4web informatica em Antonina do Norte


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Município de Antonina do NorteBandeira indisponívelBrasão indisponívelHino
Aniversário8 de maio de 1958 (61Â anos)
Fundação1958
Gentílicoantoninense
Prefeito(a)Francisco Evandro Arrais de Almeida (Solidariedade)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Antonina do Norte no CearáAntonina do Norte Localização de Antonina do Norte no Brasil
06° 46' 30" S 39° 59' 20" O06° 46' 30" S 39° 59' 20" O
Unidade federativaCeará
MesorregiãoCentro-Sul Cearense IBGE/2008 [1]
MicrorregiãoVárzea Alegre IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofesNorte: Saboeiro, Leste: Tarrafas, Sul: Assaré e Campos Sales, Oeste: Aiuaba
Distância até a capital473Â km
Características geográficas
Área260,101 km² [2]
População6Â 984 hab. IBGE/2010[3]
Densidade26,85 hab./km²
Altitude365 m
ClimaTropical quente semi-árido
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,613 médio PNUD/2000 [4]
PIBR$ 23Â 981,677 mil IBGE/2008[5]
PIB per capitaR$ 3Â 419,60 IBGE/2008[5]Antonina do Norte é um município brasileiro do estado do Ceará, localizado na microrregião Várzea Alegre, mesorregião do Centro-Sul Cearense. Sua população estimada em 2004 era de 7.239 habitantes.Índice1 Etimologia
2 História2.1 Origem do Povoado
2.2 Evolução Econômica do Povoado
2.3 Emancipação Política do Povoado
2.4 O Nome do município
3 Geografia3.1 Clima
3.2 Hidrografia
3.3 Relevo e solos
3.4 Vegetação
3.5 Subdivisão
4 Economia
5 Cultura
6 Política
7 Referências
8 Ligações externasEtimologia[editar | editar código-fonte]
Sua denominação original era Mocambo e, desde 1958, Antonina do Norte.História[editar | editar código-fonte]
Localizada as terras margeantes dos Riacho Conceição e São Pedro, região que inicialmente era habitada pelos índios Jucá,[6] surge como núcleo urbano no século XIX.[7]Origem do Povoado[editar | editar código-fonte]
A região cearense na qual está inserida a cidade de Antonina do Norte teve seu povoamento originado do expansionismo colonial brasileiro dos séculos XVII e XVIII, através da penetração do interior nordestino à busca de verdes pastos para a criação de bovino.
A cidade de Antonina do Norte originou-se do antigo povoado de Mocambo. Mocambo era parte integrante do Município de Saboeiro. O espaço geográfico era um sítio que pertencia a três irmãos: Manuel da Silva Mota, Antonio da Silva Mota e Joana da Silva Mota.
A origem do nome Mocambo advém do seguinte: a sede da fazenda era no sítio Riacho Fundo (a 9Km da atual sede), na beira do rio Conceição. Numa época de inverno faltaram algumas vacas no curral da fazenda; saindo-se à procura, encontraram-nas no local que hoje se encontra instalada a cidade - na época era um terreno de mata virgem. Levaram-nas de volta ao curral. Algum tempo depois mais vacas voltaram a sumir, então, começaram a comentar: ?Elas estão no mocambo, estão ?amuncambadas?. Daí fizeram um amansador de gado por essas bandas; logo depois construíram a primeira casa do terreno (1882) e o nome do povoado ficou sendo ?Mocambo?, ?por causa das vacas que se amuncambavam lá?.[8]
A base da economia do referido povoado era a pecuária acompanhada de uma agricultura de subsistência (milho, feijão, arroz).
Com a construção da rodovia Icó-Piauí (com passagem por Mocambo, o sítio sofreu bastante influência desse fator externo). Foi instalado um escritório-residência da Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas ?IFOCS- e através do engenheiro, Dr. Frota, Antonio Delfino da Silva conseguiu uma professora e os primeiros móveis escolares de Mocambo.
Na época existiam oito casas no sítio Mocambo. Após o término da construção da rodovia foram construídas mais residências e aumentou o nível de intercâmbio do povoado com outras regiões.
[8]Evolução Econômica do Povoado[editar | editar código-fonte]
A pecuária foi o motivo e a base da economia. Até os anos de 30 deste século a circulação monetária no povoado era muito pequena.
A dinâmica da economia era o escambo e a comercialização de alguma rês, quando um comprador alhures vinha comprar esse animal no povoado.
Houve época em que se plantou muita mamona. Depois ninguém mais plantou a mamona, dava era prejuízo, matava a criação. ?A mamona mata mesmo, ela murcha e mata?.
Conta-se que a quantidade de algodão plantada era muito pouca, vindo aumentar depois de 1930. Plantava-se algodão arbóreo herbáceo (em menor quantidade). A área plantada de algodão herbáceo aumentou nos anos setenta, que coincide com a instalação do posto da CODAGRO na cidade.
Tudo indica que foi a cultura do algodão que veio permitir uma relação de troca mais significativa da cidade com outras regiões; e com isso um aumento na condição de vida do trabalhador rural. A cotonicultura necessita de pouco capital, daí, o algodão ser plantado por pequenos, médios e grandes produtores e ainda é possível consorciá-lo com outras culturas.
O município pode ser considerado pobre economicamente: o nível de produção é baixo em todos os setores e a produção na sua maioria é de forma artesanal.[8]
A base da economia local é agropecuária e o comércio.[8]Emancipação Política do Povoado[editar | editar código-fonte]
Na eleição municipal de Saboeiro de 1947 é eleito o Sr. Armando ARRAIS Feitosa, com o apoio total de Mocambo.
Em 1950, Mocambo é elevado à categoria de vila, sendo em 1951 construída a primeira obra pública da vila ? o cemitério.
Em 1956, o distrito de Aiuaba, pertencente à Saboeiro, é emancipado politicamente; ficando Mocambo distrito de Aiuaba.
A partir desse episódio, começa em Mocambo um movimento de luta para a sua emancipação.
Esse movimento foi liderado por: João Batista Arrais, Francisco Mendes da Silva, entre outros.[8]
O fundamento do desejo da emancipação por parte dos líderes de Mocambo vem de uma revolta política, devido ao fato do Sr. João Batista Arrais ter sido candidato a vereador em 1947 por Saboeiro, tendo em vista ser eleito através de uns votos prometidos pelo então candidato a prefeito, o Sr. Armando Arrais Feitosa. Nisso, o Sr. Armando Arrais Feitosa é eleito e o candidato de Mocambo não consegue a quantidade de votos necessários para a sua eleição. Essa é a base do sentimento de revolta surgido no seio da comunidade de Mocambo.
Quando Aiuaba é emancipada - projeto encaminhado pelo Deputado Estadual Cincinato Furtado Leite, (UDN) as lideranças de Mocambo encontram um pretexto para lutarem por sua emancipação.
Através da liderança, o distrito de Mocambo passa a votar em peso no Deputado Cincinato Furtado Leite, exigindo em troca que ele conseguisse emancipar Mocambo.[8]
A exigência é aceita e através da Lei 4.077 de oito de maio de 1958 é elevado a categoria de cidade. A lei foi sancionada pelo governador Paulo Sarasate, UDN.[8]
Na época havia dois representantes de Mocambo na Câmara Municipal de Aiuaba: o Manoel Mendes e o Francisco José do Nascimento, que executaram o processo de emancipação junto ao poder legislativo e executivo de Aiuaba, com o apoio do então vereador Sebastião Braga, do sítio Poço Comprido.[8]
Para acelerar o processo de emancipação por parte de Aiuaba, Mocambo, que inicialmente projetara a inclusão no leito do rio Conceição nas suas terras, aceitou a proposta que estabelecia que a área geográfica fosse até as margens desse rio.[8]
Antonina do Norte só veio a realizar sua primeira eleição municipal no ano de 1960. Esses dois anos passados entre a sua emancipação e a sua instalação (11.12.60), quando da posse do primeiro prefeito, foram devidos a não preparação do município para realizar sua eleição no ano de1958. Neste ano os eleitores de Antonina do Norte votaram como distrito de Aiuaba.[8]O Nome do município[editar | editar código-fonte]
(...) a população de Mucambo aspirava que o nome da cidade fosse ?Santo Antonio?; na Assembleia Legislativa foi verificado que não poderia ser este nome. Então o Deputada Estadual ANINHA SAMPAIO sugeriu o nome de ?Antonina? em homenagem a sua mãe. Este nome foi acatado pela Assembleia Legislativa. O próximo passo foi verificar no mapa dos municípios brasileiros a existência ou não de um município de mesmo nome: havia um no Paraná. Daí o nome de Antonina do Norte, porque já existia uma ?Antonina? no Sul do país.
Sem embargo, a emancipação do referido distrito só foi efetivada no ano de 1958, no qual vigorava a constituição de 1947.[8]Geografia[editar | editar código-fonte]
Clima[editar | editar código-fonte]
Tropical quente semi-árido em todo o território[9] com pluviometria média de 572,4Â mm [10] com chuvas concentradas de janeiro a abril.[11]Hidrografia[editar | editar código-fonte]
As principais fontes de água são: Riachos Conceição e São Pedro.Relevo e solos[editar | editar código-fonte]
As principais elevações são: Serras dos Bastiões.Vegetação[editar | editar código-fonte]
Composta por caatinga arbustiva aberta e floresta caducifólia espinhosa.Subdivisão[editar | editar código-fonte]
A cidade é subdividida em cinco bairros, sendo estes: Planalto, Boa Vista, Serraria 1, Serraria 2 e Centro.
o município possui ainda dois distritos, Taboleiro e Vila Luziana (Várzea Nova).Economia[editar | editar código-fonte]
Agricultura: algodão arbóreo e herbáceo, banana, milho, arroz e feijão.
Pecuária: bovinos, suínos e avícola.
Indústria: tem três indústrias, uma de produtos minerais não metálicos, uma de produtos alimentares e a terceira de madeira.
Cultura[editar | editar código-fonte]
O principais eventos culturais são carnaval, a festa do padroeiro, Santo Antônio (13 de junho), Vaquejada (Dezembro).Os campeonatos municipais de futebol e futsal também são uma das principais atrações do ano,sendo o primeiro no início do ano e o outro no final.Política[editar | editar código-fonte]
A administração municipal localiza-se na sede, Antonina do Norte.Referências? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008Â ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010Â ? «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010Â ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008Â ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010Â ? Sebok. Lou, Atlases published in the Netherlands in the rare atlas collection. Compiled and edited by Lou Seboek. National Map Collection (Canada), Ottawa. 1974? http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/ceara/saboeiro.pdf? a b c d e f g h i j k CARVALHO. Júlia Walesca. Aspectos Gerais da Formação de um Município do Interior Cearense. Antonina do Norte. 1990.? http://www2.ipece.ce.gov.br/atlas/capitulo1/12/126x.htm? Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos - FUNCEME.? Instituto nacional de Pesquisa espacial - INPE.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página da Prefeitura Municipal
Mapa de Antonina do Norte[ligação inativa]
Página do IBGE
Página do Ceará
Página Oficial (Facebook) da Prefeitura Municipal
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