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Campina Grande

Nota: Não confundir com Campina Grande do Sul.Município de Campina Grande
"Rainha da Borborema""Campina""Capital do Trabalho""Liverpool brasileira""Terra do Maior São João do Mundo"
BandeiraBrasãoHino
Aniversário11 de outubro
Fundação1 de dezembro de 1697 (321 anos)
Emancipação11 de outubro de 1864 (154 anos)
Gentílicocampinense
LemaSOLUM INTER PLURIMA"Única entre muitos"
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Conceição
Prefeito(a)Romero Rodrigues (PSD)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Campina Grande na ParaíbaCampina Grande Localização de Campina Grande no Brasil
7° 13' 50" S 35° 52' 52" O7° 13' 50" S 35° 52' 52" O
Unidade federativaParaíba
Região intermediária
Campina Grande IBGE/2017[1]Região imediata
Campina Grande IBGE/2017[1]Região metropolitanaCampina Grande
Municípios limítrofesNorte: Lagoa Seca, Massaranduba, Pocinhos e PuxinanãSul: Boqueirão, Caturité, Fagundes e QueimadasLeste: Riachão do BacamarteOeste: Boa Vista.
Distância até a capital
federal: 2 307 km
estadual: 112 km[2]
Características geográficas
Área593,026 km² [3]
Área urbana42,92 km² (BR: 70º) ? est. Embrapa[4]
Distritos7 [5]
População407 472 hab. (BR: 57º PB: 2º) ? estimativa IBGE/2018[6]
Densidade687,11 hab./km²
Altitude551 m
ClimaTropical As'
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,720 (PB: 3º) ? alto PNUD/2010[7]
Gini0 450 est. IBGE 2003[8]
PIBR$ 8 373 111 mil (BR: 130º) ? IBGE/2016[9]
PIB per capitaR$ 20 534,71 IBGE/2016[9]
Página oficial
Prefeiturawww.campinagrande.pb.gov.br
Câmarawww.camaracg.com.brCampina Grande é um município brasileiro no estado da Paraíba. Considerada um dos principais polos industriais da Região Nordeste bem como principal polo tecnológico da América Latina segundo a revista americana Newsweek,[10] foi fundada em 1 de dezembro de 1697, tendo sido elevada à categoria de cidade em 11 de outubro de 1864. Pertence à Região Geográfica Imediata de Campina Grande e à Região Geográfica Intermediária de Campina Grande. De acordo com estimativas do IBGE de 2018, sua população era de 407 472[6] habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Paraíba, e sua região metropolitana, formada por dezenove municípios, possui uma população estimada em 638 017 habitantes.
Campina Grande é um importante centro universitário, contando com vinte e uma universidades e faculdades, sendo três delas públicas. É também é a cidade com proporcionalmente o maior número de doutores do Brasil, 1 para cada 590 habitantes, seis vezes a média nacional.[11][12][13] Além de ensino superior, o município é destaque também em centros de capacitação para o nível médio e técnico. Também possui o segundo maior PIB entre os municípios paraibanos, representando 15,63% do total das riquezas produzidas na Paraíba. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista Você S/A, no qual Campina Grande aparece como uma das 100 melhores cidades para se trabalhar e fazer carreira do Brasil, única cidade do interior entre as capitais escolhidas no país.[14] O município é ainda considerado a cidade mais dinâmica do Nordeste e a 6ª mais dinâmica do Brasil segundo "A Gazeta Mercantil"[15] e foi apontada como uma das 20 metrópoles brasileiras do futuro.[16]
O município sedia ainda variados eventos culturais, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho (chamado de "O Maior São João do Mundo"), Festival Internacional de Música (FIMUS), Festival Internacional de Jazz (FIMUS Jazz), encontros religiosos como o Encontro da Nova Consciência (ecumênico) e o Encontro para a Consciência Cristã (cristão), realizados durante o carnaval, além do Festival de Inverno e mais de 20 outros eventos.Índice1 História1.1 Ocupação pelos índios Ariús
1.2 Surgimento da vila
1.3 O município
1.4 Crescimento com o ouro branco
1.5 Tech City
2 Geografia2.1 População
2.2 Influência política e econômica
2.3 Região Metropolitana
2.4 Geologia
2.5 Hidrografia
2.6 Vegetação
2.7 Clima
3 Economia3.1 Setores
4 Administração4.1 Prefeitos
4.2 Bairros
5 Turismo e lazer5.1 Áreas verdes
5.2 Shopping centers
6 Cultura6.1 Teatros
6.2 Museus
6.3 Centros culturais
6.4 Artesanato
6.5 Bibliotecas
6.6 Academia de letras
6.7 Cinema
7 Arquitetura
8 Emissoras8.1 TV
8.2 FM
8.3 AM
9 Esporte9.1 Futebol
9.2 Estádios
9.3 Ginásios
10 Transporte10.1 Rodoviário
10.2 Transporte interurbano
10.3 Transporte urbano
10.4 Ferroviário
10.5 Aeroviário
11 Educação11.1 Ensino fundamental e médio
11.2 Ensino superior
11.3 Ensino profissional
12 Saúde
13 Cidades Irmãs
14 Notas e referências14.1 Bibliografia
15 Ver também
16 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: História de Campina Grande
A urbanização do município tem um forte vínculo com suas atividades comerciais desde os primórdios até hoje. Primeiramente o município foi lugar de repouso para tropeiros, em seguida se formou uma feira de gado e uma grande feira geral (grande destaque no Nordeste). Posteriormente, o município deu um grande salto de desenvolvimento devido às atividades tropeiras e ao crescimento da cultura do algodão, quando Campina Grande chegou a ser a segunda maior produtora de algodão do mundo. Atualmente, o município tem grande destaque no setor de informática e desenvolvimento de softwares. Abaixo, seguem-se as etapas da urbanização do município de Campina Grande, passando pelos estados de "sítio", vila e município. Os estrangeiros deram forte contribuição ao desenvolvimento do Município, destacando-se os árabes, alemães, italianos e dinamarqueses, que influenciaram a política durante 20 anos no século XX.Ocupação pelos índios Ariús[editar | editar código-fonte]
Monumento "Os Pioneiros da Borborema".
Normalmente a origem de Campina Grande é creditada à ocupação pelos índios Ariús no sítio de Campina Grande, liderados por Teodósio de Oliveira Lêdo, Capitão-mor dos Sertões, em 1 de dezembro de 1697. Entretanto, alguns autores não concordam com essa versão, sugerindo que o local já era povoado (com o nome de Campina Grande) na chegada de Teodósio com os Ariús. O Capitão-mor teria, nessa última versão, consolidado o povoado (que já encontrava-se povoado) e seu desenvolvimento, integrando o sertão com o litoral, levando em consideração que o posicionamento geográfico de Campina Grande é privilegiado, sendo passagem dos viajantes do oeste para o litoral paraibano.
Em 1750, Campina Grande é elevada a freguesia Nossa Senhora dos Milagres. Posteriormente, o Governo da Capitania de Pernambuco propõe a criação de três vilas no Cariri paraibano. Em 1787, Antônio Felipe Soares de Andrade Preterades resolve homenagear a Rainha de Portugal, D. Maria I, nomeando o local de Vila Nova da Rainha, e estabelecendo a primeira rua do núcleo urbano, com casas de taipa. A igreja construída no alto da ladeira deu origem a várias casas em seus arredores, no que é atualmente a Catedral de Campina Grande. O largo da Matriz, a rua onde foi construída a igreja, posteriormente tornou-se uma das ruas mais importantes da cidade: a Avenida Floriano Peixoto. A economia do povoado era sustentada pela feira das Barrocas, por onde passavam vários boiadeiros e tropeiros.
Assim, devido ao progresso comercial alcançado, aos poucos o povoado evoluiu a vila. À época de seu surgimento, poucas povoações de relevo existiam na Paraíba, a exemplo: Alhandra, Jacoca, Baía da Traição e Cabedelo, no Litoral; Monte Mor, Taipu e Pilar, na região da Várzea; Boqueirão, no Cariri; e Piranhas e Piancó, no Sertão.Surgimento da vila[editar | editar código-fonte]
No fim do século XVIII, a Coroa pretendia criar novas vilas na província. Nesta época, a província da Paraíba era sujeita à de Pernambuco, cujo governador era D. Tomás José de Melo. Em 1787, o ouvidor da província da Paraíba, Antônio F. Soares, pediu ao governador de Pernambuco a criação de três vilas na capitania. Duas dessas vilas o ouvidor criaria em Caicó e em Açu, onde já havia povoamentos que, nesta época, faziam parte da Capitania da Paraíba. A outra, pretendia criar na região do Cariri, que compreendia parte do que hoje são a Microrregião do Cariri Oriental e do Cariri Ocidental. Campina Grande e Milagres eram as duas freguesias candidatas a virarem vila que estavam naquela região.
Assim, em abril de 1790, Campina Grande foi escolhida pelo Ouvidor Brederodes para se tornar vila, devido à suas terras cultivadas produzirem mais riquezas e principalmente devido à sua melhor localização, estando entre a capital no litoral e o sertão.
No dia 6 de abril, Campina Grande passou a ser chamada oficialmente de Vila Nova da Rainha, em homenagem à Rainha Dona Maria I. Apesar da mudança de nome, os habitantes locais continuaram a chamar o lugar de Campina Grande, e somente em textos oficiais e formais o nome Vila Nova da Rainha era utilizado. A cadeia de Campina Grande foi construída em 1814, no largo da Matriz (atual Avenida Floriano Peixoto). Este prédio hoje em dia é o Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.
Assim, Campina Grande alcançou a categoria de vila em 1790. A vila então possuía câmara municipal, cartório e pelourinho. Entretanto, a Vila Nova da Rainha não despertou grande interesse da província e crescia ainda muito lentamente: depois de oito anos criada a vila, possuía pouco mais de cem casas com apenas três mil habitantes. O território ocupado por Campina Grande era bastante abrangente: compreendia o Cariri (a não ser por Serra do Teixeira), parte do Agreste, parte do Brejo, abrangendo os povoados de Fagundes, Boqueirão, Cabaceiras, Milagres, Timbaúba do Gurjão, Alagoa Nova, Esperança, Areial, Montadas, Pocinhos, Puxinanã, Marinho, e outros, ao todo somando um território de mais de 900 km².
Em 1852 a população da Vila já era de 17 900 pessoas. Mas em 1856, uma epidemia matou cerca de 1550 pessoas do lugar, diminuindo quase 10% de sua população, chegando aos corpos ficarem sem espaço para serem sepultados nas igrejas.@media all and (max-width:720px){.mw-parser-output .tmulti>.thumbinner{width:100%!important;max-width:none!important}.mw-parser-output .tmulti .tsingle{float:none!important;max-width:none!important;width:100%!important;text-align:center}}Museu de Arte Popular da ParaíbaParte da estrutura do museu sobre as águas do Açude Velho.O museu foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.A obra é também conhecida como "Museu dos Três Pandeiros".
O município[editar | editar código-fonte]
Em 11 de outubro de 1864, de acordo com a Lei Provincial nº 127,[17] Campina Grande se eleva à categoria do município. Neste momento, a Paraíba tinha dezesseis vilas e mais seis cidades: Parahyba (atual João Pessoa), Mamanguape, Areia, Sousa e Pombal.
O município de Areia, que se tornou município já em 1846, havia se tornado a mais destacada da Paraíba, fora a capital, tanto econômica, social e politicamente. Além disso, Areia tinha grande influência cultural e intelectual. Embora Campina Grande não fosse tão bem edificada quanto Areia, não era menor que ela. Na época, o município de Campina Grande tinha três largos, quatro ruas e cerca de trezentas casas. Possuía, ainda, duas igrejas: a da Matriz (hoje a Catedral) e a Igreja Nossa Senhora do Rosário, que veio a ser destruída mais tarde pelo prefeito Vergniaud Wanderley (hoje existe outra igreja com o mesmo nome). Possuía também uma cadeia e uma Câmara Municipal, Paço Municipal de Campina Grande entre outras construções.
Apesar de todo o desenvolvimento comercial que a cidade obteve, o aspecto urbano da mesma não mudava praticamente nada. Em alguns anos, apenas os prédios da Cadeia Nova, da Casa de Caridade, do Grêmio de Instrução e o Paço Municipal foram construídos. Porém,se tratando de casas, muitas foram construídas fazendo com que, no fim do século XIX, Campina Grande tivesse cerca de 500 casas.
No ano de 1864 foi construído um prédio onde se faria o mercado. Este lugar teve vários nomes, dentre os quais "Largo do Comércio Novo", "Praça da Uruguaiana", "Praça das Gameleiras", "Praça da Independência" e, por fim, "Praça Epitácio Pessoa". Em 1870 uma lei (Lei Provincial nº 381) proibia que se fizessem banhos ou lavagem de roupas e de animais no Açude Novo, assim como ficou proibido vaquejadas nas ruas da cidade. Em 1872, conforme o Decreto Imperial do dia 18 de setembro de 1865, faz padrão o sistema métrico decimal francês em Campina Grande.
Em janeiro do ano de 1944, o então senhor prefeito do município de Campina Grande, Dr. Wergniaud Borborema Wanderley decidiu doar ao município de Esperança, durante a gestão do senhor prefeito Sebastião Vital, as terras equivalentes ao território da atual cidade de Montadas e a zona rural dela circunvizinha. [18] Crescimento com o ouro branco[editar | editar código-fonte]
Algodão pronto para colheita.
Com o tempo a cidade ia se desenvolvendo, mas somente no início do século XX foi que mudanças econômicas e mudanças nas condições de vida vieram a realmente acontecer significativamente.
O algodão no início do século XX foi para Campina Grande a principal atividade responsável pelo crescimento da cidade, atraindo comerciantes de todas as regiões da Paraíba e de todo o Nordeste. Até a década de 1940, Campina Grande era a segunda maior exportadora de algodão do mundo, atrás somente de Liverpool, na Inglaterra. Por isto, Campina Grande já foi chamada de a "Liverpool brasileira". Devido ao algodão, nesses anos Campina viu crescer sua população de vinte mil habitantes, em 1907, para cento e trinta mil habitantes, em 1939, o que representa um crescimento de 650% em 32 anos. João Pessoa só chegou a possuir uma população equivalente na década de 1950 (conforme gráfico da demografia de João Pessoa).
É importante ressaltar que a cidade nunca produziu algodão, seu sucesso na atividade se deve ao fato de que Campina era a única cidade do interior do Brasil a possuir uma máquina de beneficiamento de algodão, a matéria prima necessária para a produção vinha de cidades produtoras vizinhas.
O beneficiamento do algodão teve um impulso importante com a chegada das linhas ferroviárias para a cidade. Com o uso do trem, houve uma grande mudança na economia local: Campina pôde mais facilmente exportar sua produção de algodão beneficiado (o "ouro branco"), assim como outros produtos para os portos mais próximos, principalmente o de Recife.
Até 1931, a Paraíba foi o maior produtor de algodão do Brasil, com produção de 23 milhões de quilos de algodão em caroço. Com a crise do café em São Paulo, este passou a produzir algodão como alternativa. Em 1933, São Paulo já produzia 105 milhões de quilos em comparações com seus 3,9 milhões em 1929. Vários fatores foram responsáveis para a decadência de Campina Grande no ramo do algodão, os principais foram: 1) inexistência de um porto na Paraíba para grandes navios, fazendo com que Campina Grande tivesse que usar o porto de Recife, mais distante, para o transporte do algodão); 2) preço em comparação ao produto de São Paulo; 3) Ingresso de outras empresas estrangeiras no mercado do algodão. Estação Ferroviária Great Western, inaugurada em 1907. Hoje o prédio sedia o Museu de História e Tecnologia do Algodão.
No decorrer do século XX, a capital da Paraíba, João Pessoa, perdeu importância e viu a ascensão de Campina Grande, cidade do interior do estado. A economia pessoense, na primeira metade do século, praticamente se estagnou. Até os anos 1960, era, com um exagero talvez, praticamente uma capital administrativa, pois Campina Grande aproximou-se do posto de João Pessoa de cidade mais importante do estado, já que, nesse período, Campina Grande despontava como importante polo comercial e industrial não só do estado, mas também da Região Nordeste. João Pessoa, naquela época, tinha poucas indústrias e apenas desempenhava funções administrativas e comerciais. A partir dos anos 1960, após grandes investimentos privados e governamentais, tanto do governo estadual quanto do governo federal, João Pessoa ganhou novas indústrias e importância, reafirmando sua posição de cidade principal do estado, em termos econômicos.Tech City[editar | editar código-fonte]
Há muito tempo o município apresenta forte participação na área tecnológica. Nos anos 40, Campina Grande era a segunda exportadora de algodão do mundo, sendo o primeiro lugar Liverpool, na Grã-Bretanha. Em 1967, a cidade recebe o primeiro computador de toda a Região Nordeste do Brasil, que ficou no Núcleo de Processamento de Dados da Universidade Federal da Paraíba, Campus II (hoje Universidade Federal de Campina Grande). Hoje, tantos anos depois, Campina Grande é referência em se tratando de desenvolvimento de Software e de indústrias de informática e eletrônica. Antigo Núcleo de Processamento de Dados da Universidade Federal de Campina Grande. O primeiro computador em universidades do norte-nordeste do Brasil (um IBM 1130) foi instalado aqui, em 1967, ocupando o primeiro andar do prédio.[19]
A revista americana Newsweek escolheu, na edição de abril de 2001, nove cidades de destaque no mundo que representam um novo modelo de Centro Tecnológico. O Brasil está presente na lista com Campina Grande, que foi a única cidade escolhida da América Latina. Em 2003, mais uma menção foi feita à cidade: desta vez referenciada como o "Vale do Silício brasileiro", graças, além da high tech, às pesquisas envolvendo o algodão colorido ecologicamente correto. As nove cidades escolhidas pela Newsweek foram: Akron (Ohio - EUA); Huntsville (Alabama - EUA); Oakland (Califórnia - EUA); Omaha (Nebraska - EUA); Tulsa (Oklahoma - EUA); Campina Grande (Paraíba - Brasil); Barcelona (Espanha); Suzhou (China); Côte d'Azur (França)).
Segundo a revista, o motivo para o sucesso foi a Universidade Federal da Paraíba, Campus II (que em 2002 tornou-se a Universidade Federal de Campina Grande). Desde 1967, quando os acadêmicos conseguiram apoio para comprar o primeiro computador do nordeste, um mainframe IBM de US$ 500 mil, criou-se uma tradição na área de computação que hoje tem reconhecimento em todo o mundo.
Campina Grande possui cerca de setenta e seis empresas produtoras de software, o que representa mais de 500 pessoas de nível superior faturando, ao todo, 25 milhões de reais por ano, o que representa 20% da receita total do município.
Geografia[editar | editar código-fonte]
Imagem de Satélite de Campina Grande
A cidade localiza-se no interior do estado da Paraíba, no agreste paraibano, na parte oriental do Planalto da Borborema, na serra do Boturité/Bacamarte, que estende-se do Piauí até a Bahia. Está a uma altitude média de 555 metros acima do nível do mar. A área do município abrange 594,2 km².
Fazem parte do município de Campina Grande os seguintes distritos: Catolé de Boa Vista, Catolé de Zé Ferreira, São José da Mata, Santa Terezinha e Galante.
Distâncias entre Campina Grande e algumas capitais brasileiras:
125 km - João Pessoa
181 km - Recife
260 km - Natal
375 km - Maceió
531 km - Aracaju
2 095 km - Belo Horizonte
709 km - Fortaleza
879 km - Salvador
1 530 km - São Luís
2 378 km - Rio de Janeiro
2 700 km - São Paulo
1 020 km - TeresinaPopulação[editar | editar código-fonte]
Crescimento da população em Campina Grande ao longo dos anos, a partir de 1697. Pontos azuis significam medições reais, a linha reta é apenas uma interpolação.
Campina Grande possui 407 754 habitantes (densidade demográfica de 656,4 hab/km²), segundo estimativas do IBGE em 2016. Em 1991 o Índice de Desenvolvimento Humano era de 0,647, subindo para 0,721 em 2000.
Houve uma época em que Campina Grande teve um crescimento anormal, devido ao cultivo do algodão, no início do século XX até o final da década de 1930. Nesses anos, Campina viu crescer sua população de 20 mil habitantes, em 1907, para 130 000 habitantes, em 1939, o que representa um crescimento de 650% em 32 anos.Influência política e econômica[editar | editar código-fonte]
Campina Grande exerce grande influência política e econômica sobre o "Compartimento da Borborema", que é composto de mais de 60 municípios (1 milhão de habitantes) [carece de fontes?] do estado da Paraíba. O Compartimento da Borborema engloba 5 microrregiões conhecidas como Agreste da Borborema, Brejo Paraibano, Cariri, Seridó Paraibano e Curimataú.Região Metropolitana[editar | editar código-fonte]
A Região Metropolitana de Campina Grande foi criada pela lei complementar estadual nº 92 de 2009, ela foi aprovada pela assembleia legislativa no dia 17 de novembro de 2009 e sancionada dia 15 de dezembro de 2009 pelo governo do estado.
A Região Metropolitana de Campina Grande compreende os municípios de Campina Grande(cidade sede), Lagoa Seca, Massaranduba, Boqueirão, Queimadas, Barra de Santana, Caturité, Boa Vista, Puxinanã, Fagundes, Gado Bravo, Aroeiras, Itatuba, Ingá, Riachão do Bacamarte, Serra Redonda e Matinhas.
Com a criação da Região Metropolitana de Esperança (RME), no dia 8 de Junho de 2012, a Região Metropolitana de Campina Grande (RMCG), antigamente com 23 municípios, ficou constituída por 17 municípios, depois que os municípios de Esperança, Areial, Montadas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Alagoa Nova e Pocinhos passaram a integrar a nova região metropolitana criada.[20]Geologia[editar | editar código-fonte]
A região polarizada é formada por várias unidades geológicas dentre as quais pode-se destacar: granitóides indiscriminadas, suíte granítica migmatítica, suíte transicional shoshonítica alcalina, suíte Camalaú e complexo São Caetano. O município de Campina Grande é classificado de acordo com a CPRM( Serviço Geológico do Brasil). O município tem cinco diferentes unidades litoestratigráficas que são classificadas de acordo com o seu tempo geológico: Mapa Geológico de Campina Grande/CPRM
oCenozoico
Formação Campos Novos (c): argilito, arenito e basalto.Neoproterozoico
Suíte transicional shoshonítica alcalina Teixeira/Serra Branca (sa): leucogranito e biotita-hornblenda sienito (570 Ma U-Pb);
Suíte calcialcalina de alto potássio Esperança (ck): monzonito a monzogranito (581 Ma U-Pb);
Granitoides de quimismo indiscriminado (i): granitóides diversos (571 Ma U-Pb);
Suíte calcialcalina de médio a alto potássio Itaporanga (cm):granito e granodiorito porfirítico associado a diorito (588 Ma U-Pb);
Granitoides indiscriminados: granito, granosiorito, monzogranito;
Grupo Seridó (s): xisto, quartzito, mármore e rocha calcissilicática.Mesoproterozoico
Suíte granítica-migma títica peraluminosa Recanto/Riacho do Forno:ortognaisse e migmatito granodiorítico a monzogranítico (1037 Ma U-Pb);
Complexo São Caetano: gnaisse, megrauvaca, metavulcânica félsica a intermediária, metavulcânica (1089 Ma U-Pb).Paleoproterozoico
Suíte Camalaú: ortognaisse tona lítico-trondhjemítico-granítico e sienítico;
Complexo Sumé: leucognaisse trondhjemítico paragnaisse, metamáfica/metaultramáfica e anfibolito (retroeclogito).Arqueano
Complexo Cabaceiras: ortognaisse tonalito-granodioritico,intercalações de metamáfica.
Tomando como partida a carta geográfica da CPRM, tem-se a notoriedade que o Mesoproterozóico, Complexo São Caetano: gnaisse, megrauvaca, metavulcânica félsica a intermediária, metavulcânica (1089 Ma U-Pb). Se estende a uma extensão maior na área do município de Campina Grande.
Campina Grande tem a presença de conversões geológicas na área do seu município, como:
Contato geológico;
Falha ou Zona de Cisalhamento Transcorrente Dextra;
Falha ou Zona de Cisalhamento Transcorrente Sinistral;
Lineamentos estruturais (Traços de Superfíceis).Hidrografia[editar | editar código-fonte]
Açude de Bodocongó.
Apesar de Campina Grande não possuir rios de proporção significativa, possui atualmente dois açudes: o Açude Velho e o Açude de Bodocongó. Destes, o maior e mais importante é o Açude Velho, que tem área de mais de 2500 m² e é um dos cartões-postais da cidade.
Antigamente existia um outro açude, o Açude Novo, mas sobre este foi construído um parque público. A região do Açude Novo hoje representa outro importante cartão-postal de Campina Grande com um obelisco que representaria o centro da cidade.
Outra característica hidrográfica Campina Grande separa, como área dispersora de águas fluviais, os afluentes do Rio Paraíba (nas direções sul e sudeste) dos afluentes do rio Mamanguape (direções norte e nordeste).Vegetação[editar | editar código-fonte]
A flora é bastante diversificada, apresentando formações de palmáceas, cactáceas em geral, legumináceas e bromeliáceas, além de rarefeitas associações de marmeleiros, juazeiros, umbuzeiros, algarobos, etc.
Campina Grande encontra-se próxima das fronteiras de várias microrregiões de climas e vegetações distintas. Ao nordeste do município, a vegetação é mais verde e arborizada, como no Brejo Paraibano. Ao sudeste, encontra-se uma paisagem típica do agreste, com árvores e pastagens. A caatinga, vegetação rasteira, é a predominante no oeste e sul do município, típicos do clima e vegetação do Cariri.Arborização
Ver artigo principal: Arborização de Campina Grande
As quinze plantas ou árvores mais utilizadas na arborização campinense são (da mais frequente à menos frequente): Cássia de Sião, Algaroba, Sombreiro, Castanhola, Mata-fome, Monguba, Ipê-amarelo, Flamboyant, Oitizeiro, Ficus-benjamina, Oliveira, Palmeira-imperial, Aroeira-da-praia, Espatódea e Cássia-brasil.Clima[editar | editar código-fonte]
Maiores acumulados de precipitação em 24 horasem Campina Grande por meses (INMET)[21]
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro58,2 mm27/01/1968Julho110,1 mm17/07/2011
Fevereiro79,5 mm14/02/2011Agosto48,1 mm09/08/2000
Março107,4 mm02/03/2011Setembro70,9 mm18/09/1977
Abril105 mm10/04/1978Outubro22,8 mm05/10/1976
Maio81,7 mm04/05/2011Novembro31,8 mm25/11/1966
Junho77,6 mm18/06/2010Dezembro68,8 mm01/12/1976
Período: 1963-1970, 1973-1984 e 1993-presenteO município está incluído na área geográfica de abrangência do clima semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.[22]
Apesar disso, por situar-se no agreste paraibano, entre a Zona da Mata e o sertão e a uma altitude de 500 metros de altitude acima do nível do mar, Campina Grande possui um clima com temperaturas mais moderadas, considerado tropical com estação seca (As, de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger), com chuvas concentradas nas estações do outono e do inverno, de março a agosto. No verão, as temperaturas ficam mais altas, com máximas de 31 °C e mínimas de 21 °C. Já no inverno, o tempo não chega a esquentar, com máximas entre 26 °C e 28 °C, e mínimas de 19 °C.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1963 a 1970, 1973 a 1984 e a partir de 1993, a menor temperatura registrada em Campina Grande foi de 13,2 °C em 29 de agosto de 1963,[23] e a maior atingiu 34,6 °C em 11 de março de 2010.[24] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 110,1 mm (milímetros) em 17 de julho de 2011. Outros grandes acumulados foram 107,4 mm em 2 de março de 2011 e 105 mm em 10 de abril de 1978.[21]
Dados climatológicos para Campina Grande
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)34,134,234,634,332,831,930,431,932,133,533,833,8 34,6
Temperatura máxima média (°C)30,730,530,129,127,72625,626,32829,830,530,8 28,8
Temperatura média compensada (°C)24,724,724,724,323,422,121,521,522,523,524,224,5 23,5
Temperatura mínima média (°C)21,221,321,421,120,519,318,618,51919,920,420,9 20,2
Temperatura mínima recorde (°C)16,214,217,3161614,613,313,213,71514,815,3 13,2
Precipitação (mm)45,662,8107,189,3101,7123,696,780,13012,512,315,3 777
Dias com precipitação (? 1 mm)66810131512115323 94
Umidade relativa compensada (%)74,37577,479,281,68482,980,374,771,37172 77
Horas de sol239,3213,7223,7203,9184,4149,3163,7197,2236,9270,1265,6247 2 598,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[25] recordes de temperatura de 1963 a 1970, 1973 a 1984 e 1993-presente)[23][24] Economia[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Economia de Campina Grande
Campina Grande possui um PIB de 8,373 bilhões de reais (IBGE 2016, sendo o segundo município com maior PIB do estado da Paraíba. Em 2009, possuía o segundo maior PIB do interior do Nordeste ficando atrás apenas de Feira de Santana (BA).[9]
As principais atividades econômicas do município de Campina Grande são: extração mineral; de beneficiamento e de desenvolvimento de software; comércio varejista,culturas agrícolas; pecuária; indústrias de transformação, atacadista e serviços.
O município é grande produtor de software para exportação.
A posição privilegiada de Campina Grande contribui para que seja um centro distribuidor e receptor de matéria-prima e mão-de-obra de vários estados. Campina Grande tem grande proximidade com três capitais brasileiras: Natal, João Pessoa e Recife. Além disso, dentro do próprio estado, situa-se no cruzamento entre a BR-230 e a BR-104.Setores[editar | editar código-fonte]
Em 2003, Campina Grande possuía aproximadamente 1229 fábricas (atividade industrial), 200 casas de comércio atacadista e 3200 unidades de comércio varejista. No setor de prestação de serviços, Campina Grande é um importante centro econômico, especialmente para as dezenas de cidades que fazem parte do Compartimento da Borborema.
A área de informática movimenta anualmente cerca de 30 milhões de dólares (o que ainda é bem pouco perto do grande potencial dos softwares), com cerca de 50 empresas de pequenas, médio e grande porte.
Na agricultura, destaca-se o algodão herbáceo, feijão, mandioca, milho, sisal, além de outros produtos de natureza hortifrutigranjeira que representam 6000 toneladas mensalmente comercializadas.
A pecuária atua em função da bacia leiteira. Já em 1934, era inaugurada a primeira usina de pasteurização do município.
É uma cidade conhecida por Educação, que conta com mais de 7 IES, públicas e privadas.Administração[editar | editar código-fonte]
Mapa das subdivisões de Campina Grande.
Campina Grande possui o segundo maior colégio eleitoral da Paraíba com 266 516 eleitores distribuídos em 598 secções e quatro zonas eleitorais. O primeiro Colégio Eleitoral de Campina Grande foi criado em 1878, e possuía apenas 34 eleitores.Prefeitos[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Lista de prefeitos de Campina Grande
Até 1895, as funções executivas de Campina Grande eram exercidas pelo Conselho Municipal. Em 2 de março de 1895, o cargo de Prefeito Municipal foi criado, pela Lei Estadual nº 27, sendo o primeiro prefeito de Campina foi o major Francisco Camilo de Araújo e o primeiro vice-prefeito Silvino Rodrigues de Sousa Campos.
Somente em 1947 o povo passou a escolher os prefeitos da cidade diretamente, através das eleições. O prefeito atual de Campina Grande é o ex-deputado federal Romero Rodrigues. Mapa dos bairros de Campina Grande
Bairros[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Lista de bairros e distritos de Campina Grande
Em Campina Grande existem oficialmente 52 bairros.Turismo e lazer[editar | editar código-fonte]
Cidade cenográfica do São João de Campina Grande.
Herdeira da cultura nordestina, Campina Grande luta por manter vivo o rico patrimônio representado pelas manifestações culturais e populares dessa região. A quadrilha junina, o pastoril, as danças folclóricas, o artesanato, etc., são alguns exemplos de manifestações da cultura popular que ainda encontram lugar na cidade. Maior São João do Mundo, evento que acontece na cidade de Campina Grande. É O maior evento do estado da Paraíba, onde durante um mês a festividade no Parque do Povo costuma reunir 2 milhões de pessoas. Foto: 2015
Historicamente, Campina Grande teve, e continua tendo, papel destacado como polo disseminador da arte dos mais destacados artistas arraigados na cultura popular nordestina, a exemplo dos "cantadores de viola", "emboladores de coco", poetas populares em geral. Especialmente na música, é inegável a importância desta cidade na divulgação de artistas do quilate de Luiz Gonzaga, Rosil Cavalcante, Jackson do Pandeiro, Zé Calixto, dentre muitos, e até pelo surgimento de outros tantos como Marinês, Elba Ramalho, etc
Eventos como "O Maior São João do Mundo", Festival de Violeiros, "Canta Nordeste", as vaquejadas que se realizam na cidade, além de programações específicas das emissoras de rádio campinenses, contribuem fortemente para a preservação da cultura regional. Campina Grande também é a sede do maior encontro de apologia cristã do mundo, o Encontro para a Consciência Cristã, que reúne milhares de pessoas das mais diversas denominações cristãs durante o carnaval, para debater temas ligados à fé, ética e sociedade. O evento foi incluído do calendário oficial da cidade em 2007[26] e no calendário turístico do Estado da Paraíba em 2015.[27]Áreas verdes[editar | editar código-fonte]
Açude de Bodocongó
O Açude de Bodocongó um açude de água salgada originalmente criado por conta da escassez de água na região, uma vez que o Açude Novo e o Açude Velho já não estavam suprindo as necessidades da população. Além do mais, o Açude de Bodocongó fica muito distante dos Açudes Novo e Velho, podendo abastecer gente que morava muito longe do centro da cidade.Mata Florestal
A Mata Florestal do distrito de São José da Mata encontramos um pouco da Mata Atlântica existente no local. Açude Velho à esquerda.
Açude Velho
O Açude Velho foi o primeiro açude que Campina Grande teve. Foi construído por causa da seca que o Nordeste enfrentou de 1824 a 1828. Assim, a construção do Açude Velho pelo governo provincial da Paraíba foi iniciada em 1828 e concluída em 1830, sendo, por quase um século, o maior açude de Campina Grande. É onde estão localizados o monumento -símbolo de Campina Grande "Os Pioneiros" e as estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.Açude Novo
O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz é um parque em formato circular que fica no Centro da cidade, próximo ao Parque do Povo. Atualmente trata-se de um parque de 46 875 m² com muitos bancos e árvores, assim como pequenos restaurantes que ficam em volta de uma fonte. Um grande obelisco se encontra no centro do parque. No passado, era um açude de verdade.Louzeiro
O espaço Louzeiro, localizado entre os bairros da Conceição, Jeremias, Rosa Mística, Alto Branco, Jenipapo, Cuités e Palmeiras, é uma área de preservação ambiental. Sua rica diversidade natural faz parte da história do município de Campina Grande e, em consequentemente, a do estado da Paraíba. E, segundo a classificação de caatinga de George Eitel, o bioma do Louzeiro se enquadra no tipo Caatinga Florestal, possuindo árvores de grande porte como Baraúnas, Malungus, Catanduvas entre outras.Parque das Pedras
Localiza-se entre os municípios de Campina Grande e Pocinhos, sua fauna e flora pode ser contemplada por todos que conhecem. Pirâmide do Parque do Povo
Parque do Povo
O Parque do Povo, onde é realizado O Maior São João do Mundo e o Encontro para a Consciência Cristã, possui uma área de 42 mil e 500 metros quadrados situada no centro de Campina Grande. É no Parque do Povo que se situa a "Pirâmide do Parque do Povo", que é a única área coberta do Parque, em formato de uma pirâmide. Vista da Praça da BandeiraArena Unifacisa
A arena Unifacisa foi inaugurada em Agosto de 2017, com 1.300 metros quadrados, conta com estrutura diferenciada: piso de madeira maciça, com amortecedores para absorver os impactos, arquibancada móvel para 800 pessoas, que foi fabricada nos Estados Unidos.Praça Clementino Procópio
A Praça Clementino Procópio, onde se encontra um monumento feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo, bem como coretos e diversas estátuas, é popularmente também conhecida por "Praça dos Hippies".Praça da Bandeira
A Praça da Bandeira, ou Praça dos Pombos, é o principal ponto de encontros devido principalmente a sua posição estratégica no coração do centro da cidade.Outras áreas verdes
Como outras áreas verdes de Campina Grande, existem o Parque da Criança, o Parque da Pedras, a Praça do Trabalho, Parque da Liberdade, dentre outras.Shopping centers[editar | editar código-fonte]
Partage, Luíza Motta, Cirne Center, Babilônia, Center Campina Grande e Edson Diniz.
Cultura[editar | editar código-fonte]
Teatro Municipal Severino Cabral durante o Encontro da Nova Consciência.
Teatros[editar | editar código-fonte]
História
A história do teatro em Campina Grande tem início em 1925, quando foi fundado o "Cine Teatro Apolo", o que acarretou no surgimento do primeiro grupo teatral campinense, "O Corpo Cênico do Grêmio Renascença".
A década de 1940 não ofereceu novidades para as artes cênicas em Campina. Na década de 1950, foi implantado o "Rádio-Teatro Borborema", por Fernando Silveira. Ainda nos anos 1950, o pernambucano Raul Prhyston criou o grupo teatral "Os Comediantes", com principais peças sendo "A Mulher que Veio de Londres" e "A Vida tem três Andares". Atualmente existe um teatro com o nome deste pernambucano, o Teatro Raul Prhyston.
Em 1962, o Teatro Municipal Severino Cabral foi fundado, de grandes dimensões para a época, impulsionando o teatro campinense.
O Festival de Inverno de Campina Grande surgiu em 1975, divulgando e apresentando muitas peças e shows teatrais.
O Teatro Facisa foi inaugurado no dia 28 de novembro de 2012, é uma referência no que tange à imponência de sua infraestrutura. Possui mecanismos cênicos de alto padrão equiparando-se aos grandes teatros do sul e sudeste do Brasil, o que lhe permite entrar na rota de apresentação de grandes espetáculos nacional e internacional.
Na década de 1980, a crise econômica brasileira, que afetou o teatro, e a decadência física do Teatro Municipal Severino Cabral, reduziram o número de grupo teatrais, sendo esta época de poucos acontecimentos no campo das artes cênicas, a não ser pelo Festival de Inverno.Principais teatros
Teatro Municipal Severino Cabral
Teatro Paulo Pontes (anexo do Municipal)
Teatro Raul Prhyston
Teatro Rosil Cavalcanti
Teatro Elba Ramalho
Teatro do Hotel Garden
Teatro do Espaço CluturalSESC Centro
Teatro Facisa
Teatro Ariano Suassuna Colégio Motiva Ambiental
Museus[editar | editar código-fonte]
Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.
Campina Grande possui doze museus, onde guardam-se partes importantes de acervos culturais da Campina Grande, Estado e do Brasil. São eles:Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande - Localiza-se no centro da cidade.
O acervo do Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande dedica-se ao desenvolvimento histórico, social e cultural de Campina Grande. Possui Fotografias, |artigos, mapas, móveis, armas, veículos, joias, bonecos e ferramentas organizados de forma a contar a história da cidade.Museu de História Natural
Museu de Artes Assis Chateaubriand
O Museu de Artes Assis Chateaubriand é composto atualmente de 474 obras de arte ONDE podem ser encontradas várias técnicas e procedimentos de artes, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos. Apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro.
A Coleção Assis Chateaubriand, com 120 obras, pode ser vista em parte no Prédio Histórico da Reitoria, na UEPB. Localiza-se no Catolé, bairro da zona sul da cidade.Museu Luiz Gonzaga
O Museu de Luiz Gonzaga é dedicado ao compositor popular Luiz Gonzaga. O acervo é composto de fotos, discos, jornais, gravações sobre o Rei do Baião Luiz Gonzaga. Localiza-se no Santa Rosa, bairro da zona oeste da cidade, mas está momentaneamente desativado.Museu de História e Tecnologia do Algodão - Localiza-se na tradicional Estação Velha, área bem próxima ao centro da cidade.
Museu Geológico da UFCG
Museu do Semiárido Nordestino da UFCG
Museu do Maior São João do Mundo
Museu de Esporte Plínio Lemos - Localizado no bairro José Pinheiro, zona leste.
Museu Vivo do Nordeste
Museu de Arte Popular da Paraíba
SESI Museu Digital
Centros culturais[editar | editar código-fonte]
No Centro Cultural Lourdes Ramalho, a prefeitura de Campina Grande oferece diversos cursos (várias áreas, como dança, artes marciais, música, idiomas, etc.) em todos os turnos e horários, por mensalidades ou anualidades acessíveis à população em geral. Também existem outros centros ou espaços culturais: Espaço Cultural do SESC Centro, Espaço Cultural Casa Severino Cabral e o Centro de Cultura Hare Krisna.Artesanato[editar | editar código-fonte]
A Vila do Artesão foi construído na gestão do então prefeito Veneziano Vital do Rêgo Neto. É um complexo com 77 lojas, 04 restaurantes, 04 lanchonetes e 06 galpões, onde, mais de trezentos artesãos e artesãs produzem e comercializam seus produtos.Bibliotecas[editar | editar código-fonte]
Biblioteca Átila Almeida da UEPB
Biblioteca Central da Universidade Federal de Campina Grande
Biblioteca do Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande
Biblioteca do SESC Açude Velho
Biblioteca José Alves Sobrinho Museu Assis Chateaubriand
Biblioteca do SESC Centro (Campina Grande)Biblioteca do SESC Centro
Biblioteca Municipal Félix Araújo
Biblioteca Central UNIFACISA
Biblioteca do Seminário Diocesano São João Maria Vianney
Núcleo Bibliotecário Campinense 77 Bibliotecas
Academia de letras[editar | editar código-fonte]
A cidade tem sua academia de letras, denominada Academia Campinense de Letras, entidade literária máxima em Campina Grande.Cinema[editar | editar código-fonte]
História
O Cinema chegou em Campina Grande 14 anos depois de os irmãos Lumière inventarem o cinematógrafo. Isso aconteceu com a inauguração do Cine Brazil, em 1909 no antigo prédio da instrução no bairro das Boninas.
Em 1910, surgiu o Cine Popular do Sr.José Gomes. O cinema popular era frequentado por pessoas de baixa renda. Obelisco de Campina Grande, no Parque Açude Novo.
A experimentação cinematográfica campinense não funcionou a muito contento. Em sua primeira fase veio os Cine Apollo de 1912 e Cine Fox de 1918. Mas a era de ouro do cinema campinense deu-se com a transformação do cinema mudo para o falado. Foi Olavo Wanderley que em 20 de novembro de 1934 inaugura a maior sala de exibição cinematográfica campinense, Capitólio, com capacidade para 1.000 lugares na Praça Clementino Procópio. Com o fechamento do Cine Apollo e Cine Fox, surge em 1936 o Cine Para todos. Mas foi no dia 7 de julho de 1939, com a exibição do filme Primavera, que surge o Cinema Babilônia, uma luxuosa casa de exibição para encontro com a sociedade. O Babilônia possuía 898 lugares e concorria diretamente com o Capitólio.
Com o fim da II guerra Mundial, Campina grande ganhou importantes salas de exibição cinematográfica: Cine São José, Cine Avenida e Cine Arte. Atualmente a cidade de Campina Grande conta com salas de exibições no shopping Partage, no Ginásio AABB e no Espaço Cultural do SESC/Centro. Os cinemas Capitólio e São José são tombados pelo IFHAEP.[carece de fontes?]Arquitetura[editar | editar código-fonte]
Biblioteca Municipal Felix Araújo, exemplo de arquiteutura Art Déco em Campina Grande.
A arquitetura de Campina Grande mescla elementos contemporâneos, como grandiosos e modernos edifícios, que vêm sendo largamente construídos na cidade desde o início da década de 2000, com construções antigas e de grande importância histórica, principalmente no chamado Centro Histórico de Campina Grande. Destaca-se a arquitetura em art déco, estilo surgido no início do século XX que influenciou tanto a arquitetura quanto as artes plásticas. Campina Grande possui um dos mais importantes e bem conservados acervos de construções em Art Déco do Brasil, onde os prédios são utilizados para empresas do ramo comercial, porém sendo as mesmas obrigadas a preservar as fachadas.[carece de fontes?]Emissoras[editar | editar código-fonte]
TV[editar | editar código-fonte]
CanalHDEmissoraRede
0321 (3.1)TV ParaíbaGlobo
0538 (5.1)*TV AparecidaTV Aparecida
0716 (7.1)TV ManaíraBandeirantes
0930 (9.1)TV BorboremaSBT
1135 (11.1)TV MaiorRede TV!
1326 (13.1)TV CorreioRecordTV
1428 (14.1)*Record NewsRecord News
1918 (19.1)TV ItararéCultura
2324 (23.1)Rede VidaRede Vida
25*Rede Século 21Rede Século 21
29*Rede 21TV Universal
29 (29.1)*TV Três FronteirasTV Aparecida
31*NGT Rio de JaneiroNGT/TV Plenitude
31 (31.1)*TV 3º MilênioTV Evangelizar
33*CNT BahiaCNT/TV Universal
39*CNTTV Universal
45*Ideal TVTV Universal
47*TV TambaúSBT
48*Canção NovaCanção Nova
25*Rede MinasRede Século 21
51 (51.1)Rede MercosulRede Mundial/TV Assembleia PRFM[editar | editar código-fonte]
FrequênciaEmissora
87,9Lagar FMRádio Comunitária - Zona Oeste
87,9Arius FMRádio Comunitária - Zona Sul
87,9Shallon FMRádio Comunitária - Zona Norte
87,9Rádio da MataRádio Comunitária - São José da Mata
87,9Galante FMRádio Comunitária - Galante
93.1Campina FM
97.3Panorâmica FM
98.1Correio FM (Correio Sat)
98.9Rádio IFPBEm Implantação
101.1101 FM
102.7Rede Fé
103.5CBN Campina Grande (CBN)
104.1Rádio Caturité
105.9Mix FM Campina GrandeEm implantação
107.3Arapuan FMAM[editar | editar código-fonte]
FrequênciaEmissora
1050Rádio Caturité
1310Rádio CidadeEsporte[editar | editar código-fonte]
Futebol[editar | editar código-fonte]
Atualmente em Campina Grande se destacam o Campinense e o Treze, considerados entre os maiores times do estado. Diferente dos outros estados onde a capital se concentra como principal pólo futebolístico, Campina Grande é o palco das maiores glórias do estado.Equipes locais
Campinense Clube - tem como cores o vermelho e o preto. É conhecido como "Raposa" e "Rubro-Negro paraibano". Seus torcedores são dominados de "Raposeiros". Tem estádio próprio, Estádio Renato Cunha Lima ("O Renatão"), local onde se localiza o Centro de Treinamento do clube, lá o Campinense faz seus treinos e alguns amistosos. Dentre dos seus principais títulos estão: 1 Copa do Nordeste (2013) e um vice-campeonato da mesma competição (2016) feitos únicos no estado, 1 Taça Brasil Fase-Nordeste (1962), 1 vice campeonato Brasileiro da Segunda Divisão (1972)6 Torneios Início do Campeonato Paraibano, 1 Torneio Paraíba-Rio Grande do Norte (1962), 1 Torneio Heleno nunes (1977), 21 Campeonatos Paraibanos e diversos outros títulos. O Campinense é único time do estado Hexa campeão Paraibano (1960-1965) e penta campeão Paraibano (1971-1975). A Raposa também é o único time do estado a subir para a série B do Campeonato Brasileiro (2008) no século XXI. Sua torcida está estimada entre 350 à 400 mil torcedores. A torcida do Campinense é conhecida como a mais vibrante e entusiasmada do estado.
Treze Futebol Clube - tem como cores o preto e o branco. Apelidado por seus torcedores de "Galo", também é conhecido como "O Galo da Borborema" e "o Alvinegro de Campina Grande". É dono do único estádio particular capaz de receber jogos oficiais no estado, o Presidente Vargas, que tem capacidade para 12.000 pessoas. O local atualmente passa por melhorias no acesso e na segurança e em breve será ampliado com a construção de arquibancadas atrás da trave sul, o único local do estádio que ainda não recebe torcedores. O clube é conhecido por ter a maior torcida do estado da paraíba. O Treze tem 14 títulos estaduais, inclusive um conquistado de forma invicta (1966) e é o maior campeão do estado no nos anos 2000, com 6 conquistas. Em 1986 ganhou o Campeonato Brasileiro - série B e em 2005 chegou ao quinto lugar na Copa do Brasil, eliminando Associação Desportiva São Caetano e Coritiba Foot Ball Club.
Associação Desportiva Perilima
Associação Atlética Leonel
Grêmio Recreativo Serrano
Lucena Esporte Clube
Sport Clube Campina Grande
Estádio Governador Ernani Sátyro.*Título não reconhecido oficialmente pela CBF[28]
Rivalidade
Campinense e Treze já se enfrentaram 394 vezes, no chamado Clássico dos Maiorais. São mais de 50 anos de jogos de pura emoção. O "Galo da Borborema" superou a "Raposa" em 135 oportunidades. Os dois times empataram outras 154 vezes e a "Raposa" bateu o "Galo" 105 vezes. No total o Treze fez 445 gols e o Campinense outros 392 gols. A maior goleada do clássico é: Campinense 6 x 2 Treze no dia 30 de abril de 1969.[29]Atletas
Givanildo Vieira de Sousa, mais conhecido como Hulk, atacante do Zenit e da seleção brasileira.
Mari Paraíba, jogadora brasileira de voleibol
Fábio Ferreira, ex-zagueiro do Botafogo, atualmente na Ponte Preta.
Antônio "Bigfoot" Silva - Lutador de MMA - UFC
Bethe "Pittbull" Correia - Lutadora de MMA - UFC
Estádios[editar | editar código-fonte]
Estádio O Amigão
Estádio Presidente Vargas ? Estádio pertencente ao Treze Futebol Clube. Único estádio particular da Paraíba com condições de receber jogos oficiais, recebendo jogos oficiais do campeonato estadual e nacional, e funciona também como C.T. do Treze Futebol Clube. Com capacidade para 8.000 torcedores. Vizinha ao estádio há uma concentração para os atletas. É o maior e melhor estádio particular da Paraíba e um dos melhores do interior nordestino. Atualmente passa por ampliação de sua capacidade e por melhorias no acesso e segurança.
Estádio Renato Cunha Lima ?Estádio pertencente ao Campinense Clube, com capacidade para 5.000 torcedores, está sendo preparado para receber partidas oficiais em breve. O local abriga também a Concentração do Campinense, que em 2013 passou por uma grande reforma e hoje é uma das melhores do Nordeste.
Estádio Municipal de Campina Grande - Estádio inaugurado no ano de 2016, pelo então prefeito da cidade Romero Rodrigues. O estádio fica localizado no distrito de Galante e tem capacidade para 2.000.
Ginásios[editar | editar código-fonte]
Campina Grande conta com alguns ginásios: Complexo Esportivo Plínio Lemos, Ginásio BNB, Ginásio da AABB, Ginásio do Campestre, Ginásio do Trabalhador, Ginásio "O Meninão", dentre outros.Transporte[editar | editar código-fonte]
Rodoviário[editar | editar código-fonte]
Pátio do Terminal Rodoviário de Campina Grande.
A cidade de Campina Grande possui um importante sistema rodoviário que possibilita sua interligação com as capitais, principais centros do Nordeste e demais cidades do estado e da Região. Normalmente, Campina Grande faz parte da maioria das rotas entre o interior (parte do Sertão e Agreste) e o litoral. Suas rodovias, totalmente asfaltadas, são composta pelas rodovias federais BR-104, BR-230, BR-412 e conexões BR-230/104 e Alça Sudoeste, além de outras rodovias estaduais.Transporte interurbano[editar | editar código-fonte]
Campina Grande dispõe de um moderno Terminal Rodoviário de Passageiros (o Terminal Rodoviário Argemiro de Figueiredo) que estabelece interligação com os mais importantes centros e capitais da região e de todo o país, registrando um grande fluxo diário de passageiros. Campina Grande, na saída para João Pessoa.
Para dar suporte a ônibus que fazem linhas intermunicipais de curta distância, a cidade dispõe ainda do Terminal Rodoviário "Cristiano Lauritzen", popularmente conhecido como Rodoviária velha.Transporte urbano[editar | editar código-fonte]
O sistema de transportes urbanos da cidade é gerenciado pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos - STTP, autarquia municipal de direito público, com autonomia administrativa e financeira. Entre outras atribuições, cabe à STTP planejar, coordenar e executar o sistema viário de Campina Grande, além de controlar o sistema de transporte coletivo, moto-táxis e de táxi, no âmbito municipal.
No tocante ao atendimento, cerca de 95% da área do município é servida pelo sistema de transporte coletivo, com uma frota de mais de 200 ônibus urbanos, em 19 linhas, agrupadas em quatro grandes grupos: Circulares, Transversais, Radiais, e Distritais.
Em 2007, deu-se início à construção do primeiro terminal do sistema integrado de ônibus, no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo). Foi também instalado o sistema de bilhetagem eletrônica em outubro de 2007. Em 2008, foi inaugurado o primeiro Terminal de Integração de Campina Grande, localizado no largo do Açude Novo. O sistema integra cerca de 90% das linhas de transporte coletivo nos sentidos centro-bairro e bairro-centro.
Além dos transportes coletivos, a cidade tem a disposição cerca de 586 táxis e 1000 mototaxistas cadastrados.Ferroviário[editar | editar código-fonte]
O Município é atendido pelo sistema de transporte ferroviário sob administração da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), que faz a interligação com várias cidades do estado, do litoral à zona sertaneja (inclusive sua capital, João Pessoa), com o porto de Cabedelo, além de outras capitais do Nordeste, em uma linha que percorre desde Propriá, em Sergipe, até São Luís, Maranhão.
Este tipo de transporte disponível é um grande reforço de infraestrutura, permitindo o escoamento de parte importante da produção do estado para outros centros de consumo e o barateamento dos custos de transporte.Aeroviário[editar | editar código-fonte]
Fachada do Aeroporto Presidente João Suassuna.
O sistema de transporte aeroviário de Campina Grande dispõe do Aeroporto Presidente João Suassuna - com pista de 1600 m de extensão por 45 m de largura - que possui todo o serviço de infra-estrutura para o apoio e a segurança das aeronaves. Operando com tráfegos regular e não regular, conta com voos diários, interligando a cidade aos mais diversos centros e capitais do país. Operam no aeroporto as companhias Azul e Gol.[30]
A cidade dispõe também do Aeroclube de Campina Grande, localizado no distrito de São José da Mata, que opera com aviões de pequeno porte, nas atividades comercial e de lazer.Acidentes Aéreos
Em Campina Grande já ocorreram dois acidentes aéreos. O primeiro em 7 de outubro de 1948, onde um avião de pequeno porte, modelo Douglas DC-3, registro PP-LPB, da companhia Linhas Aéreas Paulista, caiu sobre um residência na rua Irineu Joffliy. Felizmente não houve vítimas fatais.
O segundo acidente ocorreu em 5 de setembro de 1958, onde um avião comercial após sobrevoar a cidade e não conseguir pousar veio a cair no bairro do Serrotão. Nesse acidente faleceram 13 pessoas. A aeronave de modelo Curtiss C-46, registro PP-LDX da companhia Lóide Aéreo Nacional. Entre os sobreviventes, o então funcionário do Banco do Nordeste (e futuro trapalhão) Renato Aragão.[31]Educação[editar | editar código-fonte]
História
Foi em 1822 que foi fundada a primeira escola em Campina Grande, numa época que a lei exigia o ensino da leitura, das quatro operações matemáticas básicas, noções de geometria prática, gramática do português e a religião católica. O primeiro professor da rede pública de Campina Grande foi Antonio José Gomes Barbosa.
Até o ano de 1849, só podiam participar das escolas públicas em Campina Grande pessoas do sexo masculino. As primeiras escolas para mulheres foram criadas em 1857.
O primeiro grupo escolar da cidade foi o "Solon de Lucena", que existe até hoje. O prof. Clementino Procópio fundou a primeira escola privada em Campina Grande, a escola "São José". Depois disso, outras escolas particulares, como o colégio Pio XI, colégio Alfredo Dantas e, em 1931, o colégio Imaculada Conceição (DAMAS), todos existentes até hoje.
Em 1954, foi fundado o Colégio Estadual da Prata, também conhecido como "O Gigantão da Prata".Atualmente
Campina Grande dispõe de uma ampla rede escolar e universitária que se destaca não só pela quantidade dos estabelecimentos públicos e privados existentes, mas pela extensão, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, abrangendo várias áreas do conhecimento humano.Ensino fundamental e médio[editar | editar código-fonte]
Campina Grande possui o maior colégio estadual de ensino médio da região como também o segundo maior colégio do estado da Paraíba, o Colégio Estadual da Prata (Colégio Estadual Dr. Elpídio de Almeida), fundado em 1954, com capacidade de mais de 3500 alunos, que beneficia não somente estudantes campinenses, mas de diversas cidades. Campina também possui colégios particulares, dos quais podemos citar: o Espaço Educacional Carmela Veloso, o Colégio Motiva, o Colégio Virgem de Lourdes - Lourdinas, o Colégio Imaculada Conceição - DAMAS, o Colégio Panorama, a Escola Santo Onofre, o Colégio Djanira Tavares - CDT, o Colégio Alfredo Dantas - CAD, Colégio e Curso Petrônio Figueiredo e Colégio Autêntico (que estiveram dentre as 25 melhores médias do ENEM 2015-2016 da Paraíba).Ensino superior[editar | editar código-fonte]
Universidades públicas
Possui duas universidades públicas e um instituto federal:
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) é uma instituição de ensino superior e técnico, pública e federal, que possui uma campus em Campina Grande. A instituição conta com os cursos superiores de Tecnólogo em Telemática, Tecnólogo em construção de edifícios e Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Física e Bacharelado em Engenharia da Computação, além dos cursos técnicos integrados e subsequentes em Mineração, Manutenção e Suporte em Informática, Petróleo e Gás e Informática. O IFPB também dispõe de cursos do Pronatec entre outros cursos de extensão que é disponível para a comunidade interna e externa. O início das atividades do IFPB em Campina Grande ocorreu no final de 2006, suas turmas pioneiras iniciaram suas atividades no início de 2007. O campus do IFPB - Campina Grande, está localizado no bairro Dinamérica nas proximidades do ginásio de esportes "O Meninão".Universidade Federal de Campina Grande
A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) é uma instituição de ensino superior, pública e federal, fundada em 2002 como um desmembramento da UFPB. É considerada um dos pólos de desenvolvimento científico e tecnológico do Nordeste, onde realizam-se diversos cursos de pós-graduação, nos níveis de especialização de mestrado e doutorado. A universidade possui 95 cursos de graduação distribuídos em sete campi, localizados nas cidades de Campina Grande(sede), Pombal, Patos, Sousa, Cajazeiras, Cuité e Sumé no interior do estado.' O maior número de cursos de graduação, mestrado e doutorado estão localizados na sede da instituição.
A UFCG é considerada uma das melhores instituições de ensino superior do Brasil e a sétima melhor universidade do nordeste. Na última avaliação do Ministério da Educação, obteve conceito 4 (de um máximo de 5) no Índice Geral de Cursos (IGC) o que a credencia como uma das mais prestigiadas instituições de ensino superior do país.Universidade Estadual da Paraíba
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) possui sede em Campina Grande com outros campus em Lagoa Seca, Guarabira e Catolé do Rocha. Em 2006 foram inaugurados campi da universidade estadual em Monteiro, Patos e João Pessoa.
Foi fundada em 11 de outubro de 1987 pelo então Governador da Paraíba, Tarcísio de Miranda Buriti, deixou de ser chamada de Universidade Regional do Nordeste para se transformar em Universidade Pública Estadual, reconhecida pelo Conselho Federal de Educação em 1996.
A UEPB hoje possui cerca de 46 cursos de graduação,divididos em Licenciatura e Bacharelado, tais como Letras, Direito, Engenharia Sanitária e Ambiental, Odontologia, Filosofia, Geografia, Fisioterapia e Enfermagem.
A UEPB oferece ainda 2 cursos de nível técnico e 17 programas de Pós-Graduação divididos em Mestrados Profissionais, Mestrados e Doutorados Acadêmicos e conta com aproximadamente 20 mil estudantes.
Destacam-se os seguintes programas de Pós-Graduação: PPG em Literatura e Interculturalidade (Nota 04 na CAPES, nível Mestrado e Doutorado), PPG em Ecologia e Conservação, PPG em Odontologia, PPG em Serviço Social, PPG em Saúde Pública, PPG em Relações Internacionais entre outros.
A Universidade destaca-se ainda por oferecer cursos de graduação na modalidade a distância (EAD) e conta com mais de 35 cursos de Especialização.
A Pós-Graduação da UEPB está se consolidando a partir de parcerias com outros programas de pós-graduação, como UFRJ, UERJ, UFBA, UFPE e USP.Universidades particulares
Outras escolas de ensino superior, particulares, são:Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas - UNIFACISA
Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande - FCM
Escola Superior de Aviação Civil - ESAC
Faculdade Maurício de Nassau - UNINASSAU
Centro de Educação Superior Reinaldo Ramos - CESREI
Faculdade Anglo-Americano
Faculdade de Teologia e Filosofia da Católica - CATOLICA
Universidade Corporativa da Indústria da Paraíba - UCIP
Instituto Campinense de Ensino Superior - ICES
União do Ensino Superior de Campina Grande - UNESC
Faculdade Paulista de Tecnologia
Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA- UNAVIDA
Universidade Paulista - UNIP
Universidade Norte do Paraná - UNOPAR
Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão - FURNE
Faculdade SENAI de Tecnologia
Faculdade Rebouças de Campina Grande - FRCG
Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ
Ensino profissional[editar | editar código-fonte]
Portão de entrada da Escola Técnica Redentorista.
Existem instituições de ensino profissional, tanto públicas quanto privadas, capacitando ou treinando mão-de-obra especializada. Na parte técnica, uma escola bastante tradicional é a Escola Técnica Redentorista com cursos técnicos nas áreas de Segurança do Trabalho, Informática, Eletrônica e Telecomunicações. O IFPB - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba oferece cursos técnicos nas áreas de Informática, Mineração, Petróleo e Gás, Manutenção e suporte em informática e curso superior em Telemática, Matemática, Física e Construção de edifício. Instituições como SESI e SENAI oferecem o curso técnico em Eletroeletrônica e o profissionalizante.
Em 2003, de acordo com o IBGE, existiam 80.427 alunos matriculados para o ensino fundamental para 3688 professores e 19 764 alunos de ensino médio para 1108 professores.Saúde[editar | editar código-fonte]
Campina Grande conta com dezenove hospitais, 100 unidades básicas de saúde, três centros de referência de saúde, duas UPAs, além do Serviço Municipal de Saúde.Cidades Irmãs[editar | editar código-fonte]
- Cubatão, São Paulo, Brasil;[32]
- Zhaoqing, Guangdongno, China.[33]Notas e referências? a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 17 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2017 ? Ministério de Minas e Energia (outubro de 2005). «DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE» (PDF). CPRM. Consultado em 7 de maio de 2011 ? IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 30 de agosto de 2017 ? «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008 ? Prefeitura de Campina Grande? a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 24 de maio de 2019 ? «Ranking IDHM Municípios 2010». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 2 de setembro de 2013 ? «Indice GINI». Cidade Sat. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2003. Consultado em 6 de agosto de 2011 ? a b c «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 a 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 31 de março de 2019 ? http://www.dignow.org/area/reportagens-do-passado-campina-grande-destaque-na-revista-newsweek-em-2001-884678-27906? http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2014/10/11/12004-campina-grande-celebra-seus-150-anos-de-emancipacao-politica-neste-sabado-11? http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2014/10/paraiba-tem-quase-72-doutores-para-cada-cem-mil-habitantes-diz-pesquisa.html? http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_imprensa/mostra_noticia.php?codigo=8190? http://www.sedis.ufrn.br/index.php/module-positions/currais-novos-2/campina-grande? http://jogosdigitais.cesed.br/campina-grande/? http://pref-cabo-frio.jusbrasil.com.br/politica/5661445/a-revista-veja-constatou-cabo-frio-esta-entre-as-20-cidades-que-mais-crescem-no-brasil? «Histórico». IBGE. Consultado em 3 de janeiro de 2017 ? Lima, Renovato Gonçalves; Souza, Antonio Veríssimo (1966). História do que é e o que foi Montadas. Montadas: [s.n]. p. 14 |acessodata= requer |url= (ajuda)? História do Curso de Ciência da Computação na Universidade Federal de Campina Grande. Acessado em junho de 2009? «Com a exclusão dos Municípios de Esperança, Areial, Montadas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Alagoa Nova e Pocinhos». Jus Brasil. Consultado em 6 de Julho de 2012 ? a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Campina Grande». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 12 de abril de 2014 ? «Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro» .? a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Campina Grande». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 12 de abril de 2014 ? a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Campina Grande». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 12 de abril de 2014 ? «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 24 de março de 2018 ? «Veneziano assina decreto que torna Encontro da Consciência Cristã parte do calen - Paraíba - Notícias - WSCOM Online». www.wscom.com.br. Consultado em 30 de setembro de 2016 ? Cunha Lima, Bruno (21 de janeiro de 2015). «Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba inclui no Calendário Turístico do Estado o Evento Encontro para a Consciência Cristã.». Projeto de Lei no. 28/2015. Assembléia Legislativa da Paraíba. Consultado em 30 de setembro de 2016 ? «TIRA TEIMA: Qual time foi o verdadeiro campeão da série B de 1986? | Placar». Placar. plus.google.com/+placar. Consultado em 10 de outubro de 2015 ? «Recordar é viver: Campinense 15 x 2 Treze». Blog do Campinense. ? «Companhias Aéreas». Infraero. Consultado em 20 de fevereiro de 2017 ? «Em especial na TV, Renato Aragão relembra acidente aéreo em CG | Vida Urbana » Jornal da Paraíba». Jornal da Paraiba. Consultado em 7 de abril de 2017 ? http://www.cubatao.sp.gov.br/noticias/5271-cubatao-agora-e-cidade-irma-de-campina-grande-na-paraiba/? http://www.camarabrasilchina.com.br/institucional/acordo-de-cooperacao/estados-e-cidades-brasileiros-tem-seus-correspondentes-chineses-confira-a-lista-de-cidades-e-estados-irmaos?print=1&tmpl=component
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
ALMEIDA, Antônio Pereira de. Os Oliveira Ledo ? De Teodósio de Oliveira Lêdo ? fundador de Campina Grande ? a Agassiz Almeida ? Constituinte de 1988 Brasília: CEGRAF, 1989)
ALMEIDA, Elpídio. História de Campina Grande. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 1978.
BURITI, Iranilson. OLIVEIRA, Catarina. História da Paraíba. Curitiba: Base, 2009.
CÂMARA, Epaminondas. Datas Campinenses. Campina Grande: RG Editora e Gráfica, 1998.
CÂMARA, Epaminondas. Os Alicerces de Campina Grande. Esboço Histórico-Social do Povoado e da Vila (1697 a 1864). Campina Grande: Edições Caravela, 1999.
CARMONA, Marcos. A reintrodução da cultura do algodão no semi-árido do Brasil através do fortalecimento da agricultura familiar: um resultado prático da atuaçaõ do COEP. Cadernos de Oficina Social, vol. 13, p. 24-25. Rio de Janeiro: Oficina Social, Centro de Tecnologia, Trabalho e Cidadania, 2005. ISSN 1518-4545 ; 13.
DANTAS, Ivan Coelho, SOUZA, Cinthia Maria Carlos. Arborização urbana na cidade de Campina Grande - PB: Inventário e suas espécies. Revista de Biologia e Ciência da Terra, Vol. 4, No. 2, 2004. ISSN 1519-5228.
OCTÁVIO, José. História da Paraíba - Lutas e Resistência. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2000.
SOBRINHO, João Alves. História de Campina Grande em versos. Campina Grande: Academia Brasileira de Literatura de Cordel, 2004.
Ver também[editar | editar código-fonte]
A Wikipédia possui o Portal de Campina Grande. Artigos sobre história, cultura, personalidades e geografia.
Infraestrutura de Campina Grande
Arborização de Campina Grande
Economia de Campina Grande
História de Campina Grande
Lista de bairros e distritos de Campina Grande
Lista de prefeitos de Campina Grande
Ligações externas[editar | editar código-fonte]Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Patos
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Paulo Afonso
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Pinheiro
Poços de Caldas
Ponte Nova
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Rio Verde
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Santo Ângelo
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Sinop
Sousa
Teixeira de Freitas
Toledo
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Umuarama
Uruguaiana
Centros sub-regionais B
Abaetetuba
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Altamira
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Araras
Araripina
Arcoverde
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Bragança Paulista
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Cacoal
Cametá
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Cianorte
Concórdia
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Cruz das Almas
Cruzeiro do Sul
Currais Novos
Eunápolis
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Itabaiana
Itaberaba
Itaituba
Itajubá
Itapetininga
Itapeva
Itapipoca
Itaporanga
Ituiutaba
Ivaiporã
Janaúba
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Mafra
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Paragominas
Parintins
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Limoeiro do Norte
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Loanda
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Macaúbas
Mamanguape
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Mogi Guaçu
Monteiro
Montenegro
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Paraíso do Tocantins
Parauapebas
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Penedo
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Pinhalzinho
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Pires do Rio
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Pombal
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Porangatu
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Porto Seguro
Primavera do Leste
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Quirinópolis
Rolim de Moura
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Salgueiro
Salinas
Santa Fé do Sul
Santa Inês
Santa Maria da Vitória
Santo Antônio de Pádua
Santiago
São Bento do Sul
São Borja
São Félix do Araguaia
São Gabriel
São Jerônimo
São José do Rio Pardo
São Luís de Montes Belos
São Luiz Gonzaga
São Miguel dos Campos
Sarandi
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Serrinha
Soledade
Sorriso
Surubim
Tabatinga
Taquara
Tatuí
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Tijucas
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Timbó
Tocantinópolis
Torres
Três Corações
Três de Maio
Três Lagoas
Três Passos
Três Rios
Tupã
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Uruaçu
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Abelardo Luz
Abre Campo
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Água Branca
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Alto Longá
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Amargosa
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Araguatins
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Araputanga
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Araruama
Araruna
Arcos
Arinos
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Arvorezinha
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Avelino Lopes
Baependi
Bambuí
Bariri
Barra
Barra Bonita
Barra de São Francisco
Barra do Bugres
Barras
Barracão
Bataguassu
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Bela Vista
Belém do São Francisco
Bicas
Boa Esperança
Boa Vista do Buricá
Bom Jardim de Minas
Bom Jesus do Itabapoana
Boquira
Braço do Norte
Brasileia
Brejo Santo
Buritis
Caculé
Camapuã
Cambuí
Camocim
Campina da Lagoa
Campo Novo do Parecis
Campos Altos
Campos Belos
Canguaretama
Canindé de São Francisco
Canto do Buriti
Capanema
Capão da Canoa
Capim Grosso
Capinzal
Capitão Poço
Capivari
Caracol
Carauari
Carmo do Paranaíba
Carutapera
Casca
Cassilândia
Castelo
Castelo do Piauí
Cerejeiras
Chapadão do Sul
Chopinzinho
Cícero Dantas
Coelho Neto
Colíder
Colinas
Coluna
Comodoro
Confresa
Congonhas
Constantina
Coronel Vivida
Coxim
Cristal do Sul
Crixás
Cruz
Cruzília
Curimatá
Delmiro Gouveia
Desterro
Dores do Indaiá
Entre Rios de Minas
Esperantinópolis
Espírito Santo do Pinhal
Espumoso
Euclides da Cunha
Eirunepé
Extrema
Fátima
Faxinal
Floresta
Fortaleza dos Nogueiras
Fronteiras
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Garibaldi
General Salgado
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Gilbués
Goianésia
Goiatuba
Goioerê
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Guaíra
Guajará-Mirim
Guaraciaba do Norte
Guararapes
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Ibicaraí
Ibirama
Ibotirama
Ilha Solteira
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Iracema
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Itamonte
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Itapajé
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Itápolis
Itapuranga
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Itararé
Itaúna
Ituporanga
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Jaciara
Jacutinga
Jaguaquara
Jaguariaíva
Jaguaribe
Jaicós
Jardim
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Juara
Jussara
Lábrea
Lago da Pedra
Lagoa da Prata
Lambari
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Leopoldina
Livramento de Nossa Senhora
Lorena
Lucas do Rio Verde
Lucélia
Luzilândia
Machado
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Miranda
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Monte Alto
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Palmeira d'Oeste
Palmeirópolis
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Paraisópolis
Paramirim
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Santa Cruz do Rio Pardo
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Santa Helena
Santa Luzia
Santa Luzia do Paruá
Santa Maria do Suaçuí
Santa Vitória do Palmar
Santana
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Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
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São Bento (Paraíba)
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São Domingos
São Francisco
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São João do Ivaí
São João do Piauí
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São José do Cedro
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São Miguel
São Miguel do Araguaia
São Miguel do Tapuio
São Paulo do Potengi
São Sebastião
São Sebastião do Caí
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Veranópolis
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Virginópolis
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Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)vde Paraíba Portal ? Geografia, Política, Cultura, EsportesCapitalJoão PessoaDivisão regional vigente (desde 2017)Regiões geográficas intermediárias e imediatasDivisão regional extinta (vigente até 2017)Mesorregiões e microrregiõesRegiões metropolitanasAraruna ? Barra de Santa Rosa ? Cajazeiras ? Campina Grande ? Esperança ? Guarabira ? Itabaiana ? João Pessoa ? Patos ? Sousa ? Vale do Mamanguape ? Vale do PiancóRegiões geoadministrativasCajazeiras ? Campina Grande ? Catolé do Rocha ? Cuité ? Guarabira ? Itabaiana ? Itaporanga ? João Pessoa ? Mamanguape ? Monteiro ? Patos ? Pombal ? Princesa Isabel ? Solânea ? SousaMais de 300 000 habitantesJoão Pessoa ? Campina GrandeMais de 100 000 habitantesSanta Rita ? PatosMais de 50 000 habitantesBayeux ? Sousa ? Cabedelo ? Cajazeiras ? Guarabira ? SapéMais de 20 000 habitantesMamanguape ? Queimadas ? Pombal ? Esperança ? São Bento ? Monteiro ? Catolé do Rocha ? Alagoa Grande ? Pedras de Fogo ? Solânea ? Lagoa Seca ? Itabaiana ? Areia ? Itaporanga ? Rio Tinto ? Bananeiras ? Conde ? Princesa Isabel ? Mari ? CaaporãVeja tambémInterior da Paraíba ? Sertão ParaibanoNordeste, Brasil