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Desenvolvimento

Acto ou efeito de desenvolver.
Crescimento.
Ampliação.
Minuciosidade.


Município de Natividade da Serra
"Joia da Região dos Grandes Lagos"BandeiraBrasãoHino
Aniversário13 de agosto
Fundação29 de maio de 1853
Gentíliconativense
LemaNon e flammis sed ex undis surrexi"Não das chamas, mas das águas ressurgi"
Prefeito(a)Dona Lourdinha (PPS)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Natividade da Serra em São PauloNatividade da Serra Localização de Natividade da Serra no Brasil
23° 22' 33" S 45° 26' 31" O23° 22' 33" S 45° 26' 31" O
Unidade federativaSão Paulo
Região intermediária
São José dos Campos Região imediata
Taubaté-Pindamonhangaba Região metropolitanaVale do Paraíba e Litoral Norte
Municípios limítrofesRedenção da Serra (N), São Luís do Paraitinga (N e L), Ubatuba (SE), Caraguatatuba (S) e Paraibuna (O).
Distância até a capital185Â km
Características geográficas
Área832,606 km² [1]
População6Â 678 hab. Censo IBGE/2010[2]
Densidade8,02 hab./km²
Altitude720 m
Climasubtropical
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,655 médio PNUD/2010[3]
PIBR$ 42Â 842,974 mil IBGE/2008[4]
PIB per capitaR$ 5Â 627,61 IBGE/2008[4]Natividade da Serra é um município brasileiro do estado de São Paulo, na Microrregião de Paraibuna/Paraitinga, pertencente à Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista. Localiza-se a uma latitude 23º22'32" sul e a uma longitude 45º26'31" oeste, estando a uma altitude de 720 metros. Sua população estimada, segundo IBGE 2010, era de 6678 habitantes e densidade demográfica de 8,01 h/km². O município é formado pela sede e pelo distrito de Bairro Alto[5][6].Índice1 História1.1 Cronologia
1.2 Filhos ilustres
2 Geografia2.1 Demografia
2.2 Religião
2.3 Etnias
2.4 Clima
2.5 Hidrografia2.5.1 Microbacias hidrográficas
2.6 Topografia
2.7 Vegetação
2.8 Zona rural
2.9 Rodovias
3 Economia
4 Comunicações
5 Turismo5.1 Pontos turísticos
5.2 Folclore
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externasHistória[editar | editar código-fonte]
A data mais antiga documentando a origem de Natividade da Serra é 29 de maio de 1853, quando seu fundador Coronel José Lopes Figueira de Toledo perseguindo um escravo foragido de uma das suas senzalas acabou por se esconder em uma bela planície às margens de um rio rodeada de montanhas. A fuga do escravo da fazenda do Coronel situada no que hoje è chamado de bairro das Perobas, inspirou-o a transferir sua fazenda e seus empregados para lá devido a beleza do lugar. Logo a fazenda se transformou num vilarejo, chamado de Divino Espírito Santo de Nossa Senhora do Rio do Peixe, nome atribuído a religiosidade do Coronel e ao rio que passava as margens do vilarejo, num território outrora pertencente a Paraibuna.
Em 24 de abril de 1858 foi elevada à categoria de Freguesia, sendo chamada de Nossa Senhora do Rio do Peixe. Mais tarde, em 18 de abril de 1863 foi incorporado à Freguesia um outro vilarejo que se formava conhecido como povoado de Nossa Senhora da Conceição e que hoje é o Bairro Alto. Com isso a Freguesia passou a categoria de Vila com o nome de Natividade e tendo como principal atividade econômica a pecuária e a agricultura de subsistência.Reproduzir conteúdo Laudo Natel e comitiva inspecionam a construção do novo município de Natividade da Serra (1974). O município antigo foi coberto pelo represamento dos rios Paraibuna, Lourenço Velho, do Peixe e Paraitinga, para a Usina Hidrelétrica de Paraibuna.
Em 3 de julho de 1934, passou a condição de distrito de paz e em 5 de julho de 1935 voltou a anexar-se ao Município de Paraibuna. O município foi instalado em 1864 e reinstalado em 1935. Em 30 de novembro de 1944, recebeu o nome definitivo de Natividade da Serra, nome originário da Padroeira da cidade, Nossa Senhora da Natividade e, também devido a sua situação geográfica entre os contrafortes da Serra do Mar.
No início do século XX, com a vinda da industrialização para o Vale do Paraíba, Félix Guisard em 1913, havia planos iniciais que previam a construção de uma usina hidrelétrica em Natividade da Serra, para suprir o abastecimento de energia elétrica na região aproveitando as corredeiras do rio Paraitinga num local conhecido como Ponte dos Mineiros. Porém, o início da Primeira Guerra Mundial em 1914 impediu o embarque dos maquinários e geradores para o Brasil anulando assim o projeto.
Passados 120 anos de sua existência, Natividade da Serra, sofreu uma enorme transformação e foi translada para um novo local, à aproximadamente um quilômetro adiante na rodovia que liga a cidade à Taubaté. Esta mudança foi em consequência do represamento do rio Paraibuna, rio Lourenço Velho, rio do Peixe e rio Paraitinga, para a construção da Usina Hidrelétrica de Paraibuna formando a represa da Companhia Energética de São Paulo (CESP) devido uma necessidade de atendimento sócio-econômico regional.
O estado procedeu com à construção da Represa de Paraibuna, inundando quase 200% da área e das edificações da sede e parte da área rural. Na zona rural, o represamento das águas afetou as terras férteis, eliminando grande parte da agricultura de subsistência.
Com construção da barragem de Paraibuna, ocorreu a inundação da cidade antiga, surgindo a nova Natividade da Serra fundada 13 de agosto de 1973 com o lançamento da pedra fundamental feita pelo então prefeito Otacílio Fernandes da Silva, Padre Higino e Terezinha de Castro Aquino, no local onde se ergue a igreja matriz da cidade.
O fenômeno da industrialização da ?Calha do Vale? (Taubaté, Pindamonhangaba e Tremembé) e a inundação de algumas áreas do município, contribuíram para a emigração de parte da população. Para minimizar os prejuízos ocasionados pela inundação eliminando suas terras férteis, os produtores rurais investiram em grande escala, na plantação de eucaliptos.Cronologia[editar | editar código-fonte]
1853: 29 de maio, fundação de Natividade da Serra.
1858: 24 de abril, elevada à categoria de Freguesia pela Lei nº 33, com a denominação de Nossa Senhora do Rio do Peixe.
1863: 18 de abril, elevada à categoria de Vila e incorporado o distrito de Bairro Alto pela Lei nº 15, com a denominação de Natividade, pertencendo à Comarca de Jacareí.
1864: 2 de março, instalação do município.
1866: 20 de abril, continuou pertencendo à Comarca de Paraibuna pela Lei n.º 061.
1895: 26 de agosto, passou pertencer à Comarca de São Luiz do Paraitinga pela Lei n.º 350.
1914: 18 de dezembro, voltou a pertencer a antiga Comarca de Jacareí na qual foi revogada pela Lei n.º 1437.
1934: 3 de julho, reduzida à condição de distrito de paz pelo decreto nº 6.530.
1935: 5 de julho, Natividade voltou a anexar-se ao município e comarca de Paraibuna um ano após ser reduzida à condição de Distrito, passou a pertencer à Comarca de Taubaté, pelo decreto nº 7.353, mas voltando a pertencer a comarca de Paraibuna.
1935: 6 de agosto, reinstalação do Município criado como a freguesia de Nossa Senhora do Rio do Peixe.
1944: 30 de novembro, recebeu o nome definitivo de Natividade da Serra pelo decreto - Lei nº 14.334.
1973: 13 de agosto, fundação da nova cidade de Natividade da Serra.
Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]
Cesídio Ambrogi, nascido a 22 de maio de 1893. Considerado um dos maiores nomes da intelectualidade valeparaibana do século XX. Foi professor, escritor e jornalista. Poeta eclético, sonetista emérito, além de notável trovador. Fundador de diversos periódicos, foi também um dos fundadores da "Sociedade Taubateana de Ensino" e considerado presidente perpétuo da União Brasileira de Trovadores (UBT-Taubaté).Histórico populacional
ano
População1872
3.074
1876
3.027
1890
7.393
1900
11.550
1920
12.781
1940
11.709
1950
11.573
1960
11.269
1970
9.957
1980
6.880
1990
6.458
2000
6.952
2001
7.004
2002
7.056
2003
7.104
2004
7.152
2005
7.216
2006
7.258
2007
7.275
2008
7.613
2009
7.674
2010
6.681
2011 estimativa
6.750Geografia[editar | editar código-fonte]
O município está situado na zona fisiográfica do Alto Paraíba, à margem esquerda do rio do Peixe, em uma planície cercada de montanhas, distando 122Â km, em linha reta, da capital do estado. É cortado pelo Trópico de Capricórnio no Distrito do Bairro Alto.
Localizado na Região Alto Paraíba, confronta com a Serra do Mar, entre o rio Paraitinga e o rio Paraibuna, sendo a sede banhada pelo reservatório implantado pela CESP, na confluência desses rios.Demografia[editar | editar código-fonte]
Censo de 2000 do IBGE
População total: 6.952
Urbana: 2.853
Rural: 4.099
Homens: 3.681
Mulheres: 3.271
Densidade demográfica (hab./km²): 8,35
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,12
Expectativa de vida (anos): 72,18
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,98
Taxa de alfabetização: 79,35%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,733
IDH-M Renda: 0,636
IDH-M Longevidade: 0,786
IDH-M Educação: 0,778
(Fonte: IPEADATA)Religião[editar | editar código-fonte]ReligiãoPercentagemRenda Per Capita
Católica89,31%175,65
Evangélica6,49%153,43
Outras2,38%178,29
Sem religião1,82%123,95
Fonte: Censo 2010Etnias[editar | editar código-fonte]Cor/RaçaPercentagem
Branca61,7%
Negra21,3%
Parda16,5%
Amarela0,1%
Ignorado0,4%Fonte: Censo 2000
Clima[editar | editar código-fonte]
Considerado temperado e agradável com inverno seco. A temperatura pode variar entre 17º e 18°C, tendo uma intensidade de chuvas da ordem de 1.300 a 1.500mm.Hidrografia[editar | editar código-fonte]
Cachoeira Pouso AltoRio Paraibuna
Rio Paraitinga
Rio Bonito
Rio da Prata
Rio do Chapéu
Rio Lourenço Velho
Rio Manso
Rio Negro
Rio Pardo
Rio Pedregulho
Ribeirão Barra Mansa
Ribeirão Branco
Ribeirão Grande
Ribeirão da Estiva
Ribeirão dos Martins
Ribeirão Pararaca
Ribeirão Passa Quatro
Córrego da Marmelada
Córrego da Cachoeirinha
Córrego das Palmas
Córrego do Morro Grande
Córrego do Indaiá
Córrego dos Pires
Córrego Feliciano
Existem balsas na represa de Paraibuna, ponto turístico da cidade além de cachoeiras.
Microbacias hidrográficas[editar | editar código-fonte]
Rio da Prata, rio Pedregulho e córrego da Marmelada
Topografia[editar | editar código-fonte]
Prainha
Possui cerca de: 80% da sua topografia montanhosa; 15% de topografia ondulada; 5% de topografia plana; 77% de várzeas. Os acidentes geográficos mais importantes são: a Serra do Mar, Cordilheiras do Itambé e Serra Azul.Vegetação[editar | editar código-fonte]
A vegetação de Natividade da Serra encontra-se na forma de mosaico, composto por áreas de floresta madura, pastagens ou vegetação não-florestal, plantios de Eucalipto e florestas secundárias em diferentes estágios seccionais.
A Floresta Atlântica Montana pode ser dividida em: florestas de vale, de média-encosta e de topo de morro.
Em todos os tipos de floresta madura, predominam espécies zoo-córicas, com diásporos menores que 2 centímetros de comprimento.
A Floresta Secundária é composta principalmente, por densos agrupamentos de Melastomataceae, formando as capoeiras e os capoeirões.
Murtaceae, Lauraceae, Rubiaceae, Melastomataceae e Monimiaceae são famílias com maiores riquezas de espécies nesta floresta.
A vegetação não-florestal constitui-se de pastagens abandonadas de capim gordura, dominadas por Pteridium Aquilinum e por espécies de Baccharis. Em locais que sofram queimadas frequentes, a Gramineae é a espécie dominante.
A Floresta Atlântica Montana enquadra-se no menor nível de riqueza, já que foram amostradas apenas 136 espécies de árvores em apenas um hectare.
A vegetação no Núcleo Santa Virgínia, Área de conservação localizado no interior do Parque Estadual da Serra do Mar em Natividade da Serra e nas áreas de entorno são classificada como: floresta secundária tardia/primária; floresta secundária inicial; reflorestante e agropecuária.
A maior parte deste núcleo e área de entorno é coberta por floresta madura, ou seja, floresta sem alteração antrópica recente.
A Flora tem sido hoje, utilizada para grupos de pesquisa, fotografias, observação, contemplação e turismo.Zona rural[editar | editar código-fonte]
Pelo fato de o município apresentar uma vasta extensão territorial, (Veja áreas dos municípios paulistas), sendo um dos maiores do estado de São Paulo, Natividade da Serra tem grande parte da sua população, cerca de 59% dos habitantes vivendo espalhados pelos bairros da zona rural. Dos quais, os principais são: Igreja Nossa Senhora da Conceição no Distrito do Bairro Alto inaugurada em 1919.
BairrosBarra
Bairro Alto
Briet
Cachoeira Grande
Favorita
Marmelada
Martins
Monte Alegre
Morro da Pedra
Pachi
Palmeiras
Paraitinga
Perobas
Pouso Altinho
Pouso Alto
Pouso Frio
Remédio
Ribeirão
Rio Manso
Rodrigo Soares
Serra Azul
Vargem GrandeRodovias[editar | editar código-fonte]
Mapa Município de Natividade da Serra
BR-116 - Rodovia Presidente Dutra
SP-70 - Rodovia Governador Carvalho Pinto
SP-125 - Rodovia Dr. Osvaldo Cruz
SP-121 - Rodovia Rodovia Major Gabriel Ortiz Monteiro até Redenção da Serra e
SP-121 - Rodovia Otacílio Fernandes da Silva
SP-99 - Rodovia dos Tamoios (Acesso pelo km 67,5)
Balsa: Travessia de balsa para acesso aos bairros da zona rural, Caraguatatuba e Paraibuna, atravessando a represa de hora em hora.
Economia[editar | editar código-fonte]
A principal atividade econômica é a pecuária leiteira e o milho na agricultura. Destaques também para o turismo, piscicultura e reflorestamento de eucaliptos.Comunicações[editar | editar código-fonte]
A cidade foi atendida pela Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo (COTESP) até 1973, quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[7], que construiu em 1977 a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica, sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo para suas operações de telefonia fixa[8][9][10].Turismo[editar | editar código-fonte]
A represa de Paraibuna é a principal atração turística do município, que atrai grande número de pescadores do Vale do Paraíba e outras regiões do estado.
Natividade da Serra foi também presenteada com cachoeiras pitorescas e uma natureza abundante. Seu povo é simples e bastante acolhedor. Estas são as razões pelas quais a jovem cidade tem sido procurada.Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]
Mirante
Travessia de Ferry Boat
Prainha
Cachoeira do Rio Negro
Cachoeira do Martins
Cachoeira do Alemão
Turismo ecológico e de aventura
Parque Estadual da Serra do Mar
Bacia do rio Paraíba do Sul
A represa da CESP Companhia Energética de São Paulo, proporciona aos moradores e turistas praticar esportes como a pesca e os esportes náuticos.Turismo histórico-cultural
Fazenda Ponte Alta, sede colonial dos Barões do Café no século XIX, feita em taipa-de-pilão e tijolos tombada pelo IPHAN em 1976 e pelo CONDEPHAAT em 1982. Turismo rural
Natividade da Serra está inclusa no Circuito da Cultura Caipira.Folclore[editar | editar código-fonte]
Bonecos feitos pelo Artesão e Artista Plástico Marcelo de Faria Santos
A história cultural de Natividade da Serra registra também os bonecões João Paulino e Maria Angu personagens do folclore do Vale do Paraíba. A tradição deu-se início quando o artista Vazinho trouxe a ideia de São Luiz do Paraitinga. Os primeiros bonecos desfilaram na Festa do Divino em 1920, conforme registros da época, e depois continuou até os dias de hoje, trazendo alegria e sendo uma das marcas registradas do folclore nativense.
Fazem ainda parte do folclore nativense a Folia de Reis, a Dança de Moçambique, o Pau de Sebo e a Dança da Fita.
Com a inundação da antiga cidade pela represa, muitas das tradições também se foram. Mas Natividade conserva ainda manifestações folclóricas e festas religiosas, em especial, na região da serra, nos Bairros Alto, Pouso Alto, e Vargem Grande.Ver também[editar | editar código-fonte]
Arquidiocese de Aparecida
Diocese de Taubaté
Referências? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 ? «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil/natividade-da-serra_sp? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 ? «Municípios e Distritos do Estado de São Paulo» (PDF). IGC - Instituto Geográfico e Cartográfico ? «Divisão Territorial do Brasil». IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ? «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) ? «Convênio de incorporação da COTESP pela TELESP em 25 de outubro de 1973». Portal da Câmara dos Deputados ? «Nossa História». Telefônica / VIVO ? GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1Â
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
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