É lá, na soma destas unidades autônomas, que se encontra a verdadeira soberania da opinião.[2] O que pensam os Estados pensa a União!?Através da Política dos Estados, obteve o apoio do Congresso através de relações de apoio mútuo e favorecimento político entre o governo central, representado pelos presidentes da república e os estados, representados pelos respectivos governadores, e municípios, representados pelos coronéis. Era preservada a autonomia e independência dos governos municipais e estaduais desde que os governos municipais apoiassem a política dos governos estaduais, e que, por sua vez, os governos estaduais apoiassem a política do governo federal.[2] Com esta forma de governar Campos Sales conseguiu a estabilidade política do Brasil.[5] Essa estabilidade se dava pela manipulação dos resultados através da Comissão Verificadora de Poderes ou Comissão de Verificação de Poderes, formada por deputados federais. Ocorre que o presidente tinha controle sobre ela. Daí em diante, a fraude eleitoral era cometida pela própria comissão que só reconhecia como eleitos os candidatos do governador. Chamava-se a isso de degola das oposições, que daí em diante se via sem condições de ganhar uma eleição. Esta política fora iniciada e testada, anteriormente, quando Campos Sales, como governador de São Paulo, garantiu o poder local dos coronéis desde que eles se filiassem ao PRP e apoiassem os governadores de São Paulo.[16]
Campos Sales conseguiu também estabelecer um equilíbrio entre o poder dos estados, como o rodízio de mineiros e paulistas na presidência e na vice-presidência da república, chamada política do café-com-leite, que foi explicado assim por Campos Sales, assim se expressando em relação à necessidade de ele próprio conduzir sua sucessão presidencial que se daria em 1 de março de 1902, para a qual Campos Sales indicou o paulista Rodrigues Alves como candidato à presidência, e explica ainda a necessidade de um vice-presidente mineiro:?Se nos achássemos em condições normais de vida política, com partidos políticos bem assinalados entre si, obedecendo cada um à autoridade de seus chefes legítimos?conservar-me-ia em posição neutra para oferecer aos contendores todas as garantias eleitorais, mas bem diversa é a situação da república? e é preciso evitar, com decidido empenho, as agitações sem base no interesse nacional que não serviriam senão para levar à arena política as ambições perturbadoras que têm sido e serão sempre os eternos embaraços a proficuidade da ação administrativa....(e explica a necessidade de um vice-presidente mineiro para Rodrigues Alves)..Tenho motivos para acreditar que Minas só aceitará a combinação que também entrar um mineiro e para evitar embaraços julgo conveniente indicar Silviano Brandão para vice presidente!?Atuação na área econômica[editar | editar código-fonte]
O quarto presidente do Brasil, Campos Sales, numa nota de 10 mil réis de 1925.
Na economia, a presidência Campos Sales decidiu que a resolução do problema da dívida externa era o primeiro passo a ser tomado. Em Londres, o presidente e os ingleses estabeleceram um acordo, conhecido como funding loan.
Com esse acordo, suspendeu-se por três anos o pagamento dos juros da dívida; suspendeu-se por treze anos o pagamento da dívida externa existente; o valor dos juros e das prestações não pagas se somariam à dívida já existente; a dívida externa brasileira começaria a ser paga em 1911, pelo prazo de 63 anos e com juros de 5% ao ano; as rendas da alfândega do Rio de Janeiro e Santos ficariam hipotecadas aos banqueiros ingleses, como garantia.
Então, livre do pagamento das prestações, Campos Sales pôde levar adiante a sua política de "saneamento" econômico. Combateu a inflação, não emitindo mais dinheiro e retirando de circulação uma parte do papel-moeda emitido pelos governos anteriores. Depois combateu os déficits orçamentários, reduzindo a despesa e aumentando a receita. Joaquim Murtinho, ministro da Fazenda, cortou o orçamento do Governo Federal, elevou todos os impostos existentes e criou outros. Assim, conseguiu um superávit de 38 mil contos logo no primeiro ano de governo, enquanto a lavoura paulista amargava um prejuízo de 440 mil contos.[18]pg.117
Finalmente, dedicou-se à valorização da moeda, elevando o câmbio de uma taxa de 48 mil-réis por libra para 14 mil-réis por libra. Sua política foi acusada de extremamente recessiva - em termos mais modernos - e chamada de "estagnação forçada", em linguagem da época. Campos Sales recebeu o apelido de "Campos Selos", por ter criado o chamado imposto do selo.[4] Desde a independência fora a primeira vez em que a moeda valorizou-se, entretanto os resultados revelaram-se trágicos. Reduziu-se o preço dos produtos estrangeiros no Brasil e a indústria nacional, já tão fraca,passou a enfrentar maior concorrência por parte dos artigos importados. Resultado: mais fábricas fecharam suas portas enquanto outras reduziram sua produção. Embora a política de Campos Sales e seu ministro Joaquim Murtinho tenha estabilizado as finanças, prejudicou profundamente a indústria e as condições de vida da população. Por isso quando o presidente terminou seu mandato e dirigiu-se do palácio para o trem que o levaria a São Paulo, foi vaiado pela multidão no embarque e durante os primeiros dez quilômetros do percurso.[19]A visita à Argentina e a sucessão de Campos Sales[editar | editar código-fonte]
Campos Sales e o intendente de Buenos Aires Joaquín de Anchorema em 1912, um ano antes de seu falecimento.
Em 1899, o presidente da Argentina Júlio Roca, visitou o Rio de Janeiro, e, em 1900, Campos Sales retribuiu a sua visita, sendo recebido por um grande público, cerca de um quarto da população portenha, em Buenos Aires (300 000 pessoas do total de 1,2 milhão de habitantes da capital argentina). Campos Sales foi o primeiro presidente brasileiro a viajar ao exterior.
Campos Sales governou até 15 de novembro de 1902, e conseguiu fazer seu sucessor, elegendo, em 1 de março de 1902, o Conselheiro Rodrigues Alves, paulista, como presidente da república, e como vice-presidente, o mineiro Silviano Brandão, que faleceu, sendo substituído por outro mineiro, o Conselheiro Afonso Pena.Após a presidência[editar | editar código-fonte]
Pintura de Campos Sales por autor desconhecido.
Após o mandato presidencial, foi senador por São Paulo e diplomata na Argentina onde trabalhou com Júlio Roca que também era diplomata e do qual ficara amigo quando ambos foram presidentes. Durante as articulações (demárches) para a eleição presidencial de 1914, seu nome chegou a ser lembrado para a presidência da república, mas faleceu repentinamente em 1913, vítima de uma embolia cerebral, quando passava por dificuldades financeiras.[20]Homenagens[editar | editar código-fonte]
Túmulo de Campos Sales no Cemitério da Consolação.
É homenageado dando seu nome aos municípios de Campos Sales (Ceará), Salesópolis no estado de São Paulo e Roca Sales no Rio Grande do Sul. Este último foi assim batizado em homenagem ao histórico encontro entre o presidente Campos Sales com Julio Argentino Roca, o então presidente da Argentina.
Cruzando o Rio Tietê, ligando Barra Bonita a Igaraçu do Tietê, há a "Ponte Campos Sales", inaugurada em 1915, obra construída por iniciativa de Campos Sales.
Dá o nome a uma importante avenida onde residiu, na cidade de Campinas. Outras vias nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Natal, Porto Velho e Rio de Janeiro também levam seu nome, assim como em outras cidades pelo Brasil.Ministério de Campos Sales[editar | editar código-fonte]
Ministros
Ministério da Justiça e Negócios Interiores: Epitácio da Silva Pessoa (15 de novembro de 1898 ? 6 de agosto de 1901), Sabino Barroso (6 de agosto de 1901 ? 15 de novembro de 1902)
Ministério da Marinha: Carlos Baltasar da Silveira, Almirante (15 de novembro de 1898 ? 9 de agosto de 1899), José Pinto da Luz, Contra-Almirante (19 de agosto de 1899 ? 15 de novembro de 1902)
Ministério da Guerra: João Nepomuceno de Medeiros Mallet (15 de novembro de 1898 ? 5 de novembro de 1902), João Tomás de Cantuária
Ministério das Relações Exteriores: Olinto de Magalhães (15 de novembro de 1898 ? 15 de novembro de 1902), Joaquim Tomás do Amaral (Visconde de Cabo Frio) (interino)
Ministério da Fazenda: Joaquim Duarte Murtinho (15 de novembro de 1898 ?2 de setembro de 1902), Sabino Alves Barroso Júnior (2 de setembro de 1902 ? 15 de novembro de 1902)
Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas: Severino dos Santos Vieira (15 de novembro de 1898 ? 27 de janeiro de 1900), Alfredo Eugênio de Almeida Maia (27 de janeiro de 1900 ? 8 de março de 1902), Epitácio da Silva Pessoa (interino), Antônio Augusto da Silva (8 de março de 1902 ? 15 de novembro de 1902).
Bibliografia[editar | editar código-fonte]BACKES, Ana Luiza, Fundamentos da Ordem Republicana: Repensando o Pacto de Campos Sales, Editora Plenarium, 2006.
CAMPOS SALLES, Manuel Ferraz de, Da Propaganda à Presidência, Editora UNB, 1983.
CAMPOS SALLES, Manuel Ferraz de, Manifestos e Mensagens, Editora Fundap, 2007.
DEBES, Célio, Campos Salles - Perfil de um Estadista, 2 volumes, Editora Francisco Alves, 1978.
GUANABARA, Alcindo, A Presidência Campos Salles, Editora Laemmert, 1898.
KOIFMAN, Fábio, Organizador - Presidentes do Brasil, Editora Rio, 2001.
MAGALHÃES, Olyntho, Centenário do Presidente Campos Salles, Editora Pongetti, 1941.
MARCONDES, Ayrton, Campos Salles - Uma investigação na República Velha, Editora Universidade Sagrado Coração, Bauru, 2001.
MENEZES, Raimundo de, Vida e Obra de Campos Salles, Prefeitura de Campinas/Livraria Martins Editora, São Paulo, 1974.
MONTEIRO, Tobias, O Presidente Campos Salles na Europa, Editora F. Briguiet, 1928.
MURTINHO, Joaquim Duarte, Relatório Apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado dos Negócios da Indústria, Viação e Obras Públicas em maio de 1897, 1º Edição, Editora Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, 1897.
RIBAS, Antônio Joaquim, Perfil Biográfico do Dr. Manoel Ferraz de Campos Salles, Editora UNB, 1983.
SALLES Jr, A. C. de, O Idealismo Republicano de Campos Salles, Editora Z. Valverde, 1944.
SILVA, Hélio, Campos Sales - 4º presidente do Brasil, Editora Três, São Paulo, 1983.Notas? A grafia original do nome do biografado, Manoel Ferraz de Campos Salles, deve ser atualizada conforme a onomástica estabelecida a partir do Formulário Ortográfico de 1943, por seguir as mesmas regras dos substantivos comuns (Academia Brasileira de Letras ? Formulário Ortográfico de 1943). Tal norma foi reafirmada pelos subsequentes Acordos Ortográficos da língua portuguesa (Acordo Ortográfico de 1945 e Acordo Ortográfico de 1990). A norma é optativa para nomes de pessoas em vida, a fim de evitar constrangimentos, mas após seu falecimento torna-se obrigatória para publicações, ainda que se possa utilizar a grafia arcaica no foro privado (Formulário Ortográfico de 1943, IX).? Nome assim grafado nas fontes
Referências? «Manuel Ferraz de Campos Salles - Biografia». UOL - Educação. Consultado em 24 de agosto de 2012 ? a b c d e Renato Cancian. «Governo Campos Sales (1898-1902)». UOL - Educação. Consultado em 24 de agosto de 2012 ? Narloch, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira. [S.l.: s.n.] p. 42. ISBN 9788544102350 ? a b c «Campos Sales». Acervo Estadão. O Estado de S.Paulo. Consultado em 25 de junho de 2017 ? a b «Campos Sales». R7. Brasil Escola. Consultado em 24 de agosto de 2012 ? O Encilhamento, artigo de Maria Bárbara Levy do livro Economia Brasileira - Uma visão histórica, Nehaus,Paulo, Coordenador, Editora Campus, Rio de Janeiro, 1980, pgs. 204-205, ISBN 85-7001-003-6? Alzira Alves de Abreu (2015). Dicionário histórico-biográfico da Primeira República (1889-1930). [S.l.]: Editora FGV. ISBN 9788522516582 ? «O Presidente Campos Sales na Europa» (PDF). Senado Federal do Brasil. 2005 ? «Araraquara - A Morada do Sol». Prefeitura Municipal de Araraquara. Arquivado do original em 3 de abril de 2016 ? Do outro lado do Atlântico: um século de imigração italiana no Brasil, Angelo Trento, pg.113? ?O senhor é morto?: colonato e criminalidade em duas localidades paulistas (1900-1901), 2009? Do outro lado do Atlântico: um século de imigração italiana no Brasil, Angelo Trento, pg.113? PORTO, Walter Costa, O voto no Brasil, Topbooks, 2002? a b c CAMPOS SALLES, Manuel Ferraz de, Da Propaganda à Presidência, Editora UNB, 1983.? Câmara dos Deputados do Brasil. «A Primeira República». A História da Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2018 ? Vítor Fonseca Figueiredo (novembro de 2014). «Cartas na República: A Utilização de Correspondências nos Estudos de História Política do Brasil Republicano (1889 - 1930)» (PDF). VII Simpósio Nacional de História Cultural. p. 4-5. Consultado em 29 de setembro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 29 de setembro de 2018 ? CAMPOS SALLES, Manuel Ferraz de, Da Propaganda à Presidência, Editora Senado Federal, Edição Fac-similar, Brasília, 1998? Estudos Econômicos e Financeiros - Pesquisa e Planejamento Valentim F. Bouças, janeiro de 1955? José Murilo de Carvalho (21 de fevereiro de 1999). «Aconteceu em um fim de século». Brasil 500 D.C. Consultado em 29 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2018 ? Acervo Estadão (26 de novembro de 2016). «Manuel Ferraz de Campos Sales». Estadão. Consultado em 26 de novembro de 2016
Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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WikiquoteO governo Campos Sales no sítio oficial da Presidência da República do Brasil
Mensagem ao Congresso do Estado de São Paulo 1897
Mensagem ao Congresso Nacional 1899
Mensagem ao Congresso Nacional 1900
Mensagem ao Congresso Nacional 1901
Campos Salles - Uma investigação na República Velha
Código Penal de 1890 Precedido porRui Barbosa
Ministro da Justiça do Brasil1889?1891
Sucedido porHenrique Pereira de Lucena Precedido porBernardino José de Campos Júnior
3º Presidente de São Paulo1896?1897
Sucedido porPeixoto Gomide Precedido porPrudente de Morais
4º Presidente do Brasil1898?1902
Sucedido porRodrigues AlvesvdeMinistros da Justiça do Brasil Primeiro reinado(D. Pedro I)
Caetano Pinto de Miranda Montenegro ?
Sebastião Luís Tinoco da Silva ?
Caetano Pinto de Miranda Montenegro ?
Clemente Ferreira França ?
Sebastião Luís Tinoco da Silva ?
José Joaquim Carneiro de Campos ?
Clemente Ferreira França ?
José Feliciano Fernandes Pinheiro ?
Estêvão Ribeiro de Resende ?
Lúcio Soares Teixeira de Gouveia ?
José Clemente Pereira ?
José Bernardino Batista Pereira de Almeida ?
Lúcio Soares Teixeira de Gouveia ?
João Inácio da Cunha ?
Manuel José de Sousa França ?
João Inácio da CunhaPeríodo regencial
Manuel José de Sousa França ?
Diogo Antônio Feijó ?
Pedro de Araújo Lima ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
Cândido José de Araújo Viana ?
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho ?
Manuel Alves Branco ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja ?
Francisco Jê Acaiaba de Montezuma ?
Bernardo Pereira de Vasconcelos ?
Francisco de Paula Almeida e Albuquerque ?
Francisco Ramiro de Assis Coelho ?
José Antônio da Silva Maia ?
Paulino José Soares de Sousa Segundo reinado(D. Pedro II)
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Paulino José Soares de Sousa ?
Honório Hermeto Carneiro Leão ?
Manuel Alves Branco ?
Manuel Antônio Galvão ?
José Carlos Pereira de Almeida Torres ?
Antônio Paulino Limpo de Abreu ?
Joaquim Marcelino de Brito ?
José Joaquim Fernandes Torres ?
Caetano Maria Lopes Gama ?
Senador Vergueiro ?
Saturnino de Sousa e Oliveira Coutinho ?
José Antônio Pimenta Bueno ?
José Antônio Pimenta Bueno ?
Antônio Manuel de Campos Melo ?
Eusébio de Queirós ?
José Ildefonso de Sousa Ramos ?
Luís Antônio Barbosa ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
Manuel Vieira Tosta ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato ?
Francisco José Furtado ?
Caetano Maria Lopes Gama ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu ?
Zacarias de Góis ?
Francisco José Furtado ?
José Tomás Nabuco de Araújo Filho ?
João Lustosa da Cunha Paranaguá ?
Martim Francisco Ribeiro de Andrada ?
José de Alencar ?
Joaquim Otávio Nébias ?
Manuel Vieira Tosta ?
José Ildefonso de Sousa Ramos ?
Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato ?
Manuel Antônio Duarte de Azevedo ?
João José de Oliveira Junqueira ?
Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque ?
Francisco Januário da Gama Cerqueira ?
Lafayette Rodrigues Pereira ?
Sousa Dantas ?
Rodolfo Epifânio de Sousa Dantas ?
Manuel da Silva Mafra ?
João Ferreira de Moura ?
Francisco Prisco de Sousa Paraíso ?
Francisco Maria Sodré Pereira ?
Afonso Pena ?
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz ?
João Maurício Wanderley ?
Samuel Wallace MacDowell ?
Antônio Ferreira Viana ?
Francisco de Assis Rosa e Silva ?
Cândido Luís Maria de Oliveira República Velha(1.ª República)
Ruy Barbosa ?
Campos Sales ?
Henrique Pereira de Lucena ?
Antônio Luís Afonso de Carvalho ?
Antão Gonçalves de Faria ?
Rodrigues Alves ?
Serzedelo Correia ?
Felisbelo Firmo de Oliveira Freire ?
Alexandre Cassiano do Nascimento ?
Antônio Gonçalves Ferreira ?
Alberto Torres ?
Bernardino José de Campos Júnior ?
Amaro Cavalcanti ?
Epitácio Pessoa ?
Sabino Barroso ?
José Joaquim Seabra ?
Félix Gaspar de Barros e Almeida ?
Augusto Tavares de Lira ?
Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira ?
Rivadávia da Cunha Correia ?
Herculano de Freitas ?
Carlos Maximiliano Pereira dos Santos ?
Amaro Cavalcanti ?
Urbano Santos da Costa Araújo ?
Alfredo Pinto Vieira de Melo ?
Joaquim Ferreira Chaves ?
João Luís Alves ?
Aníbal Freire da Fonseca ?
Afonso Pena Júnior ?
Augusto Viana do Castelo 2.ª, 3.ª e 4.ªRepúblicas
Gabriel Loureiro Bernardes ?
Afrânio de Melo Franco ?
Osvaldo Aranha ?
Maurício Cardoso ?
Francisco Campos ?
Afrânio de Melo Franco ?
Francisco Antunes Maciel Júnior ?
Vicente Rao ?
Agamenon Magalhães ?
José Carlos de Macedo Soares ?
Francisco Campos ?
Marcondes Filho ?
Fernando Antunes ?
Marcondes Filho ?
Agamenon Magalhães ?
Antônio de Sampaio Dória ?
Carlos Luz ?
Benedito Costa Neto ?
Adroaldo Costa ?
Honório Fernandes Monteiro ?
Adroaldo Tourinho Junqueira Aires ?
José Francisco Bias Fortes ?
Negrão de Lima ?
Tancredo Neves ?
Miguel Seabra Fagundes ?
Marcondes Filho ?
Prado Kelly ?
Francisco de Meneses Pimentel ?
Nereu Ramos ?
Eurico Sales ?
Carlos Cirilo Júnior ?
Armando Falcão ?
Oscar Pedroso Horta ?
José Martins Rodrigues ?
Tancredo Neves ?
Alfredo Nasser ?
João Mangabeira ?
Carlos Molinari Cairoli ?
Abelardo de Araújo Jurema Ditadura militar(5.ª República)
Luís Antônio da Gama e Silva ?
Milton Campos ?
Luís Viana Filho ?
Juracy Magalhães ?
Mem de Azambuja Sá ?
Luís Viana Filho ?
Carlos Medeiros Silva ?
Luís Antônio da Gama e Silva ?
Alfredo Buzaid ?
Armando Falcão ?
Petrônio Portella ?
Golbery do Couto e Silva ?
Ibrahim Abi-Ackel Nova República(6.ª República)
Fernando Lyra ?
Paulo Brossard ?
Oscar Dias Correia ?
Saulo Ramos ?
Bernardo Cabral ?
Jarbas Passarinho ?
Célio Borja ?
Maurício José Corrêa ?
Alexandre de Paula Dupeyrat Martins ?
Nelson Jobim ?
Milton Seligman ?
Iris Rezende ?
José de Jesus Filho ?
Renan Calheiros ?
José Carlos Dias ?
José Gregori ?
Aloysio Nunes ?
Miguel Reale Júnior ?
Paulo de Tarso Ramos Ribeiro ?
Márcio Thomaz Bastos ?
Tarso Genro ?
Luiz Paulo Barreto ?
José Eduardo Cardozo ?
Wellington César Lima e Silva ?
Eugênio Aragão ?
Alexandre de Moraes ?
José Levi Mello do Amaral Júnior (interino)?
Osmar Serraglio ?
Torquato Jardim ?
Sérgio Moro
vdeGabinete do presidente Deodoro da Fonseca (1889?1891)Vice-presidente
Floriano Peixoto (1891)
MinistériosFazendaRuy Barbosa (1889?1891)
Tristão de Alencar Araripe (1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)GuerraBenjamin Constant (1889?1890)
Eduardo Wandenkolk (interino) (1890)
Floriano Peixoto (1890?1891)
Antônio Nicolau Falcão da Frota (1891)

MarinhaEduardo Wandenkolk (1889?1891)
Fortunato Foster Vidal (1891)
Secretariasde EstadoAgricultura, Comércioe Obras PúblicasQuintino Bocaiuva (1889)
Demétrio Nunes Ribeiro (1889?1890)
Francisco Glicério (1890?1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)
João Barbalho Uchôa Cavalcanti (1891)Instrução Pública,Correios e TelégrafosBenjamin Constant (1890?1891)
João Barbalho Uchôa Cavalcanti (interino) (1891)
Antônio Luís Afonso de Carvalho (interino) (1891)

Negócios EstrangeirosQuintino Bocaiuva (1889?1891)
Tristão de Alencar Araripe (interino) (1891)
Justo Leite Chermont (1891)

Negócios do InteriorAristides Lobo (1889?1890)
Cesário Alvim (1890?1891)
Tristão de Alencar Araripe (1891)

Negócios da JustiçaRuy Barbosa (interino) (1889)
Campos Sales (1889?1891)
Henrique Pereira de Lucena (1891)
Antônio Luís Afonso de Carvalho (1891)
? Dom Pedro II (Império do Brasil) (1831?1889) ? Gabinete de Floriano Peixoto (1891?1894) ?
vdeGovernadores de São Paulo (1889 ? 2019)República Velha(1.ª República)
Junta governativa paulista de 1889 -
Prudente de Morais -
Jorge Tibiriçá -
Américo Brasiliense ?
Américo Brasiliense ?
Cerqueira César -
Tertuliano Castelo Branco -
Cerqueira César ?
Bernardino de Campos -
Peixoto Gomide ?
Campos Sales -
Peixoto Gomide ?
Fernando Prestes ?
Rodrigues Alves -
Domingos de Morais ?
Bernardino de Campos ?
Jorge Tibiriçá ?
Albuquerque Lins ?
Rodrigues Alves ?
Altino Arantes ?
Washington Luís ?
Carlos de Campos ?
Júlio Prestes -
Heitor Penteado ?
Costa Bueno ?
Júlio Prestes2.ª República
Heitor Penteado -
Hastínfilo de Moura -
Whitaker -
Plínio Barreto -
Lins de Barros -
Laudo Camargo ?
Rabelo -
Pedro de Toledo -
Herculano de Carvalho -
Castilho de Lima -
Daltro Filho -
Armando de Sales ?
Armando de Sales -
Smith Bayma3.ª República
Melo Neto -
Silva Júnior -
Ademar de Barros -
Sousa Costa -
Nogueira de Lima -
Macedo Soares4.ª República
Ademar de Barros ?
Garcez ?
Jânio Quadros ?
Carvalho Pinto ?
Ademar de BarrosDitadura Militar(5.ª República)
Ademar de Barros ?
Natel ?
Abreu Sodré ?
Natel ?
Paulo Egydio ?
Maluf ?
Marin ?
MontoroNova República(6.ª República)
Montoro ?
Quércia ?
Fleury Filho ?
Covas ?
Alckmin ?
Lembo ?
Serra ?
Goldman ?
Alckmin ?
França ?
Doria
vde Presidentes do Brasil Lista de Presidentes ? Presidencialismo no Brasil ? Linha de sucessão ?? Palácio do Planalto ? Palácio da Alvorada ? Granja do Torto ? Palácio Rio Negro ? Casa da Dinda ? Catetinho ? Palácio do Catete ? Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro)
Deodoro da Fonseca (1889?1891)
Floriano Peixoto (1891?1894)
Prudente de Moraes (1894?1898)
Campos Sales (1898?1902)
Rodrigues Alves (1902?1906)
Afonso Pena (1906?1909)
Nilo Peçanha (1909?1910)
Hermes da Fonseca (1910?1914)
Venceslau Brás (1914?1918)
Delfim Moreira (1918?1919)
Epitácio Pessoa (1919?1922)
Artur Bernardes (1922?1926)
Washington Luís (1926?1930)
Getúlio Vargas (1930?1945)
José Linhares (1945?1946)
Eurico Gaspar Dutra (1946?1947)
Getúlio Vargas (1951?1954)
Café Filho (1954?1955)
Carlos Luz (1955)
Nereu Ramos (1955?1956)
Juscelino Kubitschek (1956?1961)
Jânio Quadros (1961)
Ranieri Mazzilli (1961)
João Goulart (1961?1964)
Ranieri Mazzilli (1964)
Castelo Branco (1964?1967)
Costa e Silva (1967?1969)
Emílio Garrastazu Médici (1969?1974)
Ernesto Geisel (1974?1979)
João Figueiredo (1979?1985)
José Sarney (1985?1990)
Fernando Collor de Mello (1990?1992)
Itamar Franco (1992?1995)
Fernando H. Cardoso (1995?2003)
Luiz Inácio Lula da Silva (2003?2011)
Dilma Rousseff (2011?2016)
Michel Temer (2016?2019)
Jair Bolsonaro (2019?presente)
vdeGabinete do presidente Campos Sales (1898?1902)Vice-presidente
Francisco de Assis Rosa e Silva (1898?1902)
MinistériosFazendaJoaquim Murtinho (1898?1902)
Sabino Barroso (1902)GuerraJoão Nepomuceno de Medeiros Mallet (1898?1902)

Indústria, Viação e Obras PúblicasSeverino Vieira (1898?1900)
Alfredo Eugênio de Almeida Maia (1900?1902)
Epitácio Pessoa (interino) (1900?1901)
Antônio Augusto da Silva (1902)

Justiça e Negócios InterioresEpitácio Pessoa (1898?1901)
Sabino Barroso (1901?1902)

MarinhaCarlos Baltasar da Silveira (1898?1899)
José Pinto da Luz (1899?1902)

Relações ExterioresOlinto de Magalhães (1898?1902)
? Gabinete de Prudente de Morais (1894?1898) ? Gabinete de Rodrigues Alves (1902?1906) ?
Controle de autoridade
: Q382919
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