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Município de Barbacena
"Cidade das Rosas""Cidade dos Loucos""até 1814 Cidade da Igreja Nova"
Santuário de Nossa Senhora da Piedade em BarbacenaBandeiraBrasãoHino
Fundação14 de agosto de 1791 (227Â anos)
Gentílicobarbacenense
Padroeiro(a)Nossa Senhora da Piedade[1]
CEP36200-000 a 36209-999[2]
Prefeito(a)Luis Álvaro Abrantes Campos[3] (PSB)(2017 – 2020)
Localização
Localização de Barbacena em Minas GeraisBarbacena Localização de Barbacena no Brasil
21° 13' 33" S 43° 46' 26" O21° 13' 33" S 43° 46' 26" O
Unidade federativaMinas Gerais
MesorregiãoCampo das Vertentes IBGE/2008[4]
MicrorregiãoBarbacena IBGE/2008[4]
Municípios limítrofesNorte: Barroso, Carandaí e Ressaquinha, Sul: Santos Dumont, Antônio Carlos e Ibertioga, Leste: Desterro do Melo, Santa Bárbara do Tugúrio e Oliveira Fortes, Oeste: São João del-Rei e Prados.
Distância até a capital169Â km
Características geográficas
Área759,186 km² (BR: 1742º)[5]
População136Â 689 hab. Est. IBGE/2017[6]
Densidade180,05 hab./km²
Altitude1164 m
Climatropical de altitude Cwb
Fuso horárioUTC?3
Indicadores
IDH-M0,798 alto PNUD/2000[7]
PIBR$ 1Â 363Â 976,561 mil IBGE/2008[8]
PIB per capitaR$ 10Â 712,31 IBGE/2008[8]
Página oficial
Prefeiturawww.barbacena.mg.gov.br
Câmarawww.camarabarbacena.mg.gov.brBarbacena é um município do estado de Minas Gerais, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 21º13'33" sul e a uma longitude 43º46'25" oeste. Sua população estimada em julho de 2017 era de 136Â 689 habitantes.[6]
É um grande produtor de frutas e de flores. Destaca-se como centro de ensino, com expressiva influência regional, tendo também um comércio diversificado. Barbacena fica na Serra da Mantiqueira. Dista 169 quilômetros da capital do estado, Belo Horizonte. O município, com 788,001 quilômetros quadrados, ocupa o sítio de um antigo aldeamento de índios puris, na região conhecida como Campo das Vertentes.Índice1 Características
2 História2.1 As origens
2.2 Inconfidência Mineira
2.3 Criação da vila
2.4 "Muito Nobre e Leal Vila"
2.5 Revolta dos liberais de 1842
2.6 O fim do século XIX
2.7 O fórum judicial e o entrocamento da Oeste
2.8 Duas revoluções
2.9 Holocausto brasileiro2.9.1 O Hospital Colônia
2.9.2 Vida na instituição
2.9.3 Tráfico de corpos
2.9.4 Sobreviventes
3 Geografia3.1 Clima
4 Economia
5 Infraestrutura5.1 Educação
5.2 Transportes
5.3 Comunicações5.3.1 Rádio
5.3.2 TV
5.3.3 Internet
6 Cultura e turismo
7 Naturais de Barbacena
8 Ver também
9 Notas
10 Referências
11 Bibliografia
12 Ligações externasCaracterísticas[editar | editar código-fonte]
Rosa tipo "Príncipe Negro" enquanto botão é escura, quando desabrocha tem o vermelho sangue veludo.
Barbacena é conhecida em todo o Brasil e também no exterior como a "Cidade das Rosas", em função da grande produção local desta flor. No Brasil, o município também é conhecido como a "Cidade dos Loucos", pelo grande número de hospitais psiquiátricos instalados no local. A cidade atraiu esses manicômios em decorrência da antiga ideia, defendida por alguns médicos, de que seu clima ameno, com temperaturas médias bem baixas para os padrões brasileiros, faria com que os doentes mentais ficassem mais quietos e menos arredios, supostamente facilitando o tratamento.
O município possui parque de exposições e um aeroporto com aeroclube.[9] É sede do Nono Batalhão de Polícia Militar, da 13ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais. Abriga estabelecimentos de ensino como a Faculdade de Medicina de Barbacena, a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, o Instituto Federal do Sudeste de Minas - Barbacena, a Escola de Hotelaria do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, a Universidade Presidente Antônio Carlos, a Universidade do Estado de Minas Gerais, o Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais - Barbacena, além de escolas de ensino fundamental e médio da Rede Salesiana de Escolas (Instituto Maria Imaculada) e Educação Vicentina (Colégio Imaculada Conceição) instituições tradicionais. Além dessas, a cidade também atrai novas instituições educacionais, como a Rede de Ensino Apogeu. Possui mais de trinta bibliotecas, cinco associações culturais e a Academia Barbacenense de Letras. Na cidade, também encontram-se escritórios da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais, do Departamento de Estradas de Rodagem e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Além da intensa produção de frutas europeias e de rosas, exportadas para o país e o exterior, Barbacena é centro de pecuária, agricultura e da indústria de tecelagem.História[editar | editar código-fonte]
As origens[editar | editar código-fonte]
A atual cidade de Barbacena nasceu na cabeceira do Rio das Mortes. Era um local habitado por índios puris. A região começou a ser explorada a partir do século XVII por bandeirantes oriundos de São Paulo à procura de ouro, pedras preciosas e mão de obra escrava. Os bandeirantes se estabeleceram no local chamado Borda do Campo, também denominado Campolide, onde erigiram a capela de Nossa Senhora da Piedade.
Era a Fazenda da Borda do Campo, de propriedade, desde o fim do século XVII, dos bandeirantes capitão-mor Garcia Rodrigues Pais e de seu cunhado coronel Domingos Rodrigues da Fonseca Leme e, por carta de sesmaria, desde 1703. Ficava às margens do Caminho Novo da Estrada Real para o Rio de Janeiro, empreendimento iniciado às expensas do capitão-mor Garcia Rodrigues Pais em 1698 e que Domingos Leme ajudou a concluir. Garcia Rodrigues Pais também recebeu carta de sesmaria das suas posses antigas na Borda do Campo em 1727. A propriedade, tempos depois, passou às mãos do inconfidente José Ayres Gomes.
Em 1711, a localidade participou de um feito épico: hospedou, às custas de Domingos Rodrigues da Fonseca Leme, o governador da capitania, Antônio de Albuquerque, acompanhado de um exército de 6 000 homens, que ali acampou em marcha de socorro à cidade do Rio de Janeiro, então invadida pelos franceses da esquadra de René Duguay-Trouin. Domingos Leme integrou, ainda, este exército com duzentos de seus homens.
Em 1725, o quarto bispo do Rio de Janeiro, o frei dom Antônio de Guadalupe, criou a Freguesia de Nossa Senhora da Piedade, que teve a antiga capela como sede provisória até 1730 foi o primeiro vigário o Pe. Luiz Pereira da Silva passandi depois a sede para a Capela de N. S. do Pilar do Registro Velho (atual Sá Fortes) capela esta que caiu em ruínas e desapareceu por completo em meados do século XIX.[10]
Em 19 de agosto de 1728 na primeira visita pastoral de D. Frei Antônio de Guadalupe, foi escolhido o "sítio da Igreja Nova" - a atual Matriz - sendo a 9 de dezembro de 1743, demarcado o local pelo Pe. Manoel da Silva Lagoinha, com uma Cruz de madeira e iniciada na mesma data a edificação do templo com as licenças do bispo D. Frei João da Cruz.[10]
Em 27 de novembro de 1748, a freguesia foi transferida para a Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade (atual matriz), arquitetada por mestre Alpoim. Em torno da igreja, erigiu-se o "Arraial da Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo", chamado também de Arraial ou freguesia da Borda do Campo ou ainda de Arraial da Igreja Nova do Campolide e o templo entregue ao culto pelo Pe. Antônio Pereira Henriques, então vigário, autorizado pelo primeiro bispo de Mariana Dom Frei Manoel da Cruz, por provisão de 15 de novembro de 1748. As obras, entretanto, prosseguiriam até 1764, ano de sua conclusão.[10]Inconfidência Mineira[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Inconfidência Mineira
Pertenciam ao arraial e depois Vila de Barbacena cinco dos inconfidentes:Domingos Vidal Barbosa Lage, irmão do brigadeiro José Vidal; obteve comutação da pena de morte, foi exilado para a Ilha de S. Tiago do Cabo Verde, onde faleceu oito meses após a sua chegada, no Convento de S. Francisco da Cidade de Ribeira Grande.
Coronel Francisco Antônio de Oliveira Lopes, morreu no degredo, em Bié na África.
Padre José Lopes de Oliveira, falecido no cárcere na fortaleza de São Julião da Barra, em Lisboa.
Padre Manuel Rodrigues da Costa, proprietário da Fazenda e Capela do Registro Velho, depois de preso e degredado para Portugal retornou ao Brasil e tomou parte ativa nos acontecimentos do "Fico", da Independência, foi eleito para as Cortes em 1820 e participante da Revolução Liberal de 1842.
José Aires Gomes, Coronel de milícias, um dos subscritores da petição ao Visconde de Barbacena para a criação da Vila, proprietário da Fazenda da Borda do Campo, onde hospedou Tiradentes e foi local de "conventículos" da Inconfidência, morreu no exílio no presídio de Inhambane em Moçambique.
Também morava na Freguesia da Borda do Campo o inconfidente-delator Joaquim Silvério dos Reis, e segundo Joaquim Norberto de Souza e Silva, autor do primeiro livro brasileiro sobre a Inconfidência Mineira, "não esqueceu o Governador (Visconde de Barbacena) a circunstância de nascer a denúncia da Conjuração na bela povoação da Borda do Campo e elevou-a à Vila com o seu nome".[11]
Após a morte de Tiradentes, a vila de Barbacena recebeu um dos seus braços, que teria sido erguido numa "picota" no adro da Igreja de Nossa Senhora do Rosário em cujo adro teria sido sepultado. A bandeira e as armas e brasão da cidade, que contém um braço estendido, memorizam este fato.Criação da vila[editar | editar código-fonte]
Em 14 de agosto de 1791, foi criada a Vila de Barbacena e erigido o respectivo pelourinho e Câmara pelo Visconde de Barbacena, D. Luís Antônio Furtado de Mendonça, então governador e capitão-general da capitania, que deu à vila o seu próprio título (originalmente, de Barbacena, em Portugal).
A vila teve como sede o antigo Arraial da Igreja Nova de Campolide, compreendendo, ainda, os territórios dos arraiais e freguesias de Nossa Senhora da Conceição do Engenho do Matto e de Nossa Senhora da Glória do Simão Pereira. Foi desmembrada dos territórios das Vilas de "Sam João de El Rey" e de "Sam Joze de El Rey", confrontando com as vilas de Mariana, Queluz (atual Conselheiro Lafaiete), "Sam João de El Rey" e "Sam Joze de El Rey" (atual cidade de Tiradentes)."Muito Nobre e Leal Vila"[editar | editar código-fonte]
Gravura de Barbacena por Rugendas, cerca de 1820
Cadeia Velha - construção do início do século XIX.
Barbacena, por meio de sua câmara, foi a primeira vila de Minas Gerais a enviar representação a D. Pedro I, então regente, em favor do "Fico" (9 de janeiro de 1822), em 11 de fevereiro de 1822, dirigiu-se a Câmara de Barbacena ao príncipe regente numa representação em que se propunha para ser a sede da Monarquia portuguesa e se ofereciam os barbacenenses para descer "em massa" ao Rio de Janeiro para tomar armas em defesa do Príncipe. Estes atos lhe valeram o título de "muito nobre e leal vila", conferido por decreto, de 24 de fevereiro de 1823 e Alvará de 17 de março do mesmo ano.Revolta dos liberais de 1842[editar | editar código-fonte]
Barbacena foi elevada a cidade pela Lei Provincial nº. 163, de 9 de março de 1840. Em 10 de junho de 1842, a cidade aderiu à Revolução Liberal. Instada pela Guarda Nacional e o povo, a Câmara Municipal declarou a cidade sede do governo da província e deu posse a José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, depois Barão de Cocais, como "presidente interino da Província". Depois deste episódio, ficaram presos vários dos revolucionários na "Cadeia Velha", dentre eles o Conde de Prados, político do Império.
Dentre os barbacenenses que atuaram no movimento, além do Conde de Prados Camilo Ferreira Armond, participaram o Cel. Marcelino Ferreira Armond, 1º Barão de Pitangui, os irmãos João Gualberto, Pedro Teixeira e Antônio Teixeira de Carvalho e o vigário Joaquim Camilo de BritoO fim do século XIX[editar | editar código-fonte]
Por ocasião da Guerra do Paraguai, a cidade forneceu 152 voluntários e 77 guardas nacionais para o esforço de guerra. Em 1889, Barbacena hospedou o Imperador D. Pedro II em sua última viagem a Minas Gerais e, em 1893, sediou a sessão extraordiária do Congresso Mineiro que deliberou sobre a mudança da capital do estado de Ouro Preto para Belo Horizonte.
No fim do século XIX, atendendo a uma política do Império, o município recebeu um grande número de imigrantes italianos. A primeira leva era composta por agricultores, a maioria veio do norte da Itália. Em 15 de abril de 1888, o Governo Imperial inaugurou uma colônia de imigrantes nos arredores de Barbacena. O local foi denominado "Colônia Rodrigo Silva", homenageando o então ministro da Agricultura. Assim como em todo o País, à época, o fluxo imigratório na cidade colaborou para o crescimento, a diversificação das atividades comerciais e agrícolas e o desenvolvimento de indústrias, como sericicultura, cerâmica, marcenaria e construção civil.O fórum judicial e o entrocamento da Oeste[editar | editar código-fonte]
Construção da Colônia dos Alienados de Barbacena em 1921 (Arquivo Nacional).
Em 30 de junho de 1923 foram inaugurados simultaneamente o entroncamento da "antiga linha da Oeste" (Estrada de Ferro Oeste de Minas) ligando a cidade a São João del-Rei e o edifício do foro judicial, que mais tarde recebeu o nome de "Mendes Pimentel", foi construído durante o governo Arthur Bernardes e inaugurado na gestão Raul Soares. Na ocasião serviu de instalação para os cartórios do 1º. e 2º. ofícios, escrivania de paz, coletoria estadual e tribunal do júri. Fórum Mendes Pimentel, em 1923
As inaugurações foram feitas pelo Ministro da Viação Francisco Sá, pelo secretário do Interior Melo Viana e pelo Secretário da Agricultura Daniel de Carvalho com a presença do Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, dom Helvécio Gomes de Oliveira e do padre Sinfrônio de Castro e dos deputados Bias Fortes e José Bonifácio.[12]
O edital de concorrência da obra do fórum foi publicado em 25 de fevereiro de 1922 no órgão oficial do Estado, a edificação se deu em terreno adquirido pela Câmara Municipal alguns anos antes na esquina da antiga rua da "Boa Morte" e estava orçada em 77:652$800 ("contos de réis"). Em 1930 o prédio serviu de sede para o Comando Revolucionário em Barbacena.Duas revoluções[editar | editar código-fonte]
A cidade teve participação ativa na Revolução de 1930 e na Revolução de 1932. Localizada estrategicamente às margens da estrada que levava à Capital, Rio de Janeiro, a cidade foi sede do "Quartel-General da 4ª Região Militar Revolucionária", em 1930. O avanço dos revolucionários de Barbacena sobre Juiz de Fora e a tomada desta praça, com a rendição e adesão das tropas legalistas, tornou livre o acesso dos mineiros à capital da República. Esse fato foi decisivo para a deposição de Washington Luís e a vitória da Revolução.Holocausto brasileiro[editar | editar código-fonte]
O Hospital Colônia[editar | editar código-fonte]
O Hospital Colônia de Barbacena foi fundado em 1903[13][14] e, após pouco tempo de sua inauguração, tornou-se referência nacional em Psiquiatria,[carece de fontes?] sendo procurado por diversas famílias que buscavam tratamento para seus "desajustados".
Tendo inicialmente cerca de 200 leitos. O Colônia estava operando muito acima de sua capacidade normal, contanto com em média 5 mil pacientes por internação na década de 1950 - Há um relato, do Doutor Jairo Toledo, que em um único dia, dezessete pacientes vieram a morrer durante a madrugada, vítimas do intenso frio.[carece de fontes?]
Os pacientes, oriundos de diversos estados do Brasil, chegavam em Barbacena por trem, em vagões abarrotados, cuja condição desumana fez surgir a expressão "trem de doido" para significar viagem ao inferno.[15]
Enquanto o plano do Hospital Colônia era primariamente atender a pessoas com transtornos mentais, o local acabou por tornar-se um campo de extermínio para aqueles que não se adequavam aos padrões normativos da época ou não atendiam aos interesses políticos de classes dominantes.Vida na instituição[editar | editar código-fonte]
As condições de vida dentro da instituição eram sub-humanas. O psiquiatra italiano Franco Basaglia, que teve a chance de visitá-lo em 1979 chegou a comparar o local a um campo de concentração nazista e exigiu seu fechamento imediato[16]. O fechamento do Colônia só ocorreria anos mais tarde, durante a década de 80. Em 1996, anos após seu fechamento, o Colônia foi reaberto, desta vez transformado no "Museu da Loucura".[17]
É importante realçar que dentro dos 60 mil mortos, cerca de 70% dos pacientes do Colônia não possuíam diagnóstico de transtorno psicológico algum. Muitos dos pacientes eram apenas alcoólatras, andarilhos, amantes de políticos, crianças indesejadas, epiléticos, inimigos políticos da Elite local, prostitutas, homossexuais, vítimas de estupro e pessoas que simplesmente não se adequavam ao padrão normativo da época, como homens tímidos e mulheres com senso de liderança ou que não desejavam casar-se. Boa parte da população do Hospital Colônia também era da etnia negra.
Além de serem forçados a trabalhar manualmente e dormir sobre folhas, os internos ainda precisavam lidar com estupros, torturas físicas e psicológicas que eram frequentes dentro do Hospital. Pacientes eram submetidos à terapia de choque e duchas escocesas sem nenhuma razão aparente, tal tortura era aplicada com o propósito de servir apenas como castigo ou devido à perseguição oriunda de falta de afinidade entre pacientes e funcionários. Muitos não resistiam e acabavam falecendo.
Devido a superpopulação, os internos andavam parcialmente ou completamente nus e eram expostos às baixas temperaturas de Barbacena durante a noite. Em uma tentativa de sobreviver, buscavam aquecer-se dormindo em círculos, mas ainda assim muitos padeceram por conta de hipotermia.
Não existia um sistema de água encanada ou suprimento de alimentos que abastecessem o alto número de pacientes. Muitos banhavam-se ou bebiam de um esgoto a céu aberto dentro do local; Para proteger seus bebês que eram separados das mães após algum determinado tempo, grávidas cobriam a si mesmas com fezes, evitando que funcionários e outros pacientes se aproximassem. Doentes eram abandonados em seus leitos para morrer.
Crianças que cresceram dentro do Colônia jamais aprenderam a falar, ler ou escrever e contavam com a ajuda de bons-samaritanos no local para realizar atividades mais básicas.
Em 1961, o fotógrafo Luiz Alfredo do Jornal O Cruzeiro retratou a realidade dentro do Hospital por um determinado período de tempo, trazendo a público o que ocorria no interior dos muros do Colônia[18].
Em 1979, o jornalista Hiram Firmino, publicou diversas reportagens intituladas "Nos porões da loucura", que revelavam a verdadeira loucura do que se passava no Hospital Colônia[19] e Helvécio Ratton realiza o filme sobre o mesmo tema intitulado Em Nome da Razão[20]Tráfico de corpos[editar | editar código-fonte]
Com o alto índice de mortalidade no Colônia, o cemitério próximo já não possuía mais espaço para comportar tantos mortos. Visando uma alternativa, funcionários corruptos encontraram no tráfico de corpos uma maneira de amenizar a situação e lucrar com isso - Diversas Universidades ao redor do país encomendavam os restos mortais das vítimas do Colônia para seus Laboratórios Anatômicos, como por exemplo a Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais[21]. Quando a procura era baixa, os corpos eram meramente dissolvidos em ácido.Sobreviventes[editar | editar código-fonte]
Até o início de 1980,cerca 60Â 000 pacientes morreram. Entre estes mortos, 1.853 tiveram seus corpos vendidos para faculdades de medicina[22]. Atualmente, 190 pacientes em situação de baixa sobrevida, são tratados no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena. Após o fechamento, seus pouquíssimos sobreviventes foram transferidos para abrigos de melhores condições e por direito, passaram a receber indenização do Estado. Seus relatos podem ser encontrados no livro da jornalista Daniela Arbex, O Holocausto Brasileiro.[15]Geografia[editar | editar código-fonte]
Clima[editar | editar código-fonte]
Barbacena possui um clima tropical de altitude tipo Cwb ou literalmente um clima oceânico Cwb, com invernos frios e verões amenos. A temperatura média anual é de 18Â °C, com índice pluviométrico anual é superior aos 1Â 400Â milímetros (mm), concentrados nos meses de primavera e verão. O tempo aproximado de insolação é de 1Â 800 horas por ano.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1985 e a partir de 1990, a menor temperatura registrada em Barbacena foi de 0,3Â °C em 1 de junho de 1979,[23] mas o recorde mínimo absoluto desde 1911 foi de -3,8Â ºC em 8 de julho de 1923.[24] Já a maior temperatura foi de 35,1Â °C em 17 de outubro de 2007.[25] O maior acumulado de chuva em 24 horas foi de 118,2Â mm em 28 de novembro de 1975. Outros grandes acumulados foram 112,3Â mm em 12 de janeiro de 1982, 107,6Â mm em 2 de fevereiro de 1975, 104Â mm em 27 de março de 1991 e 102,3Â mm em 25 de dezembro de 1971.[26] Janeiro de 2007, com 558,9Â mm, foi o mês de maior precipitação, superando os 549,4Â mm registrados em janeiro de 1991.[27]
Dados climatológicos para Barbacena
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima recorde (°C)33,833,43230,829,629,229,632,834,835,133,433 35,1
Temperatura máxima média (°C)27,127,726,825,523,322,822,72424,425,725,726,4 25,2
Temperatura média compensada (°C)2121,120,51916,815,815,416,517,619,219,620,4 18,6
Temperatura mínima média (°C)16,816,616,314,712,210,610,210,912,714,515,616,4 14
Temperatura mínima recorde (°C)10,910,99,96,82,90,312,23,25,87,18,7 0,3
Precipitação (mm)290,6156178,26538,817,711,918,576,1126,7208,8269,7 1Â 458
Dias com precipitação (? 1 mm)171113642236101518 107
Umidade relativa compensada (%)8381,983,982,882,38077,473,776,378,683,284,4 80,6
Horas de sol140,4169,2146,8162,4147,4146,2165,7177,4136,5148,9128,8123,9 1Â 793,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[28] recordes de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1985 e 01/01/1990 e 31/05/2018)[nota 1][23][25] Economia[editar | editar código-fonte]
Estabelecimentos comerciais no entorno da Praça dos Andradas
A cidade de Barbacena é o principal centro comercial da macrorregião do Campo das Vertentes.[carece de fontes?] Na economia, também se destaca o setor da agropecuária, principalmente, com o fornecimento de leite e derivados, além, é claro, do plantio de rosas. O município conta com poucas indústrias. As de maior destaque são a RDM Vale do Rio Doce (Beneficiamento de ferro-ligas a base de manganês) e a Saint Gobain (materiais cerâmicos) e também conta com dois abatedouros de frangos e um matadouro de bovinos e suinos . O setor de serviços é suficiente para a subsistência da cidade e região.Infraestrutura[editar | editar código-fonte]
Educação[editar | editar código-fonte]
Colégio Abílio de Barbacena no final do século XIX, antigo educandário do Barão de Macaúbas serviu de sede do Colégio Militar, depois do "Gymnásio Mineiro" e hoje é a sede da EPCAR.
Além do ensino superior, no ensino médio Barbacena possui uma escola entre as melhores do Brasil. No ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) 2008 a instituição federal Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) ficou em 16º lugar entre as escolas do Brasil,[29] e em 2006 a mesma escola ficou em 8º lugar entre as públicas,[30].em 2008 a escola ficou em 3° lugar entre as escolas públicas do país no ENEM. A partir de 2016, a EPCAr abriu vagas a jovens do sexo feminino, sendo assim, o Curso Preparatório de Cadetes do ar do ano de 2017 o primeiro a ter mulheres em sua formação. O exame de seleção é de abrangência nacional. Fachada da Faculdade de Medicina de Barbacena, em 2016.
Além da EPCAr existe outra instituição de ensino federal no Município: O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais - Campus Barbacena. O nível educacional na cidade é elevado e a cidade possui uma das melhores relações aluno/vagas do Estado devido a grande quantidade de estabelecimentos de ensino existentes com relação à população local.Índice IDEB
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP a rede pública estadual no município, reativamente à 4a. série/5ºano, no ano de 2009, atingiu a meta estabelecida para o "Índice de Desenvolvimento da Educação Básica" igual a 6,7, já igualando a meta estabelecida pelo MEC para ser atingida em 2017. Para a 8a. série/9º. ano o índice foi de 4,8, superando a meta prevista para 2011. Já a rede de escolas públicas municipais, no ano de 2009 atingiu o índice 5,2 superando também a meta prevista para aquele ano que era de 4,9.[31]Transportes[editar | editar código-fonte]
Este artigo ou seção pode conter informações desatualizadas. Se sabe algo sobre o tema abordado, edite a página e inclua informações mais recentes, citando fontes fiáveis e independentes. Avenida Bias Fortes, no Centro de Barbacena.
A cidade é ligada pelas rodovias BR-040, BR-265, MG-338, MG-135 e MG-448.[32]
Está localizado no município o Aeroporto Major-Brigadeiro Doorgal Borges (ICAO:SBBQ IATA:QAK),[33] que recebe voos cargueiros da Alba Cargo [34] para o Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, utilizando aeronaves Embraer 820C.
Irá começar a operar na cidade em outubro a linha Litorina Expresso Pai da Aviação, que ligará a Estação Ferroviária Central de Barbacena até o Museu de Cabangu, em Santos Dumont, fazendo um percurso de 40Â km pela serra da mantiqueira. O Expresso Pai da Aviação vai funcionar aos feriados e fins de semana, com 2 viagens ao dia, e possui capacidade para 76 passageiros [35].
Opera também a linha cargueira da MRS.Comunicações[editar | editar código-fonte]
Rádio[editar | editar código-fonte]Rádio AM820 Rádio Globo
1230 Correio da Serra
Rádio FM93,3 Rádio 93 FM
94,7 Rádio Globo FM
99,9 Rádio Manancial
101,7 Rádio Sucesso FMTV[editar | editar código-fonte]AnalógicoCanal 2 - SBT | TV Alterosa Juiz de Fora
Canal 4 - RecordTV Minas
Canal 6 - RedeVida
Canal 8 - Rede Globo | TV Integração Juiz de Fora
Canal 10 - TV Brasil
Canal 13 - Band Minas
Canal 14 - TV Canção Nova
Canal 38 - TV Cultura - TV Lafaiete
Canal 41 - TV Diversa
Canal 45 - TV Verdade
Canal 55 - Rede Minas
Canal 58 - TV Assembleia (Minas Gerais)
DigitalCanal 24 - 6.1 - RedeVida HD
Canal 30 - 8.1 - Rede Globo - TV Integração Juiz de Fora HD
Canal 36 - 13.1 - Band Minas HD
Canal 40 - 40.1 - TV Diversa HD
On-LineBQ TV
TVBQInternet[editar | editar código-fonte]Claro
City10 (fibra ótica)
Conecta (fibra ótica)
Net-Rosas (fibra ótica)
Oi
TIM
VivoCultura e turismo[editar | editar código-fonte]
A Basílica de São José Operário, onde se realiza o Jubileu.
A cidade tem um calendário de eventos e festividades no qual se destacam o Jubileu de São José realizado em abril, a Exposição Agropecuária, em maio e a Festa das Rosas, em outubro.
Na Casa da Cultura, antigo prédio da primeira cadeia pública, funciona a Biblioteca Pública Municipal e o Conservatório Municipal. O prédio foi tombado pelo IEPHA em 1983, embora tenha recebido diversas reformas até a última década de 80, o que adulterou sua conformação original. A Casa tem história para contar: abrigou o primeiro quartel do século XIX, serviu de casa de detenção dos revoltosos da histórica Revolução Liberal, em 1842, e até 1953 funcionou como espaço prisional. Em seguida, recebeu a Escola Normal do município e, entre 1957 e 1980, sediou a Faculdade de Odontologia de Barbacena [36]. Santuário Nossa Senhora da Piedade, construído entre 1743 e 1764
Afrescos do Santuário Nossa Senhora da Piedade
Altar do Santuário da Piedade, pode ser visto um recorte na parede, expondo a pintura original.
Os edifícios históricos, de estilo colonial ou barroco, são, sobretudo, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Capela de Santo Antônio - Santa Casa de Misericórdia, Antiga Casa de Saúde, Cadeia Velha, Câmara Municipal, Museu Municipal, Solar dos Andradas, Sobrado dos Vidigal, Sobrado Paolucci, Residência Ânuar Fares e o Sobrado de Olinto de Magalhães. Algumas fazendas próximas, na região, também têm ligações históricas com a cidade e com a antiga "Vila" de Barbacena por rememorarem fatos e episódios da sua história:Fazenda da Borda do Campo, situada no município de Antônio Carlos, é origem de Barbacena e de todos os municípios dali desmembrados, construída cerca de 1698, foi um dos locais de reunião dos inconfidentes.
Fazenda do Campo Verde, desmembrada da antiga Fazenda da Borda do Campo no século XIX.
São ainda atrativos pontos de visitação pelo seu estilo ou importância histórica: o Fórum Mendes Pimentel, a Igreja Basílica de São José Operário, o Solar Bias Fortes, Solar dos Canedos, Grupo Escolar Bias Fortes, a Fundação Porphíria de José Máximo de Magalhães, Escola Estadual Adelaide Bias Fortes, o Pontilhão Ferroviário, a Escola Preparatória de Cadetes-do-Ar, Escola Agrotécnica Federal "Diaulas Abreu", Santa Casa de Misericórdia, Farmácia Santa Terezinha, Estação Ferroviária, o Colégio Imaculada Conceição, a Casa-museu de Georges Bernanos, o Manicômio Judiciário, Museu da Loucura (no antigo Hospital Colônia), edifício da antiga Sericicultura e o leito da antiga Estrada de Ferro do Oeste de Minas. O cemitério antigo, da Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, data da década de 1850, também possui algumas obras de arte.
O ponto mais elevado que permite vista de toda a cidade e adjacências é o mirante, localizado no bairro Monte Mário. A cidade tem restaurantes de comida típica italiana, árabe, oriental e mineira, além de bons serviços de hotelaria. No entanto, sofre efeitos da concorrência de outras cidades históricas mais próximas, como Tiradentes e São João del-Rei que têm investido em gastronomia e eventos relacionados ao cinema.
Em virtude do crescimento desordenado e da falta de conservação das vias públicas e construções históricas, o município perdeu seu charme turístico, embora haja potencial para o turismo de eventos e para aqueles relacionados ao clima frio, por apresentar invernos rigorosos devido aos seus 1.100 metros de altitude e pela sua localização estratégica, próxima à BR 040.Naturais de Barbacena[editar | editar código-fonte]
José Antônio Pereira
Ver também[editar | editar código-fonte]
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Barbacena (Minas Gerais)A Wikipédia possui a categoria: Barbacena (Minas Gerais)Lista de prefeitos de Barbacena
Câmara Municipal de Barbacena
Minas Gerais
Serra da Mantiqueira
Hospital Colônia de Barbacena
Lista de municípios do Brasil acima de cem mil habitantes
Arquidiocese de Mariana
Notas? Ausência de dados de temperatura máxima a partir de 24 de novembro de 2012.
Referências? Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 12. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 ? Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 ? «Eleições 2016». Consultado em 3 de janeiro de 2017 ? a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 ? a b «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 30 de agosto de 2017. Consultado em 6 de outubro de 2017 ? «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 ? a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 ? (autorização de funcionamento revogada em 31/08/2007: Processo ANAC nº 60.830.011771/2007-66,BPS v2 n35)? a b c JARDIM, Conceição (C. Garden). Barbacena. Rio: Oficinas de "A Noite", 1940.? História da Conjuração Mineira, Joaquim Norberto de Souza e Silva, 1860? Jornal "Cidade de Barbacena" nºs. 1765 e 1906, de 26 de janeiro de 1922 e 30 de junho de 1923; Hemeroteca do Arquivo Público Mineiro? Goulart, M. S. B. e Durães, F. "A reforma e os hospitais psiquiátricos: histórias da desinstitucionalização", pg. 113? Piccinini, Walmor J. 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Bibliografia[editar | editar código-fonte]
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ANDRADA, Antônio Carlos Doorgal de. Um século de história. A imigração italiana em Barbacena (1888 - 1988). Barbacena: Gráfica e Editora Cidade de Barbacena, 2006. ISBN 85-99449-04-4
ANDRADA, Bonifácio José Tamm de. A revolução de 1930, marco histórico. Prefeitura Municipal de Barbacena - FUNDAC, Belo Horizonte: Rona, 1995.
ANDRADA E SILVA, José Bonifácio. Uma fazenda histórica: Borda do Campo - O inconfidente José Aires Gomes. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, tomo 72. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1910.
BASTOS, Wilson de Lima. A fazenda da Borda do Campo e o inconfidente José Aires Gomes. Juiz de Fora: Paraibuna, 1992.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Prefeitura Municipal de Barbacena
Câmara Municipal de Barbacena
Governo do Estado de Minas Gerais
Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Dados do IBGE de Barbacena
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Santana
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Santo Antônio
Santo Antônio da Patrulha
Santo Augusto
Santos Dumont
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São Bento (Paraíba)
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São José do Cedro
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São Sebastião do Caí
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Tucunduva
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Umarizal
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Vazante
Venda Nova do Imigrante
Veranópolis
Viana
Vigia
Vila Rica
Virginópolis
Visconde do Rio Branco
Vitorino Freire
Xaxim
Xinguara
Wenceslau Braz
Zé Doca
Referências: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Regiões de Influência das Cidades 2007 (10 de outubro de 2008), [1] Configuração da Rede Urbana do Brasil (junho de 2001)
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